Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Ago 17

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(Algarve)

 

Ainda por confirmar a chegada à costa do Sotavento Algarvio, a meio da tarde e com a praia cheia de turistas (incrédulos), de uma pequena valsa não identificada, carregada de uma centena de migrantes (em fuga) e oriundos de parte incerta − posteriormente e segundo informações fidedignas atravessando a praia, fugindo pelo areal e desaparecendo no interior do território algarvio rumo à Europa – deixando os veraneantes aí presentes a interrogarem-se, não só pelo episódio insólito observado como pela aparência familiar desses fugitivos.

 

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Com todos os territórios adjacentes ao mar Mediterrânico em sobreaviso ou em pé de guerra dada a ameaça dos terroristas – Espanha, França, Turquia e Grécia (a norte) e Marrocos, Tunísia, Argélia, Líbia e Egito (a sul) – são cada vez mais frequentes e dispersos (atingindo outros países como a Grã-Bretanha, a Bélgica e a Alemanha) os atos de violência e de morte de um lado e do outro do mar: isto para já não falarmos do genocídio em curso no próprio mar (com milhares de pessoas fugindo da guerra e da morte e acabando afogadas no mar).

 

Sucedendo-se a violência brutal a sul (com destaque para a Líbia) e a brutal violência a norte (com a proliferação de atentados) com a segunda a preocupar-nos (portugueses) pela evolução e aproximação: com os atentados a serem selváticos, primitivos e mortais e em pura extensão cada vez mais próximos e consentidos (originando preocupação, medo e interrogação questionando-nos o que faz o Estado para nossa segurança e prevenção). Hoje com um novo atentado a acrescentar à já larga lista (de mortos e de feridos) e com mais 2 portugueses a acrescentar ao número mortal (uma avó de 74/confirmada e uma neta de 20/por confirmar passeando pelas Ramblas na turística Barcelona capital da Catalunha).

 

Confirmando-se assim que nem os portugueses estão livres de serem vítimas diretas da violência dos terroristas, para já além-fronteiras mas com o perigo a aproximar-se: ontem (há poucos dias) e como primeiro aviso (sinal ou alerta) com os primeiros migrantes a atingirem a Península Ibérica (Cádis) já bem perto de Portugal (Vila Real de Santo António na região do Algarve), amanhã com outra valsa desviando-se mais para ocidente no estreito Gibraltar e com a mesma origem anterior (cidade marroquina de Tanger) chegando a uma praia algarvia pejada de veraneantes surpreendidos com o fato e vendo-os desaparecer pela areia (fugindo e desaparecendo).

 

Num país que para já parece considerado neutral (imune) – talvez por certos investimentos oriundos de várias paragens originando um Status quo local e entre adversários (um centro de negociações e de alguma espionagem) – mas que dum momento para o outro poderá repentinamente mudar chegando cá uma valsa ou levando com um atentado: com muita praia para escolher em toda a costa algarvia e com muitos turistas por lá como por cá (por Lisboa e pelo Porto).

 

(imagem: fanpage.gr)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:30

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