Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Mar 16

Enquanto a sonda JUNO se aproxima do planeta gigante JÚPITER, o mesmo vai-nos presenteando com imagens das suas auroras, como se estivéssemos na TERRA.

 

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A sonda JUNO a caminho de JÚPITER

 

Uma sonda da NASA lançada há mais de quatro anos de Cabo Canaveral (a bordo de um foguetão ATLAS V 551) e tendo como objetivo o planeta JÚPITER, tem previsto a sua chegada ao maior planeta do Sistema Solar para o próximo dia 4 de Julho (deste ano). Tendo a particularidade de ser movida a energia solar e de se tornar na primeira sonda a viajar tão longe no nosso Sistema (Solar) servindo-se unicamente deste tipo de energia renovável. Com uma duração de missão estimada para seis anos (2016/2022) a sonda norte-americana JUNO durante as suas trajetórias orbitais em torno deste gigante gasoso (JÚPITER), tentará observar e descobrir o que se passará debaixo do espesso manto de nuvens que cobrem o planeta (estudando as suas auroras), para além de a partir daí tentar compreender outros processos como o da sua origem, estrutura, atmosfera e magnetosfera.

 

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Auroras em Júpiter à chegada da CME

 

E como muitos outros fenómenos que ocorrem no planeta TERRA também sucedem noutros corpos celestes pertencentes ao mesmo Sistema, é natural que em Júpiter alguns deles possam ser replicados à nossa semelhança e segundo as nossas sensações e perceções. Não sendo pois de espantar que os efeitos provocados pelas frequentes Tempestades Solares, tanto se façam sentir aqui – na Terra (150.000.000Km) bem juntinho do SOL – como lá longe nas profundezas do ESPAÇO – no gigante mas tão distante planeta Júpiter (800.000.000Km). Nunca esquecendo que por perto andam as suas 67 luas conhecidas (a Terra só tem uma) e que algumas delas já apresentam um elevado potencial de nelas poder existir H₂O – como será o caso de EUROPA e GANIMEDES.

 

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Auroras em Júpiter dois dias após a chegada da CME

 

Solar Storms Ignite X-ray "Northern Lights" on Jupiter

 

"Solar storms are triggering X-ray auroras on Jupiter that are about eight times brighter than normal over a large area of the planet and hundreds of times more energetic than Earth’s "northern lights," according to a new study using data from NASA’s Chandra X-ray Observatory. This result is the first time that Jupiter's auroras have been studied in X-ray light when a giant solar storm arrived at the planet. The Sun constantly ejects streams of particles into space in the solar wind. Sometimes, giant storms, known as coronal mass ejections (CMEs), erupt and the winds become much stronger. These events compress Jupiter's magnetosphere, the region of space controlled by Jupiter's magnetic field, shifting its boundary with the solar wind inward by more than a million miles. This new study found that the interaction at the boundary triggers the X-rays in Jupiter's auroras, which cover an area bigger than the surface of the Earth." (Chandra X-ray/nasa.gov)

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

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