Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Jan 15

Marte desloca-se na sua órbita em torno do Sol (que dura aproximadamente dois anos) a uma velocidade de 24Km/s. Tem um diâmetro perto dos 6.800Km, uma força da gravidade quase 1/3 da registada Terra e dois satélites a acompanhá-lo: Deimos e Fobos. A duração do seu dia é muito semelhante ao dia terrestre, registando à sua superfície temperaturas que podem variar entre 140°C negativos e 35°C positivos (com a temperatura média andando pelos 60°C negativos). E se não fossem estas grandes amplitudes térmicas registadas ou as fortes radiações que penetram a sua débil atmosfera, certamente que para qualquer terrestre o seu ar seria impeditivo para a sua sobrevivência: presença avassaladora de dióxido de carbono (95%) e o resto gases tóxicos com pouco mais de 0,2% de presença de oxigénio.

 

PIA17918.jpg

Marte – MRO – Ascraeus Mons

19.04.2014

 

Um fenómeno poderá ter origem natural, artificial, ser uma mistura de ambas ou nada ter a ver mesmo com elas: ser apenas algo mais (real) e um produto do tempo (simulado) – talvez para nos entretermos (com sinais) e desvendarmos mistérios (e tecnologias).

 

Utilizando uma infinidade de pontos, definindo com eles um infinidade de planos e transformando-os numa infinidade de espaços, poderemos numa das etapas deste processo evolutivo, talvez por acaso talvez por necessidade, criar uma imagem – e a partir daí elaborar um novo objecto, demonstrando com a sua presença a influência do sujeito. O Universo existe devido a uma conjugação complexa entre caos e organização, resultando essa mistura de parâmetros aparentemente contrários mas que se completam, no aparecimento de geometria e na origem da vida: e se a vida é um episódio da evolução conjunta entre caos e organização, tudo o que desafia o aspecto natural deste mundo, só pode ter tido origem numa das mais espectaculares criações deste duo: para nós o Homem, para um qualquer alienígena um Semelhante. E se a geometria é um indício, também o pode ser de vida.

 

Para um leigo que se põe a olhar para imagens da superfície de Marte, a primeira sensação que se tem (ao olhar para muitas das suas paisagens calcinadas) é que algo de avassalador e catastrófico se terá passado num passado distante da história desse planeta.

 

Nesta imagem obtida pela sonda norte-americana MRO (colocada em órbita de Marte), é bem visível na superfície deste nosso planeta vizinho, os contornos de uma misteriosa figura a que alguns astrónomos chamam “o Coração”. Logicamente que a sua origem será natural, artificial ou uma mistura de ambas. Mas o mais aceitável é que diversas interacções com o planeta se tenham registado durante a História de Marte e que tenham sido a Matéria e a Energia os dois factores primordiais (sempre interligados, interdependentes e complementares) que aí intervieram: interagindo deram origem à vida e em conjunto prosseguiram o seu trajecto comum. Deste modo porque não aceitar como uma acção conjunta, o aparecimento deste “coração”? Se o Homem (ou qualquer outro tipo de referência paralela, como o Homem Alienígena) representa uma parte desse produto final, qual a razão porque sempre que somos colocados perante situações como esta, recusarmos sempre como uma explicação possível a intervenção de qualquer entidade ou ser vivo? Se calhar será porque, não sendo nós, mais ninguém será. Defeito de fabrico.

 

(imagem – NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:08

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