Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Mai 19

“Um planeta (Marte) na sua forma e na sua base (de cenário)

Em tudo semelhante ao nosso (Terra),

Mas há muito tendo perdido

O seu Maior Organismo Vivo

A sua PELE.”

 

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Nascer-do-Sol

(cor-crua)

 

PIA23201_cc.png

Nascer-do-Sol

(cor corrigida)

 

Coincidindo com a fase final da mudança de regime (Fascismo → Democracia) levando ao golpe de estado ocorrido com a Revolução dos Cravos (um dos símbolos do 25 de Abril) – tendo como ponto definitivo de inversão política a passagem de 24 para 25 de Abril de 1974 (já os norte-americanos tinham abandonado a LUA e o Programa APOLLO há ano e meio) – talvez por sermos um povo que para sobreviver teve sempre que recorrer ao risco e à Aventura (tendo a dupla vantagem de poder recorrer a vias de fuga como a terrestre e a marítima) num facto ampla e globalmente reconhecido com a Aventura Extraordinária Portuguesa da Era dos Descobrimentos (séc. XV/XVI) – com Portugal sobretudo entre 1415/1543 a poder ser considerado (tal com atualmente os EUA, a Rússia e a China) como uma das Grandes Potências Mundiais – por algum acaso, coincidência ou intervenção Divina ou até mesmo como Homenagem à nossa Odisseia de Aventura & Descoberta (no presente e depois da Conquista dos Oceanos, seguindo-se a Conquista do Espaço), eis que de um Mundo Alienígena (Exterior à Terra) localizado a uns 60 milhões de Km de distância (neste mês de 2019) nos chegam imagens da nossa estrela (o Sol) na noite da comemoração do início da nossa Revolução: com os seus raios solares passando por nós (na Terra passados 500 segundos), atravessando a escuridão do Espaço por milhões de Km e passados uns escassos 760 segundos, chocando com este Mundo – Marte − e agora (vindo da sua parte ou então de um intermediário) dando-nos resposta (sendo aqui o intermediário as câmaras da sonda InSight).

 

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Pôr-do-Sol

(cor-crua)

 

PIA23202_cc.jpg

Pôr-do-Sol

(cor corrigida)

 

Prosseguindo na Grande Aventura do Homem antes com a Conquista dos Oceanos agora com a Conquista do Espaço (podendo-se afirmar ter-se iniciado em 1926 com o lançamento nos EUA do primeiro foguetão sob direção do norte-americano Robert Hutchings Goddard) – e pelo meio não se deixando de ficar perplexo como uma espécie necessitando de se movimentar (para sobreviver como qualquer organismo vivo e dinâmico) iniciada uma (sua) nova fase evolutiva e essencial face à evolução externa (de modo a se dar um novo Salto), repentinamente e sem justificação (válida/credível que não o dinheiro) abandona os seus desígnios e como que regride (entrando em hibernação ou coma induzido) tanto no Tempo como no Espaço (depois de 48 anos de luta sucedendo-se 45 anos de quase nada) “deixando-se a Lua para trás − com a NASA a presentar-nos (e logo a nós Portugueses nesta data tão festiva) com imagens vindas de Marte e apontando deliberadamente para o Sol: apresentando-nos logo na precisa altura do 24/25 de Abril comemorativo de um 1ª Dia de Liberdade (passado há quase meio-século) um nascer-do-Sol e um pôr-do-Sol não como visto da Terra (onde nos encontramos) mas como visto de Marte (onde nos poderemos vir a encontrar no futuro − esperemos que muito próximo – apesar de já terem saltado/na previsão dos 2020 para os 2040).

 

PIA23180_raw.gif

Nuvens

(cor-crua)

 

PIA23180_cc.gif

Nuvens

(cor corrigida)

 

Pia 23201 e PIA 23202 uma dando-nos a usufruir um nascer-do-sol o outro (vendo a “sua” estrela “partir”) um pôr-do-sol (como o poderá ter visto um hipotético marciano) – e adicionalmente como bônus confirmando a existência de atmosfera (em Marte como na Terra, mais rarefeita ou mais concentrada) uma amostra do céu não limpo mas com nuvens, PIA 23180. Numa visão InSight (Interior Exploration using Seismic Investigations, Geodesy and Heat Transport) – sonda norte-americana enviada para Marte e aí aterrando para estudar entre outros aspetos (à superfície deste planeta) fenómenos como os sismológicos e os de transferências de calor – e tendo-a como intermediária entre O Outro Mundo e o Nosso. Entretanto para contrariar a nossa felicidade (de modo a ser, nem que temporariamente e apenas na nossa Imaginação, a mais plena possível) e confundir-nos um pouco mais (sabendo como sabemos, que nem tudo o que vemos é) − com os originais depois de “tratados” a serem editados pela NASA – com os responsáveis (do JPL-Caltech) a mostrar-nos  o planeta MARTE (alternativamente o Planeta Vermelho) segundo o RAW (cores captadas) e segundo ELES (cores corrigidas), talvez nenhum deles nos disponibilizando o verdadeiro colorido de Marte. Senão vejamos:

 

Em PIA 23201 (Sunrise on Mars) com o registo a ser efetuado a 24 de Abril de 2019 pelas 05:30 locais, no 145º dia marciano de estadia da Insight no planeta;

Em PIA 23202 (Sunset on Mars) com o registo a ser efetuado já a 25 de Abril de 2019 pelas 18:30 locais, ainda no decorrer do 145º dia de estadia;

Em PIA 23180 (Clouds on Mars) com este último registo a ser feito simultaneamente ao anterior.

 

Mostrando-nos que sendo NOSSO, o SOL também o é de Todos, tal e qual como o 25 de Abril, Marte e todo o Universo. E para tal bastando querê-Lo (o hoje Impossível, mas com hipóteses Infinitas).

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:46

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