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O Cubo (artificial) afinal era um Calhau (natural)

Sábado, 08.01.22

"China’s Rover Checks out that Weird Cube on the Moon.

Surprise! It’s a Rock".

(Nancy Atkinson/07.01.2022/universetoday.com)

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O Cubo

(ao longe)

Formada há cerca de 4,5 biliões de anos e com Vida à sua superfície desde há uns 3,5 biliões, procurando as nossas origens desde os primeiros sinais (há uns 10 milhões de anos) ─ passando pelo Homo Habilis (há uns 2 milhões de anos) ─ e chegando atualmente ao Homem Moderno, sendo “claro como água” que se neste pequeno “Ponto Azul e Pálido” existe Vida e até uma espécie dominante, em todo o restante e imenso Universo que integramos (sendo infinito), utilizando de base um mesmo molde sucessivamente replicado, nalgum local o mesmo terá que acontecer, numa amplitude conjugando Espaço/Tempo em termos ainda por determinar ─  contactando connosco e não nós com eles, uma Civilização podendo ser certamente cientifico e tecnologicamente muito mais avançada do que a nossa (no mínimo do tipo III, a nossa estando ainda no início do tipo I), atingido um determinado nível e mesmo tendo essa capacidade, colocada perante outras perspetivas para eles muito mais aliciantes (talvez mesmo espirituais, desvendando o papel do invisível, da alma do Universo, do eletromagnetismo) e pela sua profundidade (mental), nem sequer ainda nos passando pela cabeça (tais cenários para já e como de costume, mas apontando a realidade futura, apenas de SCI-FI), não estando minimamente interessada em vir cá dar uma simples vista de olhos, a um Mundo à sua escala primitivo, apenas para ver como se safam as primeiras ninhadas dessa criação ─ como indicação a sua última espécie declarando-se como dominante, ainda nada de fundamental tendo compreendido, apenas o essencial e o básico, para a sua esmagadora maioria e de uma forma aleatória (por não natural, contrária à Evolução) sobreviver. Nem sequer tendo interiorizado algo sendo-lhe inato e por si já por diversas experienciado ao longo de toda a sua evolução e adaptação ao ecossistema terrestre, a sua necessidade de em função do que o rodeia e condiciona, se movimentar (sinónimo de tudo o que está vivo, além de pensar), deslocando-se na procura de outros novos territórios (migrando) dando-lhe novas oportunidades e perspetivas, depois da Aventura dos Oceanos (ganha pelos Navegadores) e da Aventura da Lua (falhada por interrompida), tendo forçosamente se não quiser caminhar inexoravelmente para a sua extinção, de se lançar para a Aventura, a Exploração e a Conquita do Espaço. Só não se sabendo do que está o Homem à espera, dado o crédito que o Sol nos deu (condições mínimas passa a Terra continuar a ser habitada), já ir a metade (de 10 biliões de anos disponibilizados, já se tendo consumido perto de 50%).

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O Calhau

(por perto)

Mas mesmo assim e continuando a acreditar que não estamos sós ─ neste Sistema (planetário) e neste Universo ─ para além do mais a Vida poder assumir outras formas (podendo até não ser percecionadas/sentidas por nós) ou níveis de evolução (sendo muito primitivos, iniciais), tendo ainda-por-cima conhecimento de testemunhos muitos deles credíveis, de possíveis contactos estabelecidos ao longo de toda a História da Humanidade (desde que temos consciência e registos) até em descrições apresentadas na própria Bíblia Sagrada e mais recentemente em registos de vídeo (até obrigando recentemente o Pentágono, a emitir um seu relatório mencionando é certo que não os UFO’S mas os UAP’S), procurando sempre um sinal da sua presença (existência e/ou passagem) pois tal facto a ocorrer podendo ser um ponto de viragem, espalhando-se a notícia, para toda a Humanidade e ao mesmo tempo a confirmação do que já se sabia, mas que se tem estado sempre a adiar: um dia tendo-se de partir, “sair de casa”. E quando surgem notícias sugerindo que algo ou alguém anda ou andou por aí, “como com a lebre (atenta), as minhas orelhas esticando-se todas” ─ e podendo até estar junto a um humanoide e não o saber, terrestre (norte-americano, chinês ou russo) ou extraterrestre (até podendo ser de uma estrela localizada por perto, a mais próxima sendo Alpha Centauri, a mais de 4 anos-luz de distância de nós) ─ procedendo de novo dessa forma (aqui ao ler, esbugalhando mais os olhos), perante a hipótese de algo de estranho ter sido descoberto na superfície da Lua. No passado mês de dezembro de 2021 e numa missão da agência espacial e estatal da China (CNSA), com o ROVER YUTU-2 colocado sobre a superfície da Lua, na concretização dos seus objetivos de observação e de estudo (do nosso satélite natural, situando-se a 384.401 da Terra), registando localizado a alguns metros de distância de si, um objeto aparentemente de forma cúbica (sugerindo poder ser algo de artificial), assente (talvez parcialmente enterrado) sobre o solo lunar. Não sendo um objeto natural, só podendo em alternativa artificial, de origem terrestre (já por lá terem andado outros artefactos terrestres) ou extraterrestre ─ aí tornando-se mais interessante. E aí a 1ª curiosidade era logo saber, se natural (ficando tudo na mesma) ou artificial (abrindo-se outras e novas portas): infelizmente e para quem já divisava o aparecimento de algo mais, sendo apenas mais uma rocha destacando-se no mar de areias/poeiras/pequenas partículas cobrindo a superfície árida e seca da Lua ─ com os chineses estragando a nossa “brincadeira” (eu sou polícia, tu és ladrão, eu sou terrestre, tu és extraterrestre) de um Cubo artificial e estranho à distância e aproximando-se (dele), tal se traduzindo num Calhau bem natural.

(imagens: universetoday.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:46


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