Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Mai 15

Em 2016 e após dois mandatos de um Presidente colorido, os Republicanos vão entrar em órbita, quando virem como Presidente uma Mulher!

 

No próximo ano de 2016 os cidadãos dos Estados Unidos da América elegerão o seu próximo Presidente. E a 8 de Novembro saberemos se o mesmo será Democrata ou Republicano.

 

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Crime ou Erro de Guerra: qual a diferença?

 

Nas duas últimas eleições presidenciais norte-americanas e devido aos dois desastrosos mandatos anteriores de G. W. Bush à frente da Casa Branca, o poder nos EUA voltou à órbita Democrata.

 

A consequência tremendamente negativa provocada pela Guerra do Iraque (um falhanço iniciado com pressupostos falsos, causando um genocídio e a descredibilização da politica internacional dos EUA) foi um desses motivos.

 

O outro motivo foi a grave crise económica em que o país estava mergulhado, que nem o incremento na indústria de produção militar como reflexo da guerra em progresso conseguia equilibrar.

 

E lá tiveram os Republicanos que suportar dois mandatos presidenciais de verdadeiro jejum no poder (a Câmara dos Representantes e o Senado não se equiparam), ainda por cima exercido por um indivíduo de raça negra.

 

Agora estamos na véspera de um ano de mudança. Hillary Clinton avançou desde já pelo partido Democrata, enquanto pelo lado Republicano o que se conhece para já é que a confusão é total.

 

E se em relação a Hillary Clinton as críticas, ataques e maledicência já há muito começaram, no que toca ao lado Republicano e como o caos persiste, em vez de se promoverem candidatos deitam-se abaixo rivais (do mesmo partido).

 

E aí surge o fantasma de George W. Bush, das armas de destruição maciça e do genocídio ocorrido no Iraque. Agora um tema mais uma vez colocado em discussão entre a opinião pública norte-americana.

 

Afinal de contas (e como responsável máximo dos EUA na altura) o último republicano Bush a ter acesso à Casa Branca, pela desonestidade e pela intenção deliberada, poderá com a sua acção ser considerado ou não um criminoso de guerra?

 

Quanto aos Republicanos a resposta é óbvia: “I still say it was not a mistake, because the president was presented with intelligence that said Iraq had weapons of mass destruction.” (Marc Rubio)

 

No entanto os mais liberais não aceitando a teoria republicana de que o Presidente não teria cometido um erro mas pelo contrário teria sido induzido no mesmo mas actuando sempre honestamente, rejeitam-na e ainda desafiam.

 

“The Iraq war wasn’t an innocent mistake, a venture undertaken on the basis of intelligence that turned out to be wrong. America invaded Iraq because the Bush administration wanted a war.” (Paul Krugman)

 

E como Jeff Bush é um dos potenciais candidatos a presidente dos EUA pelo partido Republicano (e nunca sabendo o que o futuro lhe poderá reservar), eis que ele aproveitou a deixa e lá deixou a sua marca (presidencial). Como?

 

Que o irmão tinha sido mal aconselhado e que o erro era dos serviços secretos. Quando se conhecem histórias de relatórios alterados em que um carregamento de munições não identificadas, teria uma adenda lateral dizendo que provavelmente seriam mísseis.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:58

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