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O Sol já acordou, mas ainda não disse grande coisa

Segunda-feira, 26.07.21

[Sobre como será, este seu 25º Ciclo de Vida.]

Retrato de um SOL ativo

Alan-Friedman-rose_sun_072321_1627165074.jpg

Múltiplas regiões ativas, proeminências

e um longo e ondulante filamento, de plasma de hidrogénio.

(Sol/Alan Friedman/23 julho 2021)

 

Falhada no passado dia 23 de julho (sexta-feira) a chegada de uma CME à Terra ─ podendo impactar o campo magnético terrestre, mas não o atingindo ─ e tendo-se a certeza de que pelo menos até ao próximo dia 28 de julho (quarta-feira) tudo se manterá tranquilo até à chegada de um novo jato de “vento solar” (neste momento deslocando-se a uma velocidade de 348Km/s), sendo de destacar que desde o início deste novo “Ciclo Solar” (o 25º ciclo, iniciado em dezembro de 2019) o mês de julho foi entre todos o mais ativo: como assim o provam as suas 6 regiões simultaneamente ativas e visíveis ─ manchas AR2842, AR2845, AR2846, AR2847, AR2848 e AR2849, não acontecendo tantas em simultâneo, desde o dia 6 de setembro de 2017  ─ e a sua primeira “chama solar” de classe X ─ produzida na mancha solar AR2838 a 1ª desta classe desde há quase 4 anos. Mas para já e apesar das “manchas solares” sucedendo-se (algumas delas bem ativas), com o Sol mantendo-se ainda relativamente nas calmas, vindo de um período de baixa atividade, mas dirigindo-se no cumprimento do seu ciclo (de cerca de 11 anos) para um pico máximo de atividade da nossa estrela, lá para meados de 2025.

(imagem/legenda: Alan Friedman/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:38


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