Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

02
Dez 16

Podendo até ser o reflexo no Espaço

De algo de nosso na Terra

 

“Com as notícias da atualidade terrestre mais impactantes a serem de momento a eleição de Donald Trump como presidente dos EUA (contrariando todas as previsões incluindo as dos seus apoiantes que apontavam para a vitória do seu principal adversário) – como se estes fossem o Centro do Mundo – e a trágica morte de mais de setenta passageiros a bordo de um voo duma companhia aérea boliviana (incluindo a quase totalidade duma equipa de futebol brasileira, que iria disputar a 1ª mão da final da Copa Sul-Americana de 2016) – como se todos os dias não se matassem em guerras declaradas ou não centenas de inocentes. Restando-nos olhar para o Céu para quebrar a monotonia deste ciclo infernal (inspirado no lucro e na Guerra e na pureza catártica da Morte).”

 

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Figura 1

STEREO Ahead HI1

(30.11.16 – 05:18:01 UTC)

 

Na ânsia de finalmente fugirmos às grilhetas (económicas e morais) que deliberadamente nos impuseram (tecnicamente como uma pala de proteção e orientação ideológica) nos terminais dos nossos membros diretamente comandados pelo nosso cérebro (ideologia essa tendo o seu apogeu com a prática da lobotomia como processo curativo) e como único método ainda possível mesmo num mundo apenas imaginado (o imaginário faz indubitavelmente parte do real completando-o) de nos livrarmos definitivamente do nosso pensamento contraditório (vivendo uma vida limitada num Universo Infinito) imposto pelos limites cronológicos do nosso nascimento e morte (num conluio político-religioso exclusivamente interessado na manutenção do poder e do status quo), nunca nos poderá espantar que nos tempos atuais onde muita coisa se passa sem que a compreendamos minimamente (provocada pela disseminação dos novos analfabetos, certificados agora e por puro oportunismo como sendo especialistas) e onde por outro lado as estradas de comunicação são cada vez maiores, mais profundas e como consequência incontroláveis (as quais mais tarde ou mais cedo terão que ser interrompidas para a sobrevivência do Sistema), tudo o que de estranho, nunca visto ou devidamente explicado que nos surja diante de nós (de preferência à nossa vista direta ou mesmo indireta) seja explorado e espremido até ao limite: nenhum de nós querendo morrer (tal como definimos a morte como um estado irreversível) ainda-por-cima sabendo-se o que Lavoisier afirmara alguns anos atrás – “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”. Numa prova (ou desejo) de que existiria algo mais.

 

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Figura 2

Posição da STEREO Ahead (A) e da STEREO Behind (B)

(relativamente ao Sol e à Terra)

 

Nesse sentido socorrendo-nos agora de imagens divulgadas pelo site da NASA responsável pelas sondas STEREO (figura 2 – dois observatórios espaciais colocados um à frente da Terra e o outro seguindo-o mais atrás na mesma órbita), nas quais e a partir da sonda STEREO Ahead é possível observar-se a presença de um objeto desconhecido, de grandes dimensões e de forma esférica, reaparecendo como já o fizera anteriormente (com registo) diante de uma das suas câmaras (figura 1 – de um conjunto de seis imagens consecutivas): podendo-se supor ou imaginar que este objeto seria uma nave espacial, um corpo celeste desconhecido ou seguindo outro ponto de vista mais consistente e credível, não passando de mais um problema técnico registado nas câmaras das sondas (provocado não se sabe bem porquê, certamente devido a efeitos tendo como origem o Sol). Num momento em que uma das sondas (STEREO Behind) se encontra incontactável desde 23 de Setembro deste ano, como consequência de graves problemas ocorridos no hardware responsável pelo controlo e orientação da missão – mas nunca se explicando as causas e as fontes exteriores (que não a influencia do Sol). Numa sequência de imagens para todos os leigos estranha, registada entre as 05:00 e as 15:00 UTC do passado dia 30 (de Novembro), curiosamente e em condições semelhantes tendo já ocorrida anteriormente (e nunca explicada de uma forma convincente, talvez por ignorância dos técnicos), expondo-nos um objeto tendo algo de familiar parecendo um planeta (o que dada as suas dimensões e grande proximidade já teria provocado grandes cataclismos na Terra, sugerida a hipotética tese de ser Nibiru) e que no entanto podendo até ser alternativamente uma nave extraterrestre, nos lança numa outra proposta e numa outra visão do Mundo: com o Homem habitando uma esfera (interior e exterior a outras esferas), refletindo na sua tela todo o conjunto (sem fim por replicado) que a forma e sustem e nele criando a ilusão (a sua realidade) de fazer parte de algo para si (sobretudo) criado, mesmo que instalado num confortável sofá, comendo pipocas e bebendo cola, enquanto vemos no ecrã a nossa própria imagem – e não a reconhecendo nos rimos dela.

 

(texto: sobre notícia ufosightingshotspot.blogspot.pt – imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:39

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