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Os Homens-Mosca, Andam Sempre por Perto

Segunda-feira, 17.01.22

Com o abandono do Afeganistão (pelos EUA, pela Europa e pela NATO) depois de uma fuga bem organizada (nos objetivos pretendidos pela então força ocupante) permitindo aos TALIBANS (líderes de um movimento terrorista, tendo sido antes Governo e tendo sido derrubado pelos EUA) reapetrecharem-se como nunca o tinham conseguido em armamento (diretamente) de uma forma ou de outra e sabendo-se o estado caótico em que este território e as suas populações mergulharam (sem Governo capaz de impor  sua autoridade, divido em vários círculos de poder de “senhores-de-guerra”) criando novas rotas de abastecimento para múltiplas organizações de mercenários e terroristas se dispersarem, estendendo a incerteza e o medo, geograficamente e para além das fronteiras do Afeganistão,

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US/NATO Vs. TALIBANS

Após a queda de Cabul a 15 de agosto de 2021 encerrando-se mais uma campanha militar dos EUA e da NATO, esta no Afeganistão ─ numa contabilidade feita por baixo podendo atingir as 200.000 vítimas mortais ─ após o derrube dos Talibans em finais de 2001 sob acusações de terrorismo com os EUA numa fuga caótica reconduzindo-os ao poder 20 anos depois.

─ Por acaso ou por necessidade (a segunda, geoestratégica e de dominação norte-americana) e centrando-se esta zona de influência no Afeganistão, tendo a norte a Rússia e outros estados agora independentes saídos da U.R.S.S. e mais para oriente a China, nunca esquecendo o Irão a ocidente ─ e já depois de mais uma tentativa do Ocidente na sua senda ucraniana (empurrada do lado de lá do Atlântico pelos EUA integrando a NATO) de provocar a Rússia colocando a Bielorrússia (tendo à sua frente a Polónia e a Ucrânia e atrás de si a sua aliada a Rússia) em polvorosa às portas de mais uma Guerra Civil, surgindo recentemente o Cazaquistão (mais outro estado ex.-U.R.S.S.) bem mais perto do Afeganistão e da sua zona de influência (colocando em alerta outros estados antes integrando a URSS e vizinhos de ambos, como o Turquemenistão, o Uzbequistão e Quirguistão) apenas sendo rapidamente protegido por integrar a organização de defesa juntando a Rússia e outros estados no passado integrando a URSS. Hipocritamente e ao nível da anedota/insulto com a NATO a pedir explicações à Rússia pela sua intervenção a pedido do Cazaquistão (entretanto já tendo retirado) ─ integrado no plano conjunto de defesa contra “intrusões externas” de vários estados Ex-soviéticos ─ inserindo-se em assuntos não lhe dizendo respeito e quando a mesma (NATO) com as suas atitudes permissivas (deixando-se bombardear no tempo da extinta Jugoslávia) e expansionistas (chegando já ao Médio-Oriente e à Ásia), não se pode augurar a ser considerado um bom exemplo, pelo contrário: sob as ordens dos EUA e do seu instrumento de persuasão político-militar a NATO, com a Europa já mergulhada numa prolongada crise Global (do interesse só de alguns, 3, 2 ou mesmo 1) e ainda sob o efeito devastador (Economicamente) da Pandemia, oferecendo-se voluntariamente para a “degola dos inocentes” enchendo-se de misseis ─ para os russos tendo o potencial de umas fisgas, sem projétil ─ apontados á Rússia e esperando que a mesma não lhe faça o mesmo, X100, X1000 nuns segundos, minutos, horas.

Sem opinião e apenas aguardando ordens ─ tal como o nosso Governo em vez de agir, nem sequer reagindo, aguardando “ordens de Espanha” e mesmo assim fazendo nada ou menos que nada subindo nas sondagens e preparando-se para o seu momento ELEICRON ─ com a Europa mantendo-se firmemente no caminho do “seu abismo” persistindo em ignorar o facto que mais cedo ou mais tarde inevitavelmente se concretizará ─  consequência da Evolução ─ a queda deste Império Norte-Americano (até ao presente o mais poderoso) e o erguer de um outro Império maior possibilidade sendo agora asiático e com centro na China, a emergente nova grande potência Global pelos vistos não só na Terra, no Planeta, como no Céu, no Espaço, explorando-os (estando lá, não enviando ninguém em sus substituição, sendo 20% da população mundial) e conquistando-os.

E no meio de mais esta “Caça às Bruxas” Global, mais uma vez vista com assinatura norte-americana e só podendo estes estarem “geoestratégica e completamente doidos”,

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MIND Vs. SHIT

Esclarecendo dúvidas c/ a chegada da Pandemia ─ prioridade à Economia/empresas ou à Saúde/mão-de-obra ─ tendo de um lado o Homem/Sujeito e do outro a Matéria-Prima/Objeto ─ um deles tendo de se sobrepor ─ e colocando-se a alternativa de ou se morrer de fome ou de doença, a culpa não estando só no depósito, mas sobretudo no que se meteu lá dentro.

─ Pensando com a pressão exercida por um lado sobre a Rússia e pelo outro sobre a China, poder virá-los não contra os EUA (o inimigo), mas um contra o outro (sendo aliados) ─ surgindo o “Portugal dos Pequeninos” e a Europa querendo imitar-nos (dos reformados já sem perspetivas futuras e querendo aqui instalar-se relembrando o passado), perdida a fonte de rendimentos e tendo-se que aproveitar as reservas ao máximo (pelo menos até à sua morte), procurando refúgio (sabidos como são, entre os pobres). Um país sob o impacto de Ómicron e de Eleição tendo que engolir os vírus, resistir à doença e à fome e ainda mesmo sendo forçado a cair física como mentalmente (melhorando-se com  resignação, o escravo), manter os mesmos (parasitas e intermediários) que ao olharem-se ao espelho se declararam os mais belos, tendo para tal e previamente eliminado os outros, deixando alguns mais disformes do que eles (até para nos assustarem desde que somos criancinhas, com os monstros, sendo eles reais) no comando. Hoje com mais infetados e óbitos Covid-19 (já sendo normal, neste novo normal, até cansativo, por sempre o mesmo, sem futuro como todos nós, frequentando esta nova plataforma social), com novas sondagens ainda a darem mais votos a quem nada fez nem se preveniu (nem sequer remediou), mas podendo ser pior mesmo não sendo melhor, mantendo-se (ao ponto a que o mundo chegou tendo de escolher entre “dua merdas”), com a Rússia e inserindo de novo a Ucrânia a ser agora acusada de cyber-terrorismo e colocada sem provas apenas por convicção no cadafalso (com a Europa a colocar mais um prego no seu/nosso caixão), com Costa a ameaçar abandonar e a ameaçar manter-se conforme a evolução da “sua impressão” (para a V), no exterior com Boris Johnson a já não saber o que fazer e que desculpa encontrar para tantas festas seguidas agora divulgadas (o coronavírus já andando por cá há quase 24 meses), uns demitindo-se por festas ainda nem sequer faldas outros não o fazendo já tendo sido comentados (privilégio do poder) e na Austrália com um tenista sérvio a ser impedido de praticar o seu desporto devido a um próximo ato eleitoral, sendo da Sérvia e sendo esta pró-russa, mesmo não vacinado tendo sido autorizado a participar, depois proibido e finalmente deportado (e ameaçado de nunca mais lá voltar) não podendo existir exceção apesar de antes já praticada, agora servindo como “exemplo eleitoral”, numa coleção própria de mais um fim-de-semana considerado um conjunto duplo e consecutivo de dias inúteis, terminando em dois problemas existenciais (mais próprios de dias uteis, não levando a lado nenhum senão a replicação dos dias anteriores), um deles sendo externo e o outro até para mantermos a nossa concentração no “Momento Eleicron” (e nunca nos deixando ficar para trás face ao que se faz no estrangeiro, se um chinês faz um fato espacial, um português fez pelo menos as cuecas) de origem interna: um “o que fazer com a lava e a cinza produzida pelo vulcão de La Palma” o outro pelo necessário voto antecipado não vá “a colisão Ómicron/Eleição” ser violenta e provocar danos num ou no outro lado do “Arco da Governação” (entenda-se no PS ou PSD).

Falando-se disto no final ficando-se sempre com uma certa sensação de nojo, parecendo querer agarrar-se a nós algo de “muito merdoso, malcheiroso, penetrante, asfixiante” e levando-nos a estes momentos de “vidas de moscas e de merda”. No meio de tanta merda a política e infelizmente, é mais uma merda. Mas no dia 30 de janeiro ─ o “Momento Eleicron”, o momento decisivo (depois do debate Costa/Rio) ─ e como sempre, lá estaremos, tanta é a fome.

(imagens: talkinglynews.com ─ redbubble.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:12