Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

30
Abr 20

Talvez com a Região  do Algarve beneficiando da impressão geral do bom comportamento de Portugal (face ao Covid-19) ─ vendo-se o que aconteceu com os outros países do sul, nossos principais concorrentes no ramo da Hotelaria & Turismo ─ podendo aproveitar a imagem e em vez de se afundar, recuperar para nossa felicidade pouco a pouco, já um “muito-grande-pouco.

 

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A Tradição das Maias no 1º de maio algarvio

 

Com todo o Hemisfério Norte ainda a lutar ─ ultrapassados aparentemente os seus picos máximos ─ contra o elevado número de vítimas mortais por dia ─ e com os piores exemplos a virem do quinteto constituído pelos EUA, Itália, Reino Unido, Espanha e França, responsáveis por 72% das vítimas mortais globais ─ em Portugal a atividade do vírus SARS-CoV-2 depois de estabilizada a propagação da doença pelo mesmo provocada (a Pandemia de Covid-19), parece estar a descer progressivamente (sendo já menor que duas dezenas) abrindo assim as portas (depois de uma 1ª fase e de três Estados de Emergência) à 2ª fase da “Luta Anti-Covid-19”: e depois do “fechados em casa” seguindo-se a fase de “Não Confinamento”, por precaução e para nossa segurança, experimental e como tal progressivo.

 

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A última vez tendo-se registado em Portugal 16 vítimas mortais (VM) por dia devido à doença Covid-19, reportando-se ao passado dia 6 de abril (três dias depois de atingirmos o Pico Máximo com 37 VM) já lá vão 24 dias. E com a nossa taxa de mortalidade a andar pelos 4% (da amostra) ─ inferior à taxa de mortalidade global (provisória) de 7% e a nível do total da nossa população nos 0,01%.

 

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Assim a 4 de maio (segunda-feira) iniciando-se uma nova etapa deste surto pandémico ─ a fase de “desconfinamento” ─ com o país em palavras (ainda antes do 1º de maio) a iniciar a passagem do Estado de Emergência para o Estado de Calamidade, para então começando uma nova etapa não só na direção da nossa Liberdade como estando interligada, no sentido do retorno à Economia, tentarmos ressuscitar-nos para a Vida arrancando finalmente o motor ─ constatando que apesar desta guerra estarem ainda aí (ao contrário das guerras convencionais) todas as infraestruturas essenciais (os trilhos que nos conduzirão à nossa sobrevivência): homenageando aí os nossos idosos (86% do total de mortes) e toda a classe trabalhadora.

 

[A Maia era uma boneca de palha de centeio em torno da qual se dançava durante toda a noite do primeiro dia de maio. Ritual ligado aos ritos da fertilidade, do início da primavera e do novo ano agrícola. (sulinformação.pt)]

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

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