Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Mar 19

Últimas de IDAI:

Tempestade Tropical de Categoria 3

19 Mortos (mais 24 no Zimbabwe)

Centena e meia de desaparecidos (Moçambique e Zimbabwe)

500.000 pessoas afetadas (Moçambique)

Destruição material (casas/árvores/pontes)

 

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A chegada a 14/15 de Março do ciclone IDAI a Moçambique

(trajeto)

 

Tal como previsto (devido à sua evolução/movimentação) o Ciclone tropical IDAI abateu-se na passada quinta-feira (dia 14 pelas 23:30 UTC) sobre o litoral de Moçambique, atingindo sobretudo (e entre outas) a região da Beira e a localidade de Chinde (localizada a 400Km a NE):

 

Com ventos atingindo os 170Km/h e acompanhado de intensa precipitação. Provocando enorme destruição material e ainda (pelo menos) um morto e vários feridos (5).

 

IDAI 1.jpg

Idai aterrando na Beira

(1)

 

Com a passagem do ciclone IDAI a provocar dados significativos na cidade da Beira (telhados e árvores derrubadas) chegando mesmo a destruir algumas habitações e deixando cerca de 500.0000 moçambicanos sem eletricidade (naquela que é a 4ª maior cidade de Moçambique).

 

Para já não falar da forte agitação marítima com ondas de 2 metros deixando alguns locais (do litoral) isolados.

 

IDAI 2.jpg

Idai aterrando na Beira

(2)

 

E há medida que o ciclone foi entrando por terra com o mesmo a enfraquecer (às 12:00 UTC do dia seguinte com o mesmo a transformar-se numa depressão com ventos na ordem dos 65Km/h) dirigindo-se de seguida para o Zimbabwe e atingindo-o ao fim da tarde:

 

Prevendo-se para este país (e ainda por ação da tempestade IDAI) vários dias de intensa precipitação.

 

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Idai aterrando na Beira

(3)

 

E numa 1ª atualização à passagem de IDAI por Moçambique (e Zimbabwe) com as autoridades a comunicarem o aumento dramático do número de vítimas (dados de 16 de Março) com as mesmas a chegarem aos 19 em Moçambique (e 24 no Zimbabwe).

 

Para além da quase centena e meia de desaparecidos (nos dois países).

 

Estimando-se um total de 500.000 afetados a eles se acrescentando uns 100.000 de inundações anteriores (em Março nas províncias de Tete e da Zambézia).

 

Com outras localidades como Chimanimani (cortada do resto da sua província) e Ngangu (25 casas destruídas) a serem igualmente atingidas.

 

(texto/consulta: watchers.news − imagens: OCHA Southern & Eastern Africa/@UNOCHA_ROSEA e 1/2/3 Anouk Delafortrie/@ECHO_CESAfrica)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:41

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