Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Dez 16

Um grande calhau resultado da sobreposição de camadas de material bem diferenciado (muito semelhante a um agregado de desperdícios oriundos de um local de construção), apresentando uma forma particular e familiar fazendo-nos lembrar uma sandwich (talvez de queijo). Numa imagem do planeta Marte que em sentido figurado (podendo de uma forma ou de outra ter alguma ligação com a realidade histórica e cronológica do planeta) poderíamos catalogar como um grande porta-aviões, flutuando estaticamente (talvez por estar morto ou suspenso) sobre um vasto oceano de areia.

 

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Marte – Curiosity Rover – Sol 1537

(02.12.2016)

 

Comprimida e calcinada por biliões de anos de eventos cósmicos, incluindo impactos (visíveis na sua superfície), radioatividade elevada (devido à inexistência de atmosfera) e outros acontecimentos desconhecidos e extraordinários (podendo até ter origem na Cintura de Asteroides), toda a geologia marciana observando meramente a sua camada superficial a uma distância de várias dezenas de milhões de quilómetros (obviamente da Terra), é praticamente a demonstração de que o que aí aconteceu poderá mesmo representar um outro tempo cronológico (do mesmo modelo) mas sendo projetado na Terra.

 

Um dos oito planetas do Sistema Solar localizado a mais de 200.000Km do Sol numa região do Espaço situada entre a órbita do nosso planeta e a órbita do que seria o 5º planeta do sistema (onde hoje se localiza a Cintura de Asteroides), que num passado bastante remoto teria parte da sua superfície coberta por um oceano líquido (possivelmente de água mas numa extensão menor que na Terra), possuiria atmosfera (que cumpriria uma das suas funções mais importantes que seria a de proteger o planeta), até podendo ter apresentado sinais de vida mesmo que primitiva no seu período mais ativo.

 

Aqui com as câmaras da sonda Curiosity a presentear-nos com mais um registo deste Mundo Alienígena, hoje um planeta árido e desértico, sem água nem atmosfera e sem qualquer tipo de previsão de futuro (em que algo de vivo possa surgir ou mesmo reaparecer) e em que as únicas imagens que nos chegam nos refletem um corpo morto, movimentando-se entre outros corpos e em muitos dos casos fazendo-nos recordar mesmo que inconscientemente (talvez porque faça parte do nosso Imaginário uma parte da nossa Realidade) cenários terrestres extremamente familiares (nas praias e nos areais do litoral).

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:35

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