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SARS CoV-2 a 2 de Janeiro

Domingo, 02.01.22

Entrados no 3ª ano consecutivo desde o primeiro ataque do coronavírus SARS CoV-2 (2020, 2021 e agora 2022) ─ com o original supostamente vindo da CHINA (os primeiros sinais dados, a serem de finais de 2019), depois de várias mutações sofridas, estando-se agora sob a ação da variante OMICRON ─ e sem se saber ainda muito bem quando terminará esta nova vaga, apesar da taxa de mortalidade ser muito menor, devido ao elevado nº de infetados produzidos por OMICRON (comparando-o com o seu antecessor Delta), mantendo-se a preocupação de como os nossos hospitais e o SNS, reagirão perante a uma muito provável invasão de potenciais infetados.

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Comparando novembro e dezembro de 2021

(e a evolução dos parâmetros nº de Infetados e nº de Óbitos)

Mantendo-se o crescimento da taxa de incidência (hoje nos 1182,7) e do índice de transmissibilidade (hoje nos 1,35), com o nº de internados a atingir os 1081 e com 148 doentes em UCI (casos graves/críticos). Comparando igual período de 2020 e de 2021 (últimos 32 dias) em Portugal, se por um lado as infeções duplicaram, por outro lado o nº de óbitos diminuiu quase 5X. Já no caso da região do Algarve e contrariando todas as previsões (uma região igualmente vacinada e testada) ─ e no mesmo período (de 32 dias) ─ com as infeções a aumentarem 4X e com o nº de óbitos a aumentar quase 2X mais.

[Questão: Face a OMICRON e tornada a doença endémica, perante os factos e tendo existido estratégia, então porque não MUDÁ-LA?]

(dados: dgs.pt imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:00