Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Dez 17

Apanha um voo intercontinental de preferência que passe pelos polos

(ou então noutro buraco da camada de ozono)

 

samolet-airplane-avialayner-5962.jpg

Voando a grande altitude sobre uma camada de nuvens

(a mais de 40 000 pés)

 

Para todas aquelas pessoas que passam a vida a andar de avião passando horas seguidas em voos de longa duração sobrevoando a Terra a grande altitude (por exemplo a mais de 40 000 pés/12 000metros), uma das preocupações que as mesmas devem sempre tomar (para além da escolha da companhia aérea dando mais garantias de conforto e de segurança) e que a esmagadora maioria das vezes passa em claro (salvo uma ou outra rara exceção ninguém lhe ligando), será o de saber antecipadamente o que se passa lá fora (no exterior da aeronave) que possa afetar de algum modo (como por exemplo no que diz respeito à saúde) os passageiros que transporta.

 

E se insistires no tratamento além de radioativo talvez fiques um pouco mais luminoso

(talvez para melhor te verem e comerem de noite)

 

Nesse sentido e sabendo-se a altitude que estes aviões (comerciais de passageiros) atingemsobrevoando frequentemente a Terra por cima de um manto de nuvens mais ou menos espesso (ou seja ficando-se muito mais expostos a tudo o que possa vir do exterior do nosso Ecossistema) ‒ sendo clara a menor proteção proporcionada pela atmosfera terrestre se comparada com a normalmente registada ao nível do solo (onde nos movimentamos diariamente): com uma camada de proteção inferior no mínimo em 40 000 pés (mais de 12Km) ficando-se desde logo muito mais exposto à ação dos Raios Solares e dado o momento do atual Ciclo do Sol (a caminho de um Mínimo de atividade) ‒ por um lado sujeitando-nos a radiações solares de menor intensidade ‒ escancarando as portas aos Raios Cósmicos (como se a influência/interna do Sol diminuísse deixando entrar em força a influência/externa do Cosmos).

 

thule-greenland-neutron-monitor.jpg

Relação Ciclo Solar/nº Manchas Solares e Raios Cósmicos/intensidade

(a partir de 1950 e chegados a 2017)

 

Podendo-nos sujeitar assim a um nível de radiações elevadas (ou mesmo excessivas) com consequências inevitáveis para a saúde de todos os passageiros (hospedeiras e tripulantes) voando a grande altitude e muito frequentemente. Algo por diversas vezes (ainda no início de 2017) divulgado pela NASA (Agência Espacial Norte-americana) e pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) ‒ e justificada pela chegada próxima de um Mínimo Solar, aumentando a intensidade sentida na Terra pela passagem dos perigosos e ainda mais intrusivos Raios Cósmicos ‒ mas com impacto praticamente nulo tanto nas Companhias Aéreas como (pelos vistos e estranhamente) nos seus Clientes: com os Raios Solares nestes tempos de aproximação de mais um mínimo no ciclo do Sol (ciclo esse durando cerca de 11 anos) a perderem intensidade, provocando flutuações no campo magnético terrestre (enfraquecendo-o) e permitindo a entrada de mais Raios Cósmicos. Naturalmente com a camada atmosférica envolvendo a Terra (e cumprindo tal como o campo magnético uma das suas missões essenciais pelo menos para a Vida) continuando a proteger-nos no solo, mas não o fazendo da mesma forma (eficiente) a altitudes bem mais elevadas.

 

Nunca esquecendo que viajar numa lata voadora (sendo bombardeada por raios cósmicos), poderá ser uma experiência semelhante a estarmos dentro de um micro-ondas (em funcionamento)

 

E num primeiro rescaldo feito ao ano de 2017 associando a atividade solar/cósmica (raios solares/raios cósmicos) e a evolução provocada pelas diferentes radiações atmosféricas (registadas este ano), sendo evidente a subida dos níveis de radiação cósmica (a grandes altitudes na atmosfera) incluindo nos corredores aéreos circulando os voos comerciais e de passageiros: mas sendo difícil de sinalizar possíveis efeitos na saúde de todos os passageiros (indo e vindo sem parar) já o sendo possível de detetar e estudar entre membros da tripulação. Recentemente com os primeiros casos (envolvendo a tripulação) a começarem a vir a público: inesperadamente com várias tripulações a sentirem-se indispostas durante o voo (náuseas, tonturas) num ou noutro caso solicitando mesmo uma aterragem de emergência ‒ mas para já apenas se murmurando (podendo ser sintomas de ionização ou talvez não, sendo da pressurização) entre uns e os outros (empregados e donos).

 

(imagens: goodfom.com e wattsupwiththat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

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