Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Mai 14

“Naqueles dias, havia nefilins na terra, e também posterior­mente, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens e elas lhes deram filhos. Eles foram os heróis do passado, homens famosos”

(Bíblia – Gênesis 6:4)

 

Nunca ouvi falar entre os especialistas em história e raças extraterrestres uma única menção que fosse sobre o interesse de outras civilizações exteriores à nossa em relação às mulheres do nosso planeta. Não quero com isto dizer que a sua morfologia não se adaptasse à nossa nem que o seu acto sexual não se pudesse consumar plenamente, mas desconhecia a sua capacidade de desempenho e interesse particular na espécie: só com a chegada do Alienígena e com a forma indiferente como foi recebido pela generalidade da população local, é que percebi que estes nunca o veriam, pelo motivo a que vinha – SEXO – e pelos milhões que tinha pago.

 

 

Quando John Alien chegou às proximidades do longínquo e pouco conhecido planeta Terra consultou imediatamente no seu recentemente adquirido tablet de viagem os melhores locais turísticos terrestres onde poderia pernoitar e descansar: de preferência junto ao imenso manto azul que cobria maioritariamente este ínfimo planeta do Sistema Solar – desde que esse local oferecesse um ambiente tranquilo e acolhedor, com boa comida e regada com boa bebida. Aleatoriamente acabou por escolher uma pequena cidade costeira situada na parte ocidental do continente europeu, apenas por ser conhecida pelas suas belas praias, pela sua saudável comida mediterrânica, pelos famosos vinhos do cantor inglês Cliff Richard e ainda pelos seus belos e coloridos exemplares femininos que por lá circulavam e se ofereciam. Acoplou o seu veículo espacial (de forma circular) à parte superior de um dos sectores do edifício da câmara municipal da cidade, de tal maneira que a sua forma se adaptou à estrutura do próprio edifício, tornando-se irreconhecível e passando mesmo despercebido. Ficou na primeira noite num dos aparthotéis situado na proximidade da câmara municipal local, levando consigo uma jovem que encontrara no caminho completamente alcoolizada e psicologicamente alterada e da qual tivera imensa pena: ainda lhe vomitara em cima no trajecto até à estrutura hoteleira, mas de noite acabara por o compensar com uma performance sexual do outro mundo. Ao acordar de manhã sentia-se como se o seu corpo tivesse sido todo espremido e sugado, enquanto ao seu lado a jovem ainda meio alcoolizada e semi-consciente lhe acariciava delicadamente o peito com as suas pernas quentes sobre o seu sexo de novo latejante. E fê-lo mais uma vez no indolente mas quente corpo da terrestre.

 

 

Pela hora do almoço acordou e a moça que o acompanhara durante as suas actividades sexuais nocturnas já tinha desaparecido. Dirigiu-se até à sala e esticou-se no sofá. Pela uma hora da tarde bateram à porta, abriram-na sem nada dizerem e aí um rosto introduziu-se sem avisar pela abertura da porta: um rosto feminino perscrutou o quarto e ao encontrar o alienígena introduziu-se imediatamente nele. Era mais um corpo feminino linear e muito bem delineado que se aproximava dele, com as suas protuberâncias dianteiras superiores a acompanharem sensualmente o balanço do seu corpo, enquanto as suas partes inferiores traseiras se estendiam e contraiam conforme o funcionamento da sua estrutura muscular, enrijecendo a intervalos certos a epiderme no seu núcleo central e provocando-lhe mais uma explosão de desejo e de total penetração. O novo exemplar feminino sentara-se e começara a exprimir-se oralmente e utilizando linguagem gestual: ao olhar para a sua boca aberta e em movimento cadenciado, com um dos seus membros espetados na sua direcção e fazendo lembrar um pénis erecto, o alienígena ainda se deixou momentaneamente descair um pouco no sofá, mas ao sentir as suas nádegas a deslizarem sob o suave e tintilante tecido terrestre não mais se conteve, lançando-se em nova cópula e impedindo-a desde logo de falar. A língua da fêmea parecia de seda.

 

 

O alienígena ficara incrédulo face ao avanço da terrestre em direcção ao seu órgão sexual, introduzindo-o no seu órgão da fala não para com ele dialogar mas exclusivamente para lhe lamber languidamente e chupar profundamente o artefacto. Quase que se deixou levar em toda a sua grandeza por aquele momento desconhecido e inacreditável de prazer, ficando muito próximo de cair definitivamente na inconsciência do mais puro e extremo deleite sexual. Só o receio extremo e talvez épico de ser esvaziado de todo o seu conteúdo nuclear interior o conteve, não se deixando levar pela onda fantástica que atravessava todas as suas células e em vez disso assumindo o controlo total da situação. Sentiu os seus testículos endurecerem cada vez mais quase que petrificando, enquanto o sémen circulando pelos seus canais viajava agora em velocidade alucinante em direcção ao mundo exterior, explodindo num jacto contínuo e espesso, na boca da fêmea terrestre. E aquela língua sedosa e lubrificada – pelo sémen que por ela escorria ainda quente – ainda lhe provocava mais arrepios e vontade. Estaria a ficar constipado? Então e como um verdadeiro terrestre sorriu e de seguida, reafirmando o seu dever cumprido e a sua masculinidade assumida, bebeu um copo, fumou um cigarro e para rematar deu um forte peido.

 

 

Eram oito horas da noite. A sua companheira continuava adormecida sobre o sofá, após a consumação de mais uma posição sexual: deitada sobre os seus belos seios esmagados e com as suas nádegas parecendo duas dunas oscilantes, as pernas ainda abertas da terrestre e o consentimento provocativo com que apresentava ainda a sua abertura vaginal, provocaram no alienígena um sentimento de dúvida e de desejo (como não poderia deixar de ser): deveria aceder como a um extra a uma deliciosa rapidinha? Mas infelizmente na Terra o tempo era um parâmetro mortal: teria de cumprir o plano temporal previamente estabelecido no folheto de viagens proposto. Preparou-se e abandonou o apartamento. À saída ainda se deparou no hall de entrada do empreendimento turístico com quatro máquinas e um indivíduo, as primeiras com um objectivo definido e o último intitulando-se pedinte mas aparentando estar embriagado. E foi ao apanhar do chão a única embalagem que o pedinte não recolhera ao pontapear com violência e sem piedade as quatro máquinas do hall – uma caixa com sabor a morango de seis preservativos Control – que John Alien verificou estupefacto que se tinha esquecido dum pormenor extremamente importante: das doenças sexualmente transmissíveis e dos perigos de contágio. Tal como muitos já sabiam o “vírus HIV / AIDS não é de origem terrestre! Ele foi fornecido por uma presença alienígena após o incidente de Roswell em 1947. Eles também forneceram a cura para esta doença. Esta doença foi desencadeada sobre o mundo em 1971, na área do Canal do Panamá, por um governo secreto  que queria reduzir drasticamente a população mundial. O WTC foi a sede deste governo, é por isso que foi destruído. O Pentágono teve que ser atacado para destruir evidências de que este governo secreto  foi financiado com os US $ 2,3 triliões. Rumsfeld falou  em 10 de Setembro de 2001 que soldados norte-americanos foram utilizados como portadores dessa doença. Eu me alistei na USAF em 71 e não posso obter uma cópia dos meus registos de imunização”. A Quarentena esperava-o.

 

[Estudo/Análise/Publicidade/SEXO: Se não estou em erro ultrapassando com este texto a dúzia de posts associados à palavra SEXO – como tentativa de criar um chamariz para o aumento de audiências e ao mesmo tempo relevar a importância fundamental desta palavra – sempre com aumento de taxas globais de visualizações]

 

(texto: acreditesekiser.blogspot.pt – imagens: Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:10
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