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Surfando a Vaga de Verão

Quarta-feira, 07.07.21

[Para alguns sendo esta a 5ª Vaga Covid-19 ─ 1ª Vaga (março 2020), 2ª Vaga (Verão 2020), 3ª Vaga (novembro 2020), 4ª Vaga (janeiro 2021), 5ª Vaga (Verão 2021) ─ podendo ser mais perigosa a 6ª Vaga (prevista para depois do Verão).]

Disparando o número de Infetados/dia ─ hoje ultrapassando a barreira dos 3.000 ─ e com os restantes parâmetros Covid-19 a demonstrarem uma tendência de subida ─ com a taxa de incidência (a 14 dias) a quase duplicar ─ não se tendo feito nada entretanto (de visível/impactante/motivador), para se suprir a visível falta de recursos materiais assim como de recursos humanos (não se querendo gastas/investir dinheiro na Saúde), recomeçando a instalar-se a confusão no SNS, com os hospitais a atrasarem consultas e intervenções cirúrgicas, no sentido de desviar esses ainda tão escassos recursos, para a mais que provável reabertura das áreas (exclusivas) Covid-19.

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Para se atingir um nº de Infetados/dia superior ao registado hoje 7 de julho (3.285), tendo-se de recuar a 11 de fevereiro (já na curva descendente da vaga anterior e tendo ultrapassado o pico máximo de atividade do coronavírus), aí registando-se 3.480 Infetados/dia: então registando-se 167 óbitos/dia, contra os 8 óbitos/dia registados hoje (20X menos). Esta nova vaga sendo agora evidente face à subida simultânea da taxa de incidência (nº casos/100.000 habitantes, período de 14 dias) ─ subida de 92% e do índice de transmissibilidade R(t) ─ subida de 3%.

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Apesar de mais rápido e de mais fácil contágio, com esta estirpe/variante do coronavírus (delta) a ser menos mortal do que tinha sido na vaga anterior (de janeiro deste ano) ─ com o mesmo número de Infetados tendo-se agora comparando-se, 20X menos mortes ─ podendo, no entanto, dada a rapidez de contaminação encher de novo os hospitais, apesar de com casos menos graves e não implicando a entrada (casos graves/críticos) em UCI (registando-se muitos menos mortos).

Uma vaga só podendo ser moderada (não evoluindo) dada a grande contribuição da campanha de vacinação ─ mesmo que executada inicialmente por uma cambada de incompetentes (sob a responsabilidade do Ministério da Saúde e do seu Ministro) e estando pouco mais de 1/3 da população vacinada (pouco mais de 50% com a vacinação incompleta).

E com todas as vacinas e tratamentos a terem que ser aceites (a ocidente, como a oriente), sendo todos eles um contributo para a nossa Saúde e para o tão desejado regresso à normalidade (o mais próxima possível, da de 2019).

(dados: dgs.pt imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:23


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