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Marte ─ Unidade Geológica de South Séitah

Terça-feira, 19.10.21

“Na História Geológica da Terra (com uns 4,5 biliões de anos de idade) com a possibilidade da existência de água em Marte a recuar ao PROTEROZOICO ─ na TERRA já com Vida Multicelular e com o Homem sendo muito mais recente (uns 500 milhões de anos). Significando que quanto ao aparecimento do Homem na Terra ─ um evento recente ─ e sendo este um nómada migrante, poderíamos até ser de Marte.”

Num mosaico construído a partir de várias imagens registadas pelo veículo motorizado PERSEVERANCE ─ no passado dia 12 de setembro em MARTE (201º dia marciano da missão MARS 2020 ROVER) ─ um retrato da cratera JEZERO inserida na planície UTOPIA: localizada à direita do que poderá ter sido o delta de um rio (tendo existido no planeta há biliões de anos atrás) e apresentando-nos no topo da imagem à sua esquerda, o pico (semelhante a um monte de areia) de Santa Cruz.

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SOUTH SÉITAH Planície UTOPIA Cratera JEZERO

(visão parcial/PIA24816)

 

“Um planeta (Marte) deixando-nos ao longo dos tempos com “muita água-na-boca”, desde a existência de Canais sugerindo a existência de água e de rios atravessando (e até cobrindo partes) a superfície do Planeta Vermelho (cor resultante da presença de óxido de ferro, na Terra cor de ferrugem), até à possibilidade extrema da existência (para além de outra forma de vida) de marcianos à sua superfície (ou vivendo debaixo dela).”

Com o ROVER PERSEVERANCE na execução da sua missão a continuar a estudar a geologia marciana (para além do seu clima no passado) ─ e sendo o seu objetivo (e foco principal) a astrobiologia ─ depois da descoberta de indícios/vestígios de água no passado, procurando agora evidências da possível existência de vida, microscópica mesmo que primitiva e prevalecendo no mesmo período (tendo Marte cerca de 4,5 biliões de anos de idade). Desta vez (e como complemento da missão) recolhendo amostras, para numa missão seguinte, serem enviadas para a TERRA.

(imagem: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:41

O Futuro da Terra?

Terça-feira, 12.10.21

Olhando para este registo fotográfico de MARTE obtida pelas câmaras da sonda norte-americana PERSEVERANCE na planície UTOPIA e no interior da cratera JEZERO, a justificação à distância (por não presencial) após análise visual (e através da junção de conhecimento científico entretanto adquirido) de algo de que há muito se suspeitava (e entretanto, face aos demasiados indícios e vestígios já se interiorizara), de que um dia bem lá no passado profundo do planeta, este teria estado parcialmente coberto por água: numa existência estimada em cerca de 4,5 biliões de anos (tal como todo o Sistema Solar) talvez nos seus primeiros milhão/milhão e meio de anos.

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KODIAC

Depósito de sedimentos localizado no interior da cratera JEZERO

(interior da planície de UTOPIA) denominada como o delta

(22 fevereiro 2021)

 

Observando-se um terreno que antes até poderia pertencer a um delta (onde surgem aqui e ali escarpas) formado por sedimentos aí se acumulando durante anos e anos (muitos milhões e milhões), aparentemente devido à ação (transporte e erosão) das águas e sugerindo a existência de um rio, talvez mesmo de algum tipo ou forma de vida microscópica (marciana), contendo por exemplo componentes orgânicos. O que poderia ter sido uma bacia existente num passado bem remoto ─ crateras resultando da atividade vulcânica e/ou de impacto externo ─ com as suas escarpas e diferentes profundidades e com Marte tal como a Terra, a poder estar parcialmente coberto por um oceano.

(imagem: PERSEVERANCE ROVER/NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:55

O Último Bacalhau com Natas

Quarta-feira, 25.08.21

Procurando para além daqueles que conhecemos (os territórios terrestres) outros lugares semelhantes (e exteriores) onde possamos minimamente persistir − como tantos e tão diferentes (lugares) existentes neste planeta que nos acolheu e adotou (ao Homem) –

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Natas sem bacalhau, num parto difícil

Das sustâncias consideradas necessárias e obrigatórias para que o nosso ciclo de vida se cumpra convidando-nos a neles (esses lugares) nos fixarmos − por nos garantirem as condições mínimas de satisfação e de reprodução (replicando e mantendo viva a espécie) –

A Água é sem dúvida a sustância essencial por estrutural e fundamental (desde o Mundo Orgânico, ao Mundo Mineral), tal como na produção do cimento (na construção de um edifício, na elaboração de um Corpo) ligando tudo e dando origem a um todo (edificado, seguindo um código):

Ou não fosse a marca e o símbolo não só da Terra como do próprio Homem a molécula composta por dois átomos de Hidrogénio e um átomo de Oxigénio − conhecida como H₂O – compondo curiosamente e quase na mesma proporção (uns 60%/70%) a Mãe (a Terra), os filhos e o seu Filho Pródigo (o Homem).

Para uns acreditando em bruxas ou em eruditos sendo apenas uma coincidência, mas não existindo ou acreditando em tal e sendo o mecanismo de Vida mais simples do que se pensa, tendo forçosamente de existir um elemento comum de ligação (até para cada uma das partes existir e ter uma mínima justificação para tal, dependendo/reagindo coma outra) entre a TERRA (o Mundo Mineral) e o Homem (o Mundo Orgânico),

Um podendo ser interpretado como o Esqueleto da Vida, o outro como o corpo físico dando-lhe forma (nesta fase) envolvendo-o e permitindo-lhe, num outro Ciclo Evolutivo, libertando-se numa outra dimensão, o atingir de um outro nível por imposição aparentemente não existente mas até pela evidência de tudo o que nos rodeia, tendo que ter continuação.

Como se estivéssemos a atravessar um conjunto em extensão e com a experimentação, progressivamente adquirindo o conhecimento necessário para ao Saltarmos, não sermos apanhados de surpresa na transição revelando detalhes, em vez de nos fixarmos no novo cenário:

Ou não fosse a força que dirige este Universo invisível mas sentindo-se fortemente a sua presença, ligando a nossa Alma ao Eletromagnetismo Cósmico.

Seja Zero, Um ou o Infinito o Mundo não poderá acabar ou ser interrompido com a nossa morte (a nossa ou de qualquer seu elemento Vivo), um podendo anular o Outro e daí nada se transformar não existindo Evolução:

Uma ação originando sempre uma reação e antes de se espalhar (em ondas, influenciando tudo e influenciando-se) tendo que se replicar mantendo o seu molde original.

Sendo o mesmo apesar de diferente, para nós neste ciclo (incomunicável com o seguinte) de difícil ou mesmo impossível interpretação.

E se deste lado do Espelho vejo a minha imagem, do outro lado dessa imagem podendo estar é certo que de outra forma talvez mesmo com diferente conteúdo, o outro eu, refletindo em nós (o original) uma mesma imagem.

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Tratando dos calos, aguardando as natas

Nada impedindo que do outro lado do desconhecido e pertencendo nós a um todo como vemos bem diferenciado (só em humanos sendo cerca de 8 biliões, sempre em renovação), algo ou alguém tal como aquando da 1ª vez nos espere.

Tendo tudo que existir e a explicação sendo a parte inútil:

Quem não vive sem saber nem compreender como tanta coisa funciona, nem mesmo como essa sabedoria chegou até nós.

E se tudo não passar de um holograma porque não sendo hoje um mero espetador amanhã não poderemos ser um ator, um produtor, um realizador.

Para já e como numa viagem de juventude, à Aventura e à Descoberta, num ritmo de aprendizagem e coleção de experiências “interiores”, antes de espreitarmos pela janela ou sairmos pela porta (em direção a uma outra Terra Prometida, mais comprometida, talvez menos material), experimentando, desmontando, destruindo tudo o que nos vem à mão e assim abrindo a cabeça.

Algo tendo de existir (a nossa limitação podendo ser uma defesa, uma separação necessária) não sendo nada Finito:

Mesmo apagando-se a luz com o Homem rapidamente a adaptar-se à escuridão, até porque interrompendo-se a Vida interrompendo-se algo podendo-se mesmo e por indução ou reflexo parar tudo, uma contradição insolúvel dado tudo depender do “Movimento” que como se sabe é eterno, movendo-se tanto no vazio como no atrito.

Tudo se cruzando e como tal tendo que ter um ponto comum e de contacto.

Hoje tendo água por cá (na Terra, em Marte), amanhã noutro objeto qualquer (em Europa em Enceladus) e depois de amanhã já nem sequer se necessitando dela.

Evoluindo tudo, se o Homem quiser (estando disposto, não se arvorando logo a Deus, ao centro do Universo) e se os Deuses assim o permitirem.

Provavelmente ao nosso lado (e não a milhões de anos Luz) estando o nosso Espaço, o nosso Tempo, sendo este apenas mais um ponto de passagem (tal e qual um armário uns podendo ter portas outros não e mesmo nesses, podendo estar o que pensamos ser o abismo, mas de facto a nossa Bendita Perdição.

(imagens: receitasemenus.net/purepeople.com.br)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:10

Em Marte ─ Procurando Água, Vida, talvez o Nosso Passado (e/ou Futuro)

Segunda-feira, 22.03.21

“E onde existe ÁGUA, também podendo existir Pão & Vinho

─ ou pelo menos VIDA.”

 

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Como era Marte

há 3 biliões de anos

 

Se poucos dias atrás o planeta MARTE foi por diversas vezes mencionado dada a possibilidade de o mesmo possuir ÁGUA ─ algo de que há muito se suspeitava, posteriormente sendo um facto confirmado, dada a presença de água gelada no Polo Sul marciano ─ prosseguindo-se de imediato e poucos dias depois para o estudo da hipótese de alguma dessa água do passado poder estar ainda aí presente (3 biliões de anos depois, de ter andado por lá). Infiltrando-se, sendo capturado pelos minerais, em profundidade e em depósitos subterrâneos: não se tendo perdido como se pensava antes através da atmosfera e num volume apreciável, suportando-se aí a ideia de que muita dessa água não se teria evaporado (numa boa percentagem) mas sido “depositada”.

 

Long-term drying of Mars

by sequestration of ocean-scale volumes of water

in the crust

E. L. Scheller, B. L. Ehlmann, Renyu Hu, D. J. Adams, Y. L. Yung, etc.

(sciencemag.org ─ 16 Mar 2021)

Geological evidence shows that ancient Mars had large volumes of liquid water. Models of past hydrogen escape to space, calibrated with observations of the current escape rate, cannot explain the present-day D/H isotope ratio.

 

E existindo Água em MARTE (70% da composição do HOMEM) podendo obvia e simultaneamente aí existir Vida. Relativamente ao Planeta Vermelho e numa versão (talvez para muitos de mente reduzida, talvez sendo imaginativa/expansiva, ou seja sendo livre o posto) progressiva e cientificamente tendo vindo a ser confirmada ao longo do tempo (estudando os vestígios por lá “espalhados” no terreno e pelados pelas sondas, orbitais ou de superfície) ─ até pela presença mesmo ao seu lado do seu planeta-irmão (mesmo ascendente, o SOL) e vizinho interior a TERRA ─ e ao mesmo tempo dispondo de conhecimentos entretanto tendo sido adquiridos e “aprovados” com o visionar mais detalhado do “Ciclo de Marte” (podendo ser baseado e elaborado a partir do mesmo “molde” do nosso),

 

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Marte coberto de água

no seu passado remoto

 

Desaparecendo a água por infiltração e captura o mesmo podendo ter ocorrido com outros organismos, que não apenas os “organismos minerais”: levados pela “corrente líquida”, com organismos diferenciados (oriundos do “MMM/Mundo Minero Mineral” ou do “MBO/Mundo Bio Orgânico”) podendo ter-se adaptado às novas condições ambientais e aí evoluindo e sobrevivendo. Estimando-se, havendo a forte probabilidade de existir para além de no seu Polo Sul ou então escondida por algures (um pouco por ali, um pouco por acolá) ─ e até em quantidade ─ ÁGUA em MARTE, tal como sucedido na TERRA e correndo sempre na mesma direção e em paralelo (existindo uma, existindo a outra) obrigatoriamente e respeitando o inscrito no molde, terá que existir VIDA em MARTE. Hoje podendo ser rudimentar e/ou algo primitiva, ontem (há biliões de anos, antes da “Grande Migração Interplanetária”) podendo ter sido, mesmo como NÓS (os nossos antepassados):

 

Tracing

a modern biosphere

on Mars

Nathalie A. Cabrol

(nature.com ─ 16 March 2021)

Exploring the hypothesis that life is present on Mars today is key to informing planetary protection issues at a pivotal time, with the clock ticking to return pristine samples before humans irrevocably alter the environment.

 

Refletindo a nossa poderosa e vanguardista imaginação (sendo a realidade o limite, passando-o, caindo-se no remorso e/ou no pecado) e com esta (espelho/ilusão/imagem/alma) escancarando-nos as Portas da Felicidade, da aventura, da experiência, da projeção e até (sabe-se lá, em todos os locais existindo uma hierarquia) do próprio Holograma, passando de um mero periférico (selecionado, subindo de nível) a operador. Ficando-se mais próximos de compreender não só o Eletromagnetismo (A Alma do Universo), como sendo-o fundamental por complementar (formando em si um TODO e integrando TUDO), a nossa misteriosa e complexa e devendo ser acariciada (em vez de sufocada) Mente (A Alma do Homem).

 

(imagens: Mark Garlick/Science Photo Library/Getty Images/syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

Marte tem Água

Quinta-feira, 18.03.21

"Atmospheric escape clearly had a role in water loss, but findings from the last decade of Mars missions have pointed to the fact that there was this huge reservoir of ancient, hydrated minerals whose formation certainly decreased water availability over time."

(Bethany Ehlmann/sciencedaily.com)

 

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Marte

 

"All of this water was sequestered fairly early on,

and then never cycled back out."

(Eva Scheller/sciencedaily.com)

 

Afinal de contas e contra todas as opiniões até agora consideradas como mais científicas e credíveis, com um grupo de investigadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia ─ CALTECH ─ colocados perante a questão “O que aconteceu à água em Marte?”, depois de vários estudos e análises sobre o solo e atmosfera marciana (dados recolhidos pelas várias missões norte-americanas ao Planeta Vermelho), tendo chegado à conclusão de que a água no passado (extremamente remoto) tendo aí existido, não terá escapado a 100% para o Espaço: 30% a 99% dessa água tendo sido “sequestrada no interior de minerais” constituindo a crosta marciana (em profundidade e em reservas subterrâneas). Numa história geológica (atmosférica, biológica, líquida, etc.) marciana deste planeta cor-de-ferrugem com cerca de 4 biliões de anos, com esse líquido tão precioso para o Homem constituindo-o como ao seu planeta em quase a 70% ─ a ÁGUA ─ podendo ter existido no 4º planeta a contar do Sol, até cerca de 3 biliões de anos no seu passado (num período de uns 0,5/1 bilião de anos): há mais de 3 biliões de anos com o planeta Marte apresentando outra cor (mais para o azul) devido à presença desse líquido, com o mesmo estendendo-se pela sua superfície formando rios, lagos e até oceanos ─ em tal volume (quase equivalente a 1/2 do oceano Atlântico) podendo cobrir todo o Planeta Vermelho com um oceano de profundidades entre 100m e 1.500m. Em menos de 1 bilião de anos ficando como o vemos hoje, ajudando-nos a concluir com mais certezas a inexistência de marcianos (só se fugiram a tempo por exemplo para a Terra, sendo nós os terrestres os seus mais diretos descendentes) ─ talvez de outros organismos certamente mais primitivos.

 

[sciencedaily.com/releases/2021/03/210316132106.htm]

 

(dados/imagem: sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56

Em Caldo Verde ─ Não se sabendo se c/ Chouriço

Domingo, 14.03.21

[Fácil, não muito barato, mas podendo dar milhões.]

 

Como ─ ignorando o envolvimento não mencionado de mecanismos extras e imprescindíveis no processo de produção (como transformação/distribuição) ─ se consegue criar algo (neste caso alimento), sem quatro dos seus elementos principais: Sol, água e combustível para além de pesticidas ─ Sundrop Farms is a leading horticultural player in Australia producing high-value fruit using renewable sources” (sundropfarms.com).

 

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Apresentando-se como investidor e dono deste grupo (australiano) ─ “redefining sustainable greenhouse production of fresh fruits and vegetables” ─ a empresa SUNDRP FARMS, dirigindo-se para uma indústria de produção não poluente, não destruindo solos (não os utilizando diretamente), não desperdiçando recursos (água/combustíveis fósseis), nem utilizando produtos químicos (como pesticidas).

 

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Em pleno deserto australiano (sul da Austrália) não muito longe do oceano Índico (Grande Baía Australiana) edificando uma grande infraestrutura dedicada à produção, no caso de um produto alimentar- vegetal o tomate: servindo-se de perto de 23.000 espelhos solares para a produção da energia necessária à concretização do projeto.

 

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No processo de produção de cerca de 180 mil pés de tomate e para além da técnica aí utilizada (introduzindo cascas de coco e insetos) ─ além dos 200 milhões de dólares investidos no meganegócio, no deserto seco e árido, nos confins do mundo ─ utilizando-se processos alternativos como o dos “espelhos” e da “água-do-oceano”.

 

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No deserto do sul da Austrália obtendo-se energia através do Sol (como já vimos com os espelhos ou painéis solares) e sendo necessário a existência e utilização de água (doce), indo-se buscar a mesma ao oceano (a uns quilómetros de distância) sob a forma de água-salgada até chegar à “estufa”: aí antes da sua utilização dando-se a dessalinização.

 

(fonte: SAPO/SUNDROP/WIKIPEDIA ─ imagens: sundropfarms.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:39

NASA ─ Missão Marte 2020 ─ Rover Perseverança

Terça-feira, 09.03.21

Acabadinha de chegar ao PLANETA VERMELHO (18 de fevereiro de 2021), uma imagem vertical obtida pela câmara HiRISE (instalada na sonda orbital MRO) ─ PIA 24483 ─ apresentando-nos o ponto de contacto do ROVER PERSEVERANCE com a superfície marciana: Octavia E. Butler (escritora afro-americana de SCI-FI). Uma missão da NASA ─ MARS 2020 ─ tendo como objetivo o estudo da existência de Vida no Universo, neste caso dirigindo-se ao planeta MARTE e à procura de sinais de vida microbiológica no seu passado ─ com o veículo motorizado dedicando-se à geologia e tentando perspetivar qual teria sido o clima do planeta, em dias extremamente remotos (na cronologia marciana, com uns 4,65 biliões de anos de idade).

 

PIA24483.jpg

 

PIA 24483

PIA 24485

 

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Na imagem PIA 24485 com o ROVER PERSEVERANCE utilizando o seu instrumento ótico MASTCAM-Z e a partir do seu ponto de aterragem (Octavia E. Butler/cratera Jezero), apresentando-nos uma visão parcial da cratera JEZERO, local onde num passado extremamente remoto terá existido um delta onde confluiriam as “Águas-de-Marte” ─ podendo mesmo comportar (transportar consigo) algum tipo de vida: terreno por onde circulará nos próximos tempos durante a sua campanha de exploração e de conhecimento (do planeta), tendo ainda na sua agenda de trabalhos uma tarefa pioneira realizada em Marte, referindo-se à recolha de materiais superficiais, depositando-os (guardando-os) de seguida, para posteriormente as enviar para a Terra numa outra missão (de recolha das amostras) Terra/Marte/Terra.

 

PIA24486.jpg

 

PIA 24486

PIA 24489

 

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Nesta missão pioneira tendo Marte como destino, sendo caraterizada como a primeira recolhendo rochas e poeiras marcianas, para posterior envio para o remetente (a Terra) ─ algo já ocorrido na LUA, não à distância mas presencialmente ─ com o objetivo a ser igualmente o da preparação do planeta para uma futura receção ao Homem, inicialmente preparando-o (apetrechando-o) e depois (da instalação de uma base) enviando para lá os terrestres (existindo marcianos, como colonizadores ou seja, como “estranhos numa terra estranha”). Depois dos homens na LUA, surgindo para os humanos a sua 1ª Viagem Interplanetária ─ da TERRA a MARTE. Na imagem PIA 24486 indicando-se o possível trajeto do ROVER PERSEVERANCE na sua viagem pela superfície de Marte. Um veículo motorizado equipado (uma novidade, ainda experimental) de um Helicóptero (INGENUITY) e ainda de um Microfone (para gravar a “Voz de Marte”). E na última imagem PIA 24489 as primeiras imagens do ROVER em trabalho, observando-se as suas rodas características e o solo seco e árido sobre o qual se desloca.

 

(dados e imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:04

Quanta Água Devo Beber?

Sábado, 27.02.21

Afinal que quantidade de água

devo beber por dia?

(Nuno Noronha/sapo.pt)

 

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“Uma regra simples é a de beber o suficiente para manter a sua urina clara. O corpo perde cerca de 10 a 12 copos de água por dia através da pele, dos pulmões, da urina e das fezes. A comida fornece dois a quatro copos de água, deixando-nos cerca de seis-oito copos de água para beber. Habitue-se a beber água liberalmente. Beba ao levantar, durante a manhã, a meio da tarde e antes do jantar. Beber um copo de água é como tomar um duche interno. Limpa o estômago e prepara-o para o seu trabalho.” (Nuno de Noronha/lifestyle.sapo.pt/27.02.2021)

 

Sabendo que o nosso corpo para trabalhar ─ tal como todas as outras máquinas, biológicas ou não (nem que seja para refrigeração) ─ necessita de combustível para funcionar ─ sendo o nosso corpo maioritariamente composto por água (70%), tal como a Terra é coberta por água (70%) ─ podendo ser no seu conjunto definido (o Homem, nós) como um Ser Vivo funcionando a água (o combustível), sendo natural que para funcionarmos na perfeição (ou perto disso) sem termos de recorrer a uma inesperada reparação (tal como fazemos com os nossos automóveis, fazendo por precaução, algum tipo de manutenção/revisão) ─ não forçando direta/indiretamente o motor (na sua base o coração) ─  estejamos sempre com o nosso reservatório nas condições ideais bem fornecido de combustível. Não se devendo recorrer a outros sucedâneos líquidos (da água) por serem por alguns considerados como tendo funções e desempenho semelhantes (como é o caso nos sólidos do chocolate e dos seus por vezes intragáveis sucedâneos) ─ apenas por serem líquidos, tendo a água como base, mas esquecendo (das funções) dos aditivos ─ estando-se antecipadamente a par do que acontece reduzindo a qualidade do combustível utilizado num automóvel (podendo provocar danos, na viatura e seu motor): e nessa lista negra encontrando-se no Top de consumo as bebidas alcoólicas e os refrigerantes, nunca se esquecendo que na base disto tudo (desta forma de pensar começando num ponto, generalizando-se para o espaço e transformando-se numa direção/moda quase obrigatória) por considerados menores (insignificantes) e sem intenção (alguns até podendo fazer bem à saúde), terão estado outras escolhas introduzidas inocentemente (sem pensar) e promovendo (esta linha de pensamento de base justificativa estritamente comercial) outros líquidos (alguns aceitáveis, a esmagadora maioria não) ─ uns até sendo bons (cafés/chás se moderadamente), outros indevidamente maus (sobretudo refrigerantes, até pela quantidade excessiva de açúcar) mas com todos eles a serem levados na mesma torrente (igualmente sendo mau).

 

Já reparou no que acontece frequentemente

quando vai comer a um restaurante?

Normalmente dão-lhe um copo de água e perguntam:

“E o que vai beber?”

(Nuno Noronha/sapo.pt)

 

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Corpo humano suportado por um composto líquido à base de oxigénio e hidrogénio (H₂O) podendo ser este visto (interpretado) como um combustível fazendo funcionar a máquina, da sua utilização/introdução até à sua correspondente filtragem/expulsão dependendo o seu melhor/pior rendimento: perdendo água e tal como num radiador (de automóvel) tendo que repor (p/ refrigeração) o nível de líquido necessário de modo a manter o equilíbrio (só nos rins podendo-se processar mais de200l de água/dia) ─ no nosso caso (Homem) e como espécie animal introduzindo e expulsando água (pela pele, pulmões, urina, etc.) ─ sabendo com eficácia o momento indicado para o fazer (manutenção do ciclo de água) evitando o aparecimento de determinados problemas técnicos (no homem/mulher como o odor corporal, o mau hálito e o ”xixi mal cheiroso”) e ainda sendo extremamente importante sabendo sempre escolher o produto salvaguardando no máximo a sua qualidade. Optando entre água canalizada e água engarrafada ─ dependendo da sua qualidade/preço ─ mas “sempre e sempre” tendo de se beber esse líquido, sagrado e sendo sinónimo de Vida (muita mais água do que, cerveja, vinho e refrigerantes): não para sobreviver (bebendo como um pisco) mas para viver (não deixando por falta de água esforçar em demasia o nosso organismo, prejudicando por falta de “limpeza” as suas respetivas funções).

 

Partindo de um artigo interessante de Nuno de Noronha ─ “Afinal que quantidade de água devo beber por dia?” ─ publicado em 27.02.2021 no SAPO STYLE (online).

[lifestyle.sapo.pt/saude/peso-e-nutricao/artigos/que-quantidade-de-agua-devo-beber-por-dia]

 

(imagens: visual.ly ─ express.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:19

Europa

Terça-feira, 12.05.20

Despachado para Júpiter a 300.000Km/s e chegando lá em menos de 40 minutos, tendo a oportunidade ao passar muito próximo de Europa e apesar da sua ainda gloriosa juventude, ali poder confirmar a visão de um “Mundo Vivo” mas profundamente sulcado por inúmeras cicatrizes.

 

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Lua, Saturno, Júpiter e ao lado ainda Marte

(e junto a Júpiter, mas não se vendo, Europa)

 

Olhando esta terça-feira (12 de maio) para o céu noturno na direção da constelação de Sagitários (amanhã de Capricórnio, depois de amanhã de Aquário), para além de observarmos a Lua bem visível “lá em cima”, podendo-se ainda descortinar bem ao lado da mesma (o único satélite da Terra) dois outros dos oito planetas (os dois Gigantes Gasosos) integrando o Sistema Solar: menos brilhante Saturno (de diâmetro superior a 116.000km e localizado a mais de 1.400.000.000Km) e mais brilhante Júpiter (de diâmetro inferior a 140.000Km e localizado a menos de 700.000.000Km), devido não só à sua posição, assim como ao seu tamanho, como ainda à sua distância à Terra. E próximo do planeta Júpiter o maior do nosso sistema planetário (tendo como estrela de referência, o Sol), dirigindo a nossa particular atenção para uma das suas cerca de 80 luas, uma das quatro “Luas de Galileu” (um dos 4 maiores satélites do planeta Júpiter): Europa. E ainda um pouco mais afastado o nosso vizinho externo o Planeta Vermelho (Marte) em conjunto com Mercúrio, Vénus e Terra integrando o grupo dos Planetas Interiores (interiores à Cintura de Asteroides).

 

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A lua de Júpiter

EUROPA

 

The above map shows locations where each image, showcasing a variety of features, was captured by Galileo during its eighth targeted flyby of Jupiter's moon Europa.

 

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Imagem

1/2

 

Images of (1) an area called Chaos Transition shows blocks that have moved and ridges possibly related to how the crust fractures from the force of Jupiter's gravity;

And (2) of an area called Crisscrossing Bands shows ridges, which may form when a crack in the surface opens and closes repeatedly. In contrast, the smooth bands shown here form where a crack continues pulling apart horizontally, producing large, wide, relatively flat features.

 

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Imagem

3

 

Image (3) showing chaos terrain where blocks of material have shifted, rotated, tilted and refrozen. Scientists use this as a puzzle for clues about how the surface has changed. The area is called Chaos Near Agenor Linea for its proximity to the wide band of that name at the bottom (of the image).

 

Europa uma das luas de Júpiter sensivelmente com a mesma dimensão da nossa Lua (ligeiramente menor), podendo, no entanto, ter Água (exteriormente sob a forma de gelo, mas sobretudo em oceanos, debaixo da superfície gelada, subterrânea), uma ligeira Atmosfera (contendo oxigénio) e até algum tipo de Vida (extraterrestre, algum tipo de bactéria). Exteriormente e observando a sua superfície (sendo ainda uma lua jovem, a nível tectónico e de deslocação de placas, ainda bem ativa) um dos mais lisos corpos integrando o Sistema Solar, sem grandes montanhas ou depressões (como crateras) ─ logo de baixa topografia ─ e apresentando-se aos nossos olhos (à distância, utilizando imagens de sondas por lá tendo andado ou então de telescópios terrestres, colocados para cá ou  para lá da nossa atmosfera) com imensos riscos escuros atravessando quase que caoticamente toda a sua superfície, entrecruzando-se com outras fraturas dispondo-se igual e como que aleatoriamente em todas as direções ─ e contendo (pela cor á sua superfície, o amarelo) cloreto de sódio tal como acontece com  Terra e com os seus oceanos (salgados).

 

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A sonda automática

EUROPA CLIPPER

 

E tal como no passado com os Canais de Marte, tornando este mundo interessante e algo misterioso: até pela presença de Água e conquistados outros corpos ─ como já previamente planeado a Lua e o planeta Marte (até meados deste século), com as viagens interplanetárias ─ podendo-se transformar no futuro em verdadeiros entrepostos, então para viagens ainda mais distantes (ultrapassada a Nuvem de Oort) como as Viagens Interestelares (para já só por lá andando, as sondas automáticas Pioneer 1 e 2). Para já nos contentando ainda com imagens da velha e defunta Galileu, mas já com uma nova missão em marcha tendo como objetivo esta lua (promissora pela água) de Júpiter: a da sonda automática Europa Clipper prevista para esta década de 20.

 

(texto/inglês: nasa.gov ─ imagens: Guy Ottewell’s blog/earthsky.org,

NASA/JPL-Caltech/SETI Institute e jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Vapor de Água em Europa

Quarta-feira, 20.11.19

[E com o Homem ainda por cá (na Terra), a uns 650 milhões de Km (dos depósitos).]

 

“NASA Scientists

Confirm Water Vapor on Europa.”

(nasa.gov)

 

Europasurface.jpg

Subsurface water on Jupiter’s moon Europa

is one place where humans plan to search for life.

This artist’s concept shows a massive plume of underground water

erupting from the moon’s surface.

(Erika K. Carlson/discovermagazine.com)

 

Depois de várias missões espaciais passando ou estacionando por JÚPITER (o maior planeta do Sistema Solar e quinto mais afastado do Sol) – caso das sondas automáticas PIONEER 10 e 11 (passando por lá em 1973 e em 1974 respetivamente), VOYAGER 1 e 2 (passando ambas em 1979) e GALILEU (estacionando por lá de 1995 a 2003) – transmitindo-nos informações tanto sobre a sua composição e atmosfera (sendo Júpiter um planeta Gigante Gasoso), como sobre o seu sistema de anéis (menos evidentes que o de saturno) e as suas mais de 80 luas, a confirmação por parte da NASA (utilizando um dos seus maiores telescópios instalados no Havaí) de algo que há muito já era dado como praticamente adquirido, a existência de Água: aparecendo sob a forma de VAPOR de ÁGUA sobre a superfície da sua lua (de Júpiter) EUROPA.

 

“While scientists have not yet detected liquid water directly,

we’ve found the next best thing: water in vapor form.”

(Lucas Paganini/NASA)

 

E com as hipóteses de explicação para mais este grande Evento pelo menos para a nossa espécie (ou não fosse a Água dominante, tanto na constituição da Terra, como na do nosso Corpo) − proporcionando-nos a uns 800 milhões de Km (do Sol), num mundo muito semelhante em dimensão à Lua e apresentando a superfície mais lisa conhecida (em todo o Sistema Solar), grandes massas dessa tão necessária como preciosa substância química – a serem já várias, como estas duas lançadas pelos cientistas da NASA, sobre o “oceano líquido de água de Europa”:

 

There Is a LIQUID WEATER OCEAN, possibly twice as big as Earth’s, sloshing beneath this moon’s miles-thick ice shell. Another source of water for the plumes, some scientists suspect, could be shallow reservoirs of melted water ice not far below Europa’s surface. It’s also possible that Jupiter’s strong radiation field is stripping water particles from Europa’s ice shell, though the recent investigation argued against this mechanism as the source of the observed water.” (nasa.gov)

 

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Discovery, the spacecraft in Arthur C. Clarke's novel "2001:

A Space Odyssey," drawn in a concept painting

for Stanley Kubrick's movie of the same name, which came out in 1968.

'2001: A Space Odyssey' Turns 50:

Why Haven't Humans Been to Jupiter Yet?

(Elizabeth Howell/space.com/yahoo.com)

 

E com novas missões propostas para a próxima década tendo Europa (uma das Luas de Galileu) e outras luas de Júpiter na mira – missões EUROPA CLIPPER e JUPITER ICY MOON EXPLORER (a iniciarem-se entre 2020/2030) – com as hipóteses do próximo passo do Homem e depois de concretizado o anterior – depois de instalado o entreposto LUA/MARTE (não se devendo perder aí muito tempo, senão por mineração local ou nas proximidades), partindo-se decisivamente para as Viagens Interplanetárias, tendo como destino prioritário e obvio (ultrapassada a Cintura de Asteroides) o vizinho de Marte, o planeta Júpiter e a suas luas “potencialmente aquosas” − a aumentarem exponencialmente: imaginando-nos neste mundo gelado e plano, ejetando vapor de água para a sua atmosfera, possuindo um oceano talvez tão grande como o da Terra e aí, olhando para o seu Céu, certamente ficando-se paralisado com toda a grandeza do Gigante (JÚPITER) desafiando mesmo que à distância o Rei-Sol.

 

“New observations hint that Jupiter’s moon Europa

erupts with water geysers.”

(Phil Plait/syfy.com)

 

Faltando-se agora saber se para além do VAPOR de ÁGUA (já detetado) ejetado para a atmosfera a partir da superfície de EUROPA − sob a forma de GEYSERS − não poderá igualmente existir neste oceano subterrâneo localizado debaixo da sua superfície (crosta) gelada, alguma forma ou tipo de VIDA.

 

(imagens: nasa.gov – space.com/Yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:10