Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

04
Mai 18

Inseridos num ponto perdido por comprimido no Infinito, inacreditavelmente ainda não nos convencemos que terão forçosamente que existir pontos comuns de ligação entre os vários elementos constituindo este conjunto: com o Sistema Solar a ter uma Estrutura e História conjunta obviamente interligada e inevitavelmente intersetando-se. Como se o Sistema Solar fosse um Organismo Vivo e a Terra uma das suas partes.

 

I

S/ EXOMARS

 

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Terra e Marte

Uma ilustração de como seriam os dois planetas enquanto jovens (evoluindo no mesmo Espaço mas afastados no Tempo), com Marte a poder ter tido água e ter sido dotado de uma débil atmosfera ‒ mas hoje apresentando-se como um corpo seco, frio e (aparentemente) morto

 

Enquanto no terceiro Planeta (a Terra) mais distante do seu Sistema (Solar) e tendo como referência a sua estrela central (o Sol), a sua espécie dominante (o Homem) habitando um território-domicílio de Excecionais (os EUA) e controlando em seu benefício a EVOLUÇÃO da mesma (espécie superior por inteligente replicando facilmente e sendo capaz de se organizar entre dois pilares básicos e civilizacionais como a Ordem e o Caos),

 

Traduzindo-se o seu significado (de evolução) como aplicando-se à restante espécie (e aos seus 7,5 biliões de indivíduos, para o espaço terrestre disponível considerados já excedentários) e à flora e fauna dita irracional (e como tal complementar), cobrindo e preenchendo o resto deste fabuloso e inexplicável Ecossistema (por facilmente domesticados e integrados na lucrativa e inevitável cadeia de produção ultraliberal, destinada prioritariamente à transformação de matéria-prima, integrando-a e comercializando-a no mercado) único, infinito e de acesso restrito

 

Se entretém,

 

‒ Para consumo interno (dos norte-americanos ditos como destinatários e usufrutuários do Sonho Americano e dos seus colaboradores descritos e tolerados como aliados e habitando um Pesadelo Climatizado) e prevalência do aparentemente referido e certificado como o mais forte ‒

 

A impor o Uso da Violência e da Força como estratégia de dominação e de desenvolvimento (optando pela Prepotência e pelas Armas, em vez de escolher a Tolerância e o Diálogo) e a utilização da Moeda (o Dólar) e da sua capacidade extremamente intrusiva (bastando umas quantas impressoras e um molde certificado) como substituto da Memória e da Cultura (num passo decisivo para a subalternização do Sujeito ao poder cada vez mais avassalador e de mercado do Objeto),

 

No interior do nosso Ecossistema (Terrestre) impondo o Ódio, a Guerra e a Morte como combustível da Máquina e como Ideologia Básica da Estrutura (de dominação central),

 

‒ Como o comprova a capacidade dos Excecionais em destruírem um número incontável de vezes o planeta Terra, ao contrário de todos os restantes (não excecionais) mesmo eliminando X Terras nunca atingindo as X+1 Terras dos Norte-Americanos ‒

 

E no seu exterior (Extraterrestre) para além de todo o equipamento militar e secreto colocado já em órbita (como anteriormente sonhado por outras Administrações com a construção de um Escudo Atómico ao estilo da Guerra das Estrelas), começando desde já a equipar os seus satélites (ditos maioritariamente civis) com armas para destruírem os dos outros, deixando desde logo bem claro quem será o Protagonista (literalmente e em termos absolutos tendo os Direitos Exclusivos da Conquista do Espaço),

 

No resto do conjunto Infinito do qual fazemos parte (Terra, Sistema Solar, Via Láctea, Universo) e ao qual feliz e inevitavelmente estaremos sempre ligados,

 

O Espaço-Tempo continua a Transformar-se (sem limites existenciais introduzidos pela ignorância primitiva do Homem, colocado sem possibilidade de recurso perante o nascimento e a morte) apesar da contribuição contraproducente do Homem e da sua incessante tentativa suicidária:

 

Como seja a promovida global e impunemente pelos Norte-Americanos (uma prerrogativa dos Deuses sejam eles quem forem) mantendo-se no entanto a porta aberta (do Espaço) pelo menos enquanto não descobrirmos pelo menos um, senão alguns ou mesmo muitos, seres vivos e Marcianos (obviamente vivendo em Marte, pois outros já cá poderão estar).

 

Nesse caso extremo existindo sempre a possibilidade de que para nossa proteção Donald Trump possa finalmente carregar no botão, bombardeando Marte e a oposição (os alienígenas vindos do Outro Lado do Muro ao estilo mexicano).

 

II

C/ EXOMARS

 

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Marte

Cratera Korolev

(15 Abril 2018)

 

No passado dia 26 de Abril de 2018 com o satélite orbitador da Agência Espacial Europeia (ESA) EXOMARS (contando com a colaboração da Agência Espacial russa ROSCOSMOS fornecendo o veículo/lançamento)

 

‒ Circulando em volta do planeta Marte para estudar a existência de gases atmosféricos (maioritariamente CO₂) podendo ajudar a esclarecer a atividade geológica e biológica no planeta

 

A ser recolocado numa órbita praticamente circular a cerca de 400Km da superfície marciana enviando-nos esta nova imagem (a anterior) do Planeta Vermelho e da cratera (de impacto) Korolev.

 

Com os responsáveis pela missão ExoMars (lançada em Março de 2016 e entrando em órbita de Marte em Outubro 7 meses depois) apresentando-nos uma área com cerca de 40Km (de extensão) localizada na cratera de impacto KOROLEV e situada a latitudes elevadas no Hemisfério Norte marciano: com o material brilhante (branco) aí visível sendo gelo.

 

“The ExoMars programme is a joint endeavour between ESA and Roscosmos. The Trace Gas Orbiter is the first of two missions in the programme: the next is scheduled for launch in 2020 and will comprise a rover and a surface science platform.”

(esa.int)

 

E num futuro próximo (já em 2020) com uma nova missão da EXOMARS lançada por um foguetão PROTON russo a atingir de novo a superfície de Marte (numa viagem de nove meses), lá colocando um novo orbitador e um novo ROVER (com o anterior ExoMars 1/Schiaparelli a ter-se despenhado no solo)

 

‒ Veículo motorizado circulando na superfície do planeta e entre outras atividades, fazendo perfurações e recolhendo material (visível/e em profundidade/ultrapassando os 2 metros)

 

Capaz de analisar, armazenar e mais tarde (a grande novidade) devolver: talvez passadas umas 3 missões da missão ExoMars (e segundo os seus responsáveis) com a sonda a ser agora equipada com um veículo espacial de ascensão (da superfície marciana) ‒ na 2ª missão ‒ para posteriormente ser recolhida em orbita e transportada para a Terra ‒ na 3ª missão.

 

“Previous Mars missions revealed ancient streambeds and the right chemistry that could have supported microbial life on the Red Planet,” said Thomas, “a sample would provide a critical leap forward in our understanding of Mars’s potential to harbour life.”

(esa.in)

 

Talvez se confirmando a presença de Água e de Vida no vizinho planeta Marte (num passado já bastante remoto, numa história paralela mas não coincidente de cerca de 4,5 biliões de anos) e assim se compreendendo melhor a Evolução do Sistema (Planetário e Solar) e o passado e o Futuro da Terra: compreendendo o que realmente aconteceu no planeta (Vermelho).

 

(imagens: nasa.gov e esa.int)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:02

02
Mai 18

Tornada conhecida por nela ter aterrado há mais de 14 anos a sonda norte-americana OPPORTUNITY (coincidindo no tempo com a sonda SPIRIT e anterior à sonda CURIOSITY), a região marciana de MERIDIANI PLANUM assim denominada por se encontrar pertíssimo do equador de Marte (0,1N de latitude) e ser essencialmente uma área plana,

 

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Marte ‒ Meridiano Plano

(localizado no equador marciano)

 

‒ Apresentando um solo coberto por extensas camadas de areia e com poucas rochas visíveis à sua superfície

 

Aparece-nos de novo em imagens agora sob a observação das lentes do instrumento ótico HiRISE equipando a sonda orbital MRO (MARS RECONNAISSANCE ORBITER):

 

Confirmando o cenário esperado de uma superfície bastante erodida (talvez à vista desinteressante) e como tal coberta de sedimentos (areias).

 

Uma região do Planeta Vermelho com concentrações confirmadas de HEMATITA (fórmula química Fe₂O₃),

 

Por um lado sendo um mineral também existente na TERRA e podendo formar-se por origem vulcânica na ausência de Água (H₂O),

 

Mas por outro lado e como também acontece muito habitualmente no nosso planeta aparecendo em depósitos (minerais) onde também o mesmo composto (água) existe.

 

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Marte ‒ Meridiano Plano

(localizado no equador marciano)

 

E desse modo se concluindo (apesar da alternativa de produção da mesma hematita por atividade vulcânica) por também acontecer na Terra e aqui ser muito Típico,

 

Que um dia Marte poderá ter tido Água (num passado já bem remoto) e até mesmo (porque não?) um Oceano (cobrindo uma parte da superfície marciana).

 

Levando-nos mais uma vez a divagar sobre a possibilidade da existência de Vida para além do planeta Terra (apenas um dos oito planetas integrando o conjunto denominado como o Sistema Solar), olhando-se para um dos lados vendo os incinerados planetas Mercúrio e Vénus (dado entre outros fatores as suas maiores aproximações ao Sol) e olhando-se para o outro vendo-se o queimado, desértico e radioativo planeta Marte:

 

Com a réstia de esperança neste vazio obscuro do Espaço (maioritária e aparentemente negro e por preencher) iluminado e estruturado em redor de uma pequena estrela, a residir noutros objetos ditos menores (apesar de fundamentais para o funcionamento da Máquina,

 

‒ A “Entidade Eletromagnética” ou “Alma” ‒

 

Por complementares) como os cometas (portadores de água e de organismos) e as luas (algumas delas com depósitos de água relevantes).

 

E descobrindo-se água (como nas luas Europa, Enceladus) podendo existir por mais primitivo que seja algum sinal evidente da igual existência de Vida (algum tipo de microrganismo).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:06

08
Abr 18

Para o planeta Marte ser um bom local para receber terrestres teria no mínimo que ter Oxigénio (em Marte 0,2% contra os 20,96% da Terra), Água (em Marte sem água visível à superfície e com o vapor de água nos 0,03% contra os 1% na Terra com 70% da sua superfície coberta de água) e claro está um Abrigo. Passados 50 anos sobre o projeto Apollo (levando o Homem à Lua) restando talvez outros 50 para o Homem chegar a Marte – lá para2070.

 

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Explorando o Vale Perseverance localizado

Orla ocidental da cratera Endeavour

SOL 5047

 

Lançada pela NASA de Cabo Canaveral num foguetão Delta II em 7 de Julho de 2003 (a bordo de uma sonda com o mesmo nome) – quando a Terra se encontrava a cerca de 80 milhões de Km de MARTE e em aproximação – e aterrando na superfície marciana pouco mais de seis meses depois (em 25 de Janeiro de 2004), o veículo motorizado (ou Rover) OPPORTUNITY continua a sua viagem em território alienígena tendo até ao momento percorrido mais de 45Km (uns 9 metros/dia).

 

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Orla ocidental da cratera Endeavour

Local de trabalho Aguas Calientes

SOL 5048

 

Mais de 5500 dias depois da sua chegada a Marte (SOL = dia marciano = 24h 39’ 35’’) e a caminho da meia centena de Km de visita contínua e de profundo estudo do solo marciano (á procura de justificações geológicas para a evolução e para o estado atual do planete), com o Rover norte-americano dotado de todo o seu equipamento laboratorial e de análise assim como de transmissão de dados (comandado a partir da Terra) – e quando deveria ter durado apenas 90 dias –

 

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Um solo induzindo-nos à existência no passado de um leito oceânico

Outrora submerso agora apenas árido e seco

SOL 5045

 

A prosseguir na concretização dos seus objetivos de estudo das rochas e de estudo dos solos e de através destes (e das suas propriedades e características) tentando descobrir provas da atividade de um outro elemento (extremamente precioso), na Cronologia (passada ou presente) do planeta Marte – com a mesma idade da Terra e de todo o conjunto (o Sistema Solar) uns 4,5 biliões de anos – sendo Elementar e a base inequívoca do nosso Segredo e Existência (como ser vivo) a ÁGUA: cobrindo uma percentagem muito próxima tanto na constituição da Terra como na do Corpo Humano.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:08

04
Abr 18

Numa imagem com mais de 10 anos (2007) de um dos mais de sessenta satélites naturais do planeta Gigante Saturno (no Sistema Solar o 2º maior depois de Júpiter),

 

‒ A lua gelada de ENCÉLADO ‒

(descoberta em 1789 pelo astrónomo e compositor alemão William Herschel)

 

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Encélado

28 Junho 2007

(PIA 17216)

 

Podendo-se usufruir de um cenário distante (com Saturno a localizar-se a uma distância média da Terra de 1,43 biliões de Km) e misterioso (terminada a missão CASSINI de momento sem nenhuma sonda terrestre nas proximidades),

 

- Tendo como pano de fundo os anéis de Saturno (os maiores e mais brilhantes do nosso Sistema),

 

- E exibindo em primeiro plano a sua 6ª maior lua Encélado (possuindo um oceano de água líquida debaixo da sua superfície gelada):

 

Pela presença de Água (65% de vapor de água constituindo a sua atmosfera) e dada a sua provável associação (deste composto fulcral incluindo O e H) à Existência de Vida (mesmo que primitiva ou diferenciada),

 

Devendo esta lua ser uma das prioridades dos Humanos não só na busca de Vida Extraterrestre (Água = Vida),

 

Como também de um local de possível instalação (base/colónia) e futuro relançamento (para outras viagens interplanetárias, entre sistemas e intergalácticas),

 

- Na Conquista dos Oceanos levada a cabo pelos Novos Navegadores, agora tendo como objetivo num palco de Aventura & Ação as profundezas do Espaço e a Descoberta do Universo (essa coisa sem fim, pondo em causa a vida e a morte e ainda nos deixando perplexos e sem compreender a essência).

 

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No fundo à procura da Alma.

 

Com o Homem mesmo podendo ser um corpo físico apenas reagindo se submetido a estímulos externos,

 

‒ Sentindo, reagindo, replicando, comportando-se quase como uma máquina ‒

 

A ter nesse caso e para funcionar normalmente de depender de uma estrutura mais complexa e hierarquicamente superior, a que poderíamos chamar o nosso operador, o nosso orientador/tutor/educador e em conclusão e como substituição, o subscritor da nossa componente psíquica, o último Dono da nossa Alma.

 

Confrontando-nos com um corpo celeste com um diâmetro cerca de 25 X menor do que a Terra (um mini protótipo de planeta) brilhando na escuridão do Espaço e perdido na sua imensidão temporal (sendo o Tempo uma das componentes associadas ao Espaço sua transformação e evolução),

 

E nesse local distante e ainda por explorar, expondo a razão do seu brilho e presença relevante:

 

Pela presença de material originado na ejeção de partículas (de gelo) a partir da sua superfície e impulsionadas em direção ao exterior (à camada superior da sua atmosfera),

 

‒ Eventualmente oriundas (como já vimos) de um oceano subterrâneo ‒

 

Com essas pequenas partículas flutuando na atmosfera e sendo expostas à luz exterior (oriunda dos raios solares, dos raios cósmicos e refletida pelo planeta-gigante principal e próximo) dando um aspeto branco/brilhante (refletindo a luz) à sua superfície e desse modo destacando-a (com justificação) da negritude envolvente.

 

(imagens: nasa.gov e blogtalkradio.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:55

30
Mar 18

(com a Terra entregue definitivamente e como território assumido de caça na mão de predadores inimputáveis – por oficialmente certificados e pelas vítimas aceites como intermediários – a estar definitivamente condenada: ou não fosse o Homem de hoje já um subproduto do Objeto)

 

Aproveitando mais uma vez as imagens fornecidas pela sonda norte-americana CURIOSITY a partir da superfície de MARTE (nosso vizinho e último Planeta Interior do Sistema Solar)

 

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Monte Sharp

Tentando compreender a contribuição da possível presença de água na sua criação

(PIA 22313)

 

– Com as suas câmaras apontando para uma das referências marcianas (localizada na cratera Gale com mais de 150Km de diâmetro) desde que o módulo de aterragem tocou pela 1ª vez a superfície do planeta (a 6 de Agosto de 2012)

 

A mesma apresenta-nos mais uma vez um retrato do já famoso (por tantas vezes mencionado) MONTE SHARP (numa construção de imagens obtida no passado mês de Janeiro), realizada no 1931º dia de estadia do ROVER CURIOSITY no planeta VERMELHO: desde há mais de três anos (2014) escalando o referido monte.

 

Com o ROVER CURIOSITY circulando sobre a superfície de Marte e tendo até ao momento (meados de Fevereiro de 2018) percorrido mais de 18Km (uns 9m/dia), oferecendo-nos para nosso usufruto uma área (no centro da imagem tendo ao fundo a elevação) junto da base do MONTE SHARP onde a presença de certos minerais poderá confirmar (ou não) a presença de água (no passado) à sua superfície:

 

Talvez num passado já bastante distante (uns biliões de anos atrás) com um Oceano cobrindo parte da superfície do planeta (como na Terra, com uma menor dimensão e outras características) e provavelmente (talvez mesmo certamente, dados os indícios) ainda hoje com vestígios da sua presença, talvez à superfície ou em depósitos subterrâneos (no estado sólido).

 

E como afirmam os cientistas da NASA responsáveis pela missão,

 

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Monte Sharp

Área assinalada na base sugerindo a presença de água no local e no passado

(PIA 22312)

 

– “This mound, which Curiosity has been climbing since 2014, likely formed in the presence of water at various points of time in Mars ancient history. That makes it an ideal place to study how water influenced the habitability of Mars billions of years ago” (nasa.gov)

 

Com o planeta MARTE apesar de todas as suas caraterísticas e alta toxicidade para a permanência e sobrevivência de seres Humanos à sua superfície (largado aí como viera ao Mundo/Terra morrendo em escassos segundos),

 

Conjuntamente com a Lua e outras Estações Espaciais (associadas no mesmo Objetivo),

 

Sendo sem qualquer tipo de dúvida o Destino dos Novos Navegadores do Presente e do Futuro (tal como já o fôramos com os Oceanos no Passado) tendo a Conquista do Espaço como novo Paradigma e a nossa Sobrevivência, resiliência e persistência (neste Universo sem limites) como o nosso inevitável (sonhado/imaginado/realizado) destino:

 

Talvez aí compreendendo o Fantástico Misterioso da nossa Exclusividade (pelo menos local) e finalmente (concretizando) transformando-nos em Mágicos (com Alma).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:48

12
Mar 18

“A ferrugem é o resultado da oxidação do ferro. Este metal em contato com o oxigênio presente na água e no ar se oxida e desta reação surge a ferrugem que deteriora pouco a pouco o material original.” (wikipedia.org)

 

Passados mais de 5000 dias sobre o seu primeiro contacto com a superfície marciana (25 de Janeiro de 2004) e já com mais de 45Km percorridos, o veículo motorizado da NASA lançado de Cabo Canaveral (em 7 de Julho de 2003) por um foguetão Delta II da Boeing, circula atualmente numa região do Planeta Vermelho (assim descrito pela sua coloração avermelhada, associada à grande presença de óxido de ferro, neste planeta verdadeiramente enferrujado) denominada como o Vale da Perseverança.

 

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Marte (superfície) ‒ Opportunity Rover

Nas proximidades do equador marciano

(SOL 5021)

 

“Inserida num conjunto com mais de 4,5 biliões de anos (o Sistema Solar) e suportada por um foco central a meio do seu Ciclo de Vida (a sua estrela de referência o Sol), a Terra continua a apresentar o seu extraordinário exclusivo (Vida Inteligente e Organizada surgindo do Caos e da Ordem) nunca visto noutro lado (talvez por falta de acaso e de necessidade, não se sabe é bem de quem).”

 

No decorrer do seu 15º ano terrestre de permanência do Rover Opportunity na superfície do planeta Marte (1 dia marciano = 24h 39’ 35’’ ou seja ligeiramente superior ao dia terrestre) ‒ e de momento já tendo sido ultrapassados os 5022 SOL’s de estadia ‒ com o bem maduro e experimentado veículo tendo aterrado numa região plana do planeta (Meridiani Planum) localizada bem próxima do seu equador, depois de ter saltado (para fora do seu limite) da parte ocidental da cratera de Endeavour, entrando de seguida na região do Cabo York (situado no interior do Vale da Perseverança) e daí prosseguindo a sua exploração.

 

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Marte (superfície) ‒ Opportunity Rover

Nas proximidades do equador marciano

(SOL 5021)

 

“Com o Futuro de Marte e com o respetivo desenvolvimento do programa de exploração do planeta (um dos irmãos e vizinhos da Terra, árido, desértico e tóxico, mas ainda não completamente calcinado e com locais à superfície talvez ainda propícios e permitindo a sobrevivência/mesmo que subterrânea com tal não acontecendo em Vénus) futuramente entregue a Privados mais interessados no lucro (colonização e mera absorção) do que na Evolução e Expansão (da Humanidade) e respetiva sobrevivência (já que sem Movimento interagindo Matéria/Energia ‒ Eletromagnética ‒ nada existe).”

 

Passados mais de 40 anos (20 de Julho de 1976) sobre a data do primeiro contacto de uma sonda espacial (módulo de aterragem) com a superfície marciana ‒ concretizado com o feito pioneiro da sonda VIKING 1 ‒ não se tendo para já detetado qualquer tipo de vestígios (ou sinais) minimamente credíveis e como tal aceitáveis da existência de Vida (ou seja da presença do Mundo Orgânico) pelo menos tal como a conhecemos na Terra, limitando-se para já a convicção (e a quase certeza) da Existência de Água e da proliferação de Cristais (ou seja da Presença do Mundo Mineral tal como sucede em todo o Sistema Solar). Com os Minerais e a Água Presente (A Coluna Vertebral do Sistema) mas sem a presença orgânica até agora não detetada (conhecida ou divulgada) ‒ de modo a possibilitar a construção de um Edifício como o Terrestre.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:42

26
Jan 18

Poderíamos usar a Lua para Mineração – criando aí um entreposto (comercial) – e Marte para Colonização – utilizando-o para o lançamento de naves interplanetárias (e a partir daí chegando um dia às intergalácticas): desde que se resolvam os problemas do tempo (de viagem), da proteção (contra os raios solares e cósmicos) e da atmosfera (rarefeita e sem grandes vestígios de oxigénio e de água/visível mesmo à superfície).

 

Objetivo/Marte e Missão/MRO:

 

F

I

PIA

Registo

1

MCS

22080

Observação realizada entre Jan2006/Fev2008 durante o seu período de translação (680 dias+30⁰ adicionais) e com a origem (dos eixos) a ser referida ao início do Outono (no hemisfério norte). Indicando no eixo vertical a altitude do registo (Km) e no horizontal os 360⁰ de translação em torno do Sol; e sobressaindo o período referente à tempestade de poeiras ocorrida no ano de 2007 (entre as duas barras pretas verticais). Com a barra inferior a indicar a quantidade de vapor de água presente (por milhão) – roxo mais baixo (seguido de verde e amarelo) e laranja mais elevado.

2

HiRISE

22180

Terreno recoberto por uma camada gelada localizada a altas latitudes, como que formado por um conjunto de polígonos semelhantes (neste caso hexágonos) num cenário muito comum de se ver em terrenos com gelo: com este conjunto de hexágonos a serem o resultado do arrefecimento, contração e quebra desse terreno congelado.

3

HiRISE

22182

Camadas de origem sedimentar, como resultado de um longuíssimo período de erosão (localizadas no Vale Shalbatana um canal atravessando a região de Terra Shante). Originando material mais brilhante e de composição diferente ao encontrado em seu redor.

Tabela

Fonte : NASA

(F: Figura I: Instrumento)

 

Marte é hoje conhecido como sendo um planeta seco e desértico (sem Água visível à sua superfície) e claramente sem qualquer tipo conhecido de vestígios (possíveis de detetar) relacionando-o com a existência de Vida (sem se terem detetados para além de elementos do mundo mineral, elementos do mundo orgânico − tendo mesmo que de uma forma primitiva algo de comum connosco): o que não significa que o planeta nunca tenha possuído Água (no Passado) ou que mesmo hoje (no Presente) não se detetem sinais da sua existência – no passado com Marte a poder estar parcialmente coberto por um grande oceano (há já uns biliões de anos tendo o planeta uns 4,6 biliões), no presente com as sondas automáticas (enviadas do seu planeta vizinho a Terra) a detetarem a presença da mesma à superfície e mesmo a altitudes elevadas.

 

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Figura 1

Registo da presença de vapor de água na atmosfera marciana

(PIA 22080)

 

E se durante o processo Evolutivo aplicado ao Sistema Solar e iniciado há uns 4,6 biliões de anos a transformação se deu num mesmo conjunto tendo o seu centro virtual (foco) numa estrela o Sol (por sua vez integrado num conjunto mais vasto a galáxia da Via Láctea), sendo a partir daí natural que muitos dos mecanismos aplicados ao longo do tempo (biliões de anos) tivessem métodos de intervenção muito semelhantes (por basicamente idênticos) podendo originar percursos paralelos e em certos casos coincidentes (não no Tempo mas no Espaço). Pelo que se cronologicamente e apesar da sua grande proximidade a História da Terra e de Marte não coincidem (tal como a de Vénus o outro vizinho ou mesmo a de Mercúrio o mais próximo do Sol), poderão ter existido no passado etapas da evolução marcianas que mesmo não coincidindo (ou encaixando) com as etapas por nós conhecidas (terrestres), fora do Tempo e do Espaço pelo Homem aplicado à Terra (e ao seu mundo Homocêntrico) outros como o planeta Marte a terão tido (a sua História) mas noutras circunstâncias.

 

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Figura 2

Superfície marciana sob uma cobertura/em pequenos hexágonos gelada

(PIA 22180)

 

Observando imagens de Marte registadas nestes últimos anos por sondas automáticas oriundas de diferentes localidades na Terra – como por exemplo da América do Norte (EUA), Europa (Rússia) e Ásia (China) – se atento e interessado e conhecedor de um mínimo de geologia costeira (mesmo sendo um leigo mas experimentado) sendo fácil de constatar que face aos materiais em presença, à sua distribuição e à composição final do cenário, muitas das regiões observadas por essas sondas automáticas (em órbita ou à superfície) nos lembrariam a Terra e as suas regiões litorais: como se estivéssemos junto a uma praia nas proximidades da linha de separação entre o domínio do Mar e o domínio da Terra, para lá dessa linha virtual mas bem vincada no terreno apenas faltando o mar daí até ao horizonte – vendo-se apenas o leito de um possível e antigo oceano (com ondas mais suaves e menores profundidades) agora seco, esquecido e inexistente (mas deixando a sua marca inegável, significando algo no estado líquido, material mineral e talvez orgânico).

 

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Figura 3

Estratos erodidos pelo vento/ou pela água na superfície marciana

(PIA 22182)

 

Neste ano de 2018 – e só para falar da maior potência tecnológico-militar global (os EUA) – com a Agência Espacial Norte-Americana NASA (governamental) e com a SPACE-X, a BLUE ORIGIN e a VIRGIN GALATIC (privados) a partilharem entre elas as suas diversas missões (e testes): do lado da NASA (e entre várias missões) com o lançamento de um novo módulo de aterragem (e respetivo veículo motorizado) em direção ao planeta Marte, com o envio em direção ao Sol de uma sonda automática batendo (largamente) o record de aproximação à estrela, assim como o envio de duas outras sondas uma em direção a um asteroide e a outra em direção a outro corpo celeste localizado a biliões de Km de distância (da Terra). Já do lado dos privados continuando com os seus testes (e o lançamento de um novo foguetão) de momento dirigidos ao desenvolvimento da Indústria Comercial Espacial, no caso da Virgin Galatic e da Blue Origin (até para se financiarem) optando inicialmente pelo Turismo Espacial e já no caso da Space-X (pelos vistos menos necessitada) com a empresa de Elon Musk a lançar o seu novo foguetão Falcon Heavy (no início de 2018). Fazendo-o de novo pensar estar mais perto do seu sonho: atingir o Planeta Vermelho (tal como o estarão certamente os seus rivais os chineses – o Novo Império em ascensão).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:31

25
Nov 17

Num adeus ao planeta SATURNO (o Gigante Gasoso e 2º maior planeta do Sistema Solar) a NASA vem oferecer-nos (à falta de melhor, dado já não estar por lá) mais uma imagem recolhida pela defunta sonda Cassini.

 

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Imagem de Saturno tendo como origem as câmaras da sonda Cassini quando a mesma se encontrava a pouco mais de 1 milhão de Km do planeta

(PIA 17218)

 

Agora (mês de Novembro) que o planeta SATURNO se encontra a cerca de 1,61 biliões de Km (10,7 UA) do (nosso) planeta TERRA, ainda mais se sente a ausência da sonda que durante mais de 13 anos (2004/2017) circulou naquela região do SISTEMA SOLAR orbitando o seu 2º maior planeta: desde o dia 15 de Setembro (deste ano de 2017) e com o fim da missão CASSINI-HUYGENS (com a sonda CASSINI na execução do seu ultimo trajeto ‒ THE GRAND FINALE ‒ a entrar na atmosfera rodeando Saturno acabando por se desintegrar) a ficarmos isolados daquela região (presencialmente e através de um periférico comandado da Terra) limitando-nos agora a observá-la de longe (através de telescópios terrestres ou situados nas suas proximidades) ou então a recordar dias (e registos) de tempos passados.

 

Ainda-por-cima no Momento que entre interesses PÚBLICOS (Governamentais) e PRIVADOS (e Internacionais) se discute o Futuro da Exploração do Espaço, com os objetivos (da MISSÃO) ainda bastante indefinidos assim como o seu destino e Evolução: com uns a privilegiarem a continuação do envio de Sondas Automáticas (sobretudo as Agências Governamentais) opondo-se ao regresso dos voos tripulados, às suas consequências (por vezes mortais) e ao enorme gasto Financeiro (associado) ‒ motivos invocados há quase meio-século para justificar o fim do Projeto Apollo (último voo em 1972); e com outros (os PRIVADOS) a dirigirem todos os seus recursos (deles e do Estado) para a Exploração de regiões de Espaço mais distantes (para já no interior do nosso SISTEMA) apontando (quase todos) os seus HOLOFOTES para MARTE ‒ com o envio de seres Humanos em voos tripulados (já programados no Tempo/próxima década e não faltando candidatos) para aí instalarem uma base e seguidamente Colonizarem o Planeta.

 

Mas sabendo-se antecipadamente de como todos estes processos e projetos são de difícil preparação, planeamento e execução (para além dos múltiplos interesses associados ‒ ideológicos, políticos, económicos, tecnológicos, etc. ‒ impondo um grande investimento Financeiro de grande risco inicial) e de como teremos (como sempre) de esperar e de Acreditar (provavelmente ainda por muitos anos) ‒ com muitos de nós a não irem assistir certamente (em vida) à proeza da Exploração e da Conquista pelo Homem do primeiro território Exterior ao nosso Território, Lar e Planeta ‒ sendo ainda maior o nosso sentimento de isolamento, a nossa tristeza pela perceção de perda e sobretudo o Convencimento de que tal como as Coisas Hoje se Apresentam (no nosso Planeta e observando como as nossas Sociedades/Civilizações têm evoluído e transformado), ao contrário dos Primeiros Aventureiros, Exploradores e Conquistadores da Terra (os Navegadores desafiando os Oceanos), os do Presente e do Futuro demorarão a partir e a convencer-se de que se o não fizerem (rapidamente) arriscam-se a desaparecer e a Extinguir-se como Espécie (já que a Terra tal como o Homem não durará para sempre).

 

E nos espaços (restringindo-nos para já aos EUA e à Europa) de intervenção envolvendo a Futura Conquista do Espaço (inevitável), de um dos lados a termos os Privados a oparem pelos voos espaciais comerciais locais (em torno da Terra como será a opção da Virgin Galatic) ou interplanetários (tendo como destino final Marte a opção da Space X ‒ e ainda contando com a Blue Origin) e do outro lado com muitas maiores restrições financeiras dado um grande controlo orçamental por parte do Governo (de modo a limitar ao máximo as despesas), com o setor Público (veja-se o caso da NASA e da ESA) a evitar invariavelmente o retorno aos voos tripulados, ficando-se pelas sondas automáticas e por uma hipotética concorrência às ambições de Elon Musk (e da sua Space X): com planos por parte da NASA (mais longos e comedidos) de se lançar também para Marte.

 

Para já e apesar de todas as limitações financeiras (já que o próprio Privado irá sempre aproveitar fontes de investimento inicial e exclusivamente atribuídas ao Público) destacando-se o setor Público em detrimento do Privado: com os cientistas das diversas organizações/missões tendo ainda como base as Agências Governamentais (dos EUA, Europa, Rússia, China, Japão e Índia, entre outras) a optarem pela exploração e pela descoberta de bens preciosos para o Homem (até para facilitar a exploração do Espaço ao descobrir depósitos de bens fundamentais), como será o caso da Água constituindo 00% do nosso corpo ‒ um produto fundamental para a continuação da Vida na Terra e imprescindível para acompanhar o Homem na sua (já marcada nas Estrelas) Aventura pelo Cosmos. Falando-se de novo em Titã e também em Encélado (duas das luas de Saturno). Depósitos de Água (relevantes) talvez existentes noutras luas (mais próximas como as de Júpiter) e que existindo em Marte (como poderiam ser na Lua) só mesmo sendo limitadas (em localização e volume) assim como subterrâneas: e faltando unicamente (para lá dos vestígios e dos indícios) a sua confirmação.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27

14
Ago 17

Mesmo não se observando na Lua e em Marte vestígios evidentes da existência de água à sua superfície (em quantidade relevante como na Terra com os seus rios e oceanos), nada impede que estes dois corpos celestes não possam conter água (em depósitos subterrâneos), podendo representar para o Espaço o papel aqui reservado (na Terra) aos oásis nos Desertos ‒ um ponto intermédio de apoio (se quisermos sobreviver), à nossa obrigatória partida e Conquista do Universo. Depois destes, talvez mais longe e só mais tarde Trappist-1.

 

Habituados a procurar a grandes distâncias aquilo que poderemos encontrar perto de nós (como a água) e perdidas quase todas as esperanças de descobrir indícios de Vida (por mais primitivos que sejam) no nosso Sistema Planetário, mais uma vez (e tal como “um ferreiro usando um espeto de pau”) viramo-nos para o incessível e pomo-nos a sonhar: com um sistema rodeando uma estrela, com vários planetas orbitando a mesma, com condições favoráveis à existência de água e talvez mesmo com condições necessárias para a existência de vida (orgânica).

 

PIA21751.jpg

 

Sistema Planetário Trappist-1

(com a estrela rodeada por sete planetas)

 

Nesse sentido se encontrando a estrela Trappist-1 (observada inicialmente no final do século XX), identificada mais tarde como uma anã-vermelha e com sete planetas identificados até ao ano de 2017: conjuntamente formando um sistema planetário (Trappist-1) constituída por uma estrela (de tipo espectral M8V) rodeada por sete planetas (todos eles podendo conter água) e com todos eles orbitando a estrela (de referência) a uma distância menor que a distância Mercúrio/Sol (quase 58 milhões de Km) ‒ com a distância entre dois desses planetas a andar pelos 600.000Km (pouco mais que 1,5 X distância Terra/Lua).

 

1024px-Comparison_between_the_Sun_and_the_ultracoo

 

Tamanho comparativo do Sol e de Trappist-1

(a segunda estrela com pouco mais de 10% do diâmetro do Sol)

 

Um Sistema Planetário edificado em torno de uma estrela com cerca de 500 milhões de anos (e com um tempo de vida muito maior que a do Sol) e localizado a cerca de 40 anos-luz do nosso Sistema (o Sistema Solar) ‒ qualquer coisa como 380 biliões de Km: observado na constelação de Aquários e com todos os seus sete planetas sensivelmente do mesmo tamanho que o apresentado pela Terra (e com os cientistas denominando-os terrestres, talvez pelas condições e por algumas semelhanças ‒ como ambientais ‒ com o nosso planeta).

 

PIA21422_-_TRAPPIST-1_Planet_Lineup,_Figure_1.jpg

 

A estrela e os sete planetas integrando o Sistema Trappist-1

(com os planetas f, g e h situados na zona habitável)

 

Projetando à nossa imagem um Outro Mundo (que não o nosso mas parecido) situando-se a 40 anos de distância do Sistema Solar viajando à velocidade da luz ‒ e tomando como referência a velocidade da sonda Juno (v = 40km/s), transformando-se numa eternidade medida em muitos milhares de anos. Rodeando uma estrela-anã extremamente fria e com 7 planetas à sua volta, comportando-se face à sua estrela como a Lua face à Terra e assim numa das suas faces sendo sempre de dia e na outra pelo contrário sendo sempre de noite: senão numa ou na outra (face) podendo existir zonas fronteiriças (com condições intermédias e suportáveis) compatíveis com Vida (especialmente nos planetas mais distantes da estrela Trappist-1).

 

“Researchers say in a new study that the TRAPPIST-1 star is quite old: between 5.4 and 9.8 billion years. This is up to twice as old as our own solar system, which formed some 4.5 billion years ago.” (nasa.gov)

 

(imagens: nasa.gov/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:01

22
Abr 17

“Massive landslides, similar to those found on Earth, are occurring on the asteroid Ceres. That's according to a new study adding to the growing evidence that Ceres retains a significant amount of water ice.

(Georgia Institute of Technology/Landslides on Ceres reflect hidden ice/ScienceDaily/17 April 2017)

 

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Evidências de deslizamentos de terras em Ceres

 

Na continuação da observação mais cuidadosa de um corpo celeste pertencente ao Sistema Solar (tendo como estrela de referência o Sol) e num estudo ainda-por-cima tendo como bónus a forte possibilidade de no mesmo existir Água (indicativo vital para a possibilidade de existência de Vida tal como sucede na Terra) ‒ num trabalho levado a cabo por cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia (EUA) ‒ investigadores norte-americanos intrigados e curiosos com grandes deslizamentos de terra verificados à superfície desse corpo celeste, sugeriram que tal fenómeno era mais uma fortíssima evidência da existência de uma quantidade apreciável de água manifestando-se aqui sob a forma de gelo: o planeta-anão Ceres, localizado na região do Cinturão de Kuiper, a cerca de 375/450 milhões de Km de distância do Sol.

 

“NASA's Dawn spacecraft has revealed many landslides on Ceres,

which researchers interpret to have been shaped by a significant amount of water ice.”

(nasa.gov)

 

Definição de Pareidolia:

 

“Fenómeno psicológico que consiste na identificação ilusória de significados ou padrões reconhecíveis, em resposta a estímulos vagos ou aleatórios.” (infopedia.pt)

 

Bart-Simpson-1.jpg

A face de Bart Simpson na superfície de Ceres

 

Um planeta-anão localizado no Cinturão de Asteroides (berço de muitos dos seus semelhantes de maiores ou menores dimensões), cumprindo a sua órbita em cerca de 4.5 anos, deslocando-se a uma V de quase 18Km/s, com um diâmetro inferir a 1000Km (cerca de 1/4 o da Lua), localizado a uma distância entre 2.5/3.0 UA (o Cinturão abrange uma região do Sistema Solar entre 3/4UA) e que para muitos pela sua estrutura, forma e tamanho (o maior objeto aí observado, mas menor que a Lua e menor que Plutão) poderia muito bem passar por um planeta (como já foi num passado distante e tal como Plutão já o foi num passado recente) ‒ ou então por um asteroide um dia podendo alterar a sua órbita (eventual colisão com outro corpo) e vir-nos fazer uma visita.

 

“Landslides cover more area in the poles than at the equator, but most surface processes generally don’t care about latitude. That’s one reason why we think it’s ice affecting the flow processes. There’s no other good way to explain why the poles have huge, thick landslides; mid-latitudes have a mixture of sheeted and thick landslides; and low latitudes have just a few.”

(nasa.gov)

 

Hoje em dia e com a sonda DAWN orbitando e observando cuidadosamente este agora planeta-anão, com o mesmo a apresentar-se como um dos potenciais e provavelmente mais vastos depósitos de água existentes no Sistema Solar ‒ pelo menos situando-se muito mais perto de outro seu grande rival o ultimamente tão falado satélite de Saturno Encelados (podendo ter oceanos subterrâneos de água gelada). E com alguns técnicos talvez desiludidos por mais uma vez não vislumbrarem sobre a superfície de um outro mundo o mais pequeno (que seja) sinal de Vida, a começarem a alucinar (a ver coisas colocadas num cenário onde jamais existiriam, tal e qual como numa miragem) sobrepondo o imaginário (infantil) à realidade (do adulto) e para tal desenhando em Ceres um produto certificado na Terra ‒ talvez como se colocássemos lá uma bandeira e a partir daí nos identificássemos com um nosso novo território. Deixando lá mesmo que editado a partir de cá a nossa impressão digital. Num fenómeno psicológico prevalecendo cada vez com maior intensidade e profundidade no tempo presente ‒ cada vez que nos movimentamos e envelhecemos um pouco mais ‒ e que no entanto face à manutenção das condições sociais e ambientais que nos rodeiam e com a definição de realidade a ser constantemente alterada (nem que seja nos valores a respeitar), nos leva a projetar cenários reconhecíveis (algo vagos mas resultando de estímulos ‒ em princípio reais) em vez de estudarmos os já existentes. Como se estivéssemos à procura da nossa própria sombra mas agora projetada à distância.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:25
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