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Em Marte ─ Procurando Água, Vida, talvez o Nosso Passado (e/ou Futuro)

Segunda-feira, 22.03.21

“E onde existe ÁGUA, também podendo existir Pão & Vinho

─ ou pelo menos VIDA.”

 

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Como era Marte

há 3 biliões de anos

 

Se poucos dias atrás o planeta MARTE foi por diversas vezes mencionado dada a possibilidade de o mesmo possuir ÁGUA ─ algo de que há muito se suspeitava, posteriormente sendo um facto confirmado, dada a presença de água gelada no Polo Sul marciano ─ prosseguindo-se de imediato e poucos dias depois para o estudo da hipótese de alguma dessa água do passado poder estar ainda aí presente (3 biliões de anos depois, de ter andado por lá). Infiltrando-se, sendo capturado pelos minerais, em profundidade e em depósitos subterrâneos: não se tendo perdido como se pensava antes através da atmosfera e num volume apreciável, suportando-se aí a ideia de que muita dessa água não se teria evaporado (numa boa percentagem) mas sido “depositada”.

 

Long-term drying of Mars

by sequestration of ocean-scale volumes of water

in the crust

E. L. Scheller, B. L. Ehlmann, Renyu Hu, D. J. Adams, Y. L. Yung, etc.

(sciencemag.org ─ 16 Mar 2021)

Geological evidence shows that ancient Mars had large volumes of liquid water. Models of past hydrogen escape to space, calibrated with observations of the current escape rate, cannot explain the present-day D/H isotope ratio.

 

E existindo Água em MARTE (70% da composição do HOMEM) podendo obvia e simultaneamente aí existir Vida. Relativamente ao Planeta Vermelho e numa versão (talvez para muitos de mente reduzida, talvez sendo imaginativa/expansiva, ou seja sendo livre o posto) progressiva e cientificamente tendo vindo a ser confirmada ao longo do tempo (estudando os vestígios por lá “espalhados” no terreno e pelados pelas sondas, orbitais ou de superfície) ─ até pela presença mesmo ao seu lado do seu planeta-irmão (mesmo ascendente, o SOL) e vizinho interior a TERRA ─ e ao mesmo tempo dispondo de conhecimentos entretanto tendo sido adquiridos e “aprovados” com o visionar mais detalhado do “Ciclo de Marte” (podendo ser baseado e elaborado a partir do mesmo “molde” do nosso),

 

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Marte coberto de água

no seu passado remoto

 

Desaparecendo a água por infiltração e captura o mesmo podendo ter ocorrido com outros organismos, que não apenas os “organismos minerais”: levados pela “corrente líquida”, com organismos diferenciados (oriundos do “MMM/Mundo Minero Mineral” ou do “MBO/Mundo Bio Orgânico”) podendo ter-se adaptado às novas condições ambientais e aí evoluindo e sobrevivendo. Estimando-se, havendo a forte probabilidade de existir para além de no seu Polo Sul ou então escondida por algures (um pouco por ali, um pouco por acolá) ─ e até em quantidade ─ ÁGUA em MARTE, tal como sucedido na TERRA e correndo sempre na mesma direção e em paralelo (existindo uma, existindo a outra) obrigatoriamente e respeitando o inscrito no molde, terá que existir VIDA em MARTE. Hoje podendo ser rudimentar e/ou algo primitiva, ontem (há biliões de anos, antes da “Grande Migração Interplanetária”) podendo ter sido, mesmo como NÓS (os nossos antepassados):

 

Tracing

a modern biosphere

on Mars

Nathalie A. Cabrol

(nature.com ─ 16 March 2021)

Exploring the hypothesis that life is present on Mars today is key to informing planetary protection issues at a pivotal time, with the clock ticking to return pristine samples before humans irrevocably alter the environment.

 

Refletindo a nossa poderosa e vanguardista imaginação (sendo a realidade o limite, passando-o, caindo-se no remorso e/ou no pecado) e com esta (espelho/ilusão/imagem/alma) escancarando-nos as Portas da Felicidade, da aventura, da experiência, da projeção e até (sabe-se lá, em todos os locais existindo uma hierarquia) do próprio Holograma, passando de um mero periférico (selecionado, subindo de nível) a operador. Ficando-se mais próximos de compreender não só o Eletromagnetismo (A Alma do Universo), como sendo-o fundamental por complementar (formando em si um TODO e integrando TUDO), a nossa misteriosa e complexa e devendo ser acariciada (em vez de sufocada) Mente (A Alma do Homem).

 

(imagens: Mark Garlick/Science Photo Library/Getty Images/syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

Marte tem Água

Quinta-feira, 18.03.21

"Atmospheric escape clearly had a role in water loss, but findings from the last decade of Mars missions have pointed to the fact that there was this huge reservoir of ancient, hydrated minerals whose formation certainly decreased water availability over time."

(Bethany Ehlmann/sciencedaily.com)

 

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Marte

 

"All of this water was sequestered fairly early on,

and then never cycled back out."

(Eva Scheller/sciencedaily.com)

 

Afinal de contas e contra todas as opiniões até agora consideradas como mais científicas e credíveis, com um grupo de investigadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia ─ CALTECH ─ colocados perante a questão “O que aconteceu à água em Marte?”, depois de vários estudos e análises sobre o solo e atmosfera marciana (dados recolhidos pelas várias missões norte-americanas ao Planeta Vermelho), tendo chegado à conclusão de que a água no passado (extremamente remoto) tendo aí existido, não terá escapado a 100% para o Espaço: 30% a 99% dessa água tendo sido “sequestrada no interior de minerais” constituindo a crosta marciana (em profundidade e em reservas subterrâneas). Numa história geológica (atmosférica, biológica, líquida, etc.) marciana deste planeta cor-de-ferrugem com cerca de 4 biliões de anos, com esse líquido tão precioso para o Homem constituindo-o como ao seu planeta em quase a 70% ─ a ÁGUA ─ podendo ter existido no 4º planeta a contar do Sol, até cerca de 3 biliões de anos no seu passado (num período de uns 0,5/1 bilião de anos): há mais de 3 biliões de anos com o planeta Marte apresentando outra cor (mais para o azul) devido à presença desse líquido, com o mesmo estendendo-se pela sua superfície formando rios, lagos e até oceanos ─ em tal volume (quase equivalente a 1/2 do oceano Atlântico) podendo cobrir todo o Planeta Vermelho com um oceano de profundidades entre 100m e 1.500m. Em menos de 1 bilião de anos ficando como o vemos hoje, ajudando-nos a concluir com mais certezas a inexistência de marcianos (só se fugiram a tempo por exemplo para a Terra, sendo nós os terrestres os seus mais diretos descendentes) ─ talvez de outros organismos certamente mais primitivos.

 

[sciencedaily.com/releases/2021/03/210316132106.htm]

 

(dados/imagem: sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56

Em Caldo Verde ─ Não se sabendo se c/ Chouriço

Domingo, 14.03.21

[Fácil, não muito barato, mas podendo dar milhões.]

 

Como ─ ignorando o envolvimento não mencionado de mecanismos extras e imprescindíveis no processo de produção (como transformação/distribuição) ─ se consegue criar algo (neste caso alimento), sem quatro dos seus elementos principais: Sol, água e combustível para além de pesticidas ─ Sundrop Farms is a leading horticultural player in Australia producing high-value fruit using renewable sources” (sundropfarms.com).

 

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Apresentando-se como investidor e dono deste grupo (australiano) ─ “redefining sustainable greenhouse production of fresh fruits and vegetables” ─ a empresa SUNDRP FARMS, dirigindo-se para uma indústria de produção não poluente, não destruindo solos (não os utilizando diretamente), não desperdiçando recursos (água/combustíveis fósseis), nem utilizando produtos químicos (como pesticidas).

 

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Em pleno deserto australiano (sul da Austrália) não muito longe do oceano Índico (Grande Baía Australiana) edificando uma grande infraestrutura dedicada à produção, no caso de um produto alimentar- vegetal o tomate: servindo-se de perto de 23.000 espelhos solares para a produção da energia necessária à concretização do projeto.

 

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No processo de produção de cerca de 180 mil pés de tomate e para além da técnica aí utilizada (introduzindo cascas de coco e insetos) ─ além dos 200 milhões de dólares investidos no meganegócio, no deserto seco e árido, nos confins do mundo ─ utilizando-se processos alternativos como o dos “espelhos” e da “água-do-oceano”.

 

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No deserto do sul da Austrália obtendo-se energia através do Sol (como já vimos com os espelhos ou painéis solares) e sendo necessário a existência e utilização de água (doce), indo-se buscar a mesma ao oceano (a uns quilómetros de distância) sob a forma de água-salgada até chegar à “estufa”: aí antes da sua utilização dando-se a dessalinização.

 

(fonte: SAPO/SUNDROP/WIKIPEDIA ─ imagens: sundropfarms.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:39

NASA ─ Missão Marte 2020 ─ Rover Perseverança

Terça-feira, 09.03.21

Acabadinha de chegar ao PLANETA VERMELHO (18 de fevereiro de 2021), uma imagem vertical obtida pela câmara HiRISE (instalada na sonda orbital MRO) ─ PIA 24483 ─ apresentando-nos o ponto de contacto do ROVER PERSEVERANCE com a superfície marciana: Octavia E. Butler (escritora afro-americana de SCI-FI). Uma missão da NASA ─ MARS 2020 ─ tendo como objetivo o estudo da existência de Vida no Universo, neste caso dirigindo-se ao planeta MARTE e à procura de sinais de vida microbiológica no seu passado ─ com o veículo motorizado dedicando-se à geologia e tentando perspetivar qual teria sido o clima do planeta, em dias extremamente remotos (na cronologia marciana, com uns 4,65 biliões de anos de idade).

 

PIA24483.jpg

 

PIA 24483

PIA 24485

 

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Na imagem PIA 24485 com o ROVER PERSEVERANCE utilizando o seu instrumento ótico MASTCAM-Z e a partir do seu ponto de aterragem (Octavia E. Butler/cratera Jezero), apresentando-nos uma visão parcial da cratera JEZERO, local onde num passado extremamente remoto terá existido um delta onde confluiriam as “Águas-de-Marte” ─ podendo mesmo comportar (transportar consigo) algum tipo de vida: terreno por onde circulará nos próximos tempos durante a sua campanha de exploração e de conhecimento (do planeta), tendo ainda na sua agenda de trabalhos uma tarefa pioneira realizada em Marte, referindo-se à recolha de materiais superficiais, depositando-os (guardando-os) de seguida, para posteriormente as enviar para a Terra numa outra missão (de recolha das amostras) Terra/Marte/Terra.

 

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PIA 24486

PIA 24489

 

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Nesta missão pioneira tendo Marte como destino, sendo caraterizada como a primeira recolhendo rochas e poeiras marcianas, para posterior envio para o remetente (a Terra) ─ algo já ocorrido na LUA, não à distância mas presencialmente ─ com o objetivo a ser igualmente o da preparação do planeta para uma futura receção ao Homem, inicialmente preparando-o (apetrechando-o) e depois (da instalação de uma base) enviando para lá os terrestres (existindo marcianos, como colonizadores ou seja, como “estranhos numa terra estranha”). Depois dos homens na LUA, surgindo para os humanos a sua 1ª Viagem Interplanetária ─ da TERRA a MARTE. Na imagem PIA 24486 indicando-se o possível trajeto do ROVER PERSEVERANCE na sua viagem pela superfície de Marte. Um veículo motorizado equipado (uma novidade, ainda experimental) de um Helicóptero (INGENUITY) e ainda de um Microfone (para gravar a “Voz de Marte”). E na última imagem PIA 24489 as primeiras imagens do ROVER em trabalho, observando-se as suas rodas características e o solo seco e árido sobre o qual se desloca.

 

(dados e imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:04

Quanta Água Devo Beber?

Sábado, 27.02.21

Afinal que quantidade de água

devo beber por dia?

(Nuno Noronha/sapo.pt)

 

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“Uma regra simples é a de beber o suficiente para manter a sua urina clara. O corpo perde cerca de 10 a 12 copos de água por dia através da pele, dos pulmões, da urina e das fezes. A comida fornece dois a quatro copos de água, deixando-nos cerca de seis-oito copos de água para beber. Habitue-se a beber água liberalmente. Beba ao levantar, durante a manhã, a meio da tarde e antes do jantar. Beber um copo de água é como tomar um duche interno. Limpa o estômago e prepara-o para o seu trabalho.” (Nuno de Noronha/lifestyle.sapo.pt/27.02.2021)

 

Sabendo que o nosso corpo para trabalhar ─ tal como todas as outras máquinas, biológicas ou não (nem que seja para refrigeração) ─ necessita de combustível para funcionar ─ sendo o nosso corpo maioritariamente composto por água (70%), tal como a Terra é coberta por água (70%) ─ podendo ser no seu conjunto definido (o Homem, nós) como um Ser Vivo funcionando a água (o combustível), sendo natural que para funcionarmos na perfeição (ou perto disso) sem termos de recorrer a uma inesperada reparação (tal como fazemos com os nossos automóveis, fazendo por precaução, algum tipo de manutenção/revisão) ─ não forçando direta/indiretamente o motor (na sua base o coração) ─  estejamos sempre com o nosso reservatório nas condições ideais bem fornecido de combustível. Não se devendo recorrer a outros sucedâneos líquidos (da água) por serem por alguns considerados como tendo funções e desempenho semelhantes (como é o caso nos sólidos do chocolate e dos seus por vezes intragáveis sucedâneos) ─ apenas por serem líquidos, tendo a água como base, mas esquecendo (das funções) dos aditivos ─ estando-se antecipadamente a par do que acontece reduzindo a qualidade do combustível utilizado num automóvel (podendo provocar danos, na viatura e seu motor): e nessa lista negra encontrando-se no Top de consumo as bebidas alcoólicas e os refrigerantes, nunca se esquecendo que na base disto tudo (desta forma de pensar começando num ponto, generalizando-se para o espaço e transformando-se numa direção/moda quase obrigatória) por considerados menores (insignificantes) e sem intenção (alguns até podendo fazer bem à saúde), terão estado outras escolhas introduzidas inocentemente (sem pensar) e promovendo (esta linha de pensamento de base justificativa estritamente comercial) outros líquidos (alguns aceitáveis, a esmagadora maioria não) ─ uns até sendo bons (cafés/chás se moderadamente), outros indevidamente maus (sobretudo refrigerantes, até pela quantidade excessiva de açúcar) mas com todos eles a serem levados na mesma torrente (igualmente sendo mau).

 

Já reparou no que acontece frequentemente

quando vai comer a um restaurante?

Normalmente dão-lhe um copo de água e perguntam:

“E o que vai beber?”

(Nuno Noronha/sapo.pt)

 

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Corpo humano suportado por um composto líquido à base de oxigénio e hidrogénio (H₂O) podendo ser este visto (interpretado) como um combustível fazendo funcionar a máquina, da sua utilização/introdução até à sua correspondente filtragem/expulsão dependendo o seu melhor/pior rendimento: perdendo água e tal como num radiador (de automóvel) tendo que repor (p/ refrigeração) o nível de líquido necessário de modo a manter o equilíbrio (só nos rins podendo-se processar mais de200l de água/dia) ─ no nosso caso (Homem) e como espécie animal introduzindo e expulsando água (pela pele, pulmões, urina, etc.) ─ sabendo com eficácia o momento indicado para o fazer (manutenção do ciclo de água) evitando o aparecimento de determinados problemas técnicos (no homem/mulher como o odor corporal, o mau hálito e o ”xixi mal cheiroso”) e ainda sendo extremamente importante sabendo sempre escolher o produto salvaguardando no máximo a sua qualidade. Optando entre água canalizada e água engarrafada ─ dependendo da sua qualidade/preço ─ mas “sempre e sempre” tendo de se beber esse líquido, sagrado e sendo sinónimo de Vida (muita mais água do que, cerveja, vinho e refrigerantes): não para sobreviver (bebendo como um pisco) mas para viver (não deixando por falta de água esforçar em demasia o nosso organismo, prejudicando por falta de “limpeza” as suas respetivas funções).

 

Partindo de um artigo interessante de Nuno de Noronha ─ “Afinal que quantidade de água devo beber por dia?” ─ publicado em 27.02.2021 no SAPO STYLE (online).

[lifestyle.sapo.pt/saude/peso-e-nutricao/artigos/que-quantidade-de-agua-devo-beber-por-dia]

 

(imagens: visual.ly ─ express.co.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:19

Europa

Terça-feira, 12.05.20

Despachado para Júpiter a 300.000Km/s e chegando lá em menos de 40 minutos, tendo a oportunidade ao passar muito próximo de Europa e apesar da sua ainda gloriosa juventude, ali poder confirmar a visão de um “Mundo Vivo” mas profundamente sulcado por inúmeras cicatrizes.

 

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Lua, Saturno, Júpiter e ao lado ainda Marte

(e junto a Júpiter, mas não se vendo, Europa)

 

Olhando esta terça-feira (12 de maio) para o céu noturno na direção da constelação de Sagitários (amanhã de Capricórnio, depois de amanhã de Aquário), para além de observarmos a Lua bem visível “lá em cima”, podendo-se ainda descortinar bem ao lado da mesma (o único satélite da Terra) dois outros dos oito planetas (os dois Gigantes Gasosos) integrando o Sistema Solar: menos brilhante Saturno (de diâmetro superior a 116.000km e localizado a mais de 1.400.000.000Km) e mais brilhante Júpiter (de diâmetro inferior a 140.000Km e localizado a menos de 700.000.000Km), devido não só à sua posição, assim como ao seu tamanho, como ainda à sua distância à Terra. E próximo do planeta Júpiter o maior do nosso sistema planetário (tendo como estrela de referência, o Sol), dirigindo a nossa particular atenção para uma das suas cerca de 80 luas, uma das quatro “Luas de Galileu” (um dos 4 maiores satélites do planeta Júpiter): Europa. E ainda um pouco mais afastado o nosso vizinho externo o Planeta Vermelho (Marte) em conjunto com Mercúrio, Vénus e Terra integrando o grupo dos Planetas Interiores (interiores à Cintura de Asteroides).

 

europamapv2.jpg

A lua de Júpiter

EUROPA

 

The above map shows locations where each image, showcasing a variety of features, was captured by Galileo during its eighth targeted flyby of Jupiter's moon Europa.

 

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Imagem

1/2

 

Images of (1) an area called Chaos Transition shows blocks that have moved and ridges possibly related to how the crust fractures from the force of Jupiter's gravity;

And (2) of an area called Crisscrossing Bands shows ridges, which may form when a crack in the surface opens and closes repeatedly. In contrast, the smooth bands shown here form where a crack continues pulling apart horizontally, producing large, wide, relatively flat features.

 

pia23873_-_3rd_in_gallery.jpg

Imagem

3

 

Image (3) showing chaos terrain where blocks of material have shifted, rotated, tilted and refrozen. Scientists use this as a puzzle for clues about how the surface has changed. The area is called Chaos Near Agenor Linea for its proximity to the wide band of that name at the bottom (of the image).

 

Europa uma das luas de Júpiter sensivelmente com a mesma dimensão da nossa Lua (ligeiramente menor), podendo, no entanto, ter Água (exteriormente sob a forma de gelo, mas sobretudo em oceanos, debaixo da superfície gelada, subterrânea), uma ligeira Atmosfera (contendo oxigénio) e até algum tipo de Vida (extraterrestre, algum tipo de bactéria). Exteriormente e observando a sua superfície (sendo ainda uma lua jovem, a nível tectónico e de deslocação de placas, ainda bem ativa) um dos mais lisos corpos integrando o Sistema Solar, sem grandes montanhas ou depressões (como crateras) ─ logo de baixa topografia ─ e apresentando-se aos nossos olhos (à distância, utilizando imagens de sondas por lá tendo andado ou então de telescópios terrestres, colocados para cá ou  para lá da nossa atmosfera) com imensos riscos escuros atravessando quase que caoticamente toda a sua superfície, entrecruzando-se com outras fraturas dispondo-se igual e como que aleatoriamente em todas as direções ─ e contendo (pela cor á sua superfície, o amarelo) cloreto de sódio tal como acontece com  Terra e com os seus oceanos (salgados).

 

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A sonda automática

EUROPA CLIPPER

 

E tal como no passado com os Canais de Marte, tornando este mundo interessante e algo misterioso: até pela presença de Água e conquistados outros corpos ─ como já previamente planeado a Lua e o planeta Marte (até meados deste século), com as viagens interplanetárias ─ podendo-se transformar no futuro em verdadeiros entrepostos, então para viagens ainda mais distantes (ultrapassada a Nuvem de Oort) como as Viagens Interestelares (para já só por lá andando, as sondas automáticas Pioneer 1 e 2). Para já nos contentando ainda com imagens da velha e defunta Galileu, mas já com uma nova missão em marcha tendo como objetivo esta lua (promissora pela água) de Júpiter: a da sonda automática Europa Clipper prevista para esta década de 20.

 

(texto/inglês: nasa.gov ─ imagens: Guy Ottewell’s blog/earthsky.org,

NASA/JPL-Caltech/SETI Institute e jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:17

Vapor de Água em Europa

Quarta-feira, 20.11.19

[E com o Homem ainda por cá (na Terra), a uns 650 milhões de Km (dos depósitos).]

 

“NASA Scientists

Confirm Water Vapor on Europa.”

(nasa.gov)

 

Europasurface.jpg

Subsurface water on Jupiter’s moon Europa

is one place where humans plan to search for life.

This artist’s concept shows a massive plume of underground water

erupting from the moon’s surface.

(Erika K. Carlson/discovermagazine.com)

 

Depois de várias missões espaciais passando ou estacionando por JÚPITER (o maior planeta do Sistema Solar e quinto mais afastado do Sol) – caso das sondas automáticas PIONEER 10 e 11 (passando por lá em 1973 e em 1974 respetivamente), VOYAGER 1 e 2 (passando ambas em 1979) e GALILEU (estacionando por lá de 1995 a 2003) – transmitindo-nos informações tanto sobre a sua composição e atmosfera (sendo Júpiter um planeta Gigante Gasoso), como sobre o seu sistema de anéis (menos evidentes que o de saturno) e as suas mais de 80 luas, a confirmação por parte da NASA (utilizando um dos seus maiores telescópios instalados no Havaí) de algo que há muito já era dado como praticamente adquirido, a existência de Água: aparecendo sob a forma de VAPOR de ÁGUA sobre a superfície da sua lua (de Júpiter) EUROPA.

 

“While scientists have not yet detected liquid water directly,

we’ve found the next best thing: water in vapor form.”

(Lucas Paganini/NASA)

 

E com as hipóteses de explicação para mais este grande Evento pelo menos para a nossa espécie (ou não fosse a Água dominante, tanto na constituição da Terra, como na do nosso Corpo) − proporcionando-nos a uns 800 milhões de Km (do Sol), num mundo muito semelhante em dimensão à Lua e apresentando a superfície mais lisa conhecida (em todo o Sistema Solar), grandes massas dessa tão necessária como preciosa substância química – a serem já várias, como estas duas lançadas pelos cientistas da NASA, sobre o “oceano líquido de água de Europa”:

 

There Is a LIQUID WEATER OCEAN, possibly twice as big as Earth’s, sloshing beneath this moon’s miles-thick ice shell. Another source of water for the plumes, some scientists suspect, could be shallow reservoirs of melted water ice not far below Europa’s surface. It’s also possible that Jupiter’s strong radiation field is stripping water particles from Europa’s ice shell, though the recent investigation argued against this mechanism as the source of the observed water.” (nasa.gov)

 

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Discovery, the spacecraft in Arthur C. Clarke's novel "2001:

A Space Odyssey," drawn in a concept painting

for Stanley Kubrick's movie of the same name, which came out in 1968.

'2001: A Space Odyssey' Turns 50:

Why Haven't Humans Been to Jupiter Yet?

(Elizabeth Howell/space.com/yahoo.com)

 

E com novas missões propostas para a próxima década tendo Europa (uma das Luas de Galileu) e outras luas de Júpiter na mira – missões EUROPA CLIPPER e JUPITER ICY MOON EXPLORER (a iniciarem-se entre 2020/2030) – com as hipóteses do próximo passo do Homem e depois de concretizado o anterior – depois de instalado o entreposto LUA/MARTE (não se devendo perder aí muito tempo, senão por mineração local ou nas proximidades), partindo-se decisivamente para as Viagens Interplanetárias, tendo como destino prioritário e obvio (ultrapassada a Cintura de Asteroides) o vizinho de Marte, o planeta Júpiter e a suas luas “potencialmente aquosas” − a aumentarem exponencialmente: imaginando-nos neste mundo gelado e plano, ejetando vapor de água para a sua atmosfera, possuindo um oceano talvez tão grande como o da Terra e aí, olhando para o seu Céu, certamente ficando-se paralisado com toda a grandeza do Gigante (JÚPITER) desafiando mesmo que à distância o Rei-Sol.

 

“New observations hint that Jupiter’s moon Europa

erupts with water geysers.”

(Phil Plait/syfy.com)

 

Faltando-se agora saber se para além do VAPOR de ÁGUA (já detetado) ejetado para a atmosfera a partir da superfície de EUROPA − sob a forma de GEYSERS − não poderá igualmente existir neste oceano subterrâneo localizado debaixo da sua superfície (crosta) gelada, alguma forma ou tipo de VIDA.

 

(imagens: nasa.gov – space.com/Yahoo.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:10

Esburacando Marte

Segunda-feira, 14.10.19

“Não se encontrando reservatórios de Água, mas vestígios da sua aparente passagem, num passado já distante, talvez duns 2 biliões de anos.”

 

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Um registo que facilmente (dada a sua grande semelhança) obteríamos perfurando certo tipo de solos,

 

− Por exemplo terrenos sedimentares e onde no passado poderá ter circulado água, ou ter mesmo estado submerso por um extenso manto líquido, hoje (para o que já terá sido) extremamente secos

 

Existentes à superfície da TERRA (por exemplo em solos áridos e secos como a grande maioria dos terrenos Algarvios),

 

Mas que na realidade não teve origem na Terra, mas num “Outro Mundo” bem mais distante e exterior ao nosso (do Homem que dele usufrui) ECOSSISTEMA,

 

Como é aqui o caso (no registo fotográfico anterior) do planeta MARTE, um dos quatro Planetas Interiores (localizados em órbitas interiores, aos objetos integrando a Cintura de Asteroides) e sendo o mais distante do SOL (média de 228.000.000Km) –

 

Expondo-nos “um solo seco, árido, calcinado, desfazendo-se, aparentemente sem ponta de água ou mesmo um mínimo sinal de Vida”, depois de milhões e milhões de anos de intenso bombardeamento

 

− Ainda-por-cima sem proteção básica (sem Atmosfera como preservativo) 

 

Apresentando-se (pelo menos nas proximidades da superfície) completamente MORTO.

 

Mas tal como na TERRA acontece por vezes parecendo, mas posteriormente não o sendo (não se confirmando), tendo presente no entanto (e mesmo tendo a mesma idade) − e vendo-se aqui como o mesmo período de tempo, pode ter implicações bem diferenciadas − estarem a Terra e Marte em fases evolutivas diferentes.

 

(imagem: MARTE – CURIOSITY ROVER/SOL 2551– NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

Água No Planeta Marte

Quarta-feira, 09.10.19

“Rocks enriched with mineral salts discovered by NASA's Curiosity at a location on Mount Sharp called "Sutton Island" suggest that water vanished slowly, rather than all at once, possibly returning to the area in a persistent cycle of drying and overflow. This discovery serves as a watermark for when the Martian climate was gradually getting drier.”

(PIA23375: Sutton Island Model of Drying Lakes/photojournal.jpl.nasa.gov)

 

Com uma sonda espacial

− Para os marcianos, automática e alienígena

perfurando a superfície do seu planeta,

à procura da sua Água.

 

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CURIOSITY ROVER

SOL 2549

08.10.2019

(NASA)

 

Evidências de uma intervenção externa (de terrestres) num Mundo Alienígena (em Marte) perfurando a superfície desse corpo (um planeta) – num terreno (Aeolis Palus) localizado na cratera GALE (uma cratera de impacto situada na periferia da planície ELYSIUM) localizada a sul da linha do equador marciano (4,8°S) – onde se pode constatar facilmente a ação de uma perfuradora em dois pontos diferenciados da sua crosta (na imagem seguinte no canto inferior/esquerdo e no canto superior/direito): sendo terrestres e vivendo num Mundo rochoso e maioritariamente coberto de Água (cerca de 70%) – e com o próprio Homem na sua constituição química sendo-o maioritariamente à base de H₂O (variando entre os 50% e os 75%) – logicamente à procura desse líquido para os SERES HUMANOS tão precioso (por vital).

 

PIA23375.jpg

Tal como nos lagos terrestres com os lagos marcianos formando-se pela confluência de múltiplos afluentes, descendo as encostas (aqui do Monte Sharp) até às zonas mais baixas (da cratera, Gale) e aí se acumulando – aumentando e descendo de nível até à seca final

(photojournal/ PIA 23375)

 

Numa ação desenvolvida pelo ROVER CURIOSITY (um veículo motorizado circulando sobre a superfície de Marte desde 05.08.2012 e tendo já percorrido mais de 21Km) tendo como alvos prioritários da sua missão não só estudar a geologia de Marte, como a possibilidade deste planeta alguma vez no seu passado poder ter tido condições de ambiente, não só para conter Água, como até por poder ter possuído algum tipo de vida (mesmo que algo diferente da nossa ou primitiva) no passado (já muito distante): na sua História Geológica de uns 4,5/5 biliões de anos nesta mesma região onde o veículo motorizado CURIOSITY se desloca (cratera de Gale, proximidades do Monte SHARP), nessa mesma depressão (cratera=depressão de impacto) podendo ter existido no passado (talvez há uns 2 biliões) um Grande Lago Marciano.

 

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Os Lagos Brilhantes das salinas de Quisquiro

O Altiplano Sul-Americano tal como se apresenta hoje na Terra, num cenário semelhante ao que poderíamos encontrar no passado em Marte

(photojournal/PIA 23364)

 

Numa suspeição de existência − de H₂O em Marte – cada vez menos duvidosa, não só pelos sinais do passado (sinais de erosão devido à presença e circulação, talvez há uns 2 biliões de anos, de água formando um grande lago, um “Oásis no Planeta Vermelho”, entretanto evaporando ou sendo salvaguardada em depósitos subterrâneos) como pelas mais recentes descobertas (da possibilidade de existência de água armazenada no Permafrost ou nas calotes polares), confirmando essa existência: e até num determinado ponto da Evolução de Marte (onde segundo os investigadores, Marte poderia estar parcialmente coberto por um oceano, menor do que o terrestre) podendo ter albergado Vida. E descobrindo-se a História de Marte (o seu Passado e o seu Presente) podendo-se perspetivar a História da Terra (o seu Futuro): para já apenas com sondas (automáticas, não tripuladas, governamentais) amanhã e cumprindo-se as promessas − da NASA (para já de Trump) e da SPACE X (de Elon Musk) − com naves tripuladas (do Governo ou da Iniciativa Privada) – não só colocando Homens na Lua como em Marte (Viagens Interplanetárias) como aí instalando bases, futuros entrepostos (das Viagens Interestelares).

 

(imagens: NASA/JPL-Caltech/MSSS − photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:18

Afinal “A Seca Continua” (e Agrava-se)

Terça-feira, 08.10.19

“Já falta água nas torneiras do Algarve”

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

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No Nordeste do Algarve há populações a ser abastecidas com autotanques

(imagem e legenda: Executive Digest/sapo.pt)

 

Na agricultura, as árvores secam e o gado não tem alimento,

e que as barragens veem diminuir

o caudal de dia para dia.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

E passado o Verão (20 setembro), já entrados no Outono (21 setembro) e concretizadas as Legislativas (6 outubro), eis que os nossos “fazedores-diários-de-opinião (que não Jornalistas) autorizados pelas suas respetivas “Chefias-Público-Privadas (num país onde os interesses de Estado se confundem com os Privados), recebem finalmente − mais interessadas em apresentar lucros contabilísticos (podendo tirar proveito direto e individual dos mesmos) do que benefícios sociais (nade deles beneficiando diretamente, exceto no sentido coletivo) – o seu “Cartão-Dourado” e a confirmação pela sua respetiva hierarquia (dependendo do sector, aqui falando-se das “Águas”) da possibilidade da utilização do mesmo (um cartão sem qualquer tipo de restrição de acesso a todas as Instituições como aos Média) a partir desta 2ª semana do corrente mês (iniciada a 7 outubro):

 

A barragem de Odeleite, uma das principais albufeiras do Algarve

para abastecimento da população e para a agricultura,

está com 27% da sua capacidade máxima.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

“Por acaso ou por coincidência (certamente que não por desconhecimento/irresponsabilidade/incompetência/crime, conforme a graduação que pretendam atribuir a estes factos, aqui ligados à Água) coincidindo com o fim das eleições Legislativas, a declaração dos seus resultados e como consequência (conjugando estrategicamente os dois aspetos anteriores) com o arquivamento definitivo de tudo o que provavelmente − negativo ou mesmo extremamente negativo, a este nível podendo ter efeitos Catastróficos − pudesse estar para trás (como se lavando aí as mãos, se ficasse então esterilizado, sendo de novo certificado e posteriormente e de novo colocado).

 

Já estão em stress hídrico porque há dois anos que não chove.

A azeitona é só a pelinha e o caroço.

Isto é uma miséria.

O Governo tem de pensar em construir pequenas barragens.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

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Ministro do Ambiente garante que Espanha

está a cumprir Convenção de Albufeira

(imagem e legenda: 28.11.2017/observador.pt)

 

Hoje dia 8 de outubro de 2019 e depois de uma seca visível e prolongada (atravessando e sendo oculta todo o Verão) surgindo os primeiros eruditos (do sistema e apoiantes da lobotomia) com as primeiras notícias alarmistas (agora?) − só assim sendo notícia, entrando nos “nossos Ecrãs” − sobre a Seca que já aí está (e como se já e há muito, cá não estivesse e a sentíssemos) e que toda a gente (pelos vistos) conhecia (claro que não incluindo aqueles alguns deles autoridades e com formação superior, que não sabiam e nada fizeram apenas porque que ninguém lhes disse):

 

Mas Odeleite não é o pior caso.

A barragem de Odelouca, que também abastece a região,

está apenas com 22% do seu volume máximo.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

E como se não bastasse a notícia “Já falta água nas torneiras do Algarve” vendo logo ali ao lado uma outra aina pior “Espanhóis cortam Água do Tejo”. E só agora é que avisam?

 

A Águas do Algarve só garante água para abastecer a população

até ao final do ano.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

E isto para não se falar do Tejo e do corte feito (no volume do caudal das Águas do Tejo) – hoje “preocupações” já começadas a ser expressas nos nossos noticiários televisivos − pelos nossos vizinhos espanhóis (lembram-se da Convenção de Albufeira?).

 

(imagem: Executive Digest/sapo.pt – observador.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19