Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Out 19

“Não se encontrando reservatórios de Água, mas vestígios da sua aparente passagem, num passado já distante, talvez duns 2 biliões de anos.”

 

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Um registo que facilmente (dada a sua grande semelhança) obteríamos perfurando certo tipo de solos,

 

− Por exemplo terrenos sedimentares e onde no passado poderá ter circulado água, ou ter mesmo estado submerso por um extenso manto líquido, hoje (para o que já terá sido) extremamente secos

 

Existentes à superfície da TERRA (por exemplo em solos áridos e secos como a grande maioria dos terrenos Algarvios),

 

Mas que na realidade não teve origem na Terra, mas num “Outro Mundo” bem mais distante e exterior ao nosso (do Homem que dele usufrui) ECOSSISTEMA,

 

Como é aqui o caso (no registo fotográfico anterior) do planeta MARTE, um dos quatro Planetas Interiores (localizados em órbitas interiores, aos objetos integrando a Cintura de Asteroides) e sendo o mais distante do SOL (média de 228.000.000Km) –

 

Expondo-nos “um solo seco, árido, calcinado, desfazendo-se, aparentemente sem ponta de água ou mesmo um mínimo sinal de Vida”, depois de milhões e milhões de anos de intenso bombardeamento

 

− Ainda-por-cima sem proteção básica (sem Atmosfera como preservativo) 

 

Apresentando-se (pelo menos nas proximidades da superfície) completamente MORTO.

 

Mas tal como na TERRA acontece por vezes parecendo, mas posteriormente não o sendo (não se confirmando), tendo presente no entanto (e mesmo tendo a mesma idade) − e vendo-se aqui como o mesmo período de tempo, pode ter implicações bem diferenciadas − estarem a Terra e Marte em fases evolutivas diferentes.

 

(imagem: MARTE – CURIOSITY ROVER/SOL 2551– NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:02

09
Out 19

“Rocks enriched with mineral salts discovered by NASA's Curiosity at a location on Mount Sharp called "Sutton Island" suggest that water vanished slowly, rather than all at once, possibly returning to the area in a persistent cycle of drying and overflow. This discovery serves as a watermark for when the Martian climate was gradually getting drier.”

(PIA23375: Sutton Island Model of Drying Lakes/photojournal.jpl.nasa.gov)

 

Com uma sonda espacial

− Para os marcianos, automática e alienígena

perfurando a superfície do seu planeta,

à procura da sua Água.

 

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CURIOSITY ROVER

SOL 2549

08.10.2019

(NASA)

 

Evidências de uma intervenção externa (de terrestres) num Mundo Alienígena (em Marte) perfurando a superfície desse corpo (um planeta) – num terreno (Aeolis Palus) localizado na cratera GALE (uma cratera de impacto situada na periferia da planície ELYSIUM) localizada a sul da linha do equador marciano (4,8°S) – onde se pode constatar facilmente a ação de uma perfuradora em dois pontos diferenciados da sua crosta (na imagem seguinte no canto inferior/esquerdo e no canto superior/direito): sendo terrestres e vivendo num Mundo rochoso e maioritariamente coberto de Água (cerca de 70%) – e com o próprio Homem na sua constituição química sendo-o maioritariamente à base de H₂O (variando entre os 50% e os 75%) – logicamente à procura desse líquido para os SERES HUMANOS tão precioso (por vital).

 

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Tal como nos lagos terrestres com os lagos marcianos formando-se pela confluência de múltiplos afluentes, descendo as encostas (aqui do Monte Sharp) até às zonas mais baixas (da cratera, Gale) e aí se acumulando – aumentando e descendo de nível até à seca final

(photojournal/ PIA 23375)

 

Numa ação desenvolvida pelo ROVER CURIOSITY (um veículo motorizado circulando sobre a superfície de Marte desde 05.08.2012 e tendo já percorrido mais de 21Km) tendo como alvos prioritários da sua missão não só estudar a geologia de Marte, como a possibilidade deste planeta alguma vez no seu passado poder ter tido condições de ambiente, não só para conter Água, como até por poder ter possuído algum tipo de vida (mesmo que algo diferente da nossa ou primitiva) no passado (já muito distante): na sua História Geológica de uns 4,5/5 biliões de anos nesta mesma região onde o veículo motorizado CURIOSITY se desloca (cratera de Gale, proximidades do Monte SHARP), nessa mesma depressão (cratera=depressão de impacto) podendo ter existido no passado (talvez há uns 2 biliões) um Grande Lago Marciano.

 

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Os Lagos Brilhantes das salinas de Quisquiro

O Altiplano Sul-Americano tal como se apresenta hoje na Terra, num cenário semelhante ao que poderíamos encontrar no passado em Marte

(photojournal/PIA 23364)

 

Numa suspeição de existência − de H₂O em Marte – cada vez menos duvidosa, não só pelos sinais do passado (sinais de erosão devido à presença e circulação, talvez há uns 2 biliões de anos, de água formando um grande lago, um “Oásis no Planeta Vermelho”, entretanto evaporando ou sendo salvaguardada em depósitos subterrâneos) como pelas mais recentes descobertas (da possibilidade de existência de água armazenada no Permafrost ou nas calotes polares), confirmando essa existência: e até num determinado ponto da Evolução de Marte (onde segundo os investigadores, Marte poderia estar parcialmente coberto por um oceano, menor do que o terrestre) podendo ter albergado Vida. E descobrindo-se a História de Marte (o seu Passado e o seu Presente) podendo-se perspetivar a História da Terra (o seu Futuro): para já apenas com sondas (automáticas, não tripuladas, governamentais) amanhã e cumprindo-se as promessas − da NASA (para já de Trump) e da SPACE X (de Elon Musk) − com naves tripuladas (do Governo ou da Iniciativa Privada) – não só colocando Homens na Lua como em Marte (Viagens Interplanetárias) como aí instalando bases, futuros entrepostos (das Viagens Interestelares).

 

(imagens: NASA/JPL-Caltech/MSSS − photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:18

08
Out 19

“Já falta água nas torneiras do Algarve”

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

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No Nordeste do Algarve há populações a ser abastecidas com autotanques

(imagem e legenda: Executive Digest/sapo.pt)

 

Na agricultura, as árvores secam e o gado não tem alimento,

e que as barragens veem diminuir

o caudal de dia para dia.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

E passado o Verão (20 setembro), já entrados no Outono (21 setembro) e concretizadas as Legislativas (6 outubro), eis que os nossos “fazedores-diários-de-opinião (que não Jornalistas) autorizados pelas suas respetivas “Chefias-Público-Privadas (num país onde os interesses de Estado se confundem com os Privados), recebem finalmente − mais interessadas em apresentar lucros contabilísticos (podendo tirar proveito direto e individual dos mesmos) do que benefícios sociais (nade deles beneficiando diretamente, exceto no sentido coletivo) – o seu “Cartão-Dourado” e a confirmação pela sua respetiva hierarquia (dependendo do sector, aqui falando-se das “Águas”) da possibilidade da utilização do mesmo (um cartão sem qualquer tipo de restrição de acesso a todas as Instituições como aos Média) a partir desta 2ª semana do corrente mês (iniciada a 7 outubro):

 

A barragem de Odeleite, uma das principais albufeiras do Algarve

para abastecimento da população e para a agricultura,

está com 27% da sua capacidade máxima.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

“Por acaso ou por coincidência (certamente que não por desconhecimento/irresponsabilidade/incompetência/crime, conforme a graduação que pretendam atribuir a estes factos, aqui ligados à Água) coincidindo com o fim das eleições Legislativas, a declaração dos seus resultados e como consequência (conjugando estrategicamente os dois aspetos anteriores) com o arquivamento definitivo de tudo o que provavelmente − negativo ou mesmo extremamente negativo, a este nível podendo ter efeitos Catastróficos − pudesse estar para trás (como se lavando aí as mãos, se ficasse então esterilizado, sendo de novo certificado e posteriormente e de novo colocado).

 

Já estão em stress hídrico porque há dois anos que não chove.

A azeitona é só a pelinha e o caroço.

Isto é uma miséria.

O Governo tem de pensar em construir pequenas barragens.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

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Ministro do Ambiente garante que Espanha

está a cumprir Convenção de Albufeira

(imagem e legenda: 28.11.2017/observador.pt)

 

Hoje dia 8 de outubro de 2019 e depois de uma seca visível e prolongada (atravessando e sendo oculta todo o Verão) surgindo os primeiros eruditos (do sistema e apoiantes da lobotomia) com as primeiras notícias alarmistas (agora?) − só assim sendo notícia, entrando nos “nossos Ecrãs” − sobre a Seca que já aí está (e como se já e há muito, cá não estivesse e a sentíssemos) e que toda a gente (pelos vistos) conhecia (claro que não incluindo aqueles alguns deles autoridades e com formação superior, que não sabiam e nada fizeram apenas porque que ninguém lhes disse):

 

Mas Odeleite não é o pior caso.

A barragem de Odelouca, que também abastece a região,

está apenas com 22% do seu volume máximo.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

E como se não bastasse a notícia “Já falta água nas torneiras do Algarve” vendo logo ali ao lado uma outra aina pior “Espanhóis cortam Água do Tejo”. E só agora é que avisam?

 

A Águas do Algarve só garante água para abastecer a população

até ao final do ano.

(Executive Digest/08.10.2019/sapo.pt)

 

E isto para não se falar do Tejo e do corte feito (no volume do caudal das Águas do Tejo) – hoje “preocupações” já começadas a ser expressas nos nossos noticiários televisivos − pelos nossos vizinhos espanhóis (lembram-se da Convenção de Albufeira?).

 

(imagem: Executive Digest/sapo.pt – observador.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19

19
Set 19

“Vulcão Prestes A Entrar Em Erupção”

 

A próxima grande erupção a ocorrer no Sistema Solar

Não será na TERRA, mas em IO

 

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Imagem da lua de Júpiter IO, podendo-se observar espalhadas pela sua superfície grandes planícies apresentando caldeiras vulcânicas e lava líquida, fluindo das mesmas – no seu canto inferior/direito surgindo o lago de lava de LOKI PATERA em forma de U, com mais de 200Km de diâmetro e no presente ativo

 

Com a maior depressão vulcânica da lua de Júpiter IO a estar localizada em LOKI PATERA, uma cratera (do vulcão mais ativo e poderoso de todo o Sistema Solar) com mais de 200Km de diâmetro e contendo um “lago de lava ativo”. E com os primeiros registos deste tipo de atividade geológica a reportarem-se a 1979. E pelos vistos (segundo os cientistas observando e estudando esta lua vulcânica e ativa) sendo eventos periódicos. Tendo sido registado o último em Maio de 2018.

 

Enquanto se espera que a próxima grande erupção vulcânica se dê provavelmente na região mais geologicamente ativa da Terra (em sismos e em erupções) ou seja no Círculo de Fogo do Pacífico, os cientistas vêm-nos agora informar da eminente ocorrência de uma grande erupção vulcânica (submarina ou à superfície) não na Terra, mas num dos “Maiores Infernos do Sistema Solar” a lua de Júpiter IO: ao contrário das outras três Luas de Galileu (Calisto, Ganimedes e Titã) não sendo conhecida por poder possuir (no seu subsolo) depósitos de um líquido para nós tão precioso como a Água (ou não estivesse a Terra maioritariamente coberta de Água e não fosse o nosso corpo maioritariamente constituído pelo mesmo composto, H₂O), no seu caso (de IO a 4ª maior lua de Júpiter e de todo o Sistema Solar) sendo por sua vez caraterizada e conhecida como um “Mundo Vulcânico” extremamente violento (e jovem) e coberto por cerca de 400 vulcões (todos ativos) − transformando-a no corpo mais ativo de Mercúrio a Neptuno. Situando-se num dos lugares mais frios do Sistema Solar (dada a sua grande distância relativamente ao Sol) e no entanto, com as suas grandes erupções vulcânicas podendo atingir temperaturas na ordem dos 1700°C (mais elevadas dos que as temperaturas registadas no presente na Terra, talvez semelhantes às temperaturas registadas no seu período inicial).

 

“Io is heated by tidal interactions with Jupiter, which squeeze the moon and heat it up”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E segundo os especialistas com o Evento a estar previsto

Já para este mês de setembro, entre os dias 15/20

 

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Imagem no campo superior/esquerdo da lua de Júpiter IO, entrepondo-se entre a sonda automática Juno e o planeta Gigante Gasoso – no seu movimento em redor do planeta projetando neste a sua sombra e estando IO tão perto de Júpiter, bloqueando totalmente o Sol − e daí o círculo de sombra completamente negro, sem zona de penumbra

 

Desde 2002 chegando-se à conclusão e confirmação desse fenómeno geológico e regular (periódico) em curso nas proximidades de Júpiter (localizado entre 588/968 milhões de Km da Terra) – neste caso na lua IO – feitos e revistos os cálculos chegando-se a um período de duração (entre erupções mais violentas) de cerca de 500 dias. E em função da última erupção registada, prevendo-se a seguinte para os próximos dias (em princípio até 20 de setembro ou por aí) − só se tendo que fazer as contas desde 05.2018.

 

Com as Luas de Galileu orbitando o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar (só suplantado pela sua estrela de referência o Sol) – JÚPITER para além do Rei-Sol o magnífico e poderoso Farol e uma das nossas últimas Muralhas Defensivas (protegendo a Terra e a Vida, em exclusivo nela existente) – podendo num “Cenário Futuro (a médio-prazo, num período mínimo de uns 50 anos, talvez só no decorrer do próximo século) transformar-se numa das principais bases de implantação de colónias terrestres num outro mundo (que não a Terra, extraterrestres/alienígenas), no caso de trio Calisto/Ganimedes/Titã dadas as suas potências reservas de Água e já no caso de IO e dada a sua intensa atividade vulcânica (fazendo-nos recordar a Terra, no seu início Geológico) podendo no decurso desse processo criar as condições básicas e essenciais para o aparecimento de Vida (seja sob que forma for): desde que a curto-prazo (digamos que entre 2020/30) e tal como prometido antes (com a Apollo 11 tocando a Lua há 50 anos) − aí negativamente não se cumprindo e desistindo (abandonando-se o Programa Apollo há 47 anos) − prometendo-se depois e agora, nova mas efetivamente (desde o início desta 2ª década do séc. XXI) − e então se aplicando e concretizando − a instalação dos Entrepostos Intermédios tanto na Lua como em Marte.

 

(imagens: NASA − swri.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:16

31
Ago 19

Um dia (finalmente) assistiremos

à Ascensão (ao desvendar) de Júpiter.

 

[Encontrando-se o Sol na sua meia-idade (quase 5 de uns 10 biliões de anos, referindo-nos à sua fase principal) e tendo como destino seguinte transformar-se numa Gigante-Vermelha (aumentando drasticamente de volume e começando a “incinerar e a engolir” toda a matéria próxima dela) e finalmente numa anã-branca, delineando-se pelo menos na nossa Imaginação e acompanhando este período ainda  longo de 5 biliões de anos (face à evolução solar) uma transformação radical de Júpiter, “revelando” o seu interior e levando à sua Ascensão.]

 

JÚPITER

 

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Ansiando pela Ascensão de Júpiter

respeitando os seus associados (as suas luas)

 

Rodeados por UNIVERSO dito Infinito, mas que até poderá não existir − não passando de uma mera projeção, aplicada a uma tela pluridimensional e exposta a um público selecionado – e inseridos num SISTEMA PLANETÁRIO não se tendo conhecimento nem de pai nem de mãe – destacando-se nele dois elementos (desde logo pela sua massa e dimensão, o SOL e JÚPITER) e dele sobressaindo ainda (podendo até ser elementos replicadores), alguns misteriosos agrupamentos de outros pequenos elementos (como a CINTURA de ASTEROIDES localizada entre as órbitas de Marte e de Júpiter, a CINTURA de KUIPER origem dos KBO e a NUVEM de OORT fonte de cometas) – para além de algum mistério e suspense envolvendo “as cinturas e a nuvem (aqui referidas) tornando-as um objetivo fundamental de estudo e de necessário esclarecimento (científico, até mesmo espiritual) – imaginando-se certos desses elementos viajantes como “espermatozoides em missão e prontos a fecundar o seu óvulo” − com esses dois elementos destacando-se no SISTEMA SOLAR e já anteriormente referidos − o SOL e JÚPITER – a serem certamente o nosso único apoio conhecido (de sustento e de defesa) no Passado como no Futuro: com o SOL fornecendo-nos a ENERGIA (até para a existência de Vida na Terra) e JÚPITER a PROTEÇÃO (contra a possível intrusão de objetos extrassolares perigosos no nosso Sistema Solar).

 

Tendo antes atingido

as Luas (com água) de Galileu.

 

[Numa região do Sistema Solar dominada por um Gigante Gasoso (distando cerca de 800 milhões de Km) superando todo o restante sistema exceção feita ao seu Astro-Rei − o SOL – e sabendo-se desde já do importante papel desempenhado pelo planeta Júpiter na defesa e proteção da Terra (intersetando ou desviando objetos), podendo-se estar a descortinar cada vez mais (com grande profundidade no tempo) um segundo favor prestado (e pronto-a-servir), mas agora e exclusivamente aos seus habitantes: os terrestres tão ávidos de água e podendo-a encontrar em três das Luas de Galileu − Europa, Ganimedes e Calisto.]

 

IO, EUROPA, GANIMEDES, CALISTO

 

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Sabendo da existência de Água (Europa/Ganimedes/Calisto)

noutros locais que não a Terra

 

Num futuro próximo ou distante e com o Sol a envelhecer (e a crescer), alterando-se as condições do Sistema (do conjunto de elementos) e a forma e o papel a desempenhar (por cada um deles), com a estrela a aumentar, a ocupar o lugar d’ outros, sem nada que a faça parar − alterando o tempo e a geografia desta parte já diminuta do Espaço (criando um “engarrafamento”) − fazendo que um outro elemento possa vir a ocupar o papel antes por nascimento e direito sendo um exclusivo da Terra: pelo seu mistério e grandeza, assim como pela sua dimensão e massa (só sendo naturalmente batido pelo denominado ASTRO-REI o SOL) − engolindo facilmente, fora o Sol, todo o restante Sistema – talvez estando reservado para Júpiter um papel decisivo e deveras importante (finda o papel da Terra e para o futuro do Homem). Sabendo-se que antes de (se chegar a) Júpiter existe o Sistema Joviano (conjunto de anéis e de luas) e no seu interior as Luas de Galileu: EUROPA, GANIMEDES, CALISTO e IO, à exceção desta última, podendo todas elas possuir aquilo de que há mais na Terra, assim como em grande percentagem no nosso corpo − a ÁGUA. Dirigindo-nos inicialmente à Lua, seguindo-se de imediato para Marte (construindo entrepostos) e sem hesitação partindo (com convicção e com fé) − definitivamente e à procura de Água − para as proximidades daquele que poderá vir a ser um dia (para nós) o “Admirável Mundo Novo”, ou seja, JÚPITER (uma emoção, um palpite): hoje sendo UM, amanhã (completamente diferente, mas sendo o mesmo) podendo ser OUTRO.

 

(imagens:  nasa.gov/photojournal – nasa.gov/bit2geek.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:18

29
Ago 19

Com a sonda interplanetária JUICE tendo como destino JÚPITER e três das suas mais prometedoras Luas de Galileu – podendo ter ÁGUA sob a sua superfície, tornando-as potencialmente habitáveis pelo HOMEM – mesmo antes do seu lançamento previsto para daqui a quase dois anos e como tal ainda na TERRA (na altura do registo desta imagem, no telhado de um edifício da Airbus, localizado em Toulouse/França), oferecendo-nos e dando-nos a usufruir um primeiro Retrato do seu Destino: aqui como visto a 600 milhões de Km.

 

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Júpiter e o seu Sistema Joviano (conjunto de anéis e luas), local da futura visita da sonda da ESA (Agência Espacial Europeia) JUICE, tendo como objetivo de missão (com lançamento previsto para junho de 2022) três das Luas de Galileu (excluindo IO):  CALISTO, EUROPA e GANÍMEDES.

 

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Podendo todas elas (estas três luas de Júpiter) ter algo de comum ou de semelhante, não só relativamente ao seu planeta (de referência, não circulassem elas constantemente à sua volta), como simultaneamente e apesar da distância, com o nosso planeta TERRA − e com o ser vivo e inteligente que o habita, o HOMEM: sendo o ponto de interseção a ÁGUA. E apesar da complexidade da missão e da necessária precisão, sabendo-se do papel central da câmara de Navegação (no controlo da posição/velocidade). Até pelo sinal (longínquo):

 

“A round-trip radio signal between Earth and Jupiter

takes about 1 hour and 45 minutes,

so an autonomous navigation system is necessary.

NavCam

is a critical part of that system.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

(imagens: Airbus Defense and Space/universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:09

04
Ago 19

[Num Processo de Secagem Inconsequente.]

 

O que NEIL ARMSTRONG e BUZZ ALDRIN viram (no decurso da histórica e memorável missão APOLLO 11) – com Michael Collins a espreitar lá de cima (orbitando a Lua) a partir do módulo de comando COLUMBIA − ao olharem pela pequena janela do módulo EAGLE (o módulo lunar), aquando da sua descida e alunagem em 20 de Julho de 1969, na superfície do nosso único satélite natural (localizado a cerca de 384.300Km da Terra) a LUA.

 

Sem notícias da presença de residentes locais (nem de influenciados pela Lua, mais comumente denominados como “lunáticos”).

 

Num terreno árido como será um dia Albufeira.

 

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O local de alunagem do módulo Eagle

Registado há meio século

 

E o que será de nós se (por nossa opção ou não) tivermos parado de vez?

(daqui a umas centenas, milhares, milhões de anos, com todo o nosso Ecossistema alterado)

 

Certamente num cenário desolador e sem grande contraste − e como que se, se apresentasse, a “Preto-e-Branco” − posto perante seres alienígenas oriundos de um Mundo Construído e Elaborado a “Cores” e sobretudo único (no Universo), a poder afirmar perentoriamente conter Vida. Algo que um dia (com a Lua progressivamente a afastar-se) poderá acontecer com a Terra.

 

Mas ainda existindo a “Esperança” de que no interior do nosso Sistema Planetário (SOLAR) e acompanhando os Gigantes Gasosos (Planetas Exteriores como por ex. Júpiter e Saturno), uma das suas luas (das quase 200 sendo cerca de 140 de Júpiter/Saturno ou seja 70%) – como por exemplo EUROPA (uma das quase 80 luas de Júpiter) – tenha Água (em qualquer estado) e acompanhando-a (para além da ainda misteriosa Vida Mineral, a nossa estrutura central, a nossa “coluna vertebral”) Vida Orgânica.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:21

01
Jun 19

O local onde no mês de Fevereiro do próximo ano aterrará a missão MARS 2020 e a partir do qual se deslocará o seu ROVER (um veículo motorizado) na prossecução do Programa (da NASA) de Exploração de Marte (MEP): tendo como objetivo da missão o estudo da formação (e história inicial) e processos geológicos (e simultaneamente climáticos) do planeta, a hipótese de alguma vez na sua cronologia temporal ter tido Vida e ao verificar as diferenças apresentadas pela Terra e por Marte tentar descobrir como os Humanos lá se poderiam estabelecer. Ou seja, a Etapa Zero da futura Colonização pelo Homem, do até aí considerado misterioso (até há pouco tempo afirmando-se ter canais e até por lá andando os marcianos/como o fez Giovanni Schiaparelli em 1877) 4º Planeta do Sistema (Solar), o Planeta Vermelho.

 

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Cratera JEZERO

Onde o MARS 2020 e o seu ROVER

Tocarão a superfície de Marte

 

Um local escolhido para a nova missão da NASA e de um novo ROVER (depois da “morte” recente do OPOORTUNITY) movimentando-se na superfície de Marte, sendo um antigo lago marciano instalado numa cratera de impacto, talvez fornecendo ainda vestígios de algo (que por lá tenha passado − tanto no Espaço, como no Tempo − ou andado por perto) como Água ou como Vida. Pelo menos e a partir dos minerais aí existentes (pelas texturas e cores apresentadas, sendo certamente diversos) podendo-se por compreensão e associação confirmar ou não a existência de Água na História de Marte (com mais de 4,5 biliões de anos). Com o MARS 2020 (e o seu ROVER) a ter um tempo de vida estimado para um ano, mas certamente e tal como os seus antecessores (SPTRIT, OPPORTUNITY, MSL) estendendo-se por muitos mais − e concluída a missão ainda fazendo algo mais. Desde logo e estando já programado, tentar obter experimentalmente Oxigénio de dióxido de carbono e descobrir uma fonte de Água (não encontrada à superfície) de origem subterrânea. Tendo-se então aí “a base para a Base do Homem.

 

(imagem: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:10

02
Abr 19

[Com o metano a poder ter um papel fundamental, no aparecimento de Água em Marte. No caso da Terra e como todos nós sabemos, sendo um indicativo adicional da presença de Vida. Que o digam as vacas, tão famosas pela sua digestão & expulsão − de dejetos (e traques) ricos em Metano.]

 

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This image

shows large gullies

on both the pole- and equator-facing slopes

of a crater on Mars.

(Image: NASA/JPL-Caltech/University of Arizona)

 

Passado o Equinócio da Primavera (ocorrido a 20 de Março, pouco antes das 22.00) e lendo o SPACE JOURNAL (room.eu.com) relativo ao início da primeira semana do mês de Abril (Primavera no Hemisfério Norte e com a Mudança da Hora já efetuada, de sábado para domingo em Portugal), duas notícias bastante interessantes (pela presença de metano e pela presença de água) envolvendo o ainda misterioso (terá alguma vez tido vida, água, atmosfera?) planeta Marte (assim como o seu meio ambiente hostil) e podendo contribuir para o tão desejado êxito de futuras missões (de exploração espacial) desde sempre cobiçadas por Governos (EUA, Rússia, China) e agora até por Entidades Privadas (como a norte-americana SPACE X):

 

Falando-se da primeira confirmação da presença de METANO em Marte (com uma sonda confirmando os resultados da outra), efetuada por um grupo de cientistas utilizando dados obtidas pela sonda MARS EXPRESS e aí confirmando (relativamente ao mesmo período de tempo) anteriores dados fornecidos pelo ROVER da sonda CURIOSITY mas nunca completamente confirmadas e como consequência levadas a sério (pela restante comunidade científica) e como se já não bastasse (para alegria de ELON MUSK e do seu ambicioso projeto de Colonizar Marte)  da presença ainda hoje (como já poderá ter ocorrido no passado da História Geológica do planeta com mais de 4,6 biliões de anos) de água na superfície marciana − no seu subsolo.

 

Com novos estudos a afirmarem que o planeta “não será tão seco como se pensava” mas na realidade e nalgumas regiões algo húmido não só nos Polos (congelada) como até no Equador (chegando à superfície através de fendas, existentes nas suas inúmeras crateras). Tal como se pode constatar com “New evidence of a planet-wide groundwater system on Mars”:

 

“Earlier this month, scientists suggested Mars once had an ancient planet-wide system of channels that connected underground lakes with an extensive ocean that covered much of the martian surface. Impressive as this sounds, it might only be half of the story.”

(Kerry Hebden/room.eu.com)

 

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An artist's impression of the Mars Express spacecraft

which has just helped a team of scientists

make the first independent confirmation of a methane spike

recorded by Curiosity in 2013.

(Image: ESA)

 

Deixando no ar a ideia parcialmente confirmada e situando-se para além de uma mera hipótese teórica (ou não se baseasse em resultados práticos obtidos por aparelhos de medição instalados em duas sondas automáticas colocadas no local − uma em órbita/Mars Express outra à superfície/Curiosity Rover) de que no presente Ainda Existirá Água em Marte manifestando-se à superfície por intrusão da mesma (água e com a mesma a ser impulsionada devido a reações físico-químicas) desde o subsolo até mais acima (crosta marciana):

 

“We propose an alternative hypothesis that they originate from a deep pressurised groundwater source which comes to the surface moving upward along ground cracks."

(Essam Heggy/in Nature Geoscience).

 

E para além da presença de Água em Marte (no presente), sabendo-se da sua importância na existência de Vida (veja-se o caso do nosso planeta) e sendo nós seres (e como seu produto) Inteligentes e Organizados (tal e qual numa Linha de Montagem) − ou não fosse a Terra coberta em 70% por água e aproximadamente dentro dos mesmos valores o nosso corpo fosse (maioritariamente) por ela constituído – com a presença de um gás como o Metano (o mais simples hidrocarboneto) que na Terra poderá significar uma grande variedade de coisas (desde objetos a sujeitos): olhando apenas para as informações inseridas na Wikipédia podendo ser originado (o Metano) por ação de Gás e Carvão, de Vulcões e Falhas Geológicas, de Decomposição Orgânica, de Pântanos, de Digestão dos Animais, de Bactérias e etc., entre material mineral e material ORGÂNICO, possivelmente BIOLÓGICO, VIVO, ORGANIZADO.

 

(legendas/imagens: Kerry Hebden/as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09

08
Jan 19

Neste Milénio com o Homem já nas luas de Júpiter/Saturno – ou mesmo muito mais além!

(ou então nos arredores como Europa/Ganimedes/Calisto)

 

Apresentando o Mundo mais intenso a nível de Atividade Vulcânica em todo o Sistema Solar (incluindo nele todos os corpos celestes aí se movimentando): uma das 79 luas do maior planeta do nosso Sistema (Júpiter) IO (de dimensão ligeiramente maior que a nossa LUA). Falando um pouco de nós deixando a grande distância (e em termos comparativos) o Anel de Fogo do Pacífico (a região geologicamente mais ativa do nosso planeta a Terra).

 

JunoCam-Juno-Io-volcano-Dec-21-2018.jpg

1

Pluma vulcânica ejetada da superfície da lua de Júpiter IO

(ao centro/câmara da sonda JUNO/21 de Dezembro de 2018)

 

Uma imagem (1) registada pelas câmaras da sonda JUNO numa das suas várias passagens (previstas) em torno do planeta JÚPITER (orbitando-o a maior ou menos distância e aproximando-se/afastando-se de outros corpos celestes próximos, como as luas do planeta), mostrando-se ao centro uma erupção registada na sua lua IO (no ponto de separação entre a parte iluminada e a de sombra provocada pelo gigante-gasoso). Em dimensão a 3ª.

 

Galileo-Io-volcano-Jan-4-2019-800x450.jpg

2

Erupção vulcânica capturada pela sonda Galileu

(na sua passagem por IO no ano de 1997)

 

Como se pode ver com esta erupção vulcânica devido à sua grande intensidade (e brilho) a ser vista a grande distância no Espaço (do objeto observado), podendo-se com a melhor compreensão deste fenómeno (de ejeção de material da superfície da lua) entender todo o mecanismo envolvendo a influência do planeta Júpiter, não só com IO como com outras das suas muitas luas (como por exemplo EUROPA). Tal como já registado pela Galileu (2).

 

Voyager-1-Io-south-pole-1979-793x1024.jpg

3

Planícies vulcânicas na proximidade do polo sul de IO

(registado pela VOYAGER 1 no ano de 1979)

 

Aproveitando para referir que nas missões de exploração entretanto tendo vindo a ser desenvolvidas no Sistema Solar (na procura de outros Mundos/que não a Terra, de preferência com alguma forma de vida orgânica), têm sido cada vez mais fortes as evidências não só da evolução registada em Mundos ainda jovens como por exemplo IO (3) – através de fenómenos geológicos – como simultaneamente tem surpreendido o número de (Mundos) potenciais candidatos à existência de Água: esse bem tão precioso para a existência do Homem, como poderá ocorrer no caso de outra lua (de Júpiter) como por exemplo Europa.

 

Construída a Estação Espacial (ou outra plataforma móvel nas proximidades da Terra) e atingida a Lua e Marte (prevendo-se para a década de vinte), com o Homem a estar pronto (ultrapassado o protótipo) para as Viagens Interplanetárias: aí atingindo as luas de Júpiter e de Saturno e abrindo novos caminhos na Exploração Espacial.

 

(imagens: NASA em earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16
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