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Entre a Pandemia e a Endemia

Quinta-feira, 06.01.22

Na prossecução desta última vaga e já com a variante OMICRON em maioria quase total, mantendo-se estável a evolução do nº de Óbitos/dia (em ligeira descida) apesar da subida notória do nº de Infetados/dia hoje atingindo quase os 40.000 casos/dia.

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O nº elevado de infeções ─ um valor já esperado com esta variante substituindo Delta ─ devendo-se ao rápido contágio/infeção provocada por este novo coronavírus, infetando muita gente rapidamente, mas sendo muito menos ativo e mortal que o seu antecessor.

Gráfico Comparativo

Internados e Óbitos em Portugal e no Algarve em 2020/21 e 2021/2020

Período de 36 dias

01.12

05.01

IP

IA

OP

OA

2020

2021

138.518

3.226

2.781

26

2021

2022

352.727

(2,5X)

13.641

(4,2X)

588

(4,7X)

82

(3,2X)

(IP: Infetados Portugal IA: Infetados Algarve

OP: Óbitos Portugal AO: Óbitos Algarve)

Como se pode constatar na tabela (anterior) e em Portugal, comparando um período idêntico (de 36 dias) de 2020 e de 2021 e quanto ao nº total de Infetados e de Óbitos, verificando-se desde logo para Portugal ─ certamente com grande contribuição da vacina ─ 5X menos ÓBITOS.

O Algarve aparentemente apresentando-se em contraciclo ─ nesse mesmo período (36 dias) ─ c/ os Infetados a aumentarem 4X e os Óbitos (em vez de diminuírem, como indica a media do país) a aumentarem 3X. C/ o pico desta vaga (segundo as últimas previsões dos especialistas) a ser esta semana (até 9) ou na próxima (até 16) ─ antes indicando-se mais tarde (até 21).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:51

Covid-19/Omicron ─ E depois?

Quarta-feira, 29.12.21

Nesta quarta-feira (dia 29.12) tendo-se batido mais um record do nº de infetados/dia ─ 26.867 indivíduos ─ com a taxa de incidência a continuar a subir (hoje nos 923,4) assim como o índice de transmissibilidade (hoje com R(t)=1,23). Apesar do elevado nº de Infetados/dia, tal não se refletindo felizmente no nº de Óbitos/dia, este ano de 2021 registando-se 12 óbitos, ao passo que em 2020 o cenário era bem pior com 74 óbitos (ou seja, cerca de 6X mais).

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Para já a única preocupação dada a rapidez do contágio, a ser o possível esgotamento rápido das capacidades hospitalares e do SNS, dado o previsível amontoar de pessoas à espera de serem atendidas ─ para já nem falar de todos os outros doentes, irresponsável e estrategicamente (criminalmente?) ignorados ou mesmo esquecidos.

Casos

África do Sul

Reino Unido

Portugal

População

59.308.690

67.886.011

10.196.709

Infetados

+9.020

+183.307

+26.867

UCI

546

842

151

Óbitos

+81

+57

+12

(Covid-19 ─ 29.12.2021)

Pelo que se vê e confirmando o cenário apresentado na África do Sul origem desta nova variante do SARS CoV-2, ao contrário da variante DELTA refletindo mais o crescimento do nº de Infetados com números elevados de Óbitos ─ e apesar desta última ser muito mais rápida no contágio ─ com a descida no nº de Óbitos a ser bem evidente (e clara nos números) ainda hoje 2021 1/6 de 2020, efeito da "responsabilidade" de OMICRON.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:29

Covid-19 ─ Comparando 2020 com 2021 (dezembro)

Quarta-feira, 22.12.21

“No ano anterior (Natal de 2020) a pior vaga de Covid-19 que tivemos ─ transportando-a agora para este ano (2021) ─ começou na semana que aí vem (27.12 a 02.01), pré-alimentada por esta (20.12 a 26.12). E maluquinhos como sempre andamos por estas alturas, tudo sendo possível.”

Observando os dois gráficos referindo-se aos anos de 2020 e de 2021 em Portugal ─ comparando-se a evolução do nº de Infetados/dia em 2020 e 2021 e a de nº de Óbitos/dia no mesmo período, devido à Covid-19 ─ chegando-se à conclusão (analisando esse período de 22 dias) que se o nº total de Infetados subiu cerca de 1,2X (80.595 para 95.296) por outro lado o nº total de óbitos diminuiu cerca de 4,6X (1.749 para 382): o mais importante a tirar desta conclusão, diminuindo o nº total de Óbitos quase para 1/5 (de 2020 para 2021), a ser o da efetividade das vacinas e da respetiva campanha de vacinação.

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Evolução comparativa Covid-19

(dezembro 2020/dezembro 2021

Neste mês de dezembro de 2021, 2ª quadra natalícia consecutiva contando com a presença do coronavírus, no presente com duas variantes ativas uma parecendo começar a entrar no palco de combate (OMICRON) rendendo na sua função a variante-protagonista anterior (DELTA), com o nº de Infetados/dia em Portugal a regressar a números do início de fevereiro deste ano (de 2021) atingindo quase 9 mil Infetados, talvez começando já a confirmar a maior infecciosidade de OMICRON (sendo mais rápido no contágio) aos poucos tornando-se a variante maioritária. E estando este, OMICRON, ainda na “fase de chegar” (apesar de já poder ter metade da “cota de mercado”, face a Delta), tudo o que envolve esta quadra podendo ser negativo.

No Mundo e no último registo liderando o Reino Unido no nº de Infeções/dia (106.122/dia), regressando de novo a Rússia à liderança no nº total de Óbitos/dia (1.020/dia), com os EUA (1º/1º) ─ mais de 52 milhões de Infetados e mais de 830 mil Óbitos ─ o Brasil (3º/2º) e a Índia (2º/3º) a continuarem a ocupar (no total de Infetados/Óbitos) o TOP3. Com a Pandemia de momento e no Mundo apesar de registar um ligeiro incremento no nº de Infetados (+11% nos últimos 7 dias), mantendo a evolução do nº de óbitos em descida (-5%).

(dados: dgs.pt imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:56

A menos de 70 horas das Meias ou do Sapatinho

Quarta-feira, 22.12.21

[No Mundo e por esta altura com os EUA a liderarem este dia (22.12 antes das 02:00) com mais de 180.000 Infetados/dia e mais de 1.800 óbitos/dia (aqui ultrapassando a Rússia), nos últimos sete dias e a nível Global com o nº de Infetados a subir ligeiramente (+9%) e o nº de Óbitos/dia pelo contrário a descer (-5%).]

Cada vez mais próximos do dia em que há um ano atrás se deu início à “Vaga de Inverno” ─ por volta de 25/27 de dezembro de 2020 ─ vaga essa culminando em finais de janeiro de 2021 (atingido o seu pico máximo de atividade) com 16.432 Infetados/dia e 303 óbitos/dia,

À medida que o tempo passa, que todos se amontoam na rua (em espaços abertos ou fechados) e que a variante Delta vai sendo substituída progressivamente pela variante OMICRON (esta última já devendo andar muito perto dos 50%),

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Os números Covid-19 em Portugal mantêm-se relativamente estáveis (com um ligeiro crescimento, como se vê no gráfico), apesar da taxa de incidência ainda a estar a subir (em 1 de novembro 101,5 hoje 558,5 ─ 5,5X mais), mas com o índice de transmissibilidade R(t) a manter-se estável, com tendência para diminuir (em 1 de novembro 1,05 hoje em 1,07 ─ já praticamente igual).

No Algarve e contrariando o esperado (e projetado) até pela administração da vacina (a mais de 85% dos portugueses), nos últimos 51 dias e comparando os anos de 2020 e de 2021 para o mesmo período (1 de novembro/21 de dezembro),

Em 2020 registando-se um total de 3.681 Infetados e de 36 óbitos e em 2021 (devendo, pois, o resultado ser menor) assinalando-se um total de 10.634 Infetados (quase 3X mais) e de 88 óbitos (quase 2,5X mais), na região algarvia.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:54

Efeito IOIÔ

Terça-feira, 07.12.21

Contrariando o panorama geral nacional (Covid-19),

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Com as tendências de 2020 e de 2021 quando comparadas a apresentarem um saldo nitidamente positivo em favor deste último ─ menos infetados e muitos menos óbitos ─ na região do Algarve e comparando idêntico período do ano de 2020 e de 2021 (35 dias de novembro/dezembro), com a evolução do nº de óbitos/dia a estar em completa oposição ao esperado, aumentando em vez de diminuir: para além de nos últimos cinco dias terem-se registado +22 óbitos no Algarve (quase 24% do total de mortes nacionais no mesmo período, 93), com o nº total de óbitos registados nesse mesmo período (de 35 dias) a ser de 27 em 2020 e de 52  em 2021 (um crescimento de mais de 90%).

Levando-nos a perguntar, “o que se passa no Algarve"? E as urgências, as consultas, as listas de espera e as intervenções cirúrgicas? Então e os doentes?

(dados: dgs.pt ─imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:28

Pequena Massa, Mas Grande Peso

Quinta-feira, 25.11.21

No sentido de nos apercebermos melhor qual o peso dos óbitos por Covid-19, no total de mortes registados num determinado período e território ─ a partir de dados recolhidos na INED ─ verificando-se que no ano passado (2020) e em Portugal, enquanto por um lado se registaram 84.426 nascimentos, por outro lado tendo-se registado no mesmo ano 123.357 óbitos (um saldo negativo de 38.931 indivíduos): numa média de perto de 338 óbitos/dia.

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EUA

Em março de 2020

ainda no início da Pandemia

 

Quanto a esta Pandemia de Covid-19 andando por cá (Portugal) desde o início de março de 2020 ─ praticamente 21 meses ─ com a contabilidade no que se refere às vítimas mortais até agora registadas (25 de novembro) por ação do vírus SARS CoV-2 e respetiva doença Covid-19 a indicar para além de cerca de 11% da população portuguesa já ter sido contaminada, um número de óbitos atingindo já os 18.385 indivíduos: numa média de cerca de 29 óbitos/dia.

Significando por comparação que a percentagem de óbitos/dia por Covid-19 será cerca de 8,5% do total de óbitos registados diariamente em Portugal num mesmo período (ou até mesmo menor), não se percebendo muito bem a opção pela prioridade dada a este coronavírus, ninguém se pronunciando ─ até pela exceção ─ sobre tal escolha, existindo tantas outras origens certamente muito mais importantes (impactantes): ou não fossem os restantes 91,5%.

Na prática e desde que este coronavírus se começou a manifestar ─ pelo último trimestre de 2019, com os primeiros indícios na China, logo no início de 2020 rebentando no mesmo território (Wuhan) e em março explodindo na Itália ─ com o impacto a ser desde logo inesperado e violento (ninguém suspeitando da sua chegada, ninguém tendo visto tal coisa), lançando o caos social (pelo evento sem pré-aviso e pelo medo suscitado) e por “contagio” estendendo-se ao Resto do Mundo.

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EUA

No ano de 2020 com a Covid-19

a ser a 3ª causa de morte

 

No ano de 2020 e no seu percurso infecioso, já com o SARS CoV-2 ativo em todos os continentes ─ depois de saltar da Ásia para a Europa, por esta via (atravessando o Atlântico) ou por outra (região do índico/Pacífico) atingindo o continente americano (os EUA) ─ através da sua rápida propagação e intenso nível de infeção (de contágio) e mesmo que no início do ano de 2021 se tenha introduzida a 1ª vacina contra esta doença (Covid-19), com o nº total de óbitos a nível planetário a estar já muito perto dos 5,2 milhões (e com mais de 200 milhões já tendo sido infetados, cerca de 2,5% da população mundial).

A nível Global e nestes 21 meses numa média diária de óbitos (por Covid-19) não andando muito longe dos 8.000 óbitos/dia. E se no nosso planeta morrerem cerca de 164.000 pessoas/dia (163.898 segundo a worldpopulationreview.com), então os 8,5% de óbitos/dia por Covid-19 em Portugal (num total de 100%) baixarão ainda mais (com os dados Planetários) nem chegando aos 5%: ou seja no Mundo e todos os dias, em cada 20 pessoas morrendo apenas 1 de Covid-19 (sobretudo concentrados nos mais velhos, nos mais doentes, nos mais desprotegidos e noutras grandes minorias, escondidas não se vendo e pelo meio esquecendo-se dos jovens).

Tudo isto porque um organismo microscópico capaz de eficazmente se adaptar e replicar (com várias estirpes/variantes já no “mercado”) ─ podendo até ser alienígena, oriundo do Espaço (andando o Homem de cá para lá e podendo transportá-los) ─ chegou um dia ao nosso quotidiano, conseguindo (no outro dia) paralisar todo um planeta ─ há 21 meses tentando arrancar sem êxito (como antes em 2019) o seu motor. A Europa nem tendo ainda o seu motor, esperando pela nomeação do Chanceler (da Alemanha) o seu futuro Líder (e dono do motor).

(imagens: nytimes.com ─ cdc.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:32

Covid-19 PT/07.08

Sábado, 07.08.21

Sabendo-se a possibilidade de o nº de óbitos/dia ainda poder vir a subir (prolongando um pouco mais, os efeitos desta última vaga) e ainda de rumores de desentendimentos entre o militar coordenador da “Task Force” (das vacinas) e a civil Diretora Geral da Saúde denominada oficialmente como “o rosto da Pandemia”. A tal que afirmou que o vírus estava lá longe e que o uso da máscara era desnecessário ─ como nos recordou “inocentemente” um seu companheiro de viagem (de Estado), querendo certamente dar-lhe uma “pica” e com nome de santo, São Marcelo.

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Comparando estes dois anos Covid-19 (2020/completo e 2021/incompleto) colocando lado-a-lado o mês de julho de cada um desses anos ─ um vindo da 1ª vaga de março 2020 (Verão/julho/2020), o outro da penúltima vaga de janeiro 2021 (Verão/julho 2021) ─ podendo-se analisar a evolução do nº de infetados/dia e do nº de óbitos/dia nesse período da Pandemia.

Verificando-se então que apesar do aumento bastante significativo do nº de infetados/dia de julho de 2020 para julho de 2021, esse aumento não teve (felizmente para nós e agora) reflexo proporcional no número de óbitos/dia: e se o ponto máximo de infeções neste mês de julho de 2021 atingiu os 4.794 infetados/dia (23 de julho), comparativamente com o registado no mesmo dia de julho de 2020 (229 infetados/dia) sendo 21X superior, já no que diz respeito à reflexão desses infetados no nº de óbitos (registados nesse mesmo dia), se em julho de 2020 era de 3 agora sendo de 16, ou seja, “apenas” 5X mais. Antes, se por cada 76 infetados surgindo 1 óbito, depois sendo necessários 282 infetados para surgir 1 óbito (quase 4X mais).

Esperando-se agora pelo sucessor da estirpe/variante Delta, um dos descendentes do coronavírus original, designado como SARS CoV-2 ─ e sendo um ciclo periódico (ainda não confirmado, sendo ainda e apenas uma Pandemia, não uma endemia), existindo grandes probabilidades de uma nova vaga no outono (depois do verão), tal como sucedido o ano passado: tendo que estar tudo vacinado, talvez mesmo com um reforço (pelo menos para os mais frágeis), não existindo ainda a versão atualizada da vacina (mais cedo ou mais tarde, perdendo eficiência).

(dados: dgs.pt/zerozero.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:59

“Não Temer o Vírus” e “Vacinar, Vacinar, Vacinar”

Domingo, 18.07.21

[Sendo necessário, em ritmo militar.]

No final deste domingo 17 de julho de 2021, 2º ano Covid-19 (a caminho do 17º mês) e 1ª ano de vacinação (a caminho do 7º mês), das quase 10,5 milhões de doses administradas, com perto de 4,2 milhões estando já completamente vacinados (40%) e com perto de 6,3 milhões tendo tomado 1 de 2 doses (60%). Obra de um militar (de 60 anos), quando muitos civis com a mesma idade (ou mais novos), já estão reformados (ou prontos para se transferirem, feito o seu estágio no setor público, para o seu verdadeiro mundo a iniciativa privada).

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Infetados

1 de Janeiro 2021 a 15 de Julho de 2021

 

Determinando a razão entre o Nº de Infetados e o Nº de Óbitos ao longo deste ano de 2021 (durante 196 dias/28 semanas/14 períodos), em três pontos distintos dos respetivos gráficos ─ ponto inicial, ponto de pico máximo e ponto final ─ chegando-se à conclusão de que se no ponto inicial o Nº de Infetados era 70X o Nº de Óbitos (no ponto de pico máximo 51X), já no seu ponto final o Nº de Infetados era 453X o Nº de Óbitos: sendo pois muito menor as consequências mortais, mesmo com um nº muito superior de Infetados (com Covid-19).

Algo fácil de constatar observando-se e comparando-se os dois gráficos (aqui representados), muito semelhantes na sua evolução (no mesmo período de tempo e atravessando a vaga anterior) exceção feita à sua “fase final” com a curva de “Infetados” a ser bem mais expressiva do que a ligeiríssima curva de “Óbitos”.

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Óbitos

1 de Janeiro de 2021 a 15 de Julho de 2021

 

Podendo-se desde já destacar dois fatores podendo ter contribuído maioritariamente para a diminuição desta correspondência ─ diminuindo muitas vezes mais, o nº de mortes ─ apesar de mais contagioso sendo esta variante do vírus muito menos “mortal” (talvez mais graças a Nossa Sra. de Fátima, nunca à civil M. Temido de A. S.) e com a campanha de vacinação em curso sendo uma arma fundamental (podendo tornar-se num êxito, graças à liderança de um militar. H. G. e Melo) para diminuir drasticamente as vítimas desta luta prevendo-se prolongada.

Tentando-se agora adivinhar o que se seguirá a esta “vaga de Verão”, quando a vaga que antes mais se temia, seria aquela a surgir depois do Verão (fim do 3º trimestre/início do 4º trimestre de 2021): por essa altura e mantendo-se o ritmo (do “militar”), com 100% da população portuguesa completamente vacinada.

(dados: dgs.pt imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:09

Surfando a Vaga de Verão com o Certificado Covid-19 na Mão

Sexta-feira, 09.07.21

“Nunca se podendo esquecer a campanha de vacinação ─ com 58% dos portugueses tendo tomado já uma dose, 36,5% tendo já a vacinação completa, ou seja, quase 95% com um mínimo de proteção (contra a Covid-19) ─ vindo desta a maior oposição ao alastrar desta Pandemia de SARS CoV-2 (e suas estirpes/variantes).”

Agora que dizem estarmos a atravessar uma “nova vaga Covid-19”, a constatação de que mesmo estando a um nível muito semelhante no nº de Infeções/dia registado já na fase de decrescimento da “vaga anterior” (a “vaga de janeiro”) ─ 3.194 Infetados/7 Óbitos em julho contra 2.583 Infetados/203 Óbitos em janeiro ─ se por um lado o nº de Infetados/dia até cresceram 24%, por outro lado o nº de Óbitos/dia desceu drástica e felizmente nesse mesmo período (de 5 meses), sendo hoje 29X menor.

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De uma ponta à outra do gráfico c/ o nº de infetados não tendo a mesma correspondência c/ o nº de óbitos, do lado esquerdo sendo maior e do lado direito menor

Uma clara indicação de que apesar de ser mais rápido no contágio/infeção do que o coronavírus anterior (da “versão inglesa” passando-se para a “versão inglesa/indiana”) ─ comparando a vaga de março de 2020 (a 1ª) com a de janeiro de 2021 (a última) ─ a sua tradução em número de Óbitos é “imensamente” inferior, sendo pois (e no fim) menos mortal. Apesar de ter o inconveniente de sendo mais pessoas infetadas num menor espaço de tempo, sendo simultaneamente inevitável que o nº de internados hospitalares cresça rapidamente (não significando o seu transito para UCI, mas um caso de sobrelotação).

“Esta sexta-feira (09.07) registando-se a nível nacional +3.194 infetados (+323 no Algarve) e +7 óbitos (0 no Algarve), com vários concelhos algarvios na zona vermelha (taxa de incidência): Loulé (1016), Albufeira (997), Faro (714), Lagos (700), Olhão (627), Portimão (588) e Silves (516) ─ os concelhos acima dos 480."

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:49

A Pandemia no Mundo

Terça-feira, 11.05.21

A nível Global tendo-se ultrapassado os 160 milhões de infetados e os 3,3 milhões de óbitos (em cerca de 7,7 biliões de habitantes) e com as curvas de Infetados/dia e de óbitos/dia agora e de novo em tendência decrescente (depois de em fevereiro/março e seguindo até aí uma tendência de baixa, voltar de novo a subir), como se comprova a seguir:

Continente

Infetados

Óbitos

Europa

-17%

-17%

América N

-17%

-11%

Ásia

-1%

+8%

América S

-1%

-9%

África

-7%

0%

Oceânia

+54%

-42%

(Mundo)

(-5%)

(-4%)

Infetos/Óbitos Covid-19 por continente

(N: Norte S: Sul)

 

Com as responsabilidades das taxas positivas registadas na Ásia ─ no nº de Óbitos ─ e na Oceânia ─ no nº de Infetados ─ a ficarem a dever-se no caso do continente asiático à Índia ─ com mais de 250.000 mortos (ainda hoje quase +320 mil infetados e +3600 mortos) tornando-a de momento o centro desta Pandemia (de Covid-19) ─ e no caso da Oceânia à Papua Nova-Guiné com uma subida de 96% (passando de 427 para 824 de infetados, nas últimas duas semanas).

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Evolução Covid-19

(abril/maio de 2021)

 

Com o trio EUA (1º/1º), Brasil (3º/2º) e Índia (2º/3º) a continuarem a registar o maior nº de infetados e o maior nº de óbitos, tendo agora a Índia (infelizmente até pela sua população, mais de 1,4 biliões de pessoas, cerca de 18% da população mundial) como a principal contribuidora. Felizmente devendo já ter ultrapassado o período de maior atividade do vírus SARS CoV-2 (uma das suas variantes, pelos vistos mais perigosa), tendo transposto o máximo de infetados e o pico máximo de óbitos e como tal, já estando em descida: tal como previsto antes devendo-se ver “livre” do coronavírus, lá para início/meados de junho

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Resultado de incêndios em concelhos vizinhos

(Albufeira 08.08.2018)

 

E com o exemplo de excelência até pela sua dimensão (no combate contra esta Pandemia de Covid-19 iniciada há mais de um ano) a vir de duas ilhas da Oceânia (talvez por isso, estando completamente isoladas pelo mar) localizadas em pleno oceano Índico/Pacífico, a Nova Zelândia (2.643 infetados/26 óbitos em 4,8 milhões de habitantes) e a Austrália (29.938 infetados/910 óbitos em 25,5 milhões de habitantes). Sendo territórios quanto ao Covid-19 extremamente rigorosos ─ nas “entradas” ─ e dirigidos um por um homem, o outro por uma mulher, podendo ambos invocar terem (em conjunto com a sua população) derrotado (para já) o vírus ─ na Nova Zelândia com duas mulheres no comando, Patsy Reddy com Governador-Geral e Jacinda Ardern como 1º Ministro (sob a direção da Rainha Elisabete II).

(imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:00