Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Mai 18

No início da passada semana foi notícia a hipótese levantada por alguns cientistas (astrónomos) de que o corpo celeste 2015 BP 519 (orbitando o Sol a uma distância média superior ao do planeta Neptuno, o planeta mais distante do Sistema Solar),

 

‒ Um planeta-anão de 400/700Km de diâmetro, orbitando o Sol a 35/825 UA de distância (mínima/máxima) e tendo um período orbital de aproximadamente 8912 anos

 

PlanetNine_560black.jpg

Objeto 2015 BP 519 e Nono Planeta

(possíveis órbitas)

 

Poderia esconder atrás de si um outro objeto maior movimentando-se nas proximidades dos limites virtuais (regiões fronteiriças) do nosso Sistema Solar, sendo este o responsável entre outros aspetos pela excentricidade extrema do planeta-anão 2015 BP 519 (0.92) e pela sua inclinação (54⁰), no cumprimento da sua elipse.

 

Confirmando assim uma notícia anterior (de 2016), com outros dois cientistas (igualmente astrónomos) a declararem a existência de um outro objeto circulando bem para além da órbita de Plutão (localizado para além de Neptuno e anteriormente, antes de ser despromovido, considerado o planeta mais afastado do Sol), muito possivelmente um planeta gigante com uma massa umas 10X superior à da Terra:

 

Não o Planeta X (o misterioso e lendário planeta integrando o nosso Sistema muito falado mas nunca encontrado) quando Plutão ainda o era, mas o Nono Planeta (integrando o Sistema Solar e apesar da sua órbita extrema, rodeando em maior proximidade ou distância o Sol e os seus planetas e podendo no seu trajeto intersetar em tangente ou secante outras órbitas) despromovido o mesmo.

 

E deste modo relançando (para a ribalta e de novo) o nosso SISTEMA SOLAR,

 

‒ Considerado pequeno ou grande com muitos Segredos ainda por desvendar ‒

 

Inserindo-nos no Real (projetado) e confirmando o (nosso) Imaginário, apresentando-nos como proposta um Mundo-Irmão talvez do passado e de novo em aproximação (e como tal ‒ compreensão, prevenção e segurança ‒ necessitando análise e discussão).

 

Com o novo corpo celeste (o tal Planeta-Gigante afetando o Planeta-Anão) circulando atualmente para lá dos limites do nosso Sistema mas podendo ter a sua referência e centro na mesma estrela o SOL.

 

E falando do acompanhante ‒ o corpo celeste 2015 BP 519 ‒ e do protagonista ‒ o tal Planeta Misterioso ‒  deste cenário compartilhado ‒ extrassolar mas vizinho (e tendo ainda como hipótese, poder mesmo integrar o Sistema) ‒ aproveitando para refletir mais um pouco sobre esse planeta enigmático (recorrendo à nossa Imaginação como parte da Realidade) ‒ conhecido (entre outros nomes) por Nibiru, Planeta X, Nono Planeta ‒ atravessando e resistindo ao Tempo como se realmente existisse no Espaço.

 

800px-Oort_cloud_Sedna_orbit.svg.png

A Nuvem de Oort e o Sistema Solar

(comparação de distâncias)

 

Tendo em consideração que um corpo celeste como a Terra (um planeta) integrando o Sistema Solar (um Sistema Planetário tendo como referência o Sol) e circulando a apenas 1 UA de distância do Sol demora 1 ano a cumprir a sua órbita,

 

‒ Com um corpo do Cinturão de Asteroides (localizado entre as órbitas de Marte e de Júpiter) como Ceres (planeta-anão) e localizado a 2.8 UA de distância a demorar 4,6 anos a cumprir a sua órbita, com outro como Júpiter (o maior planeta do Sistema Solar) a 5.2 UA demorando 11.8 anos, com Plutão (planeta-anão) a 39.4UA a demorar 248 anos e com Eris (planeta-anão) a 97UA a demorar 557 anos ‒

 

Facilmente se chegando para objetos inseridos na Nuvem de Oort assim como para todos os outros localizados para além do seu limite (circulando periodicamente nessa região do Espaço ou atravessando-o acidentalmente),

 

‒ Entre 5.000UA/100.000UA de distância ‒

 

A uma estimativa aproximada (trajetória/órbita) de objetos circulando a tão incríveis distâncias ‒ recordando-se entre outros objetos tendo o seu berço (e rampa de lançamento) na Nuvem de Oort, cometas como o Hyakutake: em 1996 passando perto da Terra (a uns 15 milhões de Km) depois de uma viagem de cerca de 17.000 anos desde a longínqua Nuvem de Oort.

 

[Aproveitando para referir o trabalho do jovem astrónomo português Pedro Lacerda (juntamente com a especialista em língua anglo-saxónica a italiana Marilina Cesario) tendo como objeto da investigação o estudo de corpos celestes (viajantes) oriundos de pontos bem distantes no Espaço, localizados nos limites e para além da fronteira do Sistema Solar (a nuvem de Oort estendendo-se a uma distância do Sol entre mais de 5000/100.000 UA) ‒ como será o caso dos Cometas ‒ que recorrendo a dados já existentes sobre estes “viajantes” (muitos deles provavelmente extrassolares) oriundos das mais diversas organizações científicas (como por exemplo as NASA) e comparando esses dados das suas passagens, trajetórias e órbitas com registos assinalados em documentos históricos antigos (aqui entrando a linguista italiana para análise dos escritos medievais/em tapeçarias referido ao período séc. IX/XI), tenta recuperar dados sobre essas e outras passagens anteriores e desse modo levar à descoberta de outros desses corpos entretanto perdidos mas um dia podendo retornar ao nosso Sistema (como será o caso dos cometas de curto/Kuiper ou longo curso/Oort). Como poderá ser o caso do misterioso Planeta X (em versão antiga) ou do Nono Planeta (versão moderna).]

 

Com a descoberta do asteroide 2015 BP 519 relançando-se de novo a hipótese da existência de um planeta extra no nosso Sistema Solar (e talvez mesmo de trajetória parcial/secante ou totalmente extrassolar/tangente ao nosso Sistema),

 

Media,818745,en.jpg

Pedro Lacerda e Marilina Cesario

Investigadores da Universidade Queen’s em Belfast/Irlanda do Norte

(explorando o conhecimento medieval anglo-saxónico dos céus)

 

Aquando da sua aproximação (ao Sol) sendo talvez um dos responsáveis pelas alterações orbitais registadas nalguns dos corpos celestes integrando o nosso conjunto (planetário) centrado no Sol: um planeta cerca de 10 X maior que a Terra (um pouco como Júpiter) e localizado a cerca de 90.000.000.000Km do Sol (600UA/valor médio) ‒ ou seja abandonado o Cinturão de Kuiper (umas 100UA) e já no Espaço Profundo (600UA), a caminho da fronteira interior da longínqua Nuvem de Oort (bem para das 1000UA).

 

Um objeto no entanto com uma trajetória e período orbital só sugerido, mas ainda não conhecido nem sequer confirmado: mas certamente e pela distância (a que se encontrará existindo), com um período orbital bem superior ao de 2015 BP 519 (quase 9.000 anos) na ordem dos 10.000/20.000 anos (propostos para o Nono Planeta) ou ainda um pouco maior.

 

E sendo verdade a passagem em tempos anteriores no passado ‒ mais ou menos profundo (num Sistema com 4,5 biliões de anos de idade) ‒ e perto do nosso Sistema (e da Terra que hoje habitamos) de tal Planeta Gigante (possivelmente acompanhado pelo seu sistema de luas), sendo curioso associar tais possíveis passagens com Eventos (interligados) podendo ter ocorrido no mesmo (Sistema Solar) e afetando (simultânea e igualmente) a Terra:

 

Procurando a repercussão desses Eventos nos registos geológicos da Terra e associando-os aos seus principais momentos da sua Evolução (intimamente ligados à transformação/evolução das espécies) confirmando um com o outro.

 

(como terá sido o caso do mais conhecido impacto/extremo ocorrido há 65 milhões de anos, com um asteroide de 10Km a atingir o nosso planeta ‒ na América Central/Península do Iucatão/Golfo do México ‒ e a provocar a Extinção dos Dinossauros então a espécie dominante)

 

Um corpo celeste em possível aproximação ao Sistema, futuramente e confirmando-se, certamente enviando sinais (se por acaso já não o estiver a fazer, fazendo-se notar).

 

(imagens: quantamagazine.org ‒ wikipedia.org ‒ qub.ac.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:57

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