Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Mar 20

Não havendo mais notícias a dar e tendo o Espaço como tema − seja do lado público ou do lado privado − limitando-nos a observar (e a citar) subtemas de relativa (pouca) importância. Conclusão: não havendo financiamento, nada surgindo de novo, parando a evolução.

 

minimoon-TARcropcln-CC.jpg

Um ponto central brilhando

Não sendo uma imagem distante de um qualquer planeta

(como poderia ser o "Pálido Ponto Azul" de Carl Sagan)

mas um registo próximo de mais uma lua temporária da Terra

 

[Num registo de vídeo acompanhando no centro da imagem o movimento de 2020 CD3 (a pequena lua da Terra) e dando aos objetos  em redor (estrelas) o aspeto de traços brilhantes e bem coloridos.]

 

Impossibilitados de a observar em direto (não se realizando desde o início dos anos 70 do século passado, voos espaciais tripulados) e para tal e à falta de dinheiro (para “outras coisas”) recorrendo ao que se tem mais à mão (telescópios instalados na Terra, tendo a atmosfera terrestre à sua frente), com um grupo de astrónomos a detetar nas proximidades do nosso planeta e orbitando-o a uma determinada distância, um objeto desconhecido em princípio rochoso (como poderia ser algo de artificial produzido pelo Homem), de facto um outro satélite − natural − de tamanho reduzidíssimo e orbitando-nos tal como a LUA. E tal como acontecerá com a LUA com o decorrer do tempo um dia libertando-se dela e começando a afastar-se da Terra, com este pequeno objeto agora denominado como 2020 CD3 e tornando-se de momento numa “segunda Lua da Terra” e tal como sucedido com outros objetos semelhantes começando igualmente a afastar-se muito mais rapidamente e (podendo até retornar) a perder-se no Espaço.

 

(imagem: Observatório Gemini/Maunakea no Havaii/gemini.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:13

26
Fev 20

E a partir de 25 com a Terra a ter (oficial e temporariamente) 2 luas

Uma Lua Gigante (a LUA de d = 3.475Km)

E uma outra Lua Extra Anã (2020 CD3 de d = 1m/6m).

 

bg-w1.jpg

 

MPEC 2020-D104

2020 CD3: Temporarily Captured Object

(Minor Planet Center)

 

Observado pela primeira vez (oficialmente e posteriormente registado) no passado dia 15 de fevereiro – pelos astrónomos norte-americanos Theodore Pruyne e Kacper Wierzchos, utilizando o Telescópio do Observatório de Mount Lemmon (Tucson/Arizona) – e com a sua órbita acabando por ser definida a 25 (num código de 0 a 9, indicando a incerteza da sua órbita e possibilidade de impacto com a Terra, sendo designado como 4), a descoberta de mais um NEO (Near Earth Object/Objeto Próximo da Terra) − um asteroide muito particular − denominado 2020 CD3: um pequeno objeto movimentando-se nas proximidades da Terra, por vezes aproximando-se − podendo colidir − ou afastando-se da mesma, na sua aproximação ao nosso planeta (seja esse o caso) podendo ser capturado pelo mesmo, acompanhando-o temporariamente para de seguida (e tal como acontecerá com a Lua) partir e nos deixar para trás. Ou seja, a partir de agora e oficialmente com a “TERRA” a ter a “LUA” e (não tendo impactado e não se prevendo tal) mais uma “Lua Pequenininha” (com 1 a 6 metros de diâmetro).

 

file-20200226-24694-oergqg.jpg

 

Earth’s (been orbited for the past three years or so)

Got a new ‘moon’

(theconversation.com)

 

Não sendo uma visita inesperada por parte destas pequeníssimas luas ao nosso planeta Terra, com algumas a irem e virem como sucederá dentro de poucos anos a à lua 2020 CD3: como já sucedeu (por exemplo) com 2006 RH, passando por cá (em 2006/2007), afastando-se (em 2008 para o outro lado do Sol) e talvez regressando (segundo os astrónomos e nada acontecendo entretanto na sua viagem) em 2028. E já agora do objeto 1991 VG (pertencendo ao grupo dos chamados “quase satélites”) dando umas voltas à Terra (talvez mesmo só 1), desaparecendo e no futuro talvez voltando. Sem notícias de impacto e devendo-nos preocupar mais com outros tipos de asteroides – como os NEA/Near Earth Asteroids e os PHA/Potencially Hazardous Asteroids: com os PHA a serem os mais perigosos, com 100 metros ou mais de diâmetro e passando a 0,5DL ou menos de distância da Terra. Sabendo-se que muitos asteroides passam por cá e (não entrando na atmosfera/não explodindo/não impactando) nem sequer sabemos disso (sobrevivendo-se ao evento, só depois).

 

[d: diâmetro]

 

(imagens: minorplanetcenter.net – theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22

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