Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

03
Ago 16

“Um Boeing a um fio de uma tragédia – mas felizmente foi só chapa!”

(salvaram-se 300)

 

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O estado em que ficou o Boeing 777-300 após a extinção do incêndio

 

Este é o aspeto final do BOEING 777-300 A6-EMW pertencente à companhia dos Emiratos Árabes Unidos EMIRATES, momentos após a sua aterragem no Aeroporto Internacional do DUBAI, na conclusão do seu voo EK-512 proveniente da cidade indiana de TRIVANDRUM (localizada no sudoeste da Índia). Transportando consigo 300 passageiros de vários continentes e nacionalidades mas maioritariamente asiáticos: para além dos 18 elementos da tripulação, com os passageiros a serem oriundos de países tão distantes como os EUA, a Austrália e até a Irlanda.

 

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Provavelmente um problema num motor e/ou no trem de aterragem

 

Provavelmente como consequência de uma aterragem mal executada (pelos pilotos – diz-se que foi a Torre do aeroporto a relembrar a tripulação que ainda não tinha baixado o trem de aterragem) ou de algum tipo de problema técnico verdadeiramente inesperado (no Boeing 777-300 – testemunhas a bordo do avião afirmam que o comandante teria falado em problemas com o trem de aterragem). Segundo algumas testemunhas colocadas no local do acidente com o avião a poder ter focado a pista não tão suavemente como deveria ter feito, acabando no decorrer do seu percurso por se inclinar para a direita, embatendo com a asa no solo e incendiando um dos motores (que alguns passageiros afirmam já estar a deitar fumo instantes antes da aterragem). Imediatamente pegando fogo à estrutura próxima do avião e com os fumos tóxicos originários do incêndio a estenderem-se rapidamente a todo o seu interior.

 

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Passageiros do avião em chamas fugindo em pânico pelas pistas do aeroporto

 

Um incidente que seja quais forem as suas causas (técnicas ou humanas), só não teve consequências mais graves graças à imediata intervenção do Comandante e restante tripulação do avião da Emirates: face à extensão do incêndio e a uma possível explosão foi dada ordem para se iniciar de imediato todo o processo de evacuação. Numa operação que pelos vistos decorreu com total eficiência não sendo notícia até ao momento a informação sobre algum tipo de vítimas (feridos ou mortos). Num cenário de salvamento total de todas as pessoas presentes no interior do avião (como se pode ver na imagem anterior – um verdadeiro MILAGRE), pois caso contrário e se a explosão se tivesse registado apenas alguns minutos antes, poderia ter certamente originado mais uma grande tragédia da aviação mundial.

 

(dados e imagens: dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:53

22
Ago 15

“Shoreham plane crash: Seven dead after Hawker Hunter hits cars”
(bbc.com)

 

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Momento do choque do Hawker Hunter nas proximidades da A27

 

Face a um incidente como este (pela sua gravidade e localização) o que me pergunto é como é que ainda é possível em países desenvolvidos e avançados como a Grã-Bretanha, sucederem acidentes previsíveis e mortais como o sucedido hoje no aeroporto de Shoream.

 

Neste incidente que até ao momento já provocou 7 mortos e mais de uma dezena de vítimas (os automobilistas que circulavam na via rodoviária adjacente ao terreno do aeroporto), o detalhe fundamental que originou este acidente não estará muito provavelmente nem no piloto, nem na máquina, nem nas condições atmosféricas, mas simplesmente e certamente no responsável que autorizou a realização do Evento.

 

E se alguém ainda tinha dúvidas em identificar e aceitar racionalmente as suas causas, basta olhar para esta notória, violenta e fatal consequência e constatar que as vítimas até agora contabilizadas e relacionadas com este acidente, nem sequer tinham nada a ver com o festival aéreo a decorrer. E foram estas as suas vítimas (excluindo o piloto gravemente ferido).

 

E se já aceitamos como normal todas as notícias de mortos que nos chegam todos os dias aos nossos ouvidos, temos também que compreender que o que se passa lá longe pretensamente com outros motivos, um dia também se passará connosco bastando apenas banalizar as vítimas: só que aí as vítimas seremos nós.

 

Pior do que isto só mesmo na China (explosão no porto chinês de Tianjin provocando mais de 150 mortos e várias centenas de feridos). Mas na verdade e a continuarmos assim, vamos mesmo no MAU caminho.

 

(imagem – twitter.com/hashtag/Shoreham)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:27

17
Ago 15

“Acidente entre a Patã e Boliqueime mata três jovens e causa um ferido”

 

Quando eu cheguei ao Algarve a estrada EN 125 já era conhecida pela sua alta taxa de sinistralidade automóvel e pelo elevado número de vítimas, chegando mesmo a atingir o topo na sinistralidade nacional. Hoje ela parece querer voltar ao antigo e trágico cenário, mas pelos vistos as autoridades (políticas) locais ainda não acham necessária esta urgente intervenção: talvez no dia em que alguém os responsabilize pelas mortes (por omissão) indiretamente causadas.

 

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Acidente na Patã
(imagem – Elisabete Rodrigues)

 

Com tanto marketing e publicidade a acompanhar-nos durante todo o nosso percurso de formação (com campanhas comerciais imorais, subliminares e violentamente intrusivas, impondo modelos não alicerçados e virtuais, especialmente destinados às camadas jovens ainda em construção) e inconscientemente a condicionar-nos os nossos comportamentos e atitudes sociais (que em princípio nos projetariam na nossa integração e ascensão na comunidade), tanto é hipócrita aquele que invoca um acontecimento negativo justificando-o com tendo origem numa causa lateral, como o outro que liminarmente rejeita essa justificação por a achar deslocada do contexto desse mesmo acontecimento negativo.

 

O que interessa é que morreram pessoas (três jovens) e outras ficaram feridas: circulando ao nascer do dia numa das estradas mais perigosas de Portugal (EN125), pelo que afirmam testemunhas no local a alta velocidade e violando regras da estrada, conduzido por um jovem acompanhado por outros três jovens (todos maiores de idade) e após uma noite de diversão passada numa discoteca. Muitas serão as explicações apresentadas para este trágico acidente que provocou mais três mortos nas estradas do Algarve (e em plena época alta de Verão), desde o excesso de velocidade, à presença de álcool, ao cansaço dos mesmos e à juventude e inexperiência do condutor e dos restantes passageiros.

 

No entanto convém mais uma vez recordar que a grande maioria dos acidentes têm a sua explicação e justificação no desrespeito do código da estrada (1), na condição técnica dos veículos utilizados (2) e nas condições de condução proporcionadas pela própria estrada ao utilizador desse veículo (3). E se este acidente mortal se enquadra mais no ponto 1 (e talvez de uma forma enviesada no ponto 2, pois um carro de alta cilindrada é colocado na mão de jovens encartados mas inexperientes), jamais poderemos esquecer aquela que era há anos conhecida como a estrada da morte no Algarve (a EN 125) e de como a Via do Infante foi criada e apresentada como solução fundamental para esse problema: obviamente gratuita. Assim se este acidente não se deve diretamente à existência de portagens, convém no entanto e mais uma vez recordar que as mesmas autoridades (políticas) locais que antes eram pela sua gratuitidade e depois aceitaram o seu pagamento, se comprometeram como contrapartida ao mesmo a requalificar essa mesma EN 125, estrada que até hoje e fora algumas reparações pontuais e sem significado ou interligação (em toda a sua extensão) continua como se vê (principalmente quando a região se enche) a matar pessoas (nos seus pontos mais perigosos).

 

(título e imagem – sulinformacao.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:29

14
Mar 14

Se este acidente não foi um “Inside Job” (levado a cabo no interior do avião) então até poderá ter sido provocado (propositada ou inadvertidamente) por outros terrestres ou até por extraterrestres (uma abdução colectiva). Por favor! Ou nos estão a tomar por idiotas ou são mesmo incompetentes.

 

O avião terá invertido o seu sentido dirigindo-se depois em direcção ao Índico

 

Qualquer que tenha sido o destino do voo 370 das Linhas Aéreas da Malásia, o único facto indesmentível é que o mesmo largou como previsto de Kuala Lumpur com destino a Pequim, nunca tendo atingido no entanto o seu objectivo final. Pode-se imediatamente concluir que relativamente ao plano de voo deste avião algo de anormal se passou na sua execução, o que levou à alteração das suas condições técnicas de voo – por deficiência interna ou intervenção vinda do exterior – e no final ao seu (misterioso) desaparecimento.

 

Tal desaparecimento só poderá ter sido provocado – eliminando-se desde logo a hipótese de poder ter ocorrido alguma falha técnica interna grave – já que são várias as fontes que se referem insistentemente a uma mudança de rota do avião, voltando para trás na sua viagem em direcção à China e quase que invertendo a direcção da sua trajectória e à possibilidade cada vez mais forte de se ter mantido no ar durante pelo menos quatro horas – antes de todos os sinais possíveis de a ele serem associados desaparecerem completamente; para já não falar da incompreensível decisão dos pilotos caso estivessem a viver uma situação de emergência em desligar o transponder. Com aterragem em terra (a derradeira esperança dos familiares dos passageiros e dos tripulantes do avião) ou com queda no mar (infelizmente o cenário mais provável).

 

Com os dias a passarem – este acontecimento já tem uma semana – o milagre parece cada vez mais distante (a aterragem), caminhando-se agora aceleradamente para o cenário mais realista (e violento) e que acontece na esmagadora maioria destas situações: a queda do avião no mar com a morte de todos os seus ocupantes. O intervalo de tempo registado desde o seu desaparecimento é já bastante longo – veja-se o caso do avião que caiu no Atlântico na sua viagem Rio de Janeiro/Paris cujos destroços começaram a aparecer 4/5 depois – pelo que é cada vez mais forte a possibilidade de todos os seus passageiros e tripulantes (239) terem mesmo “Desaparecido em Combate”.

 

Não deixa no entanto de ser incompreensível senão mesmo inacreditável que com todos os sofisticados aparelhos civis e militares em actividade naquela região tão sensível do globo terrestre – com torres de telecomunicações, satélites espiões, radares, awacs e sei lá que mais – um objecto com aquelas dimensões e facilmente detectável se tenha simplesmente esfumado no ar.

 

(imagem – tmz.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:58

27
Jan 12

Queda de pedras esmaga operários

(ou Portugal o sítio do costume)

 

Bombeiros retiram os cadáveres dos trabalhadores

 

Alijó: Construtoras garantem que cumpriram medidas de segurança

 

O acidente ocorreu às 13h30, numa altura em que os homens, contratados pela Mota-Engil e pela Somague, não estavam a trabalhar. "Os três foram almoçar enquanto ficou outro a trabalhar na máquina. Quando voltaram, aquele saiu da máquina e um pedregulho soltou-se pouco depois. Ainda saltaram para tentar escapar, mas foram apanhados", lamentou ao CM Artur Cardoso, ex-operário nas obras da barragem.

Valter, Humberto e Carlos, residentes em Alijó, Armamar e Cabeceiras de Basto, foram esmagados por um maciço pedaço de granito. Quando os bombeiros e as autoridades chegaram ao local, já nada havia a fazer.

O facto de o acidente ter acontecido num local muito escarpado dificultou a retirada dos cadáveres. "Fizemos tudo com a máxima segurança e cuidado", contou Carlos Silva, comandante operacional distrital de Vila Real.

A administração da barragem de Foz Tua (A.C.E.), que integra as empresas Mota-Engil Engenharia, Somague e MSF, garante que a equipa "cumpria os regulamentos de segurança".

 

Comentário de um leitor:

 

"Muito triste quando pessoas trabalhadoras e honestas morrem assim! Os meus pêsames á família!"

 

(notícia CM)

                                                                                                                     

Conclusão – simples ou baralhada?

 

A culpa não é dos responsáveis da obra, porque são engenheiros ou outro tipo de magníficos doutores – raça superior;

A culpa deve-se dividir entre as pedras e os trabalhadores, porque os primeiros não têm noção das consequências dos seus actos e os segundos não têm noção dos actos das suas consequências – raça inferior.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:00

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