Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

10
Mai 18

Com a Ucrânia nem sequer passando de um sucedâneo (de reserva) da estratégia (atual) de supremacia global norte-americana (Até que ponto é que a Europa valerá algo/Até que ponto os europeus se quererão matar uns aos outros?), depois do fiasco na Síria após a intervenção russa (apoiando legalmente o regime de Assad) os EUA viram-se de novo para o seu verdadeiro objetivo: o controlo de todos os poços de petróleo daquela região (do Médio-Oriente) nele integrando o Irão, um dos maiores produtores.

 

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Ao mesmo tempo que o Presidente dos EUA Donald Trump se retirava esta terça-feira (dia 8 de Maio) do Acordo Nuclear Iraniano estabelecido e assinado no ano de 2015 em Lausanne (Suíça) ‒ tendo de um lado os membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU (China, EUA, França, Reino Unido e Rússia) e do outro lado o Irão ‒ subscrito como se pôde constatar (na altura) por seis das maiores potências do Mundo e pelo então Presidente dos EUA Barack Obama (com a Administração Norte-Americana de então a ser um dos seus principais impulsionadores desse processo),

 

‒ Não deixando desde já de invetivar o Irão (e o regime iraniano atualmente no poder), acusando-o de continuar a mentir (ao Mundo) e avisando-o estarem os EUA preparados para se estrategicamente necessário (pondo em causa certamente o petróleo) dar a resposta imediata e apropriada (mais Bombas outra Guerra)

 

O mesmo anunciava desde já o recrudescimento das sanções a tomar dirigidas contra o Irão, certamente esperando que outros se lhe seguissem (no apoio à decisão dos EUA) ou não fossem seus Aliados ‒ certamente com a embaixadora dos EUA na ONU Nikky Haley a pegar no seu bloco de apontamentos e a registar aí (para memória futura) o nome dos (desleais) opositores.

 

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Com a tomada de posição do Presidente dos EUA (passados 3 anos depois de Barack Obama sendo agora Donald Trump) a ter respostas diferenciadas conforme a parte do Globo à qual ia chegando a informação, mas dada a real essência do problema (o amor ao Petróleo e o ódio ao Irão) e tomando em consideração a total ausência de justificação para tal atitude tão inopinada (como se oriunda de uma criança) como extrema (só mesmo assumindo a atitude confrangedora e extrema da dupla britânica May/Boris, optando pelo “quase que de certeza é verdade” em vez de simplesmente optar pela “verdade”),

 

Levando os restantes 4 signatários do Acordo Nuclear Iraniano a manterem o seu compromisso (assumido e dito vir a ser respeitado e nada havendo contra, não existindo razão óbvia para ser descontinuado) reiterando-o de novo conjuntamente com o Irão ‒ enquanto os EUA denunciavam unilateralmente o acordo que os próprios tinham promovido e assegurado respeitar, desrespeitando os outros (signatários), isolando-se mais um pouco (do Mundo tal como no caso do problema Ambiental) e talvez preparando-se para a sua única escapatória ‒ perdido interna e externamente ‒ se quiser resistir (até ao fim do seu mandato) e ainda poder voltar a ser eleito (para um 2º mandato): da série Os Militares e a Guerra (destruído o Afeganistão, o Iraque, a Líbia, a Síria e o Iémen e regressados os Excecionais ‒ os mesmos que levaram todo o Mundo atrás das Armas de Destruição Maciça ‒ seguindo-se agora o cenário para um novo palco o Irão) numa Nova Temporada.

 

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E com o Mundo preocupado (caso do Continente Europeu), com outros a festejarem (Israel e Arábia Saudita) e com um outro à espera (o Irão para já sossegado) ‒ e com os ditos terroristas (sempre preparados para agir) apenas à espera das ordens oriundas do Irão (Hezbollah/os terroristas referidos como maus) ou então da Arábia Saudita (Al-Qaeda e Exército Islâmico/os terroristas referidos como bons). E até com a Boeing a sair agora prejudicada (depois das declarações de Trump) sendo mesmo obrigada a cancelar o seu negócio (de muitos milhões) de venda de aviões (de carreira) ao Irão. E com os Europeus com receio (avisando os EUA para não tentarem de qualquer fórmula bloquear ou destruir o acordo), com os Países do Golfo jubilantes (aliados da Arábia Saudita e logo tendo como grande inimigo o Irão), com Israel a aproveitar (a ocasião proporcionada por Trump) para atacar mais uma vez a Síria (Damasco) e lá ao fundo ainda quietinho e sem se manifestar o Irão, assegurando aos restantes países a manutenção pela sua parte do Acordo de 2015.

 

E no meio de tudo isto com o maior perigo a vir de Israel e da Arábia Saudita (com os seus poderosos e bem-equipados ‒ direta/indiretamente pelos EUA ‒ mercenários da Al-Qaeda e ISIS/ISIL), querendo tal como os EUA a destruição do Irão. Tentando de uma forma ou de outra uma intervenção direta por parte dos EUA (difícil de momento de acreditar) reeditando a Guerra do Golfo, mas agora tendo como objetivo o único país ainda intacto naquela tão martirizada (por submetida a terraplanagem e genocídio) região (destruídos Iraque e Síria) o Irão.

 

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Restando ao Mundo aguardar a evolução do guião desta série televisiva ‒ de muita ação e de guerra ‒ de origem norte-americana e numa reedição de anteriores (de sucesso para uma Indústria), nesta nova temporada (da Administração da Casa Branca) mudando um pouco o cenário (de base semelhante) mas mantendo o mesmo elenco (terroristas/mercenários), alterando radicalmente com a sua reorientação (obviamente e como sempre o Irão) o ambiente exterior de mais esta penetração: proporcionando na pior das hipóteses ao Irão o estatuto dos demais (territórios intervencionados pelos EUA). E com uma Nova Ordem Mundial (NWO) surgindo da aplicação da teoria (da Evolução) via Terra Queimada.

 

(imagens: moddb.com/dailycaller.com/demotivation.me/israeltoday.co.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

08
Mai 18

 

Última Hora

“President Trump declared on Tuesday that he was pulling out of the Iran nuclear deal, unraveling the signature foreign policy achievement of his predecessor, Barack Obama, and isolating the United States among its Western allies.”

(nytimes.com/08.05.2018)

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Donald Trump e a sua conferência de imprensa de 8 de Maio em que anunciou a sua retirada do acordo nuclear iraniano, aproveitando a ocasião (contrastando com a sua atitude face à Coreia do Norte) ‒ A Ocasião Faz o Ladrão ‒ para atacar o Irão.

E dando Uma no Cravo e Outra na Ferradura ‒ “não se comprometendo, utilizando argumentos dúbios, defendendo ambos os lados de uma contenda” (dicionárionet.com) ‒ o atual Líder dos Estados Unidos da América (45º Presidente e Republicano), simultaneamente ainda milionário do ramo Imobiliário, da Restauração, dos Concursos de Beleza e dos Casinos ‒ o nova-iorquino de 71 anos Donald Trump ‒ depois se oferecer inesperadamente à Coreia do Norte e ao seu líder (o ditador Kim Jong-un) para dialogar ‒ tendo anteriormente prometido Fogo & Fúria ‒ vem agora denunciar (esta terça-feira 8 de Maio) o acordo nuclear iraniano assinado pelo seu antecessor Barack Obama (estabelecido em 27 de Setembro de 2013 e acordado/concluído em 14 de Julho de 2015 com a assinatura dos EUA e do Irão e das nações integrando o P5+1 ‒ China, EUA, França, Reino Unido, Rússia e ainda o Irão) ameaçando desde já o Irão e prometendo-lhe se necessário uma resposta à base de bombas. E depois de outros acordos quebrados unilateralmente pela Administração da Casa Branca (Ambientais e Económicos) abrindo-se agora um novo e preocupante Cenário ‒ de Guerra (para os EUA e para o Resto do Mundo) ‒ dado o Irão ter Petróleo (ao contrário da Síria e da Coreia do Norte). Faltando-se apenas saber o que pensam a Rússia e a China (entalados como estão França e Reino Unido) ‒ e já agora da ONU ‒ da chantagem de Donald Trump (prometendo mais sansões) aos países não apoiantes.

 

“Trump deserves Nobel Prize if he solves Iran, Korea crises, says Boris Johnson.

UK foreign secretary is trying to persuade Trump not to scrap the Iran deal.”

(politico.eu/08.05.2018)

 

“Obama got Nobel before he did anything.”

(Boris Johnson/sky.co/06.05.2018)

 

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Benjamin Netanyahu

A prova irrefutável das mentiras iranianas

(proferidas pelos mesmos que afirmando terem os iraquianos Armas de Destruição Maciça ‒  Químicas e Nucleares ‒  terraplanaram o Iraque e praticaram genocídio)

 

“Will Trump pull out from Iran deal? The world will know today.”

(oneindia.com/08.05.2018)

 

Enquanto no nosso planeta e observando-o apenas segundo uma perspetiva Geográfico-Natural as maiores concentrações demográficas e simultaneamente as sociedades atualmente mais desenvolvidas se encontram esmagadoramente localizadas no Hemisfério Norte ‒ ou seja acima da linha do Equador ‒ se lhe acrescentarem na sua análise um outro parâmetro artificial por estritamente político-ideológico (separando Religiosamente o Bem do Mal segundo as diretivas Católico-Romanas e as leis do Capitalismo Ocidental), poderemos para sermos mais rigorosos e para nossa salvaguarda (e do o Mundo Ocidental) dividir a Terra não em 2 Hemisférios (Norte e Sul) mas em 4 Quadrantes: para nós Ocidentais com o 1º Quadrante a ser o Líder Mundial (englobando os Excecionais EUA e os seus Aliados Europeus) e o representante do Eixo do Bem, com o 2º Quadrante (localizado a leste) dominado pela Rússia e pela China (assim como pelo Irão) a ser o Inimigo Público Nº1 do Ocidente e o representante do Eixo do Mal e com os 3º/4º Quadrantes dada a grande potencialidade dos quadrantes anteriores (1º/2ºQ) e ao seu significativo atraso cientifico-tecnológico face aos primeiros (do 3º/4ºQ), a serem certamente a futura reserva de mão-de-obra (ou se preferirem e face à automatização, de escravos) para os tempos incertos que aí vêm: não sendo por acaso o controlo quase total dos EUA sobre o Continente Americano (América do Norte e do Sul) ‒ com exceções como Cuba e a Venezuela a sentirem as consequências da sua desobediência ‒ e o assalto de norte-americanos (com armas) e de chineses (com bens) ao Continente Africano tentando aí exercer o seu domínio e a sua supremacia. E com o Eixo Económico-Financeiro Mundial a deslocar-se progressiva e irreversivelmente para a Ásia (face à grave e pelos vistos irreversível Crise Económica, Financeira, Cultural e Moral atravessando todo o Continente) deixando a Europa descalça e de mãos estendidas (aos dinheiros e negócios Russos e Chineses) além de ajoelhada (frente ao poder do Dólar e Militar Norte-Americano) ‒ e humilhada pela atuação do Novo Dançarino francês: depois de Sarkosy seguindo-se Macron.

 

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2 Ditaduras (Coreia Norte e Irão) e a teoria dos 2 pesos e das 2 medidas

& An Olive Branch for North Korea, but Bombs for Iran (a tal teoria de novo)

U.S. Secretary of State Mike Pompeo is greeted by Saudi Foreign Minister Adel al-Jubeir in Riyadh, Saudi Arabia, on April 28, 2018.

 

“No reward for North Korea without irreversible denuclearization.”

(Secretário de Estado norte-americano Mike Pompeo/Reuters.com/12.04.2018)

 

Ultrapassado mais um fim-de-semana neste 1º Quadrante da Terra (englobando os EUA, a Europa Ocidental e já agora a sua principal instituição a NATO) no qual poderemos integrar Portugal (por direito geográfico, católico-romano, europeu e ocidental), destacando-se alguns Eventos mais passados ou presentes com maior ou menor impacto (suponhamos que os ocorridos entre 1/terça-feira e 7 de Maio/segunda-feira): em países limítrofes como Portugal ultima e prioritariamente direcionados para a Indústria Hoteleira e Turística (e afins como o da Construção e do Imobiliário) e para os omnipresentes Serviços (numa Monocultura levando ao afunilamento da área e à estagnação das restantes) ‒ oferecendo às novas gerações um único destino e uma única opção (de miséria) mas de mais rápida absorção (ou tempo não fosse dinheiro) ‒ com nada de relevante a suceder a não ser a constatação (não surpreendente pelo poder da Cultura Intrusiva Estatal e pela contínua manipulação da Memória distorcendo sistematicamente a História) do poder ainda intacto da Tríade Fado/Futebol/Fátima (44 anos depois da Revolução ou Golpe de Estado de 25 de Abril) ‒ com o festival da Eurovisão da Canção a caminho (dando desde já uns quantos milhões de prejuízo à RTP), com o Campeão de Futebol decidido (do Porto ficando as migalhas para Lisboa) e ainda com os Peregrinos na estrada dirigindo-se para o Santuário de Fátima (para as Comemorações do 13 de Maio na Cova da Iria, recordando o Milagre aí ocorrido há cerca de 100 anos) ‒ enquanto no Mundo Ocidental domiciliado no 1º Quadrante e sob orientação Norte-Americana, com as notícias merecedoras de tal definição (depois de filtradas e como sempre condicionadas à estratégia das FAKE NEWS) a poderem ter factualmente e pela sua profunda difusão fontes centradas (mesmo que não localizadas) nos EUA (simultaneamente sede do Crime Organizado e da Polícia do Mundo), na Coreia do Norte (associada à China), na Síria e no Irão (associados à Rússia) e na Venezuela (associada a Cuba) ‒ e com a Ucrânia de reserva (e a sua Guerra Civil temporariamente suspensa) agora que se aproxima o Mundial de Futebol (a iniciar-se já em Junho) na Rússia (antecipada e desportivamente dopada apesar de nesta época ser a 6ºRM atrás dos EUA medalhado com Bronze) de Vladimir Putin. Segundo a lógica atual (norte-americana e inglesa) ‒ e podendo ter como declarante anedótico/perigoso o chefe da diplomacia britânica Boris Johnson ‒ sendo igualmente a razão (tendo o Povo todo Dopado) da recente reeleição de PUTIN.

 

(imagens: reuters.com e marchonpentagon.com/01.05.2018 c/legenda em inglês)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

09
Dez 11

Agora é mesmo a 100%!

 

Se não há acordo amanhã (dia 8 … ou dia 9) não há segunda oportunidade!

Sarkosy

 

A consagração ou o fracasso?

 

População (factor importante, para que se tome uma decisão acertada):

16%/Alemanha (quem manda) + 13%/França (quem se quer salvar) + 71%/CEE (o que sobra) =

100%

 

População (por curiosidade, devido à sua reduzida importância):

Portugal (periferia do que sobra) =

2%

 

E agora Senhor Primeiro Ministro?

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:54

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