Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Ago 19

 

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Preparando

Uma Aventura de TRUMP

No Alasca

 

Enquanto o Mundo assiste à SELVA da AMAZÓNIA a ARDER sem nada se fazer − Bolsonaro de mãos-abertas apoiando os INCENDIÁRIOS (fazendeiros e garimpeiros), seguindo as suas perspetivas e ideias de desenvolvimento e EUA/EUROPA de mãos-fechadas dado serem os INVESTIDORES (nas madeiras, na produção agropecuária, na criação de gado e posteriormente na exploração do subsolo), seguindo um liberalismo selvagem cada vez menos democrático e evoluindo para uma espécie de CAPITALISMO DE ESTADO ESTALINISTA (cada vez sendo em menor número os Milionários e as Corporações) – eis que “para borrar ainda mais a pintura”, quando se pensava que a atitude fosse outra (ingénuos ou estúpidos, tratando-se de Trump) e esquecendo rapidamente a tragédia (e algumas das suas implicações e consequências) – por sinal (e alarme) ainda em curso – num caso com estreitas ligações com o registado no Brasil o presidente dos EUA dá instruções para terminar com uma lei (com mais de duas décadas) impedindo o abate de árvores na maior e mais preservada  Floresta Tropical à face da Terra, localizada no Alasca: aqui e substituindo Bolsonaro com Trump a pôr em causa (em risco de vida) quase 40.000Km² dessa floresta (para já ainda intacta). Só faltando mesmo alguma de Boris Johnson (ou não tivesse ele, mesmo não eleito para PM – e no que se diria um GOLPE − suspenso o Parlamento Britânico, esse tendo sido eleito).

 

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Apresentando

Uma Aventura de BOLSONARO

Na Amazónia

 

E desde que políticos como DONALD TRUMP (um Milionário da Hotelaria & Imobiliário e do Jogo & Espetáculo) – 45º Presidente dos Estados Unidos tomaram em suas mãos e como seu Líder Supremo (Ocidental, seja Republicano ou Monárquico) o controlo e o destino de Territórios & Populações (pelo menos sendo já dois, o Original a norte e a 1ª Cópia a sul) − ainda-por-cima um Topo de Gama como os EUA, considerada a Maior Potência Global e o Império dominante – tornando-se natural que face ao primeiro impacto (de inevitável mudança, face ao cansaço e revolta dos eleitores) e ao que os mesmos representam (ou não propagandeassem estes desde logo, o corte total com o passado), outros políticos (se não sendo milionários e como sucedâneos, pelo menos sendo ambiciosos) se lhe sigam tentando fazer precisamente o mesmo − enquanto puderem: como será já o caso (1º) do presidente do Brasil  JAIR BOLSONARO (este eleito e já sendo reconhecido como o TRUMP SUL-AMERICANO) e como potencialmente poderá vir a ser o caso do 1º Ministro do Reino Unido BORIS JOHNSON (este não eleito e podendo vir a ser reconhecido, se por acaso já não o é, como o TRUMP EUROPEU).

 

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Perspetivando

Uma Aventura de BORIS

Em Londres

 

Pelo que depois de mais de dois anos e meio de TRUMP (desde Janeiro de 2017) e tendo-o acompanhado desde o início (da sua Aventura nas presidenciais norte-americanas de 2016, ganhando-a surpreendentemente e surpreendendo-se a si próprio − muito tendo que agradecer aos Democratas pelo seu candidato presidencial escolhido, mas não desejado, HILLARY CLINTON), constatando-se que apesar de todos os ataques dos Média (por vezes chegando a ser asfixiante) mas posto perante o aparente crescimento económico registado (o que realmente interessa ao cidadão-comum, já que sem emprego e sem dinheiro nada se faz), o balanço (entre o crédito e o débito) tem sido claramente positivo (nas consideradas generalidades, mas sendo aqui as mais importantes) para o agora Protagonista Global (Donald Trump), obviamente levando outros a segui-lo: tentando à sua maneira imitar o Original, de modo a estar cada vez mais próximo do Molde, talvez um dia superando ambos e pondo-se ao lado do CRIADOR − dando-lhe de seguida “um banho” e ocupando então o seu lugar (nesta HISTÓRIA, que não de ingénuas-inocentes-crianças).

 

(imagens: 123movies.bar − Bart van Leeuwen/PoliticalCartoons.com/mercurynews.com − japantimes.co.jp)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:03

13
Nov 11

Lince do Alasca num fim de tarde durante o Verão, com as orelhas em movimento sinalizando atitudes

 

Estou violentamente chateado.

Chegou o fim-de-semana, não há nada para comer e a Maria ainda não apareceu por aí: deve estar à caça de comida, para alimentar as criancinhas.

As minhas orelhas reflectem a insanidade mental que me vai destruindo por dentro – a fome é grande e ninguém consegue aguentar!

E a moleza com que a orelha direita analisa o mundo, descaindo em sonolência descontrolada e escorrendo sem vergonha o seu odor pelo meu pelo caído, é ainda uma consequência da sujidade que me impregna e da acção malvada da força de gravidade.

Mas ainda me sobra a orelha esquerda, com uma réstia de esperança levantada em forma de antena e sustentando com alegria e coragem, o resto do meu corpo superior.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:08

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