Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Abr 20

Desconfinamento

 

Considerando a Alemanha o “Motor Económico-Financeiro  da Europa”, apenas subordinada a Ocidente ao “Superpoder dos Dólares e das Armas” − na posse dos Estados Unidos da América, não se autoproclamando por acaso como os “Excecionais” − achando por bem informar num  momento em que a Alemanha ainda luta contra o SARS-CoV-2 – hoje com mais 64 vítimas mortais (num total de 4.706 e com uma taxa de mortalidade/provisória de 3,2%), 2.889 infetados em estado grave/crítico e 91.500 recuperados (extraordinário, uma taxa de recuperação de 62,4%) – o início do regresso dos alemães e de todos os outros residentes no território à vida ativa (depois da Vida a Economia), no entanto e dado ser um processo ou “Missão de Alto-Risco”, de uma forma segura, lenta e progressiva: com o “Tiro de Partida” a ter sido dado hoje (segunda-feira, 20 de abril) no que poderá ser (resultando, até olhando para as últimas semanas e no que diz respeito à doença Covid-19) um bom exemplo a seguir por Portugal.

 

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Alemanha

 

Assim e numa 1ª fase, depois do “confinamento” forçado em casa – apenas com os serviços ditos essenciais abertos e em funcionamento – seguindo-se agora uma 2ª fase inversa na ocupação de espaço (e antónimo do termo anterior), o “DESCONTINAMENTO”. E para usufruto imediato deste novo bocado de Liberdade agora posto à disponibilidade neste espaço alargado − até para se poder distrair e aliviar grandes tensões − abrindo esta segunda-feira muitos mais edifícios (já menores que 800m²), considerados espaços extras e como (de uma forma ou de outra, para todos) verdadeiros “balões de oxigénio”: num primeiro episódio desta saga (“Desconfinamento”, iniciada a 20 de abril), lojas de roupa, de sapatos e de múltiplos outros produtos (tão gratas, do pequeno comércio), livrarias e estabelecimentos/oficinas da mais variada manutenção e num segundo episódio (a iniciar-se a 4 de maio) arrancando finalmente as escolas com aulas (pelo menos algumas) presenciais sem pressa (gradualmente) e com muita cautela (mantendo-se algumas restrições/como a distância mínima e recomendações/como o uso de máscara); não se sabendo ainda qual a data do 3º episódio (e seguintes), continuando à espera muitos outros setores económicos, desde cafés e restaurantes até espetáculos culturais e competições desportivas.

 

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Portugal

 

Deixando-nos aqui a pensar o que se irá passar no Algarve (assim como na Madeira), sujeito à monocultura turística – e com todos os outros sectores dependentes, por a essa monocultura associada − e arrastando-se o processo, arriscando-se a naufragar: pelo que no Turismo (e não me referindo a Lisboa/Tejo e ao Porto/Douro) e dirigindo-me ás suas duas grandes zonas que dão maior nome a Portugal – a Região de Turismo da Madeira e a Região do Turismo do Algarve – a intervenção terá que ser a  decisiva e a muito curto-prazo (e não como o Governo tem feito até agora, delegando dinheiro/aos Bancos e responsabilidades/esperando pela iniciativa de outros agentes internos/externos) caso contrário emergirá o desemprego (pelo abandono/pelas falências) e com ele a miséria (o que nem “ricos” nem pobres querem). Mas nem sequer necessitando de ser otimista – que se saiba não fomos bombardeados, mortos, destruídos, continuando lá as pessoas e as coisas, bem seguras e de pé – confiando mais uma vez no nosso pobre mas (quando necessário) grande Povo: o protagonista da “1ª Fase Covid-19” (e não nos políticos e governantes) e podendo clamar “Fomos Nós” (mesmo sabendo não ir ser mais ouvido) com toda a autoridade derivada da sua responsabilidade (e sacrifício). Portugal podendo até ser considerado (mais uma vez) um bom aluno pela Alemanha e daí tentar tirar benefícios.

 

(imagens: archyde.com − keyc.tv)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:22

08
Abr 20

[A 7 de abril de 2020]

 

  1. Covid-19 Alemanha

 

Evolução diária do número de vítimas diárias provocadas pela pandemia de Covid-19 na Alemanha, iniciada a 9 de março com 2 óbitos registados. A 7 de abril (206 mortes), com o último pico registado a 6 de abril e sendo este o máximo (Pico Máximo para já virtual) − 226 mortes ocorridas – podendo estar a evolução deste surto pandémico a desacelerar: esperando-se os valores desta quarta-feira (8 de março) para ver se a tendência de descida se mantem (em 2 dias consecutivos). A 7 de abril já com 30 dias de viagem desde a 1ª morte por Covid-19.

 

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  1. Covid-19 Portugal

 

Evolução diária do número de vítimas diárias provocadas pela pandemia de Covid-19 em Portugal, iniciada a 16 de março com 1 óbito registado. A 7 de abril (34 mortes) com o último pico registado nesse mesmo dia e não sendo este o máximo (Pico Máximo) − 37 mortes a 3 de abril e descendo, mas voltando a subir de novo – procurando-se ainda o Pico Máximo deste surto pandémico: desacelerando esta quarta-feira podendo-se imaginar de novo termos iniciado a descida (um dia consecutivo). A 7 de abril já com 23 dias de viagem desde a 1ª morte por Covid-19.

 

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  1. Covid-19 Alemanha (perto dos 84 milhões de habitantes) e Covid-19 Portugal (pouco mais de 10 milhões de habitantes) com a população da Alemanha = 8X a população de Portugal

 

Com a Alemanha tendo arrancado com 7 dias de antecedência no que diz respeito ao registo da primeira vítima mortal e confirmando-se 6 de abril como o dia da viragem, por simples comparação e associação podendo acontecer o dia da viragem  e na melhor das hipóteses lá para o próximo dia 13 de abril (segunda-feira).

 

Hoje (quarta-feira) podendo-se confirmar essa tendência não excedendo na Alemanha as 206 vítimas mortais e em Portugal as 34 vítimas mortais (ambas em 1 dia, de 7 para 8 de abril). E com os números de ontem (terça-feira) a apontarem para um total na Alemanha de 2.016 óbitos (4.895 em estado grave/crítico) e em Portugal para um total de 345 óbitos (271 em estado grave/crítico): num cenário global bem mais favorável a Portugal – Alemanha 8X a população de Portugal e no entanto 11X o número de mortes + doentes em estado grave/crítico − apesar do manguito da Alemanha à Itália e como consequência lógica – e recordando as palavras de Hillary Clinton referindo-se aos seus compatriotas e potenciais eleitores na campanha presidencial de 2016 e que a levou à derrota − aos Deploráveis da Europa.

 

E assim neste momento deste Jogo de Morte ainda a decorrer, para já e dando-lhe uma grande lição (entre outros a Merkel), com Portugal (o Pobre) batendo surpreendentemente a Alemanha (o Rico).

 

(imagens: worldometers.info)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:17

02
Fev 20

Este domingo 2 de fevereiro de 2020 com o inglês JUDD TRUMP a demonstrar face ao australiano Neil Robertson e 2º do Ranking Mundial, a razão pela qual é o atual Campeão do Mundo, Líder do RM e líder do Ranking desta época: com o inglês vencendo convincentemente o australiano por 9-6.

 

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Judd Trump

Vencedor do 2020 BetVictor

German Masters

 

J

N

RM

S

F

JUDD

TRUMP

 

 

ING

(1ª)

1-0; 1-1; 2-1;

2-2; 2-3: 2-4;

3-4; 4-4

(2ª)

5-4; 6-4; 6-5;

7-5; 7-6; 8-6;

9-6

9

Neil

Robertson

 

 

AUS

6

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial S: Sessão F: Frames)

 

Concluída a 10ª prova da época contando p/ RM, com Judd Trump a conquistar a sua 4ª vitória, face a duas de Mark Selby/ING e a uma de Shaun Murphy/ING, Neil Robertson, Yan Bingtao/CHI e Ding Junhui/CHI. Amanhã (fevereiro, 3) iniciando-se já a 11ª prova de RM da época − o CORAL WORLD GRAND PRIX (detentor do troféu Judd Trump) – com todo o Top 16 do RM presente incluindo Ronnie O’Sullivan/ING (e a transmissão no canal Eurosport).

 

(imagem: sportinglife.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:34

02
Set 19

"Right here in this city, more than 150,000 Polish men, women and children gave their lives in just 9 weeks of the Warsaw Uprising, which eventually saw the deliberate and total destruction of this city while Soviet forces stood by and allowed the slaughter. They died fighting to liberate these blood-stained streets from fascism, dictatorship, and the looming menace of communism."

(Vice-Presidente dos EUA Mike Pence – Polónia − 01.09.2019)

 

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II Guerra Mundial − 1939/45

Entre os Aiados contra a Alemanha Nazi e seus apoiantes, a Itália e o Japão

(contando c/ a colaboração da China, Austrália, EUA e URSS)

 

[Depois da I Guerra Mundial (decorrendo durante mais de 4 anos, de Julho de 1914 a Novembro de 1918) com os seus 40 milhões de mortos, sucedendo-se pouco mais de duas décadas depois (mais de 21 anos) a II Guerra Mundial atingindo mais do dobro de vítimas mortais da anterior: mais de 80 milhões num crescimento superior a 100%. Com os antecedentes a pré-anunciarem o que aí vinha, não só devido ao crescente poderio NAZI (sobretudo militar) como à apatia generalizada demonstrada tanto pela Europa como pelo resto do Mundo – nele incluindo os EUA (desejando manter a porta aberta para os negócios, com a Alemanha de Hitler): com a Itália a invadir a Etiópia, com a Guerra Civil Espanhola, com o Japão a invadir a China, a URSS e a Mongólia e concluindo − dando-se aí início à WW2 − com a Alemanha a invadir a Polónia. E abandonada a Europa “à sua sorte (assim como o Resto do Mundo) com a URSS tentando sobreviver “fazendo pela vida (com erros, mas com mudanças), lutando em vez de (como todos os outros fizeram) capitular, como o comprovam o total de vítimas mortais.]

 

[Por ordem do Predador e contando com o apoio incondicional

− Existindo pagamento e não tendo sido ainda comidas

das suas Presas.]

 

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Wielun

Após o bombardeamento da Luftwaffe

(01.09.1939)

 

Numa cerimónia de Estado recordando o início da II Guerra Mundial (Setembro de 1939) – realizado no lugar (cidade de Wielun/província de Lodz) e à hora (pela madrugada) em que há 80 anos atrás a 1ª bomba alemã atingiu solo polaco (dando-se início à Invasão da Polónia) – para os distraídos (de memória e culturalmente) colocando de um lado a URSS e a Alemanha, do outro o Resto da Europa e no meio os EUA, apoiando estrategicamente as empresas alemãs já aí numa de “ajuda humanitária (e até ajudando Hitler a ocupar a Polónia, numa Guerra Relâmpago) − aí se lançando os norte-americanos no caminho que os levaria a ser considerada a “Maior Potência Global” (além de Únicos e Excecionais com o fim da URSS) – fazendo tábua-rasa da História e da participação do Homem na mesma (em 1939 com a população mundial a andar pelos 2,5 biliões) no sentido e com a finalidade de a alterar “revendo-a” (Reescrevendo-a de acordo com os “Novos Senhores do Mundo”), com a mesma – estranhamente olhando para o início (como tudo começou em 1939) com os seus 1200 mortos (centenas de feridos e cidade destruída) e não para o seu fim (como tudo evoluiu e se concluiu em 1945) com a celebração do fim da guerra e dos campos de concentração – a realizar-se na presença para além dos organizadores os polacos (presidente Andrzej Duda), dos norte-americanos (Vice-presidente Mike Pence) e dos alemães (Presidente Frank-Walter Steinmeier), ignorando por outro lado deliberada e completamente (e até aproveitando para fazer ataques à Rússia, herdeira da URSS) o papel fulcral desempenhado pela URSS na vitória Aliada na II Guerra Mundial:

 

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Frank-Walter Steinmeier, Andrzej Duda e Mike Pence

80º Aniversário do início da II Guerra Mundial em Varsóvia

(01.09.2019)

 

Bem espelhado no sacrifício direto e mortal na defesa da frente leste (e central) da Europa ao avanço do Exército Nazi (apoiando o avanço a oeste, das forças aliadas lideradas pelos EUA) de 20/27 milhões de soviéticos, num universo total de cerca de 70/85 milhões de vítimas mortais (1/4 a 1/3 do total). Nunca se podendo esquecer (na História da 2ª GM) o posterior colaboracionismo polaco (com a Alemanha Nazi, até na perseguição aos judeus) − para já não se falar do papel central da Alemanha (no erguer de Hitler ao poder, na Guerra Civil de Espanha, na perseguição aos judeus e no deflagrar da II Guerra Mundial) – convidando o inicial observador (EUA) e o inicial e final predador (Alemanha), mas não uma das suas maiores vítimas (Rússia) a presa tornada predador (antes com o bom Tio Joe − antes de cair em desgraça, restando o irmão Tio Sam − depois com o diabólico Putin): e perante os EUA com as autoridades polacas agora em vez de manipular (dissimular, mentir, afrontar) em mais um gesto de subserviência não com a Europa mas com os EUA (através entre outras organizações da NATO) oferecendo-se graciosamente para se poder ver manipulada, obediente e bem paga (não em euros mas em dólares).

 

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Mike Pence em substituição de Donald Trump

Participando na cerimónia de memória do início da II GM

(e aproveitando a ocasião para atacar a URSS/Rússia)

 

E acompanhando os EUA (manipulando o Tempo e o Espaço dos factos) nos ataques à Rússia (olhando só para o início, ignorando a evolução e pelos vistos, desprezando os resultados) – em críticas vergonhosas por dirigidas a 20/27 milhões de mortos (entre 70/85 milhões de mortos, sacrificando-se por mais de 2 biliões, entre eles polacos) morrendo, no entanto, não tendo culpa (?), de serem europeus, asiáticos e russos (e certamente comunistas). Repetindo-se o mesmo com a China (lado Aliado, com 15/20 milhões de mortos) só depois vindo a Alemanha (de Hitler com 7/8 milhões de mortos não contando as “colónias”) e a seguir Polónia (talvez por ter sido, contra a vontade popular, colaboracionista, com 6 milhões de mortos) e ainda outros países asiáticos como o território que é hoje a Indonésia, o Japão, a Índia e o que representa o Vietnam/Laos/Camboja (para além da extinta Jugoslávia − de novo com intervenção alemã, apoiando os croatas na 2ª GM sendo estes pró-nazis e atacando sérvios na 2ª GM sendo estes últimos pró-aliados − com os seus 1/2 milhões de mortos). Com os EUA entrando mais tarde na Guerra e estando situado lá longe (com os continentes mais atingidos a serem a Europa e a Ásia) a ficar-se por pouco mais de 400.000 mortos: uns 0,5%!

 

"Through the brutality of war and through 'four decades of communist rule, Poland and the other captive nations of Europe endured a brutal campaign to demolish [your] freedom, … your laws, your history, your identity [and your faith] … Yet you never lost that spirit. Your oppressors tried to break you, but Poland could not be broken.'"

(Vice-Presidente dos EUA Mike Pence – Polónia − 01.09.2019)

 

(imagens: wikipedia.org – Petr David Josek /AP e foxnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:25

24
Mai 19

“Confirmando-se todas as previsões com o Centro (os anteriormente referidos como, Moderados) não contando (um Campo Político completamente obliterado), com a Esquerda a perder (apesar de algum reforço registado na Extrema-Esquerda) e com a Grande Vitoriosa a ser à DIREITA, reforçada pela EXTREMA-DIREITA. Mas com a Alemanha (tal como Portugal) mantendo o rumo e apontando em sentido contrário, deixando-nos aqui (alertas/preocupados) a pensar. E com os EUA já prontos com o seu “Pronto-a-Despir”!

 

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From left:

Geert Wilders of the Dutch Party for Freedom;

Matteo Salvini of the Lega Nord party;

Jörg Meuthen of Germany’s Alternative For Deutschland party;

and Marine Le Pen of France’s National Rally party

attend a rally of far-right, nationalist leaders in Milan, Italy, on May 18, 2019,

ahead of the May 23-26 European Parliamentary elections

(legenda: Jen Kirby/vox.com)

 

Marcadas para os próximos 4 dias (23/26 Maio) decorre um pouco por toda a EUROPA (dos 5 continentes o 4º maior, só ultrapassando a Oceânia) – constituída por 58 países/territórios e mais de 850 milhões de pessoas, distribuídas por uma área de mais de 10,5 milhões de Km² − as Eleições para o Parlamento Europeu (últimas realizadas em 2014): realizando-se nos 28 países (cerca de 50%) integrando a União Europeia − destes não fazendo parte a RÚSSIA (142 milhões de habitantes/17 milhões de Km² de área) o maior e mais populoso estendendo-se pela Ásia e correndo ainda o risco de perder muito brevemente um deles o REINO UNIDO (85 milhões de habitantes/0,25 milhões de Km² de área) − envolvendo mais de 500 milhões de pessoas (eleitores) e elegendo entre as várias “Famílias Políticas” um total de 751 Representantes (os tais deputados europeus) e podendo ainda ser um número menor (705) caso se confirme (o BREXIT) o abandono do Reino Unido (c/ 46 representantes na EU).

 

Para além da distribuição das diversas forças políticas concorrentes (concorrendo nesses 28 países), pelas suas “Famílias ou Ramos Familiares mais Próximos e se possível sendo-o Ideologicamente”, sendo colateralmente interessante (até pelas consequências que daí poderão advir) conhecer os resultados que poderão surgir destas Eleições Europeias, (1) relativamente ao Reino Unido (um país da Liderança Europeia querendo sair dela), (2) à França (um dos países da Liderança Europeia querendo assumir maior protagonismo, mas com a maioria do seu Povo manifestando-se contra essa mesma liderança) e como seria óbvio (3) à Alemanha até por ser (até ao Presente) a Líder dos Líderes da Europa e como tal o máximo representante da EU (o Vassalo-Maior) face aos Todo-Poderosos e Líderes Globais os EUA sob comando (o tal que num último impulso, ditará o destino do Botão Atómico) de DONALD TRUMP.

 

Desde logo comparando os resultados obtidos em 2014 pelas diferentes famílias políticas Parlamentares Europeias, com as últimas projeções de resultados (sondagens) realizadas sobre estas Eleições Europeias de 2019 (já em curso) − como se vê no quadro seguinte:

 

Família

Política

Sigla

Ideologia

Lugares em 2014

(R)

Lugares em 2019

(S)

Variação 2014/2019

Partido

Popular

Europeu

PPE

Conservadores

215

177

-38

Aliança Progressista Socialistas Democratas

S&D

Social-Democrata

/Socialista

185

152

-33

Europa

Nações

Liberdade

ENF

Extrema-Direita

-

76

+76

Aliança

Liberais Democratas

ALDE

Conservadores

59

71

+12

Reformistas

Conservadores

ECR

Conservadores

45

56

+11

Verdes

Aliança

Livre

GREENS/EFA

Verdes

49

55

+6

Esquerda

Europeia

GUENGL

Socialistas

/Comunistas

45

47

+2

Europa

Liberdade Democracia Direta

EFDD

Direita

38

19

-19

(Não

Inscritos

num Grupo)

(NI)

(variada)

42

-42

Outros

Extrema

Direita

(OFR)

(Extrema

Direita)

-

49

+49

Outros Moderados

(OM)

(Moderados)

-

2

+2

Outros

Extrema Esquerda

(OFL)

(Extrema

Esquerda)

-

47

+47

Novos

Partidos

(NP)

(variada)

73

-

-73

Família

Política

Sigla

Ideologia

751

751

0

Legendas

R: Resultado S: Sondagens

 

E dividindo as diversas “Famílias Políticas” em 5 Blocos – Extrema-Direita (ED), Direita (D), Centro (C), Esquerda (E) e Extrema-Esquerda (EE) − para melhor se verificarem as transferências (de eleitores/votações entre eles) registando-se (conforme o quadro seguinte):

 

Espectro Político

Lugares em 2014

(R)

Lugares em 2019

(S)

Variação 2014/2019

ED

-

76+49=125

+125

D

215+59+45+38=357

177+71+56+19=323

-34

C

-

2=2

+2

E

185=185

152=152

-33

EE

49+45=94

55+47+47=149

+55

Outros

42+73=115

-

-115

Espectro Político

751

751

0

 

Concluindo-se por uma evidente transferência de votos do Centro-Político (seja de centro-direita ou de centro-esquerda) para os Extremos-Políticos (extrema-direita e extrema-esquerda) – “no mínimo uns 70 deputados perdidos” − com os mais favorecidos (por essa mesma deslocação de eleitores) a serem de um dos lados o ENF conjuntamente com outros grupos de extrema-direita (radicais) e do outro lado outros grupos de extrema-esquerda (radicais) – “no mínimo uns 180 deputados ganhos”.

 

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A Eleições Europeias em Portugal

c/ os Cabeça-de-Lista do

PS, BE, PSD, CDS, PCP/PEV e ALIANÇA

 

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Numa variação desinteressada entre uma campanha baseada na contabilidade europeia (economicista) do toma-lá-dá-cá e uma outra campanha paralela e coincidente e “por replicação”, procurando a paridade (segundo o “molde original”)

 

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Em Portugal com este clima moderado e tão perto do Mediterrânico, existindo sempre a possibilidade de não estando (eventualmente) nada em perigo e nada nos sugira outro rumo, surja sempre a alternativa de em vez de uma ida às urnas se faça uma, mas à praia

 

E assim e como se vê com as políticas ditas “moderadas” aplicadas nos últimos tempos na EU a sofrerem uma “Grande Derrota Plebiscitária (confirmando-se estes resultados de momento não passando de sondagens), levando os eleitores em desespero e sem saberem o que fazer (político-partidariamente, já que ideologicamente “tudo se foi e esfumou”) a refugiarem-se nas propostas mais extremas e radicais, proporcionando a subida abruta (no meio de todo este Caos e confusão generalizada, a toda a Europa) e oportunista (no exato Momento) dos chamados Populistas (histórica e esmagadoramente e mesmo que muitos o neguem, Conservadora, Situacionista, Estática e contrariando o Movimento e a Evolução – “nada se cria nada se perde” − de Direita). Com o Centro definitivamente a confirmar “a sua Morte já anteriormente anunciada − e levada em ritmo de Cruzeiro, lançado sobre águas-alteradas e fazendo-o estando senis a grande velocidade (vindo já de eleições anteriores e como um retrato realista e fiel da Europa vista como uma “Velhinha-Querida vivendo dos seus Rendimentos”), levando aos Céus os seus extremos (em proporcionalidade inversa/mais violentos/menos conversa, ou em proporcionalidade direta/menos pacifistas/menos diálogo) e ao poder o Prometido, o seu “Caudilho: “lideranças políticas carismáticas ligadas a sectores tradicionais da sociedade (civil e militar) e que baseiam seu poder no seu carisma. Muitas vezes permanecendo no governo por mais tempo do que o previsto. (wikipedia.org)

 

Em termos de Esquerda e Direita (e obliterado o Centro) com o Parlamento Europeu a manter-se “sensivelmente(para nos manter-nos ainda otimistas, apesar da diferença visível e crescente) dividido ao meio – em 2014 (resultados) com um mínimo de 357 p/Direita e 279 p/Esquerda (115 incertos/podendo ser de Direita ou Esquerda) e em 2019 (sondagens) com um mínimo de 448 p/Direita e 303 p/Esquerda, num crescimento do Bloco de Direita (de um mínimo de 78 de vantagem quase que duplicando e subindo para um mínimo de 145 de vantagem) – mas pelos parciais apresentados e levantada definitivamente a “Cortina” (de fumo, “depois dos sintomas, manifestando-se a doença”) tendo-se mesmo que engolir a pura e dura realidade (aliás o que nos transmitiam os nossos Órgãos dos Sentidos)  olhando apenas para os Números: 448 (60%) contra 301 (40%) em 751 (não desistindo o Reino Unido e pelos seus 46 representantes, passando a 705) e vencendo a DIREITA (contribuindo com 72% nos votos de Direita) contando com o grande reforço da EXTREMA-DIREITA (contribuindo já com 28% nos votos de Direita).

 

Nunca esquecendo (não, não esquecido, apesar de momentaneamente ultrapassado) o atrás referido “Carrossel 1/2/3(Reino Unido/França/Alemanha) e analisando-lhes para ser rápido e por ser desnecessário (todos prevendo o que irá acontecer, a partir dos votos expressos pelos eleitores) apenas as últimas sondagens e a partir daí, os seus mais que previsíveis futuros (políticos) sendo apenas confirmados (um pró-forma e o mais tardar) no fim do próximo dia 26 de Maio (domingo): em (1) com o partido do BREXIT de NIGEL FARAGE a liderar com grande avanço as sondagens (35%), deixando a grande distância Trabalhistas (18%) e Liberais (17%) e pelo caminho esmagando os ainda representantes do Governo (da por horas/dias ainda 1º Ministro Theresa May) os Conservadores – apontando mais uma vez a saída da Grã-Bretanha da EU; em (2) com o partido de Marine Le Pen (Frente Nacional, de Extrema-Direita) a liderar as sondagens (24/25%), seguido a curta-distância da coligação de partidos da Direita-Liberal (Republica em Marcha/Movimento Democrático) de Emmanuel Macron/François Beyru (22/23%) e ainda a maior distância pela coligação Republicanos/Centristas (um fundado por Nicolas Sarkosy o outro de Hervé Morin) ainda de Direita com 12/13%, com “bem lá longe e meios perdidos (finalmente aparecendo a esquerda) aparecerem finalmente a “França Insubmissa” mais à esquerda (9/10%) e os Socialistas (em coligação) com 5/6% mais ao centro – só aqui numa derrota clara (média) e brutal da esquerda de 60%-15% e assim apontando para a vitória da Direita; chegando-se finalmente a (3) o local do “Centro de Comando” e onde reside (por delegação consciente de todos os outros estados) toda a origem do Problema − a ALEMANHA – nas suas sondagens nacionais com incidência direta e imediata em todo o Continente Europeu (não só nos 28 países, como nas restantes duas dezenas) − do Atlântico até à Rússia (incluindo-a parcialmente como Europa), vista como “uma porta-de-entrada para a Ásia (na sua parte oriental) – e ao contrário dos Estados anteriormente mencionados (Reino Unido e França), mantendo-se a coligação (entre elas governamental) centro-direita de ANGELA MERKEL na liderança (CDU/CSU com 28/30%), seguida já de longe pelos Verdes (17/19%) e pelo SPD (não se conseguindo impor como oposição com 15/17%) e ainda mais afastada e no mínimo surpreendentemente (“pelo ambiente geral europeu e pelo seu crescimento anterior”, mas agora parecendo “ter fossilizado”) surgindo a AfD (extrema-direita) com cerca de 12% (e de seguida surgindo a Esquerda com 7% e os Liberais com 6/7%). No caso da Alemanha com esta e de uma forma bem clara (fiando-nos nas sondagens) a virar as costas à Extrema-Direita e traduzindo (como esta o afirma) recusando (como Alerta e Aviso) o Populismo: deixando para a Extrema-Direita talvez uns 15% (contra os restantes opondo-se-lhes uns 85%) e mantendo bem ou mal o rumo previamente traçado (a partir de 26 oficializado − e não pretendendo sansões − tornado obrigatório). Mais para o centro, talvez “um pouco esquerdo”.

 

Partido

Lugares em 2014

(resultados)

Lugares em 2019

(sondagens)

Variação

PS

8

7/9

-1/+1

PSD

-

5/7

-1/+2

CDS

-

1/2

AP

7

-

BE

1

2/3

+1/+2

CDU

3

1/2

-2/-1

MPT (MP)

2

-

-2/-1

PDR (MP)

-

0/1

PAN

-

0/1

0/+1

Aliança

-

0/1

0/+1

LIVRE

0

0

0

(Outros)

0

0

0

Partido

21

21

0

AP: Coligação PSD/CDS

(MP): Movimento/Partido tendo como candidato Marinho Pinto

 

Em Portugal (dada a sua irrelevância como país e dada a irrelevância destas eleições para a generalidade dos portugueses), com as últimas sondagens (a única coisa que será aqui referida) a apontarem (como seria de prever) para uma vitória do PS e com o resto do cenário a manter-se muito semelhante ao anterior (saído de 2014) − entre os grandes e os pequenos (partidos) ganhando-se/perdendo-se 1 ou 2.

 

E com Portugal a votar de Acordo com a Alemanha.

 

(dados: maioritariamente retirados da Wikipédia/wikipedia.org + imagens: Luca Bruno/AP Photo/vox.com e visão.sapo.pt – juventude.pt – expresso.pt − reddit.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:46

23
Jul 18

O racismo está associado a manifestações de ódio como a xenofobia (a hostilidade para com os estrangeiros) ‒ e à grande hipocrisia política, com o cidadão (nacional como estrangeiro) umas vezes sendo Branco e outras vezes sendo Preto (e sendo tratado em conformidade com esta análise a preto-e branco).

 

Com tretas como “Todos Diferentes, Todos Iguais” ou “Não Sou Racista até tenho um Amigo Preto”, complementado pela mentira do século “Ler Jornais é Saber Mais” e pela falsa surpresa pela existência de “FAKE NEWS (num ato de pura hipocrisia do predador para com a sua presa), não é de admirar que estas situações se propaguem (talvez mesmo exponencialmente): depois de lhes abrir a porta (destruindo antes os seus países), sugando-lhes então a alma (com Merkel e maternalmente) e deitando-os (então vazios de esperança) fora.

 

43781033_403.jpg

Sinais de Racismo na Alemanha

Tendo como alvo Özil

(Mundial de Futebol 2018)

1 Camisola e 1 Presidente, razão para a expulsão da seleção alemã?

 

A opinião do alemão ULI HOENESS (ex-jogador de futebol, tendo suspenso temporariamente o seu cargo de presidente do BM, ao ser condenado a 3,5 anos de prisão por fraude fiscal) ‒ presidente da equipa alemã BAYERN de MUNIQUE (igualmente empresário, ligado ao poder político e nascido em ULM na Alemanha) ‒ sobre o jogador da seleção da ALEMANHA ‒ o também alemão MESUT ÖZIL (no presente jogador de futebol e integrando o plantel do ARSENAL ‒ mas por acaso nunca tendo passado pelo BM ‒ e por outro lado e como contraponto a outros sendo conhecidas as suas doações avultadas a crianças necessitadas) ‒ no momento em que o mesmo decidiu renunciar à seleção do seu país (natal) por RACISMO e DESRESPEITO (ou não fosse ele apesar de Alemão e nascido em GELSENKIRCHEN, um Turco-Alemão, descendente de turcos e além do mais Muçulmano e recitando o Alcorão). E eis então o que é que diz o Presidente do clube da Chanceler Alemã Angela Merkel (clube do qual é simpatizante):

 

“Ele foi uma MERDA durante anos.”

(Uli Hoeness ‒ Presidente do BM)

 

Tudo se agravando graças a um pretexto político (pelos vistos abraçado com entusiasmo pelo conhecido político da CDU e Presidente da Federação Alemã de Futebol) aproveitado de imediato por Reinhard Grindel (o tal presidente da FAF) para tentar (numa última tentativa) afastar de vez o jogador Mesut Özil (como representante) da seleção da Alemanha e desse modo do Mundial da Rússia: nas vésperas do Mundial com o jogador encontrando-se com o presidente turco Recep Erdogan (acompanhado de outro internacional também de origem turca e jogando no Manchester City ‒ Ilkay Gündoğan ‒ mas com este nada acontecendo) ‒ enquanto por exemplo Lothar Matthaus (capitão-honorário da seleção da Alemanha) se encontrava com Vladimir Putin ‒ e logo com o Presidente GRINDEL a tentar afastá-lo fazendo-o desaparecer de vez (confirmando o que já muitos diziam ‒ negativamente ‒ sobre o Presidente, quando expondo as suas ideias entre outras sobre MULTICULTURALIDADE E IMIGRAÇÃO, para sermos mais claros e objetivos sobre RACISMO).

 

“Pessoas com um histórico de discriminação racial não deviam ser autorizadas a trabalhar na maior federação de futebol do mundo, que tem tantos com jogadores com dupla herança familiar.”

(Mesut Özil/iol.pt)

 

960.jpg

Sinais de Racismo em França

Tendo como alvo Portugal

(Europeu de Futebol 2016)

Porque será que a Torre se manteve acesa, mas com as cortes de França?

 

“Aos olhos de Grindel e dos seus apoiantes sou alemão quando ganho e imigrante quando sou derrotad.”

(Mesut Özil/iol.pt)

 

Felizmente impedido de o fazer pelos responsáveis no local, o diretor Oliver Bierhoff e o selecionador Joachim Law (já agora e face aos resultados que se cuidem ‒ mesmo sendo puros alemães ‒ assim como todos os outros matriculados como MIGRANTES). Mas sendo um exemplo e um aviso de que episódios como o do ex-Presidente do Sporting são mais comuns do que se pensa (infelizmente em todo o Mundo e em todas as áreas da nossa Sociedade) ‒ podendo-se transformar numa dramática Longa-Metragem ‒ e ainda com muitos deles (para nós um absurdo para eles a realidade) a serem elogiados e premiados (e Imitados/Replicados sem fim) e mesmo salvos da Prisão com um tipo de Condecoração (por exemplo um emprego ‒ não um trabalho ‒ seguido de promoção).

 

Numa altura em que a Alemanha e como tal toda a EUROPA (incluindo os embaraçantes e ridículos políticos do Reino Unido, querendo assumir o papel de Entreposto/Não de Estado dos EUA) se encontram numa encruzilhada de Luta pela sua Sobrevivência: entre o poder de um Império em decadência inexorável (não se apresentando no seu interior alternativas válidas para uma muito pouco provável replicação) mas sendo capaz de a destruir ‒ os EUA ‒ e um novo poder em ascensão que só os Cegos Não Podem (Querem) Ver ‒ a outra parte do Hemisfério (Norte onde tudo se concentra) contendo a Rússia e a China (e da qual a Alemanha num cenário de Duplo Impacto irrefutavelmente já depende).

 

(imagens: dw.com ‒ iol.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:10

04
Fev 18

Com a Vitória na Final do galês

MARK WILLIAMS

(7ºRM)

 

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Mark Williams

(e a sua vítima na MF)

 

Disputaram-se ontem (sábado,3) e hoje (domingo,4) as Meias-Finais e a Final (respetivamente) da 13ª prova integrando o circuito e contando para o Ranking Mundial: o MASTERS da ALEMANHA: contando com a presença de 3 ex-Campeões do Mundo ‒ o galês MARK WILLIAMS (2000 e 2003), o inglês SHAUN MURPHY (2005) e o escocês GRAEME DOT (2006) e de um Vice-Campeão ‒ o inglês JUDD TRUMP (2011).

 

Meias-Finais (à melhor de 11 Frames):

 

Meia-Final

1

Graeme

Dott

Shaun Murphy

Meia-Final

2

Mark Williams

Judd

Trump

1

0

1

0

1

1

2

0

2

1

3 (109)

0

2

2

3

1

3

2

4

1

3

3

5

1

3

4

6

1

4

4

-

-

5

4

-

-

10º

6 (121)

4

10º

-

-

11º

-

-

11º

-

-

 

Numa 1ª meia-Final bastante equilibrada até à conclusão do 8º frame (4-4), com Graene Dott a impor-se nos 2 frames seguintes (a Shaun Murphy), terminando a sua participação (10º frame) com o apuramento para a Final fazendo a sua maior tacada: um break de 121 pontos (8º neste Masters da Alemanha).

 

Na 2ª Meia-Final do Masters com a decisão da eliminatória (a favor de Mark Williams) a começar a definir-se logo ao fim dos 3 primeiros frames (3-0) ‒ com Mark Williams a fazer a sua tacada centenária no 3º frame com 109 pontos (14ª) ‒ e com Judd Trump (detentor da maior tacada com 140 nos QF) ainda a reduzir (3-1) antes do descalabro total do inglês (6-1).

 

27540496_10155008216952062_435301495318441704_n.jp

Graeme Dott

(e a sua vítima na MF)

 

E na final estando assim presentes 2 ex-Campeões do Mundo, um deles a caminho da sua 3ª vitória na época (17/18) ‒ o galês Mark Williams podendo igualar o inglês Ronnie O’Sullivan (igualmente c/3 vitórias) ‒ o outro atingindo desde que se sagrou Campeão do Mundo (vai fazer 12 anos), a sua 1ª final (de prova contando para o RM) ‒ o escocês Graeme Dott.

 

Final (à melhor de 19 Frames):

 

Final

Mark Williams

Vs.

Graeme Dott

Obs.

1ª Sessão

-

-

1ª parte

1-0; 2-0; 2-1; 3-1;

-

2ª parte

4-1; 5-1; 6-1; 7-1;

Tacada de 110 pontos no 8º Frame

2ª Sessão

-

 -

1ª parte

 

8-1;9-1

 -

2ª parte

 

-

-

 

Finalizando-se neste fim de tarde de domingo o MASTERS da ALEMANHA com a vitória categórica de Mark Williams (42 anos) sobre Graeme Dott (40 anos) por uns esclarecedores 9-1: com Dott ainda a resistir até ao fim da 1ª parte/1ª sessão (1-3) mas a partir daí perdendo seis frames consecutivos ‒ oferecendo a Mark Williams a sua 3ª vitória esta época.

 

Com Judd Trump (como prémio de consolação no Masters, após ser eliminado nas Meias-Finais por Mark Williams/6-1) a conseguir o maior break com 140 pontos (numa só tacada) ‒ numa temporada com participações bastante irregularesmantendo-se Mark Selby a liderar o RM e Ronnie O’Sullivan o RM da época.

 

RM

J

N

£

RM/Época

1

Mark

Selby

ING

1419

6

2

Ronnie

O’Sullivan

ING

722

1

3

Judd

Trump

ING

704

4

4

Ding

Junhui

CHI

653

7

5

John

Higgins

ESC

537

8

6

Shaun

Murphy

ING

516

5

7

Mark

Williams

GAL

420

2

8

Barry

Hawkins

ING

402

39

(RM provisório/por corrigir)

 

Disputadas 18 provas do Circuito Mundial de Snooker época 2017/18 (13 contando para o RM e 5 não contando para o RM) com Ronnie O’Sullivan e Mark Williams a conquistarem (até ao momento) 3 provas (3+0 e 2+1 respetivamente) seguidos pelo australiano Neil Robertson com 2 (1+1). Seguindo-se o CORAL SHOOT-OUT (8/11 Fevereiro) 14ª prova do RM.

 

(imagens: World Snooker)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:31

03
Fev 18

Tendo-se concluído esta sexta-feira (2 Fevereiro) a sua 2ª ronda seguida de imediato pelos Quartos-de-Final (QF), são estas as 2 Meias-Finais (MF) programadas para sábado (dia 3):

 

Murphy.jpgDott.jpg

Shaun Murphy e Greame Dott

 

Fase

J

N

RM

J

N

RM

MF1

(14H)

Shaun

Murphy

 ING

 6

 

Graeme

Dott

 

 ESC

 31

Fase

J

N

F

J

N

F

1ªRQ

P Davison

ING

5-2

S Vahedi

IRA

5-2

2ªRQ

C Yupeng

CHI

5-2

P Ebdon

ING

5-4

1ªR

A McManus

ESC

5-2

B Hawkins

ING

5-3

2ªR

M Joyce

ING

5-1

M Xiwen

CHI

5-4

QF

R Day

ESC

5-4

X Guodong

CHI

5-4

Fase

J

N

RM

J

N

RM

MF2

(20H)

 

Mark Williams

 

GAL

 10

 

Judd Trump

 

ING

3

Fase

J

N

F

J

N

F

1ªRQ

O Lines

ING

5-1

A Duffy

ING

5-3

2ªRQ

M Stevens

GAL

5-3

Y Sijun

CHI

5-4

1ªR

F O’Brien

IRL

5-3

Woollaston

ING

5-3

2ªR

M Selt

ING

5-2

J Perry

ING

5-3

QF

J Robert.

ING

5-3

D Junhui

CHI

5-3

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial F: Frame Q: Qualificação R: Ronda)

 

MarkWilliams.jpgjtrump.jpg

Mark Williams e Judd Trump

 

E dos 4 finalistas do Masters da Alemanha com o galês Mark Williams caso vença a Final a atingir a sua 3ª vitória na época (igualando o inglês Ronnie O’Sullivan) e com os ingleses Judd Trump e Shaun Murphy a poderem atingir a 2ª (com Graeme Dott a estrear-se em MF).

 

(imagens: snooker.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18

01
Fev 18

Tendo-se iniciado ontem o MASTERS da ALEMANHA (31 Janeiro/4 Fevereiro) conclui-se hoje em Berlim a 1ª ronda da prova (13ª a contar para o Ranking Mundial/RM): apurando 16 jogadores (para a 2ª ronda) que irão tentar suceder a Anthony Hamilton na conquista do troféu (vencedor em 2017 e eliminado logo na 1ª ronda). Uma prova com a Final marcada para 4 de Fevereiro (um domingo) e com o Vencedor a arrecadar 80.000£ (pontos para o RM).

 

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Judd Trump e Mei Xiwen

(melhor e pior ranking presente na 2ª ronda)

 

Sendo de realçar nesta 1ª ronda a eliminação (além do detentor do troféu) do Campeão e Líder do RM Mark Selby (ING) e de Barry Hawkins (ING), Martin Gould (ING) e Mark Allen (NIRL) ‒ este último recente vencedor do Masters Dafabet (Masters Europeu). Numa prova contando (concluída a 1ª ronda) com a presença de 4 jogadores integrando o Top 10 do RM: J Trump, D Junhui, S Murphy, e M Williams (este último 2X Campeão do Mundo).

 

E com os encontros da 2ª ronda (8) já estando definidos (iniciando-se ainda hoje):

 

Jogo

Data

J

N

RM

J

N

RM

1

01.02

Jimmy

Robertson

ING

36

Gary

Wilson

ING

50

2

01.02

Mark

Williams

GAL

10

Mattew

Selt

ING

44

3

01.02

Ding

Junhui

CHI

4

Ricky

Walden

ING

22

4

01.02

Joe

Perry

ING

21

Judd

Trump

ING

3

5

02.02

Mark

Davis

ING

41

Ryan

Day

GAL

17

6

02.02

Mark

Joyce

ING

40

Shaun

Murphy

ING

6

7

02.02

Graeme

Dott

ESC

31

Mei

Xiwen

CHI

70

8

02.02

Liang

Wenbo

CHI

18

Xiao

Guodong

CHI

29

(J: Jogador N: Nacionalidade RM: Ranking Mundial)

 

Uma 2ª ronda onde participarão 2 ex-Campeões Mundiais ‒ o galês Mark Williams (2000 e 2003) e o escocês Graeme Dott (2006) ‒ para lá dos outros 3 integrando o Top 10 do RM constituindo o quinteto de jogadores favoritos para a vitória no Masters. Com o maior contingente presente na 2ª ronda da prova a ser originário das ilhas Britânicas (12) tendo apenas como opositores um outro contingente (menor) agora oriundo da China (4).

 

(imagens: worldsnooker.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:19

05
Fev 17

GERMAN MASTERS 2017

Berlin – Tempodrom

05.02.2017

Anthony Hamilton – 9 Allister Carter – 6

 

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Allister Carter e Anthony Hamilton

 

Allister Carter (14ºRM)

 

Tendo chegado a 10 finais desde que se iniciou como profissional de Snooker (em 1996), o inglês de 37 anos Allister Carter (atual 14º da tabela do Ranking Mundial) detinha já no seu palmarés antes do início deste Masters da Alemanha (de 2017) cinco competições importantes ganhas: sendo as mais recentes a General Cup (não contando para o RM e tendo sido disputada em Hong Kong na época 2014/15) batendo na final o inglês Shaun Murphy por 7-6 e já nesta época (2016/17) o World Open (contando para o RM e tendo sido disputada na China) batendo na final o inglês Joe Perry por 10-8. E com as outras 3 a serem: o Open do País de Gales 2009, o Masters de Xangai 2010 e o Masters da Alemanha 2013.

 

Anthony Hamilton (66ºRM)

 

Quanto ao outro inglês de 45 anos Anthony Hamilton (atual 66º da tabela do Ranking Mundial) e iniciado como profissional de Snooker vai fazer 26 anos (em 1991), o seu palmarés antes do tiro de partida para este Masters limitava-se à presença em duas finais (contando para o RM mas ambas perdidas): uma no Open da Grã-Bretanha na época de 1998/1999 (perdendo face ao irlandês Fergal O’Brien por 9-7) e outra no Open da China na época de 2001/02 (perdendo face ao galês Mark Williams por 10-6) – e tendo como última melhor participação ter atingido as meias-finais do Open da Irlanda do Norte 2015 (perdendo aí por 6-5 face ao inglês Mark Williams).

 

Masters da Alemanha 2016

 

Hoje na final do Masters da Alemanha disputado no Tempodrom de Berlin, com ANTHONY HAMILTON a bater Allister Carter por 9-6 e finalmente a conquistar o seu primeiro torneio como profissional de Snooker (e logo a contar para o Ranking Mundial). Um verdeiro prémio de carreira para um dos que já foi (e pelos vistos ainda é) um dos grandes profissionais do Snooker.

 

AH

0

0

0

1

2

2

2

3

4

5

6

7

8

8

9

AC

1

2

3

3

3

4

5

5

5

5

5

5

5

6

6

(Evolução dos FRAMES do jogo da FINAL)

 

Amanhã (2ªfeira, 6) a iniciar-se a 17ª prova da época 2016/17 e a 13ª contando para o RM de Snooker (Guido Hall/Preston/ING) – o Grande Prémio Mundial Ladbrokes 2017 – no qual participarão 32 jogadores. Uma prova que decorrerá de 6 a 12 de Fevereiro e na qual Shaun Murphy tentará reconquistar o troféu ganho no ano passado (batendo na final Stuart Bingham por 10-9).

 

(imagem: eurosport.de)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:19

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