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2º Verão Covid-19 (2021)

Domingo, 08.08.21

Neste 49º dia de VERÃO (de um total de 93), a indicação gráfica da evolução da Pandemia COVID-19 na região do ALGARVE (2º Verão Covid-19), a nível de INFETADOS/DIA e de ÓBITOS/DIA durante os primeiros 49 de 93 dias (quase 53%) desta estação.

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Algarve

Verão 2021

 

Podendo-se já ter ultrapassado na região o pico máximo de atividade desta última vaga Covid-19 (entre a 2ª/3ª semana de julho) ─ com o nº de Infetados/dia tendencialmente em descida ─ mas com o nº de Óbitos/dia a não refletir ainda essa tendência, ainda no passado dia 6 de agosto (passada sexta-feira) registando-se 4 óbitos (tendo-se de recuar a 18 de fevereiro deste ano, para se encontrar um valor superior, com 6 óbitos).

Em Portugal e fazendo-se o ponto da situação (dados da DGS de 8, referentes ao fim do dia 7 de agosto) ─ hoje com +1.982 infetados (Algarve +224) e com + 10 óbitos (Algarve, +0) ─ com todos os parâmetros Covid-19 em descida (incluindo a taxa de Incidência e o índice de transmissibilidade), continuando-se a prioritária campanha de vacinação: segundo os últimos dados fornecidos pela DGS a caminho dos 5,5 milhões de completamente vacinados, ou seja, a caminho dos cada vez mais próximos (se por acaso já não estivermos nele) 60%.

Sendo, no entanto, necessário acrescentar que mesmo confiando-se “fielmente” na eficácia da vacina (seja qual for a eficácia a ela referida), para além das obrigações pessoais que deverão continuar (como a máscara, o distanciamento, a higiene das mãos) e da necessidade cada vez mais premente de se atingir os 100% de vacinados ─ e para além ainda da evolução do vírus, a “outra parte”, produzindo novas estirpes/variantes ─

A vacina terá sempre uma ação limitada no tempo, a partir de determinada altura (contando da última toma) deixando progressivamente de ser eficaz (afinal de contas sendo para um vírus e agora estando-se perante um “mutante”, uma nova estirpe/variante). E agora que é provável a chegada a curto-prazo de uma nova vaga (depois do Verão, no Outono), mantendo-se um ciclo semelhante ao ocorrido no ano passado (1º ano de Pandemia), colocando-se ainda com mais premência a questão das vacinas e das campanhas de vacinação, vindo aí uma nova mutação (versão) do coronavírus e com os primeiros vacinados passados já uns meses (6/7), a ficarem como se nunca o tivessem sido (vacinados). Daí o desespero de não havendo uma nova vacina (depois da de 2020, a atualização com a de 2021), tendo-se de recorrer ao reforço das doses.

Ainda-por-cima informando-nos agora (como se já não o soubessem há muito) que vacinados ou não vacinados, seremos sempre transmissores ativos no vírus, “não pegando este em nós, servindo-se de alguém por perto”. Talvez daí se explicando que chegadas as férias grandes de Verão, a “SILLY SEASON”, mesmo com a generalidade dos parâmetros Covid-19 a descerem, persiste ainda um número de óbitos excessivos expressos (apesar de nunca ultrapassarem os 20) em dois dígitos. Para nos salvarmos do pior sendo óbvio que o nosso Governo sabendo antecipadamente o que poderá suceder (esperando todos nós, que tal não aconteça), terá de trabalhar e não pensar ir de férias e deixar o militar, a tratar das “coisas”.

E boas férias de Verão. Sem Covid-19.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:41

A Horas do Dia da Nossa "Libertação"

Sábado, 31.07.21

Covid-19 PT ─ Os Não Vacinados (como as Crianças) São o Problema?

Passados 17 meses de Pandemia (de Covid-19) e com quase 7,9 mil milhões de indivíduos sujeitos aos efeitos da mesma (o nº atual de habitantes no nosso planeta) ─ até cerca da uma da manhã do dia 31 de julho de 2021 tendo-se registado a nível Global 198 milhões de Infetados (2,5% da população global, a amostra) e mais de 4,2 milhões de Óbitos (taxa de mortalidade de 2,1% sobre a amostra) ─

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Discotecas em Portugal

Umas poderão abrir (tendo um código de bar), outras não

 

Simultaneamente nos últimos 7 dias (uma semana) registando-se uma ligeira tendência de crescimento a nível Global do nº de Infetados (+9%) e do nº de Óbitos (+11%), se comparada com a semana anterior ─ essencialmente impulsionados pela América do Norte (+44%/+24%) com os EUA à cabeça (+56%/+16%) e pela Ásia (+19%/+24%) com a Indonésia à cabeça (-3%/+30%) ─

Desenhando-se e perspetivando-se a nível da Europa a persistência numa fase mais ou menos avançada desta “segunda vaga intermédia de Verão” (em Portugal praticamente não se sentindo no Verão passado, ao contrário deste ano), mantendo apesar de em valores tendencialmente baixos, um determinado nº de infetados/dia e de óbitos/dia. Mantendo-se a efetividade da vacina e o controlo de estirpes/variantes (do vírus original SARS CoV-2), podendo-se pensar mais um pouco, preparando-nos para o 4º trimestre de 2021.

Sabendo-se em poucos países tendo-se atingido 50% de população completamente vacinada (uma minoria minoritária, onde se inclui Portugal), sabendo-se da perda de efetividade da vacina não só por ter um tempo limite de atuação (meses), como por ter sido produzida para a versão  do coronavírus anterior (sendo uma vacina para 2020 e não para 2021) ─ estando-se agora sob a ação da variante Delta, mas felizmente que a vacina funcionando (apesar do aumento das infeções diminuindo drasticamente o nº de óbitos) ─

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Evolução da Pandemia SARS CoV-2

Algarve 2º ano/2º Verão

 

E ainda (agora que se discute se se deve dar uma 3ª dose da vacina, ou se as crianças a partir dos 12 anos de idade devem ser ou não vacinadas) concluindo-se, até por 17 meses de experiência na companhia deste vírus invisível e mortal capaz de fazer parar “todo um planeta” ─ forçando-nos a um ainda maior isolamento (nós humanos que cada dia que passa, alienamos algo mais), quebrando de vez muitos e sendo-o mentalmente ─ que esta nova estirpe/variante (a Delta) que mais uma vez nos “controla” no seguimento do objetivo definido (em princípio inconscientemente, sem noção de consequências) pelos seus ascendentes, sendo muito mais contagiosa que a anterior, mas muito menos mortal,

Se por um lado poderá ser comparada a outras doenças infetocontagiosas como a Varicela, contagiando mais rapidamente muitas mais pessoas, sabendo-se por outro lado da efetividade das vacinas reduzindo o número de vítimas mortais, tendo-se que necessariamente de arranjar alguma forma, método ou até fórmula que nos permita resolver o problema que fica, o de “controlar eficientemente os processos de contágio”, pelo menos enquanto não arranjarmos um tratamento/vacina ainda mais eficaz (esperando-se para já pela vacina de 2021 a vacina para a variante delta, não a anterior).

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Manifestações em França

Em Paris contra o seu “obrigatório” certificado Covid-19

 

Aqui e depois da conclusão tirado do estudo pratico-teórico experimental de mais de ano e meio de convívio (com o coronavírus), entrando a questão do controlo da transmissibilidade do vírus, das suas principais vias de transporte/contágio (ligando famílias/escolas/empresas), dos vários alvos nessas vias (velhos, jovens, camadas etárias intermédias) e obviamente sendo caso determinante, a identificação a qualquer momento para além das suas vítimas (indiretas) dos veículos de transmissão de doença: e se a maior percentagem de vítimas podendo ser ainda os mais velhos, até pela enorme taxa de não vacinados em muitas faixas etárias sendo “zero”, tendo-se obrigatoriamente que se dirigir toda a nossa atenção para os mais jovens: não estando vacinados, nem evoluindo a doença (de modo a ser visível, podendo ser portador, mas não desenvolvendo a doença) sendo o a criança o “portador-ideal”.

Podendo ao mesmo tempo ser um excelente berçário de outras estirpes/variantes, “soltando-se” sendo imprevisíveis as consequências. Tudo se resumindo para já e como última solução para todos (e seja o que Deus quiser, sendo nós as cobaias) a continua procura da vacina e claro está da vacinação ─ mas não com poucos vacinados e persistindo-se na vacina do ano anterior (pelo menos, reforçando-se a dose).

(imagens: MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt ─ Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:41

Covid-19 PT ─ Bicho Vivo, Turismo Morto

Sexta-feira, 23.07.21

No período de 08.07 a 21.07 com a incidência cumulativa nos 16 concelhos do Algarve a ser liderada (TOP 10) por Albufeira (1.553), Portimão (1.137), Loulé (1.120), Lagos (1.034), São Brás de Alportel (983), Faro (888), Olhão (817), Lagoa (769), Vila do Bispo (602) e Silves (538).

Esta sexta-feira (23.07) na região do Algarve registando-se +291 Infetados e +2 Óbitos, com vítimas mortais pelo 8º dia consecutivo (total de 12 óbitos, ou seja 1,5 óbitos/dia). Num total de 383 óbitos desde o início desta Pandemia (numa média de 0,8 óbitos/dia).

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Num país com perto de 10,2 milhões de pessoas,

quase 0,95 milhões delas tendo sido contaminadas (cerca de 9%)

e destas quase 17,3 mil falecendo (nem sequer 0,2%)

 

Na contabilização publicada hoje pela DGS (incluindo as doses administradas até ao dia 22) com quase 4,5 milhões de portugueses completamente vacinados (45%) e com quase 6,5 milhões com 1 dose de 2 administradas. Pensando-se já na vacinação dos maiores de 12 anos.

Quanto à evolução da Pandemia e ao ano turístico na região algarvia, agora que se atravessa a designada “época alta de Verão” (devendo acrescentar-se “antiga”), por um lado esperando-se pela chegada do pico desta “vaga intermédia”, pelo outro turisticamente já nada havendo a fazer: turistas só se vendo alguns nacionais e por ali e por acolá, uns poucos estrangeiros.

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:43

Covid-19 PT/21.07

Quarta-feira, 21.07.21

Tendo-se de recuar a 10 de fevereiro de 2021 (então com 4.387 Infetados/dia) ─ aí com a “vaga de janeiro” já na sua fase descendente para se atingir um nº de Infetados/dia superior ao de hoje (4376 Infetados/dia) e por outro lado tendo-se de recuar a 22 de março de 2021 (então com 16 Óbitos/dia) ─ aí já em fase de Desconfinamento ─ para se atingir um nº de Óbitos/dia superior ao de hoje (13 Óbitos/dia), confirmando-se mais uma vez (como se tal fosse necessário tendo existido uma vaga idêntica, mesmo que de menor intensidade e notando-se menos, no Verão anterior) esta “vaga intermédia de Verão”: de momento com o seu pico de atividade a estar previsto (conforme os especialistas e as suas versões ) entre a 1ª semana de agosto e meados desse mês.

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Na região de turismo do Algarve como na sua capital administrativa Faro, ou turística como Albufeira, ou mesmo outro concelho qualquer do litoral ou do interior, lá vivendo igualmente algarvios e outros residentes permanentes (e temporários, nacionais como estrangeiros), com a crise económica e social a alastrar-se/agravar-se ainda mais este ano, depois de ter entrado em coma (a partir do Verão de 2020), arriscando-se a nunca mais de lá sair, tendo de optar entre manter-se vivo (artificialmente, com ajuda exterior) ou deligar as máquinas (de suporte de vida). Numa região sem alternativa, dada a sua “monocultura turística” e ainda-por-cima com um parâmetro dito de Saúde, mas de obtenção indireta (depois de “tratamento”) ─ o “Algoritmo” deles ─ a sobrepor-se a todos e a decidir tudo.

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Na evolução dos diferentes parâmetros Covid-19 (infetados, internados, casos graves/críticos, óbitos) nestes últimos 7 dias, com os valores a manterem ainda a mesma tendência de crescimento (mas muito menor nas consequências como óbitos, se comparadas com os da vaga anterior), no entanto nunca indo atingir números semelhantes ao registados em janeiro 2021. Com os dois parâmetros indiretos resultantes de combinações, equações, fórmulas e outros fatores, um ou outro talvez desconhecido ou injustificado ─ R(t) e taxa de Incidência (nº de casos/100.000 habitantes num período de 14 dias/2 semanas) ─ um deles o R(t) mantendo a sua tendência de descida (1,14 para 1,09), o outro a taxa de Incidência a sua tendência de subida (336,3 para 409).

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:50

UK Covid-19 Freedom Day

Segunda-feira, 19.07.21

“Na Inglaterra enquanto os jovens sem qualquer tipo de restrições e muitos deles nem sequer estando vacinados, faziam a contagem decrescente para se atingir o dia 19 (passagem de domingo, para segunda-feira) ─ como se se tratasse, da Passagem de Ano ─ na manhã do denominado “1º Dia de Liberdade” (o mesmo dia) os trabalhadores mantendo as mesmas medidas de segurança e de proteção, mesmo estando percentualmente mais vacinados, mantinham o procedimento normal tido nos dias anteriores (semana de trabalho). Os primeiros (os mais jovens, melhores transmissores do vírus) não usando máscara, os segundos continuando a usá-la (mas mesmo que vacinados e por causa dos outros, podendo recair).”

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Dia da Liberdade Reino Unido 19 julho 2021

 

Neste dia 19 de julho de 2021, mais de 16 meses depois do início da Pandemia de Covid-19 (dia que ainda há poucos dias e segundo os Conservadores, apoiados pelo 1º Ministro Boris Johnson, se propunha poder ser declarado, dada a relevância da data, como “feriado nacional”), é declarado finalmente e no cumprimento do prometido pelas autoridades do Governo (algo já por diversas vezes adiado) o “Dia da Liberdade”: deixando para trás todas as restrições (de prevenção e de segurança) até ontem utilizadas contra esta Pandemia, baseando-se a justificação para tal ato e mudança radical de procedimento, na já grande percentagem de pessoas (completamente) vacinadas, mesmo podendo não ter atingido ainda a tão falada e não menos controversa (para uns 70%, para outros só aos 100%)  “imunidade de grupo”.

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Covid-19 Portugal 2021

 

A 17 de julho (segundo a “ourworldindata.org”) com o Reino Unido a ter 53% da sua população completamente vacinada (Portugal 46%) ─ ainda o Reino Unido na vanguarda Mundial no nº de vacinações completas ─ e 15% só com 1 de 2 doses aplicadas (Portugal 18%) ─ sendo agora o líder no nº de pessoas só com 1 dose de 2, o Canadá (pouco mais de 20%); globalmente com mais de 26% da população Mundial já tendo recebido pelo menos 1 de 2 doses da vacina, tendo-se administrado no total mais de 3,7 biliões de doses, numa média atual de quase 30 milhões de vacinas/dia. Mesmo para o Reino Unido, nem sequer tendo atingido os 60% de completamente vacinados e como tal estando ainda longe do valor “mínimo e limite para a imunidade de grupo” (os tais 70% iniciais), sendo evidente tal medida ser tomada cedo de mais, contrariando a esmagadora opinião das autoridades científicas e quando ainda-por-cima assistimos a uma nova “vaga intermédia de Verão” do coronavírus (outra estirpe/variante, agora a “delta”).

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Covid-19 Algarve 2021

 

E se a vacina contra o vírus SARS CoV-2 e a doença a este associado a Covid-19, tem surtido resultados como se parece confirmar com os números apresentados (de Infetados/Internados/Óbitos) nesta nova “vaga de Verão” (se comparada com a anterior, a de janeiro 2021) ─ com o crescimento do nº de Infetados a não se refletir como anteriormente no nº de Óbitos, sendo o valor deste último (parâmetro) muito menor (antes por cada 100 Infetados originando-se 5,5 mortes, depois por cada 100 Infetados originando-se 0,2 mortes, 25X menos) ─ também se tendo de mencionar que praticamente nenhum país tendo até hoje atingido sequer os 50% de completamente vacinados (exceção feita ao Reino Unido, ao Canadá e a Espanha), utilizando-se uma vacina de 2020 quando já deveríamos ter a de 2021 (no mínimo um reforço).

Um dia em que Portugal registou +1.855 Infetados (UK, +39-950), +8 Óbitos (UK, +19), com 1.032 doentes hospitalizados (+51 doentes do que ontem, com 181 em UCI). Com a região do Algarve a apresentar +231 Infetados e +2 Óbitos (hoje, 25% do total nacional). Na campanha de vacinação com mais de 4,7 milhões de portugueses completamente vacinados (46%) e com mais de 6,5 milhões (64%) com 1 dose de 2 (a serem administradas), dados de ontem.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Alberto Pezzali/Associated Press/latimes.com

e Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:42

Por Aqui Nada de Novo (Só Pior)

Quinta-feira, 15.07.21

Neste 14º período de 14 dias (2 semanas) contados desde o início deste ano (de 2021) ─ passados 196 dias dos 365 do ano, mais de 50% ─ para termos a nível nacional números de Infetados superiores aos registados neste último período (38.294 Infetados/2 semanas), tendo-se de recuar ao 3º período (aí com 92.986 Infetados/2 semanas): período de tempo entre o fim de janeiro e meados de fevereiro de 2021, quando a “vaga de janeiro” estava no seu máximo.

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Covid-19 Algarve 2021

(Infetados e Óbitos)

 

No decurso de uma “nova vaga” (Covid-19), com o pico máximo de atividade anunciado para meados deste mês (de julho), mas agora tendo sido adiado por uns quinze dias (recordando que uns já apontavam esse pico, para meados de agosto), relativamente à evolução desta “nova vaga intermédia de Verão” seja a nível de Portugal ou da região do Algarve, nada havendo de novo a declarar (nada de positivo, seja na área da Saúde, como na área Económica) com o “Turismo do Algarve” prestes a colapsar (do topo à sua base): com medidas mais restritivas a serem de novo impostas e abrangendo um maior nº de pessoas, face a um novo crescimento do vírus e a um nº insuficiente de cidadãos vacinados (e nesse cenário incluindo-se o Algarve), sugerindo-se para além de um 1º Verão Covid-19 com resultados bem negativos (o de 2020), seguindo-se este ano com um 2º Verão Covid-19 podendo desta vez acompanhar o nosso estertor.

A 14 de julho de 2021 dos 10,2 milhões de portugueses com 4,0 milhões (39,2%) a já estarem completamente vacinados e com 6,1 milhões (59,8%) a já terem tomado 1 de 2 doses. Mantendo-se o ritmo (100.000 a 150.000 vacinas por dia) atingindo-se os 100% dentro no mínimo de 40 dias ─ lá para o fim de agosto (a parir do dia 23).

(dados: dgs.pt ─ imagem: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:57

Covid-19 PT/14.07

Quarta-feira, 14.07.21

Sendo visível observando os dois gráficos a subida do nº de Infetados/dia tanto em Portugal como no Algarve, sendo acompanhada igualmente a nível nacional (como regional) pela subida do nº de indivíduos Internados e em UCI (estado grave/crítico). E como se verifica no gráfico inferior, com o nº de Óbitos/dia a nível da região do Algarve (assim como a nível nacional) a não acompanhar este crescimento (do nº de Infetados/dia), sendo muito menor que o registado na vaga anterior (de janeiro de 2021) ─ fazendo-nos lembrar a evolução Infetados/dia e Óbitos/dia, ocorrida no decurso do Verão anterior (1º Verão Covid-19). Hoje na região do Algarve registando-se +441 Infetados.

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Verão de 2020 ao qual se seguiu a “vaga de novembro” e passado o Natal e o Ano Novo (2020 para 2021), dando origem à violenta “vaga de janeiro de 2021” ─ atingindo os 16.432 Infetados/dia e os 303 óbitos/dia ─ neste momento e parecendo repetir-se o processo (do 1º ano com Covid-19, iniciado em março de 2020), atravessando-se o 2º Verão Covid-19, mas agora já com uma “nova vaga” declarada, podendo repetir-se de seguida uma nova vaga como a do outono de 2020, prevista (já há algum tempo) para depois do fim do Verão de 2021: esta sim (e a acontecer) podendo ser relevante, dependendo do coronavírus (estirpe/variante) e (do êxito) da nossa campanha de vacinação.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:27

Albufeira SCI-FI ─ Blade Runner/Nova Geração

Sábado, 10.07.21

Na sequência de um mundo ainda hesitante e negacionista quanto à inevitabilidade da introdução na sociedade humana de réplicas (inicialmente vistas apenas como máquinas de substituição, ou como robots) e um outro mundo subsequente em que os “replicantes” já foram integrados e em que o que se tratará depois ─ sendo o centro atual do nosso pensamento e da nossa resiliência (como espécie) ─ será doravante o problema existencial da presença do Homem neste Mundo: de uma forma ou de outra, mais cedo ou mais tarde e como nómada que sempre foi (adepto do movimento e da vida) saindo da sua zona de conforto e transformando-se “num estranho numa terra estranha”, num aventureiro, numa criança (ainda com sonhos e ideias), num migrante cósmico.

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Blade Runner 2049

 

Num futuro próximo na cidade de Albufeira talvez menos distante do que se pensa, um possível cenário enquadrado no seu horizonte visual, apresentando-nos como protagonista um espetáculo-de-luz-extremo, nunca observado antes no decurso do seu ciclo anterior ─ o ciclo de “monocultura turística”: a este ciclo e aproveitando as infraestruturas existentes, podendo-se seguir (a crise e o vírus podendo contribuir para tal) o ciclo de “monocultura de hidrocarbonetos”.

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Hoje explorando o turismo

Num mundo alternativo correndo em paralelo e podendo coincidir, com todas as infraestruturas turísticas e os negócios associados, a serem aproveitados (em dormitórios), reconvertidos (em estaleiros) e redirecionados (para a exploração/distribuição de gás/petróleo), sendo as câmaras filiais público-privadas da concessão. De uma monocultura passando-se de imediato para outra (o que não se estranha entranha-se, contribuindo decisivamente para a produção de novos escravos), não se tratando de um cenário imaginário ou de ficção científica, mas algo de real apenas sendo descrito em antecipação: um cenário sugerindo o outro dada a presença pirotécnica.

 

Na execução de um guião (mesmo não tendo um início parecido) podendo ter um final semelhante ao aqui retratado (o que interessa a toda a gente, as reais consequências), com uma forte explosão a ocorrer no mar Cáspio a poucos quilómetros da costa do Azerbaijão (a 30Km) e a ser observada mesmo na sua capital Baku, a 75Km de distância: iluminando e colorindo de vermelho, toda a camada atmosférica envolvente. Como se do interior da cidade de Albufeira, de uma das marginais das suas praias ou mesmo navegando ao largo da sua baía, em vez do habitual fogo-de-artifício, víssemos em sua substituição e em direto (ao vivo) uma “grande explosão e erupção submarina”.

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Amanhã explorando os hidrocarbonetos

De qualquer marginal da costa algarvia incluindo a antiga capital (do ciclo anterior) Albufeira, podendo-se então assistir ocasionalmente (ou não) a espetáculos brutais e explosivos de fogo e material ejetado como nunca visto, com condutas submarinas transportando o produto resultante da extração até às diversos portos/marinas (da região) ─ agora transformados em terminais (entrepostos) ─ desviando-o até ao grande centro petroquímico da Península Ibérica localizada na então “dedicada” barragem do Alqueva e finalmente exportando o produto resultante para todo o Mundo via porto de Sines ─ região do sul do Tejo (Alentejo/Algarve) transformada no futuro numa zona estratégica do Atlântico/Mediterrâneo.

 

No caso da explosão submarina ocorrida no mar Cáspio (ao largo do Azerbaijão) ─ com a mesma a ter ocorrido no passado dia 4 de julho pelas 21:45 (hora local) ─ sendo tal evento justificado pela erupção submarina de um vulcão de lama (onde eles realmente predominam), apesar desta ter ocorrido na mesma região do litoral azeri onde existem campos de exploração (offshores) de gás e de petróleo: não existindo notícias de qualquer tipo de ocorrências envolvendo plataformas ou navios da concessionária destes campos de exploração ─ a SOCAR ─ todos apontando para a versão “vulcão-de-lama”, mesmo que um dia (dados os mesmos compartilharem o mesmo espaço) seja mesmo uma explosão, mas de origem artificial (com intervenção do Homem). Explosão num campo de exploração de gás ou de petróleo (de hidrocarbonetos) poluindo todo um ambiente marinho e inevitavelmente, contaminando todas as áreas adjacentes (marítimas, terrestres, aéreas) destruindo por contágio ecossistemas inteiros.

(imagens: guiadanetflix.com.br/watchers.news/Caucasus War Report/BNO News)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:51

2º Ano no Interior desta Viagem Covid-19

Terça-feira, 29.06.21

Antes de tudo o mais tendo-se de ressalvar o espanto que certamente qualquer entidade exterior (extraterrestre) teria aquando da sua chegada à Terra, ao verificar consultando os nossos próprios arquivos (terrestres), como um incidente podendo ser considerado “apenas mais um” (esta Pandemia) conseguiu paralisar um planeta, quando muitos outros o suplantam sucessivamente e desde há muitos anos nos números (e nas consequências trágicas): como será o caso (entre muitos e muitos outros provocando o mesmo número de vítimas ou mais) do tabaco e da água para já não falar dos acidentes e da gripe. E será que alguém liga e como proteção se fecha em casa sem fazer nada? Para um Extraterrestre algo de estranho se estando a passar (e não sendo devido ao coronavírus).

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Célula (a azul) infetada

pelo vírus SARS CoV-2 (a vermelho)

 

Prestes a iniciar-se o mês de julho, conjuntamente com o mês de agosto, sendo os mais fortes meses do Verão e da época alta de turismo ─ incluindo nela a região de turismo do Algarve (e a sua capital turística, Albufeira) ─ o crescimento dos números dos diferentes parâmetros Covid-19 parecem indicar poder estar-se mesmo no decurso de uma nova vaga: tendo-se de recuar a 19 de fevereiro deste ano para se alcançar um nº de Infetados/dia superior (então de 1.940/dia, andando-se finalmente já abaixo dos 100 Óbitos/dia) ao nº registado hoje (1.746/dia).

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Covid-19

Portugal 2021

 

Verificando-se um novo crescimento inequívoco do nº de Infetados/dia (agora sob a ação maioritária do vírus delta), começando estes gradualmente a reabastecer os hospitais, aumentando o nº de Internamentos e agravando-se o estado do doente sendo de imediato transferido e tendo o mesmo efeito, nas unidades de cuidados intensivos ou UCI (crescendo aí o nº de doentes em estado grave/crítico). Tendo acabado o abastecimento vindo da vaga anterior, começando-se a sentir o efeito (reabastecedor) do que poderá ser uma outra, se não sendo mais mortal sendo mais rápida na infeção, podendo fazer sobrelotar de novo (mesmo que com doentes de menor gravidade) os hospitais.

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Covid-19

Algarve 2021

 

Neste dia 29 de junho de 2021 cerca de cinco meses passados sobre o momento de maior atividade da última vaga desta Pandemia (por fins de janeiro) e agora sob o efeito maioritário da estirpe/variante delta (britânico/indiana, sendo de mais rápida/maior infeção), com os números a subirem muito rapidamente (sendo bem evidente na zona de Lisboa e na região do Algarve) começando a criar-se um cenário de grande preocupação, não só de Saúde (subindo os Infetados e mantendo-se o R(t)>1) como e principalmente Económico (depois de um Verão desastroso seguindo-se um outro trágico), podendo implicar uma tragédia no Algarve: sem britânicos (já se foram), sem espanhóis (pouco aparecendo), sem alemães (a caminho de se irem) e provavelmente com menos portugueses (sem dinheiro, com receio, com “cercas elétricas”), não se vendo (para já) nenhuma luz ao fundo do túnel, para esta “monocultura algarvia” (o Turismo).

(dados: dgs.pt imagens: phys.org ─ Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:53

A Quarta-Vaga

Quarta-feira, 23.06.21

“Necessitando-se de mais 4,5 a 5 milhões de vacinas,

para se atingir a “imunidade” de grupo.”

(mantendo-se esta ainda nos 70% ─ mas uns dizendo já 80%

e outros não se ficando por menos, exigindo os 100%)

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Covid-19 Portugal

 

Perante a estranha passividade das nossas autoridades (responsáveis direta e indiretamente) e colocados no presente diante de um crescimento contínuo da generalidade dos parâmetros Covid-19 ─ com alguns epidemiologistas a afirmarem, estarmos já numa 4ª Vaga desta Pandemia de coronavírus ─ vemo-nos hoje numa situação algo aflitiva não só pelo aumento da atividade do vírus (algo o tendo reativado, não sendo culpa exclusiva das novas estirpes/variantes), como pelas medidas básicas de prevenção a tomar (para além das máscaras, distanciamento, etc.), nunca terem tido a prioridade obrigatória de que deveríamos ter todos usufruído: naturalmente que aqui se falando da necessidade de testagens (da ida à consulta) e acima-de-tudo de vacinação (do devido tratamento) ─ quanto às testagens em vez de maciças continuando a depender de circunstâncias quase que aleatórias (conforme vão surgindo, vão sendo satisfeitas) ─ umas vezes sendo mais, outras vezes sendo menos ─ e quanto à campanha de vacinação bastando ver a efetividade até ao momento dessa campanha, para (perdendo logo aí as ilusões da “imunidade” de grupo, seja isso o que for) ficarmos rapidamente esclarecidos (e não sendo culpa da TASK FORCE, atribuindo-lhe uma missão sem recursos suficientes, materiais e humanos).

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Covid-19 Algarve

 

Neste dia 23 de junho de 2021 num país com mais de 10,2 milhões de habitantes (10.196.709) ─ e dezasseis meses desde o início da Pandemia ─ tendo-se realizado cerca de 12,8 milhões de testes (PCR + Antigénio = 12.799.624) ─ 1,2 testes/pessoa ─ e vacinado completamente menos de 2,7 milhões de pessoas (2.675.508) ─ 26% da população portuguesa (47% só com uma dose de duas, incompleta) ─ face à declaração para já oficiosa da chegada desta 4ª Vaga e tendo-se já iniciado a estação do Verão (passada segunda-feira dia 21 de junho), começando a desenhar-se um cenário para já algo cinzento do futuro social e económico de Portugal, no caso do Algarve sendo certamente ainda mais grave, dada esta ser uma região quase que exclusivamente ligada ao setor do Turismo (todos trabalhando para ele, deixando de existir, tornando-nos excedentários). Neste dia 23 de junho de 2021 (3º dia de Verão, o que significaria época “Alta” no Algarve, este ano pela 2ª vez consecutiva não o sendo, podendo ainda ser pior que a do ano anterior) e quanto ao número de novos Infetados, depois das regiões de Lisboa (964/64%) e do Porto (208/14%) surgindo a do Algarve (127/8%) ─ mais uma preocupação entre tantas, afastando ainda mais turistas da região, incluindo portugueses (a derradeira “tábua de salvação”) ─ com os números a refletirem-se desde já no aumento de doentes hospitalizados (novos doentes Internados e em UCI). E na região do Algarve com os números de novos Infetados/dia a saltarem de uma média de 10/20/30, para 70/80 hoje sendo 127 Infetados/dia.

(dados: dgs.pt ─ imagens: Produções Anormais)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:08