Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

29
Abr 19

[Não se tendo conhecimento de qualquer tipo/forma de resposta − passiva ou ativa − por parte de possíveis “rigulianos”.]

 

Hayabusa2 Fires an Anti-Tank Warhead at Asteroid Ryugu

(universetoday.com)

 

Passados 23 dias sobre o bombardeamento de um “Mundo Alienígena” orbitando tal e qual como a TERRA a mesma estrela de referência o SOL – ou seja com ambos os Corpos Celestes a integrarem o mesmo Sistema Planetário, o SISTEMA SOLAR (o nosso planeta a cerca de 150.000.000Km do Sol e o “Mundo Alienígena” variando entre 144.500.000Km/Periélio e 178.500.000Km/Afélio de distância do mesmo) − chegam-nos agora as primeiras imagens dessa primeira investida dos Terrestres num ataque pré-planeado contra “Um Outro Mundo” (que não e como é hábito entre nós a Terra).

 

Touchdown1_after.jpg

Aterragem em RIGU

(ilustração)

 

Com a “Bomba” a ser enviada pelos JAPONESES e a ser entregue pela sonda HAYABUSA 2, fazendo-a impactar contra o asteroide 162173 RIGU (um asteroide APOLLO com a sua órbita próxima da órbita da Terra) − um objeto de quase 1Km de dimensão − explodindo ao atingir o solo e aí criando uma (nova) cratera: uma carga explosiva denominada SCI (Small Carry-on Impactor) aí aplicada tendo como principal objetivo descobrir (o fim de quem Explora/Investiga e pretende alcançar “Algo”) alguns dos principais segredos deste Mundo Alienígena.

 

No passado dia 21 de Abril (e já com alguns registos fotográficos do Acontecimento) com os japoneses através da sua Agência Espacial JAXA a libertarem finalmente a primeira sequência de imagens (em registo vídeo), mostrando-nos não só a descida do “pacote explosivo” (o SCI) como a cratera como consequência (do impacto/explosão) aí criada: pondo a “NÚ” o interior do asteroide RIGU (revelando a existência interior de material/solo mais escuro) e dessa forma fornecendo aos investigadores mais pistas (e indicações) sobre o passado de mais este Objeto Solar.

 

D3YevMhUcAAkXaA.jpg

Enviando uma ogiva antitanque

(contra o asteroide RIGU)

 

Uma operação levada a cabo utilizando um explosivo disponibilizado pelos Militares (por eles usado na Terra como Arma/Munição de Guerra), aqui tendo como intenção fundamental uma análise científica e evolutiva (que não militar) de RIGU e sendo assumida com o único propósito de determinar a composição do asteroide de modo a por associação/comparação/replicação tentar descobrir o que se terá passado no início da formação do nosso SISTEMA SOLAR. Mas apenas se revelando os segredos (geológicos) escondidos logo para lá (interior) da sua superfície, nada mais havendo a assinalar nem a possível presença de Habitantes de Rigu: bombardeados não se manifestando, por medo ou simples ausência (certamente sendo o último o caso).

 

Mas não se ficando por aqui a Missão de HAYABUSA 2 no asteroide RIGU, estando desde já planeada uma descida até à superfície do referido asteroide, aí recolhendo amostras e posteriormente abandonando a superfície e dirigindo-se para a TERRA: depois das missões Apollo tendo como destino a LUA e recolhendo amostras posteriormente enviadas para a Terra, agora sucedendo o mesmo mas com um visitante periódico (visitando-nos de 474 em 474 dias) o asteroide RIGU. Tentando-se assim descobrir (em Rigu) a presença de ÁGUA e até de VIDA (material ORGÂNICO) talvez aí existente (resistente) desde há alguns biliões de anos: talvez uns 4 biliões tomando como referência o “Último Grande Bombardeamento” −” Period between about 4.0 and 3.8 billion years ago when the Moon and other objects in the Solar System were pounded most heavily by wayward asteroids.” (daviddarling.info)

 

(imagens: JAXA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

19
Mar 19

[Contaminação − Alienígenas no Google Sky]

 

Esta Realidade (esmagando a nossa Imaginação) limita o nosso raio de ação (castrando-nos) − como Nómadas que Somos − obrigando-nos (felizmente) a abandonarmos o nosso Lar (berço) e a olharmos para o Espaço (onde se encontra a sequência do presente/alicerçado na Memória e na Cultura do Passado). Já que tudo o que não se Movimenta é porque já está morto.

 

Já que por todo o planeta (Terra) os factos que nele ocorrem (noticiados ou não pelos Média) só nos chegam aos Órgãos dos Sentidos (no mínimo 5) depois de previamente filtrados

 

Quamuamua craft Google sky (1).jpg

Nave Alienígena no Google Sky

(sobre o fundo escuro do Espaço e ampliada em 1º plano)

 

Como se fosse possível apresentar uma solução para um determinado problema apresentando-nos uma palete a P/B

 

(Onde aliás se notam mais as imperfeições)

 

Em vez de o fazer a Cores

 

(Tal como nos apresenta o prisma ótico desmultiplicando o espectro visível da Luz)

 

Escondendo-nos a Realidade e apresentando-nos (em sua substituição) uma alternativa da mesma previamente manipulada (e integrada)

 

– Fazendo desaparecer o Molde Original, desvirtuando a sua Réplica

E desse modo marginalizando (progressivamente esvaziando-a de conteúdo crítico)

A nossa Imaginação

(por ação do Buraco Negro − Artificial − engolindo a nossa Memória e a nossa Cultura) –

 

Como se não fizéssemos parte de um Maior Esquema (de Projeção em Espiral) tornado real em determinadas coordenadas/dimensões (Mundos concorrentes e paralelos/coincidentes) e conjugando Espaço/Tempo (através de um Holograma) associando-nos a uma MATRIX disponível (ou disponibilizada, se ainda acreditarmos nesta fase da nossa Evolução em Deus ou no Homem, como o Grande Criador)

 

E ainda-por-cima não ligando ao remetente nem às consequências − e depois do Geocentrismo e do Heliocentrismo (aí progredindo) − prosseguindo-se de imediato para o Homocentrismo (aí regredindo) e logicamente para o destinatário final, a Extinção do Elemento em causa

 

É natural que face ao progressivo, crescente e incontrolável (de momento com o nosso planeta já tendo ultrapassado os 7,5 biliões de indivíduos) aumento exponencial do Número de Zombies e de Cadáveres circulando por este Mundo (Terrestre, Limitado e com o seu Fim cientificamente marcado), muitos de nós nos viremos Lá Para Fora (o Espaço exterior) e já Fora da nossa Zona de Conforto (a Terra, o Sistema Solar, a Via Láctea e muito mais Além) procuremos o para nós (Humanos) Impossível, o Mundo da Utopia.

 

Quamuamua craft Google sky (2).jpg

Natural ou Artificial

(Realidade ou Imaginação)

 

Pelo que os Extraterrestres e as Teorias da Conspiração (tal como a Política e a Religião) poderão sempre ser e representar (na Realidade como na Ficção), uma ferramenta de fácil utilização, investigação e pratica da (nossa) Imaginação (já que não falamos pelo menos murmuremos)

 

− Esteja em causa um Sujeito (sendo o único e para já conhecido, inteligente e organizado, o Homem) ou então e à falta dele, um ocasional e mero Objeto:

 

Neste caso (notícia ufosightingshotspot.blogspot.com) mais um Objeto visionado pelo Google Sky (Satélite de Observação?), recordando-nos o natural Oumuamua (um objeto Interestelar visitando – entrando/saindo − o nosso Sistema Solar) e projetando-nos de novo para a história das artificiais Naves Extraterrestres.

 

Uma Nave Alienígena em forma de cigarro avistado pelo Google Sky (ou por um telescópio) e que segundo o site que o noticia (UFO Sightings Hotspot) teria a forma de um Navio de Guerra ou então de um Submarino

 

− Tal e qual OUMUAMUA inicialmente podendo ser (de origem) Artificial e acabando por ser Natural:

 

Com pontes, hangares e portos de aterragem, segundo o site com cerca de 1400 metros de comprimento e 120 metros de diâmetro e certamente sendo uma Nave Interestelar tendo ao seu comando alienígenas oriundos de uma Civilização Científica e Tecnologicamente (talvez mesmo Espiritualmente) muito mais avançada do que a nossa (ainda muito Primitiva).

 

Daí a manutenção da distância e a ausência de contactos (por parte dos ET visitando o Aviário): ainda não estamos maduros.

 

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Alice no País das Maravilhas

 

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E os Transformers

(Lewis Carroll Vs. Hasbro)

 

[E tendo sido decretada a supremacia do Objeto sobre o Sujeito – com o protagonista da nossa juventude no século XX a Imaginação (individual por coletiva, ilimitada por adormecida), a ser substituída no século XXI por uma Realidade Adaptada (egocêntrica por meramente replicadora e reprodutora de Objetos) – restando-nos apenas ter Esperança (segundo Eles/a Elite dizem por já falecida, a última Coisa/topam? a morrer) e entretermo-nos com a Espuma dos Dias.]

 

Extras

(retirados da web)

 

Lewis Carroll (1832-1898)

 

Pseudónimo de Charles Lutwidge Dodgson, distinguiu-se como escritor, matemático e fotógrafo. Autor de contos e poemas como Jabberwocky, obteve a consagração com Alice no País das Maravilhas e Alice do Outro Lado do Espelho. (wook.pt)

 

Alice no País das Maravilhas

 

− É provavelmente o livro de fantasias mais famoso de todos os tempos. Nas aventuras da pequena Alice, tudo é possível, tudo é maravilhoso, e na sua jornada desde que cai pela toca do coelho, a menina encontra personagens inesquecíveis e que povoam os sonhos da nossa infância, como o Coelho Branco que anda sempre atraso, o Gato de Cheshire que não pára de rir, o Chapeleiro Louco, ou a Rainha de Copas, uma monarca com muito mau feitio e especial apetência por decapitações. (wook.pt)

 

− Aquilo que a obra traz de inovador ao panorama literário é a sua preocupação em divertir as crianças e incentivar a imaginação e a criatividade. Encantando crianças e adultos, vem lembrar que todos nós podemos conservar a curiosidade e o espírito de aventura que tínhamos quando éramos crianças. (culturagenial.com)

 

Hasbro

 

É uma empresa norte-americana fabricante de brinquedos e jogos. É a terceira maior empresa Mundial neste ramo (depois da Mattel/1ª e da Lego/2ª) e desde 1990 desenvolve igualmente jogos de vídeo, dedicando-se ainda à produção televisiva e cinematográfica. (wikipedia.org)

 

Transformers

 

− O filme começa com Optimus Prime, líder heroico dos robôs Autobots, descrevendo a destruição do planeta dos Transformers, Cybertron. Este havia sido destruído pelo malvado líder Decepticon Megatron ao tentar tomar posse do "All Spark", um cubo com poder para gerar vida. Os Autobots querem encontrar o All Spark e utilizá-lo para reconstruir Cybertron e acabar com a guerra entre os Autobots e os Decepticons. Já os Decepticons querem usá-lo para destruir os Autobots e dominar o universo. (wikipedia.org)

 

− A ideia principal de Transformers é simples: Alienígenas que vem para a Terra e se disfarçam como veículos para proteger a humanidade. Pode ser simples, mas não deixa de ser bizarra! (legiaodosherois.uol.com.br)

 

(consulta e imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com e historias-infantis.com/ transformers.hasbro.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44

11
Ago 18

Os Entes andam por aí e há muito que se “confundem” connosco:

Seremos mesmo loucos (o que até poderá ser uma Virtude)

Ou será um problema de replicação (de fabrico)?

 

Numa das 33 missões levadas a cabo pelo Vaivém norte-americano Atlantis antes de o mesmo ser descontinuado (no ano de 2011), um dos muitos tripulantes de uma dessas missões espaciais (orbitais) – o astronauta Leland Melvin (missões Atlantis STS-122 em 2008 e STS-129 em 2009) – afirma ter observado um objeto orgânico do tipo alienígena.

 

Informação apenas divulgada pelo astronauta norte-afro-americano Lelan Melvin quase uma década depois (do sucedido e por si testemunhado aquando a bordo do Vaivém Atlantis), ao responder na rede social Twitter a uma questão do Site UFO SIGHTINGS DAILY (e contando ainda com a presença da COURTNEY ELEMENTARY escola da Carolina do Norte).

 

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Algo de orgânico e extraterrestre podendo até ser de madeira

Visitando o Vaivém Atlantis

(celulose – um composto orgânico já detetado no Espaço)

 

De imediato (logo ali em 2008/09) com os responsáveis da NASA a desmentirem a possibilidade alienígena, afirmando-se tratar de gelo entretanto libertado (e originado no Atlantis). Mas de qualquer forma deixando aqui o diálogo (esse recente) envolvendo as (2+1) partes:

 

UFO SIGHTINGS DAILY

Whats your outlook about the existence of intelligent Alien life living in our So0lar System? Have you ever witnessed a UFO?

 

LELAND MELVIN

I have not seen one in space or on the ground but thought I saw something organic/alien like floating out of the payload bay. (Astrokamarade) And I called the ground to ask what it could be and it was ice that had broken off the Freon hoses. Translucent, curved, organic looking.

 

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O astronauta norte-americano Leland Melvin

No currículo pessoal com duas missões Atlantis

(aqui com os seus cães Jake e Scout)

 

COURTENAY ELEMENTARY

Yikes. That must’ve been a bit startling at first!

 

LELAND MELVIN

I was about to say Houston we have a problem but know everyone spins-up when those words are uttered from a space vehicle.

 

Nesta altura em que no Hemisfério Norte o Verão tem sido notícia (um pouco por todos os continentes) devido a um tempo no mínimo estranho, especialmente por alguns excessos culminando em extremos (meteorológicos), entre outros, com incêndios de grandes proporções apanhando o continente Americano (Califórnia/EUA) e o continente Europeu – este último não só a sul (Grécia, Espanha e Portugal) como mesmo a norte a baixas latitudes (Suécia). Enquanto prossegue o degelo (nos polos e num fenómeno verdadeiramente dramático) sem que Donald Trump se afija ou Al Gore largue de vez o seu avião a jato.

 

(imagens: Pixabay/ibtimes.sg e wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:15

12
Dez 17

Ilustração (de ESO/M. Kornmesser) do asteroide INTERESTELAR descoberto no passado dia 19 de Outubro de 2017 pelo telescópio PAN-STARRS 1 (localizado no Hawaii).

 

Breakthrough Listen is Going to Scan

OUMUAMUA

 

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Ilustração

 

You Know, Just to be Sure it’s Just an Asteroid and Not a Spaceship.

(Matt Williams/Universe Today)

 

“‘Oumuamua’s presence within our solar system affords Breakthrough Listen an opportunity to reach unprecedented sensitivities to possible artificial transmitters and demonstrate our ability to track nearby, fast-moving objects. Whether this object turns out to be artificial or natural, it’s a great target for Listen.”

(Andrew Siemion/SETI)

 

Deixando todo o Mundo minimamente interessado com a passagem recente (meados de Outubro) de um corpo celeste INTERESTELAR no interior do nosso SISTEMA SOLAR ‒ o asteroide OUMUAMUA ‒ o relativo interesse demonstrado pelo raro acontecimento ocorrido (este ano) no interior deste Sistema Planetário cresceu exponencialmente (entre leigos e eruditos), quando todos tomaram finalmente conhecimento das dimensões e sobretudo da forma do referido objeto: e a partir daí surgindo a dúvida se (esse objeto Interestelar) seria mesmo um Asteroide (inicialmente pensava-se ser um cometa) ou até uma Nave Espacial (como a da história de Arthur C. Clarke Encontro com Rama em que uma nave espacial de forma cilíndrica e chamada RAMA, viaja pelo Sistema Solar a caminho de outra Estrela ‒ e talvez sendo/sem consenso oriunda de VEGA).

 

E a partir daí levando os cientistas a estudar com mais profundidade este asteroide Interestelar (oriundo do exterior do Sistema Solar) centrando toda a atenção sobre OUMUAMUA pelo menos enquanto estiver por perto (e no interior do Sistema): tendo passado no seu ponto de maior aproximação ao Sol em Setembro (de 2017) e quando observado em Outubro (do mesmo ano) estando já a mais de 32 milhões de Km da Terra e deslocando-se a uma velocidade superior a V=315.000Km/h (e a esta velocidade podendo já ter-se distanciado mais uns 450 milhões de Km) ‒ mas por este mês de Dezembro (ainda de 2017) ainda estando a caminho do 5º planeta do Sistema (Solar) o planeta gigante Júpiter. Para tal empreendimento a ser iniciado no mais curto período de tempo (cada dia que passa o asteroide vai-se afastando uns 7/8 milhões de Km do Sol) e tendo como objetivo o estudo deste objeto cilíndrico e de uns 400 metros de comprimento (Asteroide? Nave?), com os cientistas a conjugarem esforços e a juntarem todos os seus conhecimentos para definitivamente poderem (claramente) informar se tal objeto seria mesmo um asteroide ou um outro artefacto.

 

Com as Iniciativas BREAKTHROUGH (apoiando-se num projeto do empresário russo Yuri Milner para procurar Inteligência Extraterrestre) a assumirem as Rédeas do Processo (de observação do objeto) e a apontar todos os instrumentos (de observação espacial disponíveis sendo o caso dos observatórios de ondas de rádio) em direção a OUMUAMUA: e tendo o apoio de homens-sábios como o do físico Stephen Hawking, tentando OUVIR o OBJETO e descobrir o que ele é. Iniciando-se já esta quarta-feira (dia 13 de Dezembro) a observação de OUMUAMUA (com a preciosa colaboração do GREEN BANK OBSERVATORY localizado no estado da Virgínia/EUA) e tendo-se dado o arranque caso se ouvissem sons (estranhos) oriundos do objeto, então tendo-se mesmo que colocar a questão de a comunicação ser (a resposta vinda de Oumuamua) artificial e alienígena.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:08

17
Out 17

I

 

“Era dos descobrimentos (ou das Grandes Navegações) é a designação dada ao período da história que decorreu entre o século XV e o início do século XVII, durante o qual, inicialmente, portugueses, depois espanhóis e, posteriormente, alguns países europeus exploraram intensivamente o globo terrestre em busca de novas rotas de comércio” (wikipedia.org). Chegando agora a Era da Exploração (Exterior) ou das Grandes Viagens (Espaciais) não só para novas Descobertas (de tudo aquilo que nos rodeia, nos faz e constitui) como para a nossa Preservação (como espécie relevante e merecendo persistir).

 

II

 

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Com Rigil Kentaurus ao centro

(α Ceutauri A)

A pouco mais de 4 anos-luz

(do Sol)

 

Com ALF BURDEN a afirmar poder existir Vida numa outra estrela distante (segundo ele a uns 3,2 anos-luz de distância do nosso planeta) talvez não sendo alienígena (nem para o remetente, nem para o destinatário) mas tratando-se (muito simplesmente) de um reencontro (de espécies com o mesmo molde, ocupando um outro polo, idêntico/no seu objetivo ou de controlo7como posto intermédio). De qualquer forma com a estrela conhecida a estar mais perto da nossa (o Sol) ‒ e logicamente da Terra ‒ a ser Proxima Centauri (V645 Centaurus) localizada a 4,2 anos-luz e do tipo espectral M5,5Vc (o Sol é uma estrela do tipo G2V) ‒ e com a estrela do mesmo tipo do SOL e localizada a 4,3 anos-luz de distância (de nós) a ser RIGIL KENTAURUS (Alpha Centaurus A). E tal como a distância indica utilizando um qualquer tipo de propulsão futura e verdadeiramente revolucionária (atingindo como certas partículas a velocidade da Luz), demorando mais de 4 anos a atingir o destino (para já uma impossibilidade dado os desígnios/prioridades do Homem ‒ para já limitando-se à Terra, Berço e talvez Sepultura).

 

III

 

ALF1.jpg

Alf Burden

(à direita)

O 1º Astronauta a realizar um passeio no Espaço

(no exterior da nave Apollo)

 

Numa entrevista levada a cabo pela rede de televisão britânica ITV e transmitida a 29 de Setembro deste ano (de 2017), o convidado do programa foi o ex-astronauta norte-americano ALFRED WORDEN (hoje com 85 anos de idade), na altura da missão APOLLO 15 piloto do módulo de comando ENDEAVOUR (o módulo orbital): para além desse módulo de comando onde Alfred Worden permaneceu nas suas órbitas (75) em torno da LUA (associado ao módulo de serviço), com os seus dois colegas de missão DAVID SCOTT e JAMES IRWIN a bordo do módulo lunar FALCON a aterrarem no nosso satélite (natural e pela 3ª vez) e a serem os primeiros a utilizarem um veículo motorizado (ROVER LUNAR) para se deslocarem na superfície lunar (nas 3 missões anteriores Apollo 11/12/14 fazendo-o a pé e só na 4ª Apollo 15 usufruindo de um veículo de transporte). No caso da 4ª missão com o módulo lunar a alcançar com êxito o solo do nosso satélite, ao contrário do sucedido com a missão Apollo 13, registando uma avaria do seu módulo de serviço (Odyssey) e obrigando a sua tripulação (James Lovell, Jack Swigert e Fred Haise) a regressar de imediato à Terra (chegando todos sãos e salvos) utilizando como refúgio o módulo lunar (Aquaris).

 

Nesse dia dos finais do mês de Setembro (de 2017) em que o astronauta da missão Apollo 15 (lançada de Cabo Kennedy em 26 de Julho de 1971, quando o astronauta tinha 39 anos) Al Worden era entrevistado pelo canal ITV (na altura para o programa Good Morning Britain) ‒ inicialmente para falar da sua experiência pessoal em torno da sua fantástica viagem até à Lua, orbitando-a 75 vezes numa estadia de alguns dias ‒ com a conversa subitamente a derivar (do rumo pré-definido) abandonando o tema das Viagens (Espaciais) e substituindo-o pelo tema (aparentemente inesperado) dos Alienígenas: e tudo se iniciando numa simples questão que há já várias décadas tem perturbado muita gente (desde o encerramento do programa Apollo em 1972, já lá vai quase meio século), pela resposta constante e sempre pela Negativa dos que o poderiam fazer e não o fazendo o abandonaram ‒ quando o que se deveria ter feito seria a continuação desse imprescindível (para a preservação da nossa espécie) projeto (com o Homem a instalar-se na Lua, construindo uma base intermédia e daí lançando-se para o Espaço, mas em direção a Outros Mundos e também a outros Sistemas, talvez parecidos se não mesmo Familiares). Assim perguntando-se “Porque deveríamos continuar a ir à Lua?”

 

IV

 

Apollo_15-insignia.jpg

Apollo 15

(Símbolo representativo da missão)

A 1ª missão à Lua de caracter científico

(realizada há 45 anos)

 

E a partir dessa questão dando-se o salto fundamental para a fase seguinte, com o ex-astronauta Alf Worden (o piloto do módulo orbital na missão Apollo 15) profundo conhecedor da Lua e das viagens espaciais (num percurso total de 1.000.000Km, a distância percorrida na ida e volta ao satélite) a responder de imediato e sem qualquer tipo de hesitação: “SURVIVAL, SURVIVAL OF OUR SPECIES”. Daí entrando-se por outros caminhos (adjacentes e complementares) falando-se então de colonização (e onde a concretizar), partindo-se desse degrau e subindo-se, até se atingir um dos topos, com os Alienígenas presentes: não sendo forçoso que os encaremos como sendo de uma nova espécie (tal como a nossa, caraterística de um Sistema, no nosso caso o Solar), mas talvez apenas um reflexo das nossas próprias origens ‒ com os Alienígenas a sermos nós! Sendo essa a ideia (base) naquele dia transmitida (nos USA) pelo velho ALF astronauta (dada a idade sendo um Sábio):

 

When Worden is asked about the possibility that there are extraterrestrials out there, Worden says: “You know, I’ve been asked that question hundreds of times, ‘do you believe in aliens?’ and I say ‘yeah.’ “We are the aliens, we just think they’re somebody else, but we’re the ones who came from somewhere else. Because somebody else had to survive…they got in a little spacecraft and they came here and they landed and they started civilization here, that’s what I believe. And if you don’t believe me, go get books on the ancient Sumerians and see what they had to say about it, they’ll tell you right up front.” (Alfred Worden/Good Morning Britain/ITV/prepforthat.com)

 

V

 

spacecraft_profile.jpg

Sonda Voyager

(Na realidade a 1ª Nave Interstelar)

Viajando a caminho do Outro Lado

(mas infelizmente não sendo tripulada)

 

Acabando no meio deste emaranhado de convicções difundidas por um antigo astronauta tendo já viajado pelo Espaço em direção ao Infinito (só não o sendo em toda a sua extensão devido à obrigatória viagem de volta) por se chegar a uma conclusão certamente gritada e vociferada por ALF (devido à indignação) ‒ tal a sua certeza em tal convicção (pela evidência sendo tão fácil de aceitar), tal a sua simplicidade e experiência vivida (de sucessivas gerações), com casos paralelos e tocando-se no nosso quotidiano (como nos Descobrimentos partindo à Aventura na senda de Outros Mundos onde pudéssemos persistir) e acima-de-tudo sendo ainda acrescido por uma INEVITABILIDADE do HOMEM de um dia ter que abandonar a Terra como seu Lar permanente (e Zona de Conforto como diria o Coelho falando de Portugal para os portugueses) se ainda quiser viver e a partir daí existir. Daí a ideia:

 

Worden also rejected the notion that humans could colonize planets within our solar system, calling the concept an “unsustainable” one. He then presents the idea that we’d need to go outside of our solar system to find inhabitable regions, claiming that “we know they are out there.” (prepforthat.com)

 

(imagens: WORD PRESS/ITV/WIKIPEDIA/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:20

05
Out 17

[Observada anteontem em Marte]

 

“I believe in the possibility of commercial space travel - for exploration and for the preservation of humanity. I believe that life on Earth is at an ever-increasing risk of being wiped out by a disaster, such as a sudden nuclear war, a genetically engineered virus, or other dangers. I think the human race has no future if it doesn’t go to space. We need to inspire the next generation to become engaged in space and in science in general, to ask questions: What will we find when we go to space? Is there alien life, or are we alone? What will a sunset on Mars look like?” (How to make a Spaceship/Julian Guthrie/Stephen Hawking)

 

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Marte ‒ O Adulto

(Curiosity Rover ‒ SOL 1834)

 

Pela 1ª vez desde que um veículo motorizado terrestre circula num Mundo Alienígena (neste caso o planeta MARTE), uma imagem registada ontem (dia 3 de Outubro) por um desses veículos (o CURIOSITY) mostra a quem quiser ver e não tiver dificuldade em acreditar, a sombra do que será um MARCIANO adulto acompanhado (na imagem à direita) por dois indivíduos mais jovens (e mais pequenos):

 

Numa prova irrefutável de que poderá existir Vida em Marte (biológica, mecânica ou biomecânica) com um conjunto de sombras a comprovar a existência de três Sujeitos (e não objetos por se deslocarem por sua iniciativa), deslocando-se sobre a superfície (do planeta) nas proximidades do veículo (oriundo da Terra a mais de 200 milhões de km e no dia deste registo comemorando o seu 1834º dia de estadia no Planeta Vermelho).

 

Nestes cinco anos de estadia e trabalho científico sobre a superfície de Marte (noutra região do planeta circulando a sua irmã mais velha OPPORTUNITY) e entre as várias imagens proporcionadas pelas câmaras instaladas a bordo do veículo ‒ e com o mesmo já se tendo deparado ao longo destes quase 2000 dias (ainda faltam 166) com fisionomias semelhantes às humanas (humanoides), fazendo-nos lembrar outros animais (irracionais) e até objetos familiares (como o terminal do tubo de sucção de um aspirador, pela sua apresentação e forma sendo o que teve mais impacto pela sua extrema semelhança ao ainda utilizado na Terra) ‒ deixando-nos mais uma vez desconcertados pela sua Presença mas em notícias revelando a sua Ausência (nem todos acreditando nas sombras como originadas em Sujeitos num Mundo pejado de objetos), cada vez mais desesperados e com menor esperança.

 

MARTE 1.jpg

As sombras dos jovens Marcianos

(detalhe da imagem anterior)

 

Seremos nós os únicos Seres (organizados, inteligentes) em todo o Sistema Solar?

 

Uma espécie até ao momento (tendo em conta o seu ainda curto período de Evolução sobre a face da Terra) tendo atingido um nível apreciável de desenvolvimento científico e tecnológico (bem explícito na área da Saúde e da Exploração Espacial), mas que no entanto não aproveitando tudo o que lhe chega às mãos (por aprendizagem ou acidentalmente) e todas as possibilidades que os novos cenários lhe apresentam (e sugerem pela sua simples presença), apenas tem aproveitado tal transformação (e desenvolvimento) para aceder a novas possibilidades e estratégias de matar seres da sua própria espécie ‒ já que mesmo excedentário (o Homem) e dada a (pretensa) sobrelotação da Terra, a solução não será reduzi-lo (o nº de elementos como nós) mas conquistar outros territórios (deixando definitivamente o exclusivo das sondas automáticas ‒ sem tripulação ‒ criando uma base intermédia ‒ em órbita da Lua ou sobre a sua superfície ‒ e daí partindo em naves espaciais tripuladas ‒ interplanetárias ‒ em direção a outros planetas e aí originando colónias).

 

De momento com os norte-americanos (iniciativa privada seguida pela NASA) a apontarem para Marte (com Elon Musk e a Space X à frente) mas só na próxima década (2020/2030) e com outros a proporem uma 1ª passagem pela Lua (Base/Colónia Zero), só depois seguindo viajem.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

07
Set 17

Desde o início deste mês de Setembro que são cada vez mais fortes os indícios da presença nas redondezas do centro do nosso Sistema (Solar) de atividade alienígena (logicamente envolvendo o Sol).

 

Imagem da mancha AR 2673 (na figura abaixo no canto inferior direito) responsável pela ejeção de material da superfície do Sol, originando uma chama solar da classe X9 dirigida ao nosso planeta.

 

3.jpg

 

Com certos rumores inspirados em Teorias da Conspiração mas afirmando possuírem provas, associando o sobressalto solar à passagem recente do (gigantesco) asteroide Florence, podendo ser uma diversão para uma potencial distração com posterior invasão.

 

A chama mais forte criada neste 24º ciclo solar e com o Sol a atravessar um período de fraca atividade (a caminho de um mínimo) ‒ e no entanto surpreendendo com esta sua faceta (exposta a 6 de Setembro).

 

1.jpg2.jpg

 

 Estimando-se em certas plataformas proto científicas de análise não dimensional, que a probabilidade da ocorrência de tais fenómenos (chamas solares) após a passagem de um corpo estranho (momentâneo) será como o de existência de vida num outro conjunto qualquer.

 

Nas imagens fornecidas por Lasco C2 e Lasco C3 (figuras acima) sendo bem visível a ejeção de massa solar para o Espaço numa chama de classe X9 (muito intensa) e provavelmente dirigida. Certamente originando uma CME.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:09

16
Mar 17

[Confirmada]

 

Seres que ainda não vimos mas que já deixaram rasto

 

Já que ainda não se conseguiu comprovar que seres alienígenas tenham alguma vez pisado o nosso planeta Terra (logo não existem) para nos contrair sobre o nosso dilema existencial envolvendo outras Entidades que não o ser Humano, eis que a NASA nos vem agora presentear com uma imagem oriunda do planeta Marte mostrando-nos claras evidências da presença alienígena à sua superfície (logo existem).

 

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Marte – Rover Opportunity – SOL 4571

(rastos recentes impossíveis de atribuir a marcianos)

 

Um planeta por todos nós conhecido como sendo seco e desértico (por vezes aparentando ser um monte de pedras calcinadas e em decomposição), sem água ou atmosfera para se sobreviver e sujeito a radiações extremamente tóxicas e mortais que nos fariam sucumbir em poucos segundos: sem nenhum sinal visível de vida ou da existência de qualquer outro tipo de Entidade à nossa semelhança e como tal (e com o adicional do registo ser Artificial) provando a indesmentível existência de seres Alienígenas.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:47

01
Jun 16

[Projetor/Projetado e Projetado/Projetor partilhando um mesmo Cenário]

 

“Se acreditamos em DEUS é mais que logico que acreditamos no HOMEM – com este último a ser o único e verdadeiro CRIADOR. E é apenas o medo – ao longo de milhares de gerações persistentemente em nós inculcado – que mesmo à nossa frente e como que se usássemos umas palas ainda nos impede de ver, de sentir e ter prazer (as tais palas categorizadas/aplicadas como de segurança e de proteção).”

 

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Pretensa imagem fornecida pela NASA e posteriormente apagada dos arquivos

(com uma depressão bem visível no Polo Norte terrestre)

 

Enquanto na Terra nada se passa de extraordinário o mundo lá vai rodando muito tranquilamente em torno do seu eixo imaginário: intersectando os seus polos mas sendo na realidade coordenado pelos Estados Unidos da América: os tais que foram à Lua (alimentando o nosso imaginário) para nunca mais lá voltarem (impondo-nos uma realidade com o fim do Programa Apollo).

 

Como se houvesse outro mundo mas que não fosse para nós – e deixando-nos em mãos de potenciais especuladores: desde os aventureiros revivendo Jules Verne (com a sua Viagem ao Centro da Terra) até aos conspiradores com as extintas missões Apollo (não se tendo regressado à Lua por imposição alienígena). No entanto colocando questões (prementes por objetivas e factuais) como os dos grandes buracos existentes nos polos.

 

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Tal e qual como numa ilustração das previsões de Nostradamus

(com os cientistas da NASA a afirmarem a descoberta de vida alienígena até o ano de 2025)

 

Na realidade com o nosso mundo interior em permanente convulsão e com o mundo exterior (mais virtual que real) ainda distante de nós: na Terra com a morte à porta sem sequer a querermos ver (doenças/guerras), lá fora com a vida à espera sem que saibamos que existe (quantas vezes olhamos para o Céu?). Optando por não usar os órgãos que nos proporcionam os sentidos e acabando por distorcer a nossa perceção do mundo.

 

Colocando obviamente os Humanos entre duas alternativas possíveis (e inconciliáveis por incompatíveis – sendo uma sedentária/estática e a outra nómada/dinâmica): ou nos dirigimos para nós próprios e conseguimos interiorizar este mundo limitado e fisicamente regressivo (sujeitando-nos para sempre às suas regras localmente impostas) ou partimos como novos conquistadores atravessando o Espaço à procura de novos mundos e de Outras Terras.

 

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Com 7 biliões vivendo sobre a superfície da Terra a balancearem-se entre deixarem-se morrer ou partirem à aventura

 (num Mundo Original a todos prometido e entregue para seu pleno usufruto e prazer, mas por interesse de alguns nunca cumprido)

 

Esperando no entanto que algo de inesperado e maravilhoso aconteça (um Evento talvez Divino) de modo a podermos impor (ao Tempo) a única verdade aceitável – e há muito declarada por Antoine Lavoisier: “Na Natureza nada se perde nada se cria tudo se transforma”. Descartando-nos do nascimento e da morte (limitativos e opressores como os ponteiros de um relógio, medindo algo de abstrato), aceitando a nossa evolução (já que tudo se move, matéria e energia incluídas) e como objeto ou sujeito, cumprindo a próxima transformação (e porque não para um outro nível psíquico ou não teremos nós Alma?).

 

Para já sem mais notícias e nada de novo no horizonte. Dividindo o nosso Mundo (consciente, subconsciente e inconsciente) em três subconjuntos distintos, mas completamente integrados, diluídos e para a esmagadora maioria dos aplicados, totalmente impercetível: associados ao nosso quotidiano de vida presente (à superfície da Terra), a outros níveis de existência (vida aérea/superficial/subterrânea para nós desconhecida/esquecida e passada/presente) e mesmo a outros planos exteriores aos do Nosso Mundo (talvez deliberadamente) Fechado – e cronologicamente (estrategicamente) colocado no Futuro. Como um Osso inalcançável (Miragem) colocado à frente de um cão esfomeado (de modo ao mesmo sem o entender persistir no caminho da falsa Esperança).

 

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Um Mundo onde o ser Humano questiona a sua própria existência

Tantos são os factos contraditórios com que se depara no seu monótono quotidiano (com as suas consequências funestas pondo em causa a sua sobrevivência) – levando-nos até a um mundo de simples projeções holográficas, controlando um vasto rebanho

 

E se algum ser vivo e inteligente tivesse um dia qualquer no decurso de uma das suas incursões no interior do Espaço, por casualidade ou talvez não, atingido o nosso Sistema (Solar) e vislumbrado por instinto ou curiosidade o nosso planeta (Terra), já pensaram no que o mesmo pensaria (e certamente refletindo mais profundamente do que nós por ser um observador exterior) ao deparar-se com o que se passava no seu interior (meio ambiente) e sobretudo entre a espécie indígena e dominante (civilização)? Certamente que ficaria perturbado fosse apenas um turista (1ª visita) ou anterior residente (visitante habitual): sentindo-se desde logo de outro nível (superior), absolutamente desprezando o que via e sentindo-se tentado a ignorar. Apesar de mesmo entre nós alguns gostarem de domesticar, descarregando curiosamente nos outros (racionais e irracionais) a nossa selvajaria doméstica. O que se pensarem bem nos poderá diferenciar, colocando-nos no lugar de presas de predadores privilegiados.

 

Uma espécie que parece ter abandonado o seu principal princípio vital importantíssimo para a sua sobrevivência – o desenvolvimento do conhecimento e a nossa integração progressiva na sua transformação e aplicação (tendo todo o Homem como usufrutuário coletivo) – substituindo-o pelo princípio do objeto e do lucro (mais-valia dele extraída) e da recompensa imediata (apesar de temporária e como num toxicodependente) – que nos içará aos Céus até ao colapso final. Destruindo o seu Lar (a Terra) e sem uma única alternativa (conhecida no Espaço). Cumprindo mais uma profecia credível (face aos indícios que em torno de nós já se vêm e amontoam) proferida pelo conceituado físico Stephen Hawking, elegendo os três maiores perigos para a sobrevivência do Homem e da sua Civilização: o desenvolvimento incontrolado da Inteligência Artificial, a constante Agressão observada entre Humanos e a grande probabilidade da existência de vida extraterrestre (perigosa por ser certamente imensamente superior à nossa).

 

(imagens: Secure Team – NASA – front-lines.com – sadistic.pl)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04

30
Abr 16

No local mais profundo da Terra

A MEDUSA ALIENÍGENA

 

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Numa visita de estudo organizada por um grupo de cientistas (da NOAA) ao oceano PACÍFICO, o objetivo da sua viagem centrou-se num ponto particular desse extenso volume de água (salgada), localizado numa região para muita gente associada ao Círculo de Fogo do Pacífico: uma área extremamente ativa da Terra a nível vulcânico e sismológico. O seu destino era as Fossas das Marianas: “A Fossa das Marianas é o local mais profundo dos oceanos, atingindo uma profundidade de 11 034 metros. Localiza-se no oceano Pacífico, a leste das ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectónicas do Pacífico e das Filipinas. Geologicamente, a fossa das Marianas é resultado geomorfológico de uma zona de subducção.” (wikipedia.org)

 

 

 

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O objetivo desta visita às Fossas das Marianas seria o de estudar a evolução dos habitats marinhos existentes a grandes profundidades, num local conhecido como a montanha submarina ENIGMA (apresentando declives mais acentuados): com o seu navio de pesquisa OKEANOS EXPLORER (equipado com um pequeno submergível de exploração oceânica) a atingir com o seu ROV (veículo de operação remota) uma profundidade de 3700 metros (no dia 24 de Abril) e aí fazendo descobertas para lá do nosso mundo (conhecido). Observando pela primeira vez uma espécie até hoje desconhecida, sugerindo pela situação extrema e misteriosa algum tipo de intrusão alienígena, com luzes amarelas e vermelhas a brilharem no seu interior aparentemente esférico e com uns tentáculos tipo pernas para se movimentar e impor.

 

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Uma Medusa Alienígena. Que no entanto só o era por até esse momento ser totalmente desconhecida e por habitar numa zona exterior à generalidade das outras esmagadoramente ocupadas, por todas as espécies conhecidas e há muito integradas. Tratando-se apenas de um ramo familiar (da família das medusas) do género CROSSOTA. Vivendo num meio ambiente um pouco hostil (pela sua profundidade e diminuta luminosidade), onde a presença de animais será escassa e bastante suscetível às transformações provocadas na crosta terrestre, pelas movimentações das placas tectónicas e pelos fenómenos de subducção. Que no entanto se poderá tornar definitivamente numa armadilha mortal, se assim o permitirem aos loucos deste mundo. Como? Assim: “Tal como outras fossas oceânicas, a fossa das Marianas foi proposta para local de armazenamento de resíduos nucleares na esperança de que a subducção de placas tectónicas que se verifica no local possa eventualmente fazer entrar o lixo nuclear no manto da Terra.” (wikipedia.org)

 

Pelos vistos já desistiram de transformar o Espaço numa Lixeira. Continua ainda a ser a vez da Terra.

 

(imagens: noaa.gov e freeworldmaps.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:42

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