Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Dez 19

[ET: Extraterrestre T: Terrestre]

 

Metal-loving microbe prefers eating meteorites than earth rocks

(Kerry Hebden/room.eu.com)

 

MeteoriteLovingMicrobe.jpg

The meteorite dubbed NWA 1172 (left)

M. sedula cells colonizing the surface of the meteorite particles (right)

 

Apresentando um micróbio terrestre vivendo em ambientes extremos (níveis de acidez elevada) e tendo como seu alimento predileto material proveniente de meteoritos (fragmentos atingindo a superfície da Terra), calhando estar presente neste tipo de material extraterrestre metais enriquecendo-lhe (certamente e pela reação posterior) a sua dieta alimentar, como que parecendo dançar atingindo o êxtase: a Metallosphaera sédula (1 mícron de diâmetro). Podendo viver praticamente em todo e qualquer lado (mesmo no interior do corpo humano) especialmente como “facilitador em proveito próprio das digestões”, gostando ao mergulhar nelas (extraindo-lhes com prazer a energia necessária) dos alimentos sendo ricos em metal. E daí pensando-se nas rochas marcianas e de como estes micróbios reagiriam (se adaptariam/evoluiriam) em Marte, fazendo-se a experiência (tendo um exemplar de meteorito e o micróbio) e revelando-se os resultados: utilizando-se uma amostra do meteorito NWA 1172 e exemplares do micróbio Metallosphaera sedula (ou M. sédula) e constatando-se de imediato “o amor gastronómico do micróbio pela amostra metálica extraterrestre− nela se fixando (o micróbio terrestre no meteorito extraterrestre metálico) e suscitando a possibilidade da existência de Vida (para além de na Terra) em Marte , no Universo.

 

[artigo: Metal-loving microbe prefers eating meteorites than earth rocks/Kerry Hebden/09.12.2019 room.eu.com/news/metal-loving-microbe-prefers-eating-meteorites-than-earth-rocks]

 

(imagem/legenda: Wikicommons/Milojevic et al, Nature, 2019/room.eu.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:15

21
Nov 19

[E para deixar desde já alguém com “água-na-boca”, umas imagens da Antártida via Paul Nicklen e National Geographic Portugal.]

 

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Lobo Marinho (↑)

Krill (↓)

 

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 Para quem a Cultura e a Memória é importante, pretendendo-se (a aquisição de) algo de substantivo − e deixando para os outros, os adjetivos – focando-se aqui na questão (atual) do Aquecimento Global e nas consequências do mesmo, no que toca ao continente gelado da Antártida: com as subidas nas temperaturas (provocando o Degelo dos Polos) a alterarem o clima da região, certamente que modificando as suas condições ambientais (do ecossistema antes existente) e podendo dar origem a novas migrações − abrangendo toda a fauna (nela incluindo o Homem) e toda a flora − assim como à mudança dos hábitos alimentares. Ainda-por-cima num ato cultural baseado em experiências diretas e pessoais, proporcionando-nos (e usufruindo-se com imenso prazer) um quadro cronológico explicativo (e objetivo) da evolução registada na Antártida, como vista por uma criança (então − 1988 − com 9 anos) ao longo da sua infância viajando (num veleiro) por esta região polar com os seus pais e irmão: e constatando anos depois (já nos 40 anos) a mesma (a península da Antártida) − tal como a conhecera antes − ter praticamente “desaparecido”.

 

Um artigo da responsabilidade da National Geographic e publicada no Sapo (a 21.11), sem dúvida a ler: “Antárctida − Como o aquecimento está a mudar o que os animais comem, onde descansam e se reproduzem” em

 

[nationalgeographic.sapo.pt/natureza/grandes-reportagens/

1989-antarctida-uma-fenda-no-mundo]

 

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Icebergue (↑)

Cria de Pinguim (↓)

 

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E se colocando a questão de se o Aquecimento Global poderá mudar alguma coisa na Antártida (ou noutra qualquer outra região da Terra), com a resposta a ser claramente SIM tanto nas migrações (onde descansar, onde se reproduzir) como na comida (mudando-se de ambiente, mudando-se a alimentação): desde que se compreenda que não sendo o Mundo (apenas) a Preto & Branco (sendo-se por exemplo, por Trump ou contra Trump) − não nos deixando alternativa, mesmo sabendo-se serem faces da mesma moeda (ou seja, iguais) – as causas para tal Aquecimento Global (Degelo dos polos e/ou Alterações Climáticas) residirá maioritariamente na Evolução Geológica e Natural da Terra (integrada num Sistema muito maior) e apenas minoritariamente (apesar das suas “manias de grandeza”) na Interferência Artificial do Homem. E levando-a (a Terra) até ao extremo, com um dos (como espécie) a poder afirmar desde logo a sua extinção (e pelas suas próprias mãos) a ser precisamente o Homem.

 

E tal como antes regressando a casa e depois de larga ausência já não conhecíamos ninguém (como se o passado, nunca tivesse existido) − destruída a Memória − o que será quando regressarmos a casa e ela já não existir − destruída a Cultura? Nada, porque antes, já teremos deixado de existir.

 

(imagens: Paul Nicklen e National Geographic Portugal/nationalgeographic.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16

19
Jun 12

Na tradicional gastronomia algarvia, andamos sempre atrás dele – há muito desaparecido das mesas e até das águas do mar: só se for seco e congelado ou encerrado para engorda em viveiros.

 

Um Mamífero observa Outro, tal como Nós

(assim é lindo e dá prazer)

 

As Orcas também gostam de Atum

 

Um grupo de orcas foi avistada um destes dias a passar próximo da costa do Algarve, aproximadamente a 12 Km ao largo da cidade de Albufeira. É um caso raro o avistamento na nossa costa – nestas condições e a esta distância – destes mamíferos, na sua viagem à procura de alimentos, neste caso do saboroso (e em vias de extinção) atum algarvio.

 

(segundo notícia CM)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:52

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