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As Poeiras como origem do Homem

Sábado, 10.04.21

Em dois estudos publicados em sciencedaily.com (um de 2 de abril, outro de 8 de abril) focando o mesmo tema ─ as “poeiras do Espaço” ─ a indicação de que poderemos ter a nossa origem (do Homem) nessas mesmas partículas (movimentando-se no Espaço) e de que as mesmas continuam (continuando pelos vistos a cumprir a sua função) a atingir-nos:

 

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Tabela Periódica

 

Com o Carbono a fazer uma viagem Interestelar até atingir a Terra, transformando passados milhões e milhões de anos uma esfera inicialmente “efervescente”, num extraordinário Ponto-Azul pleno de Movimento e de Vida ─ contribuindo como fator inicial, para o aparecimento da mesma (Vida) ─ num processo posteriormente alimentado por outras partículas ou “poeiras espaciais” resultantes da passagem de cometas e de asteroides (nas proximidades da Terra), acabando algumas delas por se atravessarem no nosso caminho e nos atingir. Tal como com o “Ciclo da Água” com o “Ciclo da Poeira” mantendo-se a Vida. Colocando-se de novo a questão de qual o fator primordial para se dar o arranque da Vida (tal como a conhecemos), sendo o Homem basicamente composto por Água (H₂O), outros elementos (como Carbono) e outras substâncias minerais (cálcio, fósforo, etc.), mas não sendo uma água engarrafada gaseificada, mas um ser orgânico, biológico, consciente, mexendo-se e estando vivo: em termos simplistas e tendo-se noção da distância existente entre uma estrutura como a da Terra (no conjunto não se vendo, como se não existisse) e a do Universo (tão grande, esmagador, sem dimensões, e que incapazes de o compreender, definimos como Infinito) ─ ele próprio fazendo parte de um conjunto ainda mais vasto o Multiverso ─ e ao mesmo tempo questionando-nos sobre o que será a “Alma” e sobre a sua existência (e finalidade), confrontando-nos com uma dúvida sobre se será mesmo o “Mundo Orgânico” a nossa origem/destino ou se não será (em sua substituição e como o original) o ainda predominante “Mundo Mineral”.

 

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Chuva de Meteoros

 

Sabendo-se que à nossa volta (no Espaço exterior) assim como debaixo dos nossos pés (com sismos, erupções, deslocamento de placas, etc.), as rochas são poderosas e até (se quiserem/se calhar, qual a diferença?) nos esmagam: e se ainda acreditamos na existência da Alma (o nosso único passaporte, podendo-nos proporcionar uma viagem, para outros lugares), talvez seja porque o nosso Universo considerando-se em si como um “Organismo Vivo” também terá uma Alma, a sua (dando-lhe possibilidade de comunicar, de se transportar, de se poder replicar noutro lugar/nem que o faça num Mundo Paralelo, descortinando o ponto de interseção e comum entre eles, depois sendo apenas “saltar” e ver-se do outro lado da projeção/do holograma) ─ não se vendo como a nossa mas existindo ─ a “Alma Eletromagnética” ─ unindo e separando Mundos, transformando-os (para ele, par nós) mas nunca se perdendo. E a Terra só “funcionando” (existindo) dada a presença no seu interior (centro) de um dínamo-gigante alimentado pelo Sol. E da Matéria e da Energia (e apenas existindo, sem princípio nem fim, tendo-se apenas que se proporcionar o momento ─ originários como somos do mesmo molde, facilmente podendo ser atualizados) se fazendo tudo o que existe. Mas e como sempre suspeitamos (mas por despeito nunca afirmamos) num enlace fortuito e extraordinário (digamos que, acontecendo de cem em cem anos), podendo a nossa mente dar outro “Salto” e de repente estando-se noutro Mundo (noutra Galáxia, ou Universo, ou num Mundo com parâmetros diferentes “espirituais-eletromagnéticos”). Talvez nesta grande bolha (integrando bolhas de nível superior) só existamos mesmo nós (daqui até ao infinito) e para se conhecer mais alguém, tendo-se de arranjar uma forma de a conseguir rebentar e daí, começando-se (a II Grande Viagem de Circunavegação) logo a avistar.

 

(imagens: vchalup/Paulista/stock.adobe.com/sciencedaily.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:47

Regressando às Vésperas do Halloween

Quinta-feira, 07.11.19

[E a mais uma "Doçura & Travessura".]

 

Nos momentos antecedendo a comemoração do HALLOWEEN 2019, um exemplo dos múltiplos, belos e mágicos cenários, dados a usufruir pela NATUREZA: aqui e com a colaboração conjunta dos RAIOS do SOL e da ATMOSFERA TERRESTRE, com o SOL e a TERRA dando-nos a usufruir, uma avermelhada e brilhante imagem de uma AVE: misteriosa, eletromagnética e tocando-nos a ALMA (temporariamente associada ao nosso corpo físico). Numa transição entre o Inferno (da Terra) e o Céu (Lá em Cima).

 

A ÁGUIA DE FOGO

 

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Soledad

Rio Grande do Sul − Brasil

(30.10.2019)

 

“E então a majestosa águia de fogo...o céu em Soledade...Deus é bom.”

(Paulo Henrique Pinheiro/30.10.2019/Facebook.com)

 

Uma decoração Natural − tendo como “Companhia” o Ecossistema Terrestre − surgindo nos céus do BRASIL e segundo uma das suas testemunhas (PHP) representando “uma ÁGUIA, majestosa e simbolizando a bondade de DEUS”: projetada para nós (talvez como um sinal) na nossa atmosfera – ao pôr-do-sol. Segundo cientistas e especialistas no fenómeno, mais um caso natural de um fenómeno conhecido e já ocorrido anteriormente (precisamente com o mesmo tom para o cor-de-rosa, mas não como antes, aí definindo algo).

 

(imagem: Paulo Henrique Pinheiro/Facebook)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

Via Láctea

Sexta-feira, 28.06.19

“No que nos (Homem) diz respeito (e à nossa sobrevivência) com o Sol

(sendo a Terra a nossa atual zona de conforto)

a estar a meio do seu ciclo de Vida.

Um dia tendo-se (obrigatoriamente) que partir

ou optando-se por não se mexer então morrer.”

 

Imagem parcial da galáxia (com mais de 13 biliões de anos de idade) onde se situa o nosso sistema planetário o SISTEMA SOLAR – com um dos seus 8 planetas a ser a TERRA orbitando (tal como todos os outros) uma estrela de referência o SOL – localizado num dos braços da mesma galáxia em espiral a VIA LÁCTEA (mais ou menos a meio da distância centro/limites) e com tudo o que vemos a olho nu (no Céu noturno do deserto do Atacama) pertencendo-lhe.

 

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Arco da Via Láctea como visto a partir do telescópio ALMA

localizado no deserto de Atacama no Chile

(17.06.2019)

 

Uma galáxia − a VIA LÁCTEA – com 50.000 anos-luz de raio (distando cerca de 26.000 anos-luz do centro), 1000 a 3000 anos-luz de espessura, comportando 100 a 400 biliões de estrelas e com um período de translação (do Sol relativamente ao centro da galáxia) de 225 milhões de anos. No centro da qual (Via Láctea) se situa um Buraco Negro Supermaciço. E com o Sistema Estelar mais próximo a ser o de ALPHA CENTAURI com a sua estrela mais próxima (do Sol) a ser PROXIMA CENTAURI (a 4,6 anos-luz de distância).

 

Dentro de aproximadamente 4,5 biliões de anos,

se não destruídos por um asteroide ou pela própria evolução do Sol

(expandindo-se e “engolindo” a Terra),

sendo certa a colisão (“talvez não de frente, mas de raspão”)

da nossa galáxia VIA LÁCTEA com a galáxia de ANDRÓMEDA.

 

Com os telescópios ALMA a apontarem-nos de uma forma bem clara (dirigindo-se para a imensa escuridão cintilante) qual deverá ser efetivamente o futuro do Homem: depois dos Oceanos, a Aventura e a Descoberta do Espaço. E podendo o nosso Universo ser relevante por Único (onde existe Vida Orgânica, Inteligente, reproduzindo-se e sendo capaz de se organizar, adaptar e evoluir) não sendo certamente o único, Universo projetado e existente − mergulhado num oceano eterno de múltiplos Universos (como réplicas do mesmo Molde) e variáveis (mesmo que incompreendidas como o Tempo), concorrentes, paralelas ou coincidentes.

 

(imagem: Petr Horálek/ESO/space.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:32

Se Eu Me Lembro, O Universo Também

Domingo, 12.05.19

The Universe Probably 'Remembers' Every Single Gravitational Wave

(Rafi Letzler/livescience.com)

 

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Gravitational waves may leave a lasting mark on the universe

(legenda: Live Science − imagem: Shutterstock)

 

Se levares um pontapé de alguém, mesmo não se sabendo de quem

(até pela marca deixada),

certamente que recordarás o momento, sentindo-o ainda por algum tempo.

 

E se o UNIVERSO é capaz de se “LEMBRAR” da cada uma das ONDAS GRAVITACIONAIS com que se foi deparando − mesmo longo tempo depois, das mesmas nele se terem manifestado – explicando-se tal fenómeno pelas alterações provocadas nas regiões atravessadas por essas ondas, deixando atrás de si vestígios da presença temporária das mesmas, em dados (como que) processados e arquivados num banco de MEMÓRIA, logo em primeiro lugar (como início de conclusão) sendo obviamente claro estarmos em presença de um UNIVERSO VIVO (como o nosso CORPO HUMANO um ORGANISMO VIVO) e como consequência (da interação Espaço/Tempo) estendendo-se do Infinitamente Pequeno ao Infinitamente Grande conjugando Eletricidade e Magnetismo (a ALMA) com Matéria e Movimento (o CORPO). Seja no Universo (o Todo) ou no Homem (uma das partes).

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:20

David Bowie e Ziggy Stardust − Poeiras e Estrelas

Quinta-feira, 21.03.19

[Notícias da Ciência]

 

Recordando o lançamento do quinto álbum de DAVID BOWIE

(1947/2016)

 

“The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”

 

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The creation of the Ziggy Stardust persona would live on well after Bowie shed the alien skin, marking the first rock concept album by a sexually ambiguous, artistically bent musician who confounded critics at every turn.

(amazon.com)

 

A história de Ziggy Stardust

Uma estrela de rock enviada ao planeta Terra

Como mensageiro de seres alienígenas

 

No presente ano de 2019

perto da comemoração do seu 47º aniversário

(16 Junho 1972)

 

E tomando em consideração até pela associação (de palavra como rise, fall, Ziggy, star e dust) a curiosidade e a coincidência da notícia publicada (fazendo disparar as ligações nos nossos arquivos de memória), no passado dia 19 de Março na Science Daily, focando

 

“The rise and fall of Ziggy star formation and the rich dust from ancient stars”

 

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Based on the observations with ALMA and HST, researchers assume that this galaxy contains stellar clusters with a mix of old and young stars.

The clouds of gas and dust are illuminated by stellar light.

(sciencedaily.com/NAOJ)

 

Destacando como relevante não só a premonição (brilhante) de DB (antecipando-se a todos os outros) sobre um possível e imaginário futuro fora das leis, das regras, das atitudes e dos comportamentos inerentes a todas as sociedades em que o Homem tem sucessivamente vivido (monótonas, cruéis, racistas, situacionistas) – projetando-nos e dando-nos a usufruir um cenário de verdadeira SCI-FI – dando ainda alguma credibilidade ao Homem e restabelecendo a Esperança (na sua sobrevivência), como a certeza de mais um facto (fenómeno astronómico) cientificamente investigado e compreendido, deixando de ser considerado um mistério (por incompreensão) ou acontecimento (deixando de ser tratado como um intruso):

 

“Researchers have detected a radio signal from abundant interstellar dust in MACS0416_Y1, a galaxy 13.2 billion light-years away in the constellation Eridanus. Standard models can't explain this much dust in a galaxy this young, forcing us to rethink the history of star formation. Researchers now think MACS0416_Y1 experienced staggered star formation with two intense starburst periods 300 million and 600 million years after the Big Bang with a quiet phase in between.”

(National Institutes of Natural Sciences − March 19, 2019 − sciencedaily.com/releases/2019/03)

 

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Big Bang is the cosmological model of the universe whose primary assertion is that the universe has expanded into its current state from a primordial condition of enormous density and temperature.

(sciencedaily.com/Wikipedia)

 

Uma investigação levada a cabo por astrónomos utilizando o ALMA (radio-observatório localizado em Atacama/Chile) – num processo de observação complementado através da utilização de outros instrumentos como o telescópio espacial HUBBLE, o telescópio espacial SPITZER (utilizado para a deteção de radiação infravermelha e tal como o Hubble instalado num satélite artificial) e o Observatório VLT do Sul da Europa (instalação utilizando no mesmo local não um mas vários telescópios) – e visando o estudo de antigas estrelas ou conjuntos dos mesmos tipo de astros (como o Sol e outros seus semelhantes) localizados nos confins do nosso Universo a mais de 13 biliões de anos de distância: e então durante essa mesma investigação detetando um sinal de rádio (fraco) emitido por partículas de poeiras a partir da galáxia MACS0416_Y1, criada pouco depois do BIG BANG (ao qual atualmente ainda reportamos as nossas origens) e subsequentemente esclarecendo-nos um pouco mais sobre o que aí (nesse tempo, nesse espaço) se terá passado (antes, durante e depois desse Big Bang). Até porque dessas grandes extensões de poeiras cósmicas estendendo-se desde a (nossa) Origem (planetária) até ao Infinito, muitas delas terão certamente contribuído para a construção de vários objetos celestes entre eles (e como não poderia deixar de ser) planetas como a TERRA (ou outros entre a Grande Diversidade).

 

"Dust is a crucial material for planets like Earth. Our result is an important step forward for understanding the early history of the Universe and the origin of dust."

(Yoichi Tamura/ALMA)

 

(texto/legendas: os/as indicados/as − imagens: amazon.com – sciemcedaily.com – satélite WMAP/NASA/wkipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04

Sombra nos Anéis de Saturno

Quinta-feira, 11.08.16

“A sombra está em oposição à luz, representando tudo que seja irreal, fugidio e sujeito à mudanças. Para muitos povos da África está associada à morte ou ao reino dos mortos e é considerada uma segunda natureza do ser. Entre vários povos indígenas da América do Sul, uma mesma palavra significa sombra, alma, imagem. No Islã, toda manifestação da realidade é considerada como a sombra de Deus. Na psicanálise, sombra representaria: as tendências incompatíveis ou traços inferiores do caráter, tudo aquilo que a pessoa recusa admitir ou reconhecer, porém sempre se impõe a ela.” (significadodossimbolos.com.br)

 

Uma sombra gigantesca provocada pelo segundo maior planeta do Sistema Solar (apresentando uma massa quase 100X superior à da Terra) encobrindo parcialmente uma zona dos conhecidos anéis rodeando esse mesmo planeta – SATURNO. Neste caso com a sombra a ultrapassar ligeiramente a Divisão CASSINI (referindo-nos a uma das zonas integrando a região dos anéis circundando o planeta) localizada a mais de 120.000Km da superfície de Saturno e sendo ainda visível no lado inferior esquerdo da imagem PIA 20494 (como um pequenino e quase impercetível ponto luminoso) a sua lua MIMAS (para os mais novos fazendo-lhes recardar a Estrela da Morte do filme A Guerra das Estrelas).

 

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Saturno

21 Maio 2016

PIA 20494

 

Com a sombra de Saturno ao ser projetada sobre os seus próprios anéis a criar sombras de maior ou menor extensão, conforme a evolução das Estações deste segundo maior Gigante Gasoso (depois de JÚPITER) pertencente ao Sistema Solar: e com a aproximação do seu solstício diminuindo de tamanho. Como se pode constatar na imagem PIA 08362 com a sombra a encobrir todos os anéis de Saturno. Numa missão espacial integrando três diferentes agências internacionais – missão CASSINI-HUYGENS – trabalhando em cooperação num projeto de estudo do planeta Saturno e dos seus satélites naturais: a NASA (norte-americana), a ESA (europeia) e ASI (italiana). Um planeta com mais de 60 luas localizado a uma distância média aproximada de 9,5UA do Sol (a Terra dista apenas 1 UA). Uma sonda não tripulada e interplanetária lançada a 15 de Outubro de 1997 de Cabo Canaveral (localizado no já mítico e ainda ativo Centro Espacial Kennedy) e atingindo Júpiter a 1 de Julho de 2004 (já lá vão 12 anos de trabalho).

 

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Saturno

19 Janeiro 2007

PIA 08362

 

“Num dos inúmeros pontos deste CONJUNTO onde atualmente todos sabem (ou julgam) EXISTIR, nada parecia indicar para um qualquer viajante acidental no seu trajeto intersetando esse mesmo conjunto, que inopinadamente se pudesse deparar com algo de extraordinário para as suas Teorias Existenciais e Concetuais: afinal de contas nenhum dos seus indicadores assinalava algo de importante para a Existência e Evolução da sua própria ESPÉCIE. Nem sequer se interessando por outras espécies possível e estrategicamente agrupadas e organizadas (podendo com as ações no seu subconjunto – a Terra – demonstrar um nível apreciável mesmo que primitivo de inteligência e de sobrevivência à ação dos elementos) por extrema diferenciação cognitiva nas estruturas de suporte, transformação e sobretudo expansão. Pensemos apenas que cada um de nós (mais de 7 biliões) é uma máquina dita basicamente orgânica (para o nosso guião simbolizando Movimento e Vida e incorporando o fator supremo ALMA, sobrepondo-nos à Morte) que inicialmente absorve e se adapta e posteriormente retransmite e se replica, algo que para outras espécies poderá ser completamente não significativo, desinteressante e mesmo invisível. Já imaginaram um Mundo Alternativo em que uma grande Inteligência e Civilização assentassem todo o seu Conhecimento e a sua Memória num Ser basicamente Mineral? Talvez lhe interessasse o Homem ou então preferisse mesmo os Calhaus.” (albufeira2011.blogs.sapo.pt)

 

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:07

A Alma (pelo menos a nossa)

Terça-feira, 05.07.16

Aproveitando as discussões intermináveis e provavelmente eternas sobre a existência da ALMA – como uma entidade absoluta pertencendo a um nível de existência imaterial, talvez separando matéria de energia, conservando o Espaço e eliminando o Tempo (deixando a paranoia da não ultrapassagem da velocidade da luz em vez de procurarmos oportunidades e atalhos) – deixo-vos aqui estes pensamentos de Angela Dijanic sobre o tema em questão, aqui expostos como uma versão científica da existência da mesma (num excerto retirado da 1ªparte de três do seu artigo Quantum souls publicado online no The Watchers).

 

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Quantum souls

(Angela Dijanic in The Watchers on July 3, 2016)

 

The idea that we are quantum beings having materialistic experiences is a challenging paradigm for us because we were born into a three dimensional linearly aligned physicality. And for too long, that physicality has been defined within the limitations of Newtonian Laws, or rather by the followers of those laws, often times  with their own interpretations - laws that place us as cogs and wheels in an enormous superficial machine with little room for forces beyond simple matter.

 

But we are not superficial machines that run on cogs and wheels. We are complex organisms made up of matter that is in turn made up of energy. Our physical bodies may fit neatly into Newton’s very limited world, but the force that drives these bodies, the intelligent energy that is behind thought and emotion, life and death, can only, for now, be explained through quantum science; and through the technologies we have not yet discovered or mastered.

 

Because of the nature of energy, we are very limited in our understanding of it, and so it becomes this magical thing that we either believe in or not… for now. But remember magic is simply science that has not yet been defined. Thus, anything that is too nebulous to understand, at the time, is labeled magic or philosophy.

 

We need to remember that at some point in history, in fact several points in history, everything we consider science now was considered magic then. By extension, everything that we consider magical now will be considered scientific in the future as technology evolves and understanding is gleaned. Even what we thought we understood, through scientific methodology, has changed. How many theories and hypotheses have been blown out of the water as we gain better insights?

 

We must remember that science is merely a human construct in and of itself. We fall under the excuse that magic is of gods, but science is of men. Not everyone believes in gods. Not everyone trusts the wisdoms of men.

 

We made science. We decided that magic and faith weren’t enough to go by so we created a system that would be more succinct and consistent, an attempt to even the playing field. But that succinctness and consistency is defined by us. We decide what succinct means.  We decide what consistent means. Humans created language. Then we fit our scientific ideals within those constructs. We are making this up as we go along.

 

Always, the various disciplines of science, regardless of type, focus or methodology, were developed through the minds, hands and hearts of humans using the tools available to us at the time- tools that we either discovered or created, like fire, hammers, and computers.

 

And, because science is a human construct, it is at the mercy of its creators. Just like magic. Like small gods giving birth to worlds, the creator and the created fused; and the philosophies grew with their followers. And so too did the limitations.

 

And yet everyone wants scientific proof of anything being espoused. Until they are given that proof, they label the entity as metaphysical, paranormal, or supernatural. But science is not about proof. It is about evidence. Science cannot prove anything because proof is subjective. The only person who can prove anything to me is me. Only I can decide if something is true or not. The evidence of the thing is objective. Evidence cannot buckle under opinion. It’s just data. Personal bias cannot sway evidence. It doesn’t matter what you think, the facts are just the facts.

 

Selective wiles and cyclical arguments are the hallmarks of close-minded, biased, judgmental people. Why do we care what fanatics from either extreme believe or do not believe? They are ignorant bullies who think that by using words bigger than the ones you use makes them superior and therefore they must be right. They may not be right.  

 

We have been taught to think in terms of human experiences and not soul experiences. This is a necessity since we are in a physical form in a dimension that is based on time and space. Unfortunately, we get tangled up in this physicality and forget how to communicate that which is most important to our existence. Perhaps that’s part of the experience. We simply need to break through the static.  

 

We are quantum souls living in a Newtonian world. Science is not the end all to be all, but it’s what we have so let’s use it responsibly recognizing the limitations.

 

(imagem e texto/inglês: thewatchers.adorraeli.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:57

Um Morto por muitos Anunciado

Domingo, 01.03.15

Em Segredo e sem conhecimento do Morto
(que nunca tomou conhecimento da encomenda – apesar de todos afirmarem conhecer o remetente)

 

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Morte em Moscovo

 

Fontes extremamente fidedignas ligadas ao maior órgão de comunicação social nacional acabam de informar que o Diabo Vermelho cometeu mais um crime hediondo na pessoa do seu ex-colega de quarto.

 

O incidente (que alguns ainda julgaram inicialmente ser de origem passional) provocou um morto, atingido covardemente e por quatro vezes a vítima pelas costas e provocando-lhe morte imediata.

 

Segundo testemunhas encontradas no local e que terão presenciado as consequências mortais deste acontecimento que rapidamente tomou repercussões internacionais, o enredo deste típico episódio ocidental de série B incluiria (como não poderia deixar de ser para uma série que se quer dar ao respeito), um carro com os assassinos (não se sabendo ainda a soldo de quem), a presença de uma mulher (supostamente ucraniana para dar mais substância ao guião) e profissionais de saúde (para confirmarem ou não os sinais vitais da vítima); finalizando apoteoticamente com os representantes da autoridade (para darem o veredicto final e tentarem identificar todo o elenco envolvido).

 

Investigações levadas a cabo no próprio local onde se registou este crime, resultando da consulta levada a cabo entre elementos que frequentavam os mesmos pontos de interesse da vítima atrás referida, afirmam peremptoriamente que o Diabo Vermelho terá sido o último a chegar para partilhar o mesmo quarto (que a vítima graciosamente terá concordado partilhar), não descansando dada a sua ambição territorial (consequência comportamental causada pelo seu tipo autismo) enquanto não se livrasse dele.

 

Um colega tendo residido num quarto adjacente àquele onde toda esta cena espantosa e definidora de carácter se passou (do eventual predador e da sua vítima eventual), acrescentou ainda que o seu colega agora falecido lhe tinha confidenciado em conversas privadas tidas há muito poucas horas com ele, que iria desmascarar o Diabo e as suas ambições desmedidas – e que até implicariam a sua expansão para outras áreas com o seu quarto como objectivo seguinte.

 

Por essa razão (a vítima) tinha sido morta.

 

E como não poderia deixar de ser e acontecer o Ocidente está de novo horrorizado e em estado de choque perante mais esta acção verdadeiramente demoníaca levada a cabo sem consequências nem castigo pelo Diabo Vermelho (morando lá longe no Inferno), crescendo a cada segundo que passa e de uma forma exponencial o número daqueles que acreditam saber quem ele é, o ditador doente que é e o mal que nos pretende fazer.

 

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Diabo Vermelho

 

Só falta apanhá-lo com a arma na mão e (em flagrante) com o dedo a puxar o respectivo gatilho.

 

Enquanto isso o Diabo Vermelho invocou em sua defesa o facto de já não frequentar esse quarto (na sua vida apenas uma estação intermédia, por cá conhecido como um apeadeiro), de respeitar o passado habitacional e preferencial do seu ex-colega de quarto (ninguém fala quem terá sido o primeiro a escolher a cama onde se iria deitar) e de não ter como hábito o uso e porte de arma (abandonado desde que abandonou as suas funções na polícia secreta).

 

Mas tal como é hábito (ou talvez tradição) não pudemos acreditar: de imediato informações cedidas pelos seus inimigos (como inimigos do Diabo Vermelho e por inerência representante do Mal, reconhecidos oficialmente como naturais representantes do Bem) colocaram nas suas mãos a arma do crime, as quatro balas fatais e o boneco a utilizar.

 

Ainda consigo imaginar aquele rosto demoníaco apresentando um esgar de desprezo na sua face fria e sem alma (e ornamentada por dois olhos violadores e fumegantes tão típicos destas bestas cornudas), saindo aparentemente indetectável do seu veículo talvez invisível e silencioso, apontando a sua arma a um vulto deslocando-se tranquilamente e acompanhado por uma bela ucraniana e finalmente sem hesitação nem remorso (mas em contrapartida com prazer e pecado) atingindo a sangue frio e sem aviso de recepção, mais uma vítima da sua maldade (ou crueldade).

 

Só que os Polícias do Mundo têm aparelhos sofisticados e graças a eles detectaram tudo.

 

Uma coisa é certa: sendo os Polícias do Mundo os representantes de Deus na Terra, certamente que eles saberão a verdade.

 

Basta ouvi-los e a partir daí acreditar.

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:41

De Pequenino se Torce o Terrorista

Segunda-feira, 05.01.15

Na Terra do Camarão

 

Depois de um tipo do calibre de Tony Blair (um sujeito mesmo mau e real) só faltava mesmo aos britânicos apanharem com um calibre do tipo David Cameron (um objecto mesmo acéfalo e virtual).

 

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(GOV.UK)

 

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Mais uma vez um regime modelo como o da Grã-Bretanha (modelo original) certificado pelos supremos teóricos oficiais da Civilização Ocidental, vem reconhecer face ao cidadão que o elegeu para o representar e defender a sua total incompetência (e descaramento), solicitando-lhe que se empenhe mais profundamente na defesa do seu Estado, já que o mesmo (nesse ponto fulcral de defesa da soberania) demonstrou ser incapaz.

 

Não é pois de admirar que um governo como o Britânico enterrado em milhares de escândalos e contradições, que vão desde o afundamento progressivo e brutal da sua economia (agora até incluem o mercado da droga e da prostituição nos seus balanços orçamentais, o que teve como reflexo imediato a melhoria visível das contas) até à destruição de valores éticos e morais (veja-se o caso de pedofilia que atravessa toda a sociedade britânica, com focos bastante poderosos seja entre círculos políticos como entre círculos da família real), por vezes se meta por caminhos no mínimo estranhos e incompreensíveis.

 

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Senão vejamos (apenas um caso): todos os funcionários públicos ou privados com responsabilidades nas áreas da Saúde, Justiça, Educação, Administração e por aí fora, terão agora no seu local de trabalho uma responsabilidade adicional, pois além de terem de desempenhar eficientemente a função para a qual foram contratadas, terão igualmente de espiar, concluir e denunciar – sem nenhum tipo de formação adequada. Ou seja (apenas um exemplo): se eu julgar que uma criança frequentando um jardim-de-infância tem tendências terroristas, devo logo denunciá-la (para protecção dela e de toda a comunidade) às autoridades competentes.

 

“Lembro-me de um truque, particularmente cruel, que certa vez fiz com uma vespa. Ela estava sugando a geléia em meu prato, e eu a cortei no meio. Não prestou a menor atenção, mas simplesmente seguiu com sua refeição, enquanto um fino fluxo de geléia escorria de seu estômago partido. Somente quando tentou voar, deu-se conta do terrível fato que lhe tinha acontecido. O mesmo acontece com o homem moderno. Aquilo que lhe foi cortado é sua alma.” (George Orwell/pensador.uol.com.br)

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:36

Um Dia na Vida de Esteves Macuin – 5/5

Domingo, 14.12.14

Novos Ficheiros Secretos – Albufeira XXI
(Histórias do Outro Lado)

 

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O Homem como uma espécie auto-replicada mas ainda auto-condicionada

(e necessitando de supervisão)

 

No que diz respeito ao planeta Terra o aprofundamento dos contactos das diferentes civilizações alienígenas com a vida indígena terrestre, tinha-se intensificado a partir dos meados de século XIX. Apesar das primeiras visitas se terem verificado há mais de 2.000.000 de anos (ainda a espécie humana não fora introduzida no ambiente do planeta), civilizações muitíssimo mais antigas vindas de galáxias desconhecidas situadas a distâncias brutais no limite deste Universo (testemunhos preferenciais dos tempos iniciais da sua formação) já por cá tinham passado, observando minuciosamente a evolução que se registava neste mundo em formação e tentando compreender a possibilidade deste ecossistema poder suportar vida e adquirir suportes físicos e químicos que pudessem propiciar o seu desenvolvimento e o aparecimento duma espécie superior. E foi uma dessas raças originais símbolo identificador deste Universo e protótipo de todas as outras raças que preencheriam este módulo do Multiverso, que lançaria o programa que daria origem ao aparecimento do Homem à sua imagem e à criação de mais uma réplica adaptada às condições ambientais e de transformação que a esperavam. E se anteriores simulações tinham por vezes dado origem à criação de erros de implementação e de adaptação (nos tempos de adolescência e com o Universo ainda em grande convulsão), neste caso a projecção levada a cabo tinha superado em todas as previsões o sucesso das anteriormente executadas, em situações de utilização de hologramas semelhantes. A única diferença introduzida relativamente a anteriores aplicações de criação sustentada de vida num conjunto inicialmente fechado (neste caso funcionando como um condomínio) tinha sido a divisão do processo em duas fases deliberadamente distintas e a extracção destas dum episódio científico de criação definitiva. Uma primeira fase de sustentação e de protecção de todos os seres vivos já aí presentes (relativamente aos perigos que pudessem vir do espaço exterior) de modo a defendê-los eficazmente de todos os factores que pudessem levar a grandes perturbações na sua evolução, protegendo-o mesmo da possibilidade de extinção. E uma segunda fase em que tendo cumprido na integra todos os aspectos fundamentais e obrigatórios da primeira, se procederia a uma primeira experimentação e análise do impacto da implementação desta simulação num cenário real, dando às espécies colocadas no terreno toda a liberdade de movimentos e de exercício do seu poder evolutivo (mesmo na procura de outra espécie superior e alternativa surgida por eficiência aleatória), enquanto verificavam todas as falhas possíveis de surgir no programa e introduziam outros aplicativos periféricos responsáveis por outros subprogramas redundantes de procura, aperfeiçoamento e resolução. Uma simulação correria de início livremente e o seu estudo daria origem (num momento pré-determinado) a um momento de conclusão (e de criação definitiva): e foi isso o que aconteceu neste conjunto fechado de criação (barriga de aluguer) com a evolução dos organismos representativos da vida na Terra dando origem ao desenvolvimento de uma raça precursora dominante, a qual mais tarde seria substituída por uma outra mais ágil, adaptável e dispondo de mais recursos mentais, como a capacidade de ver, experimentar, apreender, organizar e construir estruturas mentais e físicas mais elaboradas – ficando os Dinossauros (e como cobaias num segundo patamar de protagonismo fundador) como aqueles que seriam para sempre recordados por abrirem pela primeira vez as portas da Terra, à chegada do novo ser vivo alienígena o Homem. E a esperança (certeza) dessa raça talvez divina talvez humana, era que dessa barriga de aluguer um dia o Homem se libertasse e tal como os seus criadores se espalhasse pelo Espaço Infinito.

 

Mas fora sobretudo há cinco mil anos (com o início da Idade dos Metais) que os seres extraterrestres tinham resolvido tornar-se um pouco mais intrusivos, sucedendo-se a partir dessa altura e em grande quantidade relatos de observações feitos pelo homem, além da ocorrência de múltiplos contactos. Das pinturas reveladoras, dos relatos pormenorizados, dos contactos e avistamentos reportados e até dos milagres ocorridos, tudo nos transportava agora até ao começo do século XX e à última fase da intervenção estrangeira vinda do exterior. E com o decorrer das duas Guerras Mundiais ainda mais se acentuaram estes avistamentos e supostos contactos. O Milagre do Sol ocorrido em Fátima tinha sido um desses expoentes máximos de aparente ilusão (o regime também necessitava de algo que absorvesse a atenção do seu povo, fazendo-o esquecer a sua situação de abandono e miséria) contando com a presença de milhares de pessoas rodeadas por um clima de guerra e de miséria, que asfixiadas por manipulação mental subliminar e religiosa, ainda mais acreditavam em tudo o que o poder lhes sugeria: poder esse exercido ditatorialmente pelo Estado, aproveitado pelas reduzidas e incultas elites locais e finalmente utilizado pela Igreja como moeda de troca (e sobrevivência) face ao cada vez mais poderoso poder autoritário da Nova Nobreza. Assim se salvava o clero e se entronizava o Estado e sua hierarquia funcional: uns nobres como comuns funcionários e um rei eleito pelos seus pares, com a Igreja e todo o seu séquito a retirarem-se estrategicamente do palco principal e a abençoá-los repetidamente como moeda de troca. A que todos chamavam neutralidade. Três jovens – Lúcia, Jacinta e Francisco – tinham sido escolhidos como personagens principais deste encontro Mágico e Religioso, sendo contactados e interpelados por Entidades de Outro Mundo que lhes tinham comunicado e confirmado com a sua presença no local da existência de Outros Mundos (que o povo interpretou como o Céu, o Inferno e o mundo intermédio – o Purgatório) e de Outros Seres (que o mesmo povo traduziu em Anjos, Diabos e elementos intermédios – os mensageiros ou neutros). E a Fé profunda deles no Poder Sagrado vindo do Exterior tinha levado ainda milhares de indivíduos a acompanhá-los e a serem os protagonistas do maior e mais extraordinário acontecimento europeu, com uma multidão a assistir à chegada dos Deuses ou seus representantes, com os seus veículos celestiais evoluindo no ar e emitindo luzes coloridas e cintilantes (como se fossem estrelas do Céu) e com dois dos seus mais proeminentes elementos a falarem privadamente com os jovens e contando-lhes sobre Eles e sobre o futuro destes. Mas estes tinham sido contactos que se tinham mostrado pouco produtivos e eficazes, pois as guerras e conflitos continuavam indiscriminada e irracionalmente a espalhar-se exponencialmente por todo o mundo e nunca seria o povo esmagadoramente maioritário mas sem armas a impor-se à elite (poderosamente armada). E era essa a razão da mudança da estratégia de intervenção dos extraterrestres no nosso planeta, optando agora pelo estabelecimento privilegiado de contactos com as elites com acesso ao poder e desse modo tentando inverter o caminho suicida seguido pelos humanos: cedendo-lhes tecnologia e conhecimentos que até aí lhe tinham sido vedados talvez um dia os terrestres pudessem abandonar o planeta e partir à descoberta de outros mundos. Se não o fizessem estariam condenados: nenhum ser vivo assim se manteria se optasse por não se movimentar, não usufruindo do Espaço disponibilizado de transformação. Em Julho de 1947 ocorreu o primeiro sinal dessa opção vinda do exterior com a Força Aérea dos Estados Unidos da América a anunciar a captura dos destroços de um objecto voador não identificado (OVNI), negando logo de seguida o acontecimento pelos próprios relatados: iniciava-se aí verdadeiramente a relação estreita entre terrestres e extraterrestres, contando com a presença não só dos EUA como também de outras potências da altura.

 

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Tempo, Matéria ou Energia?

 

A matéria é o objecto, o movimento um instrumento e a energia o sujeito (e nós não passamos de uma simples ferramenta tornada autónoma e consciente).

 

E Sara Montieli era uma grande conhecedora destes últimos episódios da História do planeta Terra, não só por ter sido o seu mundo de origem como por ter estado sempre ligada (desde o início e como elemento de ligação) ao projecto Pegasus. O que ela nos contara acabava por ser natural e de certo modo compreensível. E ainda pude recordar algumas das coisas mais interessantes que ela dissera: sobre a cooperação contínua estabelecida ao longo dos últimos anos entre os mais diversos interesses exteriores em causa e os seus respectivos representantes terrestres em jogo (se uma espécie extraterrestre se introduzia num determinada espaço de livre circulação sabia de antemão que o seu envolvimento não passava da entrega provisória de uma mera concessão, a qualquer momento podendo ser alterada nas suas premissas iniciais ou até mesmo dissolvida (daí a necessidade de ter diferentes aliados no terreno); assim como sobre a necessidade do aprofundamento desta relação sem intrusão significativa mas cooperante ao nível de ajuda científica e tecnológica, de modo a que este mundo com centro neste pequeno corpo celeste chamado Terra pudesse ter ainda esperança em futuras replicações expansionistas e disseminadoras das suas ideias e concepções. A Terra seria sempre um ponto para nós (terrestres) significativo da confluência matéria/energia, baseando o seu funcionamento e transformação nas relações entre a electricidade e o magnetismo e respectivos fenómenos associados (ainda mal compreendidos, desenvolvidos e aplicados pelos humanos), fenómenos esses já por nós registados e observados na nossa vida quotidiana sob a forma de frequência e vibração, mas ainda sem termos a capacidade de inverter a nossa sequência de concretização mental (construindo uma estrutura capaz de se deslocar no Mundo da Energia e apenas utilizando a Matéria como referência e não como estado imutável e neutro de processamento temporal) mantendo a Matéria sempre em primeiro plano e nunca compreendendo que a capacidade de movimento estará sempre ligada à Energia e à nossa capacidade de nela nos identificarmos matricialmente e assim nos deslocarmos. Tudo porque a Terra tal como ela é nunca o será para sempre, mas tudo o que ela transformar poderá movimentar-se e espalhar-se como uma semente pelo Universo. E face à História da Terra, à sua demografia e conflitos territoriais, o destino teria que ser sempre o Espaço.

 

E se em relação à cooperação vinda do exterior a mesma era executada a níveis diferenciados (e com a colaboração das diferentes potências da área) por diferentes espécies exteriores (esmagadoramente humanóides) de modo a manter-se um certo equilíbrio e normalidade de execução, o estado de compreensão e concretização experimental científico-tecnológico ainda muito pouco desenvolvido nos humanos, levara os agentes exteriores a uma actualização mais rápida de todo o processo de edificação de todo este conjunto, tentando dar-lhe espontaneidade e expansão de horizontes, fornecendo-lhe pistas progressivas e de possível crescimento exponencial. Com estes estímulos exteriores (pistas, sinais, artefactos) poderiam salvaguardar a sobrevivência desta espécie e ao mesmo tempo Iluminá-los com o poder da Energia. Roswell fora apenas um acontecimento pontual, mas talvez marcante pela época em que se dera e por tudo o que a partir daí estrategicamente se escondera: ao mesmo tempo que aparentemente revelava mais uma vez ao mundo (depois das duas bombas atómicas lançadas sobre o Japão) o poder absoluto e extraordinário dos EUA (nem os Extraterrestres se safavam à mão dos norte-americanos) – com esse facto oferecendo segurança absoluta aos seus cidadãos – o poder instalado ia distraindo-os com outros assuntos mais importantes (como a sobrevivência económica destes) aproveitando todo o tempo e recursos para desenvolver contactos e trocas. Os casos concretos e crescentes de aparecimento de bufos do sistema informando-nos da existência de segredos envolvendo duas partes e interesses distintos, assim como os constantes e sucessivos conflitos que vem atravessando o mundo corrompendo-o e tornando esta evolução provavelmente irreversível, são confirmados com exemplos muito recentes mas ainda considerados pouco credíveis e susceptíveis como cenários válidos e de possível concretização: fossem as afirmações sobre a presença do Homem na Lua, em Marte e noutras coordenadas do espaço profundo partilhando esse espaço com outras espécies de origem extraterrestre, fosse a recente e quase passando despercebida pré-declaração de guerra entre duas das maiores instituições e edificações terrestres. E se este pré-anúncio de guerra era um sinal de que teríamos mesmo que avançar, apesar de todos os seus defeitos e limitações o programa Pegasus poderia ser mais um dos grandes passos para a expansão da humanidade: como poderíamos nós recusar as viagens espaço/tempo (como a teleportação), a possibilidade de nos lançarmos para outros mundos e perspectivas (através de viagens intergalácticas) e a oportunidade de contacto com outras realidades, que não aquelas que sempre nos apresentaram? Talvez aí desbloqueássemos definitivamente (sem necessidade de solicitarmos a palavra passe) os módulos cerebrais a que ainda não temos acesso, dispensando todos os códigos até agora impostos e tornando todos os acessos livres.

 

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Se desejamos alcançar um nível energético superior (a Alma) é fundamental compreendermo-nos

 

Encontrei o meu antigo amigo de infância Nicolau Testa (um autodidacta meio alentejano meio algarvio, natural de uma aldeia da zona de fronteira e que um dia por acaso conhecera numa barraca de comidas na feira de Algoz) a observar a equipa de salto que mais tarde nos colocaria nas nossas próximas coordenadas individuais: verificava todos os procedimentos de reenquadramento adoptados (provavelmente a serem aplicados também no nosso caso) nunca ignorando a readaptação à cronologia normalizadora imposta pela hierarquia das espécies (neste caso dos humanos). Verificando simultaneamente as variações de frequência e de vibrações provocadas (na pré-simulação) e as suas imediatas repercussões nas transformações electromagnéticas executadas: segundo ele os Segredos do Universo não residiam na Matéria (susceptível de transformação e objecto construtor do nosso cenário abstracto centrado no Tempo) mas efectivamente na Energia que a sugeria e no movimento que a sustentava (como sujeito capaz de alterar o seu estado energético saltando entre diferentes lacunas atómicas provocadas por fenómenos de magnetismo) – sugerindo que a nossa mente poderia ser limitada mas estando sempre receptível a novas (e radicais) concepções. Não tinha sido por mero acaso (talvez uma opção a tomar) que esta espécie evoluíra. Então Nicolau Testa chamou-me de lado, sacou de um pequeno saco que transportava pendurado ao pescoço e sorrindo, ofereceu-me um bom naco de presunto com pão cozido a carvão, acompanhado espectacularmente por um medronho de Monchique como antes nunca tinha provado. A viagem ao exterior da superfície de Marte seria agora e de uma forma mais expressiva e espiritual, profunda, livre e irresponsável – ou seja nunca aceitando limites impostos por outros.

 

Como tinha projectado na transição do dia 31 de Outubro para o dia 1 de Novembro, às zero exactas horas Esteves Macuin pôs a correr o programa. Imediatamente surgiu no monitor uma mensagem informando o operador de que o programa já tinha corrido integralmente (conforme anteriormente solicitado) e sido entretanto concluído. Perguntando adicionalmente se desejava que o mesmo fosse de novo executado e a confirmação das coordenadas a introduzir. Não entendendo o que se passava Esteves Macuin decidiu então verificar todos os passos executados anteriormente pela aplicação e o que descobriu deixou-o momentaneamente baralhado: uma descrição pormenorizada das últimas vinte e quatro horas vividas por um indivíduo em tudo idêntico à sua matriz física exterior – e demonstrando uma personalidade e conhecimentos que para ele só poderiam ter sido implantadas a partir de um perfil rigorosamente replicado e muito próximo da perfeição – aparecia de uma forma directa e indesmentivelmente presente naquele monitor, com o interlocutor original e aí observador a dirigir a sua atenção para uma imagem de si próprio, mas agora como um observado alternativo fazendo o percurso pensado pelo observador original. Incapaz de corrigir o erro de lançamento da aplicação ainda tentou procurar um ponto de recuperação e arrancar de novo com o computador num ponto anterior de funcionamento. Mas o computador recusou aceitar a ordem, declarou que o jogo já tinha terminado, encaminhando-o finalmente para uma ligação externa de segurança onde poderia esclarecer as suas dúvidas. Nunca tal coisa lhe tinha acontecido em todos aqueles anos que por ali permanecera, o que o levou a questionar-se se algo de anormal se estaria a passar consigo ou até com a rede informática. O que o levou a desconfiar que algo fora de comum acontecera (ou poderia estar a acontecer), clicando de imediato a tecla de ligação de segurança e cumprindo todos os protocolos de prevenção e de protecção obrigatórios nestes casos (por mínimos indícios que se verificassem de início e mesmo tratando-se de software aparentemente inofensivo e não apresentando portas escondidas de acesso). Ainda não tinha estabelecido completamente a ligação e já o sinal de alarme da câmara de transição intermédia avisava de um novo salto: segundos depois a porta abria-se e uma multidão entrava na sala (mais de uma dúzia de pessoas e até um cão). E em conjunto – Esteves Macuin, João Uaine, Laurinda Bacalhau, Gregoriana, Jaime Dine, Catarina EP Burne, Antero, Sara Montieli, Nicolau Testa, eu, o cão Peque, outros acompanhantes e até Josefa Macarti – analisaram padrões, fizeram confluir diversas concepções, analisaram a posição de todos eles no mundo e finalmente, reconhecendo a importância da transformação da matéria para a Criação, valorizaram o invisível (a alma) e compreenderam que o Movimento associado ao conhecimento da constituição da Matéria, poderia ser o primeiro passo para a preparação da nossa entrada no mundo da Energia e no nosso Espírito Eléctrico. Que conjugado com o poder agregador do magnetismo (por atracção ou por repulsão) colocando em jogo milhões de células de um Organismo Vivo, nos permitirá contribuir para a edificação de um Espírito Crítico do Universo, dando profundidade e liberdade ao não visível e desse modo criando uma nova auréola de esperança, sentida apesar de não percepcionada e como tal volátil mas sem se perder: a Alma. E em conjunto revivemos espaços e energias e demo-nos como crianças a praticar actos inconfessáveis.

 

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A Cidade de Deus flutuando no Espaço

 

“A 26 Dezembro de 1994 o maior telescópio espacial da NASA (o Hubble) registou uma enorme cidade branca flutuando no espaço”. (Web)

 

Na Universidade Generalista de ENTER localizada num ponto indistinto da galáxia BX 442 (num sistema planetário em espiral, inserido numa zona fronteira do nosso Universo – numa das suas mais antigas regiões), um vasto grupo de jovens técnicos informáticos de nível energético e inter-dimensional do tipo K-80 (sector interior de nível 80/100), candidatava-se a uma bolsa expansiva de programação activa não intrusiva, utilizando unicamente as ferramentas até ao momento postas à sua disposição. Esmagadoramente constituído por elementos de formação central associada a conhecimentos teóricos e profundos nas áreas da ciência e da tecnologia, o grupo integrava um grande número de técnicos com pouca experiência real e directa, mas dispondo por outro lado de excelente retaguarda de apoio proporcionada pela qualidade dos seus progenitores – pertencentes à hierarquia técnico militar responsável pelo estudo de estratégias de programação em cenários simulados, neste caso específico com o objectivo de adicionar cenários por reciclagem de outros (dispensáveis por raramente utilizados) de modo a tentar salvaguardar um artefacto fundamental no jogo (a Terra) da sua eliminação inevitável (por extinção da vida que como missão do jogo transformava). Mas cerca de 10% tinham outras origens (metade vindos das zonas vazias entre Universos e a outra metade de outras dimensões sobrepostas) e 5% apesar de apresentarem curriculum equivalente eram auto-propostos.

 

A candidatura tinha como objectivo a construção dum cenário adicional de salvaguarda (para o planeta Terra e para os seus habitantes) a ser integrado numa simulação já a decorrer (e com um programa evolutivo previamente estabelecido), garantindo a quando da sua introdução o não aparecimento de efeitos colaterais (invocando qualquer tipo de causa ou resposta) nem alterações visíveis podendo ser relacionadas com intervenções exteriores (intrusivas): com os mesmos meios até agora utilizados pelos actuais operadores de controlo, o candidato teria que comprovar através da projecção de um holograma disponibilizado pelo centro de simulação instalado na universidade, que a introdução do seu periférico e das suas novas directivas, criaria novas portas de saída mental e ambiental para o elenco, novas alternativas mais flexíveis de argumento e a abertura da espécie a novas áreas e tipos diferenciados de conhecimentos. Talvez motivando-os subliminarmente para a aceitação daquilo que se lhes é posto à frente dos seus olhos e que por condicionamento não consegue ver. No entanto o problema era persistente na sua resolução ignorando as sucessivas tentativas de intervenção e negando constantemente o acesso. A sua configuração virava-se invariavelmente para uma interpretação física, dura e rígida da sequência de realidade simulada, o que provocava (uma impossibilidade para os limites de crédito deste jogo) para que se atingisse uma execução eficaz do pretendido, um aumento de efectivos mobilizados e o disparar de material requisitado. Apesar de ser uma das mais utilizadas simulações com matrizes de aplicação nas mais variadas áreas de jogos e simulações, este jogo ARCADE tinha limites na sua expansão.

 

Enquanto esperava tranquilamente o resultado da sua apresentação e a chegada da lista ordenada dos candidatos seleccionados para a 2.ª fase, Luís Pastor olhou deliciado e mais uma vez surpreendido para o belo relógio de metal precioso que lhe tinham entregue, poucas horas atrás (antes de sair de casa e se dirigir para a universidade): um sistema sofisticado (apesar de artesanal) de engrenagens interligadas construindo (constituindo) um instrumento de medição extremamente rigoroso, fazia deslocar no mesmo sentido de rotação dois ponteiros centrados no centro de um círculo e movimentando-se a velocidades diferentes. Encontravam-se por vinte e quatros vezes nos seus movimentos circulares em volta do mesmo foco e as consequências desse fenómeno traduziam-se na vida dos humanos: num aspecto de extrema importância para as suas vidas e que estes simplesmente aceitavam e delimitavam (neste Universo Infinito) por duas muralhas indefinidas mas brutais (por não se conhecer o que existirá para além dessas fronteiras) – o nascimento e a morte. Como era possível um simples instrumento mecânico (uma ferramenta) sobrepor-se a um ser vivo inteligente (mesmo sendo apenas uma máquina biológica), simplesmente deformando o seu pensamento por compressão abstracta (entalados como estamos entre os ponteiros decapitadores dos minutos e dos segundos) e apoiando-se numa lobotomia das nossas capacidades cerebrais (por encerramento da maioria dos nossos módulos cerebrais). Quando ainda por cima o tempo nunca tinha sido considerado por definição um parâmetro, não passando de uma simples constante utilizada em determinados cálculos matemáticos ou seja o resultado de uma simples operação. Ainda o relógio não indicava as 12:00 e ao fundo do hall lá ia finalmente surgindo a silhueta de Esteves Macuin: ainda bastante confuso e não sabendo o que ali fazia nem como ali chegara, alguém veio então ter com ele, acompanhou-o até à presença de Luís Pastor e de imediato lhe transmitiu a informação. O que o seu assistente transmitia indicava que a sua proposta tinha sido seleccionada e considerada sem oposição a candidatura escolhida, dispensando a apresentação e a presença do seu testemunho e autorizando-o a dar início desde já à sua intervenção. Apenas porque tinha desviado alguns recursos aplicados sem grande êxito na matriz da simulação até aí introduzida e que mantinha a projecção activa nos seus objectivos iniciais (mais dirigida ao desenvolvimento mesmo que forçado do homem, fornecendo-lhe pistas evidentes e obrigatórias de acção para a sua sobrevivência), alterando a noção de recurso de investimento para aproveitamento: em vez de modificar as regras e as estratégias do jogo endurecendo a participação exterior e solicitando mesmo a presença do seu operador principal (como no caso de Catarina EP Burne), a única coisa de extraordinária e de inovadora que Luís Pastor tinha sugerido, fora adicionar à situação já em execução e evolução uma solução natural e sem efeitos secundários, isenta de despesas e sem necessidade de outros recursos e pelo contrário redutora de fenómenos intrusivos – a questão ambiental. A ideia genial tinha-lhe ocorrido ao ver um documentário sobre o distante e misterioso planeta Terra e sobre a nova fase climática e problemática que este actualmente atravessava, com os fenómenos crescentes de aquecimento global a darem os primeiros sinais de falta de integridade ambiental no nosso planeta, com o efeito de estufa a disparar para números nunca esperados, agora que o dióxido de carbono tinha um novo aliado e cinquenta vezes mais potente do que ele, o metano: ajudando o processo químico de libertação do metano e acelerando o aproximar do momento limite de não retorno, talvez finalmente e por sua iniciativa o Homem chegasse finalmente à brilhante conclusão que se tinha que libertar-se da Terra ou que então seria a Terra a livrar-se dele.

 

Era meia-noite quando o João desligou o computador e se foi deitar. Amanhã tinha que devolver a licença de jogo e talvez fosse escolher um outro diferente, para este fim-de-semana: decidiu-se pelo PACMAN.

 

Fim da 5.ª parte de 5

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:55