Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

14
Mar 19

[Um dia a Via Láctea e Andromeda encontrar-se-ão e então terão um filho.]

 

Antes do fim da Terra (do Sol e do nosso Sistema) partiremos para outros destinos (tal como os navegadores, os emigrantes, os astronautas): mas tendo sempre em mente a nossa própria origem (onde todos nós nascemos), mantendo-a sob contínua observação para um possível e desejado retorno (senão à zona de conforto pelo menos à região).

 

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Galáxia NGC 6052

Resultado da fusão de 2 outras galáxias

(NGC 6052A e NGC 6052B)

E um exemplo do que sucederá aquando da fusão

Entre as galáxias Via Látea (a nossa) e Andromeda

 

Em rota de colisão prevista para ocorrer dentro de cerca de 4,6 biliões de anos (aproximadamente a mesma idade que terá o nosso Sistema Solar), as galáxias da VIA LÁCTEA e de ANDROMEDA (mesmo comportando grandes conglomerados de estrelas) acabarão naturalmente por se adaptar uma à outra (fundindo-se) dando origem a uma nova galáxia: tal como o evidencia a galáxia NGC 6052 (descoberta em 1784 pelo astrónomo britânico William Herschell) inicialmente pensando-se ser uma simples galáxia (pelo próprio W.H.), mais tarde catalogada como irregular e no presente sendo definida como resultante de outras duas galáxias, pré-existentes e fundindo-se posteriormente: NGC 6052A e NGC 6052B.

 

“Merging galaxies can be a beautiful site, as the gravitational forces draw long wispy streams of stars into fluid-like shapes. The Mice galaxies, NGC 4676 A and B are in the process of merging and are one of the most striking examples of merging galaxies.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

Um Evento astronómico que poderíamos pensar ir ter um grande impacto no nosso planeta ou não integrasse a Terra o Sistema Solar e este a galáxia Via Láctea (sistema/solar localizado na extremidade de um dos braços da galáxia/via láctea) – podendo-se correr o risco de assistirmos a colisões de estrelas, de planetas e de outros corpos celestes (nesta vastíssima região do Espaço) e sofrermos as consequências desses acontecimentos (para o Homem e restantes seres vivos) verdadeiramente Apocalípticos e ao nível (definitivo) da Extinção – mas que na realidade já em nada nos afetará (nesse Futuro a decorrer dentro de 4,6 milhões de anos) com o Sol JÁ transformado numa Gigante Vermelha e com a Terra sem a presença do Homem ou de qualquer sinal de Vida.

 

“The meeting will take hundreds of millions of years to conclude, if not billions. It’s unlikely that any civilization going through a galaxy merger and surviving it can really come to grips with it. And in 4.5 billion years, our own Sun will be a red giant, and there will likely be no humans or anything else left alive on Earth. But, if there are some future, distant relatives of ours alive at that time, somewhere in the Milky Way, this is what they might experience, according to NASA.”

(Evan Gough/universetoday.com)

 

E com a estabilização do processo de fusão das 2 galáxias com o resultado (dessa Evolução) a estabilizar-se surgindo uma nova galáxia: como a galáxia NGC 6052 registada na imagem (inicial) com a ajuda preciosa do telescópio Hubble. E (ainda) por conclusão presente advindo da experiência e aplicando-se no futuro (e à nossa situação como terrestres, solares e lácteos que hoje somos) com a NASA até a expor-nos as diferentes fases (cinco) do processo (mesmo que já cá não estejamos na altura) não certamente para quem por cá ficar, mas obviamente para quem um dia partir.

 

(consulta e imagem: universetoday.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:38

02
Ago 12

 

When I was under the velvet black skies of western Texas a few months ago I had a magnificent view of the star-studded bulge of our galaxy, in the direction of the summer constellation Sagittarius.

 

How many advanced civilizations might be in this hub of the Milky Way? I pondered. After all, this is the direction where the mysterious "WOW" radio signal that was detected three decades ago came from.

 

The problem is that we are embedded in a thick forest of stars, and identifying the location of an extraterrestrial civilization -- one that's attempting to contact us -- is the proverbial needle-in-haystack search as the SETI scientists always say.

 

Therefore, it would make sense to go looking at a neighboring "forest," or rather nearby galaxy, for evidence of extraterrestrial intelligence.

 

 

NASA's Hubble Space Telescope is conducting a multi-year survey across a swath of the neighboring Andromeda galaxy (M31). The images are filled with so many resolved stars that they resemble at grains of sand on a beach. This could make an excellent citizen science project, to scour the Andromeda fields for anomalous-looking regions.

 

Could Terrorist Aliens Cyber attack us?

Super-Civilizations Might Live Off Black Holes.

Asteroid forensics may point to Alien space miners.

 

(discovery.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:28

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