Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Mar 20

Mais uma vez colocados na berlinda agora pelo surto epidémico do Covid-19, com os animais irracionais − e como os Suspeitos do Costume a começarem a ser apontados a dedo (e sem provas) pelos ditos animais c/ psique: na Lulu da Pomerânia causando surpresa, no seu amigo indignação.

 

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Lulu da Pomerânia

(surpreendida c/ os humanos)

 

Depois de morcegos, cobras, camelos e pangolins serem acusados de sendo portadores do novo coronavírus Covid-19 podendo ser um deles o portador-zero − não se tendo ainda descoberto qual o animal sem psique sendo o portador, nem qual o Homem (o animal com psique) podendo ser considerado o paciente-zero, provavelmente ambos de origem chinesaeis que o pânico regressa de novo a esta população (já bastante inquieta e alarmada) exposta a este novo surto epidémico (e mortal) de uma nova estirpe de coronavírus (sabendo-se o que aconteceu em epidemias anteriores como a do MERS e do SARS), agora provocado por um cão: um Zwergspitz ou “Lulu da Pomerânia” (raça splitz-alemão-anão) − com os seus antepassados sendo nativos da região da Pomerânia (região geográfica englobando a Alemanha e a Polónia) e residindo em Hong Kong – tal como nós (o Homem) portador do Covid-19.

 

Hong Kong dog causes panic

– you needn’t worry about pets spreading COVID-19.

("Even in the worst-case scenario of coronavirus being able to replicate in dogs at reasonable levels, it is safe to assume that you are much more likely to be infected by your neighbour than your dog."/11.03.2020/theconversation.com)

 

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Amigo da Lulu

(indignado c/ os humanos)

 

Colocando-se de novo a questão da possibilidade da transmissão desta nova versão (mortal) de coronavírus dos Outros Animais para o Homem, dado o cão ter sido contagiado (não se sabe como, nem por quem) e tal como acontece noutros casos podendo transmitir para outros, irracionais e até (não existindo para já provas disso, ninguém podendo confirmar) racionais. Encontrando-se (ligeiríssimos) vestígios da presença do Covid-19 no animal (em níveis muito baixos, no nariz e na garganta), posteriormente confirmando-se “Positivo”, sendo internado e forçando-o a um período de quarentena. Na realidade com o cão até a poder estar inocente dada a situação em que o colocaram − revelando-se positivo ao covid-19 – dado que se por um lado podendo, apesar de aparentemente portador, nem sequer ser um possível e potencial replicador do vírus (tendo-se contaminado e agora podendo contaminar, mas que se saiba não os humanos), por outro lado até a poder acontecer nada ter a ver diretamente com ele dado ter sido contaminado mas em superfícies (expostas/acessíveis) por exemplo de sua casa.

 

(imagens: aonip/Shutterstock e Galina Kovalenko/Shutterstock

em theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

24
Fev 20

[Entre Animais & Plantas, Irracionais & Racionais, Partilhando este Maravilhoso e Único Ecossistema – e fazendo parte de Um Organismo Vivo ainda Maior, o Universo.]

 

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Agora que como ocidentais (ainda-por-cima da parte mais civilizada e desenvolvida, a do hemisfério norte) e católico-romanos (adeptos de uma igreja com 2020 anos, seguindo os ensinamentos de Jesus e de Maria e tendo como seu representante atual e 266º iniciando-se com Pedro, o Papa Francisco) festejamos o CARNAVAL (período de tempo antes da preparação da Páscoa a Quaresma, geralmente caindo pelo fim de fevereiro/início de Março e este ano comemorando-se esta terça-feira 25), utilizando sobre a máscara que utilizamos sistemática e ciclicamente durante todo um ano da nossa vida (364 ou 365 dias se o ano for bissexto) e durante um único dia, uma outra máscara bem diferenciada sendo Carnaval ninguém da hierarquia político-religiosa (a dupla que ainda nos domina) levando a mal – revelando de uma forma sem consequências (a parte negativa) mas libertadora (a parte positiva) algo daquilo que desejaríamos ter sido na vida (quando sonhávamos como crianças irresponsáveis) mas por qualquer tipo de motivo (ou mais corretamente, por imposição integradora) nunca o tendo alcançado,

 

Em Albufeira com “o ponto alto do programa a ir para o Carnaval de Paderne de 23/25 de fevereiro − tema “Viajando pelo Mundo” − um dos festejos mais tradicionais do Algarve, este ano celebrando a sua 32ª edição

 

Sendo dentro do que já é habitual e até para não fugirmos muito à monotonia repetitiva que acompanha os nossos gestos e comportamentos quotidianos (ou seja, não nos excedermos, pensando estarmos noutro nível), sermos sujeitos a vários tipos de informação oriundos dos mais diversos pontos do planeta: e com muitos dos seus temas a poderem ser de alguma forma (ou feitio) integrados nestes festejos cristãos, pagãos, da Quadra Carnavalesca. E neste mesmo cenário (de divulgação global e torrente informativa) inserido no ENTRUDO (com os seus carros alegóricos e figurantes), incluindo no cortejo pássaros, peixes, gafanhotos e percevejos, castores (ou primos, não me lembro bem) e até o covid-19 (alternando com estes e se necessário introduzindo seres c/ psique como os “deploráveis”) − colocando-os aí uma questão existencial especialmente para o Homem e para a sua visão do mundo antropocentrista (em que somos o centro e os definidores do conjunto), sobre o limite animal considerado ou não irracional, ou seja, se equiparado connosco por dotado de PSIQUE.

 

(1) Pássaros, (2) peixes, (3) gafanhotos e (4) percevejos, (5) castores (ou primos), (6) covid-19 e até (7) deploráveis, (8) entre outros, tendo ou não essa intenção e talvez mesmo por obrigação (mais uma na integração), passando todos eles por esta Quadra Carnavalesca numa mista organolética Sagrada & Profana.

 

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E num embate de psiques envolvendo todo o “Mundo Mineral & Animal” constituindo e dando forma  − Movimento e Vida − a este Ecossistema Terrestre (que tudo e todos partilhamos) onde agora sobrevivemos, mesmo no discurso do Homem e do seu guia antropocentrista posto perante situações tão simples de explicar e de justificar (comuns em todos os dias), deixando-nos pela falta de lógica das opiniões expostas e aí projetadas e  da total falta de conteúdo (não podendo limitar-se ao “conduto”) da informação nesse espaço então fornecida, com uns certos laivos de dúvida sobre de quem a psique seria mesmo exclusiva: ou seja, quem teria psique (e o demonstrasse) ou não, no mínimo fazendo-o entre os animais (já que até dizem que “as flores e as plantas pensam”) uns ditos racionais (o Homem, dito pelo Homem) e outros denominados irracionais (os restantes animais, assim definidos pelo Homem).

 

Desde (1) ouvirmos um político português (racional) apesar da construção de um aeroporto sobre uma zona aparentemente protegida e habitado por milhares e milhares de pássaros, afirmar que a segurança dessas aves estaria sempre garantida até por iniciativa das próprias (irracionais) “não sendo estupidas e vendo os aviões, afastando-se da zona e adaptando-se à situação, mudança o seu local de pouso e domicílio habitual”; passando (2) por um responsável e porta-voz do atual presidente do Brasil (racional) numa interpretação feita na presença do mesmo, face a um extenso derrame de petróleo na costa brasileira e nas consequências que tal poluição traria para a vida marinha local, afirmando até para tranquilidade da população pesqueira que “não sendo o peixe (irracional) nada estúpido, facilmente repararia nas manchas na água, reagiria de imediato ao perigo e fugiria”; para já não falar em (3) gafanhotos (irracionais estendendo a sua praga ao Quénia/Tanzânia/Uganda) e (4) percevejos (irracionais invadindo e parasitando as cama de Paris) em duas ações que poderíamos afirmar mostrar aquisição de informação, aplicação e organização de processos (nem que num número limitado, mas nesse espaço/tempo considerado suficiente), suficientes para cumprirem com êxito uma determinada missão, não individual mas coletiva e variando (como acontece em todo o Universo com a Evolução) entre o caos e a ordem, sugerindo presença de psique (racionais); e incluindo, numa mistura um pouco louca e potencialmente explosiva de racionalidade e de irracionalidade (pelos vistos podendo haver ligações estreitas entre ambas, que para já não queremos ver ou não conhecemos), ainda (5) os castores (ou primos), (6) o covid-19 e já agora (7) os deploráveis e (8) os outros – com os castores (ou primos) a estarem ao serviço dos políticos e militares russos, logo tendo estes animais psique, com o covid-19 a ser um produto artificial de origem chinesa transmitido e obtido a partir do morcego e agora secretamente testado pelo Homem no Homem, logo não tendo este psique, e com os “deploráveis (tal como nos poderíamos referir aos outros) − estando entre o ter psique e ser desprovida dela – nem sequer sendo caso de falar mais disso, fazendo-nos logo lembrar Hillary, como ela tratou os norte-americanos e como estes lhe responderam − no final de 2016 em vez dela optando por Trump. Lançando-nos num estado de irracionalidade (cada vez mais brutal e vinda de todos os lados) já durando há 4 anos.

 

No meio do Carnaval, no meio de muitas mais máscaras.

 

(imagens: osabio.com.br −  John Lund/lonelyplanet.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:18

13
Fev 20

Orangutans have been used in degrading performances at Safari World, Bangkok – and many other locations – for decades. The shows were temporarily stopped in 2004 due to international pressure, but today the shows continue – twice a day, every day – with hundreds of people paying to watch the orangutans box, dance, play the drums and more.” (Natural History Museum/Wildlife Photographer of the Year/nhm.ac.uk)

 

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Losing the fight

(Highly Commended 2019 Special Award:

LUMIX People's Choice Award)

Aaron Gekoski

 

Quando como simples observadores e cidadãos deste Mundo percecionamos e sentimos a facilidade com que o Homem − a espécie dominante à superfície da Terra − dá cabo da sua própria espécie levando-a sem necessidade e sentido de oportunidade (a ela e ao Ecossistema onde vive e partilha) até aos limites mais extremos entre a Vida e a Morte (com um constante pulsar expansionista de doenças, guerras e mortes),

 

Como não pensar que no interior desse mesmo holograma para todos (nós) projetado (para todo o Zoo Terrestre), os outros animais (entre fauna & flora) não sejam vítimas de um mesmo cenário por considerados hierarquicamente inferiores − supostamente sem psique, como aparentemente (ou por estranha estratégia) a maioria da mão-de-obra humana − muito mais penetrantes, cruéis e definitivos.

 

Um planeta Terra já explorado −  geologicamente, a nível da terra e dos oceanos − até ao seu extremo, depois de vandalizado pela extração excessiva e sem critério de matéria-prima e da produção cada vez mais exigida e intensiva de mais-valia (só se pensando na Economia e no Lucro) − ou seja, do Objeto posto à sua disposição – como consequência elevando o estatuto do mesmo e transformando o Sujeito (nós e despromovendo-nos) num SUB OBJETO.

 

E no decorrer do processo, descontinuando-se o Homem (a Máquina Biológica) e erguendo-se a Máquina (aproveitando única e provisoriamente, algum do hardware básico Humano, até finalmente se atingir a Máquina Perfeita).

 

Mesmo vivendo em áreas urbanas c/ o Homem a ter de se relacionar c/ outros seres vivos − domesticados ou não tanto, mas sujeitos à mesma rotina (Humana) coexistindo em seu redor: no fundo imitando-nos na luta pelo seu território e pela sua sobrevivência (neste caso com Ratos, coabitando no metropolitano com o Homem).

The mice's behaviour is sculpted by our daily routine, the transport we use and the food we discard. This image reminds us that while we may wander past it every day, humans are inherently intertwined with the nature that is on our doorstep – I hope it inspires people to think about and value this relationship more.” (David Pescovitz/Sir Michael Dixon Director of the Natural History Museum/boingboing.net)

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Mice brawling on a subway platform

(London Natural History Museum's Wildlife Photographer of the Year

LUMIX People's Choice award)

Sam Rowley

 

No caso do tema da Vida Selvagem subsistindo num sistema completamente domesticado

 

– Um território onde tudo o que ainda é virgem terá forçosamente de ser processado, para posterior integração nesta gigantesca (e sem recurso para as presas afetas aos predadores) Linha de Montagem (podendo ser retratado como um aviário, com ligação direta ao “grelhador”)

 

Com os animais irracionais (como é o caso deste Orangotango) a serem tratados apenas como mais um reflexo nosso e sendo-o (um reflexo sem psique) podendo-se fazer com eles tudo o que nós quisermos (mesmo dizendo-se respeitar os seus direitos, como o direito à sua existência) e que por vezes nos recusamos a fazer (não nos obrigando) com os nossos semelhantes:

 

Tornando-nos nas nossas mascotes e impondo-lhe os nossos hábitos e no entretanto, manipulando-os, prendendo-os, mutilando-os e até comendo-os − os nossos amigos os Animais (tal como poderiam ser as plantas, ou outros organismos vivos).

 

[Aaron Gekoski is an award-winning environmental photojournalist, filmmaker and TV presenter, specialising in human-animal conflict. (aarongekoski.com); Sam Rowley is a Bristol-based wildlife filmmaker, photographer and Bristol University biology graduate. (sam-rowley.com)]

 

(consulta: boingboing.net − texto/legenda/inglês: nhm.ac.uk

− imagens: Aaron Gekoski/aarongekoski.com/nhm.ac.uk

e Sam Rowley/sam-rowley.com/nhm.ac.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:02

18
Jan 20

[Sobre animais, aparentemente sem psique.]

 

Mais um ato cometido por “animais com psique” sobre “animais sem psique(definindo-se “sem psique” como “uma máquina sem mecanismos”)

 

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A morte do

Pombo c/Sombrero

 

Na cidade norte-americana de Reno localizada no estado do Nevada, o registo fotográfico de um pombo utilizando um sombrero sobre a sua cabeça, num ato da mais pura selvajaria imbecil de um animal dizendo-se possuidor de psique (um homem), colando um objeto sobre o animal (diferenciado e dito sem psique): eventualmente achando o resultado visual do conjunto algo divertido, mas infelizmente não pensando (invertendo-se os papéis), e se fosse com ele? Tudo podendo ser mimetizado.

 

Considerando os animais com psique como sendo um conjunto máquina e mecanismos, devidamente penetrados e envolvidos por omnipresentes campos eletromagnéticos, na prática podendo definir-se como Alma

 

Por coincidência numa ação repetitiva, com vários níveis e intensidade de aplicação e sendo globalmente difundida (consciente das possíveis consequências negativas, não de análise e de compreensão, mas de mera mimetização),

 

Praticada precisamente no mesmo território e pelos mesmos animais ditos racionais e autointitulando-se como, Excecionais:

 

Numa atitude de total desrespeito pelos outros (só racionais mais de 7,5 biliões) e como se tudo o resto em redor deles (os eleitos do Hemisfério Norte Ocidental) fossem apenas objetos (quando muito tornando-se mais “pessoais”, por presentes, pacientes e decorativos),

 

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Após a morte do

Pombo c/ Chapéu de Cowboy

 

Já na cidade de Las Vegas (igualmente no estado do Nevada) c/ outros 3 pombos a serem (anteriormente) descobertos usando chapéus-de-cowboy, acabando por ser recolhidos por uma associação de proteção e salvamento de pombos, mas c/ 1 deles a acabar por morrer: uma morte certamente provocada pela infeção (e intoxicação) do animal na zona da cabeça, onde o chapéu se encontrava colado − numa obra de mais um imbecil, dito c/ psique. E c/ a morte de Billie (o pombo) restando agora Chuck Norris e Calamity Jane (os outros 2).

 

Tal como acontece em toda a sociedade norte-americana, referenciada e reverenciada como norma e certificada (e protegida pela respetiva patente, direitos adquiridos ou direitos de autor, seja isso o que for, conforme se disponha de moeda forte ou não) a “Atitude – simultânea e intensamente (como propaganda que é) para o resto do mundo:

 

Pulverizada por crimes e violência (à falta de memória) e sustentada por corrupção e Fake News (à falta de cultura), num cocktail explosivo mais cedo ou mais tarde (numa época sendo o grande paradigma a mudança do Império, de ocidente para oriente)

 

Se nada se fizer (como fugir daqui) e se persistir no confronto

(na morte como solução)

 

Levando à Extinção do Homem e inevitavelmente (ocupando o seu espaço-tempo) à sua substituição por outra espécie – obviamente (e com outra “mentalidade”) dominante: talvez as baratas, talvez as ratazanas ou talvez em vez do Monstro (o Homem), a Bela (seja isso o que for, como resultado da evolução).

 

(notícia: boingboing.net − imagens: Lofty Hopes Pigeon Rescue/@Loftyhopespidge e Sabra Newby/@sabrasireen em twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:47

27
Mai 19

E agora, até os Cientistas (tal como a Gente com os seus ditos Populares) indicam, que (“para além das Mulheres”) os Animais (sendo bem utilizados) querem-se Pequeninos. Como os Pardais.”

 

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The white-browed sparrow-weaver

is one of the

'winners'

(Bernie/Adobe Stock)

 

Num estudo levado a cabo na Universidade de Southampton (GB) e agora divulgado (23.05.2019), com um grupo de investigadores a prever para os próximos Cem Anos uma mudança visível na estrutura e aspeto geral dos Animais, progressivamente “diminuindo a sua estatura” e simultaneamente (como justificação para o sucedido) com os Animais de menor porte (já existentes ou vindo a nascer) a serem “os mais adaptáveis e resistentes (ao Meio ambiente envolvente e ao seu Ecossistema): com os Animais mais pequenos tornando-se Predominantes e com os maiores, mais pesados e mais lentos, sendo vencidos (pelos três fatores antes mencionados) tornando-se definitiva e irreversivelmente (a Evolução não suporta “a nossa marcha-atrás”) vítimas de Extinção.

 

2 (+alguns)

Animais Predominando no Futuro

(próximos 100 anos)

2 (+alguns)

Animais Extintos no Futuro

(próximos 100 anos)

Gerbo

- Gerbo-anão

(um roedor)

Águia

- Águia-rapace

Pardal

- White-browed sparrow-weaver

(um pardal-castanho de origem Africana)

Rinoceronte

- Rinoceronte negro

(um mamífero de grande porte)

Rato (canguru), Aranha (saltadora-do-himalaia), Barata (comum), Tubarão (da groenlândia), Rã (da floresta)

Leopardo (de-amur), Gorila (das-montanhas), Tartaruga (de-pente), Tigre (do-sul-da-china), Elefante (de Sumatra)

 

E no decorrer dessa investigação envolvendo Mamíferos e Pássaros (mais de 15.000 como amostra) com os cientistas a centrarem-se em 4 aspetos essenciais, relacionados com o papel a desempenhar por cada um desses animais (estudados/analisados) com a Natureza (o meio onde se integram): massa corporal, dimensão, tamanho do habitat, dieta e tempo entre gerações. E como referido (no artigo) adicionando ainda um outro aspeto pertinente (como a Lista-Negra das Espécies em Vias de Extinção fornecida pela IUCN) tentando determinar entre todos os Animais quais os mais sensíveis à Extinção, agora e no próximo século. Concluindo (e prevendo) para o Futuro:

 

The researchers predict the average (median) body mass of mammals specifically will collectively reduce by 25 per cent over the next century. This decline represents a large, accelerated change when compared with the 14 per cent body size reduction observed in species from 130,000 years ago (the last interglacial period) until today.”

(University of Southampton)

 

No fundo e como conclusão (tirada por estes investigadores da Grã-Bretanha) com a perda de mamíferos e de pássaros a não ser devido a um fenómeno ecológico aleatório, mas na realidade e de facto a um processo rigoroso de seleção, “filtrando” as espécies existentes e deixando ficar apenas as mais aptas e adaptadas (as mais fortes e menos vulneráveis). Podendo uma delas ser o Homem (ou talvez não) e mesmo assim, “não sendo este o nosso Fado, mas a nossa Evolução” (dependendo apenas da Ação).

 

(imagem: sciencedaily.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:57

11
Jan 19

De acordo com um estudo recente

As Plantas não só Pensam como também Comunicam.

 

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Com o Mundo Vegetal (Plantas)

E o Mundo Animal (Abelhas)

Comunicando entre Si

 

Habituados a uma abelha-animada que fala (na BD e nos Desenhos Animados) e informados de que para além de nós (animais racionais e porque não irracionais) as plantas também pensam, investigadores (da Universidade de Telavive) colocam agora a possibilidade (em dois estudos seus agora publicados) das plantas para além de pensarem também comunicarem

 

– Através de ondas de ultrassons emitidas pelas mesmas.

 

E segundo esses mesmos investigadores trabalhando em Israel, com os sons emitidos pelas plantas a poderem ser escutados a alguns metros de distância, não só por outras plantas como até por animais:

 

Segundo as suas investigações e experiências levadas a cabo com Abelhas (aproveitando a conhecida relação Abelhas/Flores conferida pela polinização) (1) com as plantas (a serem polinizadas) a reconhecerem a aproximação das abelhas (os polinizadores) através dos sons pelas mesmas emitidas começando a produzir o seu néctar em poucos minutos

 

E para além disso (2) com as mesmas plantas (noutras ocasiões) a chegarem a comunicar (para o exterior) igualmente pela transmissão de sons com outras plantas (e até com animais).

 

No caso desta investigação e cingindo-nos às plantas com os cientistas a utilizarem (nas suas experiências) o Tomate e o Tabaco, recolhendo e relacionando a reação das mesmas com as alterações das condições de saúde, de humidade e de outros fatores (importantes) ambientais

 

– Notando-se uma variação nos ultrassons pelas mesmas plantas emitidas, correspondente à alteração dos valores dos parâmetros pelo meio ambiente oferecido.

 

Ultrassons na ordem dos 55Khz não audíveis por nós, mas sendo-o por outros animais (que ouvindo-os e como reação, sempre poderão responder).

 

Mas para estar mais bem informado sobre mais estas revelações envolvendo o Mundo Vegetal nada melhor do que consultar os dois artigos agora publicados:

 

Flowers respond to pollinator sound within minutes by increasing nectar sugar concentration” e “Plants emit remotely detectable ultrasounds that can reveal plant stress”.

(biorxiv.org)

 

(imagem: Getty Images)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:45

31
Ago 14

“O Encantador de Cães: um programa que ainda nos toca profundamente e em que os convidados são cães (o motivo do toque), a sua vida e a dos seus verdadeiros protagonistas – os seus donos. É pena no entanto – ao contrário do que acontece na série – que nem sempre resulte (entre os humanos).”

 

Ilusion (divorciada), César (ressuscitado) e Daddy (desaparecido)

 

Uma das melhores formas de percebe-mos como proceder com outros seres vivos como nós, é confrontá-los directamente com outros animais e entender que cada um de nós é portador de uma assinatura que é só nossa, mas que também pode ser partilhada com outros seres vivos nossos semelhantes – ou seja, com todos aqueles seres vivos que connosco partilham o mesmo espaço e que no fundo partilham o mesmo objectivo: a felicidade e integração de toda a nossa família no mundo que idealizamos e que decidimos em conjunto construir e defender – como inconscientemente o fazemos em todos os dias da nossa vida – e a sua discreta e não impositiva convivência com os outros.

 

No entanto nunca deveremos privilegiar apenas um dos nossos (e diversificados) contactos exteriores: tal procedimento poderá ser adoptado nos nossos relacionamentos mais próximos e constantes, mas nunca nos nossos encontros meramente institucionais, sempre limitados pela abstracção temporal dos nossos horários profissionais.

 

E isso foi o que aconteceu com o nosso Encantador: abriu uma nova porta no seu trajecto de vida privado, não sabendo no entanto como antecipar e controlar o choque de realidades que entretanto iria provocar.

 

Daí a incompreensão pela morte do seu cão indutor, além do pedido de divórcio da sua mulher induzida: quem encanta alguém poderá estar a ignorar muitos mais.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:00

16
Jul 14

“Fortemente criticada no Facebook por promover a morte dos animais irracionais: o problema é que os outros – os racionais – já parecem estar mortos”

 

Kendal Jones é uma jovem caçadora norte-americana com apenas 19 anos de idade. Como figura pública é conhecida por publicar imagens de animais mortos durante as suas caçadas, justificando a sua postura como uma forma de controlar a densidade populacional das diferentes espécies selvagens.

 

Os Animais segundo Kendall Jones

 

Naturalmente que nem todos aceitam esta filosofia de vida pessoal e particular: é que todos nós sabemos que hoje em dia as fronteiras anteriormente reconhecidas entre os diversos sectores e estruturas da nossa sociedade (então fortalecidas pela preservação da nossa memória e da nossa cultura popular e humanista) estão cada vez mais desvanecidas (senão mesmo desaparecidas), podendo em certos casos ser deslocadas abusivamente de cenário e de elenco, edificando a partir daí uma construção evidente e propositadamente desenquadrada. Animais somos todos nós, mas agora com a possibilidade de podermos ser abatidos a qualquer momento e sem aviso prévio, desde que alguém veja nesse acto espontâneo uma virtude. Depois é só legalizar a situação junto das entidades governamentais e a partir daí formar o nosso grupo e milícia privada: no fundo o que os Estados já fazem mas que ainda lhes custa divulgar.

 

(imagem retirada da página do Facebook de Kendall Jones)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:51

08
Mai 14

“O problema não está no Parque Temático – uma realização de louvar e respeitar – mas nas caricaturas de animais que por lá apareceram: desprestigiantes para todas as espécies, racionais ou irracionais”.

 

Sem ninguém que nos salve desta atroz e extrema mediocridade

(PM com outros marinheiros no World of Discoveries)

 

Numa de puro gozo e divertimento o nosso PM resolveu embarcar na sua caravela à portuguesa e com alguns dos elementos do grupo excursionista redescobrir Portugal e o Mundo. Sabe-se agora que o hipopótamo da imagem não reagiu à sua passagem, somente porque era chinês – construído à base de derivados de petróleo angolano, mas ainda inactivo por não ter sido ligado à rede eléctrica nacional (ou chinesa como preferirem). Os circuitos electrónicos que o equipam e que já levaram o mamífero a pronunciar a sílaba OI, é de produção brasileira. A opção do PM pela saída limpa foi decidida na sua última visita à cidade Invicta, após a sua prolongada visita às Caves do Vinho do Porto (em Vila Nova de Gaia) e da sua subsequente extradição para a outra margem: após análise do perfil psicológico do PM e dos seus associados, a psicóloga responsável pelo Agrupamento Governamental decidiu que o melhor local para estes elementos tomarem a heróica decisão de salvar o país seria este Parque Temático, induzindo estes elementos com algumas deficiências de aquisição e aplicação dos seus conhecimentos adquiridos a um paradigma de fácil execução, por simples plágio do passado histórico mas sem nenhum tipo de concretização – seja sob a forma de memória ou seja sob a forma de cultura (para este tipo de deficientes um mero excedente).

 

(imagem – World of Discoveries)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:58

11
Abr 14

Copenhagen Zoo Kills Four Healthy Staff Members To Make Space for New Employees

(The Global Edition)

 

 

COPENHAGEN (The Global Edition) – The Copenhagen Zoo has killed several of its staff members early this morning in order to create four new job openings, the Zoo public relations sector reported.

 

Officials of the Zoo say that the four members of the staff were humanely executed after being put to sleep with a lethal injection, and then skinned and chopped up while visitors crowded around and the meat was fed to the lion population.

 

“Based on the recommendation of the European Association of Work and Organizational Psychology (EAWOP), we have decided to make space for new work positions, because the Zoo needs new workers, and we found that killing old staff members was the cheapest and the most efficient way to do it,” said Zoo spokesman Tobias Stenbaek Bro “Four of the oldest staff members, among them one female, were put to sleep with a lethal injection and then fed to the giraffes. However, the giraffes didn’t show interest in their meat, so they were fed to the lions,” explained the Zoo spokesman.

 

“Being that the oldest staff members could no longer keep track with the new Zoo technologies, and could not manage themselves in the fast and ever-changing job environment, we feel that the criticism coming from some of their family members is completely unfounded,” the Zoo spokesman was quoted as saying.

 

“Zoos do not own the staff, but they are in charge of their employment, and in that regard have the full right to do with them whatever is considered necessary when they are on the Zoo territory”, said Tobias Stenbeak Bro. “It was the only humane way to dispose of them, you know. We couldn’t just leave them without jobs in this economy, as some heartless observers suggested”.

 

The Zoo spokesman concluded that “considering that the Zoo animals were fed with the meat of the former employees, the food chain was virtually completed, which is totally in respect of the law of nature”.

 

(theglobaledition.com – 28.03.2014)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:07

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