Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Jul 19

Não acreditando na iniciativa Privada (nesta área fulcral para a Humanidade, a Exploração do Espaço) apenas e logicamente interessada no lucro e no OBJETO (como a SPACE X e ainda mais a VIRGIN GALATIC), tornando-se difícil de visionar como num tão curto espaço de tempo (até 2024) a NASA conseguirá obter a sua Estação Espacial (Entreposto), o seu foguetão (para Marte Interplanetário), o seu módulo de aterrissagem (lunar/marciano) e até o fato apropriado para cada astronauta (e sua função) – nunca se esquecendo da prioridade desta nova missão o SUJEITO, o Homem (o seu desenvolvimento, evolução e persistência, como contraponto à sua Extinção). Seguindo-se o nosso desígnio (a nossa última esperança) as Viagens intergalácticas.

 

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Buzz Aldrin na Lua

(julho 1969)

 

'Shocking' Apollo 11 Success Stands Alone in Modern History

Astronaut Scott Kelly Says.

Kelly is amazed that NASA pulled off the moonshot

eight years after JFK announced the plan.

(Elisabeth Howell/space.com)

 

“E ainda mais chocante ainda

foi o abandono da Lua pelo Homem.”

(PA/Publicações Anormais)

 

Numa Missão Espacial Extraordinária (iniciada por Verne e declarada por Kennedy) levada a cabo há 50 anos (1969) – ligando o nosso planeta à Lua, localizada a pouco mais de 384.000Km de distância − atingindo o seu clímax quando Neil Armstrong (e a missão Apollo 11) pela 1ª vez e em nosso nome tocou (com a sua bota) a superfície de um outro Mundo que não a Terra (um território alienígena) e terminando abruptamente − sem nenhuma justificação credível (por honesta) apresentada − três anos depois (1972) com a realização da missão Apollo 17: segundo alguns rumores de então e de outros posteriores, com a medida de encerramento definitivo do Programa Apollo (levando ao cancelamento das missões Apollo 18/19/20) deveu-se unicamente ao elevado custo do Programa − quando se sabe que se pegarmos por exemplo em cinquenta anos de Exploração Espacial (apanhando ainda o Programa Apollo e os Vaivéns) e nos respetivos investimentos realizados pela NASA (por injeção financeira Governamental), o dinheiro nesse período gasto com o desenvolvimento do programa (Apollo) seria muitíssimo inferior ao esforço do departamento de Defesa dos EUA (de modo a manter o seu poderio e supremacia Militar Global) despendido num só ano.

 

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Lançamento da Apollo 11

(16 julho 1969)

 

Por essa altura (anos 70) com o investimento do Governo dos EUA na NASA (e no desenvolvimento da Exploração Espacial) a andar por volta dos 4,5 do seu PIB, quando agora e abertas as portas aos Privados (financiando-os em alternativa à NASA) se quedar por uns míseros 0,45 do PIB (aproximadamente 10X menos) − algo de ridículo (vejam-se as últimas ajudas financeiras da Administração de Donald Trump para a concretização de tais projetos) para quem pretende voltar à Lua e virar-se de seguida para Marte, sem querer alargar os cordões da sua bolsa (disponibilizando muitos biliões de dólares) e sem explicar como o fazer (e a sua razão e benefícios a tirar) claramente e sem subterfúgios (por exemplo eleitorais) aos seus cidadãos.

 

Relembrando que nos anos do Programa Apollo os seus detratores chegaram a afirmar que o investimento de tal projeto andaria certamente muito perto de 20% do PIB norte-americano de então: apesar de ser um argumento completamente falso e absurdo (até pelos biliões e biliões, triliões de dólares gastos em Guerras) tendo mesmo funcionado e suspenso temporariamente (para o tempo médio da vida do Homem uma Eternidade) o nosso obrigatório e cada vez mais urgente Destino − como Nómadas e esgotado o local anterior, partindo à descoberta de Outros Locais (Mundos e Terras) onde se possa no futuro instalar e evoluir.

 

Já que sem Movimento (Massa e Energia) não Existe Vida (Alma e Eletromagnetismo) e um animal parado é-o porque já está morto (extinto).

 

(imagens: NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:38

08
Abr 19

A Terra (a azul, branco e castanho) como vista a partir da Lua

Podendo-se observar o deserto do Sahara (abaixo a Arábia Saudita)

E o nosso vizinho oceano Atlântico

 

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Com a Apollo 11 (tendo a bordo Neil Armstrong, Michael Collins e Buzz Aldrin) partindo de uma órbita terrestre, a atingir a órbita lunar em menos de 52 horas (V = 7.400Km/h). No presente e tomando como referência a velocidade atingida pela sonda automática (obviamente não tripulada) New Horizons (mais de 58.000Km/h) com o tempo de viagem a descer drasticamente para pouco mais de 8,5 horas.

 

A TERRA (um dos 8 planetas do nosso Sistema) a 12 de Outubro de 2015 conforme registo obtido por uma das muitas sondas da NASA – o LRO (um orbitador lunar) lançado em meados de 2009 e atualmente orbitando a LUA – um corpo celeste por nós conhecido (os seus habitantes) como o 3º planeta do Sistema Solar e interior à Cintura de Asteroides,

 

Tendo como companhia (entre os seus colegas de Viagem mais próximos) no seu movimento de translação anual (durando 365 ou 366 dias caso o ano seja bissexto) em redor da sua estrela de referência − o SOL (uma entre um número incontável de estrelas integrando a Via Láctea) − um único satélite (natural),

 

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No primeiro voo tripulado (norte-americano) levando três seres humanos a bordo para a concretização da Viagem Espacial pioneira (equivalente à Aventura dos Navegadores desbravando os Oceanos) ligando a Terra a outro Corpo Celeste (a Lua), um registo do módulo lunar da Apollo 11 (LM) obtido a partir do módulo orbital (CSM) − a 21.07.1969 − e tendo a Terra a erguer-se (ao fundo bem azul) acima do horizonte lunar.

 

Localizado a apenas 384.400Km de distância (nem 10 voltas em redor do nosso planeta) e parecendo ter estabelecido connosco (pelo menos temporariamente e numa base de muitos e muitos milhões de anos − isto apesar de se estar gradualmente a afastar cada vez mais do nosso planeta) um percetível (veja-se o caso das Marés) cordão umbilical:

 

Unindo dois corpos celestes na sua (extrema/dependente) adoração à mesma estrela (o Astro-Rei) − apesar de tão diferentes tanto na apresentação, como no conteúdo − e mesmo assim até pela interdependência (ou conivência evolutiva e de sobrevivência entre ambos a Terra e a Lua) surpreendendo-nos na proporcionalidade das suas dimensões.

 

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Apesar de apresentado num registo a P/B, um contraste bem visível entre a superfície da Lua (um Mundo “Morto”) − completamente exposta aos efeitos exteriores (e suas consequências) oriundos do Espaço (parecendo a casca completamente seca de um fruto) – e a variação de cores (entre a não cor/o preto e a cor/o branco) e texturas refletidas para o mesmo Espaço pela Terra (um Mundo bem Vivo): e tudo isso graças a essa extraordinária camada protetora representada pela atmosfera terrestre envolvendo todo o nosso planeta. Numa foto Lunar Orbiter 1 (anterior à missão Apollo 11) de 1966.

 

Contrapondo aos 12.742Km de diâmetro da Terra, uma Lua ultrapassando os 3.474Km de diâmetro (mais de 27% do tamanho da Terra).

 

Quando o que se verifica esmagadoramente em casos semelhantes passando-se no nosso Sistema Planetário − neste caso entre os planetas e as suas respetivas luas (se as tiverem) – e que não se verifica ao compararmos a dupla em causa (e que nos afeta) Terra/Lua – com esta última a ser “o maior satélite natural de um planeta no sistema solar em relação ao tamanho do seu corpo primário (wikipedia.org),

 

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O nosso Mundo a 142.000.000Km de distância

A Terra e a Lua tal como as veria um extraterrestre (aqui pela câmara HiRise da sonda automática MRO), passando nas proximidades do planeta Marte (o nosso vizinho exterior) – a cerca de 142 milhões de Km do nosso planeta – no dia 03.10.2007 – e com cerca de metade dos seus discos (da Terra e da Lua) iluminados.

 

É que a desproporção (de dimensões/tamanho) planeta/lua é muito maior do que a registada pelos nossos lados:

 

Escolhendo entre o nosso Sistema (Solar) uma lua maior e outra menor que a nossa (a LUA) – por exemplo Ganimedes (a maior lua do Sistema Solar e a maior do planeta Gigante-Gasoso Júpiter) e Titã (a 2ª do Sistema e a maior de Saturno),

 

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O nosso Mundo a 183.000.000Km de distância

Visionadas a partir do exterior (Terra e Lua) a uma distância superior à que separa a Terra do Sol (150.000.000Km) − com a luz necessitando de mais do que 8 minutos para atingir esta distância (á v=300.000Km/s) – uma imagem de 06.05.2006 enviada pela sonda Messenger, mostrando-nos (a sudoeste) um ponto brilhante a Terra e logo à sua direita um mais pequenino a Lua.

 

Rapidamente se chegando aos valores da relação lua/planeta (usando maiores planetas/maiores luas) respetivamente 3,8% e 4,4% (bem menores que os espetaculares 27% da relação lua/Terra).

 

Podendo-se facilmente andar pelos 0,04%.

 

(dados e imagens retirados de: Alan Taylor/Portraits of the Earth-Moon System/theatlantic.com e theatlantic.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:16

04
Set 12

E a LUA ainda é um grande mistério!

 

Missão Apollo 11

 

Apollo 11 foi a quinta missão tripulada do Programa Apollo e primeira a realizar uma alunagem, no dia 20 de Julho de 1969. Tripulada pelos astronautas Neil Armstrong, Edwin 'Buzz' Aldrin e Michael Collins, a missão cumpriu a meta proposta pelo Presidente John F. Kennedy, quando em 1962 perante o Congresso dos Estados Unidos afirmou: "Eu acredito que esta nação deve comprometer-se em alcançar a meta de colocar um homem na Lua antes do final da década (1970) e traze-lo de volta à Terra em segurança".

 

Tripulação da Apollo 11

                                                                     

Composta pelo módulo de comando Columbia, o módulo lunar Eagle e o módulo de serviço, a Apollo 11, com seus três tripulantes a bordo, foi lançada de Cabo Canaveral, na Flórida, às 13:32 UTC de 16 de julho, na ponta de um foguete Saturno V, sob o olhar de centenas de milhares de espectadores que enchiam estradas, praias e campos em redor do Centro Espacial Kennedy e de milhões de espectadores pela televisão em todo o mundo, para a histórica missão de oito dias de duração, que culminou com as duas horas de caminhada de Armstrong e Aldrin na Lua.

 

(imagem – NG / texto – WIKIPÉDIA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:52

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