Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Mar 19

A Última Previsão para o Evento ao Nível da Extinção (incluindo obviamente a nossa e de todos os bichinhos) marca o Fim-do-Mundo lá para Janeiro de 2031 (logo após o que será a nossa derradeira passagem de ano).

 

During an interview at an event on Monday honoring Martin Luther King Jr. Day,

Democratic Rep. Alexandria Ocasio-Cortez said climate change is a concern

her generation is focused on.

 

AOC-Climate-Change.jpg

Alexandria Ocasio-Cortez

(AOC)

 

“Millennials and people, you know, Gen Z and all these folks that will come after us are looking up and we’re like: ‘The world is gonna end in 12 years if we don’t address climate change and your biggest issue is how are we gonna pay for it?'" Ocasio-Cortez said.

(Vijay Jayaraj/January 22, 2019/stream.org)

 

Segundo um dos potenciais candidatos (de momento entre 15/30) das primárias do partido Democrático às Eleições Presidenciais (de 2020) nos EUA (sondagens: Biden/29,4% logo seguido de Sanders/23,4%) – referindo-nos à jovem congressista nova-iorquina (Democrata) Alexandria Ocasio-Cortez – todos nós (e não apenas os norte-americanos) teremos o destino traçado pois o Mundo acabará dentro de 12 anos:

 

"The world is going to end in 12 years if we don't address climate change."

(Alexandria Ocasio-Cortez/Janeiro2019)

 

Tentando (AOC) assumir protagonismo na luta contra o inimigo e tirano (o usurpador e milionário, septuagenário Donald Trump) – numa luta sem quartel entre os DEM e os REP − e desse modo esmagando (sem piedade) o já periclitante Apophis (asteroide) antes deveras impactante agora tão só ameaçador (em tudo idêntico ao Me Too): um calhau (com mais de 300 metros de dimensão) previsto para colidir com a Terra (em 2029), posteriormente reavaliado (para 2036) e finalmente acabando por passar (por perto) mas pelos vistos sem colidir (pelos cálculos e para já).

 

(texto/itálico e imagem: stream.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:59

11
Jan 18

Faltando-se saber apenas, quem primeiro entrará em ação (pela Negativa)

O Homem ou O Asteroide.

 

Se analisarmos os maiores impactos com a Terra registados nos últimos (digamos) 600 000 anos e tentarmos calcular uma periodicidade para a concretização de tais Eventos (envolvendo sobretudo cometas/asteroides), verificamos que tomando em consideração este período (mais recente e cerca de 0,01% da História da Terra) o nosso planeta já deveria ter sido sujeito a um novo impacto (deste nível de intensidade) ou então estar prestes a sê-lo: com o período a ter-se iniciado há uns 15 milhões de anos (e não se tendo conhecimento da sua confirmação) podendo estar prestes a ocorrer ‒ talvez mesmo amanhã, talvez dentro de uns anos ou no máximo de mais uns 15 milhões (não muito quando já somos biliões).

 

apophis.jpg

 

Se tendo os dois primeiros impactos relevantes sido registados há quase 2 biliões de anos (cratera de Vredefort/África do Sul de raio 190Km e Bacia de Sudbury/Canadá de raio 65Km), já com os seguintes a serem assinalados e referidos (aproximadamente) há cerca de 600, 350 e 200 milhões de anos atrás (já com um período mais curto). E com a passagem dos anos desde a formação da Terra e simultaneamente por todos os impactos ocorridos (os mais recentes e aqui assinalados) com os períodos a encurtarem-se passando de biliões a milhões e de imediato de milhões a milhares (sugerindo-nos como consequência da Evolução períodos ainda mais curtos, talvez como na Fundação do Sistema Solar ‒ expansão seguida de contração subordinada às mesmas leis do eletromagnetismo deste Universo Vivo e Elétrico). Nos últimos 100 milhões de anos com Eventos há 70, 65, 36 e 35 milhões (valores aproximados) encurtando a Periodicidade e aumentando os Casos: como parece indicar o contínuo aumento do número de objetos circulando no Espaço em nosso redor e aproximando-se (alguns de grandes dimensões) ou atingindo a Terra (felizmente e para já de reduzidas dimensões/densidade/velocidade/ângulo de entrada e desintegrando-se rapidamente na atmosfera) parecendo mesmo exponencial (o crescimento) e não oferecendo garantias (com alguns impossíveis de prever e garantir a nossa imprescindível segurança) ‒ com muitos (asteroides) a serem descobertos à Passagem ou depois (sendo nós todos apanhados ao Vivo e em Direto).

 

asteroids_2004_MN4_Apophis_1__Lorenzo_Barcella.jpg

 

Mas apesar de existir sempre o perigo de tal como no Passado a Terra vir a ser atingida no Futuro (no presente a atmosfera do nosso planeta é diariamente atravessada por provavelmente milhares de fragmentos, de maior ou menor dimensão, naturais ou artificiais) sendo o caso mais famoso de previsão de um possível e próximo impacto com a Terra o asteroide Apophis (período orbital menor que 1 ano terrestre), com a sua próxima aproximação (ao nosso planeta) a estar marcada para o ano 2029 (daqui a apenas 11 anos) ‒ indicado para 13 de Abril ‒ e segundo cálculos da NASA (sempre relativos devido às diferentes condições do DUO Espaço/Objeto na sua movimentação no interior do Sistema Solar) passando a apenas 30 000Km da Terra (0,76 LD) a uma velocidade perto dos 30Km/s: inicialmente (aquando da sua descoberta) com uma possibilidade de impacto (em 2029) de quase 3% (atingindo um nível elevado na escala de Turim/Nível 4 ‒ probabilidade de colisão/destruição) para acabar despromovido até ao nível mais baixo (zero) ‒ mas não desprezando os cálculos e possíveis novos erros (ao longo do seu percurso sendo introduzidos faltando ainda uns anos) tendo em atenção 2029 e a sua próxima (e maior) aproximação agora em 2036.

 

(imagens: wordpress.com e celestiamotherlode.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04

28
Set 16

Mais um objeto passando por nós e sem sequer nos avisar

 

“Em 16 de Fevereiro de 2013 um pequeno objeto (meteoroide com cerca de 17 metros) entrou a grande velocidade (30Km/s) na atmosfera terrestre sobre a região russa de Cheliabinsk (por fricção originando uma Bola de Fogo luminosa deslocando-se no Céu), acabando pouco tempo depois (cerca de 30’) por explodir e desintegrar-se (a 30/50Km de altitude) – originando uma onda de choque que provocou destruição em edifícios (e outras estruturas) e mais de 1.200 feridos.”

 

11.jpg

Meteoro de Cheliabinsk

 

Mais um corpo celeste passando nas proximidades do nosso planeta, a cerca de 165.000Km de distância e no passado dia 21 de Setembro: detetado pela 1ªvez a 22, novamente detetado a 24 e finalmente com a sua orbita confirmada a 24. Ou seja com o aviso por parte dos técnicos especializados e responsáveis por estas operações (de deteção de corpos celestes movimentando-se nas vizinhanças da Terra), a ser apenas divulgado e oficialmente confirmado três dias após a passagem do mesmo. Neste caso tratando-se do asteroide 2016 SJ, um objeto de dimensões podendo variar entre 3-9 metros e tendo passado na passada quarta-feira a menos de metade da viagem Terra/Lua (cerca de 385.000Km).

 

Um aviso para todos aqueles que ainda pensam (porque os fazem acreditar) que quando o Evento chegar, já estaremos há muito alertados e preparados para o receber (tais os conhecimentos científicos e tecnológicos hoje em dia disponíveis): podendo no caso de um impacto de um objeto destas dimensões (de um carro a um autocarro) serem registadas consequências locais pouco significativas (para a região em particular e para o planeta em geral), mas nunca esquecendo que um objeto um pouco maior, circulando a maior velocidade e constituído por materiais mais pesados, poderia ter consequências desastrosas, senão mesmo catastróficas, ou até no extremo Apocalípticas.

 

Itokawa-625x350.jpg

Asteroide 99942 Apophis

 

Com o nosso planeta (a Terra) integrado num sistema planetário (o Sistema Solar) rodeando uma estrela do tipo G2V (o Sol) e por sua vez fazendo parte de um conjunto mais vasto e complexo, constituindo a galáxia em espiral conhecida por Via Láctea (contendo biliões e biliões de outras estrelas). E com a Via Láctea partilhando o Espaço (mais próximo) com outras galáxias vizinhas (como a galáxia de Andrómeda), interagindo entre si e formando este Universo (percecionado por nós e pelos nossos órgãos dos sentidos): num conjunto dinâmico e em constante movimento.

 

Pelo que o claro aumento do número de pequenos objetos registados nos últimos meses entrando na atmosfera terrestre (meteoritos), se por um lado pode ser preocupante quanto às possíveis consequências e imprevisibilidade de tal acontecimento vir a ocorrer a curto prazo (nestas últimas semanas já temos uma mão cheia de objetos só detetados após a sua passagem), por outro lado só vem provar (mais uma vez especialmente para os céticos) que se não for em 2029 (previsto) poderá ser mesmo um pouco antes (imprevisto): com o asteroide 99942 APOPHIS (v = 30Km/s) com cerca de 350/400 metros de dimensão (20 X meteoro de Cheliabinsk) a passar em Abril de 2029 a menos de 40.000Km do planeta Terra (a apenas 1/10 da distância Terra/Lua) passando-lhe uma grande tangente e quase nos levantando os cabelos (que se cuidem os satélites) – e no entanto podendo ser antecedido por outros, mas fazendo barba e cabelo (como um deles com o seu brutal impacto, poderá ter feito aos extintos Dinossauros).

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:09

08
Nov 12

As novas gerações têm que estar no futuro muito atentas em relação ao que se passa no Espaço, não só pelos perigos que daí podem advir e de que todos nós nos devemos proteger – prevenindo com antecedência a ocorrência de situações perigosas e imprevisíveis – como também por ser nesse Espaço que se abrirão as novas portas para um novo mundo a conhecer e conquistar, por eliminação definitiva das fronteiras e consequente abertura ao Universo.

 

O APOPHIS no seu caminho percorreria já nas proximidades da Terra um corredor que teria início no sul da Rússia, atravessaria o norte do Pacífico, cruzaria o norte da América do Sul e terminaria sobre o Atlântico antes de atingir o continente Africano

                                          

APOPHIS é um nome que devemos fixar e recordar, pois poderá vir a representar num futuro muito próximo um momento de viragem na História da Humanidade (o grupo agora dominante). Como já o foi provavelmente noutra altura e num caso semelhante, mas então na História dos Dinossauros (o grupo então dominante).

 

Os cientistas receiam que este asteroide possa estar numa trajetória que o faça passar muito próxima do planeta Terra, podendo devido à sua proximidade de passagem e a possíveis erros de cálculo – que podem ser mínimos mas de consequências catastróficas para nós – haver um risco a não desprezar de poder colidir com o nosso planeta.

 

É fácil de adivinhar as consequências para a Terra e para todos os seus habitantes se tal acontecimento se verificasse: se não fosse a extinção total de vida na Terra, provavelmente estaríamos muito perto disso. E o problema aqui é que isso poderá ocorrer já no ano de 2029 – daqui a apenas dezasseis anos – e se tal não suceder, então pior será o cenário para o ano de 2036 – segundo os cálculos dos cientistas – com este objeto a passar ainda muito mais perto de nós.

 

APOPHIS – nome grego do inimigo de RÁ, APEP o “Descriador” – é um asteroide com cerca de 350-450 metros de dimensão, já com uma volumetria considerável e capaz de causar grandes danos no nosso planeta e levar à extinção de muitas (ou de todas) as espécies. Poderá passar a uma distância de 35.000Km a 40.000Km da Terra – entre a Lua e a Terra, pertíssimo de nós – mas se os cálculos não estiverem completamente corretos, tudo poderá acontecer. Relembre-se que a distância entre a Terra e a Lua varia entre cerca de 350.000Km e 410.000Km.

 

E até já se estudam hipóteses de trabalho – se tal for na realidade necessário – para desviar o asteroide da sua trajetória de colisão com a Terra

 

Já no ano de 2005 um ex-astronauta terá solicitado à NASA um estudo mais aprofundado deste satélite e da sua trajetória – preocupado com a possibilidade de um impacto futuro com este asteroide provocado pela passagem tão perto do planeta e pela possibilidade da órbita do asteroide poder ficar a partir do ano 2029 em ressonância orbital com a Terra (fenómeno que o atiraria em rota de colisão) – tendo sugerido então a colocação no asteroide de um aparelho de sinalização de modo a estudar melhor a sua trajetória. Não será por acaso todo o interesse demonstrado nestes últimos tempos no acompanhamento de um outro asteroide – VESTA, o segundo maior asteroide conhecido do Sistema Solar, recentemente promovido a protoplaneta – talvez para compreender melhor o que se poderá vir a passar aquando da passagem do APOPHIS. E também para prevenir e tentar descobrir antecipadamente o que fazer, se as coisas correrem mal!

 

(imagem – Google)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:03

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