Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

28
Ago 19

[E das suas Armas Biológicas − à base de ÓPIO – e de Destruição Maciça.]

 

Segundo um comentador da FOX com os EUA a serem vítima no presente de um ataque sistemático e contínuo da CHINA utilizando ARMAS de DESTRUIÇÃO MACIÇA, contando os chineses com a colaboração dos CARTEIS DE DROGA MEXICANOS, para a introdução do produto (intrusivo/tóxico/mortal) e a disseminação da respetiva e brutal GUERRA BIOLÓGICA: destruindo por dentro tanto física como mentalmente não apenas os EUA (o território), mas e acima-de-tudo os cidadãos Norte-Americanos (as pessoas).

 

Finalmente e deixando-se levar (sem impedimentos) desde o início dos anos 90 (já lá vão quase quatro décadas) pela prescrição crescente e indiscriminada de drogas analgésicas à base de OPIÁCEOS (derivados do ÓPIO)

 

– Como a HEROÍNA, a MORFINA e os OPIOIDES

 

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OXYCODONE no banco-dos-réus

Desde 2000 com as mortes relacionadas com o uso de opioides

a ultrapassarem as 400.000 vítimas mortais

(inacreditavelmente atingindo em média mais de 55 mortes/dia

e no presente podendo mesmo atingir o dobro ou mais)

 

E apesar de todos os sinais dados desde o início desta crise (já aí percetível) de OPIOIDES nos EUA na evolução registada no período indo de 1991/2011

 

– Com as prescrições a passarem de um total de 76 milhões para 200 milhões

(utilizando analgésicos como o Vicodin, o Percocet, o OxyContin e o Oxycodone

 

E ainda do ultimo esforço de registo levado a cabo em Março de 2017 (já lá indo mais de dois anos, sem nada se fazer) pelo Governador do estado de MARYLAND declarando o ESTADO de EMERGÊNCIA para lidar com a EPIDEMIA de OPIOIDES (com o crescimento de morte por overdose maioritariamente devido à utilização de opioides, a crescer de 4.000/em 1999, para 16.000/em 2010 e atingindo os 50.000/em 2015),

 

Tudo se mantendo ainda bastante confuso neste aparente esforço da Administração Norte-Americana em tentar resolver este gravíssimo problema de SAÚDE em que está profundamente mergulhado os EUA,

 

Não só pelas promessas anunciadas em 2017 (e nunca cumpridas) pelo diretor do CDCP Thomas Frieden, na sua luta contra a praga instalada dos opioides solicitando uma intervenção profunda e urgente, esperando para tal uma contribuição governamental

 

– Da Casa Branca e de Donald Trump –

 

De cerca de 500 milhões de dólares,

 

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Farmacêutica Johnson & Johnson

A primeira certamente de várias companhias do ramo a ser levada a tribunal,

pela sua contribuição na prescrição e adição descontrolada de opioides

(c/ multa de apenas 570.000 dólares concedida

apesar do pedido indemnizatório ser de 17 biliões)

 

Como pelo que se pretende resolver e a quem se dirigir tendo pela frente nada mais nada menos que o poderosíssimo sector QUÍMICO e FARMACÊUTICO, as suas grandes empresas MULTINACIONAIS e os seus LOBBIES no Congresso

 

− E a tudo isto sendo ainda adicionado como grande fator central e foco (desagregador por disfuncional) de toda esta desgraça societária e civilizacional da dita maior potência Global (investindo tudo na GUERRA por mais lucrativa e deixando de lado a PAZ por definição contabilística e tendencialmente neutra, igualitária),

 

A insuficiência de recursos financeiros da esmagadora maioria da sua população, impedindo-a de realizar tratamentos ou intervenções (por caríssimos) e virando-se em estado desespero (muitas vezes final, lutando contra dores crónicas intensas, doenças incuráveis e terminais) para a única solução para os mesmos viável:

 

Não se podendo CURAR (saindo caro) pelo menos podendo-se ANESTESIAR (saindo mais barato).

 

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Apresentando um dos argumentos contra a farmacêutica Johnson & Johnson

e pedindo uma condenação monetária que o juiz aceitou,

mas reduzindo-a a 1/30 do pedido

(a bem das farmacêuticas podendo estar em causa

o primeiro mau sinal para as vítimas dos opiáceos)

 

E assim em Agosto de 2019 e já depois das primeiras tentativas falhadas anunciadas em 2017 (com Trump na Presidência e tomando conhecimento do assunto, assumindo a situação),

 

Face à irreversibilidade e contínuo crescimento da EPIDEMIA OPIOIDE associado ao Alarmismo Social, tentando-se reverter a situação com algumas intervenções dirigidas, mas sem que se notem efeitos:

 

Em Janeiro deste ano com os números a indicarem mais de 130 norte-americanos mortos/dia por overdose usando derivados do ópio (utilizando-se sobretudo heroína e sintéticos como o FENTANYL).

 

Levando o CDCP (Centers for Disease Control and Prevention) a afirmar:

 

The total “economic burden” of prescription opioid misuse alone in the United States is $78.5 billion a year, including the costs of healthcare, lost productivity, addiction treatment, and criminal justice involvement.

 

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The liberal use of opioids has been recognized as a contributing factor

to the increase of heroin addiction

with four out of five heroin users

having started out on prescription opioids

(Avery Phillips/tincture.io)

 

E entre culpados e inocentes, mas nunca esquecendo as vítimas (o que parece que irá mais uma vez acontecer), com os diversos intervenientes (com acesso ao poder) a começarem a expor-se confrontando-se, transportando até à opinião pública assuntos nunca antes mencionados, mas que no presente e estando os mesmos a ser pressionados e encurralados (para no fim poderem ser alguns deles os assumidos ou os responsabilizados) forçosamente terão de divulgar (manipular e comunicar) até para se poderem defender:

 

Agora que o cerco se aperta (c/ o número de vítimas a continuar a aumentar) sobre os profissionais de saúde

 

− Por exemplo entre os médicos e as suas prescrições de opioides

 

Que as Farmacêuticas (e outros entrepostos de venda) são chamadas a depor (com um possível processo, possivelmente bastante oneroso a cair-lhes sobre a cabeça)

 

− Inundando o mercado e apesar de todas as consequências trágicas visíveis, não se preocupando com as consequências

 

E como consequência (de todo este cenário sempre em montagem e transformação, por vezes aleatória incontrolável, caótica), com todos até como salvaguarda pessoal (inocentando-se) procurando afanosamente e por dever definir e apontar um CULPADO (o Suspeito do Costume)

 

− Para todo este esquema de funcionamento inviável, ineficaz e mortal, se não interior pelo menos EXTERIOR

 

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Com a crise de opioides no presente atravessando todos os EUA

e tendo já atingido cifras inimagináveis de quase

200 mortos/dia por overdose,

a tender a aumentar alimentada pelos produtos sintéticos

(em 2016 com mais de 64.000 mortos num ano)

 

Surgindo como não poderia deixar de ser o ELEMENTO EXTERIOR, de uma só vez desresponsabilizando o seu verdadeiro Autor e sendo este mesmo a nomear, mantendo o status quo.

 

E depois da Rússia como desculpa para os seus insucessos, através dos Mexicanos e com a mão dos Chineses pelo meio (A Mão da Máfia)

 

− O fornecedor da matéria-prima, o traficante da droga –

 

Com as autoridades dos EUA a descobrirem e a exporem (pela 1ª vez, brilhantemente e como excecionais e incompreendidos que são)

 

− Como explicação para a Crise de Opioides na América

 

O ataque há muito em curso com ARMAS de DESTRUIÇÃO MACIÇA a ser levado a cabo e já há muitos anos pela CHINA, tendo como o Alvo o Envenenamento dos Norte-Americanos e a Destruição Total dos EUA.

 

Certamente e agora com mais motivos (adicionais) para o aumento de sansões sobre a CHINA.

 

(imagens: Keith Srakocic/AP Photo/go.com − bbc.com − Chris Landsberger/AP/wbgo.org − tincture.io − Spencer Platt/Getty Images/thetimes.co.uk)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:11

28
Mar 19

 

Sempre Negada e Agora Desmascarada

(pelos próprios média britânicos)

 

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Segundo a UN

Com mais de 60% dos mortos civis,

A serem causados pelos ataques aéreos sauditas

 

Comprovando porque os Políticos (um pouco por todo o Mundo) representam o Retrato da Hipocrisia generalizado deste Sistema há muito ultrapassado, por completamente desligado da Realidade Humana e de todo o planeta Terra (e seu Maravilhoso Ecossistema) que nos acolheu um dia (e serviu de berço para toda esta Criação) e se ofereceu para nosso prazer e usufruto (vivendo-o e partilhando-o). Neste caso focando-nos na Grã-Bretanha (com o seu Governo por um fio, mas ainda nas mãos da conservadora Theresa May), não na questão do Brexit (uma vergonha, uma hipocrisia, uma paródia e uma desgraça política, ainda-por-cima transmitida ao vivo e como que nos mostrando os Walking Dead britânicos) mas na colaboração dos britânicos no genocídio em curso no Iémen:

 

Our (UK) secret dirty war

Five British Special Forces troops are wounded in Yemen

while 'advising' Saudi Arabia on their deadly campaign

that has brought death and famine to millions

 

Elite Special Boat Service (SBS) troops' presence in country shrouded in secrecy

Troops treated for leg and arm wounds after battles in Sa'dah, northern Yemen

Up to 30 British troops based in Sa'dah, and casualties now recovering in UK

(Marc Nicol/The Mail On Sunday/dailymail.co.uk)

 

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A coligação multinacional liderada pelos sauditas,

Intervindo no conflito do Iémen

Logo em 2015

 

Uma Guerra Civil inserida na política de supremacia geoestratégica dos EUA (e dos seus aliados/súbditos/dependentes) nesta região (extremidade sudoeste) da Península da Arábia (mantendo a sua superioridade militar e como tal económica) – com o Iémen podendo controlar e intervir (ou seja tomar posição e interferir) numa estrada marítima fundamental para todo o território envolvente/adjacente (marítimo como terrestre) ligando o mar Arábico ao mar Mediterrânico através do mar Vermelho e do canal do Suez − ou seja unindo a Ásia à Europa – inicialmente envolvendo apenas protestos da população contra a pobreza, o desemprego e a corrupção e a tentativa de eternização do seu então Presidente (meados de Janeiro de 2015), mas mais tarde (perto do final de Março do mesmo ano) e extremando-se posições (políticas nacionais extremadas por diversas forças de pressão internacionais) simbolizados pelas duas forças em confronto o Movimento do Sul e os Houthis – acabando por envolver (a pedido das partes em conflito e agora, num cenário sem regras e sangrento integrando uma guerra brutal) forças de intervenção estrangeiras das mais sanguinárias de todas, sendo (sem qualquer tipo de dúvida e de hesitação)  uma delas (sem dúvida aquela que mantem vivo o conflito) a Arábia Saudita: com todo o seu poder militar aplicado descontroladamente e apenas como demonstração de toda a sua força e poder (na tentativa impossível de esmagar a revolta e uma das partes os Houthis) − dirigido a todos os inimigos da Arábia Saudita e informando-os da hierarquia tutelar do petróleo e da região – arrastando um conflito sem solução à vista desde 19 de Março de 2015 (fez há poucos dias 4 anos) e originando até ao momento (segundo alguns dados conhecidos mas podendo ser ainda maiores) mais de 50.000 feridos, uns 50.000/100.000 mortos e mais de 3.000.000 de deslocados (com números sempre em crescendo).

 

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Áreas de controlo das duas forças em presença,

Uma pró-saudita/Movimento do Sul (a verde)

E a outra anti saudita/Houthis (a laranja)

 

Mais uma vez envolvendo Crimes de Guerra, contando novamente com a presença sombria mas dedicada (ao Negócio) dos EUA/UK (e de outros países europeus cobrindo eticamente os olhos) e inevitavelmente chamando outros parceiros ao conflito (complicando ainda mais o cenário e a sua possível solução) desde os terroristas trabalhando para os sauditas (como entre os mais ferozes e sanguinários e sendo criação própria – execução HARD − a Al-Qaeda e o ISIS/ISIL) até aos terroristas trabalhando para o Irão (como o Hezbollah − execução mais SOFT) sediados no Líbano (pelo seu passado histórico ao lado dos povos árabes considerado um movimento de resistência legitimo por grande parte do Mundo Islâmico e Árabe) e recebendo apoio financeiro da Síria e do grande inimigo dos sauditas o Irão dos Aiatolas (Ayatollah). E no meio (especialmente para estes os Iemenitas, pelas consequências das ações não da responsabilidade direta deles mas dos seus políticos) estando o Iémen e os seus 30 milhões de habitantes − no estado crítico em que estão (mais de 10% de deslocados/fugitivos da guerra) – sempre com aqueles à espreita (e à espera) de novos e melhores negócios seja no Comércio do Petróleo como no Comércio de Armas (e a tudo a estes associados).

 

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Depois de mais uma rejeição de diálogo

Imagem de separatistas do Sul em luta

Contra os seus inimigos os Houthis

 

Deixando de lado as grandes potências globais e as suas ambições de expansão, de dominação e de supremacia (algo natural de suceder, pretendendo-se manter uma estrutura artificial) – como o são os EUA, a Rússia e a China − retratando-se aqui (como se ainda fosse necessário) aquilo de que o Homem é capaz tendo acesso ao Poder e às suas respetivas Ferramentas: não sendo no entanto admissível não se poder exigir responsabilidades (tantos e tão visíveis os inúmeros crimes de guerra registados), acusando unicamente os utilizadores (das Armas) – sempre perdedores − e nunca chamando ao palco da razão (e da ética) ou seja ao banco dos réus (apropriado para julgar e condenar criminosos) o fornecedor e financiador dessas mesmas Armas, da Guerra, da Violência, da Doença e da Morte. No caso do Iémem e como principais fornecedores/operadores bem visíveis no terreno (para além da Arábia Saudita e dos desejos do seu príncipe herdeiro Mohammad bin Salman) tendo como camisola amarela os EUA de Trump e como carro-vassoura o Reino Unido de May.

 

Entretanto e apesar de tudo o que se tem visto e divulgado ultimamente através dos tabloides britânicos (com todos a aproveitarem a fraqueza de Theresa May, para tentarem obter algo de positivo da situação, como por exemplo substitui-la e ao seu Governo rapidamente, mantendo se possível e ainda por mais tempo o status quo sobre o Brexit), com o Governo Britânico e a sua liderança a quererem manter por mais algum tempo a cabeça enfiada no buraco:

 

“The Government’s official position is that it is seeking a ‘sustainable political solution to the Yemen conflict’.”

(Marc Nicol/dailymail.co.uk)

 

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Para além da presença da Arábia Saudita

Com os seus bombardeamentos aéreos indiscriminados,

O acompanhamento complementar dado pelos terroristas do Exército Islâmico

Financiados pelos sauditas com os seus atentados

Recorrendo a bombistas-suicidas 

 

Não havendo nada a fazer?

 

About 80% of the population - 24 million people - need humanitarian assistance and protection.

 

Almost 240,000 of those people are facing "catastrophic levels of hunger".

 

More than 3 million people - including 2 million children - are acutely malnourished, which makes them more vulnerable to disease.

 

Almost 18 million do not have enough clean water or access to adequate sanitation.

 

The war has also displaced more than 3.3 million from their homes, including 685,000 who have fled fighting along the west coast since June 2018.

(bbc.com)

 

(imagens/ajuda nas legendas: bbc.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:13

15
Mar 19

[E não querendo dizer que a culpa é só dele.

(falando de Jair Bolsonaro como poderia ser de Donald Trump)

Mas que lá ajuda, ajuda!]

 

Já no reinado de Jair Bolsonaro (o recentemente eleito Presidente do Brasil) e na sequência do slogan eleitoral (e publicitário) atribuindo ao mesmo o título de Trump Brasileiro, a replicação de uma imagem marcante (por brutal pois envolvendo jovens) e já por nós tão bem conhecida (mas antes ocorrendo mais a norte) envolvendo escolas e armas, muitos feridos e mortos: antes na América do Norte (EUA) agora na América do Sul (Brasil).

 

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Os dois jovens atiradores e assassinos

(de 25 e de 17 anos e suicidando-se no final)

 

E tendo como curiosidade (mortal) um fator sendo a ambos comum: ocorrendo em territórios extensos (de venda legal/ilegal) e com livre acesso a armas (utilizadas para resolver muitos conflitos e dispensando de vez o diálogo) e com o seu Presidente a ser um apologista das mesmas – sendo grandes apoiantes de uma ainda maior liberalização (das vendas e da sua posse) e assim contribuindo para o aumento da violência (é só ver as estatísticas em situações semelhantes).

 

Com um dos jovens a matar o seu tio e a roubar um dos seus automóveis, com o qual os dois jovens (já armados) se deslocaram até à escola;  chegados à mesma entrando (um deles justificando-se querer voltar a estudar) e já no hall de entrada abatendo logo a Diretora (depois do tio a 1ª vítima mortal já na escola); matando de imediato uma funcionária (o jovem mais novo seria quem utilizou sempre o revolver) e dirigindo-se de seguida para o pátio da escola (o recreio) onde mataram mais 6 estudantes (de 15/16 anos e causando mais outros feridos); e ao sentirem a chegada da polícia suicidando-se.

 

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Início da ação dos atiradores na escola de Suzano

(logo no hall de entrada abatendo a tiro a diretora)

 

Dois ex-alunos da escola de Suzano e com o mais novo − empunhando o fatal revolver − a ser o último a abandonar (e interromper) a escola (e os estudos).

 

Deixando-nos aqui a pensar − confrontados com uma situação tão dramática como esta envolvendo jovens, armas, violência, dez mortos, oito feridos e muitas vítimas indiretas (uma situação podendo replicar-se noutros territórios internos/externos, chegando mesmo até ao nosso) – o que estará este Mundo a produzir e se será mesmo isto o que todos nós queremos.

 

E para tal bastando

Parar, Escutar e Olhar.

(para o comboio não nos passar por cima)

E de imediato

Reagir.

(pois se paras é porque já estás morto).

 

 (imagens: veja.abril.com.br e oglobo.globo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:38

03
Out 17

Como é fácil de concluir para qualquer pessoa minimamente elucidada sobre o que se passa no Globo Terrestre (então tratando-se dos EUA, ainda sendo mais obrigatório esse conhecimento, dado ser a capital-sede da Polícia do Mundo), no dia em que Donald Trump afrontar o Lobby Norte-Americano das Armas (como por exemplo a NRA), estará antecipadamente a assinar a sua declaração de morte. Que se saiba algo que o mesmo não deseja (e assim mantendo-se o impasse).

 

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Donald J. Trump (REP)

Proposto para 2ª vítima Presidencial do Complexo Industrial-Militar

 

Para todos os oportunistas que aproveitam tudo o que lhes chega às mãos para poderem surfar a onda tornando-se protagonistas, uma das armas que a maioria deles usa até por ser da moda, associar publicidade e dar relevo ao citado, será o de pegar no Boneco associá-lo aos efeitos e apontá-lo como a causa ‒ dando cabo do Boneco e sob um estridente aplauso ocupando o seu lugar: sem ninguém se aperceber da réplica do Boneco ou de outro fantoche qualquer (já que nunca foi o Boneco a deter o Poder, mas evidentemente quem lhe dava o movimento).

 

No caso mais recente passado nos EUA, neste fim-de-semana e mais precisamente no último 1º de Outubro (num Domingo à noite), com um atirador a parir de um 32º andar de um hotel de Las Vegas a disparar sob uma multidão assistindo ao ar livre a um Festival de Música Country, provocando cerca de 500 feridos e quase 60 vítimas mortais. Passado o primeiro momento de desespero provocado pelo impacto deste terrível incidente, vindo logo a lume (expondo-se mais uma vez à superfície) o problema das armas e do seu fácil acesso (praticamente livre e em artigos dos mais variados).

 

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Dwight T. Eisenhower (REP)

O 1º Presidente a denunciar o perigo do Complexo Industrial-Militar

 

E deliberadamente aproveitando a situação política (interna) reinante ‒ com os Democratas a não quererem reconhecer a derrota nas Presidenciais mesmo mais de nove meses depois, o tempo de gestação de um humano ‒ tentando de novo chamar ao ringue o Presidente (pondo-o afalar e tentando-o queimar) questionando-o sobre qual o seu lado, a Favor ou Contra as Armas. Com os proponentes de tal questão (Presidencial) a saberem muito bem qual a posição do Presidente e da Maioria Republicana (na Câmara e no Senado) ‒ a favor dos lobbies das Armas ‒ e apesar de tudo o dito, em sentido contrário vezes e vezes, repetido em todo o lado, mas nunca concretizado (mesmo pelos Democratas tão hipócritas como os Republicanos) ‒ e (mais grave ainda) afirmando os Democratas ser Contra ‒ se esquecerem de mencionar que dos 45 Presidentes da História dos EUA (lembrem-se dos mais recentes desde que estão conscientes), nenhum deles (pelo menos até hoje sendo REP ou sendo DEM) conseguiu acabar com o protagonismo das Armas e da Violência no interior da sociedade norte-americana, servindo (igualmente) de Espelho (comportamental) para todo o Mundo.

 

Nenhum deles tendo conseguido acabar com o poder absoluto do Complexo Militar Norte-Americano sobre a sua sociedade civil e como consequência sobre o Mundo Inteiro (ou não fossem os EUA e de uma forma avassaladora a maior Potência Militar Global graças às suas Impressoras e ao produto final impresso o dólar), apesar de um deles o Republicano Dwight T. Eisenhower num dos seus discursos mais famosos (referindo-se ao papel negativo do Complexo Industrial-Militar) ainda ter falado (ou permitido falar) desse Grande e Eminente Perigo para o futuro dos EUA e do Resto do Mundo (ou seja da Humanidade) e outro o ter tentado mas de uma forma mais prática (e que se revelou perigosa e mortal face ao fortíssimo oponente) aí traçando o seu destino e acabando assassinado ‒ o Presidente Democrata John F. Kennedy obviamente assassinado (a 22 de Novembro de 1966) às mãos de um comunista (Lee Harvey Oswald).

 

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John F. Kennedy (DEM)

Tendo sido a 1ª vítima Presidencial do Complexo Industrial-Militar

 

Mais uma vez com a Comunicação Social norte-americana em massa e histérica a rodear o seu Presidente (impulsionada por quem os controla, DEM e REP, vendo em perigo a sua posição política até agora protegida face à chegada dos seus patrões os milionários) e a exigir-lhe uma resposta imediata, eficaz e decisiva ‒ como se tal fosse alguma vez possível: e não sendo certamente Donald Trump (sabendo muito bem o que aconteceu ao 35º Presidente norte-americano John F. Kennedy em Dallas no Texas) a pôr a cabeça no cepo esperando ser decapitado.

 

Caso contrário o problema (mental) de quem pede a cabeça de Trump poderá ser mesmo definitivo (e grave dependendo do nível social do doente e das suas capacidades financeiras para ter acesso a cuidados de saúde) e provocado por uma lobotomia interna e autoinfligida (não física para não desfigurar tornando-se a imagem anterior irrecuperável). No entanto e como sempre com os autoinfligidos a poderem retomar outro caminho, adaptando-se e reconvertendo-se (numa opção só para os privilegiados).

 

(imagens: cnn.com - Jeff Kitney/youtube.com - wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:18

13
Jun 16

Século XXI

 

Mal o primeiro NEGRO-OBJETO foi eleito Presidente dos EUA (Barack Obama) logo os 7 biliões de seres humanos vivendo neste planeta pensaram que o Novo Mundo estava finalmente aí a chegar: sendo então maior a queda (em mortos e feridos) do que a real desilusão (fim da esperança). Agora vêm (e logo os mesmos) com a MULHER-OBJETO – e logo com Hillary Clinton!

 

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A Festa

Em mais das 50.000 páginas de trocas de correio eletrónico – a partir do servidor privado da Secretária de Estado Norte-Americano Hillary Clinton (num procedimento no mínimo imprevidente senão mesmo ilegal) – apenas se descobrindo 18 mencionando Barack Obama

 

Massacre em Orlando fez, pelo menos, 50 mortos e 53 feridos. Atirador foi abatido.” (rr.sapo.pt)

 

(1)

BEM

“Precisamos de coragem para mudar”

(Barack Obama/rr.sapo.pt)

(2)

MAL

“Já que temos a capacidade de matar”

(Anónimo/Produções Anormais)

 

Estes pensamentos extraordinários (1) são da autoria de um dos mais mundialmente famosos prémios Nobel da Paz (apenas por estar vivo e ainda no ativo), simultaneamente reconhecido como um dos maiores promotores de assassinatos à distância (indiscriminados e imparciais e utilizando simples artefactos inteligentes os DRONES) e sem culpa no cartório (registo criminal limpo). Apenas se podendo falar de vítimas colaterais. Opinião dos predadores que não será certamente o das presas.

 

Estes pensamentos não menos extraordinários (2) são provavelmente oriundos de uma alma já completamente perdida para o Mundo (por desintegração ou marginalização social) e simultaneamente incapaz de distinguir a diferença (fundamental para a nossa sobrevivência) entre matar ao Serviço da Comunidade ou matar ao Serviço do Mal. Um comportamento obrigatório e autoinduzido em todos os cidadãos deste nosso Mundo ainda só parcialmente sentido e percecionado (para já talvez reconhecido) – desse modo condicionando-os na tomada de decisões extremamente importantes se não mesmo decisivas para as suas vidas – nunca analisado pelas consequências gravíssimas que pudessem advir desses atos (mesmo a curto prazo), mas unicamente porque segundo os especialistas (ao serviço da Estrutura) se tratava na verdade de um processo natural de seleção e preservação da espécie: matar os mais fracos (como é o caso dos terroristas maus) para fortalecer os mais fortes (os chamados terroristas moderados).

 

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A Morte

Num massacre facilmente levado a cabo num país onde qualquer indivíduo possui uma arma, podendo o mesmo exercer definitiva e impunemente a sua vontade e preferência, na escolha daqueles que efetiva e ideologicamente o poderão acompanhar

 

Pelo que não só é culpado aquele que faz a apologia das Armas na resolução de todos os conflitos criados e desenvolvidos entre a Humanidade (criados artificial e estrategicamente e por interesse particular) – promovendo-as, vendendo-as e apresentando-as como a única e última decisão (como o fazem os Republicanos, promotores, angariadores e profissionais da venda de armas e umbilicalmente ligados ao sector – veja-se o que se passa na América e no Médio Oriente/Visão BUSH) – como também aquele que conscientemente o acompanha nesse crime ao longo de todo o seu percurso cronológico (e político), mesmo afirmando-se perentória, visceral e ideologicamente contra e no entanto servindo-se como os outros das mesmas Armas para matar e assim decidir e resolver (como o fazem os Democratas e como fez HC na altura como Secretária de Estado de BO, no despoletar da Guerra Civil na Líbia e na subsequente destruição do país e no genocídio das suas populações – Crime de Guerra ou próximo Nobel da Paz?).

 

NATO – unida contra o terrorismo. Organização reage ao ataque em Orlando que fez 50 mortos e mais de 50 feridos…O que a NATO pode fazer é focar-se nas causas de origem e trabalhar com outros aliados a estabilizar a vizinhança. A violência dos extremistas inspira ataques nas nossas ruas.” (rr.sapo.pt)

 

Assim inspirando os terroristas a atacarem o Mundo e a Rua, mas dividindo-os de facto (para manterem reservas) em bons, maus e talvez.

 

Mas nunca esquecendo a hipocrisia (já que para ganhar vale tudo) e a total falta de vergonha (tornando a mentira em verdade): não propriamente dos EUA (fazendo apenas o seu papel de potencia suprema global) mas da há muito moribunda EU (oferecendo os seus cidadãos em troca de bens e dinheiro). E refugiando-se nas suas (in)certezas para justificar o auxílio (des)interessado de outros.

 

(imagens: thelibertarianrepublic.com e nbcnews.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:16

19
Mai 15

WACO/TEXAS – 9 Mortos e mais de 190 Detidos
(no último fim-de-semana)

 

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As armas voltaram mais uma vez a falar. Nos Estados Unidos da América dois grupos rivais de motociclistas entraram em confronto directo na cidade texana de WACO. O resultado do confronto saldou-se em nove mortos e cerca de 190 motociclistas detidos. O confronto ter-se-á iniciado num parque de estacionamento de um restaurante desta zona da cidade, acabando por se estender em redor e no seu interior.

 

Este incidente registado no Texas e envolvendo mais uma vez a presença mortífera de armas, é mais uma das consequências das políticas extremamente liberais praticadas nos EUA quando se fala da sua posse: aqui as corporações que controlam e lucram com a comercialização de armas conseguem sobrepor-se ao interesse do país e à segurança dos seus cidadãos. Tudo em nome da prevenção.

 

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A única diferença que aqui pode ser referenciada relativamente aos casos ultimamente relatados e tendo como origem os EUA e actos de violência envolvendo armas, é que ao contrário de ser (como tem sido habitual) um conflito branco/preto (o polícia branco ataca o cidadão preto), neste caso estamos perante um conflito branco/branco (motociclistas contra motociclistas).

 

E como podemos concluir através de todos estes cenários que nos chegam oriundos dos EUA (tiroteios no interior das escolas, caça indiscriminada ao negro, luta entre grupos criminosos rivais, etc), a ideia forte norte-americana de que tudo se resolve recorrendo ao uso de armas, não se aplica apenas aos seus inimigos externos como também e talvez servindo de exemplo aos seus próprios cidadãos. Infelizmente existindo sempre danos colaterais.

 

(imagens – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:19

23
Mar 15

Para se entender melhor as repercussões que uma intervenção graciosa e humanitária levada a cabo pela única potência militar global existente à face da Terra (actualmente os EUA) pode provocar. Em qualquer tipo de sector ou de actividade.

 

Ukraine world's 4th largest arms exporter in 2012
(According to SIPRI/Stockholm International Peace Research Institute)

 

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Armamento

 

Basta informar-se e querer tomar conhecimento do caso recente da evolução política e militar registada na Ucrânia, que de quarto maior exportador mundial de armas em 2012 desapareceu instantaneamente e como se de um acto de bruxaria se tratasse desta poderosa lista VIP, nem sequer dispondo do armamento mínimo necessário para se defender duma rebelião interna, ainda por cima prévia e conscientemente importada (tendo por um lado o Ocidente/Kiev, pelo outro lado a Rússia/Rebeldes e com o povo inocente pelo meio).

 

The Top 10 Arms Exporters – 2009/2013
(According to SIPRI)

 

01. EUA
02. Rússia
03. Alemanha
04. China
05. França
06. Reino Unido
07. Espanha
08. Ucrânia
09. Itália
10. Israel

 

Como se pode constatar qualquer tipo de intervenção vinda de territórios exteriores terá sempre repercussões e um determinado custo para os territórios interiores intervencionados. Com as repercussões e custos a poderem ser extremamente agravados, a ponto do intervencionado ser obrigado a ceder o que de mais importante tem: a sua independência, a sua soberania e finalmente o seu povo – escravizando-o sem condições às mãos dos interesses estrangeiros. E enquanto o mundo se vai entretendo entre conflitos e guerras, mais ou menos gravosos, mais ou menos mortais e até porventura criminosos (ainda há-de chegar o dia em que serão levados a tribunal), a vida lá continua (banalizada) e o burro somos nós (os crentes).

 

Global Arms Sales Climbing
(The Wall Street Journal – 16.03.2015 – wsj.com)

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:18

21
Jan 15

Desde finais de 2014 que a Marinha dos Estados Unidos da América já está equipada com armas LASER: passamos assim e definitivamente de mais um cenário de ficção científica para a nossa realidade actual.

 

laser-weapon-system.JPG

Navio norte-americano equipado com sistema de armas laser

 

As primeiras experiências piloto já foram assim realizadas, especialmente dirigidas para exercícios militares com a intervenção de barcos de pequenas dimensões e drones: como é o caso do navio da marinha norte-americana USS Ponce, curiosamente estacionado em águas separando a Arábia Saudita do Irão e já equipado com um sistema de armas laser.

 

Não nos podemos esquecer que além desta tecnologia laser utilizada para fins militares ser mais barata e segura do que a tradicional, os seus efeitos são quase que instantâneos. Utilizando a electricidade como fornecedor de energia (preferível a explosivos), estas armas tornam-se assim mais seguras e confiáveis, além de serem muito mais económicas e de fácil manuseamento: cada tiro custa menos de um dólar e basta ter um joystick.

 

(dados e imagem – Elizabeth Palermo/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:33

11
Jul 14

“Enquanto o mundo estiver nas mãos das auto-nomeadas e minoritárias elites que dele apenas se aproveitam para nos subjugar e manipular, não vejo como algo poderá mudar por pouco que seja: talvez esta civilização esteja apenas perto de um novo Salto”.

 

Gaza

 

Enquanto existirem entrepostos comerciais de vendas de armas e de fornecimento ilimitado de mercenários, o resto do mundo jamais poderá viver em paz. Exemplos de estados como o de Israel em que toda a sua estrutura socioeconómica de base assenta nas suas forças armadas e no seu poderio militar (para desse modo se impor aos seus vizinhos, aterrorizando-os) nunca poderão ser algo a aceitar e a replicar, isso se quisermos sobreviver e impormo-nos neste planeta modelo como a espécie predominante. A violência e a morte nunca serão uma solução, apenas mais um campo de sofrimento e de destruição das grandes e poderosas industrias militares mundiais, unicamente interessadas em testar directamente os seus novos equipamentos, em cenários recriados de guerra e contando com a presença humana (de modo a uma fácil determinação da sua eficácia, pelo simples cálculo da razão mortos/feridos).

 

Gaza

 

É no entanto bastante claro para todos nós que nos postos de comando destes típicos, tradicionais e cada vez mais mortais jogos de guerra, terão de estar forçosamente presentes, uma grande variedade de psicopatas. Rebobinando os episódios poderemos recuar aos acontecimentos decorrentes na Guerra Civil Síria, agora estendendo-se sem fim à vista até ao terraplanado Iraque: tudo iniciado há muitos anos atrás com o slogan promocional invocando a existência de armas de destruição maciça (nunca se imaginando – nem em sonhos – serem de origem norte-americanas). Agora com os novos subprodutos terroristas norte-americanos e verdadeiros sucessores da Al-Qaeda a assumirem o protagonismo no Médio-Oriente (contando com o apoio financeiro da Arábia Saudita e em armamento dos USA), tentando por todos os meios apoderar-se pela força da matéria-prima destes ex-estados, colocando-a ilegalmente no mercado e trocando-a por uns miseráveis dólares. É evidente que Israel compreende o perigo que pode vir desses movimentos terroristas apoiados pelos USA e das armas que continuam a circular entre estas fronteiras inexistentes e no interior de territórios sem qualquer tipo de controlo. A táctica foi evidente: criar uma diversão (a morte dos três jovens israelitas), invocá-la como justificação (matando desde logo outro jovem mas agora palestino) e atacar sem aviso, brutalmente e de imediato. Gaza foi mais uma vez a escolha de Israel, tal e qual como a sua população civil: mais de 100 mortos e de 600 feridos com os alvos a serem as casas dos palestinianos. Nestas guerras brutais entre criminosos de guerra que não recuam perante a morte dos seus semelhantes, tudo é sempre possível ou imaginável: como o que já corre por aí na comunicação mundial de que a morte dos três jovens israelitas poderia ter outro autor verdadeiramente inesperado e inacreditável (pelo menos para alguns). Obsceno!

 

(imagens – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:52

25
Jun 14

 

Tanque de guerra do exército rebelde

(com o seu símbolo identificador)

 

No Iraque reina o caos total, com diversas forças militares presentes no cenário de guerra fazendo intercâmbio com outro palco de conflito vizinho, como é o caso da Guerra Civil na Síria. Sunitas, curdos e xiitas estão agora envolvidos num duelo de morte, com os dois primeiros grupos a unirem-se ao EIIL e a apoderarem-se do norte do Iraque, num combate brutal e sem prisioneiros contra os seus inimigos de Bagdade: um governo iraquiano não representativo, controlado pelos líderes religiosos xiitas.

 

Com os militantes do ISIS/ISIL equipados de material de guerra (novo) proveniente dos Estados Unidos da América via Guerra na Síria – onde os USA pretensamente apoiam os rebeldes xiitas – e utilizando-o posteriormente no Iraque para apoiar os sunitas. Contando ainda toda esta sopa de petróleo com o fornecimento de armas ao governo do Iraque por parte da Rússia (num claro desafio às pretensões hegemónicas dos USA na região) e com os pagamentos realizados aos mercenários vindos de todas as partes do mundo (para combaterem na região) pela sempre sinistra e presente Arábia Saudita.

 

Por cá o nosso governo lá vai aproveitando o pretexto da degradação da situação política e económica nesta região do médio oriente (o futuro do Iraque poderá passar pela sua divisão em três zonas distintas, com os curdos a norte, os xiitas a sul e os sunitas pelo meio) para subir mais uma vez o preço dos combustíveis (ou seja dos impostos) e ir à carteira dos indefesos portugueses.

 

(imagem – sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:37

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