Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Nov 19

[Ou a “confirmação” da existência de Vida no Planeta Vermelho (o planeta dos “Canais”) feita pelo professor da Universidade do Ohio Emeritus William Romoser, além de investigador e cientista, observador de imagens (sua forma e textura) oriundas da superfície do planeta Marte.]

 

I

 

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Putative fossil insect

On its dorsum with head to the top,

and

with selected structures labelled.

 

Enquanto se procura desesperadamente e para lá do nosso horizonte (visual) o que “por cá temos, mas não vemos – envolvidos pela Morte esquecendo (progressivamente) a VIDA e pensando aí encontrar (no Espaço) uma solução para as nossas profundas “questões existenciais(porque nascemos, porque morremos e como protagonistas, qual o nosso papel nisto tudo) − na Terra e como que confirmando essa Cegueira e talvez numa ação estratégica (tais os horrores de violência, doença, guerra e morte, continuada e sequencialmente vividos ou transmitidos), muitos de nós continuam de olhos (presos) no Céu de modo a fugir ao modelo, muito próximo senão mesmo, do tantas vezes referido Inferno – com os restantes parecendo felizes física (por lobotomia) e psiquicamente (adaptados ao Inferno, julgando-se no Purgatório), andando curvados e em fila (com palas para não  se perderem) olhando sempre para o chão (a “Coisa” dando-lhes orientação).

 

E na nossa busca de Vida (daqueles preferindo o Céu) de novo surgindo Marte e aí, deixando parte da Terra para os crónicos (sedentários) e a outra parte para os Zombies (dotados ou não de “psique”).

 

II

 

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Does insect/arthropod biodiversity extend beyond earth?

Tuesday, November 19, 2019 09:00 AM - 06:30 PM

America's Center - Exhibit Hall 1 & 2

Author: William S. Romoser/Ohio University (Emeritus)

 

Debruçando-nos então sobre Marte e sobre o estudo de Emeritus William Romoser com este com toda a sua autoridade (científica e universitária, logo oficial) a propor-nos uma hipótese (explicativa) mais própria das “Teorias da Conspiração”, afirmando (no entanto e lendo-se o final, sendo suscetível a algumas adaptações, se necessárias e de percurso) pelas evidências por si observadas ao olhar para a superfície do planeta e pelos artefactos aí (visualmente) encontrados, podendo existir (ou ter existido) Vida: descobrindo diversas estruturas possivelmente fossilizadas denunciando a existência (no passado) de estruturas muito similares a alguns dos nossos insetos e repteis terrestres (como vestígio da presença de criaturas vivas). E declarando-o (perante entre outros, os seus pares) na Sociedade Entomológica da América localizada em St. Louis (Missouri).

 

"There has been and still is life on Mars. There is apparent diversity among the Martian insect-like fauna which display many features similar to Terran insects that are interpreted as advanced groups—for example, the presence of wings, wing flexion, agile gliding/flight, and variously structured leg elements." (Emeritus William Romoser)

 

III

 

1-ohiouniversi.jpg

A specimen

Whose head appears to have turned in the direction of the camera.

Based on the scale provided in the photo from which this was extracted,

this individual is estimated to be approximately 20 inches long.

 

Deixando-nos, no entanto, entalados entre as versões dos apoiantes das Teorias das Conspiração (maioritariamente de leigos e/ou de autodidatas) e a constante negação da interpretação dos mesmos (“teóricos”) feita por parte das Agências Espaciais Internacionais, seus grupos de investigadores, técnicos e cientistas, aqui parecendo ter versões coincidentes entre leigos e eruditos (estes últimos sempre mais céticos, particularmente os assumindo-se, sem religião). E com o mesmo Emeritus William Romoser a insistir no seu ponto de vista pelos vistos científico (de que “a Vida lá está, só que não a queremos ver”):

 

"The presence of higher metazoan organisms on Mars implies the presence of nutrient/energy sources and processes, food chains and webs, and water as elements functioning in a viable, if extreme, ecological setting sufficient to sustain life. I have observed instances suggestive of standing water or small water courses with evident meander and with the expected blurring of small submerged rocks, larger emergent rocks at the atmosphere/water interface, a moist bank area, and a drier area beyond the moist area. Water on Mars has been reported a number of times, including surface water detected by instrumentation on Viking, Pathfinder, Phoenix, and Curiosity.” (Emeritus William Romoser)

 

(texto/legendas originais: a partir de leitura de artigo Evidence of life on Mars em phys.org − imagens: phys.org e esa.confex.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:08

04
Mar 15

Um dia um Alienígena (como eu) encontrará outro Alienígena (como tu)

 

A primeira coisa que fiz hoje (depois de fazer todas as outras coisas terrestres) foi procurar vestígios da existência de MARCIANOS. A forma mais rápida e simples de o fazer foi dirigir-me de imediato ao site da NASA mars.jpl.nasa.gov e a partir daí consultar as últimas imagens enviadas pelas câmaras do ROVER CURIOSITY a partir da superfície de MARTE.

 

Depois de ter ultrapassado as últimas imagens recolhidas pelo ROVER da NASA a 4 de Março (SOL 915), detive-me pela primeira vez nas imagens obtidas no dia anterior (SOL 914). Não aparecendo nada que se pudesse considerar como um potencial marciano, algo de mais profundo me despertou logo a atenção: num dos fragmentos espalhados sobre a superfície marciana era claramente visível o símbolo da CRUZ.

 

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Seria esta mais uma das muitas evidências da presença de algo de estranho em Marte, desafiando a afirmação de que o planeta não teria vida indígena, nem nenhum outro tipo de presença da mesma (no tempo) ou de outra espécie alienígena (do espaço)? Ou até confirmando com a presença destes símbolos para nós (terrestres) tão familiares, a teoria de que haveria uma ligação estreita entre a evolução de Marte e da Terra? Quem pode afirmar convictamente que dois planetas localizados tão próximos um do outro e da sua estrela de referência (o Sol), num sistema e numa galáxia em que a distância que os separa toma proporções ridículas por tão pequenas e insignificantes (face ao grandioso conjunto onde estão inseridos) nada têm em comum? O que não significa (apesar de tudo) que o aparecimento do símbolo da cruz no solo de Marte não seja apenas mais uma das obras do acaso (neste caso da natureza marciana, seja lá o que isso for), tal como o V que aparece logo ao seu lado (direito) assim o parece comprovar.

Relativamente aos dias 1 e 2 de Março a NASA deixou-nos em branco (SOL 912 e SOL 913): como tantas vezes acontece nada de imagens, nada de explicações. O que por vezes deixa bastante irritados os visitantes do site do ROVER CURIOSITY (e de muitos outros sites associados à agência espacial norte-americana), dado que todos nós já sabemos (antecipadamente) que muitas dessas imagens que nos chegam, são apenas uma parte de um todo e que muitas delas (como já não bastasse) são previamente tratadas.

 

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Passei rapidamente pelo período que se iniciava no final do mês Fevereiro e fixei-me no dia 23 (SOL 907). A imagem apresentada pelas câmaras do veículo motorizado da NASA ainda não nos premiava com a presença de um marciano, mas o objecto que a mesma nos proporcionava era deveras interessante: a sua forma aparentemente cilíndrica aparecia decorada por um adorno circular e em espiral rodeando-a em toda a extensão do seu comprimento, fazendo despertar nos arquivos bem guardados e protegidos da nossa memória imagens semelhantes em monumentos e estátuas da nossa história terrestre. Muito artificial (ou então um trabalho extremamente elaborado) para um mundo sem vida inteligente: em sentido contrário com Marte a ter sido habitado ou com uma natureza só equiparável à nossa – como é o caso do nosso (terrestre e português) Cabeça do Velho (Serra da Estrela).

 

Se neste caso se poderia tornar mais credível a possibilidade de intervenção exterior na manipulação daquele objecto integrado na paisagem marciana (transformando-o através da intervenção de alguma entidade viva e inteligente num produto artificial manufacturado), irremediavelmente e apesar de todas as tentativas voltávamos sempre ao mesmo problema (aparentemente irresolúvel) que tais conclusões pareciam provocar: se o planeta Marte já fora o berço de uma civilização anterior à nossa que se organizara e aí prevalecera durante anos e anos, qual a razão pela qual até aos dias de hoje ainda não tinha aparecido um único indicio e comprovativo oficial (já agora certificado e autentificado por uma entidade acima de qualquer suspeita, terrestre ou extraterrestre) que sem qualquer tipo de dúvida ou de objecção definitivamente o confirmasse?

 

Face a estas duas experiências em que foi notória a impossibilidade de se conseguir confirmar a existência de marcianos (assim como a presença de objectos comprovadamente manufacturados) – e como dispunha ainda de alguns minutos – resolvi estender a minha pesquisa até ao dia 16 de Fevereiro (SOL 900) na esperança de ainda poder ver algum marciano passeando pela superfície do seu planeta (apesar das temperaturas extremas registadas de dia e de noite à sua superfície) ou até e em último caso de poder observar com os meus próprios olhos algum artefacto que me fizesse lembrar algo de familiar (e terrestre): tal como naquele dia em que numa das imagens obtidas pelas câmaras do ROVER CURIOSITY, vislumbrei estupefacto um terminal de um aspirador (por acaso muito parecido ao que eu possuo).

 

Mas a partir daí não encontrei mais nada: nem marcianos nem artefactos.

 

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Até que hoje nos chegaram as primeiras notícias sobre um pequeno curto-circuito registado nos braços do veículo motorizado da sonda CURIOSITY, ocorrido aquando da transferência de amostras do solo marciano, seu posterior condicionamento e análise final: no decorrer desse processo uma alteração das características da corrente eléctrica circulando nos respectivos circuitos, originou a imediata suspensão da tarefa em execução e a colocação do sistema em prevenção. Pelos vistos os técnicos da NASA irão agora efectuar um estudo detalhado sobre as causas que originaram este incidente, de modo a que antes de continuarem o trabalho previsto para esta missão no solo marciano, se possam assegurar de que tudo voltará a funcionar normalmente. Assim e durante alguns dias o mais provável é que não nos cheguem mais imagens do distante planeta vermelho, deixando nós de poder contar com Marte e com as suas novidades. O que até levanta algumas ou até muitas suspeitas: será que foi mesmo uma avaria ou algo provocatório?

 

E para tentarmos dar resposta a algumas ideias talvez loucas talvez pertinentes que sem descanso nos perseguiam, consultamos um extraordinário documento da NASA ainda por desqualificar e acabadinho de chegar – que por uma coincidência tremenda (pelo assunto que tratava), não nos sendo dirigido nos veio parar às mãos. Suponhamos então que:

 

MARTIANS ATTACK MARS ROVER!

 

Two hours after the Mars Rover landed on the Red Plant Martians began firing on it
Five hours later the Mars Rover was under attack from Martian laser missiles
NASA is not sure how long the Martians will attack
They are fearful that they will lose the contact with the Rover within hours

 

One NASA scientist (engineer Gupta Marjawala) had anticipated a Martian attack: “They didn’t believe me when I said there were Martians. They thought I was reading too much Ray Bradbury, but I was right. And I’m glad I put an IED on board. If the Martians get too close – kaboom! The they’ll be blown to smithereens.”

 

(texto/parcial em itálico: Frank Lake/Weekly World News – imagens: NASA e WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:53

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