Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Nov 19

[E JAMAL KHASHOGGI]

 

No dia 2 de outubro se 2019 e já que se falando (no presente) da UBER, se falou de JAMAL KHASHOGGI − tendo apenas em comum o investimento substancial do regime real saudita, tanto na UBER (financiando) como em JAMAL (assassinando) – passando um ano sobre o seu desaparecimento (sem deixar rastos, apesar de sucedido num consulado, entrando nele e jamais saindo − pelo menos e que se saiba, como entrou).

 

Non_Conformity_and_Anti_Author.jpg

[O Mundo a Preto-e-Branco]

Oppositional defiant disorder:

Non-conformity and anti-authoritarianism

now considered a mental illness

(Wake Up World/Carolanne Wright/08 Apr 2016/sott.net)

 

Preto com Branco dá Cinzento,

a cor deste Mundo,

definido a Preto-e-Branco.

 

Neste pequeno episódio se comprovando não só a tese de um “Mundo P/B (a preto e branco), como a grande capacidade das chefias (as autoridades oficialmente certificadas como responsáveis) em aceitarem tudo e o seu contrário, desde que coincidindo com o seu objetivo (final e prioritário) a obtenção de lucro: tal como todos os nossos dirigentes “Cinzentos (como políticos e empresários) e sobre o mesmo assunto, assumindo-se num intervalo de tempo extremamente curto (para muitos coincidente, provocador por concretizado no mesmo espaço) pelo SIM, pelo NÃO e se necessário pelo talvez (no que seria uma tripla no totobola, garantindo o sucesso no resultado final). Para no fim (sendo esta uma das “Histórias do Mundo”) com as culpas a serem sempre repartidas tanto pelos que já estão (a chefiar), como que pelos que lá sempre os colocaram (a serem chefiados).

 

Entrando aqui em cena um CEO (diretor executivo) da UBER (multinacional norte-americana da área dos transportes privados) − Dara Khosrowshahi (um norte-americano/iraniano nascido em Teerão e com 50 anos de idade) − participando numa entrevista (recente) no website de notícias e de informação AXIOS (HBO) e num incidente aparentemente não provocado (pelo menos com as culpas possivelmente podendo ser repartidas, entre o entrevistador/com as suas perguntas “inocentes” e o entrevistado/deixando-se inconsciente e livremente “ir na onda”) introduzindo na mesma (dita entrevista) a personagem do saudita Jamal Khashoggi: assassinado em 2 de Outubro de 2018 no consulado da Arábia Saudita (o seu país) em Istambul (na Turquia) – fez no mês passado um ano, ainda sem se saber a verdade, se descobrir o cadáver e os seus brutais (por impiedosos) assassinos.

 

Com Dara (o CEO) quando posto face-a-face com Dan Primack (o entrevistador da AXIOS) falando nela sobre a UBER (da qual Dara é Diretor-Executivo), esquecendo-se um pouco de quem era e para quem na verdade trabalhava e aí inopinadamente, “metendo a pata-na-poça”: esquecendo-se ser um CEO (chefe) mas ao serviço de acionistas (chefes dos chefes) − podendo a qualquer momento ser substituído (veja-se o caso menor do CEO da McDonald’s) − estar ao serviço de uma empresa (UBER) e dos seus investidores – os “SAUDITAS – e como tal tendo de ter sempre o cuidado de nunca associar com o negócio, questões mesmo que eventualmente ligadas (como por exemplo, os mais ou menos violentos, “ajustes-de-conta” políticos), dado um dos “segredos destes negócios” ser o de serem áreas estanques e assim independentes (como se tal fosse possível sendo o Homem o elemento comum): pelo menos com o Povo acreditando nisso.

 

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[Davos no Deserto − Negócios de biliões em Armas e Petróleo]

Depois da 1ª edição de “DAVOS no DESERTO” (tendo como temas Inteligência Artificial, Cripto Moedas e Alterações Climáticas), subitamente c/ as máscaras a caírem após o assassinato de Jamal Khashoggi – e aí c/ a 2ª edição (2018) passando a uma “operação de limpeza” (parcialmente boicotada) mas c/ a 3ª (2019) a registar já alguns “arrependimentos e regressos” (arquivados e esquecidos todos os pecados e em nome do “interesse geral”)

 

E “abrindo demais a boca (para além da sua função prevista) saindo asneira(no totobola o “1”):

 

"It's a serious mistake. We've made mistakes too, right? With self-driving, and we're recovering from that mistake ... So I think that people make mistakes. It doesn't mean that they can never be forgiven. I think they've taking is seriously." (D.K./CEO da UBER)

 

Vindo de imediato a negação (no totobola sendo o “2”):

 

I said something in the moment that I do not believe. When it comes to Jamal Khashoggi, his murder was reprehensible and should not be forgotten or excused." (D.K./CEO da UBER)

 

Finalmente e só para nos confundir (chorando sobre o assunto e como que pedindo desculpa a todos) rematando (no totobola o “X”) e completando a aposta tripla (a correta) – “1X2”:

 

"There's no forgiving or forgetting what happened to Jamal Khashoggi was wrong to call it a “mistake.” As I told dan primack after our interview, I said something in the moment I don't believe. Our investors have long known my views here & I'm sorry I wasn’t as clear on Axios." (D.K./CEO da UBER)

 

Um episódio que certamente este CEO da UBER ao serviço do regime da Arábia Saudita jamais esquecerá, introduzindo na entrevista tratando dos problemas desta empresa norte-americana (mas com volumosos investimentos sauditas) um elemento que “deveria ser-lhe estranho (por perturbador e improdutivo), comparando o que nunca se devia comparar, ainda-por-cima tratando-se do regime (repressivo) da Arábia Saudita, nada aconselhável quando se trata do respeito dos Direitos do Homem: e comparando o incomparável introduzindo no mesmo “saco (de gatos), casos com o do TÁXI (sendo-o, da UBER) – envolvendo o atropelamento e morte de um peão por “um carro sem condutor” − e o do SAUDITA (aqui JAMAL) – envolvendo o assassinato de um seu cidadão ordenado pela família real (saudita) do Rei Salman e do seu filho e príncipe-coroado Mohammad. Com a ação da Família REAL a ser comparada (no mínimo imprudentemente) à ação do táxi da UBER (sem condutor e dirigido automaticamente, recorrendo a hardware/software): ou será que aqui a COISA, é o REI ou é o PRÍNCIPE (e não o táxi da UBER) − insulto para o REI (ou p/ o príncipe) e o sujeito, o TÁXI − insulto para o peão atropelado?

 

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[Jamal Khashoggi (o destinatário) e Mohammad Salman (o remetente)]

Já c/ todo o crédito num atentado (como decisão, matando milhares)

− 11 setembro 2001 nos EUA e c/ a assinatura do seu pai Salman –

Agora apenas o confirmando, c/ a sua própria assinatura

– Mohammad, o filho de Salman –

num assassinato (como mensagem, apenas de um individuo)

– 2 outubro 2018 de Khashoggi

 

Jamal Ahmad Khashoggi (nascido em 13 de outubro de 1958, na cidade de Medina/Arábia Saudita) jornalista exilado (após fuga do seu país, em setembro de 2017) nos EUA e sendo (até à sua morte) colaborador do jornal diário norte-americano Washington Post, no dia 2 de outubro de 2018 deslocando-se (conforme anteriormente combinado, entre Jamal e os funcionários) até ao consulado saudita em Istambul − para tratar de documentação relacionada com o seu próximo casamento (com uma cidadã turca) – aí sendo visto a entrar (pelo seu próprio pé) mas nunca tendo sido visto a sair (a pé ou de outra forma visível e voluntária). Pela esmagadora das notícias publicadas após o seu súbito e injustificada desaparecimento (que o diga a sua noiva e futura mulher a turca Hatice Cengiz, chegando mesmo a pedir no grupo de defesa dos direitos humanos da ONU − a 25 de junho deste ano − uma investigação sobre o caso) ficando-se a saber ter sido (possível/certamente) torturado, assassinado, desmembrado e feito desaparecer (para já, talvez diluído em ácido) integralmente: numa “encomenda” pré-planeada (e fatal) levada a cabo por um grupo de agentes do regime sob comando direto das autoridades oficiais sauditas (no topo do príncipe coroado) − com o grupo “executor” partindo da Arábia Saudita, chegando ao aeroporto de Istambul na Turquia, dirigindo-se para o consulado, executando a sua missão e já desaparecido Jamal (como se concluiria, “em combate” extremo por desigual), fazendo a viagem de volta – mas que apesar de todo o horror presente e até imaginado (infelizmente como realidade) nesta ação ignóbil e brutal e divulgada globalmente, assistiu apenas e como resposta – a este “CRIME PÚBLICO E GLOBAL” − a uns simples soluços Ocidentais (como os Europeus, sem consequências) e a um Não decisivo dos norte-americanos (com consequências). E com as tomadas de posição de Trump chegando-se à posição final e sendo este um empresário sendo clara a sua opção: num prato da balança tendo o “ASSASSINATO de JAMAL na TURQUIA(o que vale 1 Homem?) e no outro a “VENDA de ARMAS AOS SAUDITAS (valendo biliões), chegando à conclusão ser o primeiro o mais leve  − logo o mais barato (de se largar) − a ser preterido e esquecido. Restando-nos desejar “paz para a alma de Jamal”.

 

[P/B: Preto e Branco]

 

(imagens: sott.net – cnn.com − Mohammed Al-Shaik e Oscar Del Pozo/AFP/24matins.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:00

25
Out 18

[Entre Um Único Homem e Muitos Biliões de Dólares]

 

Depois de muito pensar no acontecimento

(pesando muito bem os prós e contras)

A resposta TRUMP/EUA ao assassinato de JAMAL

(a 23 de Outubro de 2018 três semanas sobre o assassinato)

 

Explanation of President Trump Calls the Saudi Khashoggi's Death

the 'Worst Cover-Up Ever'

U.S. Revoques Visas of Saudi Implicated in Kashoggi Death

(time.com)

 

E se fossem enviados Russos

A fazerem exatamente o mesmo

(e não a palhaçada dos Envenenamentos)

Num consulado russo em Inglaterra?

 

Passadas três semanas sobre o ASSASSINATO a 2 de Outubro de 2018 do seu pai

 

JAMAL KASHOGGI

 

– Um jornalista saudita de 59 anos, nascido na cidade de Medina na Arábia Saudita, conhecido como sendo um crítico do regime, para sua segurança e proteção estando exilado nos EUA e sendo ainda correspondente do norte-americano Washington Post

 

O seu filho mais velho SALAH KASHOGGI

 

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Com o filho do esquartejado Jamal

(à esquerda)

Obrigado a prestar em direto

(perante as câmaras)

Vassalagem aos assassinos do seu pai

(um deles à direita)

 

Vivendo atualmente no Reino Saudita, não sendo eventualmente conhecido como ativista crítico do regime, mas para sua segurança pessoal e proteção desejando poder exilar-se num país estrangeiro, tal como anteriormente terá feito o seu pai

 

Vê-se agora obrigado a comparecer em CASA dos ASSASSINOS do seu Pai, para uma Encenação Mundial de Pêsames & de Limpezas:

 

De modo a aí os Predadores poderem limpar as suas mãos cheias de sangue

Obtendo por ameaça e coerção, o perdão registado das suas presas.

 

Num cenário montado no Palácio Real de Riade, contando com a presença de um lado do Rei e do Príncipe Herdeiro e do outro de alguns familiares do assassinado, simbolizado no seu filho mais velho Salah, curiosamente gravado em circuito aberto e chegando a todo o Mundo pela TV:

 

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Arábia Saudita

Executando e Investigando

Sendo membro (indevidamente) como muitos outros do

Conselho de Direitos Humanos da ONU

 

Vendo-se os Mandantes do Crime a receberem a família da sua Vítima na figura do filho mais velho, com os mesmos a apresentarem os seus pêsames ao filho, do pelos próprios encomendado e assassinado:

 

Torturado, mutilado, assassinado e finalmente esquartejado – colocado numa mala e despachado.

 

Ao ponto dos vizinhos do consulado não terem podido evitar ouvir os gritos, enquanto desesperado Kashoggi era cortado decapitado.

 

[Segundo as últimas notícias oriundas da Turquia com os restos mortais do corpo do jornalista Jamal Kashoggi a terem sido encontrados enterrados no jardim da habitação atribuída ao Cônsul da Arábia Saudita em Istambul.]

 

(imagens: huffingtonpost.com/Associated Press – payband.com/Shahrvand/Iran – washingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:13

03
Out 17

Como é fácil de concluir para qualquer pessoa minimamente elucidada sobre o que se passa no Globo Terrestre (então tratando-se dos EUA, ainda sendo mais obrigatório esse conhecimento, dado ser a capital-sede da Polícia do Mundo), no dia em que Donald Trump afrontar o Lobby Norte-Americano das Armas (como por exemplo a NRA), estará antecipadamente a assinar a sua declaração de morte. Que se saiba algo que o mesmo não deseja (e assim mantendo-se o impasse).

 

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Donald J. Trump (REP)

Proposto para 2ª vítima Presidencial do Complexo Industrial-Militar

 

Para todos os oportunistas que aproveitam tudo o que lhes chega às mãos para poderem surfar a onda tornando-se protagonistas, uma das armas que a maioria deles usa até por ser da moda, associar publicidade e dar relevo ao citado, será o de pegar no Boneco associá-lo aos efeitos e apontá-lo como a causa ‒ dando cabo do Boneco e sob um estridente aplauso ocupando o seu lugar: sem ninguém se aperceber da réplica do Boneco ou de outro fantoche qualquer (já que nunca foi o Boneco a deter o Poder, mas evidentemente quem lhe dava o movimento).

 

No caso mais recente passado nos EUA, neste fim-de-semana e mais precisamente no último 1º de Outubro (num Domingo à noite), com um atirador a parir de um 32º andar de um hotel de Las Vegas a disparar sob uma multidão assistindo ao ar livre a um Festival de Música Country, provocando cerca de 500 feridos e quase 60 vítimas mortais. Passado o primeiro momento de desespero provocado pelo impacto deste terrível incidente, vindo logo a lume (expondo-se mais uma vez à superfície) o problema das armas e do seu fácil acesso (praticamente livre e em artigos dos mais variados).

 

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Dwight T. Eisenhower (REP)

O 1º Presidente a denunciar o perigo do Complexo Industrial-Militar

 

E deliberadamente aproveitando a situação política (interna) reinante ‒ com os Democratas a não quererem reconhecer a derrota nas Presidenciais mesmo mais de nove meses depois, o tempo de gestação de um humano ‒ tentando de novo chamar ao ringue o Presidente (pondo-o afalar e tentando-o queimar) questionando-o sobre qual o seu lado, a Favor ou Contra as Armas. Com os proponentes de tal questão (Presidencial) a saberem muito bem qual a posição do Presidente e da Maioria Republicana (na Câmara e no Senado) ‒ a favor dos lobbies das Armas ‒ e apesar de tudo o dito, em sentido contrário vezes e vezes, repetido em todo o lado, mas nunca concretizado (mesmo pelos Democratas tão hipócritas como os Republicanos) ‒ e (mais grave ainda) afirmando os Democratas ser Contra ‒ se esquecerem de mencionar que dos 45 Presidentes da História dos EUA (lembrem-se dos mais recentes desde que estão conscientes), nenhum deles (pelo menos até hoje sendo REP ou sendo DEM) conseguiu acabar com o protagonismo das Armas e da Violência no interior da sociedade norte-americana, servindo (igualmente) de Espelho (comportamental) para todo o Mundo.

 

Nenhum deles tendo conseguido acabar com o poder absoluto do Complexo Militar Norte-Americano sobre a sua sociedade civil e como consequência sobre o Mundo Inteiro (ou não fossem os EUA e de uma forma avassaladora a maior Potência Militar Global graças às suas Impressoras e ao produto final impresso o dólar), apesar de um deles o Republicano Dwight T. Eisenhower num dos seus discursos mais famosos (referindo-se ao papel negativo do Complexo Industrial-Militar) ainda ter falado (ou permitido falar) desse Grande e Eminente Perigo para o futuro dos EUA e do Resto do Mundo (ou seja da Humanidade) e outro o ter tentado mas de uma forma mais prática (e que se revelou perigosa e mortal face ao fortíssimo oponente) aí traçando o seu destino e acabando assassinado ‒ o Presidente Democrata John F. Kennedy obviamente assassinado (a 22 de Novembro de 1966) às mãos de um comunista (Lee Harvey Oswald).

 

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John F. Kennedy (DEM)

Tendo sido a 1ª vítima Presidencial do Complexo Industrial-Militar

 

Mais uma vez com a Comunicação Social norte-americana em massa e histérica a rodear o seu Presidente (impulsionada por quem os controla, DEM e REP, vendo em perigo a sua posição política até agora protegida face à chegada dos seus patrões os milionários) e a exigir-lhe uma resposta imediata, eficaz e decisiva ‒ como se tal fosse alguma vez possível: e não sendo certamente Donald Trump (sabendo muito bem o que aconteceu ao 35º Presidente norte-americano John F. Kennedy em Dallas no Texas) a pôr a cabeça no cepo esperando ser decapitado.

 

Caso contrário o problema (mental) de quem pede a cabeça de Trump poderá ser mesmo definitivo (e grave dependendo do nível social do doente e das suas capacidades financeiras para ter acesso a cuidados de saúde) e provocado por uma lobotomia interna e autoinfligida (não física para não desfigurar tornando-se a imagem anterior irrecuperável). No entanto e como sempre com os autoinfligidos a poderem retomar outro caminho, adaptando-se e reconvertendo-se (numa opção só para os privilegiados).

 

(imagens: cnn.com - Jeff Kitney/youtube.com - wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:18

14
Jun 17

[Depois de Decapitado ‒ e entretanto equiparado a Merda ‒ Esfaqueado Até à Morte com selo CNN de garantia]

 

Com a CNN completamente descontrolada na sua obsessão de fazer desaparecer seja de que maneira for o 45º Presidente dos EUA da cena política norte-americana (nem há cinco meses lá está), eis que é agora um dos apresentadores mais conhecidos desta estação Fareed Zakaria (norte-americano de origem indiana opondo-se de forma extrema ao atual Presidente) a envolver-se pessoalmente nesta campanha (de verdadeira tentativa de assassinato político) convidando inocentemente os que ainda o escutam (veremos o que acontece agora com os patrocínios) a ver a peça Júlio César como uma interpretação brilhante para a era de Trump (ao mesmo adaptada) e considerando-a mesmo uma obra-prima.

 

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1

 

Como se pode ver pelas imagens (de 1 a 6) que atiraram esta peça para o palco e para a ribalta não de cariz teatral mas declaradamente informativo (senão nem sequer saberíamos da sua existência), o momento particularmente brilhante (6) e que contribuiu para o elogio do apresentador Fareed Zakari (erguendo segundo ele a peça a obra-prima do universo teatral):

 

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2/3

 

E já depois de ter sido “decapitado” e de ter sido considerado um “monte de merda” (contando inicialmente com a colaboração da CNN e posteriormente com a mesma distanciando-se e despedindo os seus agentes), eis que de novo o comportamento se replica e o Presidente é atacado, esfaqueado e mais uma vez assassinado ‒ num cenário ensanguentado, obviamente Primário, Violento e Selvagem e fazendo-nos de novo lembrar os atos perpetrados pelo ISIS (agora pelos vistos incluídos nos guiões “softs” da estação). Sugerindo mesmo a participação no festim da 1ª Dama.

 

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4/5

 

Ficando-se agora à espera da reação da estação CNN face a este ato deprimente e convidando à violência (nos atos semelhantes praticados anteriormente, acabando na dispensa do colaborador/funcionário) agora que é posto em causa não uma Katty Griffin ou um Reza Aslan mas um apresentador (dito) de referência como Fareed Zakaria: servindo-se de uma rede de televisão para numa expressão individual de ódio pelo seu Presidente (tentando cativar outros para a sua campanha pessoal) considerar uma obra-prima uma peça de teatro em que a “Cena” nos mostra o (convite ao) esfaqueamento e assassinato do 45º Presidente dos EUA.

 

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6

 

Concluindo-se com toda esta Campanha Ininterrupta, Esmagadora e Nunca Vista de Assassinato Político Presidencial (iniciado no momento em que Trump de Palhaço passou a potencial Presidente), que jamais a sociedade norte-americana mudará enquanto se mantiverem de pé as duas principais estruturas de perpetuação de poder e recrutamento de clientela: o partido Democrata (c/ Clinton) e o partido Republicano (c/ Trump), sendo ambos os principais elementos parasitários de um Sistema e de uma Estrutura que já não precisando mais deles, se tentam (sistema e estrutura) libertarem dos mesmos, mas deparando com reações violentas como resposta. Com as grandes Corporações mandando no Mundo decoradas pelos seus patrões e acessórios, que falta fazem hoje os políticos?

 

(imagens: Inside Edition/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 08:59

21
Dez 16

E tal como diria Paul Craig Roberts

 

“As the Coup Against Trump Fails, the Threat Against His Life Rises”

 

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Paul Craig Roberts entrevistado na RT

(com o seu blogue integrado desde Novembro na lista negra da CIA)

 

Como a tentativa de impedir a nomeação de Donald Trump como Presidente dos EUA manipulando os representantes do Colégio Eleitoral falhou (só dois dos seus representantes não votaram Donald Trump sendo esses dois dos seus adversários nas primárias Ron Paul e John Kasich), resta agora a todos aqueles que ainda pretendem impedir o cumprimento da Constituição Norte-Americana assassinar o mais rapidamente possível o futuro ocupante da Casa Branca, o milionário, republicano e autoproclamado antissistema Donald Trump.

 

Acrescentando ainda para uma melhor compreensão do problema que poderá segundo ele levar ao assassinato do Presidente eleito

 

“The CIA report on Russia’s alleged interference in the US presidential election ordered by Obama is in process. Faked evidence is a hallmark of CIA operations. In their determination to seal Trump’s ears against environmental concerns, a group of environmentalists plan to disrupt the inauguration. This in itself is of little consequence, but chaos presents opportunity for assassination.”

 

Sabendo-se de antemão pela intervenção e descodificação de todos os atos da CIA perpetrados e desenvolvidas nestes últimos 69 anos (criada em 1947)

 

E aproveitando para recordar o discurso de Dwight Eisenhour realizado em 1960 e centrado sobre o perigo do crescente poder do Complexo Militar na sociedade norte-americana

 

Que a sua história em nada é aconselhável, envolvendo tortura, assassinatos, golpes de estado, tráfico de drogas e muitas outros atos condenáveis e criminosos, mas de tanto se replicarem entretanto banalizados e tranquilamente aceites.

 

Deixando Donald Trump preocupado dado ser um alvo em movimento (e um alvo a abater). Bastando para os Outros descobrirem um novo Lee Harvey Oswald, dar-lhe uma arma, implicar os cubanos (neste caso os mexicanos) e de seguida matá-lo (dado ser testemunha) – obviamente cumprido antes o objetivo da missão.

 

“Trump himself seems to think he is in danger. According to MSNBC, Trump intends to supplement his Secret Service protection with private security. As there is evidence of CIA complicity in the assassination of President John F. Kennedy (film shows Secret Service agents ordered away from JFK’s limo immediately prior to his assassination), Trump, who is clearly seen as a threat by the military/security complex, is not being paranoid.”

 

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Donald Trump na rua a 17 de Dezembro

(arriscando-se a ser assassinado mesmo antes de ser empossado)

 

Olhando para o manual da História focando-nos nos EUA e analisando o papel da CIA, não deixando de desconfiar dos verdadeiros objetivos das suas ações,

 

Ao serem suspeitos por colaboração em assassinatos de políticos no seu próprio país (John Kennedy e Luther King),

 

Ao impulsionarem a Guerra do Iraque com um conjunto incontável de mentiras (e criando com o contributo das suas ações para a generalização um pouco por todo o mundo de cenários desnecessários de guerra, morte e terrorismo)

 

E agora talvez pressionados por aqueles que realmente lhes pagam e mandam neles, estando extremamente tentados a aceitar mais uma encomenda (e das grandes) intermediada por aqueles que ainda se acham representantes do fabuloso e frutuoso Complexo Militar, não o querendo largar:

 

Um novo assassinato na figura de Donald Trump (de preferência antes da tomada de posse marcada para 20 de Janeiro – ainda têm 30 dias!).

 

Terminando Paul Craig Roberts com a seguinte e esclarecedora afirmação:

 

“The military/security complex has been entrenched since NATO’s formation on April 4, 1949, a provocation that preceded by six years the formation of the Warsaw Pact on May 14, 1955. Any president willing to confront this entrenched deep state superpower deserves the support of all of us.”

 

Ficando-se assim à espera do Ano Novo, do dia 20 e seguintes.

 

[Dr. Roberts served in the Congressional Staff in the House and Senate and was appointed Assistant Secretary of the Treasury by President Ronald Reagan. He was awarded the French Legion of Honor in 1987 –foreignpolicyjournal.com]

 

No entanto não esquecendo que a oportunidade faz o ladrão e que se alguém mesmo quiser, poderá fazer a sua própria interpretação (em muitos casos e como qualquer sucedâneo extremamente perigosa):

 

IT'S OFFICIAL:

TRUMP WINS ELECTORAL COLLEGE VOTE

Illegal Aliens have 30 days to LEAVE the USA

(superstation95.com)

 

(texto/itálico/negrito: paulcraigroberts.org – imagens: rt.com echicagotribune.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:46

01
Mar 15

Para que não restem dúvidas sobre a identidade de quem está por detrás do assassinato de Boris Nemtsov:

 

Meet America’s New Public Enemy No. 1
(foreignpolicy.com)

 

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Tendo como base dados recentes
(fornecidos pela empresa norte-americana de sondagens GALLUP)


E por mais que este faça para afastar de si este anátema, comunicamos que o seu rosto já é conhecido em todo o mundo.

 

Mas se mesmo assim ainda alguém tem dúvidas sobre o que realmente sucedeu naquela noite de sexta-feira na cidade de Moscovo, basta reparar nos títulos de primeira página do diário online norte-americano The Huffington Post (que eu tanto considerava) e que aqui se limita a editar (conscientemente) um mero conjunto de colagens dirigidas, vampirizadas intencionalmente de outros órgãos de comunicação social:

 

Putin Responsible For Nemtsov's Murder
Widow Of Slain Spy Piles On: Gov't Behind The Assassination
Fear Envelops Russia
'Shot For Telling The Truth'
New Era Of Darkness
Can Investigation Be Credible?

 

Uma verdadeira rajada de metralhadora! Já agora onde fica a Ucrânia?

 

(Uma última precaução, que pelos vistos Boris Nemtsov não teve: para finalizar, por ser verdade e para minha protecção pessoal, nunca e jamais serei adorador de carismas ou de outros miseráveis derivados ou sucedâneos – só não gosto é que nos tratem como abortos e estúpidos, pensando que estão a lidar com bestas de carga tendo como único e incontido desejo, serem abatidas em directo e de preferência na TV; mas também tenho que reconhecer que a hipocrisia é um dote, talvez mesmo uma virtude)

 

(título a negrito/imagem: David Francis/Dmitry Astakhov/The Cable – outros títulos/inglês: huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22

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