Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Mai 19

A Killer Asteroid Is Coming

(livescience.com)

 

Recentemente com BILL NYE ex-apresentador do programa SCIENCE GUY e atual CEO da SOCIEDADE PLANETÁRIA, a avisar-nos para um futuro e catastrófico IMPACTO (talvez mesmo a curto-prazo) de um ASTEROIDE com a TERRA: podendo levar tal como sucedido há cerca de 66 milhões de anos com os DINOSSAUROS (a espécie então Dominante), à EXTINÇÃO (desta vez) do HOMEM (a espécie agora dita prevalecendo sobre as restantes).

 

13112038-6994289-image-a-9_1557055785328.jpg

Um Asteroide sobre Nova Iorque

Projeção da entrada de um asteroide de cerca de 300 metros de dimensão na atmosfera terrestre e a uma velocidade de 12Km/s, dada a impossibilidade de o intercetar acabando por colidir com a Terra sobre a cidade de Nova Iorque fazendo-a desaparecer do mapa

(numa simulação NASA)

 

"The Earth is going to get hit with another [big] asteroid"

(Bill Nye/Sociedade Planetária/02.05.2019)

 

Com um “Inconveniente Suplementar” aumentando ainda mais os Perigos e as Consequências de tal Impacto, a ser devido ao desconhecimento (para já total) da data prevista para tal Evento (muito possivelmente) Apocalíptico, para já (e como se vê) não se sabendo QUANDO (?), talvez com poucas hipóteses de ocorrer no nosso tempo (enquanto por aqui andarmos), mas certamente ocorrendo (tal como anteriormente).

 

"The problem is, we don't know when. It's a very low probability in anyone's lifetime, but it's a very high-consequence event. If it happens, it would be like control-alt-delete for everything."

(Bill Nye)

 

E ao contrário dos DINOSSAUROS (segundo Mike Wall em livescience.com) − não podendo fazer mais nada, senão esperar a ocorrência do Impacto e observar e sentir os efeitos (e consequências) do mesmo Acontecimento (pela sua natureza e potência, verdadeiramente Extraordinário) – esperando-se que o HOMEM recorrendo a todo o seu conhecimento CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO faça Algo e se vá começando a preparar: para o que “der e vier”.

 

Tendo-se logo e como primeiro passo a necessidade absoluta de se descobrir (com a maior brevidade e antecipação possível) esse referido Asteroide potencialmente podendo provocar na Terra (ao impactar) um terrível Evento ao Nível da Extinção (nossa e das restantes Espécies), com os cientistas confiantes (na concretização desse objetivo) agora que já conseguem detetar (e assim descobrir, segundo eles) os mais perigosos: no mínimo com 1km e não se detetando até hoje (vindo na nossa direção) nenhum.

 

dinosaur-extinction-10.jpg

A Extinção dos Dinossauros

Há 66 milhões de anos no passado (período da extinção do Cretáceo-Paleógeno) e com os Dinossauros a dominarem o planeta Terra dando-se um Evento ao Nível de Extinção Maciça (E.L.E./Extintion Level Event) com cerca de 3/4 das espécies (animais e plantas) a desaparecerem de vez incluindo os Dinossauros

 

“Unlike the dinosaurs, however, we don't just have to sit around and wait for doom to rain down on us. We can do something about the asteroid threat — and we should start prepping for it now.”

(Bill Nye)

 

Chelyabinsk Meteor: A Wake-Up Call for Earth

The Chelyabinsk meteor was a small asteroid — about the size of a six-story building — that broke up over the city of Chelyabinsk, Russia. The blast was stronger than a nuclear explosion. The shock wave it generated shattered glass and injured about 1,200 people.

(Elizabeth Howell/space.com)

 

Mas de um momento para o outro podendo-se ser surpreendido pela chegada de um objeto (passando nas proximidades da Terra e podendo fazer uma tangente ou secante) apanhando-nos desprevenidos (por exemplo) vindo do lado do Sol (e encoberto pelo mesmo e pelo brilho intenso dos seus raios), por mais pequeno, menor densidade, velocidade e ângulo de entrada na atmosfera que apresente, podendo não Destruir o Planeta (destruição global) mas mesmo assim podendo obliterar por ex. um Estado (destruição regional).

 

Faltando apenas descobrir alguma forma de tendo um objeto destes a caminho e podendo-nos atingir, antes de tal ocorrer o possamos destruir ou no mínimo desviar: falando-se de um Raio-Trator-Gravitacional, da Detonação de uma Arma Nuclear ou da utilização de Raios-Laser. Mas com a certeza (no Tempo e no Espaço) de que mais cedo ou mais tarde o Impacto sucederá (hoje mesmo ou amanhã):

 

“There are catastrophic impacts in our future if we don't do something about them. It's not a matter of if; it's only a matter of when.”

(Jim Green/NASA)

 

(texto: a partir de Live Science − imagens: dailymail.co.uk/earthspacecircle.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02

19
Abr 19

No próximo dia 25 de Maio (daqui a pouco mais de 5 semanas) com o asteroide binário (composto por dois asteroides) de mais de um quilómetro de diâmetro (1,5Km/1,8Km) e denominado como 66391 – de afélio a mais de 160.000.000Km do Sol e periélio a 30.000.000Km do Sol – a passar a uma velocidade próxima dos 22Km/s a pouco mais de 5.000.000Km da Terra (e nesse momento a pouco mais de 150.000.000Km do Sol).

 

Asteroid_1994_KW4.jpg

66391 como visto vai fazer 18 anos

A menos de 5.000.000Km da Terra

Pelo radar do telescópio Goldstone

Com um pequeno objeto (uma lua) orbitando o maior

(imagem: Steven Ostro/nasa.gov)

 

Um asteroide com um período orbital de pouco mais de meio ano (188 dias para cumprir a sua trajetória em volta do Sol), com uma pequena lua (300m/400m) orbitando o mesmo (a cada 16 horas) e acompanhando-o na sua translação, considerado como do tipo S e como tal de composição mineralógica rica em sílica.

 

Pela sua proximidade ao nosso planeta, pela curta periodicidade da sua passagem (cada meio ano) e pelos limites mínimos de distância do asteroide (podendo-se ficar pelos 2.000.000 Km) para com o nosso planeta a Terra − em Maio de 2036 estando previsto passar a cerca de 2.300.000Km – sendo considerado um PHA

 

(“um asteroide próximo da Terra ou um cometa com uma órbita de tal forma que ele tem o potencial para fazer aproximações ao planeta Terra e possui um tamanho grande o suficiente para causar danos regionais significativos no caso de um impacto”/wikipedia.org)

 

kw4-rotation-binary.jpg

Asteroide 1999 KW4 Alpha ou 66391

Com o mais pequeno no seu movimento de rotação

Acompanhando o maior no seu movimento de translação

Relativamente à referência de ambos o Sol

(imagem: iawn.net)

 

Podendo ser num futuro próximo potencialmente perigoso.

 

Para já não falar da sua constituição (metálicos/níquel e ferro, além de ferro/magnésio/silicatos) e sobretudo da sua dimensão: de pelo menos uns 1500m/1800m, 75X a 90X a dimensão do meteoro de Chelyabinsk (com cerca de 20 metros) – e com este último danificando (a 15.02.2013) mais de 7.000 edifícios e ferindo quase 1.500 pessoas, apenas devido à sua explosão (na atmosfera desintegrando-se) e à onda de choque provocada (sem impacto de fragmentos e sem consequências relevante).

 

Mas não estando previsto (pelos astrónomos) nenhum impacto (do Monstro) nos próximos 1000 anos.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:44

09
Jan 19

Objeto Celeste 2016 AZ8 (grande) e Objeto Celeste 2019 AS5 (pequeno):

Um Sistema Binário passando perto de nós a 7 de Janeiro (o 1º)

E outro fazendo-nos uma tangente sem avisar a 8 de Janeiro (o 2º).

 

2016AZ8.04jan18ut.f1.jpg

O NEO

2016 AZ8

(a caminho do seu ponto de maior aproximação à Terra)

 

Depois da passagem a 7 de Janeiro deste Ano Novo de 2019 do NEO (objeto celeste passando nas proximidades da Terra) 2016 AZ8 – um objeto de 224 metros de diâmetro, deslocando-se a uma velocidade de 9,1Km/s e passando a uma distância (na sua maior aproximação ao nosso planeta) a cerca de 4.450.000Km do nosso planeta – e perspetivando-se apenas para o próximo dia 10 do mesmo mês a passagem de outros 3 NEO’S (com o objeto passando mais próximo da Terra, com diâmetro de 11 metros, a fazê-lo a pouco mais de 1.150.000Km), eis que um novo objeto celeste (asteroide) passa nas proximidades de nós (e da Terra) sem que ninguém nos tenha avisado (e mesmo sem que ninguém o tenha avistado, antes da sua passagem perto da Terra): falamos do (pequeno) asteroide 2019 AS5 (pertencendo ao grupo Apollo) com cerca de 1/2 metros, no passado dia 8 de Janeiro (ontem) passando a apenas 15.000Km de distância (a uma v = 12,5Km/s) e sendo o primeiro NEO este ano (de 2019) a passar a menos de 1 DL (DL: distância lunar ou distância Terra/Lua em torno dos 384.401Km). Um NEO – 2019 AS5 – sendo pela 1ª vez observado 9 horas depois da sua passagem, pelas redondezas da Terra (dos nossos céus, de nossa casa): deixando-nos deveras preocupados e numa posição de alerta (extremo), dada a Informação nos chegar (somente) depois da concretização do (não previsto) Evento – e com os exemplos semelhantes a serem mais do que muitos, para já apenas com objetos (NEO’s) de pequenas dimensões. E se forem um pouco maiores, descobertos tarde de mais e podendo impactar (com o nosso planeta)? No caso deste NEO com o mesmo a ser descoberto 9 horas depois (da sua passagem, felizmente sem colisão), sendo-lhe atribuído o código 6 (parâmetros orbitais incertos) e tendo um período orbital de 1,56 anos: pela sua dimensão e na sua próxima passagem (segundo semestre de 2020), certamente não oferecendo perigo.

 

(imagem: spaceweather.com/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:30

06
Nov 18

[Monstro com mais de 1Km]

 

asteroid-2003-SD220.jpg

Observação do asteroide 2003 SD220 ou 163889

(3/5 Dezembro e 14/15 Dezembro 2015)

 

Com o próximo encontro nas proximidades da TERRA

 

– Com um corpo celeste de dimensões relevantes –

 

A estar marcado para o dia 22 de Dezembro de 2018 (um sábado)

 

– Com o ASTEROIDE 163899 a passar a 7,4 DL (distância lunar = 384.401Km) da Terra a uma V = 6,2Km/s –

 

Poderemos ficar (aparentemente) descansados que nenhum objeto passando nas proximidades do nosso planeta (e tomando a distância Terra/Lua como referência) nos trará (para a Terra e para o seu Ecossistema) consequências negativas:

 

Com o monstro de 1.232 metros de diâmetro a passar a pouco mais de 2.800.000Km da Terra (um pouco menos que 1/50 da distância Terra/Sol), cumprindo o seu período orbital de aproximadamente 18,8 anos (um objeto descoberto em Janeiro/2000, observado pela última vez Outubro/2018 e com órbita definida 24h depois).

 

E desse modo com código de impacto Zero (0).

 

2003_SD220_earth_distances_2009-2027.jpg

Maiores aproximações do asteroide à Terra

(período de 2009/27)

 

Esta segunda-feira (5 de Novembro) com o asteroide 163899 a localizar-se 0,989 UA do Sol (a 148.350.000Km) e a 0,151 UA da Terra (a 22.650.000Km).

 

Não se verificando como se vê hipótese de qualquer tipo de Impacto (direto/indireto), ficando-se apenas a aguardar que nenhum mais pequeno (e sem qualquer tipo de Aviso) nos alcance:

 

Como se terá passado em CHELIABINSK (Rússia) a 15 de Fevereiro de 2013 (pelas 09:20 locais) com um objeto a entrar na atmosfera terrestre, transformando-se numa BOLA-DE-FOGO e explodindo de seguida – desintegrando-se e provocando uma onda de choque, causando danos materiais (telhados/janelas/etc.) e cerca de 1.200 feridos.

 

Num Evento sem Aviso Prévio.

 

(imagens: Arecibo Observatory/earthsky.org e JPL/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:44

22
Out 18

Mais uma tangente a cerca de 15.000Km

 

Recordando os efeitos da entrada e explosão (ocorrida na atmosfera a 30/50Km de altitude) de um objeto de uns meros 17 metros (com baixa trajetória e deslocando-se a uma v = 30Km/s) provocando cerca de 1200 feridos e muitos danos materiais (telhados, vidros) – devido à respetiva onda de choque. Numa chegada sem aviso prévio (meteoro de Cheliavinsk/Rússia).

 

asteroids-within-1ld-2018-by-october-19-2018.jpg

Evolução mensal do nº de asteroides

(passando a menos de 1LD da Terra)

 

Descoberto na passada sexta-feira (dia 19 de Outubro) cerca de 90 minutos antes de atingir o seu ponto de maior aproximação ao nosso planeta (colidindo com a Terra tendo pouco tempo para o lançamento de um aciso prévio), o asteroide 2018 UA (pertencendo ao grupo Apollo de asteroides) de cerca de 2,5m a 5,0m de dimensão fez-nos uma tangente (4ª mais próxima nas tabelas) a cerca de 15.000km de distância.

 

Viajando a uma velocidade perto dos 14Km/s e impactando a Terra (não tendo sido esse o caso) podendo ter provocado uma Bola de Fogo e a queda de pequenos meteoroides (fragmentos) – entre outros fatores originando o fenómeno (como sua composição e ângulo de entrada) devido à sua pequena dimensão. E neste ano de 2018 com o mês de Setembro a deter o recorde, com o asteroide 2018 UA a ser o 56º a passar a menos de 1LD da Terra.

 

[1LD = 384.402Km]

 

(dados e imagem: watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:22

24
Set 18

“Perto de perdemos a nossa presença em Marte (agora que os veículos motorizados circulando à sua superfície – antes o Opportunity, agora o Curiosity – parecem querer deixar de comunicar) tudo o que aqui ainda nos chega (à Terra) é cada vez mais importante.”

 

Lançada a 3 de Dezembro de 2014 do Centro Espacial de TANEGASHIMA (Japão) e tendo como objetivo de missão o asteroide RYUGU (um asteroide do grupo Apollo com órbita próxima à da TERRA),

 

A sonda automática japonesa HAYABUSA 2 acaba de tocar a superfície do asteroide (depois de lá ter chegado e iniciado as suas órbitas/nos finais do mês de Junho) enviando-nos as primeiras imagens do mesmo (já com 2 dos seus 4 ROVERS libertados e em plena ação):

 

DnszMxtUUAAS_cD.jpg large.jpg

Asteroide Ryugu

21 Setembro 2018

(imagem: Hayabusa/Jaxa)

 

Um corpo celeste movimentando-se nas nossas proximidades (periélio a 145 milhões de Km/afélio a 180 milhões de Km)

 

– No seu momento de maior aproximação distando uns 95.000 Km da Terra –

 

Com um período orbital superior a um ano (474 dias) e cerca de 1Km de comprimento e agora (Setembro de 2018) tocado pela primeira vez por um artefacto terrestre (construído por um ser Vivo e Inteligente) de modo a de uma forma direta (apesar de não presencial) o estudar, recolher material e de seguida enviá-lo para a Terra.

 

E com o regresso da sonda automática Hayabusa à Terra – transportando as amostras da superfície do asteroide Ryugu – a estar prevista para os finais de 2020 (Dezembro).

 

“O que nos levará a procurar tão longe (fora da Terra)

O que aqui banalizamos (a Vida)?”

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:29

12
Jun 18

[Um asteroide observado pela 1ª vez a 2 de Junho de 2018, com as suas características orbitais definidas a 5 de Junho e com impacto com a Terra previsto para 7 a 8 horas depois ‒ no fundo o Tempo de Preparação até à sua chegada.]

 

Numa aparição felizmente pequena (em dimensão) e com impacto previsto num prazo de 8 horas (e com muitos deles só sendo descobertos depois), um objeto com 2 metros e em trajetória de colisão com a Terra, entrou no início deste mês na atmosfera terrestre, explodindo e desintegrando-se de seguida: surgindo a uma V = 17Km/s e atravessando sob a forma de uma bola luminosa ‒ uma Bola de Fogo ‒ o céu do Botswana (iluminando-o por breves segundos à sua passagem).

 

asteroid20161103-16.jpg

2018 LA

(ilustração)

 

Designado como o asteroide 2018 LA (descoberto pela NASA a 2 de Junho) sendo observado pela 1ª vez quando se encontrava a uma distância muito próxima da distância Terra/Lua (384 400Km) e após análise dos dados ao mesmo referente e entretanto recolhidos, sendo-lhe atribuída uma órbita colidindo com o nosso planeta num prazo de poucas horas (300000: 17: 60: 60 = 6,28 horas): mas dada a sua reduzida dimensão e dado ir desintegrar-se na atmosfera, sendo inofensivo não sendo dado o alerta.

 

PIA22468.jpg

Asteroide 2018 LA

(a 2 de Junho de 2018)

 

Um objeto que pelas suas dimensões reduzidas até poderia ter sido criado numa outra colisão registada há pouco tempo e nas nossas proximidades (do planeta Terra), com um outro objeto (o original em princípio de maior dimensão) impactando um planeta por exemplo Marte e enviando na direção da Terra pequenos fragmentos rochosos: um objeto que sendo maior mas estando mais bem escondido (antes pequeno e estando escondido pela pequena Lua), poderia surgir vindo do Lado de Lá (do Sol) e aqui chegar em apenas 50 a 100 dias ‒ o tempo para nos prepararmos.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:39

17
Fev 18

Uma imagem muito semelhante se observada por um Marciano, já que relativamente ao nosso planeta, Marte tem o seu periélio a apenas 54,6 milhões de Km de distância (afélio a 225 milhões de Km).

 

earth-moon_navcam1.png

A Terra e a Lua

Fotografadas por OSIRIS-REx

(imagem: nasa.gov)

 

Imagem centrada no planeta Terra e no seu satélite natural a Lua ‒ obtida em 17 de Janeiro de 2018 a partir da sonda da NASA OSIRIS-Rex (lançada a 8 de Setembro de 2016 de Cabo Canaveral) ‒ quando a mesma se encontrava a 63,6 milhões de quilómetros de distância (do nosso planeta).

 

Com a Terra ao centro da referida imagem (e a Lua à sua direita) e num momento em que a sonda se afastava da Terra a uma velocidade de 8,5Km/s: numa missão tendo como objetivo o estudo e a recolha de amostras de um asteroide (101955 Bennu) e o seu transporte para a Terra.

 

Num retrato mostrando simultaneamente:

 

(1) A nossa imensa pequenez face à Infinidade do Universo em que nos inserimos (Sistema Solar/Terra/Homem),

 

(2) Elucidando-nos de como a noção de distância entre dois pontos é tão relativa (se compararmos as distâncias/tempos de viagem antes/depois de certos saltos civilizacionais, com a razão Tempo/Espaço ‒ para um determinado percurso ‒ estreitando-se rapidamente tendendo para zero) e adicionalmente,

 

(3) Revelando a nossa já apreciável capacidade científica e tecnológica (atual) tornando o Homem capaz de atingir um Mundo Estranho (recolhendo amostras do mesmo) e regressar de novo a casa. Um facto comprovado já lá vai quase meio século (com as naves tripuladas Apollo durante a década de 70 tocando a superfície da Lua) agora reiniciado mas sem a presença (no veículo espacial) do elemento principal o Homem.

 

Dando sempre que pensar, na busca de uma explicação aceitável (e já agora credível para justificar a ida Lua e o seu posterior abandono) ‒ quando tudo se iniciou em 20 de Julho de 1969 com o primeiro Homem (Neil Armstrong) a pisar a Lua (até aí um Mundo Desconhecido e Estranho).

 

earth-moon_navcam1 b.png

Dois pontos impercetíveis para lá do Sistema Solar

Mas com um dos impercetíveis, sendo bem peculiar

(a Terra)

 

A Terra vista como um pequeno ponto (pelo que dizem predominantemente azul) integrando um conjunto mais vasto com cerca de 4,6 biliões de anos (o Sistema Solar) e que ao contrário dos outros componentes desse mesmo conjunto (integrado por sua vez num ainda mais vasto, a galáxia da Via Láctea) apresenta uma característica única e deveras extraordinária (porque nunca observada noutros parâmetros ou mundos): Vida. E para um extraterrestre nunca lhe passando pela cabeça (não sendo um caso de projeção incorreta) “A regra na Terra ser a Morte”, num contributo para a Extinção da espécie mais organizada (e dita inteligente e superior) do nosso (para já único e por habitado) planeta.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28

11
Jan 18

Faltando-se saber apenas, quem primeiro entrará em ação (pela Negativa)

O Homem ou O Asteroide.

 

Se analisarmos os maiores impactos com a Terra registados nos últimos (digamos) 600 000 anos e tentarmos calcular uma periodicidade para a concretização de tais Eventos (envolvendo sobretudo cometas/asteroides), verificamos que tomando em consideração este período (mais recente e cerca de 0,01% da História da Terra) o nosso planeta já deveria ter sido sujeito a um novo impacto (deste nível de intensidade) ou então estar prestes a sê-lo: com o período a ter-se iniciado há uns 15 milhões de anos (e não se tendo conhecimento da sua confirmação) podendo estar prestes a ocorrer ‒ talvez mesmo amanhã, talvez dentro de uns anos ou no máximo de mais uns 15 milhões (não muito quando já somos biliões).

 

apophis.jpg

 

Se tendo os dois primeiros impactos relevantes sido registados há quase 2 biliões de anos (cratera de Vredefort/África do Sul de raio 190Km e Bacia de Sudbury/Canadá de raio 65Km), já com os seguintes a serem assinalados e referidos (aproximadamente) há cerca de 600, 350 e 200 milhões de anos atrás (já com um período mais curto). E com a passagem dos anos desde a formação da Terra e simultaneamente por todos os impactos ocorridos (os mais recentes e aqui assinalados) com os períodos a encurtarem-se passando de biliões a milhões e de imediato de milhões a milhares (sugerindo-nos como consequência da Evolução períodos ainda mais curtos, talvez como na Fundação do Sistema Solar ‒ expansão seguida de contração subordinada às mesmas leis do eletromagnetismo deste Universo Vivo e Elétrico). Nos últimos 100 milhões de anos com Eventos há 70, 65, 36 e 35 milhões (valores aproximados) encurtando a Periodicidade e aumentando os Casos: como parece indicar o contínuo aumento do número de objetos circulando no Espaço em nosso redor e aproximando-se (alguns de grandes dimensões) ou atingindo a Terra (felizmente e para já de reduzidas dimensões/densidade/velocidade/ângulo de entrada e desintegrando-se rapidamente na atmosfera) parecendo mesmo exponencial (o crescimento) e não oferecendo garantias (com alguns impossíveis de prever e garantir a nossa imprescindível segurança) ‒ com muitos (asteroides) a serem descobertos à Passagem ou depois (sendo nós todos apanhados ao Vivo e em Direto).

 

asteroids_2004_MN4_Apophis_1__Lorenzo_Barcella.jpg

 

Mas apesar de existir sempre o perigo de tal como no Passado a Terra vir a ser atingida no Futuro (no presente a atmosfera do nosso planeta é diariamente atravessada por provavelmente milhares de fragmentos, de maior ou menor dimensão, naturais ou artificiais) sendo o caso mais famoso de previsão de um possível e próximo impacto com a Terra o asteroide Apophis (período orbital menor que 1 ano terrestre), com a sua próxima aproximação (ao nosso planeta) a estar marcada para o ano 2029 (daqui a apenas 11 anos) ‒ indicado para 13 de Abril ‒ e segundo cálculos da NASA (sempre relativos devido às diferentes condições do DUO Espaço/Objeto na sua movimentação no interior do Sistema Solar) passando a apenas 30 000Km da Terra (0,76 LD) a uma velocidade perto dos 30Km/s: inicialmente (aquando da sua descoberta) com uma possibilidade de impacto (em 2029) de quase 3% (atingindo um nível elevado na escala de Turim/Nível 4 ‒ probabilidade de colisão/destruição) para acabar despromovido até ao nível mais baixo (zero) ‒ mas não desprezando os cálculos e possíveis novos erros (ao longo do seu percurso sendo introduzidos faltando ainda uns anos) tendo em atenção 2029 e a sua próxima (e maior) aproximação agora em 2036.

 

(imagens: wordpress.com e celestiamotherlode.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04

14
Dez 17

Um Estranho Numa Terra Estranha

 

“If this object is natural in origin, there should be many more like it in the solar system… and even if most of them are natural, perhaps one of them will be found to be of artificial origin, some space device or junk from an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

OumuamuaDrawing_ESO_1280.jpg

Oumuamua

 

Com todos aqueles que acreditam que existe Vida para Além da Terra (no interior do seu Ecossistema) e de que qualquer sinal ou vestígio de Vida Inteligente (por mais estranho e deslocado que nos pareça) deve ser sempre investigado, a passagem de um corpo celeste pelo interior do Sistema Solar (como o objeto OUMUAMUA) nas proximidades da nossa estrela (e como tal da Terra), vêm-nos proporcionar um período de tempo (ainda apreciável) para enquanto o mesmo estiver no seu interior/limites/ou proximidade (tendo ultrapassado as fronteiras do Sistema Solar a sonda VOYAGER 1 encontava-se em Novembro a 21 biliões de Km/140UA do Sol) o explorar, o estudar e o tentar identificar: com o corpo celeste OUMUAMUA a ser identificado como um objeto INTERESTELAR (oriundo de outra Estrela que alguns sugerem ser VEGA), o primeiro a ser registado vindo do Espaço Extrassolar (como tal um Pioneiro) e orbitando na sua trajetória o Sol (atravessando o nosso Sistema), para finalmente regressar às suas origens e se perder para lá da NUVEM de OORT. Um objeto inicialmente identificado (até pela sua forma) como sendo um cometa, mas posteriormente até pela falta de alguns elementos característicos do mesmo (ao aproximar-se do Sol não aumentando significativamente o seu brilho nem produzindo a sua típica e extensa cauda) sendo designado como um Asteroide (A 2017 UI/OUMUAMUA/I1/2017 U1) com forma cilíndrica, cerca de 400 metros de comprimento e deslocando-se a uma velocidade ultrapassando V=320000KM/h ‒ e tendo em atenção o remetente (Extrassolar) e o destinatário (a Terra) podendo-se afirmar ser de origem EXTRATERRESTRE. Só faltando saber se de origem Natural (confirmando-se o Asteroide) ou se de origem Artificial (confirmando-se o Artefacto).

 

“The more I study this object, the more unusual it appears, making me wonder whether it might be an artificially made probe which was sent by an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

844d4a2d00ec77157da5d2682af1841f--cus-damato-cover

Rama

 

Ontem quarta-feira dia 13 de Dezembro de 2017 com o apoio do físico inglês Stephen Hawking (liderando cientificamente o projeto) e o financiamento do milionário russo Yuri Milner (entrando com perto de 100 milhões de dólares) iniciando-se o período de observação do asteroide OUMUAMUA (a partir de telescópios terrestres), procurando-se através da utilização de radio-observatórios (como o telescópio de GREEN BANK instalado no estado norte-americano da Virgínia) algum tipo de sinal oriundo do objeto que possa significar e traduzir a sua origem natural ou então artificial: apontando-se apenas um microfone em direção ao trajeto percorrido pelo asteroide (no seu caminho de regresso ao Espaço Extrassolar) e por processos paralelos de comunicação interagindo com o mesmo, esperando (vindo) do outro lado por uma resposta clara e decisiva. Tendo passado pela órbita de Marte no início de Novembro (2017), passando pela de Júpiter em Maio (2018) ‒ Neptuno (o mais distante planeta do Sistema Solar) lá para 2022 ‒ e ainda por muitos anos podendo ser acompanhado dentro e fora do Sistema (em 2034 Oumuamua estará a cerca de 100UA de distância). E sabendo-se da importância que a visita de seres alienígenas (à Terra) poderia ter para a Evolução da nossa Civilização (até ao presente unicamente assente na existência do Homem e centrada no mesmo) não deixando de recordar afirmações anteriores (tornando o tema mais credível) do físico inglês (Stephen Hawking) sobre esse mesmo tema:

 

“Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they could reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be? We don't know much about aliens, but we know about humans. If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria.” (Stephen Hawking/Discovery Channel TV)

 

1242-sound-waves_4-sm.jpg

Ondas Sonoras

 

Com a observação nas mais diversas frequências de radio a terem-se efetivamente iniciado a 23 de Novembro deste ano (com o Instituto SETI a utilizar o telescópio ATA localizado na Califórnia) ‒ já com mais de 60 horas de registos ‒ e posteriormente prosseguindo com a colaboração do Breakthrough Listen (um grupo de iniciativas inovadoras, neste caso ligado ao Espaço) a partir de 13 de Dezembro (e utilizando o telescópio de Green Bank instalado na Virgínia). O mais certo sendo escutarmos (apenas) Silêncio, oriundo do misterioso (e estranho) Oumuamua (apesar de toda a matéria ter a sua própria assinatura sonora).

 

(imagens: nasa.gov/pintrest.pt/wonderopolis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:53

Maio 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4

5
6
7
8
9
11

13
16

20
21
22
23
24
25

26
27
28
29
30
31


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO