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O Asteroide que matou os Dinossauros, veio da Cintura de Asteroides

Terça-feira, 10.08.21

Ao passar muito levemente e com muito pouco tempo disponível pela página interior de uma revista de carater cientifico-tecnológico,

Por acaso ou talvez por coincidência, ou então porque algo ou alguém previamente o definiu, falando do tema pelo qual cada vez mais pessoas se entusiasmam e se deixam arrastar,

Vendo-me de novo face à questão do nosso possível e futuro desaparecimento ─ da Terra ─ perante o Evento Apocalíptico que há cerca de 66 milhões de anos atrás,

Levou a raça dominante de então os DINOSSAUROS á extinção.

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Com um asteroide com quase 10Km de dimensão a entrar numa rota de colisão com a Terra, entrando na sua atmosfera e impactando de seguida com a superfície do que viria a ser o nosso planeta,

Para de seguida se dar uma grande explosão e se produzir uma intensa onda de choque, dando a volta completa a todo o planeta e no seu caminho de destruição,

Provocando violentos sismos, sucessivas erupções, tsunamis para todos os gostos, todos eles fenómenos arrasadores, catastróficos, à sua passagem não deixando nada vivo nem de pé,

Especialmente se não se pudesse proteger, se fosse grande, azar aí (sendo essa a razão, o tamanho) dos dinossauros (sendo o seu fim).

Na sua trajetória secante ao nosso planeta colidindo (o asteroide) na região do globo terrestre onde se situa a grande cratera (de impacto) de Chicxulub, com cerca de 145Km de diâmetro.

Sabendo-se assim o seu destino, a data e o local de impacto e tendo-se algumas ideias sobre a proveniência do asteroide, certamente para lá da nossa órbita e podendo ir até ao limite do nosso Sistema Solar ou mesmo ultrapassá-lo,

Faltando ter apenas mais uma ideia para assim esclarecer todas as dúvidas, através dela sabendo-se a direção e a morada correta do seu remetente (antes até se levantando a possibilidade de ser um cometa, mas ficando-se por mais um asteroide),

Podendo-se assim investigá-lo e até situá-lo, aproveitando toda a experiência e conhecimento entretanto adquirido (com os eros e correções, sendo consolidado) caso fenómeno semelhante volte de novo a acontecer.

Pelos vistos e depois de anos e anos de estudos e de múltiplas observações e até da entrada e da saída do nosso Sistema de Objetos Interestelares como os asteroides 2I Borisov e Oumuamua,

Chegando-se à brilhante conclusão esperando-se que agora correta (para asteroides desta dimensão e caraterísticas de composição),

De que o asteroide que deu origem à extinção dos Dinossauros terá vindo de uma região localizada entre o planeta Marte e o plante Júpiter, mais rigorosamente da CINTURA de ASTEROIDES.

E a partir desse estudo e da sua conclusão ─ oferecendo-nos a origem, o trajeto e o destino do asteroide, 66 milhões de anos depois (e assim acompanhando-os) ─ tirando eu a minha própria conclusão, baseando-me no comportamento deste objeto:

Voltando a ser lançado do Cinturão de Asteroides e tendo de novo a Terra como seu alvo (até lá esperando-se o nosso planeta ter algum mecanismo de proteção contra esse tipo de objetos),

Sabendo-se que a distância Cinturão de Asteroides/Terra é de cerca de 260 milhões de Km (média) e que a velocidade dos asteroides anda pelos (uma hipótese) 20Km/s, significando que arrancando um asteroide desta “base” (a cintura), este estaria a tocar-nos 150 dias depois.

Cinco meses para nos prepararmos.

(imagem: Getty Images)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:04

Peixinho da Horta e Astrofísico

Terça-feira, 22.06.21

Em Portugal existindo muitos “Peixinhos”, infelizmente muitos deles tendo que emigrar (para o estrangeiro, se quiserem evoluir), pois não se servindo do mar logo ali ao lado e sendo tão poucos os aquários disponíveis, havendo sempre o perigo de antes de se lá chegar e mesmo aí podendo não haver vaga, de se afogar.

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Órbita do Asteroide Peixinho

(nome do pai, Nuno Peixinho)

No início de setembro de 2019 (na vinda)

fazendo a sua última aproximação à Terra (1,7UA),

hoje (22 junho, na ida) estando já a 3,9UA de distância

 

Numa infinidade de anexos ligados à Exploração Espacial e distribuídos pelos mais diversos arquivos ─ ainda ativos ou em suspenso (estando ligados aos nossos primeiros passos no Espaço, sendo uma área de intervenção ainda muito jovem e como consequência, nada sendo passivo e estando tudo sempre em movimento) ─ sendo sempre importante que mesmo neste “Circuito Infinito” mas mesmo assim apresentando um “acesso restrito”, nos sintamos presentes (fazendo parte) mesmo que por substituição (dada a distância existente entre cada um de nós) e sendo obviamente aceites sob que ponto de vista for (seja preto, seja branco, seja um tom intermédio): sabendo todos nós que a esmagadora maioria das grandes ideias e invenções não vieram do interior das Instituições tradicionais que o diziam fazer (antes oferecendo o Quartel/Arma, depois a Escola/Canudo, como poder/privilégio), mas sim de grupos de investigadores e estudiosos solitários (muitos deles denunciados como bruxos, feiticeiros, aldravões, no mínimo não completamente integrados, marginais), não se deixando envolver e dominar pelos padrões científicos e culturais adotados por mera adaptação (resumindo-se à replicação para simples atualização e não para inovação), todos eles agora transformados em eruditos por praticas experimentais, sendo leigos antes e aprendendo (com os erros sucessivos, até se atingir não a solução, mas uma solução), tornando-se então em verdadeiro detentores do “Conhecimento”.

“Saber que há agora aí pelo Espaço um asteroide com o mesmo tamanho daquele que, presumivelmente, ao colidir com a Terra há 66 milhões de anos levou à extinção em massa do Cretáceo-Paleogéneo, onde se incluem os famosos dinossauros... deixa-me sem palavras.” (Nuno Peixinho/tek.sapo.pt)

Entre eles por vezes aparecendo ainda por cá (neste caso em Portugal), perdidos por trabalharem num país onde “ninguém faz nada apenas por ter tanto que fazer” ─ nesta orgia de vaidades em que se fala sempre de modelos nunca se fala do molde original ─ e destacados não pelo próprio sujeito (o seu génio, inovação) mas pelo objeto em estudo (e a mais-valia que possa produzir), portugueses como Peixinho podendo ser assinalados quando muito pela particularidade do nome, mas na realidade atrás dele, estando algo mais (transportado com prazer “às costas”), por mais pequeno que possa ser, ainda o transportando felizmente com ele e dando prova a todos nós que afinal o Peixinho sempre tinha razão: no simples gesto de, após informado da possível existência de um objeto e podendo este eventualmente vir a ser importante até para o futuro do nosso planeta (um tema certamente sem grande “interesse” na altura), indo “a correr” para o telescópio olhar para o Céu (quando a esmagadora maioria nem olhava para a Terra, quanto mais para si próprio) e verificar todas as possibilidades. Hoje ao contrário de Marcelo e de Costa (daqui a uns anos já nem se sabendo quem eram, estes infelizes construtores de mais infelizes), tendo um asteroide com o seu nome certamente indo andar por aí no mínimo uns milhões de anos (ou não tivesse o Universo segundo o Homem, biliões de anos de idade) e levando para sempre a matrícula “PEIXINHO” como que colada ao seu corpo:

PEIXINHO.jpg

Nuno Peixinho

(o nosso “Peixinho-da-Horta”)

Nuno Vasco Munhoz Peixinho Miguel (uc.pt)
Doutoramento em Astronomia e Astrofísica

Astrónomo, Divulgador de Ciência

 

Estando-se aqui a bisbilhotar um pouco sobre a política, a descoberta, a necessidade de conhecimento (não de reconhecimento, o lado comercial da questão), um pouco para ripostar aos “eruditos-de-gabinete” ─ apenas pretendendo eternizar-se no tempo agora sendo disponibilizado, à custa de um pretenso “raio-de-genialidade”, tendo ocorrido “por acaso” e aquando da ocorrência de um grande “nevoeiro” (como se fossem no fundo um Mineral) ─ famosos palas suas belas teorias (coletadas, não criadas) na prática nada transformando nem proporcionando evolução (exceto a manutenção do status quo) e ao mesmo tempo impedindo (ou dificultando) e obrigando muitos a derivar (para se manterem à superfície), quando provavelmente teriam outros trilhos de vida (física e mental) a nos apresentar (oferecer/partilhar): e como resposta informando da existência de um português talvez mais importante para a NASA do que para Portugal ─ o astrofísico Nuno Peixinho ─ tendo um dia decidido (ano de 1998, há mais de duas décadas) acompanhar a vida de algo ou de alguém a que a generalidade das pessoas não ligavam nem sequer conheciam ou tinham ouvido falar e a partir daí sem saber como e talvez por informação indireta, ter ficado a saber que o seu trabalho teria sido reconhecido, infelizmente e como sempre não pelo seu país de nascimento mas por uma entidade estrangeira (ressalva sendo feita em sentido contrário ao tek.sapo.pt/Casa-dos-Bits, nem que seja pela divulgação deste português, olhando para o Céu como outros o fazem para a Lua).

Tendo descoberto o asteroide em 1998 e acompanhando-o de seguida no estudo da sua órbita/trajetória até pela sua proximidade à Terra e pelo seu sempre possível impacto (tendo um diâmetro de 10Km, um objeto atingindo-nos, conduzindo-nos a um Evento ao Nível da Extinção) ─ confirmando posteriormente não existir esse risco (passando bem longe da Terra, sempre mais de 1,5UA) ─ com a Comunidade Científica Internacional em sua homenagem a dar ao asteroide anteriormente designado por 40210 ou 1998 SL56, o nome de PEIXINHO o seu pai-descobridor.  Demorando-se mais tempo para se falar da descoberta do astrofísico português Peixinho, do que o tempo que o próprio asteroide Peixinho (oriundo da Cintura de Asteroides localizada entre Marte/Júpiter), gastaria fazendo quatro órbitas (cada pouco mais de 5 anos) completas em redor do Sol.

Um dos principais problemas residindo na Educação, não existindo formadores e, no entanto, existindo formandos, logo, tendo-se que inventar formadores pois só assim se podendo oferecer formação e assim completar-se o ciclo (predador/presa) justificando-se (identificando-se) ao mesmo tempo os formandos (as presas): daí apesar de pensarmos o contrário em terra existirem tão poucos “Peixinhos” (muitos deles tendo migrado).

[A Política sendo mesmo uma “trampa”, falando dela só estando mesmo e igualmente ao seu nível, num estado podendo ser denominado de “merda”.]

(imagens: ssd.jpl.nasa.gov ─ tek.sao.pt)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:16

Asteroide 2021 AF8

Segunda-feira, 26.04.21

[Um “pequeno asteroide” (254m/568m) da classe Apollo.]

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Órbita de 2021 AF8

 

No próximo dia 4 de maio com o nosso planeta a ver passar bem perto de nós ─ a uns 3,4 milhões de Km e a uma V = 9Km/s ─ mais um “calhau-espacial” (de 344 metros), um NEA (asteroides passando na proximidade da Terra) e um PHA (um asteroide com mais de 100 metros e passando a menos de 7,5 milhões de Km da terra): não havendo qualquer perigo de colisão com o nosso planeta, dado que na sua órbita habitual em torno do Sol durando 1.050 dias (2,87 anos), no seu ponto de maior aproximação à Terra, nunca o mesmo sendo menor que 3,0 milhões de Km. Sendo certo que para além da Lua sendo por aí (este maio) o corpo celeste mais perto de nós.

Screenshot_2021-04-26 Asteroid 2021 AF8 Space Refe

Dimensão de 2021 AF8

 

Nesta passagem de 4 de maio (de amanhã, a uma semana) com o asteroide (da classe Apollo, com órbita próxima da órbita da Terra) ─ mais ou menos, do tamanho de um campo de futebol passando a aproximadamente 3.360.181Km do nosso planeta ─ logo, perto do seu mínimo ─ tendo como seu periélio (relativamente ao Sol) 147 milhões Km e como seu afélio 459 milhões de Km (como se vê bem longe da sua estrela de referência, o Sol). E não passando tão perto de nós (da Terra) neste século XXI ─ próximo só lá para 2107, passando então a 5,8 milhões de Km da Terra.

 

Observado pela 1ª vez a 18 abril 2021, pela última a 24 abril e com a sua órbita definida a 25 abril: passando por cá (por perto) a 4 de maio e sendo de código 8 (por alguma incerteza na sua órbita, sendo 0/bom e 9/mau por muito incerto). Mas como se afirma, não impactando.

 

(imagens: spacereference.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:38

Um Asteroide colidiu com o Polo Sul

Quinta-feira, 08.04.21

E há cerca de 500.000 anos um asteroide atingiu a Antártida (um Evento) numa afirmação comprovada baseando-se “apenas” ─ fazendo-nos de imediato lembrar das lendas sobre a Atlântida e da sua destruição ─ em simples esferas: constituídas por uma combinação estranha de rocha e de metal, não fazendo que se saiba parte do menu geológico terrestre, logo só podendo, tendo origem no Espaço, ser em parte de constituição extraterrestre. Entre tantos outros objetos tendo atingido a Terra.

 

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Explosão de asteroide na Antártida

Já muito próxima do solo

Há cerca de 500.000 anos

 

The scientists who did the study think that this came from an asteroid impact. A chondritic asteroid, probably 100 – 150 meters across, came screaming into our atmosphere at high speed, likely 20 kilometers per second. The immense pressure it generated as it plowed through the air caused the rock in the asteroid to crumble, and the temperature in the shock wave it made heated it to a staggering 30,000° C. This happened in seconds, causing the rock to vaporize.

(Phil Plait/syfy.com)

 

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Explosão de Asteroide em Tunguska

Ainda alta na atmosfera

Há mais de 100 anos

 

Descobertas a 4.000Km da ponta sul do continente africano (na Antártida, no monte Walnumfjellet), em picos rochosos libertos de gelo (nunca ultrapassando os 3.000 metros de altitude) e estando assim expostos desde há pelo menos 870 mil anos, podendo ter acolhido esse material (as atrás referidas esferas): e da mistura de água (terrestre) com o material do asteroide (extraterrestre) resultando no final ─ “e como prova do Evento” ─ as Esferas (contendo para além de ferro, níquel).

 

(ilustrações: Mark Garlick e Don Davis em syfy.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:01

99942 Apophis o Monstro

Domingo, 28.03.21

Em mais uma observação da CNEOS (centro de estudos da NASA) dedicado à observação de asteroides circulando na proximidade da Terra (investigando-se o seu tamanho, forma e rotação)

 

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99942 Apophis

PIA 24168

Photo Journal NASA

8/9/10 março 2021

Rádiotelescópios terrestres Goldstone e Green Bank

 

No cumprimento da sua órbita em torno do Sol movimentando-se no seu ponto de maior aproximação a 7.500.000Km ou menos da Terra, tendo uma dimensão de 100 metros ou mais e podendo passar (podendo tornar-se perigoso) de NEO (objeto passando próximo da Terra, sem risco de impacto) a PHA (objeto potencialmente perigoso dado, aproximando-se muito perto da Terra e mesmo não impactando, podendo provocar danos colaterais) ─ o registo feito nos passados dias 8/9/10 de março pelo Observatório Goldstone (radiotelescópios) localizado na Califórnia (instalado no deserto de Mojave) assim como do radiotelescópio de Green Bank (estado da Virgínia, a ocidente), de mais uma passagem do asteroide 99942 Apophis:

 

Descoberto em junho de 2004, circulando entre 0,75/1,1 UA de distância da Terra a uma velocidade de 30,73Km/s, com um período orbital de 323,6 dias (rotação em 30,4h) e uma dimensão de 325Km ─ um verdadeiro monstro.

 

Aquando da sua descoberta em 2004 (já lá vão 17 anos e outros cálculos) e pelos primeiros cálculos aí efetuados, chegando-se à conclusão de que poderia num futuro próximo existir uma hipótese de impacto ─ na altura na ordem dos 2,7% ─ hipótese essa que com posteriores cálculos foi afastada e posteriormente (aparentemente) retirada:

 

Da iminência de um impacto do asteroide Apophis com a Terra (em 2029 ou em 2036) permanecendo hoje no nível zero de impacto (segundo a escala de Turim), com as suas duas maiores aproximações apontando (nos anos mais próximos) para 2029 (38.000Km)

 

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99942 Apophis

PIA 16675

Photo Journal NASA

5/6 janeiro 2013

Observatório espacial Herschell

 

A maior aproximação à Terra numa distância igual ou até menor à de alguns satélites terrestres (os mais afastados) ─ e 2051 (mais de 6.000.000Km).

 

Neste registo recente com o monstruoso asteroide a passar a 17.000.000Km da Terra, restando-nos agora esperar por 2029: segundo alguns especialistas (mais pessimistas) podendo como consequência da sua passagem tão próxima de nós em 2029, provocar desequilíbrios  (tendo pontaria e acertando no alvo, uma minúscula região, a fenda de ressonância gravitacional) posteriormente levando o asteroide a impactar 7 anos depois em 2036 ─ e confirmando-se tal evento dentro de 15 anos e estando-se presente, podendo-se assistir em vivo e em direto ao Fim-do-Mundo.

 

Pelo menos e depois dos Dinossauros (já tendo tido o seu) o nosso Fim-do-Mundo (do Homem). Já quanto à Terra e ficando (sobrevivendo pelo menos geologicamente ao impacto, mantendo a sua integridade), preparando-se para um novo Salto Evolutivo (tudo se movimenta, se transforma) Civilizacional e acompanhado de mudança da espécie dominante:

 

Neste ciclo geológico da Terra podendo-se já ter deparado (no passado) com vários Saltos (mesmo tendo existido sempre um “homem-residual” em “arquivo”, de modo a garantir e manter em paralelo a espécie) dos repteis, passando aos mamíferos e seguindo-se os insetos.

 

(imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:16

16 PSYCHE

Quinta-feira, 25.03.21

Tendo já entrado numa nuvem interestelar localizada a cerca de 30 anos-luz do centro do seu destino de referência e estando de momento já no interior da VIA LÁCTEA na região do Braço de ÓRION, a projeção que se estendia pelo horizonte visual do VIAJANTE apontava já distintamente para os limites exteriores do Sistema Planetário para o qual se dirigia: centrado numa estrela da classe G2V, nos seus limites extremos podendo ter 120 UA de dimensão e no seu interior estando preenchido por diversos tipos de objetos (planetas, luas, asteroides, cometas), movimentando-se individualmente ou agrupados em redor dessa referência de destino ─ o SOL, perto da qual estaria o protagonista desta VIAGEM.

 

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Asteroide Psyche

 

Sendo esse objetivo final 16 PSIQUE (m = 24 X 10↑18 Kg), um dos mais maciços (Top 10) entre os mais de 1 milhão de asteroides existentes neste sistema ─ SISTEMA SOLAR ─ só verdadeiramente esmagado no valor da sua massa pelos gigantes Ceres (m = 938), Vesta (259) e Pallas (m = 204). Mas tendo uma particularidade que estes não apresentam: sendo o 9º asteroide mais maciço, o 16º de maior dimensão (com a forma de uma batata e de dimensões entre os 170Km/290km) e orbitando entre as órbitas de MARTE e de JÚPITER no Cinturão de ASTEROIDES, estando associado a fenómenos de FERRO-VULCANISMO com erupções vulcânicas (ocorridas no seu passado quando ativo e pertencendo a um objeto maior) tendo não o tipo de lava a que estamos mais habituados (na Terra) mas outras mais densas e extremamente ricas em METAIS como o FERRO e o níquel.

 

Um tipo de fenómeno algo raro de ocorrer em larga escola no Sistema Solar ─ habituados a erupções vulcânicas de rocha/água tanto na Terra como fora dela em luas como Encélados ou protoplanetas como Ceres ─ talvez podendo apresentar um ou outro vestígio ocorrido num passado remoto (numa qualquer região do sistema) como o sugerido como explicação para a região de Antofagasta no Chile: integrando sete estratovulcões conhecidos pela sua lava rica em magnetite (um mineral rico em ferro), com a idade estimada de 2 milhões de anos  e sugerindo no seu passado (até pela evolução e vestígios) erupções metálicas do tipo ferro-vulcânicas: como será o caso do asteroide 16 PSYCHE destinatário do nosso VIAJANTE e tendo como remetente o espaço INTERESTELAR.

 

Um objeto (circulando no Cinturão de Asteroides) para nós podendo passar despercebido ─ até pela distância que nos impede (cerca de 235/309 milhões de Km), nunca se tendo passado da LUA (mais de 384 mil Km) uma distância na situação ideal (de órbita) quase 500X menor─ mas para o VIAJANTE podendo ser (em muitos sentidos, não só num) uma enorme “MINA”, sendo esse o objetivo de VIAGEM. Asteroide Metálico inserido numa região do Espaço, movimentando-se esta última (o SISTEMA SOLAR) a cerca de 220Km/s e tendo um período de 225/250 milhões de anos (tendo a Terra como referência com um período orbital = 1 ano). E assim atravessando a fronteira do Sistema deparando-se com a NUVEM de OORT no caminho (berço de cometas), passando-se de seguida pelo Cinturão de Kuiper (berço de asteroides) e entrando aí na região planetária: com o VIAJANTE então a fixar no ecrã PSYCHE lançando-se na última fase da viagem, nos derradeiros 5.500 milhões de Km entre PLUTÃO (estando a passar a seu lado) e o CINTURÃO de ASTEROIDES, o lar do asteroide 16 PSYCHE.

 

No seu OUMUAMUA (objeto interestelar natural) transformado, viajando a uma velocidade incrível (tomando como referência o objeto anterior de nível VI-1 equivalente a pouco mais de 26Km/s) de nível VI -1000 (mais de 10X a velocidade da luz), utilizando uma tecnologia para nós inacessível nem sequer compreensível e IMPOSSÍVEL a partir dos nossos equipamentos, utensílios e ferramentas (atuais) de reproduzir ou de qualquer forma (derivando, perdendo-se) replicar ─ apesar de tantas vezes utilizada na nossa imaginação, reproduzindo cenários de antecipação e de ficção cientifica, ao pormenor e bem enquadrados  ─ repentinamente e como que “SALTANDO” (desaparecendo dessas coordenadas) em cerca de dois dias e meio (2,4 dias) atingindo em cheio o alvo. No caminho dando uma vista de olhos pelas redondezas, a meio caminho e passando por Úrano preparando os seus instrumentos para um registo mais aproximado e detalhado dos dois maiores objetos do sistema ─ SATURNO e JÚPITER ─ para transposto os dois Gigantes tentar desvendar mais um pouco a origem do Cinturão de Asteroides, assim como logo ali ao lado (e aí bem focado) de PSYCHE.

 

ferrovolcanism-flow-experiment.jpg

 

During a lava flow experiment (left), molten metal (at the bottom) breaks out from under a thicker, more rocky silicate flow, forming tendrils. After cooling (right) the silicate flow is glassy and black while the metal flow is grayer. Note the silvery thin line of metal flowing along the top right of the silicate deposit in both shots.

(syfy.com)

 

Entre outros objetivos prioritários a cumprir (pessoais e coletivos), pensando aplicar o registo das suas observações como um contributo para o esclarecimento e afirmação das suas teorias há muito apresentadas e apenas esperando por ser retificadas (anexando-as à sua tese “Os Limites dos Pontos e Confins do Universo ─ Alterações de Estruturas por Movimento ─ Literatura SCI-FI”), como sugerira focando precisamente este sistema (Sistema Solar) já na sua rota futura de colisão com Psyche, declarando ter existido há muito muito tempo (tomando o tempo do Homem como referência, por ex. 100 anos) mas não tanto assim (tomando a idade da Terra como referência, expressa em biliões de anos), um outro planeta entre o 4º (Marte) e o 6º (Júpiter) contando a partir do centro.

 

Destruído e fragmentado num Evento Apocalítico (podendo ter afetado Marte, o planeta mais próximo), dando origem ao Cinturão de Asteroides e talvez ao desaparecimento (ou fuga) de uma Civilização (em Marte): escondendo-se (no local em profundidade) ou migrando para a Terra (o destino em tudo mais próximo). Algo que teria de averiguar na próxima passagem, aquando da recolha por parte da Companhia Mineira de Extração (um grande conglomerado industrial-comercial, utilizando para o transporte-pesado tecnologia de ponta) deste grande artefacto. Concluída a tarefa apontando à estrela (o SOL) e usando então o turbo, disparando, numa aceleração incompreensível e fulminante, parecendo o objeto nunca ter existido e não se ter assistido a nada, apesar da falta do objeto, dado que dele nem sombra: penetrando o SOL sem ele o sentir e saindo do outro lado sem o VIAJANTE se aperceber.

 

16 PSIQUE um asteroide “FULL METAL” podendo atingir quase as três centenas de Km (de ponta a ponta), graças à tecnologia da civilização do VIAJANTE e ao seu extremamente elevado valor (comercial e como metal do asteroide), podendo suportar facilmente o custo de um transporte-pesado e de curta-duração, dispensando o envolvimento de grandes estruturas de apoio estáticas ou em movimento: num segundo estando-se aqui, no seguinte já se estando ali (uma tecnologia podendo “saltar”, várias vezes). E abrindo o livre e revendo os registos iniciando-se aí a “obra-prima”. “Era uma vez um VIAJANTE que ainda jovem e entre tantas experiências de formação e de conhecimento por si efetuadas ─ umas sendo esquecidas, outras não ─ apesar da diversidade de propostas selecionadas sucessivamente sendo seccionadas e deixando de fazer sentido (perdendo por ação do tempo, o seu conjunto), nunca esquecera aquilo (vivido em direto por pouco tempo, mas alastrando pelo espaço rodeando integralmente o seu trajeto de vida) que iria considerar durante toda a sua vida o seu Grande-Amor → Um momento entre uma infinidade deles dando-nos um pouco de sentido à VIDA, com o restante (terão que existir outras dimensões, ainda por descobrir, alternativa à morte definitiva, tal e qual como se nunca tivéssemos existido) ─ o desejo, a aventura, o misterioso ─ vindo depois.

 

Apenas um “GRANDE CALHAU METÁLICO” circulando entre Marte e Júpiter a uma distância da Terra nunca inferior a cerca de 250 milhões de Km, em princípio jamais nos impactando, mas acontecendo sendo o FIM. Por algum tipo de importância sendo o alvo de uma das próximas missões (sonda automática) da NASA. Talvez um símbolo para o VIAJANTE.

 

(imagens: syfy.com/NASA-JPL-Caltech/Creative Commons/psyche.asu.edu)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:43

O Demónio Passou Há Minutos, Muito Perto de Nós

Sábado, 06.03.21

“Apophis is 1,120 feet (340-meter-wide) wide

and made of rock, iron and nickel.

It is probably shaped roughly like a peanut,

though astronomers will have a better idea of its form

when it passes by Earth this week.”

(Stephanie Pappas/livescience.com)

 

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Apophis

Em 2029 passando perto da Terra

a uma distância semelhante à de muitos satélites

com órbitas mais elevadas

(superiores ou iguais a 35.780Km)

 

Neste sábado dia 6 de março pelas 01:15 TMG (de 2021) com o asteroide 99942 APOPHIS (de 340/370 metros de dimensão) a passar (hoje há pouco mais de duas horas) ─ como o faz periodicamente cumprindo a sua órbita à volta do Sol (em  323/324 dias) ─ no seu ponto de maior aproximação à Terra (este ano quase 17 milhões de Km), um objeto circulando nas proximidades da Terra (mais perto ou mais afastado dela), todos os anos (no cumprimento da sua trajetória) orbitando o Sol e tendo uma percentagem mesmo que muito remota de um certo dia num futuro próximo (a curto-prazo) poder passar num “voo rasante” muito perto de nós (o que já seria mau), podendo até ser uma tangente ou num evento extremo uma secante (aqui originando um Evento Apocalítico).

 

"We know Apophis is in a very complicated spin state,

it's sort of spinning

and tumbling at the same time."

(Richard Binzel/MIT/livescience.com)

 

Um evento previsto para 2029 (com Apophis a passar a cerca de 40.000Km da Terra), falado para 2036 (de novo nada devendo acontecer) e posteriormente marcado  para  2068 (com o estudo da possibilidade de impacto a poder ser melhor definida, com esta recente passagem em 2021), ainda com algumas perspetivas projetadas, através de cálculos matemáticos atualizados (agora e noutras passagens), de cenários dentro de menos de um século podendo ser considerados como potencialmente perigosos (ultrapassando o de 2029) ─ para a Terra, seu Ecossistema e para o Homem.

 

Lembremo-nos dos Dinossauros agora extintos, talvez por um asteroide.

 

(imagem: Stephane Masclaux/Shutterstock/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:17

Mesa de Bilhar Cósmica

Sábado, 13.02.21

[Em que a Terra é uma das bolas.]

 

Mergulhada a Terra e a sua civilização sob um manto pandémico cada vez mais asfixiante (de Covid-19) ─ infetando cerca de 1,4% de indivíduos (dos quase 8 biliões) e vitimando mortalmente 0,03% da população mundial (a nossa amostra) ─ e como consequência (alterando as nossas condições básicas de sobrevivência) colocando o futuro da nossa civilização (dirigida pela raça dominante, o Homem) em questão,

 

The emergency preparedness activities

now underway to combat the coronavirus pandemic,

offer insight about our readiness

to deal with a dangerous incoming asteroid.

(Leonard David/space.com/msn.com)

 

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COVID-19/IMPACTO

 

Estranhando-se um pouco que apesar do cenário de catástrofe em construção (crise social e económica) acompanhado por (guião) regras claustrofóbicas impraticáveis (a nível da sua duração, estando-se cada vez mais perto da explosão), continuemos religiosamente (por fé, esperança, dever) na senda de eventos impactantes (do nível deste ou superior), senão originários do interior (partilhando connosco o ecossistema terrestre e podendo ter a nossa contribuição) então enviados do espaço exterior: sem pensar nos efeitos e na sequência ambiental (brutal), deixando de olhar para a Terra e virando a nossa observação para o céu (só daí podendo vir os Deuses), imaginando logo a possibilidade de um encontro ocasional, com um objeto remetido passando simplesmente ao lado ou então e acertando (para nossa infelicidade entregando o recibo) chegando ao seu destino ─ envolvendo (1) um asteroide ou então (2) um cometa, talvez (3) uma explosão solar ou então (4) uma explosão cósmica (as quatro más opções) mas nunca se podendo excluir e muito menos negar (tudo é possível) se não (5) um extraterrestre natural pelo menos (6) um artificial (podendo ser bom, se não mesmo mau). Tal como com o objeto interestelar OUMUAMUA (cometa/asteroide), vindo de outra estrela, entrando no Sistema Solar e saindo sem incidentes: mas tal como impulsionando uma bola numa mesa de bilhar (representando o Universo), podendo de um momento para o outro impactar, mandando-nos de imediato (limpeza total) para o buraco.

 

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CHELYABINSK

 

Então falemos de asteroides.

 

No próximo dia 21 de março de 2021 (um domingo) com um grande asteroide ─ 2001 FO32 ou 231937 ─ (descoberto há vinte anos) com mais de 1Km de diâmetro (1.024m), no cumprimento da sua trajetória em torno do Sol (a sua estrela de referência) e a uma velocidade apreciável (mais de 34Km/s), a passar (sem perigo de impacto/condição de código 0) a pouco mais de 2.000.000Km da Terra (pouco mais de 5X a distância Terra/Lua). Pela sua dimensão, velocidade e proximidade (mas aqui sem o perigo de colisão) levando-nos a pensar, no entanto (e fazendo uma previsão já com testemunhos no passado) no que seria se num futuro próximo (que se prevê inevitável e que cada dia que passa mais se avizinha) ocorresse um impacto: em termos de comparação (analisando as consequências) colocando na mesa (de Bilhar Cósmico) o ocorrido num passado recente em TUNGUSKA em 1908 (com um meteoro de 100m de dimensão, explodindo na atmosfera com uma potência de 185X a bomba de Hiroshima, terraplanando cerca de  2.000Km² da floresta siberiana) e em CHELYABINSK em 2013 (com outro meteoro de 20m de dimensão a explodir, provocando uma onda de choque danos materiais e mais de 1.000 feridos), complementando ainda a exposição e tendo em vista o futuro com outro destes protagonistas, o famoso asteroide APOPHIS (este com 300m).

 

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APOPHIS

 

Um meteoro cumprindo a sua trajetória em menos de 324 dias, passando (em termos relativos de milhões de Km) todos os anos mais ou menos perto da Terra e que segundo as previsões dos cientistas/especialistas, o fará pelos vistos perto de nós (da Terra) em 2029 (com datas extras como 2036 e 2068, existindo alterações visíveis na sua trajetória em 2029): não impactando (para já) mas passando mais por perto (tudo sendo possível), podendo vir a fazê-lo adivinhando-se facilmente quais seriam as consequências de tal evento (até pelos Dinossauros). Dentro de oito anos (abril de 2029) atravessando a órbita de alguns satélites localizados a cerca de 35.000Km da Terra ─ data onde se fará nada de mal acontecendo (passando a 32.000Km de distância), uma grande observação do asteroide preparando-nos para a grande aproximação seguinte ─ para em 2036 fazer uma nova grande aproximação, repetindo-a em 2068. Um meteoro com uma potência explosiva energética 300X a de Tunguska e 5.000X a de Chelyabinsk, que nas próximas aproximações à Terra passando ainda mais perto (desta), poderá ser capturado (pela mesma, pelas forças gravitacionais) alterar a sua trajetória e a natureza do seu encontro ─ podendo ser direto (dolorosamente impactante). Este ano passando no seu ponto de maior aproximação à Terra a 6 de março (bem longe) a 17 milhões de Km.

 

(imagens: space.com/msn.com ─ wikipedia.org

─ NASA/JPL-Caltech/livescience.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:02

Alienígenas? Nem Tão Estranhos Como Isso.

Sexta-feira, 29.05.20

Com a evolução geológica da Terra (por ação interna e/ou externa), com uma violenta Tempestade Solar (poderosas CME dirigidas) ou com um impacto de um asteroide (ou outro qualquer objeto, em rota de colisão com a Terra), a poderem (há mais de 65 milhões de anos) ter Extinguido os Dinossauros e 75% dos seres vivos de então.

 

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1

 

Apenas sendo suportada por dois acontecimentos ocorridos no mesmo dia (passado dia 27 de junho de 2020), mais uma interpretação (explicação alternativa) oriunda dos teóricos da conspiração, associando o adiamento do lançamento da nave espacial DRAGON (da SPACE X do multimilionário privado ELON MUSK) com o corte na transmissão do LIVE FEED da ISS (Estação Espacial Internacional), quando supostamente este registava o aparecimento de um objeto estranho orbitando igualmente a Terra (com a ISS orbitando-nos, a cerca de 400Km de distância): como se pode ver na figura (1) num registo gravado antes de se dar o corte na transmissão em direto via NASA (ISS/TERRA), com um objeto localizado no lado inferior/esquerdo da imagem deslocando-se um pouco mais à frente da ISS a surgir movimentando-se, e projetando sobre a superfície do nosso planeta a sua sombra na parte centro/direita da mesma (provando essa sombra, ter como origem num objeto real). Com essa associação a transformar-se numa transposição (partindo da nossa imaginação, tornando-se realidade e não o contrário) ainda-por-cima alicerçada por factos semelhantes ocorridos anteriormente ─ fazendo-nos lembrar logo o “Black Night” ─ convencendo-nos por necessidade de interiorização (e de libertação por aqui, na Terra, estarmos fechados) e por um certo nível de sustentação (aparentemente mais religiosa, do que cientifica), estarmos perante um cancelamento (adiamento) do lançamento do FALCON 9/da SPACE X  com astronautas da NASA, apenas sendo devido a uma intervenção certamente que ALIENÍGENA: ao nosso conhecimento ou à Terra. Amanhã confirmando-se ou não a presença de (os mesmos/outros) estranhos.

 

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2

 

Na entrada do último mês deste primeiro semestre (de 2020) com a nossa estrela já tendo entrada num novo ciclo (o 25º) ─ atravessando um período de fraca atividade e sem nenhuma mancha visível ─ com uma erupção ocorrida e em curso na região da coroa solar situada mais a noroeste e ainda (no decorrer da sua rotação) localizada do outro lado do Sol a mostrar-se ainda bem ativa, ejetando material para o Espaço e emitindo jatos de raios solares da categoria ─ numa escala de 1 a 9 ─ M1 (médias) e C9 (pequenas): numa mancha solar ainda meio escondida, mas que na sequência do movimento de rotação do Sol poderá mantendo-se, evoluir e dirigir as suas possíveis erupções, na direção da Terra ─ nas próximas 48 horas atingindo a fronteira (o limbo, entre o invisível/não direcionado e o visível/direcionado) e virando-se para nós podendo provocar (na Terra) tempestades geomagnéticas. Não se confirmando ainda estar associada a uma nova mancha solar, mas tal sucedendo e como muitas vezes acontece ─ nestes períodos de mudança de ciclo solar (do 24º para o 25º) ─ podendo originar CME bem intensas. Podendo como todos sabemos até ter sido uma violentíssima tempestade solar a poder ter contribuído para a “Extinção dos Dinossauros” (figura 2), mas com a maioria das probabilidades a apontarem não para a “Radiação Solar” (como até poderia ter sido a “Radiação Cósmica”), mas para a forte hipótese de tal “Evento ao nível da Extinção” ter tido como protagonista um Asteroide: segundo um estudo do Imperial College London ─ “New simulations have revealed the asteroid that doomed the dinosaurs struck Earth at the 'deadliest possible' angle” ─ há cerca de 66 milhões de anos com um asteroide a entrar na atmosfera terrestre num ângulo perfeito (de 60°), maximizando os efeitos climáticos provocados pelo brutal impacto (em terra, como na atmosfera) e dizimando os dinossauros (a espécie então dominante) enquanto extinguia cerca de 75% das espécies (terrestres).

 

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3

 

Um impacto de um asteroide com mais de 10Km de dimensão (densidade = 2.630Kg/m³) e originando uma cratera de cerca de 200Km de extensão, deslocando-se a uma velocidade de 12Km/s: atingindo a Península mexicana do Iucatão no local da cratera de CHIXULUB (figura 3). Segundo alguns com alguns dos seus fragmentos (ejetados durante o impacto e atirados para o espaço exterior) ainda evoluindo (circulando) no Sistema Solar.

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com ─ sciencedaily.com

─ Science and more/youtube.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

Sistema Solar ─ Asteroide, Cometa, Sol e Poluição

Terça-feira, 28.04.20

Com o asteroide 1998 OR2 (52768) a poucas horas de atingir o seu periélio,

 

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Asteroide 1998 OR2 como observado pelo radar

do Observatório de Arecibo localizado em Porto Rico

 

─ A pouco mais de 150.000.000Km do Sol e aproximadamente a pouco mais de 6.000.000Km da Terra, ou seja, 25X mais perto do planeta do que da estrela, transformando-o não só num NEO (objeto passando nas proximidades da Terra) como num PDA (dada a sua proximidade com o nosso planeta, podendo existir sempre algum tipo de interferência ou até num caso extremo de impacto) ─ previsto para se concretizar na próxima quarta-feira (29 de abril) ─ um “calhau” com quase 2,5Km de diâmetro deslocando-se a pouco menos de V = 9Km/s ─ felizmente e apesar da relativa proximidade (e até pela sua grande dimensão) sem perigo de impacto com a Terra (restando esperar pelo espetáculo, aos astrónomos pelo mesmo proporcionado), podendo-se dirigir a nossa atenção para um outro objeto igualmente em aproximação ao Sol, neste caso o cometa Atlas (C/2019 Y4) ─ descoberto no final de dezembro de 2019 ─ no próximo dia 31 de maio atingindo o seu periélio: a pouco mais de 39.000.000Km do Sol (e bem mais distante da Terra ─ umas 3X ─ a uns 117.000.000Km).

 

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Cometa ATLAS (C/2019 Y4)

depois de se desintegrar em quatro fragmentos (A,B,C e D)

 

Um cometa inicialmente sendo um ─ C/2019 Y4 (ATLAS) ─ mas, agora e depois de se fragmentar ─ no final do mês de março de 2020  ─ sendo quatro ─ C/2019 Y4-A (ATLAS), C/2019 Y4-B (ATLAS), C/2019 Y4-C (ATLAS) e C/2019 Y4-D (ATLAS): deixando de novo muitos astrónomos (e observadores interessados, curiosos) desiludidos com o sucedido, pois esperando (no mínimo) um interessante espetáculo (talvez mesmo visível a olho nu) vendo agora o seu brilho a desfalecer não sendo visível da Terra. E com todos os 4 fragmentos a decair (no brilho, aquilo que os torna visíveis) com o fragmento C e D já quase invisíveis, restando o A e o B ainda visíveis com o auxílio de um instrumento ótico (por exemplo um telescópio) ─ com todos passando (tal como o original) a cerca de 39.000.000Km do Sol.

 

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Manchas solares AR2760 (à esquerda) e AR2761 (à direita)

Uma oriunda do 24º a outra do 25º ciclo solar

 

E aproveitando a ocasião e o site SPACE WEATHER (TIME MACHINE) [spaceweather.com] ─ falando-se ainda um pouco sobre outros dois tipos de fenómenos ocorrendo à nossa volta (para além da partilha do Tempo, tendo o Espaço em comum), um exterior à nossa influência (da raça dominante neste planeta, os terrestres) o outro como consequência direta da nossa presença ─ ou sendo mais correto, da sua ausência: sendo eles (os fenómenos ocorridos no Sistema Solar) sobre a atividade do SOL e sobre a conversa JÚPITER/IO. No caso da atividade do Sol ─ localizado a 150.000.000Km da Terra ─ e sabendo-se o mesmo estar em mudança de ciclo (cada um durando cerca de 11 anos) e com fraca intensidade (mudança do 24º para o 25º Ciclo Solar) ─ até agora com a ação dos raios cósmicos, a superarem os oriundos do Sol ─ com duas manchas na sua coroa solar a surgirem no seu hemisfério sul (com polaridades diferentes), uma delas vindo do 24º (AR2760) a outra formada já durante o 25º (AR2761): algo considerado normal (sendo um fenómeno expetável) nestas passagens de ciclo, mas por vezes podendo provocar algumas CME mais intensas e dirigidas à Terra (com maior ou menor consequências).

 

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Escutando o diálogo elétrico entre Júpiter e uma das suas luas Io

através da radioastronomia

 

Já no caso de Júpiter e nesse fenómeno incluindo uma das suas luas Io ─ distando ambos aproximadamente (hoje) uns 730.000.000Km da Terra ─ graças ao SARS-CoV-2 (não sendo um objeto espacial, mas um vírus terrestre) e ao seu rasto Covid-19, imperando no Espaço o Silêncio e ouvindo-se via rádio a conversa entre dois astros (integrando connosco este Sistema Planetário): com muito menos barulho ocultando o diálogo (oriundo de viaturas, aviões, motores, pessoas, etc.), ainda por cima sem a sobrecarga de uma ação solar mais intensa (com o Sol atravessando um mínimo), escutando-se perfeitamente o “diálogo” entre o Gigante e uma das suas luas ─ tal como o afirma o site [saceweather.com], estabelecido entre a atmosfera de Júpiter e a sua (uma das 80 ou mais) lua vulcânica Io.

 

(imagens: spaceweather.com ─ earthsky.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:38