Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Mar 21

“Apophis is 1,120 feet (340-meter-wide) wide

and made of rock, iron and nickel.

It is probably shaped roughly like a peanut,

though astronomers will have a better idea of its form

when it passes by Earth this week.”

(Stephanie Pappas/livescience.com)

 

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Apophis

Em 2029 passando perto da Terra

a uma distância semelhante à de muitos satélites

com órbitas mais elevadas

(superiores ou iguais a 35.780Km)

 

Neste sábado dia 6 de março pelas 01:15 TMG (de 2021) com o asteroide 99942 APOPHIS (de 340/370 metros de dimensão) a passar (hoje há pouco mais de duas horas) ─ como o faz periodicamente cumprindo a sua órbita à volta do Sol (em  323/324 dias) ─ no seu ponto de maior aproximação à Terra (este ano quase 17 milhões de Km), um objeto circulando nas proximidades da Terra (mais perto ou mais afastado dela), todos os anos (no cumprimento da sua trajetória) orbitando o Sol e tendo uma percentagem mesmo que muito remota de um certo dia num futuro próximo (a curto-prazo) poder passar num “voo rasante” muito perto de nós (o que já seria mau), podendo até ser uma tangente ou num evento extremo uma secante (aqui originando um Evento Apocalítico).

 

"We know Apophis is in a very complicated spin state,

it's sort of spinning

and tumbling at the same time."

(Richard Binzel/MIT/livescience.com)

 

Um evento previsto para 2029 (com Apophis a passar a cerca de 40.000Km da Terra), falado para 2036 (de novo nada devendo acontecer) e posteriormente marcado  para  2068 (com o estudo da possibilidade de impacto a poder ser melhor definida, com esta recente passagem em 2021), ainda com algumas perspetivas projetadas, através de cálculos matemáticos atualizados (agora e noutras passagens), de cenários dentro de menos de um século podendo ser considerados como potencialmente perigosos (ultrapassando o de 2029) ─ para a Terra, seu Ecossistema e para o Homem.

 

Lembremo-nos dos Dinossauros agora extintos, talvez por um asteroide.

 

(imagem: Stephane Masclaux/Shutterstock/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:17

13
Fev 21

[Em que a Terra é uma das bolas.]

 

Mergulhada a Terra e a sua civilização sob um manto pandémico cada vez mais asfixiante (de Covid-19) ─ infetando cerca de 1,4% de indivíduos (dos quase 8 biliões) e vitimando mortalmente 0,03% da população mundial (a nossa amostra) ─ e como consequência (alterando as nossas condições básicas de sobrevivência) colocando o futuro da nossa civilização (dirigida pela raça dominante, o Homem) em questão,

 

The emergency preparedness activities

now underway to combat the coronavirus pandemic,

offer insight about our readiness

to deal with a dangerous incoming asteroid.

(Leonard David/space.com/msn.com)

 

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COVID-19/IMPACTO

 

Estranhando-se um pouco que apesar do cenário de catástrofe em construção (crise social e económica) acompanhado por (guião) regras claustrofóbicas impraticáveis (a nível da sua duração, estando-se cada vez mais perto da explosão), continuemos religiosamente (por fé, esperança, dever) na senda de eventos impactantes (do nível deste ou superior), senão originários do interior (partilhando connosco o ecossistema terrestre e podendo ter a nossa contribuição) então enviados do espaço exterior: sem pensar nos efeitos e na sequência ambiental (brutal), deixando de olhar para a Terra e virando a nossa observação para o céu (só daí podendo vir os Deuses), imaginando logo a possibilidade de um encontro ocasional, com um objeto remetido passando simplesmente ao lado ou então e acertando (para nossa infelicidade entregando o recibo) chegando ao seu destino ─ envolvendo (1) um asteroide ou então (2) um cometa, talvez (3) uma explosão solar ou então (4) uma explosão cósmica (as quatro más opções) mas nunca se podendo excluir e muito menos negar (tudo é possível) se não (5) um extraterrestre natural pelo menos (6) um artificial (podendo ser bom, se não mesmo mau). Tal como com o objeto interestelar OUMUAMUA (cometa/asteroide), vindo de outra estrela, entrando no Sistema Solar e saindo sem incidentes: mas tal como impulsionando uma bola numa mesa de bilhar (representando o Universo), podendo de um momento para o outro impactar, mandando-nos de imediato (limpeza total) para o buraco.

 

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CHELYABINSK

 

Então falemos de asteroides.

 

No próximo dia 21 de março de 2021 (um domingo) com um grande asteroide ─ 2001 FO32 ou 231937 ─ (descoberto há vinte anos) com mais de 1Km de diâmetro (1.024m), no cumprimento da sua trajetória em torno do Sol (a sua estrela de referência) e a uma velocidade apreciável (mais de 34Km/s), a passar (sem perigo de impacto/condição de código 0) a pouco mais de 2.000.000Km da Terra (pouco mais de 5X a distância Terra/Lua). Pela sua dimensão, velocidade e proximidade (mas aqui sem o perigo de colisão) levando-nos a pensar, no entanto (e fazendo uma previsão já com testemunhos no passado) no que seria se num futuro próximo (que se prevê inevitável e que cada dia que passa mais se avizinha) ocorresse um impacto: em termos de comparação (analisando as consequências) colocando na mesa (de Bilhar Cósmico) o ocorrido num passado recente em TUNGUSKA em 1908 (com um meteoro de 100m de dimensão, explodindo na atmosfera com uma potência de 185X a bomba de Hiroshima, terraplanando cerca de  2.000Km² da floresta siberiana) e em CHELYABINSK em 2013 (com outro meteoro de 20m de dimensão a explodir, provocando uma onda de choque danos materiais e mais de 1.000 feridos), complementando ainda a exposição e tendo em vista o futuro com outro destes protagonistas, o famoso asteroide APOPHIS (este com 300m).

 

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APOPHIS

 

Um meteoro cumprindo a sua trajetória em menos de 324 dias, passando (em termos relativos de milhões de Km) todos os anos mais ou menos perto da Terra e que segundo as previsões dos cientistas/especialistas, o fará pelos vistos perto de nós (da Terra) em 2029 (com datas extras como 2036 e 2068, existindo alterações visíveis na sua trajetória em 2029): não impactando (para já) mas passando mais por perto (tudo sendo possível), podendo vir a fazê-lo adivinhando-se facilmente quais seriam as consequências de tal evento (até pelos Dinossauros). Dentro de oito anos (abril de 2029) atravessando a órbita de alguns satélites localizados a cerca de 35.000Km da Terra ─ data onde se fará nada de mal acontecendo (passando a 32.000Km de distância), uma grande observação do asteroide preparando-nos para a grande aproximação seguinte ─ para em 2036 fazer uma nova grande aproximação, repetindo-a em 2068. Um meteoro com uma potência explosiva energética 300X a de Tunguska e 5.000X a de Chelyabinsk, que nas próximas aproximações à Terra passando ainda mais perto (desta), poderá ser capturado (pela mesma, pelas forças gravitacionais) alterar a sua trajetória e a natureza do seu encontro ─ podendo ser direto (dolorosamente impactante). Este ano passando no seu ponto de maior aproximação à Terra a 6 de março (bem longe) a 17 milhões de Km.

 

(imagens: space.com/msn.com ─ wikipedia.org

─ NASA/JPL-Caltech/livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 03:02

29
Mai 20

Com a evolução geológica da Terra (por ação interna e/ou externa), com uma violenta Tempestade Solar (poderosas CME dirigidas) ou com um impacto de um asteroide (ou outro qualquer objeto, em rota de colisão com a Terra), a poderem (há mais de 65 milhões de anos) ter Extinguido os Dinossauros e 75% dos seres vivos de então.

 

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1

 

Apenas sendo suportada por dois acontecimentos ocorridos no mesmo dia (passado dia 27 de junho de 2020), mais uma interpretação (explicação alternativa) oriunda dos teóricos da conspiração, associando o adiamento do lançamento da nave espacial DRAGON (da SPACE X do multimilionário privado ELON MUSK) com o corte na transmissão do LIVE FEED da ISS (Estação Espacial Internacional), quando supostamente este registava o aparecimento de um objeto estranho orbitando igualmente a Terra (com a ISS orbitando-nos, a cerca de 400Km de distância): como se pode ver na figura (1) num registo gravado antes de se dar o corte na transmissão em direto via NASA (ISS/TERRA), com um objeto localizado no lado inferior/esquerdo da imagem deslocando-se um pouco mais à frente da ISS a surgir movimentando-se, e projetando sobre a superfície do nosso planeta a sua sombra na parte centro/direita da mesma (provando essa sombra, ter como origem num objeto real). Com essa associação a transformar-se numa transposição (partindo da nossa imaginação, tornando-se realidade e não o contrário) ainda-por-cima alicerçada por factos semelhantes ocorridos anteriormente ─ fazendo-nos lembrar logo o “Black Night” ─ convencendo-nos por necessidade de interiorização (e de libertação por aqui, na Terra, estarmos fechados) e por um certo nível de sustentação (aparentemente mais religiosa, do que cientifica), estarmos perante um cancelamento (adiamento) do lançamento do FALCON 9/da SPACE X  com astronautas da NASA, apenas sendo devido a uma intervenção certamente que ALIENÍGENA: ao nosso conhecimento ou à Terra. Amanhã confirmando-se ou não a presença de (os mesmos/outros) estranhos.

 

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2

 

Na entrada do último mês deste primeiro semestre (de 2020) com a nossa estrela já tendo entrada num novo ciclo (o 25º) ─ atravessando um período de fraca atividade e sem nenhuma mancha visível ─ com uma erupção ocorrida e em curso na região da coroa solar situada mais a noroeste e ainda (no decorrer da sua rotação) localizada do outro lado do Sol a mostrar-se ainda bem ativa, ejetando material para o Espaço e emitindo jatos de raios solares da categoria ─ numa escala de 1 a 9 ─ M1 (médias) e C9 (pequenas): numa mancha solar ainda meio escondida, mas que na sequência do movimento de rotação do Sol poderá mantendo-se, evoluir e dirigir as suas possíveis erupções, na direção da Terra ─ nas próximas 48 horas atingindo a fronteira (o limbo, entre o invisível/não direcionado e o visível/direcionado) e virando-se para nós podendo provocar (na Terra) tempestades geomagnéticas. Não se confirmando ainda estar associada a uma nova mancha solar, mas tal sucedendo e como muitas vezes acontece ─ nestes períodos de mudança de ciclo solar (do 24º para o 25º) ─ podendo originar CME bem intensas. Podendo como todos sabemos até ter sido uma violentíssima tempestade solar a poder ter contribuído para a “Extinção dos Dinossauros” (figura 2), mas com a maioria das probabilidades a apontarem não para a “Radiação Solar” (como até poderia ter sido a “Radiação Cósmica”), mas para a forte hipótese de tal “Evento ao nível da Extinção” ter tido como protagonista um Asteroide: segundo um estudo do Imperial College London ─ “New simulations have revealed the asteroid that doomed the dinosaurs struck Earth at the 'deadliest possible' angle” ─ há cerca de 66 milhões de anos com um asteroide a entrar na atmosfera terrestre num ângulo perfeito (de 60°), maximizando os efeitos climáticos provocados pelo brutal impacto (em terra, como na atmosfera) e dizimando os dinossauros (a espécie então dominante) enquanto extinguia cerca de 75% das espécies (terrestres).

 

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3

 

Um impacto de um asteroide com mais de 10Km de dimensão (densidade = 2.630Kg/m³) e originando uma cratera de cerca de 200Km de extensão, deslocando-se a uma velocidade de 12Km/s: atingindo a Península mexicana do Iucatão no local da cratera de CHIXULUB (figura 3). Segundo alguns com alguns dos seus fragmentos (ejetados durante o impacto e atirados para o espaço exterior) ainda evoluindo (circulando) no Sistema Solar.

 

(imagens: ufosightingshotspot.blogspot.com ─ sciencedaily.com

─ Science and more/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:45

28
Abr 20

Com o asteroide 1998 OR2 (52768) a poucas horas de atingir o seu periélio,

 

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Asteroide 1998 OR2 como observado pelo radar

do Observatório de Arecibo localizado em Porto Rico

 

─ A pouco mais de 150.000.000Km do Sol e aproximadamente a pouco mais de 6.000.000Km da Terra, ou seja, 25X mais perto do planeta do que da estrela, transformando-o não só num NEO (objeto passando nas proximidades da Terra) como num PDA (dada a sua proximidade com o nosso planeta, podendo existir sempre algum tipo de interferência ou até num caso extremo de impacto) ─ previsto para se concretizar na próxima quarta-feira (29 de abril) ─ um “calhau” com quase 2,5Km de diâmetro deslocando-se a pouco menos de V = 9Km/s ─ felizmente e apesar da relativa proximidade (e até pela sua grande dimensão) sem perigo de impacto com a Terra (restando esperar pelo espetáculo, aos astrónomos pelo mesmo proporcionado), podendo-se dirigir a nossa atenção para um outro objeto igualmente em aproximação ao Sol, neste caso o cometa Atlas (C/2019 Y4) ─ descoberto no final de dezembro de 2019 ─ no próximo dia 31 de maio atingindo o seu periélio: a pouco mais de 39.000.000Km do Sol (e bem mais distante da Terra ─ umas 3X ─ a uns 117.000.000Km).

 

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Cometa ATLAS (C/2019 Y4)

depois de se desintegrar em quatro fragmentos (A,B,C e D)

 

Um cometa inicialmente sendo um ─ C/2019 Y4 (ATLAS) ─ mas, agora e depois de se fragmentar ─ no final do mês de março de 2020  ─ sendo quatro ─ C/2019 Y4-A (ATLAS), C/2019 Y4-B (ATLAS), C/2019 Y4-C (ATLAS) e C/2019 Y4-D (ATLAS): deixando de novo muitos astrónomos (e observadores interessados, curiosos) desiludidos com o sucedido, pois esperando (no mínimo) um interessante espetáculo (talvez mesmo visível a olho nu) vendo agora o seu brilho a desfalecer não sendo visível da Terra. E com todos os 4 fragmentos a decair (no brilho, aquilo que os torna visíveis) com o fragmento C e D já quase invisíveis, restando o A e o B ainda visíveis com o auxílio de um instrumento ótico (por exemplo um telescópio) ─ com todos passando (tal como o original) a cerca de 39.000.000Km do Sol.

 

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Manchas solares AR2760 (à esquerda) e AR2761 (à direita)

Uma oriunda do 24º a outra do 25º ciclo solar

 

E aproveitando a ocasião e o site SPACE WEATHER (TIME MACHINE) [spaceweather.com] ─ falando-se ainda um pouco sobre outros dois tipos de fenómenos ocorrendo à nossa volta (para além da partilha do Tempo, tendo o Espaço em comum), um exterior à nossa influência (da raça dominante neste planeta, os terrestres) o outro como consequência direta da nossa presença ─ ou sendo mais correto, da sua ausência: sendo eles (os fenómenos ocorridos no Sistema Solar) sobre a atividade do SOL e sobre a conversa JÚPITER/IO. No caso da atividade do Sol ─ localizado a 150.000.000Km da Terra ─ e sabendo-se o mesmo estar em mudança de ciclo (cada um durando cerca de 11 anos) e com fraca intensidade (mudança do 24º para o 25º Ciclo Solar) ─ até agora com a ação dos raios cósmicos, a superarem os oriundos do Sol ─ com duas manchas na sua coroa solar a surgirem no seu hemisfério sul (com polaridades diferentes), uma delas vindo do 24º (AR2760) a outra formada já durante o 25º (AR2761): algo considerado normal (sendo um fenómeno expetável) nestas passagens de ciclo, mas por vezes podendo provocar algumas CME mais intensas e dirigidas à Terra (com maior ou menor consequências).

 

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Escutando o diálogo elétrico entre Júpiter e uma das suas luas Io

através da radioastronomia

 

Já no caso de Júpiter e nesse fenómeno incluindo uma das suas luas Io ─ distando ambos aproximadamente (hoje) uns 730.000.000Km da Terra ─ graças ao SARS-CoV-2 (não sendo um objeto espacial, mas um vírus terrestre) e ao seu rasto Covid-19, imperando no Espaço o Silêncio e ouvindo-se via rádio a conversa entre dois astros (integrando connosco este Sistema Planetário): com muito menos barulho ocultando o diálogo (oriundo de viaturas, aviões, motores, pessoas, etc.), ainda por cima sem a sobrecarga de uma ação solar mais intensa (com o Sol atravessando um mínimo), escutando-se perfeitamente o “diálogo” entre o Gigante e uma das suas luas ─ tal como o afirma o site [saceweather.com], estabelecido entre a atmosfera de Júpiter e a sua (uma das 80 ou mais) lua vulcânica Io.

 

(imagens: spaceweather.com ─ earthsky.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 09:38

16
Abr 20

Um enorme asteroide de cerca de 2,5Km de diâmetro e já depois de ter ultrapassado o seu periélio (ponto da sua trajetória mais próxima do Sol), aproximando-se da Terra e atingindo o seu ponto de maior aproximação ao planeta, a 29 de abril (daqui a pouco menos de 15 dias).

 

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Quando no Sistema Solar (integrando um grupo ainda mais vasto, a galáxia Via Láctea) tendo como estrela de referência o Sol e por protagonista um dos oito planetas que o integram (no nosso caso como parte interessada a Terra, habitada e dominada pelo Homem) pouca coisa perto de nós e considerado de relevante acontece (a maior parte de nós só tendo acesso e conhecendo utilizando o nosso órgão da visão, a Lua e as estrelas brilhando no céu noturno), torna-se particularmente interessante isolados como estamos nesta redoma protetora mas notoriamente limitada (impondo-nos grandes dificuldades, para nos deslocarmos para além dela), que certos objetos viajantes circulando no interior deste Sistema Planetário por vezes se aproximem de nós, de modo a assim podermos observa-los mesmo utilizando instrumentos de visualização básicos (ou especializados) a partir da superfície terrestre, permitindo-nos minimamente usufruir e aprender (apesar do obstáculo que representa por vezes a atmosfera), algo mais a partir deles: falando-se naturalmente dos Cometas e dos Asteroides.

 

Aqui debruçando-nos sobre um desse objetos-viajantes (algo diferentes entre eles), aqui sendo um corpo rochoso (geralmente metálico), orbitando maioritariamente entre Marte (228,0 milhões) e Júpiter (778,5 milhões) e com uma excentricidade orbital elevada (numa escala de 0 a 1 de 0,57) ─ devido ao seu elevado/distante afélio: sendo um NEO (um objeto passando nas proximidades da Terra) e simultaneamente um PHA (objeto potencialmente perigoso com mais de 100 metros e a menos de 7.500.000Km da Terra) designado como 52768 ou 1998 OR2 e sendo conhecido como “one of the brightest and therefore largest potentially hazardous asteroids known to exist.(wikipedia.org)

 

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Observado pela 1ª vez há quase 33 anos (30 de junho de 1987) ─ cumprindo cada uma das suas trajetórias em 3,68 anos (sendo a sua estrela de referência o Sol) ─ e pela última vez sendo observado a 14 de abril de 2020 (com as características da sua órbita a ser definida no dia seguinte, a 15 de abril) sendo-lhe atribuído o código 0 (com órbita bem definida e sem perigo de impacto com a Terra). Dentro de dias − a 29 de abril de 2020 ─ com este asteroide com cerca de 2,5Km de diâmetro (2.457 metros) a passar a pouco mais de 6.000.000Km da Terra (6.304.176Km) e a uma velocidade de 8,7Km/s, tendo tingindo o seu periélio a 13 de abril de 2020 a uma distância de pouco mais de 150.000.000Km (151.991.437Km), muito mais perto da Terra de que do Sol (24X).

 

Tendo já ultrapassado o seu periélio (abril, 13) mesmo antes de ser observado (abril, 14) e posteriormente definido (abril, 15), para a partir de 13 de abril (o tal periélio) se começar a afastar do Sol ao mesmo tempo que se irá aproximando da Terra, até que a 29 de abril tendo alcançado o ponto mais próximo do nosso planeta – os tais 6.000.000Km tornando-o um NEO/PHA – se começar finamente a afastar de ambos (Sol e Terra) para mais uma volta de mais de 3 anos (1.344 dias).

 

Apesar do asteroide ir passar sem qualquer tipo de problemas para a Terra (segundo os especialistas no seu ponto de maior aproximação ao planeta, apresentando mesmo como garantia de segurança, um erro inferior a ±75 km), orbitando no entanto o Sol a distâncias (muito maiores) entre 150.000.000Km e 510.000.000Km, tornando-se um pouco estranho como este asteroide mesmo tendo já ultrapassado o seu periélio e agora indo na direção da Terra, não suscita nenhum tipo de preocupação entre outros para a NASA.

 

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Talvez por já ter passado a 2.310.000Km da Terra (o mínimo) sem qualquer tipo de problemas (pelo menos relevantes) e estando mesmo previsto que dentro de 59 anos baterá esse recorde, passando a apenas 1.770.000Km − e a Lua a ainda menos, uns 1.380.000Km. À primeira vista e para um leigo e salvaguardando as distâncias, com esta asteroide a dever receber (para nossa felicidade e atribuído por nós, os terrestres) um prémio de “Má Pontaria”.

 

Mas apesar de tudo estando-se perante um caso exemplar – passando o seu periélio a uma grande distância e pouco sendo afetado pelo Sol − daqueles (casos) logo à primeira e não se conhecendo todos os detalhes, um pouco difíceis de acreditar. Mas aqui e neste caso, sendo todos nós crentes ferrenhos (nem que seja nos cálculos da NASA ou então num erro nosso ─ vou rever, pela hora tardia, arriscando a adormecer) acreditando logo sem sequer pensar.

 

E se um dia bater em algo e por acaso se desviar? Então com o “desvio”, 6.000.000Km, 2.310.000Km, 1.770.000Km ou 1.380.000Km poderão nada representar, “penteando-nos mais ou menos o cabelo” passando-nos uma tangente ou até uma secante.

 

(imagens: WEB − universetoday.com ─ virtualtelescope.eu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:46

26
Fev 20

E a partir de 25 com a Terra a ter (oficial e temporariamente) 2 luas

Uma Lua Gigante (a LUA de d = 3.475Km)

E uma outra Lua Extra Anã (2020 CD3 de d = 1m/6m).

 

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MPEC 2020-D104

2020 CD3: Temporarily Captured Object

(Minor Planet Center)

 

Observado pela primeira vez (oficialmente e posteriormente registado) no passado dia 15 de fevereiro – pelos astrónomos norte-americanos Theodore Pruyne e Kacper Wierzchos, utilizando o Telescópio do Observatório de Mount Lemmon (Tucson/Arizona) – e com a sua órbita acabando por ser definida a 25 (num código de 0 a 9, indicando a incerteza da sua órbita e possibilidade de impacto com a Terra, sendo designado como 4), a descoberta de mais um NEO (Near Earth Object/Objeto Próximo da Terra) − um asteroide muito particular − denominado 2020 CD3: um pequeno objeto movimentando-se nas proximidades da Terra, por vezes aproximando-se − podendo colidir − ou afastando-se da mesma, na sua aproximação ao nosso planeta (seja esse o caso) podendo ser capturado pelo mesmo, acompanhando-o temporariamente para de seguida (e tal como acontecerá com a Lua) partir e nos deixar para trás. Ou seja, a partir de agora e oficialmente com a “TERRA” a ter a “LUA” e (não tendo impactado e não se prevendo tal) mais uma “Lua Pequenininha” (com 1 a 6 metros de diâmetro).

 

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Earth’s (been orbited for the past three years or so)

Got a new ‘moon’

(theconversation.com)

 

Não sendo uma visita inesperada por parte destas pequeníssimas luas ao nosso planeta Terra, com algumas a irem e virem como sucederá dentro de poucos anos a à lua 2020 CD3: como já sucedeu (por exemplo) com 2006 RH, passando por cá (em 2006/2007), afastando-se (em 2008 para o outro lado do Sol) e talvez regressando (segundo os astrónomos e nada acontecendo entretanto na sua viagem) em 2028. E já agora do objeto 1991 VG (pertencendo ao grupo dos chamados “quase satélites”) dando umas voltas à Terra (talvez mesmo só 1), desaparecendo e no futuro talvez voltando. Sem notícias de impacto e devendo-nos preocupar mais com outros tipos de asteroides – como os NEA/Near Earth Asteroids e os PHA/Potencially Hazardous Asteroids: com os PHA a serem os mais perigosos, com 100 metros ou mais de diâmetro e passando a 0,5DL ou menos de distância da Terra. Sabendo-se que muitos asteroides passam por cá e (não entrando na atmosfera/não explodindo/não impactando) nem sequer sabemos disso (sobrevivendo-se ao evento, só depois).

 

[d: diâmetro]

 

(imagens: minorplanetcenter.net – theconversation.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:22

09
Out 19

[Assim como a Solução.]

 

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Ilustração do asteroide (de mais de 80Km) que com o seu impacto com a Terra (equivalente a 10 biliões de bombas atómicas e ocorrida no que é agora o México) levou à extinção dos Dinossauros (então a raça dominante) e à eliminação (com esse Evento) de 75% de toda a vida no planeta

 

Num prazo de 6 dias − 8 a 13 de outubro – com um total de 19 asteroides passando nas proximidades (relativa) da Terra − entre 500.000Km e 7.400.000Km de distância de nós – com as suas dimensões variando entre cerca de 10m e pouco mais de 80m (velocidades aproximadas entre 3Km/s e 22Km/s). Pelos vistos criando alguma preocupação.

 

Com apenas 3 desses asteroides a passarem a menos de 580.000Km (aliás perto disso) de distância da Terra, logo e em princípio não se correndo o perigo de impacto. Sendo o maior deles 2019 SX5 com cera de 83m, mas passando a mais de 6.800.000Km da Terra; e o menor 2019 TW1 com apenas 10m e passando aos tais 580.000Km de distância.

 

Mas com a nossa preocupação não se devendo limitar a estes objetos (passando nas proximidades da Terra) com as suas órbitas e trajetórias já bem definidas − sabendo-se por antecipação as datas em que passarão mais próximos ou poderão impactar (para já nem notícias de que tal possa suceder no futuro próximo) e “vendo-se bem de onde vêm”,

 

Se comparda com todos os outros (objetos) que aparecendo de repente e apanhando-nos completamente desprevenidos (não havendo no presente instrumentos para os detetar), sem Aviso ou possibilidade de Alerta e atravessando subitamente os Céus, podendo ou não impactar: só sendo detetados no “preciso momento”, nem permitindo sequer “pensar como prevenir e muitas vezes “não se vendo bem de onde vêm(talvez oriundos e como tal passando despercebidos, do lado do Sol).

 

(imagem: Don DavIs/NASA; sobre uma “preocupação” RT/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:25

01
Set 19

[Ou o Objeto (Calhau) ou o Sujeito (Sr. ou Sra.) que se segue.]

 

“Apesar de, de um momento para o outro poder surgir no Espaço um Objeto deslocando-se na nossa direção (da TERRA) – provavelmente de menor dimensão (em caso de impacto, com efeitos menos intensos, locais) ou então inicialmente “escondido” oriundo de trás do Sol (aqui podendo ser uma “surpresa”, com consequências desconhecidas) – sendo certo que só daqui a 166 anos (segundo os últimos dados da NASA) o problema se poderá colocar: com o asteroide FD 2009 (se não for antes APOPHIS, BENNU ou outro “Calhau” qualquer).”

 

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Asteroide 99942 APOPHIS

(modelo DAMIT – Database of Asteroid Models from Inversion Techniques)

 

Numa notícia publicada a 29 de Agosto de 2019 (em pplware.sapo.pt/ciência) e tal como todas as notícias não políticas, sendo por sistema (ou por “hábito e déficit cultural”) ignorada pelos nossos especialistas da Comunicação Social (se antes muitos deles tendo sido simples leigos/práticos/contadores de histórias, hoje sendo todos reconhecidos como eruditos/teóricos/certificadores deste quotidiano) – e fundamentalmente originada por “deficiência cultural e de memória – a informação e o esclarecimento por parte da NASA (mais uma vez) certamente para nossa tranquilidade e equilíbrio (mental, face a tudo o que se passa no interior do nosso Ecossistema Terrestre) de que “nenhum Asteroide registado irá colidir com a Terra no próximo século.

 

Sendo por um lado uma declaração tranquilizante, mas por outro lado sendo de natureza artificial (por incompleta na análise da realidade apresentada, não sendo esta compatível com a limitação a “registado”) − como se tivesse sido projetada e injetada, por um dardo (mental e extremamente intrusivo) lançado por Algo (em nome coletivo) ou por Alguém (em nome individual) – impondo uma certeza mas apenas para o previsível, para o visível e para o atualmente (física e mentalmente)  viável: e daí a introdução na frase (e no conteúdo temático) da palavra “registado (referindo-se aos asteroides) provocando-nos de imediato (colocando-nos em sobressalto) o aparecimento de “um nó cada vez mais apertado na garganta − à medida da absorção e melhor compreensão da notícia.

 

800px-BennuAsteroid.jpg

Asteroide 101955 BENNU

(OSIRIS-REx)

 

Deixando-nos parcialmente tranquilizados pelo menos (segundo a notícia) para os próximos 166 anos (até 2175) − mas ressalvando entre os passando pelas proximidades da Terra (e nem sequer mencionando os outros, aparecendo sem aviso, para já só pequeninos e geralmente sem impacto) um já há muito conhecido e extremamente falado (não só entre a Comunidade Astronómica como entre os Teóricos da Conspiração) não só pela sua dimensão (310/340m) como pela sua passagem no futuro a pouca distância de nós (além da proximidade das datas mais sensíveis, uma marcada para 2029 a outra para 2036): a de 2029 passando entre 30.000Km (segundo o artigo)/500.000Km (segundo o “ssd.jpl.nasa.gov”) da Terra. De uma forma ou de outra a uma distância menor ou sensivelmente parecida com a distância Terra/Lua (pouco mais de 380 mil Km), mas certamente e confirmando-se a 1ª distância referida no artigo (podendo passar por uma “fenda de ressonância gravitacional” e mudar a sua trajetória) − para além da contribuição da sua dimensão (massa/densidade/velocidade/ângulo de deslocação referente à Terra) – até podendo num caso extremo impactar.

 

The_VLT_images_the_very_faint_Near-Earth_Object_20

Asteroide 2009 FD

(ESO/VLT)

 

E sucedendo tal Evento podendo o mesmo ser ao Nível da Extinção (de muitas das espécies terrestres − se não de todas − o Homem sendo o primeiro incluído): segundo [pplware.sapo.pt/express.co.uk], com a NASA mantendo-se sempre preparada para um possível evento com o asteroide APOPHIS ou “DEUS do CAOS (dada a possibilidade de alguma alteração na sua trajetória, aumentando o risco de colisão com o nosso planeta), prevenindo-se desde já com dois outros, o asteroide FD 2009 (em 2185) e o asteroide BENNU (abrangendo o período 2175/2195): o primeiro (e segundo o mesmo artigo) com uma probabilidade de impacto de 1/714 e o segundo com uma probabilidade de impacto de 1/1700 (e já sob observação da sonda OSIRIS-Rex – “A missão consiste em estudar e coletar amostras do asteroide 101955 Bennu”/wikipedia.org). Numa altura em que a Terra se debate com múltiplos problemas internos sejam eles Naturais (seguindo a Evolução da Natureza, do Ecossistema Terrestre) ou em alternativa Artificiais (introduzindo como parâmetro adicional, a ação direta e/ou indireta do Homem) − não se preocupando com o resto (em “Partir e Proteger-se”) e aparentemente só pensando em matar, destruir-se (selecionando-nos para tal “por raças”).

 

“Pelo que se o Impacto não for de origem externa (simplesmente funcional ou de origem alienígena) − um impacto de um Calhau ou então uma Invasão − sendo-o se não natural, de origem artificial e interna (um Evento sismo-vulcânico ou de intervenção direta do Homem). De qualquer forma (ou feitio), um péssimo cenário (de se ver): seja TRUMP seja APOPHIS (os primeiros pretendentes) para o título IMPACTANTE. Mas ficando-se sempre ensanduichado (entre dois e podendo ser grandes Calhaus).”

 

(texto: apoiado em “NASA afirma que nenhum asteroide registado vai colidir com a Terra nos próximos 100 anos”/pplware.sapo.pt/ciência – imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:33

10
Ago 19

[Máquina da Verdade: Falso, Chuva de Meteoros.]

 

Perseid-Meteor-Shower-in-2016.jpg

Chuva de Meteoros das Perseidas

(associada a fragmentos, do cometa Swift-Tuttle)

 

Por volta da mesma altura que dois asteroides

 

– PHA (Asteroides Potencialmente Perigosos), ou seja, “calhaus” com mais de 100m passando a menos de 7.500.000Km da Terra –

 

Passam na proximidade do nosso planeta

 

– Asteroide 2006 QQ23 muito perto dos 7.500.000Km de distância e asteroide 454094 a aproximadamente 6.500.000Km –

 

Ambos com dimensões apreciáveis (339m e 148m respetivamente) e movimentando-se relativamente a baixa velocidade (4,7Km/s e 8m2Km/s

 

– Dada a distância da passagem (17X a distância Terra/Lua ou superior) sem perigo de impacto com a Terra –

 

Da mesma forma que olhando para o Céu noturno de Verão (em Portugal e no Hemisfério Norte) podemos facilmente visionar a olho nu quatro dos planetas integrando o Sistema Solar

 

− Mercúrio, Marte, Júpiter e Saturno –

 

asteroid-flyby-01.jpg

Asteroide 2006 QQ23

(em dimensão, maior que o Empire State Building)

 

Também poderemos aproveitar a ocasião (e a oportunidade, regressando anualmente) para usufruirmos de um outro Grande Espetáculo Astronómico, de observação local, bem luminoso, de rápida performance e para nos manter entretidos (ou não estivessem muitos de nós de férias, arejando de noite um pouco fora-de-casa e aproveitando para olhar para cima) repetindo-se no tempo:

 

A Chuva de Estrelas (na realidade meteoros) das Perseidas

(de 17 de Julho a 24 de Agosto)

 

Com a sua chegada a estar prevista em torno deste fim-de-semana (a partir de Domingo)

 

− Como se vê antecedendo ou coincidindo com a Greve dos Camionistas (e logo de matérias perigosas), com o Governo preocupado (não com o impacto de um asteroide ou meteoro) com o Impacto da Greve no País e declarando o Estado de Emergência –

 

Estendendo-se até 13 dia de atividade máxima:

 

Com o pico dessa atividade a estar marcado para a próxima terça-feira (entre as 3h e as 16h), segundo o IPMA podendo observar-se até 110 meteoros/hora. E até ao início da terceira semana de Agosto sendo ainda visível a Chuva de Meteoros das δ Aquáridas (de 12 de Julho a 23 de Agosto).

 

E você já viu este Verão alguma Estrela Cadente ou Meteoro?

E uma Chuva de Estrelas (sem ser as da TV)?

E um Alienígena (sem ser um político português)?

 

(imagens: fooshya.com − AP/NASA/nypost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:37

25
Jul 19

[Do asteroide 2019 OK.]

 

asteroid-2019-ok.jpg

Trajetória do asteroide

No dia 25 do mês de Julho de 2019 (quinta-feira)

com um calhau de 100m deslocando-se a uma v=25Km/s

passando apenas a 70.000Km de distância da Terra

 

E eis que no dia seguinte à passagem de três asteroides nas proximidades da Terra a distâncias variando entre (máximo/mínimo) perto de 5.000.000Km e cerca de 350.000Km (asteroides com diâmetros variando entre 30/70 metros) − este último passando a uma distância inferior à distância Terra/Lua – praticamente sem aviso (mal se tendo notado) um outro asteroide faz uma tangente muito mais próxima ao nosso planeta: hoje com o asteroide 2019 OK de cerca de 80/100 metros de diâmetro a passar a apenas 70.000Km da Terra (e a uma v=24.5Km/s). Um NEO descoberto por uma organização de vigilância do Brasil dias antes (a SONEAR/Southern Observatory for Near Earth Asteroids Research) e talvez devido a algum problema de comunicação ou desvalorização do perigo (eminente) podendo estar ao mesmo associado, só sendo anunciado poucas horas antes da sua passagem (pelo ponto de maior aproximação à Terra), em casos algo semelhantes podendo (nem sequer se tendo tempo para nos prepararmos) ter consequências trágicas (caso a tangente passe a secante). Recuando pouco tempo bastando para tal recordar o mês de Fevereiro de 2013 e o meteoro de Chelyavinsk (com apenas uns 20 metros de diâmetro), a destruição pelo mesmo provocada e os cerca de 1.200 feridos registados – “felizmente” devido apenas à onda de choque, dado o meteoro ter explodido e desintegrado na atmosfera e a grande altitude (não existindo impacto direto/apenas a queda de pequenos fragmentos em zonas sem população). Agora com o decorrer do Verão e com a próxima chegada da Chuva de Estrelas – “e com a passagem recente e rente deste calhau” – sendo conveniente estar um pouco mais atento, não só com o que se passa em terra como também com o que se passa no Céu.

 

“Não tendo ainda batido, mas certamente um dia batendo”.

 

(imagem: SONEAR)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:55

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