Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

06
Nov 18

[Monstro com mais de 1Km]

 

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Observação do asteroide 2003 SD220 ou 163889

(3/5 Dezembro e 14/15 Dezembro 2015)

 

Com o próximo encontro nas proximidades da TERRA

 

– Com um corpo celeste de dimensões relevantes –

 

A estar marcado para o dia 22 de Dezembro de 2018 (um sábado)

 

– Com o ASTEROIDE 163899 a passar a 7,4 DL (distância lunar = 384.401Km) da Terra a uma V = 6,2Km/s –

 

Poderemos ficar (aparentemente) descansados que nenhum objeto passando nas proximidades do nosso planeta (e tomando a distância Terra/Lua como referência) nos trará (para a Terra e para o seu Ecossistema) consequências negativas:

 

Com o monstro de 1.232 metros de diâmetro a passar a pouco mais de 2.800.000Km da Terra (um pouco menos que 1/50 da distância Terra/Sol), cumprindo o seu período orbital de aproximadamente 18,8 anos (um objeto descoberto em Janeiro/2000, observado pela última vez Outubro/2018 e com órbita definida 24h depois).

 

E desse modo com código de impacto Zero (0).

 

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Maiores aproximações do asteroide à Terra

(período de 2009/27)

 

Esta segunda-feira (5 de Novembro) com o asteroide 163899 a localizar-se 0,989 UA do Sol (a 148.350.000Km) e a 0,151 UA da Terra (a 22.650.000Km).

 

Não se verificando como se vê hipótese de qualquer tipo de Impacto (direto/indireto), ficando-se apenas a aguardar que nenhum mais pequeno (e sem qualquer tipo de Aviso) nos alcance:

 

Como se terá passado em CHELIABINSK (Rússia) a 15 de Fevereiro de 2013 (pelas 09:20 locais) com um objeto a entrar na atmosfera terrestre, transformando-se numa BOLA-DE-FOGO e explodindo de seguida – desintegrando-se e provocando uma onda de choque, causando danos materiais (telhados/janelas/etc.) e cerca de 1.200 feridos.

 

Num Evento sem Aviso Prévio.

 

(imagens: Arecibo Observatory/earthsky.org e JPL/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:44

22
Out 18

Mais uma tangente a cerca de 15.000Km

 

Recordando os efeitos da entrada e explosão (ocorrida na atmosfera a 30/50Km de altitude) de um objeto de uns meros 17 metros (com baixa trajetória e deslocando-se a uma v = 30Km/s) provocando cerca de 1200 feridos e muitos danos materiais (telhados, vidros) – devido à respetiva onda de choque. Numa chegada sem aviso prévio (meteoro de Cheliavinsk/Rússia).

 

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Evolução mensal do nº de asteroides

(passando a menos de 1LD da Terra)

 

Descoberto na passada sexta-feira (dia 19 de Outubro) cerca de 90 minutos antes de atingir o seu ponto de maior aproximação ao nosso planeta (colidindo com a Terra tendo pouco tempo para o lançamento de um aciso prévio), o asteroide 2018 UA (pertencendo ao grupo Apollo de asteroides) de cerca de 2,5m a 5,0m de dimensão fez-nos uma tangente (4ª mais próxima nas tabelas) a cerca de 15.000km de distância.

 

Viajando a uma velocidade perto dos 14Km/s e impactando a Terra (não tendo sido esse o caso) podendo ter provocado uma Bola de Fogo e a queda de pequenos meteoroides (fragmentos) – entre outros fatores originando o fenómeno (como sua composição e ângulo de entrada) devido à sua pequena dimensão. E neste ano de 2018 com o mês de Setembro a deter o recorde, com o asteroide 2018 UA a ser o 56º a passar a menos de 1LD da Terra.

 

[1LD = 384.402Km]

 

(dados e imagem: watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:22

24
Set 18

“Perto de perdemos a nossa presença em Marte (agora que os veículos motorizados circulando à sua superfície – antes o Opportunity, agora o Curiosity – parecem querer deixar de comunicar) tudo o que aqui ainda nos chega (à Terra) é cada vez mais importante.”

 

Lançada a 3 de Dezembro de 2014 do Centro Espacial de TANEGASHIMA (Japão) e tendo como objetivo de missão o asteroide RYUGU (um asteroide do grupo Apollo com órbita próxima à da TERRA),

 

A sonda automática japonesa HAYABUSA 2 acaba de tocar a superfície do asteroide (depois de lá ter chegado e iniciado as suas órbitas/nos finais do mês de Junho) enviando-nos as primeiras imagens do mesmo (já com 2 dos seus 4 ROVERS libertados e em plena ação):

 

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Asteroide Ryugu

21 Setembro 2018

(imagem: Hayabusa/Jaxa)

 

Um corpo celeste movimentando-se nas nossas proximidades (periélio a 145 milhões de Km/afélio a 180 milhões de Km)

 

– No seu momento de maior aproximação distando uns 95.000 Km da Terra –

 

Com um período orbital superior a um ano (474 dias) e cerca de 1Km de comprimento e agora (Setembro de 2018) tocado pela primeira vez por um artefacto terrestre (construído por um ser Vivo e Inteligente) de modo a de uma forma direta (apesar de não presencial) o estudar, recolher material e de seguida enviá-lo para a Terra.

 

E com o regresso da sonda automática Hayabusa à Terra – transportando as amostras da superfície do asteroide Ryugu – a estar prevista para os finais de 2020 (Dezembro).

 

“O que nos levará a procurar tão longe (fora da Terra)

O que aqui banalizamos (a Vida)?”

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:29

12
Jun 18

[Um asteroide observado pela 1ª vez a 2 de Junho de 2018, com as suas características orbitais definidas a 5 de Junho e com impacto com a Terra previsto para 7 a 8 horas depois ‒ no fundo o Tempo de Preparação até à sua chegada.]

 

Numa aparição felizmente pequena (em dimensão) e com impacto previsto num prazo de 8 horas (e com muitos deles só sendo descobertos depois), um objeto com 2 metros e em trajetória de colisão com a Terra, entrou no início deste mês na atmosfera terrestre, explodindo e desintegrando-se de seguida: surgindo a uma V = 17Km/s e atravessando sob a forma de uma bola luminosa ‒ uma Bola de Fogo ‒ o céu do Botswana (iluminando-o por breves segundos à sua passagem).

 

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2018 LA

(ilustração)

 

Designado como o asteroide 2018 LA (descoberto pela NASA a 2 de Junho) sendo observado pela 1ª vez quando se encontrava a uma distância muito próxima da distância Terra/Lua (384 400Km) e após análise dos dados ao mesmo referente e entretanto recolhidos, sendo-lhe atribuída uma órbita colidindo com o nosso planeta num prazo de poucas horas (300000: 17: 60: 60 = 6,28 horas): mas dada a sua reduzida dimensão e dado ir desintegrar-se na atmosfera, sendo inofensivo não sendo dado o alerta.

 

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Asteroide 2018 LA

(a 2 de Junho de 2018)

 

Um objeto que pelas suas dimensões reduzidas até poderia ter sido criado numa outra colisão registada há pouco tempo e nas nossas proximidades (do planeta Terra), com um outro objeto (o original em princípio de maior dimensão) impactando um planeta por exemplo Marte e enviando na direção da Terra pequenos fragmentos rochosos: um objeto que sendo maior mas estando mais bem escondido (antes pequeno e estando escondido pela pequena Lua), poderia surgir vindo do Lado de Lá (do Sol) e aqui chegar em apenas 50 a 100 dias ‒ o tempo para nos prepararmos.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:39

17
Fev 18

Uma imagem muito semelhante se observada por um Marciano, já que relativamente ao nosso planeta, Marte tem o seu periélio a apenas 54,6 milhões de Km de distância (afélio a 225 milhões de Km).

 

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A Terra e a Lua

Fotografadas por OSIRIS-REx

(imagem: nasa.gov)

 

Imagem centrada no planeta Terra e no seu satélite natural a Lua ‒ obtida em 17 de Janeiro de 2018 a partir da sonda da NASA OSIRIS-Rex (lançada a 8 de Setembro de 2016 de Cabo Canaveral) ‒ quando a mesma se encontrava a 63,6 milhões de quilómetros de distância (do nosso planeta).

 

Com a Terra ao centro da referida imagem (e a Lua à sua direita) e num momento em que a sonda se afastava da Terra a uma velocidade de 8,5Km/s: numa missão tendo como objetivo o estudo e a recolha de amostras de um asteroide (101955 Bennu) e o seu transporte para a Terra.

 

Num retrato mostrando simultaneamente:

 

(1) A nossa imensa pequenez face à Infinidade do Universo em que nos inserimos (Sistema Solar/Terra/Homem),

 

(2) Elucidando-nos de como a noção de distância entre dois pontos é tão relativa (se compararmos as distâncias/tempos de viagem antes/depois de certos saltos civilizacionais, com a razão Tempo/Espaço ‒ para um determinado percurso ‒ estreitando-se rapidamente tendendo para zero) e adicionalmente,

 

(3) Revelando a nossa já apreciável capacidade científica e tecnológica (atual) tornando o Homem capaz de atingir um Mundo Estranho (recolhendo amostras do mesmo) e regressar de novo a casa. Um facto comprovado já lá vai quase meio século (com as naves tripuladas Apollo durante a década de 70 tocando a superfície da Lua) agora reiniciado mas sem a presença (no veículo espacial) do elemento principal o Homem.

 

Dando sempre que pensar, na busca de uma explicação aceitável (e já agora credível para justificar a ida Lua e o seu posterior abandono) ‒ quando tudo se iniciou em 20 de Julho de 1969 com o primeiro Homem (Neil Armstrong) a pisar a Lua (até aí um Mundo Desconhecido e Estranho).

 

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Dois pontos impercetíveis para lá do Sistema Solar

Mas com um dos impercetíveis, sendo bem peculiar

(a Terra)

 

A Terra vista como um pequeno ponto (pelo que dizem predominantemente azul) integrando um conjunto mais vasto com cerca de 4,6 biliões de anos (o Sistema Solar) e que ao contrário dos outros componentes desse mesmo conjunto (integrado por sua vez num ainda mais vasto, a galáxia da Via Láctea) apresenta uma característica única e deveras extraordinária (porque nunca observada noutros parâmetros ou mundos): Vida. E para um extraterrestre nunca lhe passando pela cabeça (não sendo um caso de projeção incorreta) “A regra na Terra ser a Morte”, num contributo para a Extinção da espécie mais organizada (e dita inteligente e superior) do nosso (para já único e por habitado) planeta.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28

11
Jan 18

Faltando-se saber apenas, quem primeiro entrará em ação (pela Negativa)

O Homem ou O Asteroide.

 

Se analisarmos os maiores impactos com a Terra registados nos últimos (digamos) 600 000 anos e tentarmos calcular uma periodicidade para a concretização de tais Eventos (envolvendo sobretudo cometas/asteroides), verificamos que tomando em consideração este período (mais recente e cerca de 0,01% da História da Terra) o nosso planeta já deveria ter sido sujeito a um novo impacto (deste nível de intensidade) ou então estar prestes a sê-lo: com o período a ter-se iniciado há uns 15 milhões de anos (e não se tendo conhecimento da sua confirmação) podendo estar prestes a ocorrer ‒ talvez mesmo amanhã, talvez dentro de uns anos ou no máximo de mais uns 15 milhões (não muito quando já somos biliões).

 

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Se tendo os dois primeiros impactos relevantes sido registados há quase 2 biliões de anos (cratera de Vredefort/África do Sul de raio 190Km e Bacia de Sudbury/Canadá de raio 65Km), já com os seguintes a serem assinalados e referidos (aproximadamente) há cerca de 600, 350 e 200 milhões de anos atrás (já com um período mais curto). E com a passagem dos anos desde a formação da Terra e simultaneamente por todos os impactos ocorridos (os mais recentes e aqui assinalados) com os períodos a encurtarem-se passando de biliões a milhões e de imediato de milhões a milhares (sugerindo-nos como consequência da Evolução períodos ainda mais curtos, talvez como na Fundação do Sistema Solar ‒ expansão seguida de contração subordinada às mesmas leis do eletromagnetismo deste Universo Vivo e Elétrico). Nos últimos 100 milhões de anos com Eventos há 70, 65, 36 e 35 milhões (valores aproximados) encurtando a Periodicidade e aumentando os Casos: como parece indicar o contínuo aumento do número de objetos circulando no Espaço em nosso redor e aproximando-se (alguns de grandes dimensões) ou atingindo a Terra (felizmente e para já de reduzidas dimensões/densidade/velocidade/ângulo de entrada e desintegrando-se rapidamente na atmosfera) parecendo mesmo exponencial (o crescimento) e não oferecendo garantias (com alguns impossíveis de prever e garantir a nossa imprescindível segurança) ‒ com muitos (asteroides) a serem descobertos à Passagem ou depois (sendo nós todos apanhados ao Vivo e em Direto).

 

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Mas apesar de existir sempre o perigo de tal como no Passado a Terra vir a ser atingida no Futuro (no presente a atmosfera do nosso planeta é diariamente atravessada por provavelmente milhares de fragmentos, de maior ou menor dimensão, naturais ou artificiais) sendo o caso mais famoso de previsão de um possível e próximo impacto com a Terra o asteroide Apophis (período orbital menor que 1 ano terrestre), com a sua próxima aproximação (ao nosso planeta) a estar marcada para o ano 2029 (daqui a apenas 11 anos) ‒ indicado para 13 de Abril ‒ e segundo cálculos da NASA (sempre relativos devido às diferentes condições do DUO Espaço/Objeto na sua movimentação no interior do Sistema Solar) passando a apenas 30 000Km da Terra (0,76 LD) a uma velocidade perto dos 30Km/s: inicialmente (aquando da sua descoberta) com uma possibilidade de impacto (em 2029) de quase 3% (atingindo um nível elevado na escala de Turim/Nível 4 ‒ probabilidade de colisão/destruição) para acabar despromovido até ao nível mais baixo (zero) ‒ mas não desprezando os cálculos e possíveis novos erros (ao longo do seu percurso sendo introduzidos faltando ainda uns anos) tendo em atenção 2029 e a sua próxima (e maior) aproximação agora em 2036.

 

(imagens: wordpress.com e celestiamotherlode.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04

14
Dez 17

Um Estranho Numa Terra Estranha

 

“If this object is natural in origin, there should be many more like it in the solar system… and even if most of them are natural, perhaps one of them will be found to be of artificial origin, some space device or junk from an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

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Oumuamua

 

Com todos aqueles que acreditam que existe Vida para Além da Terra (no interior do seu Ecossistema) e de que qualquer sinal ou vestígio de Vida Inteligente (por mais estranho e deslocado que nos pareça) deve ser sempre investigado, a passagem de um corpo celeste pelo interior do Sistema Solar (como o objeto OUMUAMUA) nas proximidades da nossa estrela (e como tal da Terra), vêm-nos proporcionar um período de tempo (ainda apreciável) para enquanto o mesmo estiver no seu interior/limites/ou proximidade (tendo ultrapassado as fronteiras do Sistema Solar a sonda VOYAGER 1 encontava-se em Novembro a 21 biliões de Km/140UA do Sol) o explorar, o estudar e o tentar identificar: com o corpo celeste OUMUAMUA a ser identificado como um objeto INTERESTELAR (oriundo de outra Estrela que alguns sugerem ser VEGA), o primeiro a ser registado vindo do Espaço Extrassolar (como tal um Pioneiro) e orbitando na sua trajetória o Sol (atravessando o nosso Sistema), para finalmente regressar às suas origens e se perder para lá da NUVEM de OORT. Um objeto inicialmente identificado (até pela sua forma) como sendo um cometa, mas posteriormente até pela falta de alguns elementos característicos do mesmo (ao aproximar-se do Sol não aumentando significativamente o seu brilho nem produzindo a sua típica e extensa cauda) sendo designado como um Asteroide (A 2017 UI/OUMUAMUA/I1/2017 U1) com forma cilíndrica, cerca de 400 metros de comprimento e deslocando-se a uma velocidade ultrapassando V=320000KM/h ‒ e tendo em atenção o remetente (Extrassolar) e o destinatário (a Terra) podendo-se afirmar ser de origem EXTRATERRESTRE. Só faltando saber se de origem Natural (confirmando-se o Asteroide) ou se de origem Artificial (confirmando-se o Artefacto).

 

“The more I study this object, the more unusual it appears, making me wonder whether it might be an artificially made probe which was sent by an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

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Rama

 

Ontem quarta-feira dia 13 de Dezembro de 2017 com o apoio do físico inglês Stephen Hawking (liderando cientificamente o projeto) e o financiamento do milionário russo Yuri Milner (entrando com perto de 100 milhões de dólares) iniciando-se o período de observação do asteroide OUMUAMUA (a partir de telescópios terrestres), procurando-se através da utilização de radio-observatórios (como o telescópio de GREEN BANK instalado no estado norte-americano da Virgínia) algum tipo de sinal oriundo do objeto que possa significar e traduzir a sua origem natural ou então artificial: apontando-se apenas um microfone em direção ao trajeto percorrido pelo asteroide (no seu caminho de regresso ao Espaço Extrassolar) e por processos paralelos de comunicação interagindo com o mesmo, esperando (vindo) do outro lado por uma resposta clara e decisiva. Tendo passado pela órbita de Marte no início de Novembro (2017), passando pela de Júpiter em Maio (2018) ‒ Neptuno (o mais distante planeta do Sistema Solar) lá para 2022 ‒ e ainda por muitos anos podendo ser acompanhado dentro e fora do Sistema (em 2034 Oumuamua estará a cerca de 100UA de distância). E sabendo-se da importância que a visita de seres alienígenas (à Terra) poderia ter para a Evolução da nossa Civilização (até ao presente unicamente assente na existência do Homem e centrada no mesmo) não deixando de recordar afirmações anteriores (tornando o tema mais credível) do físico inglês (Stephen Hawking) sobre esse mesmo tema:

 

“Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they could reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be? We don't know much about aliens, but we know about humans. If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria.” (Stephen Hawking/Discovery Channel TV)

 

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Ondas Sonoras

 

Com a observação nas mais diversas frequências de radio a terem-se efetivamente iniciado a 23 de Novembro deste ano (com o Instituto SETI a utilizar o telescópio ATA localizado na Califórnia) ‒ já com mais de 60 horas de registos ‒ e posteriormente prosseguindo com a colaboração do Breakthrough Listen (um grupo de iniciativas inovadoras, neste caso ligado ao Espaço) a partir de 13 de Dezembro (e utilizando o telescópio de Green Bank instalado na Virgínia). O mais certo sendo escutarmos (apenas) Silêncio, oriundo do misterioso (e estranho) Oumuamua (apesar de toda a matéria ter a sua própria assinatura sonora).

 

(imagens: nasa.gov/pintrest.pt/wonderopolis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:53

12
Dez 17

Ilustração (de ESO/M. Kornmesser) do asteroide INTERESTELAR descoberto no passado dia 19 de Outubro de 2017 pelo telescópio PAN-STARRS 1 (localizado no Hawaii).

 

Breakthrough Listen is Going to Scan

OUMUAMUA

 

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Ilustração

 

You Know, Just to be Sure it’s Just an Asteroid and Not a Spaceship.

(Matt Williams/Universe Today)

 

“‘Oumuamua’s presence within our solar system affords Breakthrough Listen an opportunity to reach unprecedented sensitivities to possible artificial transmitters and demonstrate our ability to track nearby, fast-moving objects. Whether this object turns out to be artificial or natural, it’s a great target for Listen.”

(Andrew Siemion/SETI)

 

Deixando todo o Mundo minimamente interessado com a passagem recente (meados de Outubro) de um corpo celeste INTERESTELAR no interior do nosso SISTEMA SOLAR ‒ o asteroide OUMUAMUA ‒ o relativo interesse demonstrado pelo raro acontecimento ocorrido (este ano) no interior deste Sistema Planetário cresceu exponencialmente (entre leigos e eruditos), quando todos tomaram finalmente conhecimento das dimensões e sobretudo da forma do referido objeto: e a partir daí surgindo a dúvida se (esse objeto Interestelar) seria mesmo um Asteroide (inicialmente pensava-se ser um cometa) ou até uma Nave Espacial (como a da história de Arthur C. Clarke Encontro com Rama em que uma nave espacial de forma cilíndrica e chamada RAMA, viaja pelo Sistema Solar a caminho de outra Estrela ‒ e talvez sendo/sem consenso oriunda de VEGA).

 

E a partir daí levando os cientistas a estudar com mais profundidade este asteroide Interestelar (oriundo do exterior do Sistema Solar) centrando toda a atenção sobre OUMUAMUA pelo menos enquanto estiver por perto (e no interior do Sistema): tendo passado no seu ponto de maior aproximação ao Sol em Setembro (de 2017) e quando observado em Outubro (do mesmo ano) estando já a mais de 32 milhões de Km da Terra e deslocando-se a uma velocidade superior a V=315.000Km/h (e a esta velocidade podendo já ter-se distanciado mais uns 450 milhões de Km) ‒ mas por este mês de Dezembro (ainda de 2017) ainda estando a caminho do 5º planeta do Sistema (Solar) o planeta gigante Júpiter. Para tal empreendimento a ser iniciado no mais curto período de tempo (cada dia que passa o asteroide vai-se afastando uns 7/8 milhões de Km do Sol) e tendo como objetivo o estudo deste objeto cilíndrico e de uns 400 metros de comprimento (Asteroide? Nave?), com os cientistas a conjugarem esforços e a juntarem todos os seus conhecimentos para definitivamente poderem (claramente) informar se tal objeto seria mesmo um asteroide ou um outro artefacto.

 

Com as Iniciativas BREAKTHROUGH (apoiando-se num projeto do empresário russo Yuri Milner para procurar Inteligência Extraterrestre) a assumirem as Rédeas do Processo (de observação do objeto) e a apontar todos os instrumentos (de observação espacial disponíveis sendo o caso dos observatórios de ondas de rádio) em direção a OUMUAMUA: e tendo o apoio de homens-sábios como o do físico Stephen Hawking, tentando OUVIR o OBJETO e descobrir o que ele é. Iniciando-se já esta quarta-feira (dia 13 de Dezembro) a observação de OUMUAMUA (com a preciosa colaboração do GREEN BANK OBSERVATORY localizado no estado da Virgínia/EUA) e tendo-se dado o arranque caso se ouvissem sons (estranhos) oriundos do objeto, então tendo-se mesmo que colocar a questão de a comunicação ser (a resposta vinda de Oumuamua) artificial e alienígena.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:08

28
Nov 17

Um asteroide como o 3200 PHAETHON ao embater na Terra provocaria uma explosão com uma energia cinética equivalente a 10 milhões de megatoneladas de TNT, uma cratera podendo atingir 100Km de diâmetro, quedas de material resultante do impacto podendo atingir os 1100Km de distância, um impacto regional ainda muito mais vasto (nuns 5000Km de raio), sismos/furacões/tsunamis a nível global, tudo num cenário generalizado de grande catástrofe complementada pelos efeitos imediatos (e extremamente nocivos) nos céus/na atmosfera/na camada de ozono, podendo provocar um dramático efeito de estufa e levar à extinção de plantas e de animais (e logicamente até do Homem).

 

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O asteroide 3200 Phaethon cruzando as órbitas de Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

 

Mais um asteroide de enormes dimensões (um monstro de mais de 5Km de diâmetro) passará no próximo dia 17 de Dezembro (um Domingo) a cerca de 10 milhões de Km da Terra: um asteroide observado pela 1ª vez há mais de 40 anos (o seu período é de cerca de 40,29 anos) e conhecido como 3200 PHAETHON (1983TV). Um asteroide Apollo cruzando as órbitas de planetas como Mercúrio, Vénus, Terra e Marte.

 

Dadas as suas dimensões (o que significaria um impacto de um calhau deste tamanho com a Terra) e a sua passagem nas proximidades da Terra (depois da Lua o corpo celeste a 17 de Dezembro circulando mais perto do nosso planeta) ‒ e sabendo-se que numa das aproximações que se seguem (lá para 2093) passará a apenas uns 3 milhões de Km da Terra ‒ suscitando alguns receios pela sua presença e passagem (perto de nós).

 

Um asteroide já anteriormente considerado um cometa (com a observação de poeiras acompanhando o corpo celeste), eventualmente emitindo um brilho suficiente para ser visto da Terra utilizando um pequeno telescópio e no seu periélio (ponto de maior aproximação à nossa estrela) localizando-se a quase 21 milhões de Km do Sol (e deslocando-se a uma velocidade média de 20Km/s).

 

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Com Zeus a ter que intervir para salvar a Terra do semideus Phaethon

 

Com Sites como o ufosighthingshotspot.blogsopt.pt a associar (entendendo-se a ligação) a passagem do asteroide (anteriormente possível cometa) com o nome ao mesmo atribuído ‒ PHAETHON ‒ um semideus grego que tendo pedido emprestado a Carruagem do Sol ao seu pai o Deus HELIOS, não conseguindo controlar os cavalos (puxando a carruagem) e quase incendiando a Terra (à sua passagem descontrolada), obrigou ZEUS a matá-lo de modo a salvar o planeta.

 

E no entanto com Sites como o spaceweather.com na sua seção de NEAR ERTH ASTEROIDS (associado ao JPL/nasa.gov) ‒ especializados na deteção de objetos circulando nas proximidades da Terra ‒ a não darem nenhum relevo particular à passagem do asteroide 3200 PHAETHON, ignorando-o na tabela (publicada em spaceweather.com) e apenas mencionando (para 17) o objeto 2017 VT14 (de d=105m e passando a menos de 1500 milhões de Km da Terra).

 

(imagens: wikipedia.org e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:24

21
Nov 17

Da Constelação Lira para o Sistema Solar

 

From Vega with love: Pegasus interstellar asteroid's next stop

Out-of-shape ‘Oumuamua only looks like a starship, right?

(Richard Chirgwin/theregister.co.uk)

 

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Asteroide Interestelar 1I/2017 U1

 

No passado dia 19 de Outubro (há pouco mais de um mês) o telescópio PAN-STARRS-1 instalado no Hawaii (EUA) detetou a passagem nas proximidades do Sol (e logicamente da Terra) de um estranho asteroide (inicialmente pensando-se tratar-se de um cometa) ‒ o 1I/2017 U1 (aka.Òumuamua): confirmando-se posteriormente através de dados complementares recolhidos pelo VLT (um outro telescópio localizado no Chile) e por estudos realizados no Instituto de Astronomia do Hawaii (pelo Dr. Karen Meech) não se tratar este corpo celeste de um cometa mas sim de um asteroide, ser de origem exterior ao nosso Sistema Solar (Interestelar) e ao contrário da esmagadora maioria (dos asteroides) ter uma forma deveras estranha (alongada) ‒ sendo bastante comprido (uns 400 metros) e estreito. E baseando-se em cálculos entretanto efetuados descobrindo-se que o asteroide (no cumprimento do seu trajeto) já teria passado o seu ponto de maior aproximação ao Sol (no decorrer do mês de Setembro), girando em torno do seu eixo em pouco mais de 7 horas e devido a esse mesmo movimento e à sua forma bastante alongada (do objeto) variando muitíssimo de brilho.

 

This unusually large variation in brightness means that the object is highly elongated: about ten times as long as it is wide, with a complex, convoluted shape. We also found that it has a dark red colour, similar to objects in the outer Solar System, and confirmed that it is completely inert, without the faintest hint of dust around it.

(Dr. Karen Meech)

 

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Passagem do asteroide pelo Sistema Solar

 

Um asteroide rochoso e denso (contendo uma grande quantidade de metal) com poucos vestígios de água (à sua superfície e sob a forma de gelo) e de uma cor escura/avermelhada: não tendo como seu ponto de referência (foco) a estrela do nosso Sistema, não se deixando apanhar (entrando/saindo) na sua passagem (mais próxima) pela força gravitacional do Sol e como consequência regressando de novo à sua origem (e remetente) o Espaço Interestelar (e para além do Sistema Solar). Talvez oriundo de VEGA (a estrela mais brilhante a norte da constelação LYRA), circulando a uma velocidade de quase 100.000Km/h e segundo alguns cálculos tendo abandonado esse Sistema (rodeando a estrela VEJA) há uns 300 000 anos (e vagueando pela Via Láctea talvez desde há uns milhões de anos podendo até ter outra origem qualquer). Na sua viagem de regresso ao Espaço Extrassolar e já depois de ter passado perto do Sol (em 9 de Setembro), estando prevista a sua passagem por Júpiter (o Gigante Gasoso) em Maio do próximo ano e em Saturno em Janeiro de 2019.

 

(imagens: eso.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26

Novembro 2018
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