Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Set 19

[Ou o Objeto (Calhau) ou o Sujeito (Sr. ou Sra.) que se segue.]

 

“Apesar de, de um momento para o outro poder surgir no Espaço um Objeto deslocando-se na nossa direção (da TERRA) – provavelmente de menor dimensão (em caso de impacto, com efeitos menos intensos, locais) ou então inicialmente “escondido” oriundo de trás do Sol (aqui podendo ser uma “surpresa”, com consequências desconhecidas) – sendo certo que só daqui a 166 anos (segundo os últimos dados da NASA) o problema se poderá colocar: com o asteroide FD 2009 (se não for antes APOPHIS, BENNU ou outro “Calhau” qualquer).”

 

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Asteroide 99942 APOPHIS

(modelo DAMIT – Database of Asteroid Models from Inversion Techniques)

 

Numa notícia publicada a 29 de Agosto de 2019 (em pplware.sapo.pt/ciência) e tal como todas as notícias não políticas, sendo por sistema (ou por “hábito e déficit cultural”) ignorada pelos nossos especialistas da Comunicação Social (se antes muitos deles tendo sido simples leigos/práticos/contadores de histórias, hoje sendo todos reconhecidos como eruditos/teóricos/certificadores deste quotidiano) – e fundamentalmente originada por “deficiência cultural e de memória – a informação e o esclarecimento por parte da NASA (mais uma vez) certamente para nossa tranquilidade e equilíbrio (mental, face a tudo o que se passa no interior do nosso Ecossistema Terrestre) de que “nenhum Asteroide registado irá colidir com a Terra no próximo século.

 

Sendo por um lado uma declaração tranquilizante, mas por outro lado sendo de natureza artificial (por incompleta na análise da realidade apresentada, não sendo esta compatível com a limitação a “registado”) − como se tivesse sido projetada e injetada, por um dardo (mental e extremamente intrusivo) lançado por Algo (em nome coletivo) ou por Alguém (em nome individual) – impondo uma certeza mas apenas para o previsível, para o visível e para o atualmente (física e mentalmente)  viável: e daí a introdução na frase (e no conteúdo temático) da palavra “registado (referindo-se aos asteroides) provocando-nos de imediato (colocando-nos em sobressalto) o aparecimento de “um nó cada vez mais apertado na garganta − à medida da absorção e melhor compreensão da notícia.

 

800px-BennuAsteroid.jpg

Asteroide 101955 BENNU

(OSIRIS-REx)

 

Deixando-nos parcialmente tranquilizados pelo menos (segundo a notícia) para os próximos 166 anos (até 2175) − mas ressalvando entre os passando pelas proximidades da Terra (e nem sequer mencionando os outros, aparecendo sem aviso, para já só pequeninos e geralmente sem impacto) um já há muito conhecido e extremamente falado (não só entre a Comunidade Astronómica como entre os Teóricos da Conspiração) não só pela sua dimensão (310/340m) como pela sua passagem no futuro a pouca distância de nós (além da proximidade das datas mais sensíveis, uma marcada para 2029 a outra para 2036): a de 2029 passando entre 30.000Km (segundo o artigo)/500.000Km (segundo o “ssd.jpl.nasa.gov”) da Terra. De uma forma ou de outra a uma distância menor ou sensivelmente parecida com a distância Terra/Lua (pouco mais de 380 mil Km), mas certamente e confirmando-se a 1ª distância referida no artigo (podendo passar por uma “fenda de ressonância gravitacional” e mudar a sua trajetória) − para além da contribuição da sua dimensão (massa/densidade/velocidade/ângulo de deslocação referente à Terra) – até podendo num caso extremo impactar.

 

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Asteroide 2009 FD

(ESO/VLT)

 

E sucedendo tal Evento podendo o mesmo ser ao Nível da Extinção (de muitas das espécies terrestres − se não de todas − o Homem sendo o primeiro incluído): segundo [pplware.sapo.pt/express.co.uk], com a NASA mantendo-se sempre preparada para um possível evento com o asteroide APOPHIS ou “DEUS do CAOS (dada a possibilidade de alguma alteração na sua trajetória, aumentando o risco de colisão com o nosso planeta), prevenindo-se desde já com dois outros, o asteroide FD 2009 (em 2185) e o asteroide BENNU (abrangendo o período 2175/2195): o primeiro (e segundo o mesmo artigo) com uma probabilidade de impacto de 1/714 e o segundo com uma probabilidade de impacto de 1/1700 (e já sob observação da sonda OSIRIS-Rex – “A missão consiste em estudar e coletar amostras do asteroide 101955 Bennu”/wikipedia.org). Numa altura em que a Terra se debate com múltiplos problemas internos sejam eles Naturais (seguindo a Evolução da Natureza, do Ecossistema Terrestre) ou em alternativa Artificiais (introduzindo como parâmetro adicional, a ação direta e/ou indireta do Homem) − não se preocupando com o resto (em “Partir e Proteger-se”) e aparentemente só pensando em matar, destruir-se (selecionando-nos para tal “por raças”).

 

“Pelo que se o Impacto não for de origem externa (simplesmente funcional ou de origem alienígena) − um impacto de um Calhau ou então uma Invasão − sendo-o se não natural, de origem artificial e interna (um Evento sismo-vulcânico ou de intervenção direta do Homem). De qualquer forma (ou feitio), um péssimo cenário (de se ver): seja TRUMP seja APOPHIS (os primeiros pretendentes) para o título IMPACTANTE. Mas ficando-se sempre ensanduichado (entre dois e podendo ser grandes Calhaus).”

 

(texto: apoiado em “NASA afirma que nenhum asteroide registado vai colidir com a Terra nos próximos 100 anos”/pplware.sapo.pt/ciência – imagens: wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:33

10
Ago 19

[Máquina da Verdade: Falso, Chuva de Meteoros.]

 

Perseid-Meteor-Shower-in-2016.jpg

Chuva de Meteoros das Perseidas

(associada a fragmentos, do cometa Swift-Tuttle)

 

Por volta da mesma altura que dois asteroides

 

– PHA (Asteroides Potencialmente Perigosos), ou seja, “calhaus” com mais de 100m passando a menos de 7.500.000Km da Terra –

 

Passam na proximidade do nosso planeta

 

– Asteroide 2006 QQ23 muito perto dos 7.500.000Km de distância e asteroide 454094 a aproximadamente 6.500.000Km –

 

Ambos com dimensões apreciáveis (339m e 148m respetivamente) e movimentando-se relativamente a baixa velocidade (4,7Km/s e 8m2Km/s

 

– Dada a distância da passagem (17X a distância Terra/Lua ou superior) sem perigo de impacto com a Terra –

 

Da mesma forma que olhando para o Céu noturno de Verão (em Portugal e no Hemisfério Norte) podemos facilmente visionar a olho nu quatro dos planetas integrando o Sistema Solar

 

− Mercúrio, Marte, Júpiter e Saturno –

 

asteroid-flyby-01.jpg

Asteroide 2006 QQ23

(em dimensão, maior que o Empire State Building)

 

Também poderemos aproveitar a ocasião (e a oportunidade, regressando anualmente) para usufruirmos de um outro Grande Espetáculo Astronómico, de observação local, bem luminoso, de rápida performance e para nos manter entretidos (ou não estivessem muitos de nós de férias, arejando de noite um pouco fora-de-casa e aproveitando para olhar para cima) repetindo-se no tempo:

 

A Chuva de Estrelas (na realidade meteoros) das Perseidas

(de 17 de Julho a 24 de Agosto)

 

Com a sua chegada a estar prevista em torno deste fim-de-semana (a partir de Domingo)

 

− Como se vê antecedendo ou coincidindo com a Greve dos Camionistas (e logo de matérias perigosas), com o Governo preocupado (não com o impacto de um asteroide ou meteoro) com o Impacto da Greve no País e declarando o Estado de Emergência –

 

Estendendo-se até 13 dia de atividade máxima:

 

Com o pico dessa atividade a estar marcado para a próxima terça-feira (entre as 3h e as 16h), segundo o IPMA podendo observar-se até 110 meteoros/hora. E até ao início da terceira semana de Agosto sendo ainda visível a Chuva de Meteoros das δ Aquáridas (de 12 de Julho a 23 de Agosto).

 

E você já viu este Verão alguma Estrela Cadente ou Meteoro?

E uma Chuva de Estrelas (sem ser as da TV)?

E um Alienígena (sem ser um político português)?

 

(imagens: fooshya.com − AP/NASA/nypost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:37

25
Jul 19

[Do asteroide 2019 OK.]

 

asteroid-2019-ok.jpg

Trajetória do asteroide

No dia 25 do mês de Julho de 2019 (quinta-feira)

com um calhau de 100m deslocando-se a uma v=25Km/s

passando apenas a 70.000Km de distância da Terra

 

E eis que no dia seguinte à passagem de três asteroides nas proximidades da Terra a distâncias variando entre (máximo/mínimo) perto de 5.000.000Km e cerca de 350.000Km (asteroides com diâmetros variando entre 30/70 metros) − este último passando a uma distância inferior à distância Terra/Lua – praticamente sem aviso (mal se tendo notado) um outro asteroide faz uma tangente muito mais próxima ao nosso planeta: hoje com o asteroide 2019 OK de cerca de 80/100 metros de diâmetro a passar a apenas 70.000Km da Terra (e a uma v=24.5Km/s). Um NEO descoberto por uma organização de vigilância do Brasil dias antes (a SONEAR/Southern Observatory for Near Earth Asteroids Research) e talvez devido a algum problema de comunicação ou desvalorização do perigo (eminente) podendo estar ao mesmo associado, só sendo anunciado poucas horas antes da sua passagem (pelo ponto de maior aproximação à Terra), em casos algo semelhantes podendo (nem sequer se tendo tempo para nos prepararmos) ter consequências trágicas (caso a tangente passe a secante). Recuando pouco tempo bastando para tal recordar o mês de Fevereiro de 2013 e o meteoro de Chelyavinsk (com apenas uns 20 metros de diâmetro), a destruição pelo mesmo provocada e os cerca de 1.200 feridos registados – “felizmente” devido apenas à onda de choque, dado o meteoro ter explodido e desintegrado na atmosfera e a grande altitude (não existindo impacto direto/apenas a queda de pequenos fragmentos em zonas sem população). Agora com o decorrer do Verão e com a próxima chegada da Chuva de Estrelas – “e com a passagem recente e rente deste calhau” – sendo conveniente estar um pouco mais atento, não só com o que se passa em terra como também com o que se passa no Céu.

 

“Não tendo ainda batido, mas certamente um dia batendo”.

 

(imagem: SONEAR)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:55

14
Jul 19

Uma Excecional e múltipla

Chuva de Estrelas

avistada nos céus do Brasil

(resultante de fragmentos do asteroide Bolsonaro)

 

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Evento não associado

a uma Chuva de Estrelas conhecida

 

(1) Depois das primeiras manifestações da Natureza (Fauna & Flora já incluídas) apresentando-se (inicialmente de uma forma despercebida) ao seu novo Filho adotado (o HOMEM) e propondo-lhe a aceitação a seu bel-prazer (e segundo o livre-arbítrio) de um entre uma infinidade de caminhos − um ser vivo (suscetível de fácil intrusão e manipulação) colocado numa fase da evolução terrestre (depois da queda de outra espécie anteriormente dominante) proporcionadora das condições básicas para a sua replicação e sobrevivência (2) depois dos primeiros avisos e alertas vindos de terra e dos seus Animais e Plantas apontando para a destruição por parte do Homem do ecossistema e das suas estruturas de suporte, bem espelhado na extinção crescente das outras espécies (no final incluindo naturalmente a nossa) – “onde estão os outros animais nossos companheiros?” − e na destruição da camada vegetal cobrindo o planeta (substituindo a floresta da Amazónia por estufas compradas num hipermercado) e até (3) depois dos agora tornados claros avisos marítimos (baseados em histórias podendo ser verídicas) oriundos das aventuras dos descobrimentos, de marinheiros, tripulantes e restantes, relatando o aparecimento de grandes, portentosos e medonhos animais eventualmente vindo e habitando as grandes profundidades desconhecidas (e provavelmente infernais) oceânicas – como por exemplo os gigantes octópodes de múltiplos e mortais tentáculos (4) restando ainda a hipótese do aviso e do alerta convincente e mesmo definitivo poder vir a ser remetido e a nós enviado vindo (inesperada e de uma forma Revolucionária) de outro lado, não do Interior (do nosso e do ecossistema) mas do exterior (situado acima da nossa cabeça, curiosamente no “CÉU”) do Espaço: e no mais Absoluto desespero com alguns (de nós) irracionalmente (“como os cães e os gatos?”) a insistirem – face ao grande calhau TRUMP, como o poderia ser sido com o grande calhau HILLARY − no Impacto de um Asteroide. (5) No final do passado mês (26.06) com um sinal a ser mandado à Réplica do Sul (o Brasil do TRUMP Sul-Americano) com um festival de protótipos BOLSONARO a serem visíveis por instantes (de modo a não se revelar “o Segredo”) nos céus do Maranhão: no mínimo uns nove (certamente mais), em rotas paralelas e com origem (restos de asteroides ou de cometas ou outros objetos menores) ainda desconhecida.

 

(imagem: Bramon/Brazilian Meteor Observation Network/watchers.news/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:35

27
Mai 19

[Com Alfa como detentor do ranking mais elevado na hierarquia destes objetos − sendo o Dominante dos dois – logo seguido por Beta (segundo na hierarquia) – expulsos de algum lugar, com Alfa girando sobre si próprio e Beta acompanhando-o/orbitando-o − regressando em maior aproximação − menos de metade desta agora ocorrida – lá para 2036.]

 

The "binary near-Earth asteroid" 1999 KW4

doesn't look like a normal asteroid:

It's actually a system with two space rocks.

(azcentral.com)

 

The-asteroid-1999-KW4.jpg

Asteroide 1999 KW4

(um Sistema Binário composto por dois objetos rochosos)

 

Já depois de ter ultrapassado o seu Periélio − no cumprimento da sua órbita o seu ponto de maior aproximação ao SOL (ocorrido na 3ª semana do mês Março) − e tendo passado nesta madrugada (de 25 para 26 de Maio) a pouco mais de 5.000.000Km do nosso planeta (um pouco mais de 13X a distância entre a TERRA e a LUA) – a uma velocidade de 21,5Km/s

 

O calhau 66391 (descoberto há 20 anos) igualmente designado como 1999 KW4 e classificado como um NEO (NEAR EARTH OBJECT) – um objeto de aproximadamente 1,8Km (já um “monstro”) passando nas proximidades da Terra

 

The larger space rock in 1999 KW4, called "Alpha,"

has "a shape that resembles a top".

The secondary space rock, called "Beta,"

rotates the primary one at a distance of about 1.6 miles.

Beta can be described as a “rubble pile.”

(azcentral.com)

 

Iniciou de movo o seu afastamento relativamente ao nosso planeta (e à sua e nossa estrela de referência o Sol) prevendo-se apenas para 2036 e no cumprimento de mais uma das suas órbitas (período 2019/2036) uma sua nova e ainda maior aproximação à Terra:

 

asteroid_1999_KW4.jpg

Alpha

(integrando um sistema binário sendo o outro elemento Beta)

 

Um grande Asteroide (mais de 1Km) na realidade constituído por dois objetos − um Sistema Binário envolvendo dois objetos rochosos − o maior (“girando sobre si como um pião”) com cerca de 1,3Km de dimensão, o mais pequeno (girando em torno do maior) com uns 570m, não existindo para já e para um futuro próximo notícias sendo relevantes para a Terra (e para os terrestres) como o seria a possibilidade de um Impacto (código zero),

 

1999 KW4

won't closely approach Earth again

until 2036.

(azcentral.com)

 

Mas devido à sua estranheza (de forma, de conjunto, sendo menos comum) e proximidade (relativa) sendo de interesse para análise e estudo (deste tipo binário de formações rochosas) até para sua melhor compreensão (como se formaram, de onde vêm, para onde aponta a sua Evolução) – daqui a 17 anos (25 de Maio de 2036) passando a menos de metade da distância da TERRA (agora registada) ou seja um pouco mais de 2 milhões de Km (uns 2.300.000Km)

 

 Visíveis durante a sua aproximação e nos dias que se lhe seguem utilizando simples telescópios, desde que instalados (infelizmente e quase como sempre para os do Norte) no Hemisfério Sul.

 

[1UA ≈ 150.000.000km ≈ distância Terra/Sol]

 

(texto/inglês/itálico: Joel Shannon/USA TODAY/May 23, 2019/azcentral.com – imagens: techexplorist.com; e Steven J. Ostro/J.P.L./Daniel J. Scheeres/University of Michigan/sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:19

06
Mai 19

A Killer Asteroid Is Coming

(livescience.com)

 

Recentemente com BILL NYE ex-apresentador do programa SCIENCE GUY e atual CEO da SOCIEDADE PLANETÁRIA, a avisar-nos para um futuro e catastrófico IMPACTO (talvez mesmo a curto-prazo) de um ASTEROIDE com a TERRA: podendo levar tal como sucedido há cerca de 66 milhões de anos com os DINOSSAUROS (a espécie então Dominante), à EXTINÇÃO (desta vez) do HOMEM (a espécie agora dita prevalecendo sobre as restantes).

 

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Um Asteroide sobre Nova Iorque

Projeção da entrada de um asteroide de cerca de 300 metros de dimensão na atmosfera terrestre e a uma velocidade de 12Km/s, dada a impossibilidade de o intercetar acabando por colidir com a Terra sobre a cidade de Nova Iorque fazendo-a desaparecer do mapa

(numa simulação NASA)

 

"The Earth is going to get hit with another [big] asteroid"

(Bill Nye/Sociedade Planetária/02.05.2019)

 

Com um “Inconveniente Suplementar” aumentando ainda mais os Perigos e as Consequências de tal Impacto, a ser devido ao desconhecimento (para já total) da data prevista para tal Evento (muito possivelmente) Apocalíptico, para já (e como se vê) não se sabendo QUANDO (?), talvez com poucas hipóteses de ocorrer no nosso tempo (enquanto por aqui andarmos), mas certamente ocorrendo (tal como anteriormente).

 

"The problem is, we don't know when. It's a very low probability in anyone's lifetime, but it's a very high-consequence event. If it happens, it would be like control-alt-delete for everything."

(Bill Nye)

 

E ao contrário dos DINOSSAUROS (segundo Mike Wall em livescience.com) − não podendo fazer mais nada, senão esperar a ocorrência do Impacto e observar e sentir os efeitos (e consequências) do mesmo Acontecimento (pela sua natureza e potência, verdadeiramente Extraordinário) – esperando-se que o HOMEM recorrendo a todo o seu conhecimento CIENTÍFICO-TECNOLÓGICO faça Algo e se vá começando a preparar: para o que “der e vier”.

 

Tendo-se logo e como primeiro passo a necessidade absoluta de se descobrir (com a maior brevidade e antecipação possível) esse referido Asteroide potencialmente podendo provocar na Terra (ao impactar) um terrível Evento ao Nível da Extinção (nossa e das restantes Espécies), com os cientistas confiantes (na concretização desse objetivo) agora que já conseguem detetar (e assim descobrir, segundo eles) os mais perigosos: no mínimo com 1km e não se detetando até hoje (vindo na nossa direção) nenhum.

 

dinosaur-extinction-10.jpg

A Extinção dos Dinossauros

Há 66 milhões de anos no passado (período da extinção do Cretáceo-Paleógeno) e com os Dinossauros a dominarem o planeta Terra dando-se um Evento ao Nível de Extinção Maciça (E.L.E./Extintion Level Event) com cerca de 3/4 das espécies (animais e plantas) a desaparecerem de vez incluindo os Dinossauros

 

“Unlike the dinosaurs, however, we don't just have to sit around and wait for doom to rain down on us. We can do something about the asteroid threat — and we should start prepping for it now.”

(Bill Nye)

 

Chelyabinsk Meteor: A Wake-Up Call for Earth

The Chelyabinsk meteor was a small asteroid — about the size of a six-story building — that broke up over the city of Chelyabinsk, Russia. The blast was stronger than a nuclear explosion. The shock wave it generated shattered glass and injured about 1,200 people.

(Elizabeth Howell/space.com)

 

Mas de um momento para o outro podendo-se ser surpreendido pela chegada de um objeto (passando nas proximidades da Terra e podendo fazer uma tangente ou secante) apanhando-nos desprevenidos (por exemplo) vindo do lado do Sol (e encoberto pelo mesmo e pelo brilho intenso dos seus raios), por mais pequeno, menor densidade, velocidade e ângulo de entrada na atmosfera que apresente, podendo não Destruir o Planeta (destruição global) mas mesmo assim podendo obliterar por ex. um Estado (destruição regional).

 

Faltando apenas descobrir alguma forma de tendo um objeto destes a caminho e podendo-nos atingir, antes de tal ocorrer o possamos destruir ou no mínimo desviar: falando-se de um Raio-Trator-Gravitacional, da Detonação de uma Arma Nuclear ou da utilização de Raios-Laser. Mas com a certeza (no Tempo e no Espaço) de que mais cedo ou mais tarde o Impacto sucederá (hoje mesmo ou amanhã):

 

“There are catastrophic impacts in our future if we don't do something about them. It's not a matter of if; it's only a matter of when.”

(Jim Green/NASA)

 

(texto: a partir de Live Science − imagens: dailymail.co.uk/earthspacecircle.blogspot.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:02

19
Abr 19

No próximo dia 25 de Maio (daqui a pouco mais de 5 semanas) com o asteroide binário (composto por dois asteroides) de mais de um quilómetro de diâmetro (1,5Km/1,8Km) e denominado como 66391 – de afélio a mais de 160.000.000Km do Sol e periélio a 30.000.000Km do Sol – a passar a uma velocidade próxima dos 22Km/s a pouco mais de 5.000.000Km da Terra (e nesse momento a pouco mais de 150.000.000Km do Sol).

 

Asteroid_1994_KW4.jpg

66391 como visto vai fazer 18 anos

A menos de 5.000.000Km da Terra

Pelo radar do telescópio Goldstone

Com um pequeno objeto (uma lua) orbitando o maior

(imagem: Steven Ostro/nasa.gov)

 

Um asteroide com um período orbital de pouco mais de meio ano (188 dias para cumprir a sua trajetória em volta do Sol), com uma pequena lua (300m/400m) orbitando o mesmo (a cada 16 horas) e acompanhando-o na sua translação, considerado como do tipo S e como tal de composição mineralógica rica em sílica.

 

Pela sua proximidade ao nosso planeta, pela curta periodicidade da sua passagem (cada meio ano) e pelos limites mínimos de distância do asteroide (podendo-se ficar pelos 2.000.000 Km) para com o nosso planeta a Terra − em Maio de 2036 estando previsto passar a cerca de 2.300.000Km – sendo considerado um PHA

 

(“um asteroide próximo da Terra ou um cometa com uma órbita de tal forma que ele tem o potencial para fazer aproximações ao planeta Terra e possui um tamanho grande o suficiente para causar danos regionais significativos no caso de um impacto”/wikipedia.org)

 

kw4-rotation-binary.jpg

Asteroide 1999 KW4 Alpha ou 66391

Com o mais pequeno no seu movimento de rotação

Acompanhando o maior no seu movimento de translação

Relativamente à referência de ambos o Sol

(imagem: iawn.net)

 

Podendo ser num futuro próximo potencialmente perigoso.

 

Para já não falar da sua constituição (metálicos/níquel e ferro, além de ferro/magnésio/silicatos) e sobretudo da sua dimensão: de pelo menos uns 1500m/1800m, 75X a 90X a dimensão do meteoro de Chelyabinsk (com cerca de 20 metros) – e com este último danificando (a 15.02.2013) mais de 7.000 edifícios e ferindo quase 1.500 pessoas, apenas devido à sua explosão (na atmosfera desintegrando-se) e à onda de choque provocada (sem impacto de fragmentos e sem consequências relevante).

 

Mas não estando previsto (pelos astrónomos) nenhum impacto (do Monstro) nos próximos 1000 anos.

 

(imagens: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:44

09
Jan 19

Objeto Celeste 2016 AZ8 (grande) e Objeto Celeste 2019 AS5 (pequeno):

Um Sistema Binário passando perto de nós a 7 de Janeiro (o 1º)

E outro fazendo-nos uma tangente sem avisar a 8 de Janeiro (o 2º).

 

2016AZ8.04jan18ut.f1.jpg

O NEO

2016 AZ8

(a caminho do seu ponto de maior aproximação à Terra)

 

Depois da passagem a 7 de Janeiro deste Ano Novo de 2019 do NEO (objeto celeste passando nas proximidades da Terra) 2016 AZ8 – um objeto de 224 metros de diâmetro, deslocando-se a uma velocidade de 9,1Km/s e passando a uma distância (na sua maior aproximação ao nosso planeta) a cerca de 4.450.000Km do nosso planeta – e perspetivando-se apenas para o próximo dia 10 do mesmo mês a passagem de outros 3 NEO’S (com o objeto passando mais próximo da Terra, com diâmetro de 11 metros, a fazê-lo a pouco mais de 1.150.000Km), eis que um novo objeto celeste (asteroide) passa nas proximidades de nós (e da Terra) sem que ninguém nos tenha avisado (e mesmo sem que ninguém o tenha avistado, antes da sua passagem perto da Terra): falamos do (pequeno) asteroide 2019 AS5 (pertencendo ao grupo Apollo) com cerca de 1/2 metros, no passado dia 8 de Janeiro (ontem) passando a apenas 15.000Km de distância (a uma v = 12,5Km/s) e sendo o primeiro NEO este ano (de 2019) a passar a menos de 1 DL (DL: distância lunar ou distância Terra/Lua em torno dos 384.401Km). Um NEO – 2019 AS5 – sendo pela 1ª vez observado 9 horas depois da sua passagem, pelas redondezas da Terra (dos nossos céus, de nossa casa): deixando-nos deveras preocupados e numa posição de alerta (extremo), dada a Informação nos chegar (somente) depois da concretização do (não previsto) Evento – e com os exemplos semelhantes a serem mais do que muitos, para já apenas com objetos (NEO’s) de pequenas dimensões. E se forem um pouco maiores, descobertos tarde de mais e podendo impactar (com o nosso planeta)? No caso deste NEO com o mesmo a ser descoberto 9 horas depois (da sua passagem, felizmente sem colisão), sendo-lhe atribuído o código 6 (parâmetros orbitais incertos) e tendo um período orbital de 1,56 anos: pela sua dimensão e na sua próxima passagem (segundo semestre de 2020), certamente não oferecendo perigo.

 

(imagem: spaceweather.com/NASA)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:30

06
Nov 18

[Monstro com mais de 1Km]

 

asteroid-2003-SD220.jpg

Observação do asteroide 2003 SD220 ou 163889

(3/5 Dezembro e 14/15 Dezembro 2015)

 

Com o próximo encontro nas proximidades da TERRA

 

– Com um corpo celeste de dimensões relevantes –

 

A estar marcado para o dia 22 de Dezembro de 2018 (um sábado)

 

– Com o ASTEROIDE 163899 a passar a 7,4 DL (distância lunar = 384.401Km) da Terra a uma V = 6,2Km/s –

 

Poderemos ficar (aparentemente) descansados que nenhum objeto passando nas proximidades do nosso planeta (e tomando a distância Terra/Lua como referência) nos trará (para a Terra e para o seu Ecossistema) consequências negativas:

 

Com o monstro de 1.232 metros de diâmetro a passar a pouco mais de 2.800.000Km da Terra (um pouco menos que 1/50 da distância Terra/Sol), cumprindo o seu período orbital de aproximadamente 18,8 anos (um objeto descoberto em Janeiro/2000, observado pela última vez Outubro/2018 e com órbita definida 24h depois).

 

E desse modo com código de impacto Zero (0).

 

2003_SD220_earth_distances_2009-2027.jpg

Maiores aproximações do asteroide à Terra

(período de 2009/27)

 

Esta segunda-feira (5 de Novembro) com o asteroide 163899 a localizar-se 0,989 UA do Sol (a 148.350.000Km) e a 0,151 UA da Terra (a 22.650.000Km).

 

Não se verificando como se vê hipótese de qualquer tipo de Impacto (direto/indireto), ficando-se apenas a aguardar que nenhum mais pequeno (e sem qualquer tipo de Aviso) nos alcance:

 

Como se terá passado em CHELIABINSK (Rússia) a 15 de Fevereiro de 2013 (pelas 09:20 locais) com um objeto a entrar na atmosfera terrestre, transformando-se numa BOLA-DE-FOGO e explodindo de seguida – desintegrando-se e provocando uma onda de choque, causando danos materiais (telhados/janelas/etc.) e cerca de 1.200 feridos.

 

Num Evento sem Aviso Prévio.

 

(imagens: Arecibo Observatory/earthsky.org e JPL/wikipedia.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:44

22
Out 18

Mais uma tangente a cerca de 15.000Km

 

Recordando os efeitos da entrada e explosão (ocorrida na atmosfera a 30/50Km de altitude) de um objeto de uns meros 17 metros (com baixa trajetória e deslocando-se a uma v = 30Km/s) provocando cerca de 1200 feridos e muitos danos materiais (telhados, vidros) – devido à respetiva onda de choque. Numa chegada sem aviso prévio (meteoro de Cheliavinsk/Rússia).

 

asteroids-within-1ld-2018-by-october-19-2018.jpg

Evolução mensal do nº de asteroides

(passando a menos de 1LD da Terra)

 

Descoberto na passada sexta-feira (dia 19 de Outubro) cerca de 90 minutos antes de atingir o seu ponto de maior aproximação ao nosso planeta (colidindo com a Terra tendo pouco tempo para o lançamento de um aciso prévio), o asteroide 2018 UA (pertencendo ao grupo Apollo de asteroides) de cerca de 2,5m a 5,0m de dimensão fez-nos uma tangente (4ª mais próxima nas tabelas) a cerca de 15.000km de distância.

 

Viajando a uma velocidade perto dos 14Km/s e impactando a Terra (não tendo sido esse o caso) podendo ter provocado uma Bola de Fogo e a queda de pequenos meteoroides (fragmentos) – entre outros fatores originando o fenómeno (como sua composição e ângulo de entrada) devido à sua pequena dimensão. E neste ano de 2018 com o mês de Setembro a deter o recorde, com o asteroide 2018 UA a ser o 56º a passar a menos de 1LD da Terra.

 

[1LD = 384.402Km]

 

(dados e imagem: watchers.news)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:22

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