mais sobre mim

Sábado, 17 DE Fevereiro DE 2018

Retrato da Terra e da Lua a mais de 60 milhões de Km

Uma imagem muito semelhante se observada por um Marciano, já que relativamente ao nosso planeta, Marte tem o seu periélio a apenas 54,6 milhões de Km de distância (afélio a 225 milhões de Km).

 

earth-moon_navcam1.png

A Terra e a Lua

Fotografadas por OSIRIS-REx

(imagem: nasa.gov)

 

Imagem centrada no planeta Terra e no seu satélite natural a Lua ‒ obtida em 17 de Janeiro de 2018 a partir da sonda da NASA OSIRIS-Rex (lançada a 8 de Setembro de 2016 de Cabo Canaveral) ‒ quando a mesma se encontrava a 63,6 milhões de quilómetros de distância (do nosso planeta).

 

Com a Terra ao centro da referida imagem (e a Lua à sua direita) e num momento em que a sonda se afastava da Terra a uma velocidade de 8,5Km/s: numa missão tendo como objetivo o estudo e a recolha de amostras de um asteroide (101955 Bennu) e o seu transporte para a Terra.

 

Num retrato mostrando simultaneamente:

 

(1) A nossa imensa pequenez face à Infinidade do Universo em que nos inserimos (Sistema Solar/Terra/Homem),

 

(2) Elucidando-nos de como a noção de distância entre dois pontos é tão relativa (se compararmos as distâncias/tempos de viagem antes/depois de certos saltos civilizacionais, com a razão Tempo/Espaço ‒ para um determinado percurso ‒ estreitando-se rapidamente tendendo para zero) e adicionalmente,

 

(3) Revelando a nossa já apreciável capacidade científica e tecnológica (atual) tornando o Homem capaz de atingir um Mundo Estranho (recolhendo amostras do mesmo) e regressar de novo a casa. Um facto comprovado já lá vai quase meio século (com as naves tripuladas Apollo durante a década de 70 tocando a superfície da Lua) agora reiniciado mas sem a presença (no veículo espacial) do elemento principal o Homem.

 

Dando sempre que pensar, na busca de uma explicação aceitável (e já agora credível para justificar a ida Lua e o seu posterior abandono) ‒ quando tudo se iniciou em 20 de Julho de 1969 com o primeiro Homem (Neil Armstrong) a pisar a Lua (até aí um Mundo Desconhecido e Estranho).

 

earth-moon_navcam1 b.png

Dois pontos impercetíveis para lá do Sistema Solar

Mas com um dos impercetíveis, sendo bem peculiar

(a Terra)

 

A Terra vista como um pequeno ponto (pelo que dizem predominantemente azul) integrando um conjunto mais vasto com cerca de 4,6 biliões de anos (o Sistema Solar) e que ao contrário dos outros componentes desse mesmo conjunto (integrado por sua vez num ainda mais vasto, a galáxia da Via Láctea) apresenta uma característica única e deveras extraordinária (porque nunca observada noutros parâmetros ou mundos): Vida. E para um extraterrestre nunca lhe passando pela cabeça (não sendo um caso de projeção incorreta) “A regra na Terra ser a Morte”, num contributo para a Extinção da espécie mais organizada (e dita inteligente e superior) do nosso (para já único e por habitado) planeta.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:28
Quinta-feira, 11 DE Janeiro DE 2018

Homem vs. Asteroide

Faltando-se saber apenas, quem primeiro entrará em ação (pela Negativa)

O Homem ou O Asteroide.

 

Se analisarmos os maiores impactos com a Terra registados nos últimos (digamos) 600 000 anos e tentarmos calcular uma periodicidade para a concretização de tais Eventos (envolvendo sobretudo cometas/asteroides), verificamos que tomando em consideração este período (mais recente e cerca de 0,01% da História da Terra) o nosso planeta já deveria ter sido sujeito a um novo impacto (deste nível de intensidade) ou então estar prestes a sê-lo: com o período a ter-se iniciado há uns 15 milhões de anos (e não se tendo conhecimento da sua confirmação) podendo estar prestes a ocorrer ‒ talvez mesmo amanhã, talvez dentro de uns anos ou no máximo de mais uns 15 milhões (não muito quando já somos biliões).

 

apophis.jpg

 

Se tendo os dois primeiros impactos relevantes sido registados há quase 2 biliões de anos (cratera de Vredefort/África do Sul de raio 190Km e Bacia de Sudbury/Canadá de raio 65Km), já com os seguintes a serem assinalados e referidos (aproximadamente) há cerca de 600, 350 e 200 milhões de anos atrás (já com um período mais curto). E com a passagem dos anos desde a formação da Terra e simultaneamente por todos os impactos ocorridos (os mais recentes e aqui assinalados) com os períodos a encurtarem-se passando de biliões a milhões e de imediato de milhões a milhares (sugerindo-nos como consequência da Evolução períodos ainda mais curtos, talvez como na Fundação do Sistema Solar ‒ expansão seguida de contração subordinada às mesmas leis do eletromagnetismo deste Universo Vivo e Elétrico). Nos últimos 100 milhões de anos com Eventos há 70, 65, 36 e 35 milhões (valores aproximados) encurtando a Periodicidade e aumentando os Casos: como parece indicar o contínuo aumento do número de objetos circulando no Espaço em nosso redor e aproximando-se (alguns de grandes dimensões) ou atingindo a Terra (felizmente e para já de reduzidas dimensões/densidade/velocidade/ângulo de entrada e desintegrando-se rapidamente na atmosfera) parecendo mesmo exponencial (o crescimento) e não oferecendo garantias (com alguns impossíveis de prever e garantir a nossa imprescindível segurança) ‒ com muitos (asteroides) a serem descobertos à Passagem ou depois (sendo nós todos apanhados ao Vivo e em Direto).

 

asteroids_2004_MN4_Apophis_1__Lorenzo_Barcella.jpg

 

Mas apesar de existir sempre o perigo de tal como no Passado a Terra vir a ser atingida no Futuro (no presente a atmosfera do nosso planeta é diariamente atravessada por provavelmente milhares de fragmentos, de maior ou menor dimensão, naturais ou artificiais) sendo o caso mais famoso de previsão de um possível e próximo impacto com a Terra o asteroide Apophis (período orbital menor que 1 ano terrestre), com a sua próxima aproximação (ao nosso planeta) a estar marcada para o ano 2029 (daqui a apenas 11 anos) ‒ indicado para 13 de Abril ‒ e segundo cálculos da NASA (sempre relativos devido às diferentes condições do DUO Espaço/Objeto na sua movimentação no interior do Sistema Solar) passando a apenas 30 000Km da Terra (0,76 LD) a uma velocidade perto dos 30Km/s: inicialmente (aquando da sua descoberta) com uma possibilidade de impacto (em 2029) de quase 3% (atingindo um nível elevado na escala de Turim/Nível 4 ‒ probabilidade de colisão/destruição) para acabar despromovido até ao nível mais baixo (zero) ‒ mas não desprezando os cálculos e possíveis novos erros (ao longo do seu percurso sendo introduzidos faltando ainda uns anos) tendo em atenção 2029 e a sua próxima (e maior) aproximação agora em 2036.

 

(imagens: wordpress.com e celestiamotherlode.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:04
Quinta-feira, 14 DE Dezembro DE 2017

A Visita do Alienígena Oumuamua

Um Estranho Numa Terra Estranha

 

“If this object is natural in origin, there should be many more like it in the solar system… and even if most of them are natural, perhaps one of them will be found to be of artificial origin, some space device or junk from an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

OumuamuaDrawing_ESO_1280.jpg

Oumuamua

 

Com todos aqueles que acreditam que existe Vida para Além da Terra (no interior do seu Ecossistema) e de que qualquer sinal ou vestígio de Vida Inteligente (por mais estranho e deslocado que nos pareça) deve ser sempre investigado, a passagem de um corpo celeste pelo interior do Sistema Solar (como o objeto OUMUAMUA) nas proximidades da nossa estrela (e como tal da Terra), vêm-nos proporcionar um período de tempo (ainda apreciável) para enquanto o mesmo estiver no seu interior/limites/ou proximidade (tendo ultrapassado as fronteiras do Sistema Solar a sonda VOYAGER 1 encontava-se em Novembro a 21 biliões de Km/140UA do Sol) o explorar, o estudar e o tentar identificar: com o corpo celeste OUMUAMUA a ser identificado como um objeto INTERESTELAR (oriundo de outra Estrela que alguns sugerem ser VEGA), o primeiro a ser registado vindo do Espaço Extrassolar (como tal um Pioneiro) e orbitando na sua trajetória o Sol (atravessando o nosso Sistema), para finalmente regressar às suas origens e se perder para lá da NUVEM de OORT. Um objeto inicialmente identificado (até pela sua forma) como sendo um cometa, mas posteriormente até pela falta de alguns elementos característicos do mesmo (ao aproximar-se do Sol não aumentando significativamente o seu brilho nem produzindo a sua típica e extensa cauda) sendo designado como um Asteroide (A 2017 UI/OUMUAMUA/I1/2017 U1) com forma cilíndrica, cerca de 400 metros de comprimento e deslocando-se a uma velocidade ultrapassando V=320000KM/h ‒ e tendo em atenção o remetente (Extrassolar) e o destinatário (a Terra) podendo-se afirmar ser de origem EXTRATERRESTRE. Só faltando saber se de origem Natural (confirmando-se o Asteroide) ou se de origem Artificial (confirmando-se o Artefacto).

 

“The more I study this object, the more unusual it appears, making me wonder whether it might be an artificially made probe which was sent by an alien civilisation.”

(Stephen Hawking)

 

844d4a2d00ec77157da5d2682af1841f--cus-damato-cover

Rama

 

Ontem quarta-feira dia 13 de Dezembro de 2017 com o apoio do físico inglês Stephen Hawking (liderando cientificamente o projeto) e o financiamento do milionário russo Yuri Milner (entrando com perto de 100 milhões de dólares) iniciando-se o período de observação do asteroide OUMUAMUA (a partir de telescópios terrestres), procurando-se através da utilização de radio-observatórios (como o telescópio de GREEN BANK instalado no estado norte-americano da Virgínia) algum tipo de sinal oriundo do objeto que possa significar e traduzir a sua origem natural ou então artificial: apontando-se apenas um microfone em direção ao trajeto percorrido pelo asteroide (no seu caminho de regresso ao Espaço Extrassolar) e por processos paralelos de comunicação interagindo com o mesmo, esperando (vindo) do outro lado por uma resposta clara e decisiva. Tendo passado pela órbita de Marte no início de Novembro (2017), passando pela de Júpiter em Maio (2018) ‒ Neptuno (o mais distante planeta do Sistema Solar) lá para 2022 ‒ e ainda por muitos anos podendo ser acompanhado dentro e fora do Sistema (em 2034 Oumuamua estará a cerca de 100UA de distância). E sabendo-se da importância que a visita de seres alienígenas (à Terra) poderia ter para a Evolução da nossa Civilização (até ao presente unicamente assente na existência do Homem e centrada no mesmo) não deixando de recordar afirmações anteriores (tornando o tema mais credível) do físico inglês (Stephen Hawking) sobre esse mesmo tema:

 

“Such advanced aliens would perhaps become nomads, looking to conquer and colonize whatever planets they could reach. If so, it makes sense for them to exploit each new planet for material to build more spaceships so they could move on. Who knows what the limits would be? We don't know much about aliens, but we know about humans. If you look at history, contact between humans and less intelligent organisms have often been disastrous from their point of view, and encounters between civilizations with advanced versus primitive technologies have gone badly for the less advanced. A civilization reading one of our messages could be billions of years ahead of us. If so, they will be vastly more powerful, and may not see us as any more valuable than we see bacteria.” (Stephen Hawking/Discovery Channel TV)

 

1242-sound-waves_4-sm.jpg

Ondas Sonoras

 

Com a observação nas mais diversas frequências de radio a terem-se efetivamente iniciado a 23 de Novembro deste ano (com o Instituto SETI a utilizar o telescópio ATA localizado na Califórnia) ‒ já com mais de 60 horas de registos ‒ e posteriormente prosseguindo com a colaboração do Breakthrough Listen (um grupo de iniciativas inovadoras, neste caso ligado ao Espaço) a partir de 13 de Dezembro (e utilizando o telescópio de Green Bank instalado na Virgínia). O mais certo sendo escutarmos (apenas) Silêncio, oriundo do misterioso (e estranho) Oumuamua (apesar de toda a matéria ter a sua própria assinatura sonora).

 

(imagens: nasa.gov/pintrest.pt/wonderopolis.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:53
Terça-feira, 12 DE Dezembro DE 2017

Asteroide ou Nave Espacial?

Ilustração (de ESO/M. Kornmesser) do asteroide INTERESTELAR descoberto no passado dia 19 de Outubro de 2017 pelo telescópio PAN-STARRS 1 (localizado no Hawaii).

 

Breakthrough Listen is Going to Scan

OUMUAMUA

 

interstellar_asteroid.jpg

Ilustração

 

You Know, Just to be Sure it’s Just an Asteroid and Not a Spaceship.

(Matt Williams/Universe Today)

 

“‘Oumuamua’s presence within our solar system affords Breakthrough Listen an opportunity to reach unprecedented sensitivities to possible artificial transmitters and demonstrate our ability to track nearby, fast-moving objects. Whether this object turns out to be artificial or natural, it’s a great target for Listen.”

(Andrew Siemion/SETI)

 

Deixando todo o Mundo minimamente interessado com a passagem recente (meados de Outubro) de um corpo celeste INTERESTELAR no interior do nosso SISTEMA SOLAR ‒ o asteroide OUMUAMUA ‒ o relativo interesse demonstrado pelo raro acontecimento ocorrido (este ano) no interior deste Sistema Planetário cresceu exponencialmente (entre leigos e eruditos), quando todos tomaram finalmente conhecimento das dimensões e sobretudo da forma do referido objeto: e a partir daí surgindo a dúvida se (esse objeto Interestelar) seria mesmo um Asteroide (inicialmente pensava-se ser um cometa) ou até uma Nave Espacial (como a da história de Arthur C. Clarke Encontro com Rama em que uma nave espacial de forma cilíndrica e chamada RAMA, viaja pelo Sistema Solar a caminho de outra Estrela ‒ e talvez sendo/sem consenso oriunda de VEGA).

 

E a partir daí levando os cientistas a estudar com mais profundidade este asteroide Interestelar (oriundo do exterior do Sistema Solar) centrando toda a atenção sobre OUMUAMUA pelo menos enquanto estiver por perto (e no interior do Sistema): tendo passado no seu ponto de maior aproximação ao Sol em Setembro (de 2017) e quando observado em Outubro (do mesmo ano) estando já a mais de 32 milhões de Km da Terra e deslocando-se a uma velocidade superior a V=315.000Km/h (e a esta velocidade podendo já ter-se distanciado mais uns 450 milhões de Km) ‒ mas por este mês de Dezembro (ainda de 2017) ainda estando a caminho do 5º planeta do Sistema (Solar) o planeta gigante Júpiter. Para tal empreendimento a ser iniciado no mais curto período de tempo (cada dia que passa o asteroide vai-se afastando uns 7/8 milhões de Km do Sol) e tendo como objetivo o estudo deste objeto cilíndrico e de uns 400 metros de comprimento (Asteroide? Nave?), com os cientistas a conjugarem esforços e a juntarem todos os seus conhecimentos para definitivamente poderem (claramente) informar se tal objeto seria mesmo um asteroide ou um outro artefacto.

 

Com as Iniciativas BREAKTHROUGH (apoiando-se num projeto do empresário russo Yuri Milner para procurar Inteligência Extraterrestre) a assumirem as Rédeas do Processo (de observação do objeto) e a apontar todos os instrumentos (de observação espacial disponíveis sendo o caso dos observatórios de ondas de rádio) em direção a OUMUAMUA: e tendo o apoio de homens-sábios como o do físico Stephen Hawking, tentando OUVIR o OBJETO e descobrir o que ele é. Iniciando-se já esta quarta-feira (dia 13 de Dezembro) a observação de OUMUAMUA (com a preciosa colaboração do GREEN BANK OBSERVATORY localizado no estado da Virgínia/EUA) e tendo-se dado o arranque caso se ouvissem sons (estranhos) oriundos do objeto, então tendo-se mesmo que colocar a questão de a comunicação ser (a resposta vinda de Oumuamua) artificial e alienígena.

 

(imagem: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:08
Terça-feira, 28 DE Novembro DE 2017

O Monstro de 5 Km de Diâmetro

Um asteroide como o 3200 PHAETHON ao embater na Terra provocaria uma explosão com uma energia cinética equivalente a 10 milhões de megatoneladas de TNT, uma cratera podendo atingir 100Km de diâmetro, quedas de material resultante do impacto podendo atingir os 1100Km de distância, um impacto regional ainda muito mais vasto (nuns 5000Km de raio), sismos/furacões/tsunamis a nível global, tudo num cenário generalizado de grande catástrofe complementada pelos efeitos imediatos (e extremamente nocivos) nos céus/na atmosfera/na camada de ozono, podendo provocar um dramático efeito de estufa e levar à extinção de plantas e de animais (e logicamente até do Homem).

 

3200_Phaethon_orbit.jpg

O asteroide 3200 Phaethon cruzando as órbitas de Mercúrio, Vénus, Terra e Marte

 

Mais um asteroide de enormes dimensões (um monstro de mais de 5Km de diâmetro) passará no próximo dia 17 de Dezembro (um Domingo) a cerca de 10 milhões de Km da Terra: um asteroide observado pela 1ª vez há mais de 40 anos (o seu período é de cerca de 40,29 anos) e conhecido como 3200 PHAETHON (1983TV). Um asteroide Apollo cruzando as órbitas de planetas como Mercúrio, Vénus, Terra e Marte.

 

Dadas as suas dimensões (o que significaria um impacto de um calhau deste tamanho com a Terra) e a sua passagem nas proximidades da Terra (depois da Lua o corpo celeste a 17 de Dezembro circulando mais perto do nosso planeta) ‒ e sabendo-se que numa das aproximações que se seguem (lá para 2093) passará a apenas uns 3 milhões de Km da Terra ‒ suscitando alguns receios pela sua presença e passagem (perto de nós).

 

Um asteroide já anteriormente considerado um cometa (com a observação de poeiras acompanhando o corpo celeste), eventualmente emitindo um brilho suficiente para ser visto da Terra utilizando um pequeno telescópio e no seu periélio (ponto de maior aproximação à nossa estrela) localizando-se a quase 21 milhões de Km do Sol (e deslocando-se a uma velocidade média de 20Km/s).

 

46A2E3D100000578-5111941-image-a-19_1511458441845.

Com Zeus a ter que intervir para salvar a Terra do semideus Phaethon

 

Com Sites como o ufosighthingshotspot.blogsopt.pt a associar (entendendo-se a ligação) a passagem do asteroide (anteriormente possível cometa) com o nome ao mesmo atribuído ‒ PHAETHON ‒ um semideus grego que tendo pedido emprestado a Carruagem do Sol ao seu pai o Deus HELIOS, não conseguindo controlar os cavalos (puxando a carruagem) e quase incendiando a Terra (à sua passagem descontrolada), obrigou ZEUS a matá-lo de modo a salvar o planeta.

 

E no entanto com Sites como o spaceweather.com na sua seção de NEAR ERTH ASTEROIDS (associado ao JPL/nasa.gov) ‒ especializados na deteção de objetos circulando nas proximidades da Terra ‒ a não darem nenhum relevo particular à passagem do asteroide 3200 PHAETHON, ignorando-o na tabela (publicada em spaceweather.com) e apenas mencionando (para 17) o objeto 2017 VT14 (de d=105m e passando a menos de 1500 milhões de Km da Terra).

 

(imagens: wikipedia.org e dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:24
Terça-feira, 21 DE Novembro DE 2017

Alienígena Vindo de Vega ‒ A 25 anos-luz de distância

Da Constelação Lira para o Sistema Solar

 

From Vega with love: Pegasus interstellar asteroid's next stop

Out-of-shape ‘Oumuamua only looks like a starship, right?

(Richard Chirgwin/theregister.co.uk)

 

eso1737a.jpg

Asteroide Interestelar 1I/2017 U1

 

No passado dia 19 de Outubro (há pouco mais de um mês) o telescópio PAN-STARRS-1 instalado no Hawaii (EUA) detetou a passagem nas proximidades do Sol (e logicamente da Terra) de um estranho asteroide (inicialmente pensando-se tratar-se de um cometa) ‒ o 1I/2017 U1 (aka.Òumuamua): confirmando-se posteriormente através de dados complementares recolhidos pelo VLT (um outro telescópio localizado no Chile) e por estudos realizados no Instituto de Astronomia do Hawaii (pelo Dr. Karen Meech) não se tratar este corpo celeste de um cometa mas sim de um asteroide, ser de origem exterior ao nosso Sistema Solar (Interestelar) e ao contrário da esmagadora maioria (dos asteroides) ter uma forma deveras estranha (alongada) ‒ sendo bastante comprido (uns 400 metros) e estreito. E baseando-se em cálculos entretanto efetuados descobrindo-se que o asteroide (no cumprimento do seu trajeto) já teria passado o seu ponto de maior aproximação ao Sol (no decorrer do mês de Setembro), girando em torno do seu eixo em pouco mais de 7 horas e devido a esse mesmo movimento e à sua forma bastante alongada (do objeto) variando muitíssimo de brilho.

 

This unusually large variation in brightness means that the object is highly elongated: about ten times as long as it is wide, with a complex, convoluted shape. We also found that it has a dark red colour, similar to objects in the outer Solar System, and confirmed that it is completely inert, without the faintest hint of dust around it.

(Dr. Karen Meech)

 

snapshot A.jpg

Passagem do asteroide pelo Sistema Solar

 

Um asteroide rochoso e denso (contendo uma grande quantidade de metal) com poucos vestígios de água (à sua superfície e sob a forma de gelo) e de uma cor escura/avermelhada: não tendo como seu ponto de referência (foco) a estrela do nosso Sistema, não se deixando apanhar (entrando/saindo) na sua passagem (mais próxima) pela força gravitacional do Sol e como consequência regressando de novo à sua origem (e remetente) o Espaço Interestelar (e para além do Sistema Solar). Talvez oriundo de VEGA (a estrela mais brilhante a norte da constelação LYRA), circulando a uma velocidade de quase 100.000Km/h e segundo alguns cálculos tendo abandonado esse Sistema (rodeando a estrela VEJA) há uns 300 000 anos (e vagueando pela Via Láctea talvez desde há uns milhões de anos podendo até ter outra origem qualquer). Na sua viagem de regresso ao Espaço Extrassolar e já depois de ter passado perto do Sol (em 9 de Setembro), estando prevista a sua passagem por Júpiter (o Gigante Gasoso) em Maio do próximo ano e em Saturno em Janeiro de 2019.

 

(imagens: eso.org)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 20:26
Quarta-feira, 15 DE Novembro DE 2017

Mais um Asteroide (sem Avisar) a Menos de 1 LD

Sendo o 47º asteroide a passar a menos de 1 LD (384 401 Km) do nosso planeta (a Terra) desde o início deste ano (de 2017) ‒ uma média ligeiramente superior a 1 asteroide/semana ‒ o corpo celeste 2017 VL2 (um asteroide do grupo Apollo) passou no passado dia 9 de Novembro a pouco mais de 118 000Km (0,31 LD) da Terra:

 

D.jpg

Figura 1

O asteroide 2017 VL2 ainda a 330 000Km da Terra

(descoberta no dia anterior à sua passagem próximo da Terra)

 

Tendo este asteroide a particularidade (além de ser um dos maiores ‒ 16/32 metros ‒ passando a menos de 1 LD) de só ter sido descoberto no dia anterior ao da sua passagem/dia 8 (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta) e de em caso de um possível impacto, nem sequer haver tempo suficiente para qualquer tipo de reação (eficaz).

 

E sabendo-se como alguns destes asteroides têm sido descobertos no próprio dia ou mesmo após a sua passagem (devido entre outros aspetos a surgirem inesperadamente do outro lado do Sol, à sua reduzida dimensão ou à falta de equipamentos apropriados para a sua deteção) e ainda conhecendo-se os efeitos que um outro asteroide menor provocou (meteoro de Cheliabinsk com cerca de 17 metros no ano de 2013) ao entrar na atmosfera terrestre (1200 feridos devido à onda de choque que se seguiu à sua explosão/desintegração), tendo-se que concluir que a manter-se o atual cenário de previsão/prevenção deste tipo de Eventos (englobando todos os objetos movimentando-se perto da Terra ‒ ou não) um dia tal como Obélix temia “O Céu poderá cair sobre as nossas Cabeças”.

 

2017-1-ld.png

Figura 2

Eastern Intelligence Space & Survival CO

(eissco.co.uk)

 

Mantendo-se a média (até ao final deste ano) ainda podendo aparecer (no mínimo) uns outros 7 asteroides (detetados a tempo ou não) ‒ dando naturalmente que pensar: já que há cerca de 2 000 anos anunciando o nascimento de Jesus, um Evento (dirigindo os três reis Magos até ao berço do Menino) ocorreu no Céu, com o aparecimento da Estrela de Belém (dirigindo os três reis Magos até ao berço) sobre a região de Belém na Judeia.

 

Podendo ser um cometa (porque não um pequeno asteroide entrando na atmosfera), o aparecimento de uma Supernova ou até uma conjugação de astros, dando no Céu uma ilusão (momentânea) de estarmos perante uma estrela ‒ mas nada de comparável (felizmente) com um cenário extremo como a que levou à Extinção dos Dinossauros.

 

Mas felizmente sem nada previsto (para já), senão e como sempre (falando dos tempos recentes) a chegada do Pai Natal.

 

ssd_banner.jpg

Figura 3

JPL Solar System Dynamics

(nasa.gov)

 

[Na informação recentemente fornecida pela NASA (JPL Small-Body Database Browser) com o asteroide 2017 VL2 a ser observado pela 1ª vez a 10 de Novembro (um dia depois e não um dia antes como inicialmente anunciado) e com a sua órbita a ser definida apenas a 13 de Novembro ‒ e assim com o mesmo a passar no seu ponto de maior aproximação (à Terra) antes das duas datas anteriores a 9 de Novembro.]

 

[Na Figura 2 cada mês é referido a um par de letras (cada um delas representando uma quinzena); por exemplo com o 1º mês/Janeiro referido a A/B, o 2º mês/Fevereiro a C/D, etc.]

 

(imagens: The Watchers ‒ nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:09
Terça-feira, 07 DE Novembro DE 2017

Em Rota de Colisão com a Terra

“Though too small to earn the distinction of "planet", asteroids and comets loom large in literature and folklore. The reason is clear: one of the chunky rocks or icy mud balls will eventually slam into Earth and change the planet irreversibly. Such an impact 65 million years ago is widely believed to have killed off the dinosaurs.” (nationalgeographic.com)

 

Com a Terra a ser diariamente circundada por pequenos, médios e grandes objetos atravessando o Sistema Solar e fazendo a sua visita cerimonial e periódica ao Sol (ou não fosse a nossa estrela a principal referência deste Sistema Planetário), uma das principais preocupações induzidas pela sua passagem no caso (sempre possível) de interferirem com as condições atuais do nosso Ecossistema (Terrestre), reside no facto de se saber o que fazer quando chegar o dia em que se certificar (com toda a certeza) a concretização de um próximo impacto com o nosso planeta: sabendo nós o que sucedeu com os Dinossauros (a espécie então dominante, na atualidade podendo-se comparar ao Homem) quando um desses objetos colidiu com a Terra (há uns 60 milhões de anos) provocando um Evento Global ao Nível da Extinção ‒ e como tal extinguindo a Espécie Dominante os Dinossauros. E até com um menor impacto (mas servindo de aviso e de alerta para outras circunstâncias e consequências mais gravosas) com o recente caso do Meteoro de Cheliavinsk, um objeto com menos de 20 metros de diâmetro que ao entrar na atmosfera terrestre (sobre a Rússia, numa trajetória baixa e a mais de 100.000Km/h) acabou por explodir (e desintegrar-se a cerca de 30/50Km de altitude) originando uma violenta onda de choque atingindo o solo e provocando 1200 feridos e muitos danos material.

 

2012tc4-graphic.jpg

Asteroide 2012 TC4 passando a cerca de 50.000Km da Terra

(a 12 de Outubro de 2017)

 

E com tantos objetos atravessando o Sistema Solar oriundos do seu Interior, das suas Periferias ou mesmo para lá das últimas e ainda não muito bem definidas Fronteiras (deste Sistema visto como uma Célula, integrando um Organismo Vivo e Eletromagnético), sendo natural a preocupação do Homem com o movimento destes Viajantes (muitos deles conhecidos outros surpreendendo), uns passando bem longe, outros a meio caminho e outros mais curiosos (os mais perigosos) dando a voltinha junto ao Sol e aproveitando para espreitar o Espaço em seu redor: por vezes sendo tal o interesse e a proximidade que o Choque é inevitável (dando-se aí o Impacto). Com as consequências de um tipo de impacto como o atrás referido (Terra/Objeto) a dependerem de diversos fatores, desde a dimensão do mesmo, à sua densidade, velocidade, ângulo de entrada e até local de impacto (no mar ou em terra, numa zona deserta ou habitada). Sendo os mais conhecidos (entre outros) as Estrelas Cadentes (que tantas vezes vemos nos céus limpos e noturnos de Verão), os Meteoros, os Asteroides e os Cometas. Hoje dia 5 de Novembro de 2017 estando prevista a passagem de mais 4 asteroides nas proximidades da Terra (passando entre 1.700.000Km/6.500.000Km do nosso planeta) já depois de um outro ter passado a cerca de 230.000Km (a 30 de Outubro) e de a 25 de Outubro termos sido visitados por um cometa. No dia 17 de Novembro estando ainda prevista a passagem de um maior asteroide (neste mês até essa data) o 444854, tendo mais de 300 metros de diâmetro e passando a 6.000.000Km da Terra.

 

E se quanto aos asteroides não se prevê que nos anos mais próximos nenhum deles venha a colidir com a Terra (pelo menos os de grande ou média dimensão mais facilmente detetáveis), existem algumas exceções que deveremos tomar sempre em consideração: sendo o caso dos objetos de mais pequenas dimensões ou daqueles que nos possam surpreender vindo do lado de lá do Sol (aí temporariamente escondidos) ‒ muitos deles sendo apenas detetados pouco tempo antes da sua passagem (no ponto de maior aproximação ao nosso planeta), ou ainda pior no próprio momento, ou mesmo depois (existindo um impacto só tendo conhecimento no Momento). Algo que tem sucedido cada vez com maior frequência e que inevitavelmente levará os interessados a elaborarem (obrigatoriamente) outras estratégias de intervenção imediata e eficaz (que poderão ser para o Homem de sobrevivência). Quanto ao Cometa aproveitando para falar dele como um dos viajantes/visitantes induzindo ao Homem mais medo e mais receio (desde há muitos séculos no passado) ‒ e tal como os Asteroides sugerindo Apocalipses, Fins-do-Mundo e Extinção. No caso do Asteroide orientando a nossa atenção (do Homem) para os planos da NASA para nos proteger destes objetos (e à Terra) ‒ utilizando o asteroide 2012 TC4 ‒ e no caso do cometa aproveitando uma nova visita do cometa 96P.

 

20171026_1006_c3_512.jpg

O cometa 96P na sua trajetória de aproximação em torno do Sol

(a 25 de Outubro de 2017)

 

No caso do asteroide 2012 TC4 (com um período orbital de 5,05 anos) um pequeno objeto de cerca de 15 metros de dimensão e tendo passado a 12 de Outubro deste ano a pouco mais de 50.000Km da Terra, com a NASA a utilizar o mesmo para testar a hipótese, perigo e possível impacto de um objeto similar (ou maior) com a Terra, de modo a utilizando tecnologia inovadora, diversificada e rapidamente acessível, tentar dar uma resposta imediata e eficaz à ocorrência de um Evento deste tipo, previsível de ocorrer num curto/médio prazo (de um mês, de um ano, de uma década, ou pouco mais). E tal como o mencionado no artigo da RT (Divert, intercept, destroy: 4 ways NASA plans to save us from Earth-bound asteroids/rt.com) procurando todas as soluções possíveis para evitar (decisivamente) a chegada do dia em que sucederemos aos Dinossauros ‒ hoje com o Homem a ter acesso a tecnologia nunca acessível aos nossos Antepassados: como o Raio Trator de Gravidade ou o Raio Laser, ou então com um Impacto Cinético ou então Nuclear.

 

Já no que concerne ao cometa 96P (descoberto há 31 anos pelo astrónomo amador Donald Machholz) sendo nestes últimos dias notícia (nos Meios Científicos Internacionais) dada a sua recente visita ao Sol (periélio a 27 de Outubro) num trajeto observado e registado pelas câmaras da missão SOHO (um observatório solar): no dia 25 de Outubro deste ano entrando no seu campo de observação (das câmaras SOHO), após o cumprimento por parte do cometa 96P de mais um trajeto orbital em torno do Sol, executado num período de tempo de 5,28 anos por um calhau (com núcleo, cabeleira e cauda) com uma dimensão estimada de quase 6,5Km ‒ pela sua composição muito previsível e originalmente oriundo do Espaço Extrassolar (e posteriormente cumprindo um trajeto orbital em torno do Sol, apresentando como periélio um ponto no interior da órbita de Mercúrio e como afélio um ponto exterior à orbita de Júpiter). Depois da última passagem de 96P em 2012, repetindo-se o acontecimento em 2017 e correndo tudo como de costume reaparecendo em 2022 ‒ ou não fosse um dos cometas mais observado até pela sua menor distância (alcançada no seu periélio com uns 18,5 milhões de Km) ao Sol e obviamente à Terra. E entre Asteroides e Cometas e outros Viajantes do Espaço (incluindo neles a Terra) tendo que estar sempre atento (mais vale prevenir do que remediar) até para uma possível Visita (de um Objeto ou de um Sujeito), Invasão ou Redireccionamento (tal como aqui já acontece).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:27
Segunda-feira, 23 DE Outubro DE 2017

A Segunda lua da Terra

Segundo a NASA com o objeto (asteroide) orbitando a Terra há cerca de um século e muito provavelmente mantendo-se nas redondezas por mais uns quantos séculos ‒ daí e ao contrário de outros podendo ser considerado a Lua 2.

 

earth1gif 2.gif

A terra e a sua lua temporária 2016 HO3

(ilustração)

 

Avistado pela 1ª vez em 27 de Abril de 2016 pelo telescópio PAN-STARRS 1 instalado no HAWAII (um dos 50 estados norte-americanos e numa iniciativa da NASA), o asteroide 2016 HO3 de dimensões entre 40/199 metros e tendo um período orbital de 365,9 dias (tempo gasto no seu movimento de translação em volta do Sol e acompanhando nesse trajeto o nosso planeta) ‒ tempo ligeiramente superior ao da Terra de 365,2 dias ‒ é hoje já considerado como o segundo objeto natural orbitando a Terra (no seu próprio movimento de translação em volta do Sol), fazendo-o a uma distância entre 14/40 milhões de quilómetros (mínima/máxima) e podendo ser designado como uma 2ª Lua (mais distante e mais pequena): tal como a Lua movimentando-se em torno do Sol e nessa sua deslocação (em torno da mesma estrela de referência) circulando simultaneamente em torno da Terra (no caso desta 2º lua girando em torno do seu eixo 2 vezes/hora e refletindo a luz do Sol tal como se fosse um asteroide).

 

Com outro potencial satélite (natural) orbitando o planeta Terra a ser o também asteroide 2003 YN 107, durante uma década orbitando o planeta mas acabando por abandonar as proximidades e desaparecer.

 

NewMoonHeader_1024.jpg

Órbita do asteroide 2016 HO3

(a 2ª Lua da Terra)

 

Uma Segunda Lua muito mais distante (no seu ponto de maior aproximação estando cerca de 30 X mais distante que a Lua) e muito mais pequena (d Lua ≈ 35.000 d Asteroide) do que até agora única e original (daí a dificuldade na sua observação) ‒ a nossa LUA ‒ entre muitos dos outros candidatos (uma meia-dúzia) a potenciais satélites (naturais e da Terra) e com alguns deles já tendo mesmo partido (deixando a região envolvendo a Terra e deslocando-se para outras paragens), sendo a única resistente (por ser mais facilmente observada e reconfirmada) a manter-se como tal: e depois da Lua gigante sendo esta a Lua anã. Podendo tratar-se apenas de mais um pequeno fragmento capturado (temporariamente) pela Terra e tal como muitos outros mais tarde ou mais cedo a serem novamente perturbados (por ação de outras forças exteriores na altura sobrepondo-se às até aí existentes), deixando a nossa zona e partindo para de onde vieram, para outro lado qualquer ou apenas aniquilando-se (contra o Sol ou outro objeto qualquer ou até mesmo desintegrando-se): mas para a nossa felicidade (existe outra Lua para além da Lua, Outro Mundo para Além do Mundo) e aumento no catálogo (quantos mais territórios disponíveis melhor, mesmo que não sirvam para nada), agora com mais um (elemento) e aumentando a Família (não estando assim tão sozinhos e abandonados no Cosmos, rodeados como estamos por tantos artefactos tão próximos e semelhantes para o nosso conforto), nem que apenas de forma (decorativa) e limitando-se a (meros) objetos.

 

(imagens: inverse.com/physics-astronomy.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:37
Quinta-feira, 21 DE Setembro DE 2017

Asteroide 2017 SR2

Um asteroide descoberto ontem e com a sua trajetória também definida ontem, passou também ontem a pouco mais de 90.000Km de nós (também ontem sendo o segundo).

 

Asteroid 2017 SR2 to flyby Earth at 0.24 LD on September 20, second of the day

(watchers.news)

 

gettyimages-488635541_custom-603e25a86d931acced784

 

Reportando-nos aos viajantes alienígenas (logicamente não sendo humanos) que por mais vezes nos visitam, temos que reconhecer que localizados num dos imensos braços que constituem a nossa galáxia (Via Láctea), dificilmente alguma entidade por vontade própria ou acidentalmente nos tomará como alvo (Homem) e se dirigirá para cá: habitando uma galáxia pequena, em rota de colisão com outra (Andrómeda), num sistema microscópico (Sistema Solar) e num planeta completamente invisível (Terra).

 

A newly discovered asteroid designated 2017 SR2 will flyby Earth at a very close distance of 0.24 LD (~92 160 km / 57 265 miles) at 20:29 UTC on September 20, 2017. This is the second known near-Earth asteroid to flyby Earth at a distance of 1 LD today, the third within the past 7 days and the 31st since the start of the year.

(watchers.news)

 

E se nesse campo as perspetivas de visitas futuras por parte de entidades alienígenas parecem ser cada vez mais remotas (afastando-se de nós pelo menos temporariamente a possibilidade de contacto direto com vida orgânica), por outro lado a possibilidade de outro tipo de contactos não intervindo diretamente com interligações biológicas mas podendo suscitá-las assim como introduzi-las (um corpo pode ser o corpo de outro), pode revelar outros mundos de base sólida e mineral assim como berço de vida.

 

The closest one (2017 GM) flew past Earth at just 0.04 LD (~15 360 / 9 544 miles) on April 4. Its estimated diameter is between 2.8 and 6.3 m (9 and 20 feet). The largest so far was 2017 QP1 with an estimated diameter of 37 to 83 m (121 to 272 feet). It flew past Earth at 0.16 LD (~61 440 km / 38 177 miles) on August 14.

(watchers.news)

 

A2.jpg

 

Com alguns desses viajantes cumprindo o seu trajeto periódico e justificativo (cumprindo a sua missão específica no interior do Sistema e desse modo efetuando a sua manutenção) e atravessando (e movimentando-se por) todo o Sistema Solar, espalhando por todo esse conjunto (e estrutura) uma mensagem codificada de Vida preservada e transportada (em pequenos módulos no seu interior) e posteriormente e talvez de uma forma aleatória disseminada (talvez por acaso talvez por necessidade) num centro nevrálgico do Sistema Solar (pelo menos no que nos diz respeito e à nossa preservação como espécie inteligente e organizada ou seja dominante, evolutiva e sendo capaz de se estender no Espaço (pelo menos teoricamente) aproveitando um parâmetro para nós um pouco misterioso e abstrato (apesar de decisivo por limitar a nossa existência) a passagem do Tempo.

 

Nesses objetos integrando-se os cometas e de uma forma mais consistente (e interventiva na concretização do desígnio) outros corpos celestes, uns maiores e outros menores, com diferentes formas e texturas, constituição, massa e velocidade, órbita e período solar e podendo ser originários de locais mais ou menos distantes (mas existindo no interior do Sistema) sendo cientificamente conhecidos como meteoros (e meteoritos) e asteroides: com os asteroides a ser particularmente os mais interessantes (até na perspetiva prioritária de preservação da nossa segurança) dada a sua passagem, problemas dessa proximidade e até de um possível impacto.

 

Any asteroid falling from the sky would have a tremendous amount of energy. In 2028, the asteroid 1997XF11 will come extremely close to Earth but will miss the planet. If something were to change and it did hit Earth, what you would have is a mile-wide asteroid striking the planet's surface at about 30,000 mph. An asteroid that big traveling at that speed has the energy roughly equal to a 1 million megaton bomb. It's very likely that an asteroid like this would wipe out most of the life on the planet.

(Marshall Brain/ howstuffworks.com)

 

A1.jpg

 

Preocupando-nos neste último caso quando nem sequer há aviso (prévio) da sua eminente chegada, com estes objetos circulando a grande velocidade na nossa direção e só sendo detetados aquando ou mesmo depois da sua passagem (nas proximidades da Terra) fazendo-lhe uma tangente ou mesmo uma secante: sendo neste último caso exemplos o Evento de Tunguska (1908) e (mais recentemente e com menores consequências) o Evento de Cheliavinsk (2013).

 

Num só dia com dois asteroides a passarem a uma distância da Terra menor que a distância ao corpo celeste localizado mais perto de nós e por sinal (apesar de todas as nossas limitações) já visitado pelo Homem (a Lua situada a pouco mais de 384.000Km), um deles 2017 SM2 passando a 0.8LD (mais de 300.000Km) o seguinte 2017 SR2 a 0.2LD (mais de 75.000Km): dois pequenos objetos (12 e 7 metros respetivamente) deslocando-se a uma velocidade de 8.5 e 10Km/s e descobertos e com as órbitas definidas no dia da sua própria passagem (20 de Setembro) ‒ pouco antes, durante ou mesmo depois dessa mesma passagem.

 

Sendo o asteroide 2017 SR2 o 2º a passar ontem (num dia e depois do 1º o asteroide 2017 SM2), o 3º numa semana e o 31º desde o início de 2017 ‒ a passar a menos de 1LD de distância da Terra (uma ninharia de distância dada a dimensão do Sistema Solar, para já não falar da Galáxia/Via Láctea ou então do Universo): com 31 asteroides registados desde o início de 2017 a uma média bem próxima de 1 asteroide/semana (mais rigorosamente 0.825), sugerindo-se que num ano e nas suas 52 semanas (365/6 dias) cada vez são maiores as hipóteses de um dia (destes) um deles embater ‒ e depois logo se vê (mas esperando ser pequeno). Talvez em cada semana com uma percentagem de 2% de existir um impacto (como assim faltando percorrer 28% do ano).

 

(imagens: Andrzej Wojcicki/Getty Images/Science Photo Library RF e science.howstuffworks.com/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:41

pesquisar

 

Abril 2018

D
S
T
Q
Q
S
S
1
2
3
4
5
6
7
8
9
16
18
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30

comentários recentes

  • Excelente artigo, gostei da abordagem. Visite o me...
  • Tanta erudição para explicar o que o senso comum ...
  • «Tudo como dantes. Quartel em Abrantes» não é bem ...
  • Segundo a fonte oficial, NASA Contractor Report 18...
  • No seu trabalho como Comissário das Nações Unidas ...
  • Infelizmente pouco mudou deste o jogo com a Islând...
  • E até ao momento é o Rei. Mas ainda falta muita ép...
  • 17,52 m não é para qualquer um :)Parabéns Nelson É...
  • Eles só estão a adiar o inevitável. O Varoufakis s...
  • http://www.levif.be/actualite/international/la-gre...

blogs SAPO


Universidade de Aveiro