Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

26
Set 19

[Com ASTEROIDES alguns deles potencialmente perigosos,

circundando o SOL aparentemente adormecido.]

 

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O Sol a 22 de setembro de 2019

Sem apresentar manchas visíveis e com um mínimo solar em progresso

(ao fim de onze anos, na fronteira da mudança de ciclo)

 

Com o Sol ao fim de aproximadamente 11 anos a atingir de novo um novo mínimo solar − marcando o fim do 24º ciclo e o início do 25º − nestes últimos 3 meses não apresentando manchas solares visíveis em quase 90% dos dias (e sem nenhuma chama solar registada), podendo-se desde já afirmar que na passagem desta fase do mínimo do respetivo ciclo solar (por experiência e conhecimento, adquiridos em Ciclos anteriores), as previsões para o Espaço Exterior (tendo naturalmente reflexos na Terra) apontam (entre outros aspetos e segundo spaceweather.com) para a continuação da ausência das manchas e chamas solares, para o enfraquecimento do campo magnético do Sol e como consequência para o aumento de raios cósmicos entrando no nosso Sistema Planetário (Solar):

 

Estando o mínimo solar em progresso e pelos sinais, esperando-se a mudança (de Ciclo, período de 2008/2019) antes do final deste ano (de 2019).

 

Ultrapassando-se no Hemisfério Norte um Verão sem Manchas Solares (apenas 6 de pequenas dimensões) e com uma das poucas manchas surgidas nesse período (de 21 de Junho a 22 de Setembro) − a mancha AR 2744 – com esta (ainda segundo a Spaceweather) a reverter a sua polaridade magnética (+/- em vez de -/+) numa indicação (confirmação) de que o Mínimo Solar se aproxima do seu fim.

 

[E no 25º Ciclo Solar com o próximo Máximo

a estar marcado para o ano de 2023.]

 

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Podendo-se observar a evolução das manchas solares

no período de 2008 a 2019

(assim como o máximo deste 24º ciclo solar)

 

Aproveitando esta aparente tranquilidade do Sol (a nossa estrela de referência) em que a ação dos seus raios (solares) se reduz drasticamente − enfraquecendo por um lado a ação (de proteção) do campo magnético terrestre e abrindo por outro lado a porta de entrada de mais raios cósmicos (extremamente perigosos e penetrantes) no nosso Sistema (onde o nosso planeta se inclui) – o constatar da passagem (“passada quase desapercebida, por não suficientemente replicada”) no passado fim-de-semana (sábado, 21) e mais ou menos perto do nosso planeta (entre um mínimo de pouco mais de 75.000Km e um máximo de cerca de 7.500.000Km), de nada mais nada menos que 9 asteroides:

 

E com 4 deles passando a cerca de 1DL (Distância Lunar = Distância Terra/Lua = 384.401Km) da Terra ou ainda menos – 2019 SU2 (77.000Km) observado pela 1ª vez a 22, 2019 SD1 (115.000Km) observado pela 1ª vez a 20, 2019 SS2 (270.000Km) observado pela 1ª vez a 24 e 2019 SX (423.000Km) observado pela 1ª vez a 20.

 

Ou seja, com os 4 asteroides passando nas nossas proximidades (neste caso de dimensões reduzidas, entre 3/7 metros), dois deles sendo descobertos antes dessa passagem e dois deles sendo descobertos, mas depois da passagem:

 

[E se por acaso para além de virem sem aviso,

fossem maiores e impactassem

− O que seria da Terra e de Nós?]

 

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1998 HL1 ou 162082 o maior asteroide (440/990m)

a passar perto da Terra (cerca de 6 milhões de Km)

a 25 de outubro de 2019

 

No próximo dia 25 de Outubro de 2019 e com o Sol talvez tendo já iniciado um novo ciclo (o 25º), com um asteroide com quase 600 metros de diâmetro (589m) − o maior a passar mais próximo de nós, nos dois meses que aí vêm − e deslocando-se a uma velocidade de pouco mais de 11Km/s – 1998 HL1 − a passar a “apenas (e aproximadamente) 6.000.000Km da Terra (cerca de 1/25 da distância Sol/Terra).

 

Uma insignificância tomando em consideração os limites exteriores da Nuvem de Oort (podendo ser considerada a última fronteira do nosso Sistema Planetário), localizada a 100.000 UA de distância do Sol (15.000.000.000.000Km).

 

(imagens: spaceweather.com – watchers.news – newstate.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:41

24
Jul 19

[Tal com temia Obélix.]

 

Enquanto no dia de hoje (quarta-feira 24 de junho) é esperada a passagem de três asteroides (PHA) nas proximidades do nosso planeta

 

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– Dois de cerca de 70 metros de diâmetro e um terceiro “The Grat Pyramid Size Asteroide” com cerca de 30 metros – passando cada um deles a uma distância da Terra de (ordem decrescente) 4.700.000 Km (2015HM 10 a uma v=9,5Km/s), de 1.000.000 Km (2019OE a uma v=9Km/s) e de menos de 350.000 Km (2019OD a uma v=19Km/s) − uma distância menor que a distância Terra/Lua (384.400 Km) –

 

Algo que nos deveria preocupar bastante dado que se por um lado muitos desses objetos podem ser antecipadamente detetados (pela sua dimensão), outros menores, com constituições diferenciadas (mais ou menos densos) e deslocando-se a grandes velocidades, não o são, senão aquando da sua passagem ou mesmo após a concretização da mesma − e aí, existindo um possível Impacto, nada havendo a fazer senão assistir

 

Em Washington centro de todo o poder científico, tecnológico, económico, financeiro e militar terrestre, umas Bolinhas de Fogo continuam a estalar (como pipocas agora até de micro-ondas) tendo ainda como tema a “Interferência Russa nas Eleições de 2016”, agora tentando executar Muller, chegar ainda ao Presidente (desde sempre o objetivo) e assim promover mais uma “Chuva de Estrelas” infelizmente para os norte-americanos (e para o restante Mundo) de “Estrelas Cadentes”.

 

(imagem: Pixabay/rt.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:38

12
Mar 19

Tal como a presença de um anel (noutras situações de vários) nos pode indicar (por exemplo para um católico-romano) o nosso estado civil (solteiro ou casado) − sugerindo-nos a evolução de um processo associando-o a uma determinada pessoa (como poderia ser a um objeto) – será extremamente natural e de muito fácil aceitação (para o Homem) que situações como esta se possam replicar numa multitude de Universos e em todas as direções (e dimensões, não excluindo os Mundos Paralelos) estendendo-se do infinitamente pequeno (ferramenta inicial microscópio) ao infinitamente grande (ferramenta inicial luneta astronómica). E assim se chegando aos Anéis (um pouco maiores/exteriores) e à sua presença no Sistema (onde se inclui o nosso planeta, o Solar): anéis de Júpiter, de Saturno, de Úrano e de Neptuno (todos eles Planetas Exteriores e Gigantes Gasosos).

 

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Several dust rings circle the sun.

These rings form when planets' gravities tug dust grains into orbit around the sun.

Recently, scientists have detected a dust ring at Mercury's orbit.

Others hypothesize the source of Venus' dust ring is a group of never-before-detected co-orbital asteroids.

(texto: sciencedaily.com − ilustração: NASA's Goddard Space Flight Center/Mary Pat Hrybyk-Keith)

 

Agora com os anéis dos Planetas Exteriores a não serem exclusivos destes corpos celestes (integrando o nosso Sistema Solar), mas com os mesmos a poderem ser acompanhados por outros anéis (de poeiras ou de pequenos asteroides) como os existentes na orbita de Mercúrio (areias) e os acompanhando (e assim abastecendo de poeiras) a órbita de Vénus (pequenos asteroides) − curiosamente dois Planetas Interiores (à Cintura de Asteroides). E logicamente com um outro anel em torno do Sol (a estrela de referência do Sistema). E com a sonda solar PARKER (na sua Viagem rumo ao Sol) podendo ajudar nesta investigação/exploração.

 

“Just as dust gathers in corners and along bookshelves in our homes, dust piles up in space too. But when the dust settles in the solar system, it's often in rings. Several dust rings circle the Sun. The rings trace the orbits of planets, whose gravity tugs dust into place around the Sun, as it drifts by on its way to the center of the solar system.” (sciencedaily.com)

 

(consulta de texto/imagem: as indicadas)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:20

23
Mai 18

No início da passada semana foi notícia a hipótese levantada por alguns cientistas (astrónomos) de que o corpo celeste 2015 BP 519 (orbitando o Sol a uma distância média superior ao do planeta Neptuno, o planeta mais distante do Sistema Solar),

 

‒ Um planeta-anão de 400/700Km de diâmetro, orbitando o Sol a 35/825 UA de distância (mínima/máxima) e tendo um período orbital de aproximadamente 8912 anos

 

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Objeto 2015 BP 519 e Nono Planeta

(possíveis órbitas)

 

Poderia esconder atrás de si um outro objeto maior movimentando-se nas proximidades dos limites virtuais (regiões fronteiriças) do nosso Sistema Solar, sendo este o responsável entre outros aspetos pela excentricidade extrema do planeta-anão 2015 BP 519 (0.92) e pela sua inclinação (54⁰), no cumprimento da sua elipse.

 

Confirmando assim uma notícia anterior (de 2016), com outros dois cientistas (igualmente astrónomos) a declararem a existência de um outro objeto circulando bem para além da órbita de Plutão (localizado para além de Neptuno e anteriormente, antes de ser despromovido, considerado o planeta mais afastado do Sol), muito possivelmente um planeta gigante com uma massa umas 10X superior à da Terra:

 

Não o Planeta X (o misterioso e lendário planeta integrando o nosso Sistema muito falado mas nunca encontrado) quando Plutão ainda o era, mas o Nono Planeta (integrando o Sistema Solar e apesar da sua órbita extrema, rodeando em maior proximidade ou distância o Sol e os seus planetas e podendo no seu trajeto intersetar em tangente ou secante outras órbitas) despromovido o mesmo.

 

E deste modo relançando (para a ribalta e de novo) o nosso SISTEMA SOLAR,

 

‒ Considerado pequeno ou grande com muitos Segredos ainda por desvendar ‒

 

Inserindo-nos no Real (projetado) e confirmando o (nosso) Imaginário, apresentando-nos como proposta um Mundo-Irmão talvez do passado e de novo em aproximação (e como tal ‒ compreensão, prevenção e segurança ‒ necessitando análise e discussão).

 

Com o novo corpo celeste (o tal Planeta-Gigante afetando o Planeta-Anão) circulando atualmente para lá dos limites do nosso Sistema mas podendo ter a sua referência e centro na mesma estrela o SOL.

 

E falando do acompanhante ‒ o corpo celeste 2015 BP 519 ‒ e do protagonista ‒ o tal Planeta Misterioso ‒  deste cenário compartilhado ‒ extrassolar mas vizinho (e tendo ainda como hipótese, poder mesmo integrar o Sistema) ‒ aproveitando para refletir mais um pouco sobre esse planeta enigmático (recorrendo à nossa Imaginação como parte da Realidade) ‒ conhecido (entre outros nomes) por Nibiru, Planeta X, Nono Planeta ‒ atravessando e resistindo ao Tempo como se realmente existisse no Espaço.

 

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A Nuvem de Oort e o Sistema Solar

(comparação de distâncias)

 

Tendo em consideração que um corpo celeste como a Terra (um planeta) integrando o Sistema Solar (um Sistema Planetário tendo como referência o Sol) e circulando a apenas 1 UA de distância do Sol demora 1 ano a cumprir a sua órbita,

 

‒ Com um corpo do Cinturão de Asteroides (localizado entre as órbitas de Marte e de Júpiter) como Ceres (planeta-anão) e localizado a 2.8 UA de distância a demorar 4,6 anos a cumprir a sua órbita, com outro como Júpiter (o maior planeta do Sistema Solar) a 5.2 UA demorando 11.8 anos, com Plutão (planeta-anão) a 39.4UA a demorar 248 anos e com Eris (planeta-anão) a 97UA a demorar 557 anos ‒

 

Facilmente se chegando para objetos inseridos na Nuvem de Oort assim como para todos os outros localizados para além do seu limite (circulando periodicamente nessa região do Espaço ou atravessando-o acidentalmente),

 

‒ Entre 5.000UA/100.000UA de distância ‒

 

A uma estimativa aproximada (trajetória/órbita) de objetos circulando a tão incríveis distâncias ‒ recordando-se entre outros objetos tendo o seu berço (e rampa de lançamento) na Nuvem de Oort, cometas como o Hyakutake: em 1996 passando perto da Terra (a uns 15 milhões de Km) depois de uma viagem de cerca de 17.000 anos desde a longínqua Nuvem de Oort.

 

[Aproveitando para referir o trabalho do jovem astrónomo português Pedro Lacerda (juntamente com a especialista em língua anglo-saxónica a italiana Marilina Cesario) tendo como objeto da investigação o estudo de corpos celestes (viajantes) oriundos de pontos bem distantes no Espaço, localizados nos limites e para além da fronteira do Sistema Solar (a nuvem de Oort estendendo-se a uma distância do Sol entre mais de 5000/100.000 UA) ‒ como será o caso dos Cometas ‒ que recorrendo a dados já existentes sobre estes “viajantes” (muitos deles provavelmente extrassolares) oriundos das mais diversas organizações científicas (como por exemplo as NASA) e comparando esses dados das suas passagens, trajetórias e órbitas com registos assinalados em documentos históricos antigos (aqui entrando a linguista italiana para análise dos escritos medievais/em tapeçarias referido ao período séc. IX/XI), tenta recuperar dados sobre essas e outras passagens anteriores e desse modo levar à descoberta de outros desses corpos entretanto perdidos mas um dia podendo retornar ao nosso Sistema (como será o caso dos cometas de curto/Kuiper ou longo curso/Oort). Como poderá ser o caso do misterioso Planeta X (em versão antiga) ou do Nono Planeta (versão moderna).]

 

Com a descoberta do asteroide 2015 BP 519 relançando-se de novo a hipótese da existência de um planeta extra no nosso Sistema Solar (e talvez mesmo de trajetória parcial/secante ou totalmente extrassolar/tangente ao nosso Sistema),

 

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Pedro Lacerda e Marilina Cesario

Investigadores da Universidade Queen’s em Belfast/Irlanda do Norte

(explorando o conhecimento medieval anglo-saxónico dos céus)

 

Aquando da sua aproximação (ao Sol) sendo talvez um dos responsáveis pelas alterações orbitais registadas nalguns dos corpos celestes integrando o nosso conjunto (planetário) centrado no Sol: um planeta cerca de 10 X maior que a Terra (um pouco como Júpiter) e localizado a cerca de 90.000.000.000Km do Sol (600UA/valor médio) ‒ ou seja abandonado o Cinturão de Kuiper (umas 100UA) e já no Espaço Profundo (600UA), a caminho da fronteira interior da longínqua Nuvem de Oort (bem para das 1000UA).

 

Um objeto no entanto com uma trajetória e período orbital só sugerido, mas ainda não conhecido nem sequer confirmado: mas certamente e pela distância (a que se encontrará existindo), com um período orbital bem superior ao de 2015 BP 519 (quase 9.000 anos) na ordem dos 10.000/20.000 anos (propostos para o Nono Planeta) ou ainda um pouco maior.

 

E sendo verdade a passagem em tempos anteriores no passado ‒ mais ou menos profundo (num Sistema com 4,5 biliões de anos de idade) ‒ e perto do nosso Sistema (e da Terra que hoje habitamos) de tal Planeta Gigante (possivelmente acompanhado pelo seu sistema de luas), sendo curioso associar tais possíveis passagens com Eventos (interligados) podendo ter ocorrido no mesmo (Sistema Solar) e afetando (simultânea e igualmente) a Terra:

 

Procurando a repercussão desses Eventos nos registos geológicos da Terra e associando-os aos seus principais momentos da sua Evolução (intimamente ligados à transformação/evolução das espécies) confirmando um com o outro.

 

(como terá sido o caso do mais conhecido impacto/extremo ocorrido há 65 milhões de anos, com um asteroide de 10Km a atingir o nosso planeta ‒ na América Central/Península do Iucatão/Golfo do México ‒ e a provocar a Extinção dos Dinossauros então a espécie dominante)

 

Um corpo celeste em possível aproximação ao Sistema, futuramente e confirmando-se, certamente enviando sinais (se por acaso já não o estiver a fazer, fazendo-se notar).

 

(imagens: quantamagazine.org ‒ wikipedia.org ‒ qub.ac.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:57

10
Jan 18

“The shape of our galaxy is like two fried eggs stuck back to back – the yolks representing the bulging core of the Milky Way, and the flattened, circular egg whites the rotating disk of the galaxy.”

(Lewis Dartnell/telegraph.co.uk)

 

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Via Láctea

(como dois ovos estrelados sobrepostos com um deles invertido)

 

Com o nosso planeta pertencendo a um Grupo Imaginário originado (em princípio) num mesmo local e tendo (certamente) o mesmo objetivo (gostamos de nos orientar minimamente) ‒ e como tal tendo o seu Núcleo (central e movimentando-se tudo à volta dele), rodeado por outros elementos (dando-lhe consistência e estrutura e proporcionando-lhe a existência) e protegido por uma Membrana (de limite virtual e proteção aparente) ‒ é Natural que nesta viagem da Terra e de todo o seu Grupo (Sistema Solar) no interior da nossa galáxia (Via Láctea) alguns desses trilhos sejam de percurso mais suave e outros nem tanto assim (apesar das estradas serem bem largas e extensas ‒ como se fossem autoestradas ‒ perdendo-se no horizonte): e que no interior de um seu subconjunto (o Sistema Solar face à Via Láctea) carregado de vias locais (como se fossem estradas secundárias nacionais ou municipais) outros acontecimentos ocorram (em princípio de menor dimensão) com maior ou menor impacto mas sempre com repercussão (local e fundamental especialmente para o Homem).

 

Podendo dar-se um Encontro (do 1º Grau) até a um nível Galáctico (as galáxias de Andrómeda e da Via Láctea encontram-se em rota de colisão) ou um outro mas Interior (ao Sistema Solar) envolvendo alguns dos seus corpos (por exemplo por mais comum entre asteroides e planetas). E caraterizando esse movimento (utilizando o parâmetro velocidade) com a Terra (V rotação = 1.600Km/h) a deslocar-se à volta do Sol a (mais de) V = 100.000Km/h, com o Sistema Solar a deslocar-se sensivelmente à mesma velocidade e com o braço da espiral (integrando a Via Láctea) onde a Terra se encontra a fazê-lo a (quase) V = 800.000Km/h. Significando que nestes mais de 4,5 biliões de anos desde que a Terra (eventualmente) apareceu e sabendo qual a sua velocidade de deslocação (no Espaço integrando o seu Sistema), só num ano o planeta teria percorrido uns 900 milhões de Km (e desde o seu aparecimento uns 4 X 10↑21 Km).

 

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Asteroide 2018 AH

(a um mês do seu ponto de maior aproximação à Terra)

 

Logo se concluindo (e tal como em qualquer viagem) que se muitas viagens começam e acabam conforme o previsto (sem nada de muito relevante a assinalar) outras existem sofrendo desvios ou mesmo interrupções (acidente/incidente): no caso da Terra e do Sistema onde se integra, podendo vir do Exterior (objetos Extrassolares) ‒ como será por um lado a passagem do asteroide Oumuamua (um objeto visível/palpável) e por outro a ação dos Raios Cósmicos (invisíveis mas mortais) ‒ ou então do seu Interior tendo na vanguarda os Asteroides e ainda os Cometas (e outro tipo de calhaus mais ou menos pequenos).

 

E se quanto aos primeiros sendo raro o aparecimento de Corpos Extrassolares ‒ no que diz respeito aos Raios oriundos do Cosmos (mais perigosos que os oriundos do Sol) e infiltrando o Conjunto (o nosso Sistema Planetário) sendo extremamente perigosos em períodos fracos do Ciclo Solar (onde nos encontramos atualmente a caminho de um Mínimo) ‒ já no que concerne aos segundos dado o seu grande número, variedade e origem, tendo-se que ser muito mais cuidadoso (atento, rigoroso, preventivo) até pelos Visitantes-Surpresa e possíveis consequências: apanhando-nos desprevenidos mesmo com a mais Alta Tecnologia e só descobrindo os Calhaus (passando mesmo ao lado da Nossa Cabeça) pouco antes, durante ou mesmo depois (da passagem do mesmo).

 

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Montes Urais

(antes e depois ‒ Flash luminoso iluminando os céus noturnos russos)

 

No passado dia 2 de Janeiro com um asteroide (dos quase 18.000 já detetados) ‒ 2018 AH (família Apollo) ‒ de dimensão entre 80/200 metros a passar perto da Terra a menos de 1LD (0,77 LD/menos que 300.000Km), sendo o 1º este ano a passar a uma distância igual/menor (no ano de 2017 com 53 asteroides contabilizados nestas condições) e o maior desde há pouco mais de 6 anos: observado pela 1ª vez a 4, circulando a quase 14Km/s e fazendo a sua maior aproximação à Terra a 6 (ou seja em caso de possível impacto dois dias para a preparação ‒ e tendo aqui em atenção que este asteroide pelas suas dimensões previstas seria 5/10 vezes aquele que explodiu sobre Chelyavinsk na Rússia).

 

Já no caso do Evento ocorrido a 8 de Janeiro (ontem) ocorrido nos céus da Rússia e potencialmente podendo ter sido (igualmente) um asteroide (fenómeno observado num dia de nevoeiro com pouca visibilidade) com um Flash de luz a iluminar o céu (noturno e nebuloso) numa extensão de uns milhares de Km (a oeste dos Montes Urais, cadeia montanhosa separando a Europa da Ásia) seguido de um forte abalo sentido ao nível do solo ‒ podendo para outros (para além de um asteroide) ser um fenómeno natural (de origem atmosférica e elétrica como as conhecidas trovoadas secas) ou até em alternativa ser mesmo de origem artificial (envolvendo a ação do Homem, por exemplo no teste de mísseis). De qualquer das formas e pelas testemunhas (e segundo astrónomos russos) sendo apenas mais um objeto entrando na atmosfera terrestre, incendiando-se, explodindo e fragmentando-se e posteriormente atingindo o solo.

 

(imagens: nasa.gov e youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:22

28
Dez 17

Não contando com todos aqueles objetos que tal como as pessoas aparecem em cima da hora ou mesmo depois do acontecimento se ter concluído (e com a grande evolução tecnológica cada vez mais se detetando casos idênticos), a Passagem de Ano de 2017/2018 será tranquila e sem a presença imprevista de qualquer tipo de intrusos (aqui sendo celestes). De qualquer forma e por conforto podendo-se também rezar.

 

Dos objetos circulando pelo interior do Sistema Solar ‒ muitos deles oriundos de aglomerados de diferentes materiais localizados para além da órbita de Marte (com o seu periélio/afélio a variar entre 200/250 milhões de Km) ‒ agora que o ano de 2017 está a terminar e a um velho ano sucederá um Ano Novo, poderemos destacar (aproveitando para relevar o número crescente deste tipo de objetos circulando nas proximidades da Terra) três PHA (asteroides potencialmente perigosos), dois sendo os últimos a passarem este ano (2017 QL33 e 2017 YU 1) e o outro o primeiro a passar em 2018 (2017 YD).

 

Asteroide (designação)

Data (dia/mês/ano)

Distância

(Km)

Velocidade (Km/s)

Diâmetro

(m)

2017 QL33

30/12/2017

5 112 533

8,2

195

2017 YU 1

30/12/2017

3 778 328

7,6

20

2017 YD

01/01/2018

9 252 069

4,1

30

Antes e depois da Passagem de Ano de 2017/18

(os 3 asteroides passando mais perto da Terra)

 

Sendo um dos nossos últimos e mais próximos visitantes o asteroide 2017 QL33 (período orbital = 2,5 anos), por sinal e de longe o de maior dimensão (em torno dos 200 metros) ‒ e tendo passado o seu periélio no fim da 1ª semana de Dezembro a mais de 140 milhões de Km do Sol ‒ e sem dúvida o mais perigoso (dos três) pensando num possível impacto com a Terra (mas nas próximas décadas sem previsões para tal); no mesmo dia sendo seguido pelo asteroide 2017 YU1 (o menor dos 3 objetos com um período orbital de quase 2 anos) passando ainda mais próximo do nosso planeta ‒ ainda a caminho do seu periélio a ocorrer no início da 4ª semana de Janeiro (já de 2018) a uma distância sensivelmente igual à do asteroide anterior. A 2017 QL33 sendo-lhe atribuído o Código 4 e a 2017 YU1 (com maior aproximação à Terra) o Código 7 (numa escala de 0 a 9 indicando o grau de incerteza no cálculo das suas órbitas).

 

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E no dia 1 de Janeiro de 2018 a Terra terá o seu PHA

(passando por perto sem problema)

 

E para o início do próximo ano e com encontro já programado para o 1º Dia de 2018 (logo uma segunda-feira habitualmente início de mais uma semana de trabalho) chegando o asteroide 2017 YD (tendo passado o seu periélio antes do dia de Natal a cerca de 150 milhões de Km do Sol) com um período orbital de 1,75 anos e (nesta passagem de 2017 para 2018) anunciando o ANO NOVO (tranquilo no que nos toca com o objeto passando a quase 10 milhões de Km de distância); de qualquer forma sendo-lhe atribuído o Código 8 (o de maior incerteza orbital). Anunciando-se desde já a passagem de um asteroide bem maior já no início de Fevereiro (de 2018) passando a pouco mais de 5 milhões de Km da Terra (à velocidade de 34Km/s bem maior que os outros três) e de diâmetro muito próximo dos 700 metros (período = 1,6 anos). Como se pode constatar com nenhum destes objetos a constituírem perigo para a Terra, deixando-nos assim tranquilos para mais uma Passagem de Ano deste século XXI.

 

(imagem: express.co.uk/GETTY)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:35

07
Jan 17

E o primeiro passa perto (mais de 1 UA) e já dia 14!

(deste sábado a oito)

 

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Com três viajantes fazendo atualmente o seu trajeto entre nós e passando sucessivamente a 170, 50 e 10 milhões de Km da Terra (com os dois primeiros a poderem ter 1000 metros e o terceiro apenas 10 metros), parece que o receio de um futuro impacto cresce cada vez mais na nossa cabeça.

 

Mais três objetos ainda não completamente identificados e oriundos (provavelmente na sua origem) do exterior do Sistema Solar, circulam já no seu interior numa trajetória de aproximação à Terra. Com o primeiro a atingir o seu ponto de maior aproximação ao nosso planeta a ser o objeto designado por C/2016 U1 NEOWISE (14 Janeiro), seguido pelo objeto 2016 WF9 (25 Fevereiro) e finalmente pelo objeto 1991VG (início de Agosto): para os cientistas com o primeiro a ser um cometa, o segundo a ser um asteroide e o terceiro, uma mistura qualquer.

 

Nestes três casos não havendo qualquer perigo de impacto com o nosso planeta, tal a distância entre a Terra e o seu ponto mais próximo (de aproximação): no 1º caso passando a uma distância maior que a entre a Terra e o Sol, no 2º caso a uma distância por vezes menor que entre a Terra e Marte e finalmente no 3º caso e apesar da sua mais curta distância, passando a mais de 20 X a distância Terra/Lua.

 

No caso dos dois primeiros corpos celestes com C/2016 U1 a ser observado pela primeira vez a 21 de Outubro do ano passado (e com a sua órbita a ser definida a 6 de Janeiro de 2017) e com 2016 WF9 a sê-lo a 27 de Novembro (e com a sua órbita a ser definida a 3 de Janeiro). Com C/2016 U1 a ser um visitante em estreia numa viagem interplanetária através do Sistema Solar (visto como um cometa) e com 2016 WF9 de origem ainda não muito bem conhecida mas talvez sendo oriundo das longínquas Nuvens de Oort (visto como um asteroide mas de origem cometária).

 

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Cada um deles possuindo a sua particularidade de relevo, dada não só pelo seu mistério, como pela sua inesperada passagem: transportando junto de si objetos de muitas paragens (nunca vistos, sempre imaginados e daí misteriosos) e pondo à disposição de todos um convite à compreensão (do viajante): muitas vezes transportando vida.

 

E com o terceiro objeto 1991 VG a ser observado pela primeira vez há mais de 25 anos (e pela última vez menos de 6 meses depois) tendo a sua orbita definida apenas em 13 de Junho de 2014. Pela sua estranha rotação e longevidade por muitos não sendo aceite como um asteroide e muito menos como um cometa (como o aparenta ser C/2016 U1 com a sua cauda poeirenta aumentando à medida que se aproxima do Sol); deixando nas mãos de outros a responsabilidade da procura de uma explicação para a existência deste objeto (catalogando-o) e como tal podendo sujeitar-se no decorrer do processo a todas as teorias e soluções. Uma nave alienígena?

 

Para aqueles que ainda acreditam fielmente (ou como última e desesperada esperança) nas Teorias da Conspiração e sabendo-se também que se algo de significativo acontecesse com a Terra, o mais certo é nem sequer teríamos tempo por dar por ele (ou pelo menos para nos protegermos) de todos o mais perigoso só 1991 VG – se por acaso já chegasse como o meteorito de Cheliabinsk. Ou se então fosse uma nave alienígena e hostil.

 

Com a particularidade de C/2016 U1 (com um diâmetro entre 500/1000 metros) atingir o seu periélio numa zona do espaço interior à órbita do planeta mais próximo do Sol (Mercúrio) mas num ponto localizado a mais de 170 milhões de Km da Terra – voltando apenas a estes lados daqui a uns milhares de anos; e no caso de 2016 WF9 (diâmetro aproximado de 1000 metros) com o mesmo a passar a cerca de 50 milhões de Km da Terra depois de passar a caminho do Sol (do seu periélio) ao lado da Cintura de Asteroides e do planeta Marte. Já com 1991 VG (em princípio de pequena dimensão) no início de Agosto (segundo os conspiradores podendo ser artificial e conter alienígenas) e ainda a caminho do seu periélio passando ao lado de nós a menos de 10 milhões de Km.

 

[E com a maior aproximação de um asteroide à Terra no ano de 2017 a ocorrer em 12 de Novembro, com o objeto 2012 TC4 (com um diâmetro de 10/30 metros) passando a cerca de 14.000Km da superfície (do nosso planeta).]

 

(imagens: inquisitr.com e coolinterestingstuff.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:17

18
Mai 16

Originários do Cinturão de Asteroides (região do Sistema Solar localizada entre as órbitas de Marte e de Júpiter) estes corpos rochosos orbitando em torno do Sol a uma distância aproximada de 2/3UA (e por vezes sendo acompanhados na sua trajetória por outros corpos menores) por vezes são expulsos da sua zona (habitual e de conforto) mudando de trajetória e deslocando-se na nossa direção (e tal como os cometas navegando entre o seu periélio e o seu afélio – se entretanto algo de inesperado não acontecer).

 

10575413_G.jpg

Bola-de-Fogo nos céus de Portland/EUA iluminando por segundos a escuridão da noite

(Portland Maine Police Department/Facebook – 17/05/16)

 

Com as observações de BOLAS-DE-FOGO a crescerem exponencialmente desde o início da segunda década do século XXI – não ultrapassando no fim do século passado os 1000 registos e estando a meio da segunda década do século XXI a caminho das 10000 – é natural que a preocupação de todos aqueles que habitam o planeta TERRA entre em modo de alarme.

 

E não tendo nós obtido até hoje nenhum tipo de explicação válida e credível para este aumento significativo (senão mesmo dramático) de avistamentos de bolas-de-fogo – nem mesmo oriundo das entidades oficiais representadas pelos seus cientistas – tal facto ainda nos faz pensar um pouco mais, deixando-nos ainda mais cautelosos e um pouco mais perturbados.

 

fireball-last-decade.jpg

Número de bolas de fogo observadas nos EUA entre 2005/2015

(Dr. M.A. Rose)

 

O que não causa nenhum tipo de espanto para qualquer individuo que se debruce um pouco sobre este assunto tão delicado para a preservação da nossa espécie, se nos lembrarmos dos Dinossauros e de como (eles) pretensamente se foram – exterminados pelo brutal impacto de um grande objeto com a Terra (não uma bola de fogo provavelmente um asteroide).

 

Numa escala liderada pelos poderosos cometas e asteroides, seguidos pelos meteoros e meteoritos e tendo na base as nossas conhecidas bolas-de-fogo (muitas delas observadas por nós desde a infância – por exemplo no Verão – como as conhecidas estrelas cadentes). Asteroides que pelos vistos têm vindo a acompanhar este crescimento de bolas-de-fogo.

 

nea_vs_time_chart.jpeg

Número acumulado de asteroides descobertos entre 1980/2016

(neo.jpl.nasa.gov)

 

Como é fácil de constatar ao analisarmos a evolução da descoberta de novos asteroides no decorrer das últimas três décadas: comparando os cerca de mil asteroides até aí conhecidos, com os mais de 14000 até agora registados (graças também ao aperfeiçoamento científico e tecnológico do processo de deteção de corpos celestes de menores dimensões).

 

É certo que com a sua maioria a ter uma dimensão em torno dos 140m ou mais/ou sendo mesmo inferior e contando apenas com uns 1000 (asteroides) com mais do que 1Km (de dimensão): uns 1000 monstros um pouco grandes, uns 6000 mais pequenos e pouco mais de 8000 ainda mais pequenininhos – mas certamente com muitos deles podendo dar-nos cabo da cabeça.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:17

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