Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Jan 20

[Sobre animais, aparentemente sem psique.]

 

Mais um ato cometido por “animais com psique” sobre “animais sem psique(definindo-se “sem psique” como “uma máquina sem mecanismos”)

 

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A morte do

Pombo c/Sombrero

 

Na cidade norte-americana de Reno localizada no estado do Nevada, o registo fotográfico de um pombo utilizando um sombrero sobre a sua cabeça, num ato da mais pura selvajaria imbecil de um animal dizendo-se possuidor de psique (um homem), colando um objeto sobre o animal (diferenciado e dito sem psique): eventualmente achando o resultado visual do conjunto algo divertido, mas infelizmente não pensando (invertendo-se os papéis), e se fosse com ele? Tudo podendo ser mimetizado.

 

Considerando os animais com psique como sendo um conjunto máquina e mecanismos, devidamente penetrados e envolvidos por omnipresentes campos eletromagnéticos, na prática podendo definir-se como Alma

 

Por coincidência numa ação repetitiva, com vários níveis e intensidade de aplicação e sendo globalmente difundida (consciente das possíveis consequências negativas, não de análise e de compreensão, mas de mera mimetização),

 

Praticada precisamente no mesmo território e pelos mesmos animais ditos racionais e autointitulando-se como, Excecionais:

 

Numa atitude de total desrespeito pelos outros (só racionais mais de 7,5 biliões) e como se tudo o resto em redor deles (os eleitos do Hemisfério Norte Ocidental) fossem apenas objetos (quando muito tornando-se mais “pessoais”, por presentes, pacientes e decorativos),

 

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Após a morte do

Pombo c/ Chapéu de Cowboy

 

Já na cidade de Las Vegas (igualmente no estado do Nevada) c/ outros 3 pombos a serem (anteriormente) descobertos usando chapéus-de-cowboy, acabando por ser recolhidos por uma associação de proteção e salvamento de pombos, mas c/ 1 deles a acabar por morrer: uma morte certamente provocada pela infeção (e intoxicação) do animal na zona da cabeça, onde o chapéu se encontrava colado − numa obra de mais um imbecil, dito c/ psique. E c/ a morte de Billie (o pombo) restando agora Chuck Norris e Calamity Jane (os outros 2).

 

Tal como acontece em toda a sociedade norte-americana, referenciada e reverenciada como norma e certificada (e protegida pela respetiva patente, direitos adquiridos ou direitos de autor, seja isso o que for, conforme se disponha de moeda forte ou não) a “Atitude – simultânea e intensamente (como propaganda que é) para o resto do mundo:

 

Pulverizada por crimes e violência (à falta de memória) e sustentada por corrupção e Fake News (à falta de cultura), num cocktail explosivo mais cedo ou mais tarde (numa época sendo o grande paradigma a mudança do Império, de ocidente para oriente)

 

Se nada se fizer (como fugir daqui) e se persistir no confronto

(na morte como solução)

 

Levando à Extinção do Homem e inevitavelmente (ocupando o seu espaço-tempo) à sua substituição por outra espécie – obviamente (e com outra “mentalidade”) dominante: talvez as baratas, talvez as ratazanas ou talvez em vez do Monstro (o Homem), a Bela (seja isso o que for, como resultado da evolução).

 

(notícia: boingboing.net − imagens: Lofty Hopes Pigeon Rescue/@Loftyhopespidge e Sabra Newby/@sabrasireen em twitter.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:47

19
Mar 15

Um testemunho de um ex-primeiro-sargento do exército israelita, que encarada a realidade e entendido o panorama onde o tinham inserido, simplesmente mudou de atitude – nunca ignorando o cenário de guerra em que o fazia e nesse sentido limitando-se a escutar opiniões de colegas seus, vivendo essa guerra e nas mesmas condições.

 

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Territórios ocupados

 

“That time of my life I seem to have lived in a movie. Looking back I realize I had this kind of self-destructive bent and didn't care about anything, but really, anything at all. I don't know, it's this surreal thing that I simply cannot explain, I can't explain how such things happen. How I stood there at the sentry box with my bullet proof vest and loaded M-16 each week, because even officers stood guard duty at division HQ, watching stunningly beautiful sunsets over those smooth sand-dunes of Gush Katif while behind me, in front of me, and all around me people shot each other and demolished each other's houses. I cannot explain it, this is something I'm still dragging around inside because I don't understand. I don't understand how humans can behave this way. I don't understand how such things happen in the world. So I don't know how I was a part of this, and how in a way I let myself be a part of this for half a year, because only in my last month there did I really, truly say I can't take it any longer. So it's something that stays with you all the time. It's also something the army doesn't really know how to handle, with – I don't know what to call it – scars or trauma or psychological damage to soldiers as a result of what they do in the army. I mean, not because of their personality problems but the things to which they're exposed. It's something no one handles, no one talks about, and as an education officer I was supposed to do all kinds of evaluations and talk about the unit's morale and to what extent the soldiers are in solidarity and believe in their mission and how much they blah-blah-blah. As I said in the beginning, a 19-year old girl is not supposed to do this, and to be frank, talking about the extent of social solidarity they show when their mates are getting killed on a daily basis seems pretty stupid and out of place to me, and not really relevant.” (Avihai Stollar – Breaking The Silence)

 

Precisamente aquilo que a esmagadora maioria de todos nós nunca faria: talvez por medo, ignorância ou cobardia. Ou como hoje é moda e de bem afirmar: por neutralidade (para os eruditos) ou por indiferença (para os leigos). Só temos que agradecer a este ex-soldado e agora militante da causa de outros soldados o seu comportamento e a oportunidade que deu a mais alguns de nós de nos confessarmos. É que alguns pecadores só o são (aos milhões) por terem sido obrigados a pecar (por poucos).

 

(texto/inglês e imagem: breakingthesilene.org.il)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:46

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