Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

09
Mai 19

Num artigo Científico envolvendo Portugueses e Portugal:

(noticiado entre outros pelo site Live Science, pela Geophysical Research Abstracts/EGU e ainda pelo National Geographic)

 

“Delamination of oceanic lithosphere in SW Iberia:

a key for subductioninitiation?”

 

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Ao largo da costa portuguesa com a placa tectónica ligando os Açores a Gibraltar a separar-se em duas camadas, com a parte superior sendo “descascada” e criando um fenómeno de subdução − com uma placa mergulhando sob a outra, aproximando a Europa da América do Norte e como consequência podendo “estreitar” o oceano Atlântico

(imagem: ilustração National Geographic)

 

Da responsabilidade da “Geophysical Research Abstracts” publicado este ano na “EGU General Assembly” e envolvendo oito investigadores sendo cinco deles portugueses – João Duarte, Filipe Rosas, Jaime Almeida, Sonia Silva e Pedro Terrinha, envolvendo duas instituições nacionais (além de internacionais) como a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (assim como o seu Departamento de Geologia)/ Instituto Dom Luiz e o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) – a comunicação por parte destes de uma informação importante envolvendo simultaneamente fenómenos Geológicos (placas tectónicas, sismos, tsunamis) e o território de Portugal (terrestre e marítimo), certamente e para nós (num futuro talvez próximo) e pelas suas potenciais consequências (conjugando vários fatores, podendo ser devastadoras) tornando-se um caso absolutamente relevante (provocando naturalmente alarme) senão mesmo prioritário (de investigação e estudo): declarando que em função das observações e pesquisas levadas a cabo por estes investigadores e incidindo sobre o território marítimo localizado ao largo da costa portuguesa (uma zona relativamente plana e no entanto e ao contrário do que seria previsível, origem de muitos sismos), a crosta terrestre (nessa zona) se estava a dividir em duas, como se a sua parte superior se estivesse a separar da inferior ou seja a “descascar”.

 

E com o interesse e a preocupação neste fenómeno (não o sendo inicialmente) a sustentarem a (posterior) tese do alarme, dado não existirem nessa região falhas tectónicas conhecidas (podendo nesse caso com a deslocação dessas placas provocar tremores de terra) as habituais e mais comuns causadoras da maioria (esmagadora) de sismos: sabendo-se o que se sabe por ocorrido no passado (com origem nessa mesma região, assente na base do oceano Atlântico, maioritariamente sendo plana/sem falhas e em princípio não sendo fonte de muitos sismos) e com os registos (mais fortes e denunciadores do que aí poderá vir) a apontarem para 1755 (sismo de M8.7) e para 1969 (sismo de M7.9). Há 264 anos com um terramoto acompanhado de tsunami atingindo entre outras localidades a capital do país Lisboa (com mais intensidade no litoral, de Lisboa para baixo e apanhando o Algarve) aí originando mais de 100.000 mortos e a destruição (em grande escala) da capital e posteriormente fez há pouco 50 anos (28 de Fevereiro) com um outro mas mais fraco (também acompanhado por um tsunami mas muito menos intenso) a provocar alguma destruição e uma dúzia de vítimas mortais: ambos com origem na mesma região inicialmente pensados como consequência da compressão de placas tectónicas próximas (Africana e Euroasiática) e agora após este estudo com a origem a apontar não para placas já pré-existentes mas possivelmente para o possível aparecimento de uma nova falha e de duas novas placas tectónicas – num futuro talvez a curto ou médio-prazo, e aí podendo entrar em confronto vindo a afetar toda a estrutura geológica (terrestre/marítima) desta região adjacente, tão próxima e (“umbilicalmente”) ligada a Portugal.

 

Neste contexto com esta separação da crosta terrestre em duas camadas (uma superior outra inferior) com se se “desdobrasse em duas peles (descascando) − e segundo um número crescente de cientistas − a poder significar o aparecimento de uma nova falha, de outras duas placas tectónicas e da criação (na sua fase inicial) de uma nova zona de subdução (ao largo da costa sudoeste de Portugal): com uma das placas tectónicas então criadas a deslocar-se por debaixo da outra. Segundo os investigadores tudo se justificando dado estarmos perante um sector da litosfera (leito oceânica) bastante antigo (Jurássico) e mais fino (coberta por basaltos/sedimentos) do que seria expetável.

 

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Foram quatro minutos infernais - sensivelmente entre as 03:41 e as 03:45. Um país, em pânico, saiu para a rua meio despido ou em pijama. Portugal era assolado pelo maior tremor de terra desde o sismo de 1755. O Sul, nomeadamente o Algarve, e a região de Lisboa foram as zonas mais atingidas pelo sismo de 7,9 na escala de Richter, que se fez sentir também em Espanha e Marrocos. Morreram 13 pessoas, duas em consequência direta do abalo e 11 indiretas, algumas "acometidas de síncopes", e houve várias dezenas de feridos.

(texto: Graça Henriques/dn.pt)

 

E concluindo:

 

“In the present case, due to the proximity to a continental margin and to the Azores-Gibraltar Plate Boundary the process is highly asymmetric and resembles simple models of subduction initiation. We propose that the reactivation of the margin and the hypothetical process of subduction initiation may have been aided by a process of delamination of oceanic lithosphere. The identification of a first case of oceanic lithospheric delamination will certainly contribute to further our understanding of the dynamics of tectonic plates. Old oceanic lithosphere may be prone to gravitational instabilities, which may play a fundamental role in the process of subduction initiation.” (Publication: FCT- Instituto Dom Luiz)

 

E como não poderia deixar de ser (acontecer) num país onde tudo é relativo – “O que Hoje é Verdade, poderá Amanhã ser Mentira” (falando de um tema maioritário o Futebol) ou “O que tu recebes é o ordenado Bruto e não o que te Entregamos o Líquido” (apenas para introduzir a guerra Poder-Governo-Oposição/Professores e a Educação) – rapidamente se indo dos 8/sinal de indiferença aos 80/sinal de extremismo (e vice-versa), servindo-se unicamente de uma simples e solitária palavra ou então (numa tese mais elaborada, mesmo que não sustentada) suportando-se numa aparente sugestão inscrita numa frase sem a pretensão (e o objetivo) de chegar a determinadas conclusões − que não as nunca mencionadas no (referido) artigo científico: podendo-se facilmente concluir lendo unicamente o seu último parágrafo (do referido artigo da FCT) − incidindo geologicamente sobre a área delimitada entre as margens (terrestres) do sudoeste do Continente Europeu e os limites (marítimos) da placa de Açores/Gibraltar – que (e já referido antes)

 

“Old oceanic lithosphere may be prone to gravitational instabilities, which may play a fundamental role in the process of subduction initiation.”

(FCT- Instituto Dom Luiz)

 

Numa indicação do que poderá vir acontecer no futuro e ao longo da nossa costa sudoeste (geologicamente falando) − podendo vir a alterar drasticamente o seu comportamento sísmico (no presente), afetando com maior intensidade e consequências (negativas) toda a zona litoral a sul de Lisboa (incluindo nessa lista o Algarve e toda a sua costa, numa faixa estendendo-se de Sagres até Gibraltar) – com o surgimento de uma nova falha entre duas novas placas tectónicas, entrando ambas em interação e com a Península Ibérica logo ali ao lado (com o sudoeste a ter lugares reservados logo na 1ª fila): num fenómeno ainda não colocado no tempo (através da concretização de um possível/previsível Evento) mas podendo (estando mesmo em marcha) vir a ser perigoso (como previsto mas ainda não confirmado por vários modelos de atividade tectónica) – atirando a Europa contra o Canadá e fazendo desaparecer (entre eles) o Atlântico (daí o pré-pânico instalado e a notícia  sobre o Fim-do-Atlântico). Mas para outros (muitos deles antes nunca se preocupando muito com o assunto, agora e vendo a sua oportunidade virando especialistas − prefiro os autodidatas puros) sendo (após 1755 e 1969) um Sinal do Fim do (Oceano) Atlântico (e como à 3ª é de vez) ou até do Fim-do-Mundo. No Futuro se vendo quem é que tinha razão (se os Cientistas ou os Teóricos da Conspiração) no caminho de mais esta Evolução.

 

(imagens: pressfrom.info − chaparralblog.wordpress.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:54

24
Set 17

[Como visto pela NASA a 17 e a 19 de Setembro e ainda ativo a 24 ‒ de momento com ventos máximos de 185Km/h, deslocando-se a uma V = 14,5Km/h e decrescendo de intensidade passando brevemente a tempestade tropical.]

 

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 1

O furacão MARIA visto pelo satélite SMAP

PIA 21960

 

O furacão MARIA representado graficamente por técnicos da NASA responsáveis pela missão definida para o satélite SMAP (satélite de estudo do ambiente terrestre), quando da sua passagem a 19 de Setembro de 2017 (pelas 10:27 UTC) sobre território sob jurisdição norte-americana a ilha de Porto Rico (localizada no Mar das Caraíbas, oceano Atlântico).

 

Na altura da sua passagem sobre a ilha de Porto Rico e sendo considerado um furacão de Categoria 5 (a mais elevada) ‒ e apesar das condições extremamente adversas prejudicando observações e registos ‒ com o instrumento de medida instalado no satélite SMAP (um radiômetro) a registar uma velocidade máxima (estimada) superior a 200Km/h.

 

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 2

Estrutura de nuvens do furacão MARIA

PIA 21961

 

Dias antes (17 de Setembro pelas 17:23 UTC) e com a tempestade originada no Atlântico a passar à categoria de furacão, com as previsões a apontarem desde logo para ventos intensos (acima dos 120Km/s) e uma pressão atmosférica mínima de 986 milibares. E com o furacão MARIA a revelar-nos a sua extensão (altitude) uns 18Km da base ao topo.

 

Na imagem (2) com as áreas colorida a branco/sujo (como uma espiral) a indicar a existência de nuvens a altitudes de 15Km (ou superior) carregadas de água suspensa e bem alta na atmosfera; e na imagem (1) com o centro bem perto da costa e ventos a mais de 200 (sugando a água e despejando-a depois), sugerindo destruição em torno do olho-do-furacão.

 

(dados e imagens: photojournal.jpl.nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 05:22

07
Set 17

[E com mais dois furacões à espreita (na zona) ‒ o José e o Katia.]

 

A costa norte-americana do Atlântico onde o oceano toca a Flórida, prepara-se para mais um Evento (meteorológico) provavelmente destruidor (se acertar mesmo no alvo e com a mesma intensidade).

 

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 Ilhas de Saint Martin ‒ Caraíbas

(6 Setembro 2017)

 

Depois de no dia de ontem (6 Setembro) o furacão de categoria 5 IRMA ter passado sobre a pequena ilha caribenha de Antígua e Barbuda (por volta das 06:00 UTC) ‒ seguindo posteriormente na direção de outros territórios como as Ilhas Virgens e Porto Rico ‒ já hoje (7 Setembro) pelas 09:00 UTC e contabilizadas as primeiras vítimas do furacão, o número de mortos atingia no mínimo uma dezena de mortos (neste momento 13).

 

Um furacão com velocidades máximas atingindo os 300Km/h e mantendo firmemente a sua intensidade, por um período de tempo nunca alcançado antes por qualquer outro furacão (formado nesta região do Atlântico): mantendo-se inalterável por cerca de 33 horas num recorde temporal de no mínimo meio século.

 

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 San Juan ‒ Porto Rico

(6 Setembro 2017)

 

No seu percurso e após passar sobre ou perto de algumas ilhas como a Republica Dominicana/Haiti, as Bahamas e Cuba (esta quinta-feira à noite), estando previsto para amanhã a sua passagem sobre (ou ao lado) o arquipélago de Florida Keys, seguindo-se de imediato o continente e o estado norte-americano da Flórida.

 

Em Porto Rico e após da passagem da violenta tempestade tropical, com quase 1 milhão de pessoas ainda sem eletricidade (em 70% do seu território num total de menos de 3,5 milhões de pessoas) e com o território parcialmente isolado: seja por mar (portos) seja pelo ar (aeroportos) com todas as estruturas (ainda) fechadas. E ainda sem grandes dados (mesmo globais) sobre vítimas, destruição e desalojados.

 

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 Saint-Barthelemy ‒ Caraíbas

(7 Setembro 2017)

 

Tendo agora o furacão na mira o estado da Flórida (envolvendo por exemplo Miami e Palm Beach), com as autoridades a declararem a zona como sob observação, dada a forte probabilidade da tempestade manter a sua direção atingindo aí a costa norte-americana ‒ com ventos ainda nos 300Km/h, precipitação elevada e fortes possibilidades de inundações (logicas à medida que a tempestade for decrecendo de intensidade e de categoria).

 

Nas últimas horas com os aeroportos das Bahamas a encerrarem, continuando-se com as evacuações nas zonas mais sensíveis e perigosas; e no estado da Flórida face à aproximação inexorável de IRMA e como preparação para o que daí poderá vir continuando as evacuações e a divulgação de locais de abrigo.

 

 (imagens: abcnews.go.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:44

06
Set 17

Violento Ataque Meteorológico aos Estados Unidos da América

 

Com o furacão Irma a ser desde já considerado como uma das maiores tempestades alguma vez registadas no oceano Atlântico, o impacto do mesmo já se fez sentir no dia de hoje na região das Caraíbas com rajadas de vento na ordem dos 300Km/h. No seu caminho tendo já provocado vítimas mortais e podendo estar em rota de colisão com as Ilhas Virgens, com Porto Rico e com o estado da Flórida (território dos EUA).

 

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 Olho do Furacão Irma

 

Nas Caraíbas francesas com a tempestade à sua passagem a ter provocado três mortes num cenário de violência meteorológica como nunca antes vista, nas Antilhas francesas com outras duas mortes entretanto já confirmadas e finalmente nas Ilhas Virgens (território norte-americano) com a chegada da tempestade a fazer-se sentir como se fosse um tremor de terra. No caso do furacão Irma (ao chegar às ditas ilhas):

 

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 Furacão Irma ‒ Categoria 5

 

“We’ve all been in hurricanes before, but have never felt anything like this before. It feels seismic, it feels catastrophic.”

(Kelsey Nowakowski/United States Virgin Islands)

 

Colocando Porto Rico em nível de alerta máximo (com as violentas rajadas de vento e com a forte precipitação prevista ‒ possibilitando grandes inundações), assim como o estado da Flórida para já no seu trajeto (em muitos dos casos com a tempestade a perder força e a desviar-se do rumo inicialmente previsto).

 

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 Mais um furacão a caminho dos Estados Unidos da América

 

Mais uma vez com os EUA na rota de uma grande tempestade agora que naquela zona (de momento afetada e onde se situa um destino turístico português a Republica Dominicana) se atravessa o período dos furacões. Certamente com os porto-riquenhos a recordarem-se da passagem do furacão Hugo há cerca de trinta anos e dos 28000 sem casa daí resultantes ‒ agora e segundo testemunhos com o Irma a ser muito mais violento.

 

(texto/itálico e dados: nytimes.com ‒ imagens: Everything News/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:55

01
Fev 17

Alerta no Mar

 

Desde o fim do mês de Janeiro com diversas tempestades atravessando o Atlântico Norte (em direção ao continente Europeu) e provocando períodos de chuva intensa ou até mesmo de neve – mas sempre com temperaturas relativamente baixas (dependendo da pressão atmosférica registada),

 

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Previsão para 1 Fevereiro

(tempestade a caminho e já sobre os Açores)

 

Eis que o mês de Fevereiro se inicia com mais tempestades (a caminho) oriundas da América do Norte: passando entretanto pelos Açores e deixando desde já um alerta para as condições climatéricas que se poderão registar na próxima quinta-feira dia 2 em Portugal Continental (tanto atmosféricas como marítimas) – provavelmente persistindo no dia seguinte (dia 3). Com as tempestades oriundas de Oriente a perderem-se de seguida pelo norte da Europa.

 

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Previsão para 2 Fevereiro

(primeiro impacto da tempestade)

 

No seu conjunto uma enorme tempestade formada na costa leste dos EUA e prevista para atingir a Europa nos próximos dias. Considerada como extremamente perigosa, podendo provocar ventos fortes (soprando com velocidades na ordem dos 130Km/h) e ondas até 15 metros. Dissipando-se de seguida após 5 dias de viagem atravessando o oceano e atingindo de novo terra (de 30 de Janeiro a 3 de Fevereiro).

 

3.jpg

Previsão para 3 Fevereiro

(segundo impacto da tempestade já a caminho da sua dissipação)

 

Com os avisos meteorológicos para a Europa emitidos pelo METEO ALARM (meteoalarm.eu) relativamente a Portugal a colocarem em alerta amarelo/nível de precipitação, em alerta laranja/vento e em alerta vermelho/agitação marítima.

 

Como se vê com todas as atenções a virarem-se sobretudo para o estado do mar: com as zonas do litoral naturalmente mais expostas (sobretudo a costa ocidental) e prevendo-se para a tarde de quinta-feira de uma forma mais acentuada à medida que se sobe o litoral (para norte) o auge da agitação marítima (as maiores ondas de todas).

 

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Portugal – 01.02.2017 – 10:00 UTC

(Imagem satélite – infravermelho)

 

No que toca a Albufeira e mantendo-se relativamente normal a situação meteorológica que se tem vivido nos últimos dias, na próxima quinta-feira 2 e sexta-feira 3, o céu apresentar-se-á encoberto e com alguns períodos de chuva (mais intensa dia 2) e com as temperaturas pelos 10/11 de mínima e 18/19 de máxima (com vento maioritariamente SW).

 

Sismo de M3.7 e epicentro a 31Km de profundidade

Registado hoje dia 1 de Fevereiro a SW de Faro

 

Já sismologicamente e logo no primeiro dia deste mês Fevereiro verificaram-se dois sismos na região do Algarve: ambos a SW da cidade de Faro com o mais intenso a registar-se às 02:03 da manhã (M3.7) seguido de outro menor às 07:41 (M1.6). Com o primeiro a ser sentido (muito ligeiramente quase impercetível) nalgumas partes da cidade.

 

(imagens: opc.ncep.noaa.gov e ipma.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:15

25
Fev 16

E só se soube muitos dias depois do desfile

 

A esmagadora maioria dos meteoritos que têm entrado em rota de colisão com a Terra (mais de 99%), devido às suas reduzidas dimensões (muito mais pequenos que o meteorito que caiu recentemente no Atlântico), desaparecem aquando da sua entrada na atmosfera (como as estrelas cadentes). No entanto um dos fatores além da sua dimensão que torna estes meteoritos inofensivos, é certamente o do momento em que entrados na atmosfera terrestre explodem: invariavelmente a grandes altitudes (o do Atlântico desintegrou-se a 30km). O problema surgirá no dia em que um destes pequenos corpos celestes explodir perto de nós (da superfície terrestre): lembrando-nos aí a bomba de Hiroshima.

 

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Local de impacto do meteorito de 6 de Fevereiro sobre o Atlântico

 

Passados mais de quinze dias sobre o Evento Astronómico do Ano (envolvendo o planeta Terra e um outro corpo celeste), a mundialmente reconhecida (pela sua excecionalidade) agência espacial norte-americana NASA, vem-nos agora informar que no passado dia 6 de Fevereiro um meteorito entrou em rota de colisão com a Terra, acabando por explodir a cerca de 30Km de altitude sobre o Oceano Atlântico. A isto chama-se previsão (para assim nos podermos proteger de possíveis consequências) baseada em conhecimento (de especialistas excecionais) – mas será mesmo assim? Um Evento que deixou de o ser ao não se apresentar provas ou uma única testemunha (e nem sequer sendo notícia). E só nos apercebendo dele olhando (acidentalmente) para os próprios arquivos da NASA (uma espécie de RTP Memória):

 

Near Earth Object Program – Fireball and Bolide Reports

(dados aproximados: neo.jpl.nasa.gov/fireballs)

 

Data Dimensão Altitude Potência Impacto
06-02
(2016)
5-7
(metros)
30
(km)
13
(quilotoneladas TNT)
A 1000Km
(da costa Atlântica do Brasil)

(Meteoro de Chelyabinsk: cerca de 20m de dimensão e 500kt de potência)

 

Um meteorito muito mais pequeno do que atingiu a região russa de Chelyabinsk há três anos atrás (provocando muitos danos materiais e mais de um milhar de feridos – devido à onda de choque), não tendo sido notícia apenas porque caiu no mar, mas que no entanto se tal tivesse ocorrido em terra, provavelmente teria originado outra história com algo mais para contar (apesar de ser desde logo o que mais energia libertou desde 2013). Uma história que ao contrário do que muitos pensariam poderia ser até bastante interessante (e positiva), recordando que a potência do meteorito seria 40X inferior ao de Chelyabinsk e as consequências do seu impacto com a Terra dada a sua dimensão (por volta de 5m) não teria a mesma repercussão – evidentemente desde que não atingisse em cheio uma zona populosa.

 

Chelyabinsk-meteor-008.jpg

15 de Fevereiro de 2013 – Meteoro de Chelyabinsk

 

O que não nos deixa de surpreender (a não deteção e posterior divulgação do meteorito) num mundo onde um satélite com equipamentos da mais alta tecnologia incorporada e colocado a centenas de quilómetros da Terra consegue localizar e observar até ao mais pequeno detalhe o que estamos a fazer a cada momento que passa: bastando apenas apontar e começar a olhar. Onde estava a comunidade científica que todos os dias acompanha os fenómenos internos ou externos que podem influenciar o normal funcionamento do planeta e do meio ambiente que nos recebe e protege, quando nenhum deles (ou outro qualquer) utilizando um único que fosse dos seus órgãos dos sentidos (e outros periféricos tecnológicos associados) o percecionou e mencionou: cegos, surdos e mudos. Sociedade Civil (observatórios, satélites, sismógrafos, etc.) e até Militar (vejam lá a que ponto de degradação tecnológica chegaram os militares norte-americanos). Nem dá para acreditar.

 

(imagens: WEB)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:48

10
Jul 15

ÚLTIMA HORA

 

Temperatura Elevada:
Quando a realidade desconhece o parâmetro tempo!

 

“Evidente demonstração do poder Alienígena, na presença de um submarino de guerra Norte-Americano e em pleno Atlântico Norte.”

 

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Atlântico Norte
(nas proximidades da Islândia)

 

Segundo notícias de ÚLTIMA HORA oriundas de organizações secretas associadas à Marinha de Guerra dos Estados Unidos, um submarino norte-americano em missão de patrulhamento em águas do Atlântico Norte, esteve durante um certo intervalo de tempo de sobreaviso e em alerta de nível máximo, ao atravessar como habitualmente essa região do oceano (localizada em pleno mar entre a Noruega e a Gronelândia e tendo por perto a Islândia) e ser colocado frente a frente a forças desconhecidas (e aparentemente poderosas).

 

Arctic-UFO-Photographs-USS-Trepang-SSN-674-March-1       Arctic-UFO-Photographs-USS-Trepang-SSN-674-March-1

Dois dos objectos de origem desconhecida
(avistados no mar da Noruega)

 

Estes dados espectaculares e surpreendentes terão sido originados em comunicações oriundas do submarino da Marinha de Guerra dos EUA USS TREPANG, sob comando do oficial graduado DEAN SACKETT. Nas transcrições das afirmações aí contidas não seriam fornecidos dados específicos e adicionais sobre estes objectos, apenas aí se mencionando as suas formas diversificadas, a capacidade de cada uma delas se deslocar tanto no ar como no mar e de parecerem estar a desempenhar algum tipo de tarefa não identificada (e aparentemente não agressiva para a tripulação do submarino) mas seguramente de seu interesse (do ser desconhecido que pilotava a nave).

 

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O submarino USS TREPANG
(patrulhando o Atlântico Norte)

 

[Na realidade uma situação em tudo idêntica (mas em princípio verídica) ter-se-á passado com o submarino norte-americano USS TREPANG SSN 674 em águas do Atlântico Norte (entre a Gronelândia e a Noruega) mas no mês de Março de 1971 (há 44 anos): numa das suas missões de rotina o submarino terá estado em presença de objectos voadores não identificados (capazes de se movimentarem igualmente debaixo de água), não interferindo nas suas movimentações nem sendo incomodado pelas forças desconhecidas em presença (pelo menos é o que dizem documentos secretos governamentais recentemente desclassificados)]

 

(dados e imagems: mirror.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:38

06
Out 14

“New Map Exposes Previously Unseen Details of Seafloor”
(Scripps Institution of Oceanography UC San Diego)

 

 Oceano Atlântico
(geral – Norte/Sul)

 

Graças ao trabalho desenvolvido pelos cientistas pertencentes ao Instituto de Oceanografia da Universidade de São Diego, podemos agora ter acesso às profundezas oceânicas do nosso planeta (e aos seus mais interessantes mistérios): acedendo a dados transmitidos pelos satélites CryoSat-2 (ESA) e Jason-1 (NASA) – sobre a topografia submarina da Terra – estes cientistas conseguiram construir um modelo fidedigno da superfície da crosta terrestre (escondida sob os oceanos).

 

 Oceano Atlântico
(pormenor – Portugal)

 

Neste mapa (geral e de pormenor) estão indicados os locais em que ocorreram tremores de terra de maior intensidade – M5,5 ou superior (assinalados com pontos vermelhos) – além das falhas existentes entre as diferentes placas tectónicas.
Estão aí bem visíveis os contornos das falhas geológicas existentes entre as principais placas tectónicas, além de serem também expostas dessa maneira as ligações intercontinentais ligando a América do Sul e o continente africano. E revelados os abismos oceânicos.
O novo mapa fará parte da versão actualizada do Google (oceanos).

 

(dados e imagem – scripps.ucsd.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:39

27
Abr 14

“Amar-se a si mesmo é o começo de uma aventura que dura a vida inteira”

(Oscar Wilde)

 

A Travessia do Continente Norte-Americano

(a nadar como se fosse um peixe)

 

Fiquei hoje a saber que se por acaso for um peixe de preferência na flor da idade, ainda tenho uma hipótese de no decorrer da minha vida, fazer a Grande Travessia do Continente Norte-Americano – ligando o meu conhecido e vizinho Oceano Atlântico (no interior do Golfo do México) ao desconhecido e longínquo Oceano Pacífico (a sul do Golfo do Alasca).

 

Sendo na realidade um peixe – e sem ter vontade de recorrer à única ligação conhecida e localizada mais a sul no canal do Panamá – surge-me assim e como que caída do nada esta alternativa de trajecto e de missão, direccionada para um continente e para a concretização duma aventura: e como nenhum espaço pode ser ignorado a sua travessia só pode ser um prémio.

 

O Coração deste Sistema fica em Two Ocean Pass

(estado norte-americano do Wyoming)

 

Na Passagem dos Dois Oceanos podemos encontrar o centro desta magnífica história envolvendo peixes, local onde as águas dos ribeiros duma nascente conjunta se separam em duas, uma dirigindo-se para leste – em direcção ao rio Snake e ao Pacífico – e a outra para oeste – em direcção ao rio Yellowstone e ao Atlântico. Com o auxílio das chuvas e do declive do terreno é bem possível imaginar-se a ligação.

 

Vindo da Europa e tendo atravessado todo o oceano Atlântico – e após uma curta estadia para reflectir e descansar, passada na paradisíaca costa de Cuba – apanhei finalmente a minha entrada no interior do continente americano: na foz dum rio do Golfo do México a porta abriu-se e mexendo as membranas parti à aventura. A falha separava verdadeiramente o continente em dois e seguia pelos rios Mississippi, Missouri, Yellowstone, Teton, Snake até atingir finalmente o rio Columbia.

 

(dados e imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:53

06
Jan 14

A cidade do Porto teve hoje a presença dum convidado vindo do ocidente, que brindou a Foz do rio Douro com uma onda de grandes dimensões – invadindo a marginal nas proximidades do Castelo do Queijo e assustando muita gente que aí passeava e observava tranquilamente o estado do mar. Chegando a provocar quatro feridos ligeiros e alguns carros amolgados arrastados pelas águas. As autoridades marítimas – face à sua ausência e passividade – apenas comentaram: já tínhamos avisado!

 

Farol da Foz do Douro

06.01.2014

 

Sob a batuta da tempestade Hércules – que nos EUA já provocou mais de quinze mortos, escolas, pontes e estradas encerradas, prevendo-se que em certas zonas a temperatura possa atingir os -50°C – o mau tempo reflecte-se agora no estado do mar, tendo sido entretanto lançado o alerta vermelho para todo o litoral. Num país com uma grande extensão de costa completamente exposta à força do Atlântico, conviria que se começasse a pensar sobre o futuro destas áreas contíguas ao mar.

 

(imagem – Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:18

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