Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

13
Nov 19

Proporcionado pelo ex-oficial do Exército dos EUA e astronauta da NASA Jeff Williams (60 anos de idade, sendo natural da cidade de Superior/condado de Douglas County/estado do Wisconsin) durante o período da sua 47ª/48ª Expedição à Estação Espacial Internacional (ISS) abrangendo o período de 18 de março de 2016 a 7 de setembro do mesmo ano:

 

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Pôr-do-Sol como observado a partir da ISS

(num retrato do recordista de permanência no Espaço/ISS de 2016)

 

Tendo já anteriormente participado na 21ª/22ª Expedição – início a 30 de setembro de 2009 e conclusão a 18 de março de 2010 – e sendo atualmente o astronauta recordista em permanência no Espaço a bordo da ISS com (um total de) 534 dias 2 horas e 48 minutos (nas 4 expedições).

 

Num conjunto de imagens tendo como tema “A Terra Vista do Espaço” apresentando-nos diversas “retratos” do nosso planeta como visto lá de cima a uma altitude ligeiramente superior a 400Km (com a ISS a deslocar-se a uma velocidade aproximada de 7,7Km/s e fazendo a órbita da Terra em pouco mais de hora e meia)

 

“A luz solar é formada por diversas cores e ao atravessar a atmosfera, dispersa-se devido às partículas existentes no ar. No entanto, as radiações de cada cor dispersam-se de forma diferente, de acordo com o valor de comprimento de onda que apresentam.”

(texto: retirado de um trabalho efetuado por Mikail Ribeiro aluno do 10ºano em 2006/2007 c/ orientação da Professora Laila Ribeiro/A Cor do Pôr-do-Sol/worfpress.com)

 

– Um planeta que quando visto do Céu se assemelha às nossas ideias (feitas/implantas) do Paraíso, quando a realidade cá por baixa só significa “uma só e única coisa” o Inferno (atravessando-se o “olho−do−furacão” vivendo-se temporariamente no Purgatório, um tempo de aparente calma, mas não passando da mais pura ilusão)

 

E concluindo com o momento em que o Sol desaparece para lá do horizonte terrestre, um fenómeno que denominamos como o “Pôr-do-Sol” (anoitecer ou entardecer):

 

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Pôr-do-Sol como observado a partir da superfície de Marte

(num retrato do Rover Spirit captado na cratera Gusev em 2005)

 

“O comprimento de onda da luz azul permite que o céu apresente a cor azul que vemos durante o dia. Mas ao pôr-do-sol ou ao amanhecer, a luz solar incide obliquamente na atmosfera percorrendo um caminho bem mais longo através da atmosfera terrestre que a luz solar que se vê ao meio-dia.”

(Mikail Ribeiro)

 

E tudo se originando no movimento de rotação da Terra (concretizado em 24 horas).

 

E sobre a Terra redonda (contrariando os teóricos da “Terra Plana) e envolvendo-a na integra, surgindo

 

– Ao pôr-do-sol (com o vermelho e o laranja) mais brilhante que ao nascer-do-sol –

 

“Nesta trajetória mais longa, a luz azul é toda dispersada pela atmosfera (portanto, retirada do feixe de luz branca), pelo que os nossos olhos detetam apenas a luz menos difundida (que sofre menor desvio) como parte da luz amarela, luz laranja e luz vermelha (que apresentam comprimento de onda maior que a luz azul).” (Mikail Ribeiro)

 

O colorido da atmosfera contrastando com a escuridão profunda do Espaço, depois do mesmo se pôr (o Sol) ainda podendo e como se fosse mágico ser visto não fisicamente, mas (como tudo) projetado.

 

E acontecendo por aí o Crepúsculo entre o antes e o depois.

 

(imagens: astronauta Jeff Williams a bordo da ISS/2016/NASA – nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:26

11
Nov 19

These are likely water-ice clouds about 19 miles (31 kilometers) above the surface. They are also "noctilucent" clouds, meaning they are so high that they are still illuminated by the Sun, even when it's night at Mars' surface. Scientists can watch when light leaves the clouds and use this information to infer their altitude.” (NASA/JPL-Caltech)

 

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Fig. 1

Céu de Marte

7 maio 2019

(SOL 2400/Curiosity Rover)

 

Ao contrário da Terra possuindo atmosfera (camada de gases envolvendo o nosso planeta) entre outros aspetos (como o das radiações ultravioletas) protegendo a Vida nela existente (e todo o seu Ecossistema)

 

E com uma pressão atmosférica de 101,3KPa

 

Marte possui uma atmosfera rarefeita (de baixa densidade) principalmente constituída por poeiras (em suspensão) e apresentando uma pressão atmosférica (média) de 0,6KPA (quase 170X menor que a da Terra).

 

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Fig. 2

Céu de Marte

12 maio 2019

(SOL 2405/Curiosity Rover)

 

E mesmo na sua composição atmosférica sendo diferentes a atmosfera da Terra, nela dominando o nitrogénio (N₂/78%) e o oxigénio (O₂/21%), enquanto no Planeta Vermelho desempenhando o mesmo papel, mas aqui como “filho-pródigo” o dióxido de carbono (CO₂/95%)

 

– Como componentes comuns destacando-se (entre outros) o argónio (Ar/0,9% na Terra e 1,6% em Marte – 3º na composição de Terra/Marte) e o metano (CH₄ − por poder significar, vida orgânica).

 

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Fig.3

Céu de Marte

17 maio 2019

(SOL 2410/Curiosity Rover)

 

Comparativamente com a atmosfera de Marte se comparada com a da Terra sendo praticamente inexistente.

 

Não oferecendo proteção (da radiação exterior, seja solar e/ou cósmica e nem tendo oxigénio/O₂, nem água/H₂O para poder sobreviver) sendo mortal para o Homem.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:52

07
Nov 19

[E a mais uma "Doçura & Travessura".]

 

Nos momentos antecedendo a comemoração do HALLOWEEN 2019, um exemplo dos múltiplos, belos e mágicos cenários, dados a usufruir pela NATUREZA: aqui e com a colaboração conjunta dos RAIOS do SOL e da ATMOSFERA TERRESTRE, com o SOL e a TERRA dando-nos a usufruir, uma avermelhada e brilhante imagem de uma AVE: misteriosa, eletromagnética e tocando-nos a ALMA (temporariamente associada ao nosso corpo físico). Numa transição entre o Inferno (da Terra) e o Céu (Lá em Cima).

 

A ÁGUIA DE FOGO

 

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Soledad

Rio Grande do Sul − Brasil

(30.10.2019)

 

“E então a majestosa águia de fogo...o céu em Soledade...Deus é bom.”

(Paulo Henrique Pinheiro/30.10.2019/Facebook.com)

 

Uma decoração Natural − tendo como “Companhia” o Ecossistema Terrestre − surgindo nos céus do BRASIL e segundo uma das suas testemunhas (PHP) representando “uma ÁGUIA, majestosa e simbolizando a bondade de DEUS”: projetada para nós (talvez como um sinal) na nossa atmosfera – ao pôr-do-sol. Segundo cientistas e especialistas no fenómeno, mais um caso natural de um fenómeno conhecido e já ocorrido anteriormente (precisamente com o mesmo tom para o cor-de-rosa, mas não como antes, aí definindo algo).

 

(imagem: Paulo Henrique Pinheiro/Facebook)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:17

01
Nov 19

[Pela sonda JUNO, pelo Cidadão Cientista Gerald Eichstädt e … por mais alguém/ninguém.]

 

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As complexas e coloridas (editadas por um, como os designa a NASA, Cidadão Cientista/CC) movimentações das violentas correntes atmosféricas (JET STREAM) observadas no Hemisfério Norte de Júpiter”, numa imagem obtida pelas câmaras da sonda automática JUNO em 29 de maio deste ano. E com Gerald Eichstädt realçando os “pontos brancos”.

 

Numa região do Hemisfério Norte de JÚPITER, sinais evidentes da presença e da ação de um JET STREAM na sua atmosfera, conhecido como “JET N3” (depois de editados pela NASA e tratados pelo CC Gerald Eichstädt). E tal como a NASA afirma (resultando mais evidente com o tratamento de imagem realizado pelo CC GE), com as diferentes diferenças de cor aí observadas representando (significando) diversos tipos de comportamento da sua ATMOSFERA, do seu topo à sua base. Com o branco (a cor) aqui a ser o protagonista. Num planeta com um diâmetro médio de cerca de 140.000Km (aproximadamente 11X o da Terra) e onde certamente tudo será “muito mais extremo(pelo menos para nós, comparando-se com a TERRA, até pela sua distância ao SOL) incluindo as Tempestades Atmosféricas, ainda-por-cima num planeta considerado um “Gigante Gasoso” (o maior do Sistema Solar, “engolindo todos os outros”, exceto o SOL) e onde não se vislumbra (mas tendo de existir no seu núcleo) a sua parte como (o) componente sólido: onde como na LUA pudéssemos aterrar e tal como Neil Armstrong o fez (fazendo em breve Meio-Século e nem se tendo dado, desde essa altura, mais nenhum passo) lá colocar os nossos pés (deixando-nos de promessas e de adiamentos e de justificações falsas de que o dinheiro não chega, quando todo ele é canalizado para a Indústria de Guerra). E regressando aos “pontos brancos” visíveis na atmosfera de Júpiter (sobressaindo não só pela cor), sendo essas zonas (da atmosfera) entre todas (as rodeando-as) as mais elevadas.

 

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Modelo apresentando (através de um corte do exterior ao centro) o interior do planeta Júpiter, com o seu núcleo (central, rochoso e gelado) no estado sólido, rodeado por uma espessa camada de hidrogénio metálico, no estado líquido. Sucedendo-se o “H e o He(líquidos/gasosos) e a restante (e exterior) camada atmosférica (mais fina talvez com uns 50Km).

 

Um registo atmosférico do JET N3 podendo atingir os 3.000Km (de altitude) e com as duas “manchas brancas” (espessas, compactas, violentas camadas de nuvens) visíveis no meio de todo o colorido − aparecendo ao centro-direita da imagem − a representarem as regiões da atmosfera (de Júpiter) aparecendo a maiores altitudes: obtido pela sonda JUNO quando (numa das suas várias aproximações − esta sendo a 20ª − programadas a Júpiter) a cerca de 10.000Km de distância do topo das nuvens jupiterianas (latitude 39°N). Júpiter: um planeta Gigante e Gasoso possuindo 2,5X a Massa dos outros sete planetas (juntos) do Sistema Solar (no outro extremo tendo, cerca de 1000X Menos a Massa do Sol) − e composto maioritariamente por Hidrogénio (80%) e por Hélio (10%) − onde um dos seus “sinais de marca” é a “Grande Mancha Vermelha”, bem visível (integrando a camada atmosférica exterior do planeta) – como que “estacionada há muito, muito tempo até pela sua dimensão e forma (fazendo-nos lembrar “o olho-de-um-furacão” na Terra) e simbolizando as violentíssimas tempestades atmosféricas (se comparadas com as do nosso planeta, mesmo as mais violentas, muito menos intensas) em curso á superfície – “GASOSA− de Júpiter.

 

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Na Terra com as diferentes camadas atmosféricas envolvendo todo o planeta (mais estreitas e protetoras nos polos) estendendo-se (como se pode ver no gráfico) por mais de 700Km (ainda no seu interior orbitando a ISS), dividindo-se desde o solo até às suas zonas mais exteriores em (5 camadas) Troposfera, Estratosfera, Mesosfera, Termosfera e Exosfera.

 

De tão grande e apesar de tão afastado – entre 740 e 815 milhões de Km do Sol (a Terra a 150 milhões de Km) – sendo a partir da Terra visível a olho nu e de todos os planetas solares sendo aquele a possuir mais luas (ultrapassando já as 80 e podendo uma ou outra ter Água), por um lado e para os Seres Humanos sendo igualmente extremamente agressivo e “impossível de compartilhar”, não só devido ao seu poderosíssimo Campo Magnético (atraindo e esmagando tudo) como devido às suas violentíssimas Tempestades Atmosféricas, as mais habituais com ventos a caminho dos 400Km/h (podendo ser muito superiores, na Terra e existindo, sendo “apenas APOCALÍPTICAS”), mas por outro e sendo “Importantíssimo e Fundamental (até para a Preservação da Terra e da nossa Espécie, assim como de todas as outras) podendo manter-nos VIVOS (como o também fará por exemplo o nosso vizinho Marte, substituindo-nos e à Terra, e “levando com eles em cima”): protegendo-nos de cometas como poderia ser o caso (um dia com outro qualquer, podendo um cometa intercetar a órbita da Terra e até passar uma tangente ou então − BOOM! − uma secante) de SHOEMAKER-LEVY 9 (viesse ele na direção da terra) impactando Júpiter em Julho de 1994 (e com o planeta a “digerir sem parecer vomitar”).

 

(imagens: PHOTOJOURNAL/PIA23439/NASA – wikipedia.org − wattsupwiththat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:04

18
Jun 19

[Entre outros para a Pele a para os Pulmões.]

 

“Neste Verão de 2019 no Hemisfério Norte e à entrada das Férias Grandes

(com muito Sol e muita Luz)

− Integrando o Menu Climático

com as Radiações a serem altas tal como o teor de CO₂.”

 

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Os Espíritos Vermelhos

 

Com a Radiação a nível da Atmosfera (mais rigorosamente da Estratosfera, onde andam os balões meteorológicos) a aumentar, o mesmo acontecendo aos níveis de Dióxido de Carbono (CO₂) nela presentes – “atingindo um novo record no passado mês de Maio– estarão provavelmente reunidas todas as condições “ideais e experimentais” para nos lançarmos num voo turístico/científico (os aviões circulam logo abaixo dos balões, na Troposfera) até um qualquer paraíso terrestre, para aí usufruirmos finalmente de uma atmosfera (marítima e/ou continental) não stressada nem poluída (por exemplo pela poluição automóvel) ou seja de “Boa Qualidade”.

 

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Radiação Estratosférica

 

Mas pelos vistos com essas condições ambientais (proporcionadas ao viajante) a serem mais científicas do que turísticas, garantindo a partida e a chegada (e ainda a estadia) de mais uma das nossas Aventuras (e Descobertas), mas em contrapartida podendo transportar consigo (contaminando-nos no processo) o “vírus” da nossa futura destruição, como consequência de exposição a radiações excessivas e a atmosferas cada vez mais rarefeitas e irrespiráveis (“por defeito em oxigénio”): entre Março de 2015 e Julho de 2018 com a radiação a nível da Estratosfera (entre os 20Km e os 50Km) a subir 18% e nos últimos 60 anos com a presença de CO₂ a atingir um novo Recorde.

 

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Níveis de CO₂ na atmosfera

 

Esperando-se que chegados ao Verão as plantas na sua fase de crescimento cumpram a sua função (mais uma vez e cada vez mais por nós), libertando-nos dos nossos excessos de produção descontrolada de gases de estufa (CO₂). Já quanto aos efeitos da radiação e do conhecimento de como evitá-las sendo o problema de mais difícil solução, já que se por um lado a intensidade dos Raios Solares (em princípio menos perigosos, mais conhecidos) diminuíram dado o Sol estar a atravessar uma fase fraca do seu ciclo solar (de cerca de 11 anos e de momento num dos seus mínimos de atividade) por outro lado e aproveitando a ocasião (com as nossas diversas camadas de proteção por diversos motivos enfraquecidas) e as “brechas” entretanto reabertas, com os Raios Cósmicos a ocuparem o lugar dos raios antes emitidos (pelo Sol), sendo estes últimos mais penetrantes, radioativos e perigosos.

 

E com as temperaturas médias sempre a subirem, mês após mês, ano após ano, com o “Caldo” a compor-se e com um “traço irreversível (pelo menos para nós fazendo parte do ensopado).

 

(imagens: Red Sprites/Frankie Lucena/May 10, 2019/@ International Space Station − spaceweather.com – noaa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:15

17
Mai 19

[Contando com a “preciosa” participação do Homem, com a concentração na nossa atmosfera atingindo uns espantosos 415,70 ppm – e desse modo nestes últimos 60 anos registando-se um aumento superior a 60% (“extraordinário” nuns 1%/ano).]

 

Today is the Highest Concentration of Atmospheric CO2 in Human History.

415 Parts Per Million.

Last Time it Was This High, There Were Trees at the South Pole.

(Evan Gough/Universe Today)

 

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Leitura de CO₂

Observatório de Mauna Loa

(Havaí/EUA)

15.05.2019

 

Think about this for a minute: We humans and our emissions are helping turn back the climatological clock by 2 or 3 million years, possibly more. Not since that time, called the Pliocene Epoch, has the CO2 ppm risen above 400.

 

Way back then, the CO2 helped keep the Earth’s temperature 2 to 3 degrees C warmer than it is now. And the Earth was a much different place back then.

 

The Pliocene Epoch lasted from about 5 million to 1.8 million years ago. Scientists use it as a comparison for what the Earth might look like as our current climate changes, because it was the last time atmospheric CO2 reached 400 ppm.

 

The ocean level at that time was about 25 meters higher than it is now and fluctuated between about 20 and 30 meters. In our day, the seas are rising, and nobody knows for sure when they might crest. Sea levels have risen about three inches in the last 25 years and will keep rising. Not only are glaciers and ice sheets melting, but the ocean is absorbing heat and expanding, causing them to rise.

 

These are just numbers and they don’t really paint the entire picture. Things were so different back during that warmer Earth that the Arctic had no ice cover. Instead, it was covered in trees. So was the south pole. Before these facts drift off into your stream of consciousness, here’s some more context: At no time since modern humans appeared has the CO2 been this high.

 

The 415 ppm was announced in a Tweet from the Keeling Curve.

 

(Evan Gough)

 

(continua em: universetoday.com/142221/today-is-the-highest-concentration-of-atmospheric-co2-in-human-history-415-parts-per-million-last-time-it-was-this-high-there-were-trees-at-the-south-pole/#more-142221 )

 

[E sem se verificar nenhuma reação em contrário (da iniciativa do Homem, “um do maus colaboradores”, no mínimo de modo a “equilibrar a Balança”), tal como Evan Gough escreve (antecipa), restando-nos apenas esperar (e pelos vistos a este ritmo pouco tempo), por uma nova leitura (de CO₂) certamente ainda mais alta.]

 

(texto/inglês e imagem: Evan Gough/universetoday.com/16.05.2019)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:44

10
Ago 18

Sábado pelas 08:30 de Portugal

Lançando-se a sonda PARKER em direção ao SOL

 

“The solar corona is one of the last places in the solar system where no spacecraft has visited before.

It gives me the sense of excitement of an explorer.”

(Adam Szabo/nasa.gov)

 

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A sonda solar Parker aproximando-se do Sol

(ilustração: nasa.gov)

 

Hoje dia 10 de Agosto de 2018 pelas 12:00 locais (de Albufeira), no preciso momento em que nos aproximamos rapidamente de um acontecimento histórico para todo o planeta (Terra) – ao nível da Conquista do Espaço pelo Homem (neste caso dos nossos domínios mais próximos, o Sistema Solar e o seu foco e gerador o Sol) – com o lançamento por volta das 08:30 de amanhã (sábado/hora de Portugal) da sonda solar PARKER, a primeira do seu género a “tocar” a superfície do Sol: a sua atmosfera/coroa solar. Na sua aproximação ao Sol (até entrar em órbita da nossa estrela) atingindo velocidades máximas na ordem dos 190Km/s (tornando-se logo ali na sonda mais rápida da história), para aí numa missão estimada para durar uns sete anos, completar 24 órbitas (em torno do protagonista) e atingir uma aproximação (mínima) de cerca de 6.000.000Km (1/25 da distância Terra/Sol), estudar a nossa estrela como nunca antes tenha sido feito. Aí suportando temperaturas de cerca de 1400⁰C (protegida e “climatizada” tendo que suportar apenas uns 30⁰C), para além do bombardeamento constante de diversos tipos de raios (e de radiações), penetrando a sonda espacial solar Parker como se a mesma estivesse (apenas para termos uma ideia mesmo que não completamente correta) no interior de um micro-ondas.

 

 

Com o Sol a dormir

Uma subida de 18% só nos últimos quatro anos

(da radiação oriunda do Cosmos)

 

A partir de mais um estudo (da responsabilidade da spaceweather.com) levado a cabo não só na Estratosfera (12 a 50Km) como até em altitudes (mais baixas) onde circulam muitos dos aviões comerciais e de passageiros – a Troposfera (0 a 12Km) – vem-se mais uma vez confirmar que a radiação cósmica medida na estratosfera nestes últimos quatro anos (fins de 2014 a fins de 2018) tem vindo sistematicamente a aumentar: de menos de 4.1 a mais de 4,5 uGy/hr ou seja cerca de 18%.

 

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Variação da radiação cósmica ao longo do tempo

(de 2014/2018)

 

Podendo-se dessa forma não só estudar a variação da radiação cósmica em toda a camada Atmosférica envolvendo a Terra – Troposfera (0/12Km), Estratosfera (12/62Km), Mesosfera (62/80Km), Termosfera (80/500Km) e Exosfera (500/800Km) – particularmente naquela onde vivemos e circulamos – Troposfera em que vivemos/respiramos e Estratosfera onde circulamos de avião a jato (tudo numa estreita faixa de uns 60Km) – como até e por associação deduzir-se quais os seus efeitos sobre a saúde dos seres vivos (aí se movimentando e vivendo).

 

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O Sol sem manchas visíveis

(9 Agosto 2018)

 

Viajando num avião a menos de 12.000 metros de altitude (por exemplo 25.000 pés) com a radiação aí registada a expor os passageiros a valores cerca de 10X aos normalmente assinalados a nível da água do mar e já no caso de o fazermos num outro avião por exemplo supersónico e circulando a mais de 12.000 metros de altitude (por exemplo 40.000 pés) à mesma radiação registar valores agora 50X superiores!

 

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Variação da radiação cósmica com a altitude

(de 2014/2018)

 

Uma variação das radiações cósmicas agora atingindo o nosso planeta com maior intensidade (com os sensores instalados e utilizados neste estudo a detetarem Raios-X e Raios Gama numa determinada gama energética) segundo os cientistas podendo ser explicada de duas maneiras (no fundo com dois processos ocorrendo simultaneamente) complementares:

 

Dado o Sol estar a atravessar um período de fraca atividade (não se observando grande número de manchas solares) provocado pelo mesmo (Sol) se estar a aproximar de um seu Mínimo, como consequência diminuindo a Radiação Solar (atingindo a Terra) e assim abrindo-se a porta (por ocupação de Espaço disponível) agora à Radiação Cósmica (mais perigosa); por outro lado o enfraquecimento (em princípio momentâneo e à procura da manutenção do seu equilíbrio) do campo magnético terrestre, tendo como uma das suas principais funções proteger-nos igualmente (defendendo-nos como se fosse um escudo) dos Agentes Provocadores Exteriores como o são os Raios Cósmicos.

 

(imagens: nasa.gov e spaceweather.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:26

09
Mar 18

Júpiter ‒ O planeta onde caberiam 1300 Terras

 

1/2

1 Ciclone central rodeado por outros 8 Ciclones

(com diâmetros variando entre 4000Km/4600Km)

 

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1/2

Pólo Norte de Marte ‒ Missão Juno

(PIA 22335/PIA 22336)

 

Imagens obtidas a partir da sonda JUNO atualmente orbitando o planeta JÚPITER (o Gigante Gasoso e maior planeta do Sistema Solar), mostrando-nos as violentíssimas tempestades atmosféricas que ocorrem à superfície do 1º Planeta Exterior (planeta localizado para além da Cintura de Asteroides), no primeiro dos registos sendo de assinalar vários ciclones rodeando o Pólo Norte do planeta e no segundo (obtido há pouco mais de um ano, a 2 de Fevereiro de 2017) esclarecendo-nos melhor sobre a estrutura e o padrão desses ciclones. Através dos dados registados por instrumentos da sonda Juno utilizando (neste caso e especificamente) infravermelhos (e associando as cores obtidas a temperaturas), com as temperaturas (indicando calor radiante) dessa espessa camada de nuvens movimentando-se à superfície de Júpiter a elevadíssimas velocidades (se comparadas com os casos mais extremos e semelhantes ocorridos na Terra) a variarem entre os -13⁰/amarelo e os -181⁰C/vermelho.

 

3

1 Ciclone central rodeado por outros 5 Ciclones

(com diâmetros variando entre 5600Km/7000Km)

 

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3

Pólo Sul de Marte ‒ Missão Juno

(PIA 22337)

 

Já no terceiro registo verificando-se o aparecimento do mesmo tipo de violentíssimas tempestades tal como as ocorridas no Pólo Norte (atrás referidas), neste caso com um menor número de Ciclones em presença ‒ um central e outros cinco rodeando-o ‒ e com diâmetros de ação (dos mesmos) ainda maiores: tal como no Pólo Norte ‒ e apesar destes monstruosos ciclones abrangendo áreas enormes, rodando a elevadíssimas velocidades e de quase se tocarem mantendo no entanto a sua identidade (forma e características) ‒ com o mesmo fenómeno atmosférico (brutal) a manifestar-se em tempestades desenvolvendo-se e observadas durante meses. E entre os muitos mistérios que envolvem este planeta gigante (com o hidrogénio e o hélio a perfazerem quase os 100% da sua atmosfera) podendo incluir no seu interior (2.5X) todos os astros irmãos (planetas) integrando o mesmo conjunto (Sistema Solar) ‒ só sendo mesmo superado pelo Sol ‒ assinalando-se a grande espessura das diferentes camadas de nuvens envolvendo o planeta Júpiter (nelas circulando fortes correntes de jato originando estes ciclones e podendo ter uma profundidade de cerca de 3000Km) ‒ comparativamente com uma massa total 1000X superior à terrestre ‒ rodeando um núcleo central sólido (eventual) mas nunca visto (direta ou indiretamente nunca observado, apenas apoiado em dados recolhidos e teorizados). Um núcleo central certamente ainda mais quente que o de Saturno (atingindo quase 12000⁰C) tendo a envolve-lo uma espessa e turbulenta atmosfera com ventos podendo atingir velocidades (dependendo da profundidade/pressão atmosférica) entre os 300Km/h e os 600Km/h.

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:47

26
Jan 18

Poderíamos usar a Lua para Mineração – criando aí um entreposto (comercial) – e Marte para Colonização – utilizando-o para o lançamento de naves interplanetárias (e a partir daí chegando um dia às intergalácticas): desde que se resolvam os problemas do tempo (de viagem), da proteção (contra os raios solares e cósmicos) e da atmosfera (rarefeita e sem grandes vestígios de oxigénio e de água/visível mesmo à superfície).

 

Objetivo/Marte e Missão/MRO:

 

F

I

PIA

Registo

1

MCS

22080

Observação realizada entre Jan2006/Fev2008 durante o seu período de translação (680 dias+30⁰ adicionais) e com a origem (dos eixos) a ser referida ao início do Outono (no hemisfério norte). Indicando no eixo vertical a altitude do registo (Km) e no horizontal os 360⁰ de translação em torno do Sol; e sobressaindo o período referente à tempestade de poeiras ocorrida no ano de 2007 (entre as duas barras pretas verticais). Com a barra inferior a indicar a quantidade de vapor de água presente (por milhão) – roxo mais baixo (seguido de verde e amarelo) e laranja mais elevado.

2

HiRISE

22180

Terreno recoberto por uma camada gelada localizada a altas latitudes, como que formado por um conjunto de polígonos semelhantes (neste caso hexágonos) num cenário muito comum de se ver em terrenos com gelo: com este conjunto de hexágonos a serem o resultado do arrefecimento, contração e quebra desse terreno congelado.

3

HiRISE

22182

Camadas de origem sedimentar, como resultado de um longuíssimo período de erosão (localizadas no Vale Shalbatana um canal atravessando a região de Terra Shante). Originando material mais brilhante e de composição diferente ao encontrado em seu redor.

Tabela

Fonte : NASA

(F: Figura I: Instrumento)

 

Marte é hoje conhecido como sendo um planeta seco e desértico (sem Água visível à sua superfície) e claramente sem qualquer tipo conhecido de vestígios (possíveis de detetar) relacionando-o com a existência de Vida (sem se terem detetados para além de elementos do mundo mineral, elementos do mundo orgânico − tendo mesmo que de uma forma primitiva algo de comum connosco): o que não significa que o planeta nunca tenha possuído Água (no Passado) ou que mesmo hoje (no Presente) não se detetem sinais da sua existência – no passado com Marte a poder estar parcialmente coberto por um grande oceano (há já uns biliões de anos tendo o planeta uns 4,6 biliões), no presente com as sondas automáticas (enviadas do seu planeta vizinho a Terra) a detetarem a presença da mesma à superfície e mesmo a altitudes elevadas.

 

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Figura 1

Registo da presença de vapor de água na atmosfera marciana

(PIA 22080)

 

E se durante o processo Evolutivo aplicado ao Sistema Solar e iniciado há uns 4,6 biliões de anos a transformação se deu num mesmo conjunto tendo o seu centro virtual (foco) numa estrela o Sol (por sua vez integrado num conjunto mais vasto a galáxia da Via Láctea), sendo a partir daí natural que muitos dos mecanismos aplicados ao longo do tempo (biliões de anos) tivessem métodos de intervenção muito semelhantes (por basicamente idênticos) podendo originar percursos paralelos e em certos casos coincidentes (não no Tempo mas no Espaço). Pelo que se cronologicamente e apesar da sua grande proximidade a História da Terra e de Marte não coincidem (tal como a de Vénus o outro vizinho ou mesmo a de Mercúrio o mais próximo do Sol), poderão ter existido no passado etapas da evolução marcianas que mesmo não coincidindo (ou encaixando) com as etapas por nós conhecidas (terrestres), fora do Tempo e do Espaço pelo Homem aplicado à Terra (e ao seu mundo Homocêntrico) outros como o planeta Marte a terão tido (a sua História) mas noutras circunstâncias.

 

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Figura 2

Superfície marciana sob uma cobertura/em pequenos hexágonos gelada

(PIA 22180)

 

Observando imagens de Marte registadas nestes últimos anos por sondas automáticas oriundas de diferentes localidades na Terra – como por exemplo da América do Norte (EUA), Europa (Rússia) e Ásia (China) – se atento e interessado e conhecedor de um mínimo de geologia costeira (mesmo sendo um leigo mas experimentado) sendo fácil de constatar que face aos materiais em presença, à sua distribuição e à composição final do cenário, muitas das regiões observadas por essas sondas automáticas (em órbita ou à superfície) nos lembrariam a Terra e as suas regiões litorais: como se estivéssemos junto a uma praia nas proximidades da linha de separação entre o domínio do Mar e o domínio da Terra, para lá dessa linha virtual mas bem vincada no terreno apenas faltando o mar daí até ao horizonte – vendo-se apenas o leito de um possível e antigo oceano (com ondas mais suaves e menores profundidades) agora seco, esquecido e inexistente (mas deixando a sua marca inegável, significando algo no estado líquido, material mineral e talvez orgânico).

 

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Figura 3

Estratos erodidos pelo vento/ou pela água na superfície marciana

(PIA 22182)

 

Neste ano de 2018 – e só para falar da maior potência tecnológico-militar global (os EUA) – com a Agência Espacial Norte-Americana NASA (governamental) e com a SPACE-X, a BLUE ORIGIN e a VIRGIN GALATIC (privados) a partilharem entre elas as suas diversas missões (e testes): do lado da NASA (e entre várias missões) com o lançamento de um novo módulo de aterragem (e respetivo veículo motorizado) em direção ao planeta Marte, com o envio em direção ao Sol de uma sonda automática batendo (largamente) o record de aproximação à estrela, assim como o envio de duas outras sondas uma em direção a um asteroide e a outra em direção a outro corpo celeste localizado a biliões de Km de distância (da Terra). Já do lado dos privados continuando com os seus testes (e o lançamento de um novo foguetão) de momento dirigidos ao desenvolvimento da Indústria Comercial Espacial, no caso da Virgin Galatic e da Blue Origin (até para se financiarem) optando inicialmente pelo Turismo Espacial e já no caso da Space-X (pelos vistos menos necessitada) com a empresa de Elon Musk a lançar o seu novo foguetão Falcon Heavy (no início de 2018). Fazendo-o de novo pensar estar mais perto do seu sonho: atingir o Planeta Vermelho (tal como o estarão certamente os seus rivais os chineses – o Novo Império em ascensão).

 

(imagens: nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:31

29
Dez 17

Apanha um voo intercontinental de preferência que passe pelos polos

(ou então noutro buraco da camada de ozono)

 

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Voando a grande altitude sobre uma camada de nuvens

(a mais de 40 000 pés)

 

Para todas aquelas pessoas que passam a vida a andar de avião passando horas seguidas em voos de longa duração sobrevoando a Terra a grande altitude (por exemplo a mais de 40 000 pés/12 000metros), uma das preocupações que as mesmas devem sempre tomar (para além da escolha da companhia aérea dando mais garantias de conforto e de segurança) e que a esmagadora maioria das vezes passa em claro (salvo uma ou outra rara exceção ninguém lhe ligando), será o de saber antecipadamente o que se passa lá fora (no exterior da aeronave) que possa afetar de algum modo (como por exemplo no que diz respeito à saúde) os passageiros que transporta.

 

E se insistires no tratamento além de radioativo talvez fiques um pouco mais luminoso

(talvez para melhor te verem e comerem de noite)

 

Nesse sentido e sabendo-se a altitude que estes aviões (comerciais de passageiros) atingemsobrevoando frequentemente a Terra por cima de um manto de nuvens mais ou menos espesso (ou seja ficando-se muito mais expostos a tudo o que possa vir do exterior do nosso Ecossistema) ‒ sendo clara a menor proteção proporcionada pela atmosfera terrestre se comparada com a normalmente registada ao nível do solo (onde nos movimentamos diariamente): com uma camada de proteção inferior no mínimo em 40 000 pés (mais de 12Km) ficando-se desde logo muito mais exposto à ação dos Raios Solares e dado o momento do atual Ciclo do Sol (a caminho de um Mínimo de atividade) ‒ por um lado sujeitando-nos a radiações solares de menor intensidade ‒ escancarando as portas aos Raios Cósmicos (como se a influência/interna do Sol diminuísse deixando entrar em força a influência/externa do Cosmos).

 

thule-greenland-neutron-monitor.jpg

Relação Ciclo Solar/nº Manchas Solares e Raios Cósmicos/intensidade

(a partir de 1950 e chegados a 2017)

 

Podendo-nos sujeitar assim a um nível de radiações elevadas (ou mesmo excessivas) com consequências inevitáveis para a saúde de todos os passageiros (hospedeiras e tripulantes) voando a grande altitude e muito frequentemente. Algo por diversas vezes (ainda no início de 2017) divulgado pela NASA (Agência Espacial Norte-americana) e pelo CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA) ‒ e justificada pela chegada próxima de um Mínimo Solar, aumentando a intensidade sentida na Terra pela passagem dos perigosos e ainda mais intrusivos Raios Cósmicos ‒ mas com impacto praticamente nulo tanto nas Companhias Aéreas como (pelos vistos e estranhamente) nos seus Clientes: com os Raios Solares nestes tempos de aproximação de mais um mínimo no ciclo do Sol (ciclo esse durando cerca de 11 anos) a perderem intensidade, provocando flutuações no campo magnético terrestre (enfraquecendo-o) e permitindo a entrada de mais Raios Cósmicos. Naturalmente com a camada atmosférica envolvendo a Terra (e cumprindo tal como o campo magnético uma das suas missões essenciais pelo menos para a Vida) continuando a proteger-nos no solo, mas não o fazendo da mesma forma (eficiente) a altitudes bem mais elevadas.

 

Nunca esquecendo que viajar numa lata voadora (sendo bombardeada por raios cósmicos), poderá ser uma experiência semelhante a estarmos dentro de um micro-ondas (em funcionamento)

 

E num primeiro rescaldo feito ao ano de 2017 associando a atividade solar/cósmica (raios solares/raios cósmicos) e a evolução provocada pelas diferentes radiações atmosféricas (registadas este ano), sendo evidente a subida dos níveis de radiação cósmica (a grandes altitudes na atmosfera) incluindo nos corredores aéreos circulando os voos comerciais e de passageiros: mas sendo difícil de sinalizar possíveis efeitos na saúde de todos os passageiros (indo e vindo sem parar) já o sendo possível de detetar e estudar entre membros da tripulação. Recentemente com os primeiros casos (envolvendo a tripulação) a começarem a vir a público: inesperadamente com várias tripulações a sentirem-se indispostas durante o voo (náuseas, tonturas) num ou noutro caso solicitando mesmo uma aterragem de emergência ‒ mas para já apenas se murmurando (podendo ser sintomas de ionização ou talvez não, sendo da pressurização) entre uns e os outros (empregados e donos).

 

(imagens: goodfom.com e wattsupwiththat.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00

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