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Amanhã chega à Terra uma CME

Domingo, 10.10.21

“Viajando do Sol (da mancha AR2882) para a Terra (atingindo a sua atmosfera),

no vento solar.”

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Ejeção de material

da coroa solar

 

Pelo início da manhã do dia de ontem (sábado 9, pelas oito da manhã) com a superfície do SOL a dar origem a uma CME (ejeção de material da coroa solar) da classe M1.6 (média intensidade) ─ tendo origem na mancha solar AR2882 ─ lançando através do Espaço e em direção à TERRA, “massa solar ejetada” e transportada pelos “ventos solares” ─ neste domingo (dia 10) movimentando-se a uma velocidade de 353Km/s. Atingindo o nosso planeta amanhã (segunda-feira, 11 de outubro) e podendo dar origem na atmosfera terrestre (ao impactar com a mesma) a tempestades geomagnéticas da classe G1/G2 (menor/moderada). Neste 25º Ciclo Solar e depois de dúzias de CME já terem falhado a Terra (provocando passando ao lado, pequenas perturbações geomagnéticas), eis que agora (chegando amanhã) uma nos é dirigida (a nós, à Terra), com outras consequências:

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Mancha Solar

AR2882

 

Não passando de um aviso de que este Ciclo Solar ainda está no seu início (talvez mais intenso do que se esperava) e a caminho de um máximo (que até poderá ser antecipado, mantendo-se o Sol bem ativo), mas nunca atingindo um nível de intensidade como o registado (um extremo) no Evento de Carrington, não afetando grelhas elétricas (nem afetando satélites), apenas provocando mais e mais intensas Auroras (a altas latitudes, podendo chegar a Nova Iorque). Mas sendo sempre de lembrar que um acontecimento como o do “Evento de Carrington” ocorrendo hoje, poderia num caso extremo “deitar abaixo a nossa Civilização” (tal como a conhecemos hoje em dia), podendo a sua recuperação ser um trabalho (para não dizer quase impossível) “hercúleo”. Desde intervenções internas (vulcanismo/sismologia) como externas (impactos/tempestades solares), sendo o futuro da Terra sempre dependente destes dois intervenientes.

(imagens: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 23:03

As Aparências Iludem

Quinta-feira, 29.07.21

“Uma CME podendo atingir Mercúrio (“passando-o” um pouco mais, no “micro-ondas” solar), atingindo a Terra sendo algo diferente (nas consequências), não só pela distância (sendo a Terra/Sol, o triplo da Mercúrio/Sol), como pelo nosso planeta estar duplamente protegido: pelo campo magnético terrestre e pela camada atmosférica envolvendo-nos.”

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Ejeção da CME com Mercúrio à direita

 

Viajando atualmente a uma distância de aproximadamente 46,7 milhões de Km do SOL, uma imagem da passada segunda-feira (27 de julho de 2021) do planeta MERCÚRIO (o planeta circulando mais perto do Sol), aparentemente sendo atingido por uma CME:

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A meio da viagem da CME para Mercúrio

 

E se os raios solares demoram (hoje, a esta distância) cerca de 2,6 minutos a chegar a Mercúrio, já o material (ejetado da superfície do Sol) transportado pelo vento solar e viajando (por esta altura, podendo variar) a uma velocidade de menos de 330Km/s levando pouco mais de 1,6 dias ─ a CME arrancando pouco depois das 22:00, chegando a Mercúrio lá pelas 04:00 (seis horas depois).

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Chegada aparente da CME a Mercúrio

 

Na realidade com esta CME a não atingir o planeta Mercúrio, passando-lhe ao lado, entre este planeta e o planeta Terra: não existindo Vida conhecida em Mercúrio, atingindo-nos (a CME) sendo algo diferente (existindo VIDA), provocando no mínimo auroras e até perturbações/interrupções nas ondas de rádio, num extremo podendo chegar à “grelha-elétrica”.

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Aurora Azul-Púrpura Alberta/Canadá 55°N

 

Talvez na sequência desta CME (aparentemente atingindo Mercúrio, mas na realidade passando entre dois planetas, este último e a Terra), com a mesma a provocar o aparecimento na atmosfera terrestre a altitudes e latitudes elevadas ─ e com o nosso planeta no seu movimento de translação (em volta do Sol) a atravessar possivelmente os seus jatos de “vento solar” ─ fenómenos de luz brilhante, colorida e em movimento, como as “auroras”.

(imagens: soho.nascom.nasa.gov ─ Joel Weatherly/spaceweathergallery.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:27

Perto do Equinócio? Então é STEVE!

Quarta-feira, 17.03.21

Mas quem é STEVE?

 

Manifestando-se a grande altitude na atmosfera e apresentando-se como uma estrutura ótica colorida (cor-de-purpura) ─ assemelhando-se a uma AURORA , mas não o sendo, muitas vezes aparecendo lado-a-lado com elas e confundindo-se (aquando das tempestades geomagnéticas) ─ com STEVE em vez de como Aurora ver as suas partículas energéticas caindo como chuva em direção à Terra (oferecendo o espetáculo já conhecido), servindo-se de outro mecanismo (em funcionamento na ionosfera) para no final apresentar o seu produto ótico: não se verificando a queda de partículas (como nas auroras) mas a sua ausência, com um mecanismo atmosférico alternativo (ainda desconhecido) ejetando-os a grande velocidade através da alta-atmosfera ─ dando-lhe aquela cor (roxo) a gases a temperaturas na ordem dos 3.000°C e circulando a uma velocidade ultrapassando MACH 13 (velocidade hipersónica).

 

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Steve 1

March 12, 2021 @ Glacier View, Alaska

(Latitude 64°N)

 

História com STEVE

 

Partindo dum ponto de rutura estabelecendo a ligação entre o Universo A1 e os restantes, integrando todos o respetivo Multiverso A ─ um ponto de fonteira entre Universos (integrando esse Multiverso A) estando localizado a cerca de 14.0 BAL de distância do centro desse Universo (A1) ─ o viajante denominado como ITα (por se interessar na origem de conjuntos) iniciava aí um percurso de estudo e de análise (evolutiva, astronómica, astrológica, espiritual), levando-o aos extremos virtualmente definidos como (para uma mais limitada, mas fácil compreensão, generalizando/especializando) “o início e o fim”: em função dos recursos disponíveis necessitando para a execução de tal tarefa de três altos temporais, cada um deles com pouco mais de 4.5 BAL, levando-nos sucessivamente (1º salto) da periferia a um ponto intermédio (onde se definiriam e estabeleceriam os detalhes finais da viagem), (2º salto) desse último ponto à Via Láctea ─ onde aproveitando um interregno (para se libertar física e mentalmente, como se numa desintoxicação) tentaria observar um planeta algo curioso (com vida inteligente, alma e eletromagnetismo), num dos muitos Sistemas Planetários demonstrando estar numa fase civilizacional ainda muito primitiva (Sistema Solar centrado numa estrela de classe espectral G2V, o Sol) e no entanto algo avançada tanto no ramo da tecnologia como na da morte ─ para finalmente (3ºsalto) se colocar percorrida integralmente a distância no instante do BIG BANG.

 

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Steve 2

March 13, 2021 @ near Gleichen, Alberta

(Latitude 51°N)

 

No 2º salto e passando perto da galáxia de Andrómeda, visitando a sua vizinha Via Látea assim como um Sistema Planetário (Solar por centrado no Sol) ─ rodeando uma estrela G2V (cor amarela/temperatura 5000/6000°K) ─ num instante saindo do tubo e aí caindo na Terra: sem mais vendo-se a olhar o céu, de um mundo distante (no tempo/espaço) e desconhecido, maravilhando-se com a sua extraordinária beleza contrastando com a (apesar de não visionada por nós, falsa por preenchida) escuridão do Espaço ─ como diria Carl Sagan “um pequeníssimo, fantástico e belo Ponto Azul, perdido na imensidão do Espaço. Logo à chegada com a (certamente) poderosa memória e cultura ancestral da “Entidade ITα”, a ser posto perante um evento (espetáculo geológico-eletromagnético, comparado ao Mundo Espiritual, simbolizando a Alma do Universo) julgando ser Aurora (mais presente) mas sendo Steve (mais ausente). No dia 12 e 13 de março (de 2021) em diferentes locais (latitudes) com o viajante deparando-se com ele (sendo um nome do género masculino ─ por tradução/interpretação ─ logo podendo ser um possível reflexo não de uma mulher, mas de um homem, de acordo e como obra da nossa “cabeça”) fixando o Sujeito/Objeto-Fenómeno e classificando-o como um STEVE: apanhado no Alasca (64°N) e mais abaixo em Alberta (51°N). Deixando a “ITα” completamente entregue e extremamente seduzido, como se estivesse em transe e antes de confrontar com o BIG BANG.

 

(legenda/inglês: spaceweather.com ─ imagens:

Fred Hirschmann/Steve 1 e Alan Dyer/Steve 2 em spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:15

Atividade Solar

Quarta-feira, 10.02.21

Ainda na parte inicial do 25º Ciclo Solar (iniciado em dezembro de 2019) com uma duração média prevista de 11 anos (caso da nossa estrela), depois de sentirmos os efeitos de mais uma tempestade geomagnética (como resultado do impacto na Terra do vento solar) e do reaparecimento dos mesmos (sob a forma de auroras), eis que uma nova mancha solar começa a aparecer no seu Hemisfério Sul (do Sol):

 

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O Sol a 9 de fevereiro de 2021

Com uma mancha a aparecer no seu Hemisfério Sul

Para já pequena e sossegada

 

Uma tempestade da classe G1 (fraca) provocando o aparecimento de auroras (resultado do impacto de partículas solares com a atmosfera terrestre), neste caso prolongando-as (até podendo apresentar-se, de uma forma mais espetacular) através da introdução de um fenómeno menos habitual.

 

Mesmo encerrada a tempestade com a mesma a persistir (os seus efeitos), devido ao registo de um tremor no campo magnético terrestre (impulsionando de novo o fenómeno).

 

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Com a aurora do dia seguinte

A ser da responsabilidade

Do campo magnético terrestre

 

Explicado da forma seguinte:

 

The interplanetary magnetic field tipped south, opening a shortlived crack in Earth's magnetosphere. Solar wind rushed through the "storm door," rattling Earth's magnetic field and sparking the afterparty display." (spaceweather.com/09.02.2021)

 

Deixando-nos agora expetantes com o aparecimento desta mancha solar, para já e como se observa pequena e sossegada e não representando perigo (pelo menos enquanto não estiver, virada para a Terra).

 

(imagens/spaceweather.com: SDO/HMI ─ Markus Varik ─ Stuart Green/Preston UK)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:08

99 anos atrás o Sol disparou na nossa direção

Quinta-feira, 14.05.20

Estando-se cada vez mais perto da comemoração do centenário da “Grande Tempestade Geomagnética de 1921” atingindo o planeta Terra de 13 a 15 de maio de 1921

 

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Região solar ativa AR 1842

(13 de maio de 1921)

 

─ Um Evento nunca visto antes (até pelas suas consequências) e iniciado a 12 de maio com diversas explosões ocorrendo na superfície do Sol (oriundas da grande mancha solar AR 1842) e ejetando poderosas quantidades de energia na nossa direção ─ questionando-nos do que poderia ocorrer hoje se uma ou mais CME semelhantes atingisse a Terra e a nossa civilização:

 

Com várias CME a atingirem e a sacudirem intensamente a atmosfera terrestre ─ fazendo saltar para fora da escala todos os aparelhos de medida (como os magnetómetros) ─ atingindo entre outros e fortemente as comunicações (como o telégrafo e a rádio) e a rede ferroviária e provocando mesmo nesses locais (devido a grandes sobrecargas de energia elétrica induzida) grandes incêndios. Para além da possibilidade da observação de auroras a baixas latitudes e dos problemas para a saúde devido às radiações elevadas.

 

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Erupção na coroa solar

(originando uma CME)

 

Podendo assim afetar as redes elétricas, as comunicações, a saúde e até a localização de fenómenos geomagnéticos associados e geralmente só visíveis a altas latitudes, como as espetaculares “Luzes do Norte”:

 

No Evento do ano de 1921 chegando a ser visíveis em Nova Iorque e em Chicago (perto dos 15° N) e ainda mais a sul na Samoa e no Tonga (perto dos 15°S).

 

 Uma Tempestade Solar atingindo o seu pico máximo de atividade a 15 de maio e podendo ser equiparada ao “Evento de Carrington” ocorrido em 1859:

 

Originado numa grande ejeção de material da coroa solar a 28 de agosto (vento solar e plasma) e atingindo a Terra localizada a 150 milhões de Km menos de 18 horas depois, com grande intensidade sobretudo a 1 e 2 de setembro.

 

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Impacto de uma Tempestade Solar

(sobre sistemas e infraestruturas terrestres)

 

Se tal acontecesse hoje maio de 2020 ─ e com o Sol a atravessar no presente um período com atividade reduzida, na passagem do 24º para o 25º Ciclo Solar e sem manchas solares visíveis  ─ vivendo-se numa Sociedade toda ela assente numa base suportada (cientifico-tecnologicamente) pela Rede Elétrica, pela Eletrónica e pelas Redes Digitais, com as consequências a poderem ser muito mais graves se não mesmo catastróficas, transformando esta última crise ─ SARS-CoV-2/COVID-19  e apesar das quase 300.000 vítimas mortais (13 de maio) ─ numa “brincadeira de crianças” (como a seguir o refere Mike Hapgood (spaceweather.com):

 

"This could include regional power outages, profound changes to satellite orbits, and loss of radio-based technologies such as GPS. The disruption of GPS could significantly impact logistics and emergency services" ─ ou seja, instalando o Caos na nossa Sociedade e logicamente afetando o normal desenvolvimento (e transformação) da nossa Civilização, necessariamente (bastando para tal ver o que provocou um pequeno vírus) regredindo.

 

(imagens: ann-geophys.net ─ raeng.org.uk)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 18:13

A Presença do Sol a 250 milhões de Km

Terça-feira, 03.10.17

Sabendo-se que na Terra todos os seus habitantes (cerca de 7,5 biliões) são expostos anualmente a um nível de radiação de 0,62 rad (e que o ser humano poderá suportar uma dose temporária perto dos 200 rad), em Marte e segundo estudos levados a cabo pelos cientistas responsáveis pela missão MARS ODISSEY, não só esse nível é 2,5X ao verificado na ISS/Estação Espacial Internacional (8 rad/ano) como quase 13X ao registado (e sentido por nós) à superfície do nosso planeta. Podendo mesmo atingir um pico máximo diário (em caso de um Evento Solar significativo) de 2 rad/dia (uma monstruosidade para a sobrevivência dos seres Humanos num ambiente hostil e mortal como Marte).

 

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 O Planeta Azul-Mármore

A Terra a 22 Setembro 2017

(a partir da Sonda OSIRIS a 170.000Km de distância)

 

Com o planeta MARTE a 30 de Setembro deste ano a localizar-se a cerca de 249.207.000Km do Sol (com a luz emitida pela estrela a demorar pouco menos de 14 minutos para atingir o planeta) ‒ recorde-se que a Terra se localiza a 149.780.000Km (com a luz a demorar pouco mais de 8 minutos a cá chegar) eis que a sonda norte-americana MAVEN lançada em Novembro de 2013 pela agência espacial NASA com o objetivo de estudar a atmosfera marciana (e inserida em órbita há 3 anos), nos bem agora (mais uma vez e como se fosse necessário) demonstrar todo o poder do SOL.

 

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1

Aparecimento de uma grande Aurora em Marte

(PIA 21855)

 

Numa Imagem (PIA 21857) editada a 29 de Setembro por uma das ligações da agência norte-americana NASA (photojournal.jpl.nasa.gov) utilizando os instrumentos científicos a bordo da sonda orbital MAVEN, com os mesmos a detetarem o aparecimento de uma AURORA (imagem 1) na atmosfera marciana (a diferentes altitudes) e mais relevante ainda sendo 25X mais brilhante (imagem 2) de que a maior anteriormente registada (pela sonda). Encaixando-se a intensidade dessa aurora e a data de pico máximo (12 Setembro 2017) com a intensa atividade do Sol registado no início de Setembro (emitindo chamas solares monstruosas).

 

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2

A Aurora de 12 Setembro 25X mais brilhante que a de 08.03.2015

(PIA 21857)

 

Mesmo com o planeta localizado a uma distância (do Sol) 1,66X a da Terra, com os efeitos das explorações solares (se dirigidas) a chegarem bem ativas a Marte, devido à grande intensidade das chamas (solares emitidas) e à grande possibilidade de CME (ejeção de massa da superfície do Sol). Com a luz da explosão a chegar em 14 minutos (a Marte) e no fim com os efeitos da mesma a viajarem pelo Espaço transportadas pelos ventos solares atingindo o planeta (digamos que viajando em redor de uns 500Km/s) nuns 6 dias. Apontando a explosão (registada no gráfico a 12) para o dia 6 no Sol.

 

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3

A poderosa chama solar de 6 de Setembro de 2017

(da classe X 9.3/SDO)

 

O que na realidade aconteceu fazendo sobressair ainda mais os dados fornecidos pelo gráfico e simultaneamente informando-nos (e elucidando-nos) até que ponto o Sol pode influenciar o Sistema (Planetário) mesmo em regiões mais distantes (do Sistema Solar). Nesse dia 6 de Setembro de 2017 (imagem 3) e com as manchas solares AR 2673 e AR 2674 bastante ativas, com estas regiões da superfície solar a entrarem em erupção e a ejetarem para o Espaço uma poderosíssima chama solar da classe X 9.3 (sendo X a mais alta na escala). Neste caso viajando pelo espaço e 6 dias depois atingindo Marte (e originando Auroras).

 

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4

As partículas energéticas atingindo a atmosfera/superfície de Marte

(PIA 21856)

 

Concluindo-se com esta pequena análise (referida a Marte) e tendo como termo de comparação o nosso planeta (a Terra) ‒ com o mesmo a ser um planeta Vivo (com o seu motor interno a funcionar) ao contrário de Marte (sem erupções ou movimentos tectónicos visíveis) e além do mais possuindo escudos de proteção (o Cinturão de Van Allen e a nossa Atmosfera) e vida orgânica desenvolvida, organizada e inteligente (no topo estando o Homem) como o produto final pode ser tão diferente utilizando (como exemplos paralelos mas no entanto distintos) estes 2 planetas (a Terra e Marte), com um mais perto do Sol (Distância) mas no entanto muito mais protegido e seguro (duplamente):

 

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5

A Terra e Marte/O Vivo e o Morto

(Terra = 2X diâmetro Marte ‒ duração dia T≈ duração dia M ‒ peso T ≈ 3X peso M)

 

Do que o outro mais distante, mas sem recurso a processos de carater preservativo (completamento exposto aos raios solares e cósmicos e ainda eventuais e periódicos impactos de objetos).

 

E com um Vivo (Terra) e o outro Morto (Marte) ‒ como os da Imagem 5.

 

No gráfico (imagem 4) indicando o número de partículas (energéticas e transportadas pelo vento solar) atingindo o planeta Marte na sequência da grande atividade solar registada no início de Setembro (com o seu pico máximo no dia 6 com uma chama solar da classe X9.3 a mais elevada) ‒ partículas atmosféricas (sonda Maven) e partículas à superfície (sonda Curiosity) ‒ com o mesmo referindo-se a 12/13 (de Setembro) evidenciando claramente um aumento bastante significativo do número de protões (em dois níveis energéticos no caso da atmosfera) tanto na atmosfera (parte superior do gráfico) como no solo marciano (parte inferior).

 

(imagens: nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:34

Explosão Solar Dirigida

Segunda-feira, 29.05.17

Mesmo com o Sol neste seu último ciclo solar a estar neste momento a caminho de um mínimo de atividade (poucas manchas visíveis), de vez enquanto o Sol parece despertar (com explosões e ejeções à sua superfície) atirando-nos na nossa direção com mais umas CME. Mas apesar de tudo e até hoje sem grandes consequências para a Terra.

 

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Viajando entre o Sol e a Terra num trajeto de 150.000.000Km uma CME produzida na passada terça-feira (23) na coroa solar atingiu este sábado (27) o nosso planeta e o seu campo magnético originando uma tempestade geomagnética da classe G3 (forte). Com o vento solar oriundo da nossa estrela a demorar cerca de 4 dias a cá chegar (deslocando-se a uma velocidade relativamente baixa ‒ talvez nos 300/400Km/s) mas mesmo assim e dado estar direcionada para a Terra provocando uma forte tempestade (geomagnética) e o imediato aparecimento entre outras consequências de fenómenos atmosféricos como as auroras (mesmo a latitudes em redor dos 50⁰).

 

“I haven't seen the aurora since last September ‒ that streak ends tonight. This was the view from York Beach at 10:25 PM.”

(Rob Wright Images/twitter.com)

 

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USA ‒ Maine ‒York Beach

(latitude: 43.17⁰)

 

No que diz respeito ao Algarve e dada a sua latitude (cerca de 37⁰) não se tendo naturalmente notícias sobre o aparecimento de auroras, o que não impede quanto ao estado do tempo todos os cuidados a ter no que diz respeito aos raios ultravioleta: nesta região nos últimos tempos registando valores elevados na ordem dos UV8/9 (muito elevado) e ainda hoje com os dados a apontarem para UV9.

 

Neste intervalo de tempo desde a chegada da CME (27 e 28 Maio) com cinco sismos (todos sem relevância) registados nas proximidades da região do Algarve: a S Cabo S. Vicente com M2.3 e a SW Sines com M2.1 (ontem) e ainda a SW Cabo S. Vicente com M1.8, no Golfo de Cádis com M1.2 e a S Lagos com M1.0 (hoje). Já a nível Global com os cinco sismos mais significativos (M> 5) a ocorrerem ao largo da costa do Chile (M5.1) e no ocidente da Turquia (M5.0) ontem e nas Ilhas Aleutas (M5.5), no sul do Alasca (M5.1) e de novo no ocidente da Turquia (5.0) hoje (até às 11:04:59 UTC).

 

(imagens: The Watchers)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:56

As Montanhas Verdes da Noruega

Terça-feira, 21.02.17

Numa demonstração de que o Sol apesar de se encontrar a atravessar um período de baixa atividade ainda se mantem bem-vivo e assaz movimentado, aí temos mais um registo das conhecidas Luzes do Norte iluminando uma região do norte da Noruega.

 

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As Luzes do Norte e As Montanhas Verdes Geladas

Noruega – Tromsø

18 Fevereiro 2017

 

Confirmando que a nossa estrela continua com a sua atividade normal à sua superfície, emitindo CME em direção ao Espaço exterior e com algumas delas a serem direcionadas para a Terra – e atingindo-a mais ou menos de lado, mais ou menos de frente.

 

Tendo como consequência imediata e sendo bem visível nos céus do norte e a baixas latitudes, as auroras, as luzes do norte, os pilares de luz e muitos outros fenómenos correlacionados: tendo como causa os raios solares e como tela (da sua projeção) a nossa atmosfera.

 

Suscitando o aparecimento no céu e em zonas localizadas a baixas latitudes de extraordinários fenómenos de mistura de tons e de luzes e com estes espetáculos como que sobrenaturais mostrando-nos o que a Vida tem de Bom e de Belo (em momentos particulares).

 

No caso do registo fotográfico do norueguês Didier Van Hellemojt com o mesmo a não querer focar e salientar as luzes do céu, mas o colorido projetado em terra pelo tom verde das auroras – e refletido pelo gelo cobrindo as montanhas em seu redor.

 

Num momento em que se prevê um aumento da intensidade das tempestades geomagnéticas nos próximos três dias (21,22 e 23 Fevereiro); e quando ainda ontem (dia 20) se registou uma grande explosão na coroa solar atirando material a mais de 250.000Km do Sol.

 

Que os especialistas definem como um tornado de plasma magnetizado – mas podendo todos ficarmos descansados por não ir atingir a Terra. Mas com o Sol ainda a apresentar-nos um buraco, virado para nós e com vento solar intenso a ser esperado a 23/24 de Fevereiro.

 

Com as condições registadas hoje (terça-feira) a apontarem para uma velocidade do vento solar de 434.8Km/s, uma densidade de protões de 4.2 protões/cm³ e a possibilidade do aparecimento de chamas solares (Raios-x) ao nível da Categoria B3 (B: nível mais baixo).

 

(dados e imagem: spaceweather.com)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:26

Júpiter o Grande

Sábado, 26.03.16

Enquanto a sonda JUNO se aproxima do planeta gigante JÚPITER, o mesmo vai-nos presenteando com imagens das suas auroras, como se estivéssemos na TERRA.

 

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A sonda JUNO a caminho de JÚPITER

 

Uma sonda da NASA lançada há mais de quatro anos de Cabo Canaveral (a bordo de um foguetão ATLAS V 551) e tendo como objetivo o planeta JÚPITER, tem previsto a sua chegada ao maior planeta do Sistema Solar para o próximo dia 4 de Julho (deste ano). Tendo a particularidade de ser movida a energia solar e de se tornar na primeira sonda a viajar tão longe no nosso Sistema (Solar) servindo-se unicamente deste tipo de energia renovável. Com uma duração de missão estimada para seis anos (2016/2022) a sonda norte-americana JUNO durante as suas trajetórias orbitais em torno deste gigante gasoso (JÚPITER), tentará observar e descobrir o que se passará debaixo do espesso manto de nuvens que cobrem o planeta (estudando as suas auroras), para além de a partir daí tentar compreender outros processos como o da sua origem, estrutura, atmosfera e magnetosfera.

 

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Auroras em Júpiter à chegada da CME

 

E como muitos outros fenómenos que ocorrem no planeta TERRA também sucedem noutros corpos celestes pertencentes ao mesmo Sistema, é natural que em Júpiter alguns deles possam ser replicados à nossa semelhança e segundo as nossas sensações e perceções. Não sendo pois de espantar que os efeitos provocados pelas frequentes Tempestades Solares, tanto se façam sentir aqui – na Terra (150.000.000Km) bem juntinho do SOL – como lá longe nas profundezas do ESPAÇO – no gigante mas tão distante planeta Júpiter (800.000.000Km). Nunca esquecendo que por perto andam as suas 67 luas conhecidas (a Terra só tem uma) e que algumas delas já apresentam um elevado potencial de nelas poder existir H₂O – como será o caso de EUROPA e GANIMEDES.

 

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Auroras em Júpiter dois dias após a chegada da CME

 

Solar Storms Ignite X-ray "Northern Lights" on Jupiter

 

"Solar storms are triggering X-ray auroras on Jupiter that are about eight times brighter than normal over a large area of the planet and hundreds of times more energetic than Earth’s "northern lights," according to a new study using data from NASA’s Chandra X-ray Observatory. This result is the first time that Jupiter's auroras have been studied in X-ray light when a giant solar storm arrived at the planet. The Sun constantly ejects streams of particles into space in the solar wind. Sometimes, giant storms, known as coronal mass ejections (CMEs), erupt and the winds become much stronger. These events compress Jupiter's magnetosphere, the region of space controlled by Jupiter's magnetic field, shifting its boundary with the solar wind inward by more than a million miles. This new study found that the interaction at the boundary triggers the X-rays in Jupiter's auroras, which cover an area bigger than the surface of the Earth." (Chandra X-ray/nasa.gov)

 

(imagens: NASA)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:08

A Atmosfera de Marte

Sábado, 21.03.15

“NASA’s MAVEN space probe, which is orbiting Mars and studying its atmosphere, has uncovered two separate new mysteries in the Martian atmosphere. It detected a strange high-altitude dust cloud (it extends from 150km above the planet’s surface to 300km) —the origin of which is unknown—as well as a dazzling aurora light show (similar to Earth’s northern lights) that’s much lower in the atmosphere than scientists anticipated (the electrons producing it must be really energetic).” (Adam Epstein – qz.com)

 

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As Nuvens de Marte

 

Em todos os casos existirão sempre pistas (escondidas).
Basta seguirem os trilhos (visíveis).

 

Ao observarem as imagens que todos os dias nos chegam da superfície do distante planeta Marte (actualmente a cerca de 100.000.000km da Terra), nunca tiveram um dia que fosse um desejo inesperado de pararem um pouco e confirmarem a veracidade das imagens das quais (desfrutando de todo o prazer de conhecer) estavam a usufruir?

 

Nunca se esqueçam que sondas como a SPIRIT e a OPPORTUNITY (e como consequência como a CURIOSITY) estavam projectadas para após a sua aterragem no solo marciano terem um período de vida máximo de cerca de 90 dias. No entanto e que se saiba enquanto que a sonda SPIRIT deixou entretanto de transmitir, a outra sonda OPPORTUNITY e passados 11 anos sobre a sua chegada ainda continua bem activa e a enviar-nos imagens.

 

Para os cientistas que projectaram esta missão e reflectiram sobre o período máximo de actividade das mesmas em ambiente marciano uma impossibilidade! Uma situação que para qualquer um de nós cria uma situação bastante embaraçosa: como pudemos ser tão estúpidos para não nos apercebermos que em função das condições extremas existentes à superfície de Marte (forte radioactividade, temperaturas elevadas, poeiras em suspensão), os veículos e particularmente os seus painéis solares que os faziam funcionar, ainda pudessem trabalhar não meses mas anos depois? Pela sua parte a sonda CURIOSITY já se encontra no planeta há pelo menos 3 anos e apesar de um recente problema num dos seus braços, lá continua alegremente o seu passeio marciano. Espectacular!

 

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As Auroras de Marte

 

Imediatamente nos surgem duas explicações (até para não nos sentirmos tão estúpidos): 1 - Tal como os teóricos da conspiração afirmavam os norte-americanos nunca tinham ido à Lua, o escudo protector/radioactivo de VAN ALLEN era inultrapassável e o Universo era uma tela de projecção. A NASA seria no fundo uma prostituta de luxo ao serviço de toda a indústria militar norte-americana e de uns quantos proeminentes alienígenas; o que víamos (subliminarmente e sem consciência desse facto) era apenas uma colaboração graciosamente prestada por residentes de Marte aos seus amigos da Terra (fossem indígenas ou colonos – existem outras formas de lá chegar), de modo a estes terem sempre os seus instrumentos limpos e usufruírem de um bom sinal de recepção; ou seja um embuste para clientes já alienados e com grande capacidade de absorção ou uma mera confissão de pecado e comprovativa de não existência (de substância);
2 – Ou em alternativa real uma deficiência de transmissão entre o operador e o utilizador.

 

Mas mais uma vez desmentidas por factos (científicos) e imediatamente aceites sem discussão (alternativas): ao contrário do que muitos afirmavam (alguém no local limparia os instrumentos) a manutenção diária da sonda CURIOSITY e do seu veículo motorizado seria realizado pelas forças presentes e actuando actualmente em Marte (electromagnéticas), as quais limpariam os instrumentos e os manteriam em funcionamento. E todo esse mecanismo era de fácil entendimento: com uma diminuta actividade magnética, com a não existência de atmosfera e com a forte possibilidade de através de forças eléctricas em presença (de origem electrostática e fundamentada no atrito) deslocarem material, era possível que a poeira simplesmente se erguesse e dirigindo-se para o exterior fizesse a sua função de limpeza e de verdadeiro aspirador.

 

Nesse sentido poderemos continuar a consultar com alguma confiança os sites da NASA. Teremos no entanto que compreender que, venham de onde vierem todas estas sensações que consecutivamente nos afectam os órgãos dos sentidos, elas representarão sempre uma parte da nossa realidade e se quisermos sobreviver de uma forma ou da outra teremos que a compreender, aceitar e se necessário modificar. Eles limitar-se-ão a manipular.

 

(imagens – Web)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:00