Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Jun 19

Com a “Chuva-de-Estrelas (meteoritos) das TÁURIDAS (parecendo ter origem na constelação do Touro) ainda a caminho da Terra e só cá chegando, no Hemisfério Norte em pleno Outono (20.10 a 10.12 e com o pico a 12.11) e no Hemisfério Sul no fim do Inverno (10.09 a 20.11 e com o pico a 10.10),

 

– No Hemisfério Norte originada em fragmentos do asteroide 2004 TG10

e no Hemisfério Sul em fragmentos do cometa ENCKE

 

Antecipando-se à sua chegada e focando-nos num episódio recentemente ocorrido no Hemisfério Sul nas proximidades da costa da AUSTRÁLIA, eis que reaparecem de novo os receios de um Impacto (de um desses fragmentos com a Terra) conforme a sua dimensão/constituição podendo ter consequências catastróficas:

 

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Com uma Bola-de-Fogo do tamanho de um automóvel

A iluminar por momentos os céus noturnos da Austrália − e desaparecendo

(imagem: SA Health/Facebook/geek.com)

 

No passado dia 21 de Maio com um meteoro a entrar na atmosfera terrestre a uma V = 11,5Km/s, iluminando todo o Céu à sua passagem, explodindo no ar com uma energia semelhante a uma Bomba Atómica e finalmente fragmentando-se e despenhando-se nas águas do oceano Índico (na Grande Bacia Australiana) a uns 300Km da costa (do sul da Austrália).

 

A 'hypersonic' fireball

Just hit Australia

With the power of a NUCLEAR bomb

(express.co.uk/26.05.2019)

 

Levantando logo de imediato − tão próxima a presença e passagem deste meteoro, passando perto de terra e de zonas habitadas − a hipótese de Impacto (principalmente para aqueles considerando esta “Chuva das Táuridas”, como uma das fontes principais destes objetos passando perto da Terra e colidindo com a mesma, podendo ser perigosos), na semana passada (dia 1) com o seu Protagonismo a desenrolar-se no Ar (a mais de 30Km de altitude por essa razão não provocando danos) e acabando no Mar, mas certo dia (no caso australiano a partir de 10 de Setembro, mas ainda faltando mais de três meses) podendo desenrolar-se no Ar mas concluindo-se em Terra (aí já sólida).

 

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Apanhado por câmaras CCTV a imagem de uma bola-de-fogo brilhante

atravessando os céus australianos e explodindo − pouco antes da meia-noite

(imagens: Tic Toc by Bloomberg/youtube.com/yahoo.com)

 

Potential risk of Taurid meteor swarm

'Harbinger?'

Rogue Fireball near-missed Coast of Australia!

(ufosightingshotspot.blogspot.com/29.05.2019)

 

Um caso por ocorrido sobre o mar e a grande altitude, felizmente não editando agora (mas no Hemisfério Sul) o meteoro de Chelyabinsk (ocorrido na Rússia), mas tal acontecendo em terra e sobre áreas habitadas, podendo ter consequências muito mais graves da ocorrida (e atrás referida) em 2013: provocando destruição material e cerca de 1200 feridos essencialmente devido aos efeitos provocados pela ONDA de CHOQUE (criada na atmosfera ao explodir o objeto).

 

Mas no caso da Austrália, certamente nada tendo a ver com a esta “Chuva-de-Estrelas das Táuridas (com tanto tempo de avanço). E com o especialista (Engenheiro Aeroespacial Steve Chesley) na rádio (ABC Radio) afirmando − até para fazer descansar os locais (australianos):

 

“You wouldn’t want it to land on your head but these wouldn’t really do any damage on the ground. What the folks there along the coast of South Australia saw was a spectacular light show, probably a very loud sonic boom that would rattle the windows, this wasn’t big enough to break windows I expect, and then just small pebbles falling to the Earth and not at hypersonic velocities, they slow down very quickly.” (Steve Chesley/express.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:01

01
Fev 18

[E para comparar com Portugal/Albufeira]

 

Enquanto ninguém liga ao que se está a passar (Aquecimento Global/Alterações Climáticas), pelo menos vai-se dando notícia, do que toda a gente já vê (com todos os órgãos dos sentidos). O que não se percebe bem é do que é que todos estão à espera!

 

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Uma Estrada num Oceano

 

Portugal/Albufeira

 

Em Portugal Continental e com as condições meteorológicas a manterem-se ‒ tempo seco (mesmo em Dezembro) e frio (devido à presença de um centro de baixas pressões sobre o território) ‒ prevê-se para os próximos dias (usufruirmos de) sensações atmosféricas muito semelhantes com uma ligeira descida das temperaturas e alguns períodos de chuva. Em ALBUFEIRA com o céu a mostrar-se um pouco nublado (com probabilidade de precipitação reduzida), com vento moderado de norte e com as temperaturas (mínima/m e máxima/M) a descerem de 7⁰C/17⁰C (hoje, dia 1) para 3⁰C/12⁰C (3ª feira, dia 6) ‒ uma descida de 4⁰C/5⁰C (m/M); e no mar com ondas por volta dos 0,5 metros de altura (até 0,8m) e temperatura da água nos 15⁰C. E podendo chover entretanto (domingo dia 4, com a maior probabilidade), a partir de quarta-feira (dia 7) podendo voltar a espaços (não muito prolongados) a chuva.

 

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Town Beach

 

Austrália/Broome

 

Já no caso do Mundo e particularmente (do Continente) da Oceânia com o norte da Austrália (e outras ilhas próximas) a ser exposto a condições extremas de mau tempo, com períodos de chuva intensa provocadas pelo período das monções (neste momento atingindo um máximo de precipitação) e inundações não só provocadas pela mesma (chuva) como pela circunstância da chegada da SUPER LUA de Janeiro, 31 (ocorrida esta quarta-feira): com a conjugação da Monção (provocando chuva intensa) e da Super Lua (originando a subida do nível da água do mar) agravando-se as condições (meteorológicas) e as consequências para as populações (em danos materiais e humanos). Já na passada 3ªfeira dia 30 (e referindo-nos apenas ao norte da Austrália) com a tempestade a descarregar toda a sua violência sobre a localidade costeira de Broome (uma cidade turística tendo a noroeste a Indonésia e a nordeste a PNG) ‒ com ventos fortes e precipitação intensa ‒ derrubando árvores e postes, cortando estradas e interrompendo o fornecimento de eletricidade, mas sobretudo dando origem a enormes inundações e criando o caos total.

 

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Campo de Golfe

 

Com a Austrália situada no continente da Oceânia e neste momento (dado estar localizada no Hemisfério Sul) a atravessar a sua estação de Verão (na vila turística de Broome com as temperaturas em redor dos 20⁰C/30⁰C), a ver o norte e o oeste do seu território a ser varrido por uma grande tempestade (a nível de pluviosidade com níveis muito perto dos seus recordes e com ventos atingindo os 100Km/h ou mais). Para além de todos os danos materiais provocados falando-se até ao momento de uma possível vítima mortal: um homem de 62 anos desparecido desde 24 de Janeiro e que segundo amigos (seus) iria fazer um percurso de bicicleta. Com o vento e as inundações bem explicitas nas imagens anteriores (Uma Estrada num Oceano, Town Beach e Campo de Golfe).

 

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Eclipse da Lua

 

De um modo ou de outro com os períodos de mau tempo (desde o início do ano) a estenderem-se um pouco por todo o planeta, desde o Hemisfério Norte (atravessando o Inverno) até ao Hemisfério Sul (atravessando o Verão): com a América do Norte, a Europa e até Marrocos a tremer (com a mais recente vaga de frio) e até com os países do sul da Asia e da Oceânia e fazendo face às Monções (e até à Super Lua) a sofrerem perante a força do vento e a verdadeira muralha (invasora) de água (num duplo impacto com origem no ar e no mar). Sendo bem visível na última imagem (Eclipse da Lua) como toda aquela região do sul da Ásia/Oceânia foi um dos mais afetados pelo evento lunar (com marés mais elevadas) ‒ e em Portugal (como na Europa Ocidental) com o Eclipse não sendo visível.

 

(imagens: perthnow.com.au e nasa.gov)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:26

02
Out 16

Um meteorito atingiu a Terra sobre o oceano Índico,

nas proximidades da costa da Austrália.

(sem avisar)

 

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Impacto de meteorito nas proximidades da costa marítima da Austrália

(Oceano Índico)

 

O Evento de TUNGUSKA relata-nos a catástrofe provocada pela explosão (a cerca de 5/10Km de altitude), desintegração e impacto no solo (na região russa da SIBÉRIA) de um METEORITO (outros apontam para um cometa de maiores dimensões) de cerca de 60 metros de diâmetro (no mínimo), libertando ao explodir cerca de 15Mt de energia (o de Cheliabinsk ficou-se pelas 500Kt): afetando uma área de mais de 2000Km² (equivalente a muitas das áreas metropolitanas atuais) e originando um tremor de terra de grau 5 na escala de Richter.

 

Ao contrário do que é habitual na esmagadora dos casos noticiados (até porque nada dizendo é porque nada aconteceu), alguns órgãos de comunicação social não respeitando a decisão de não informar (mesmo podendo ser verdade) para não alarmar (podendo originar o caos), decidiram inopinada e talvez irresponsavelmente relatar testemunhos e até confirmações credíveis de um acontecimento real e verificado: um METEORITO teria atingido a Terra nas proximidades da AUSTRÁLIA impactando a superfície do oceano muito próximo da costa (na passada 2ªfeira dia 26).

 

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Meteorito ao explodir tornando momentaneamente a noite em dia

(Cidade de Gladstone)

 

Geoscience Australia confirmed that the tremor which shook Gladstone last night has been caused by a meteor not an earthquake. Queensland residents have reported bright lights and a loud booming noise in the night sky on Monday. Local radio stations and police have received numerous phone calls from locals reporting a fireball in the sky and tremors. A spokesperson for GA confirmed today that a tremor had been recorded around Gladstone, Central Queensland, around 8:30pm on Monday night but that it wasn’t caused by an earthquake.

 

Provocando um tremor de terra de magnitude 3.8 sentido na região rodeando a cidade australiana de GLADSTONE e deixando-nos a pensar se o IMPACTO fosse em terra e com um meteorito de maiores dimensões, o que teria então acontecido e quais seriam as consequências. Em mais um caso alarmante de um calhau de consideráveis dimensões entrar no interior da atmosfera terrestre, acabando por explodir e desintegrar-se impactando com o nosso planeta: sem que nenhum organismo oficial ligado a estes fenómenos sequer soubesse da sua passagem (ou o reconhecesse depois).

 

(texto/inglês: zmscience.com – imagens: GETTY e chinchillanews.com.au)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:57

31
Dez 13

Uma semana passada sobre a data do nascimento de Jesus Cristo, os pagãos abandonam o seu estado aparente de reclusão obrigatória e aí exteriorizam religiosamente os seus verdadeiros sentimentos.

 

Austrália – Porto de Sidney – Passagem de Ano – 2013/2014

 

A Austrália é um dos primeiros pontos do nosso planeta onde se dá esta redenção global, com todos os seus cidadãos a usufruírem desta insubstituível prioridade, de serem dos primeiros a purificarem-se.

 

(imagem – dailymail.co.uk)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:58

17
Out 11

O Algarve também tinha praias lindas e apelativas, como a praia da Coelha, para os lados de Albufeira, com os seus rochedos em ponta, levantados ao céu, ou mais para oeste na costa algarvia, a praia das águas claras e limpinhas, a praia da Ingrina.

Saudades iguais, aos dos extensos laranjais, mas aqui com água doce e mais por afinidade.

 

Bahamas

 

O Verão passou por nós num instante e entre tanto calor, movimento e confusão, mal demos pela sua presença.

 

Austrália

 

As praias estavam cheias de gente, os espaços eram pequenos e conflituantes e a banhos com uma água parada e tépida, o povo ficava nervoso.

 

Califórnia

 

Os supermercados explodiam de alimentação, as cozinhas replicavam-se de emoção em emoção, nos centros comerciais, sobretudo à noite, era a total alienação e no meio deste tempo de transição, entre o cair da noite e a preparação para o nascer do novo dia, os vapores do álcool e da desidratação, faziam por evaporação, o resumo do passado, na sonolência do presente e como preparação da repetição, de um novo e pacífico futuro.

 

Seychelles

 

Restam-me as imagens de praias que eu não conheço, nem nunca conhecerei, praias do outro mundo.

 

Mar Adriático

 

A beleza será sempre um dos instrumentos da nossa vida e mesmo que não a possamos ver na sua totalidade, a sua presença irá sempre ser detectada, por todos os nossos órgãos dos sentidos. Até mesmo por aquele que pensamos perdido, mas que sempre contribuirá, por pouco que seja, para a satisfação da nossa vida e percurso.

A praia pode ser bela, porque é aconchegante e é quente; e apesar de exposta ao vento e ao mar, embrulha-nos nos seus braços e parece-nos amar, enquanto adormecemos debaixo do sol e sob as ondas do mar.

Neve quente de prazer!

 

(Fotos - NGM)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:16

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