Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

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Dez 12

“Depois de sermos pioneiros na descoberta do novo mundo, eis chegada a hora de nos lançarmos na conquista de outros mundos”

 

I

A Missão

 

Na FOX NEWS a NASA chamou a si o protagonismo do anúncio da descoberta efetuada pela sonda TQ-2012

 

Na sua primeira missão exploratória no interior do Sistema Solar, a revolucionária nave espacial portuguesa TQ-2012-Magalhães – tripulada por cinco especialistas aéreo-espaciais qualificados nos Centros de Formação Avançada da AMAL – detetou recentemente na lua de Saturno Titã e utilizando os radares e sensores nela instalados, um sistema sequencial e interligado de vales sugerindo a formação e a existência de um rio nesse local.

 

Rio no polo norte de Titã

 

Após a realização de algumas órbitas de maior aproximação ao satélite Titã, o técnico responsável pelo estudo geológico de todos os corpos celestes visitados ao longo desta viagem de investigação e de conhecimento espacial, realizou algumas medições básicas iniciais, tendo chegado à conclusão de que o rio se estenderia ao longo de cerca de 400Km desde a sua nascente até à sua foz, desaguando num grande oceano.

 

E a sua semelhança com o rio Nilo

 

Por outro lado – e em sentido contrário ao que pensavam até hoje os cientistas norte-americanos – a cor negra do líquido presente em Titã não se deveria à presença de hidrocarbonetos, mas à inexplicável capacidade de absorção da luz por parte desse mesmo líquido de propriedades visuais misteriosas. Recorde-se que este rio foi detetado no polo norte desta lua de Saturno e que este é o único mundo do Sistema Solar em que um líquido se movimenta à sua superfície.

 

Habitantes de Titã festejando a passagem da sonda portuguesa TQ-2012

 

Segundo o especialista em hidrologia planetária pertencente à missão – numa exposição que provocou grande impacto entre a comunidade científica portuguesa – o líquido presente em Titã seria água e não como se pensava erradamente o metano, sendo o seu ciclo muito parecido ao Ciclo da Água existente no nosso planeta. Seria um mundo habitado maioritariamente no polo norte e os seus habitantes estariam concentrados em urbes construídas à volta desses luxuriantes cursos de água.

 

II

Na Espuma da Missão

 

À chegada da sonda Huygens Titã apresentou-se erradamente como um planeta morto e parado no tempo

 

Há cerca de quinze anos atrás – a 15 de Outubro de 1997 – uma sonda automática oriunda do planeta Terra – pretensamente não tripulada – estabeleceu contato com a superfície de Titã, com o objetivo prioritário de registar durante a sua aterragem o maior número possível de dados relevantes sobre a sua atmosfera e outras indicações importantes sobre as suas principais caraterísticas geológicas. As únicas imagens disponibilizadas ao público por essa altura mostram uma superfície gelada, seca e desértica, pejada de pedras de média dimensão dispostas ao longo de toda essa área visível e estendendo-se sem fim até aos limites do horizonte.

 

A cientista britânica Alderin-Polock imaginou a vida em Titã com criaturas – parecendo águas-vivas – flutuando em nuvens e rios de metano. Mas porque não flutuando em água ambientalmente adaptada?

                                                    

Sabe-se agora – após as espetaculares descobertas realizadas pela sonda TQ-2012 – que essa zona de Titã conhecida como Xanadu, se encontrava um pouco distante da orla costeira onde iria desaguar o rio recentemente descoberto, numa zona com vastos locais desérticos de areia e outos sedimentos resultantes da erosão provocada pela água. Mas a maior descoberta foi a de que em Titã a água teria uma temperatura de congelação diferente daquela registada na Terra, devido à particularidade da existência na sua composição de uma substância com efeitos retardantes e que operaria como um termóstato natural, criando uma película de proteção em volta de todos os elementos e mantendo assim a temperatura dos materiais a níveis aceitáveis para a sua sobrevivência. O que se passaria também com os seus seres vivos indígenas, cujo corpo estaria protegido das condições extremas ambientais que lhe poderiam ser proporcionadas pelo planeta, por introdução no seu sistema biológico dessa mesma substância misteriosa.

 

(dados retirados: NASA – imagens: NASA e Google)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 11:59

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