Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

21
Jul 15

Mas que é a pura das Verdades!

 

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O povo da Grécia está assim, apenas porque foi roubado
(pelos chulos e malandros que agora tanto os insultam)

 

“Eu nunca levantei 60 euros por dia – 60 euros é o que tenho numa semana.”
(Joanna Arvanitaki, 31 anos, funcionária de um hotel)

 

E com o Povo grego a acrescentar:

 

“Vim hoje pagar contas e os meus impostos. Na semana passada não pude e tudo isto é muito cansativo para as pessoas mais velhas como eu”, disse Maria Papadopoulou, uma pensionista de 62 anos, à porta de um banco, citada pela agência Reuters. “As coisas estão melhores agora do que nas últimas semanas. Graças a Deus que não acabámos no dracma.”
(Maria Papadopoulou, uma pensionista de 62 anos)

 

E com a Bolsa grega a acrescentar:

 

“Apesar da abertura dos bancos, a bolsa grega continuava encerrada esta segunda-feira, sem que haja indicação de uma data para a sua reabertura.”
(Raquel Albuquerque, Expresso)

 

E com todo o Mundo a adicionar:

 

Uma realidade indesmentível no novo cenário económico e financeiro do continente (no que à Europa diz respeito), em que o poder do dinheiro está nas mãos de um só Estado (a Alemanha – o único com autoridade e moeda para poder dar e tirar).

 

(texto/itálico/negrito e imagem: expresso.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:00

17
Nov 14

“It is with regret and sadness we announce the death of money on November 16th 2014 in Brisbane, Australia.” (Russell Napier of ERIC)

 

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Tony Abbott, David Cameron e Barack Obama

 

Já todos sabemos há muito tempo (pelo menos desde o tempo dos nossos avós aquando da Grande Depressão de 1923/32) que o mercado económico e financeiro mundial poderá estar à beira de um colapso superior a todos os que até hoje já se registaram: só que agora começamos a perceber melhor que se o colapso ocorrer mesmo, os Bancos nunca acabarão apenas mudarão o seu paradigma. E quem saltará (da prancha do barco pirata para ser comido pelos tubarões) serão os depositantes (especialmente os grandes), aqueles que até hoje e em troca de um dividendo por vezes miserável, têm sustentado os mesmos bancos. E não me venham cá com a conversa de que esses (os depositantes) são investidores minoritários e de pouca influência na economia e nas finanças globais, pois todos nós sabemos que são eles os maiores detentores actuais de dinheiro vivo (em moeda e não em plástico informatizado), além de terem sido até hoje aqueles que salvaram o mundo capitalista, mantendo-o à tona de água e salvando-o de afogamento, enquanto o seu dinheiro ia cobrindo os picos máximos da terrível doença do capitalismo (selvagem). Como o que se passa com uma rede eléctrica, em que geradores de reserva existem (sendo extremamente importantes, senão mesmo prioritários) pela necessidade momentaneamente de cobrir picos de consumo: se tal não acontecesse toda a rede entraria em colapso. E nenhum de nós poderá afirmar que ainda não tinha sido avisado, pois Chipre foi há muito pouco tempo.

 

 

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Brisbane G20

 

Russell Napier Declares November 16, 2014
The Day Money Dies
(Tyler Durden – zerohedge.com)

 

"On Sunday in Brisbane the G20 will announce that bank deposits are just part of commercial banks’ capital structure, and also that they are far from the most senior portion of that structure. With deposits then subjected to a decline in nominal value following a bank failure, it is self-evident that a bank deposit is no longer money in the way a banknote is. If a banknote cannot be subjected to a decline in nominal value, we need to ask whether banknotes can act as a superior store of value than bank deposits? If that is the case, will some investors prefer banknotes to bank deposits as a form of savings? Such a change in preference is known as a bank run."..."Large deposits at banks are no longer money, as this legislation will formally push them down through the capital structure to a position of material capital risk in any "failing" institution."..."From November 16th 2014 the large-scale deposit at a commercial bank is, at best, a lesser form of money, and to many it will cease to be money at all as its nominal value can fall and it could cease to be accepted as a medium of exchange."

 

(imagem – Web)

 

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:32

18
Jan 12

Ou ainda não repararam?

 

Como se destrói aos poucos a história de um país, neutralizando a cultura de um povo e eliminando da nossa memória, a vida dos nossos antepassados

 

História a Anular

Ano de 1934

18 Janeiro de 1934

 

Início da grande revolta operária contra o regime de Salazar

 

Estava-se no início de 1934. Com o mudar do ano, entra em vigor o Estatuto Nacional do Trabalho, fascista, e os sindicatos livres eram oficialmente proibidos, dando origem a outros, subjugados ao poder corporativo. Por todo o País, os trabalhadores combatem a fascização dos sindicatos e convocam para 18 de Janeiro uma greve geral revolucionária, com o objectivo de derrubar o governo de Salazar. A insurreição falha, mas na Marinha Grande os operários vidreiros tomam o poder. Apenas por algumas horas, é certo, pois a repressão esmagaria a revolta. No resto do País, esperavam-se acções iguais, mas em nenhum outro lado se repetiu o gesto dos operários marinhenses. Apesar de fracassada, a revolta dos trabalhadores vidreiros fica na história como um momento alto da resistência ao fascismo. E deixou sementes, que germinaram numa manhã de Abril, precisamente quatro décadas depois.

 

(mgrande.net)

 

História a Adoptar

78 Anos Passados

18 Janeiro de 2012

 

Início da era histórica de Portugal sobre comando não identificado

 

O primeiro-ministro considerou que o Governo e os parceiros sociais chegaram a “um bom acordo”, acrescentando que o país vive um “dia histórico”, não só pelos desafios que hoje se colocam a Portugal e que “não têm de facto precedentes”, mas também porque as várias partes “souberam unir-se para superar as dificuldades tremendas” e ajudar o país a “reerguer-se”.


Férias mais curtas, bancos de horas e gestão de pontes mais flexíveis, mas sem a meia hora extra de trabalho que o Governo pretendia são, em síntese, as bases do acordo tripartido fechado na madrugada desta terça-feira e que foi assinado esta quarta-feira, na presença do primeiro-ministro, mas sem a CGTP, que abandonou as negociações.

 

(Público)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:04

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