Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


O Gato de Pallas

Segunda-feira, 22.11.21

Aproveitando a publicação (da GREEN SAVERS) de mais uma beleza da NATUREZA podendo ser considerada dentro de duas décadas uma espécie em vias de EXTINÇÃO, uma imagem do precioso GATO DE PALLAS ─ uma raça de gatos para o pequeno e com um peso médio de 4,5Kg.

Originário da Ásia Central e da Sibéria, noturnos e solitários, sendo carnívoros apreciador de caça selvagem (entre eles, lebres e perdizes), não gostando nada da presença humana (algum motivo tendo para tal, talvez a sua bela pelugem).

pallas.jpg

O Gato de Pallas

(ou Manul)

 

De pelagem densa e longa (cauda curta) e com a cara arredondada e de orelhas pequenas, a darem-lhe juntamente com todo o seu colorido, o toque decisivo e final: deixando-nos por vezes perplexo com tudo o que de Maravilhoso a Natureza transforma (nada se criando, nada se perdendo), atordoados e abismados com a inimaginável capacidade destruidora (e auto destruidora) do Homem.

Mas lá bem no fundo e profundo estando aquela surpreendente sensação do momento, mesmo apenas que por um mísero segundo, deixando-nos mais uma vez usufruir daquilo com que sempre sonhamos, imaginamos, mas nunca tendo sido complementado como o devido, pela respetiva e não outra Realidade.

[Provavelmente todos diríamos (os domésticos/os sedentários) quero um e confirmando-se a situação, matando-se logo aí o bicho (o selvagem/o nómada) ─ e rapidamente (não sobrevivendo em cativeiro). Sendo a situação inevitável (a inversão de domicílio), tendo a troca que ser minimamente justa e equitativa, enviando-se um Irracional para a cidade, tendo-se que enviar no sentido contrário ─ até para se manter o equilíbrio (geral) ─ um Racional para a Selva: até para ver se sobrevive.]

(imagem: Green Savers/greensavers.sapo.pt)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 14:30

Em tempos de COP26

Terça-feira, 09.11.21

“Se a Beleza está na Terra, o Resto está nas Estrelas.”

Recuando no tempo da TERRA agora que decorre a COP26, duas imagens da mesma, uma registada a partir da LUA ─ vai fazer 53 anos (missão Apollo 8) ─ e a outra a partir do ESPAÇO ─ vai fazer 49 anos (missão Apollo 17).

Next year, 50 years will have passed since the Blue Marble photo: I think it’s time to take another. In December 2022, the Earth will be in a similar position relative to the sun as it was in December 1972. This will give a probe the opportunity to capture a photo of the full Earth from the same distance and angle as before, revisiting perhaps the most environmentally valuable achievement of the space age. (Jack Marley/theconversation.com/05.11.2021)

file-20211103-16987-1mqpyd.jpg

A Terra em 1968

(como vista da Lua)

The Pale Blue Dot

 

A primeira obtida a partir da superfície da LUA ─ localizada a cerca de 384.400Km do nosso planeta ─ a segunda (THE BLUE MARBLE) obtida ainda nas proximidades da Terra, com ambas as missões (integrando o projeto Apollo) atingindo o seu objetivo alunando.

Fifty years ago, humans took the first full photo of Earth from space

– the climate crisis means it’s time for another.

(Jack Marley/theconversation.com/05.11.2021)

file-20211104-27-1tvy0hf.jpg

A Terra em 1972

(como vista nas proximidades da Terra)

The Blue Marble

 

E se na Terra quanto às Alterações Climáticas e ao Aquecimento Global na prática nada se fazendo (nem sequer se conseguindo manter a subida média global da temperatura nos 1,5°C), quanto ao ESPAÇO nem se falando abandonados os voos tripulado há quase meio século.

Although this image will still be beautiful, the planet it captures won’t be the same. Deserts like the Sahara will have expanded. Cloud systems will have altered. Antarctic ice will have retreated, and less green will be visible. Seen side by side, these two Blue Marbles, taken half a century apart, would bring home the consequences of climate change wordlessly, instantly and globally. (Jack Marley/theconversation.com/05.11.2021)

(imagens: NASA)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:11

Não Pela Informação, Apenas Pela Sua Beleza

Terça-feira, 08.06.21

Imagens do remanescente da SUPERNOVA 1E 0102.2-7219 (resultado da explosão de uma estrela) ocorrida numa galáxia vizinha da Via Láctea (esta última onde o nosso planeta se integra).

vlt_supernova_neutronstar.jpg

Figura 1

Com o círculo de gás vermelho abaixo do centro da imagem,

a rodear uma estrela-de-neutrões emitindo os seus brilhantes raios X

 

Uma imagem conjunta (figura 1) elaborada por 3 instrumentos de observação, o telescópio espacial HUBBLE (a vermelho, as estrelas), o VLT (a verde) e o observatório de raios X CHANDRA (a azul, a roxo).

hst_smc_snr_neutronstar.jpg

Figura 2

Telescópio Hubble proporcionando-nos na mesma região da SUPERNOVA

a visão grandiosa do que será uma região cheia de jovens estrelas

 

Na imagem seguinte (figura 2) ─ referindo-se à mesma região do Espaço onde se situa esta SUPERNOVA ─ observando-se igualmente o aparecimento de nuvens gasosas constituídos por restos resultantes da explosão da estrela e no canto inferior da mesma (imagem/figura 2), uma enorme região “berço-de-estrelas” denominada como N76.

Uma beleza, num cenário (considerada a nossa dimensão) demolidor.

(dados: syfy.com/wikipedia.org ─ imagens: ESO/NASA/ESA/HUBBLE)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:45

Beldades Terrestres

Segunda-feira, 13.04.20

Aurora registada durante o dia na capital da Islândia − localizada a cerca de 64° de latitude norte − como resultado de um jato de vento solar (oriundo de um buraco situado a sul da superfície do Sol) atingindo a Terra: "As summer approaches, daylight is slowly taking over the night sky" (Sigurbergur Arnason). Deixando-nos estupefactos com tal beleza e tristes por provavelmente não o podermos usufruir (sentir) – presencialmente − nesta vida.

 

Sigurbergur-Arnason-DSCF9219_1586656695.jpg

AURORA DIURNA

Reykjavik − Islândia

(11 abril 2020)

 

Halo (ou auréola) Solar registado (por Göran Strand) durante o dia na região sueca de Handöl − localizada a pouco mais de 63° de latitude norte – como resultado dos raios de Sol atravessando pequenos cristais de gelo, ainda presentes na Primavera e suspensos na atmosfera: formando um Anel de Luz flutuando sobre as montanhas de Jämtland. Na Terra e no entanto, parecendo ter origem num Outro Mundo, com uma outra estrela.

 

Goran-Strand-GS_20200411_Handol_114314_Pan_1586619

HALO SOLAR

Handöl − Suécia

(11 abril 2020)

 

Mostrando que para lá do que o Homem faz (de mau) com este planeta, transformando-o quase num destroço sem beleza e como que morto, o mesmo (a Terra) ainda nos proporciona espetáculos de uma rara (apenas por nós nunca vista) e extraordinária beleza, tornando o nosso Mundo Imaginário em pura e indescritível (afundados como estamos num quotidiano de miséria) Realidade: e bastando (utilizando apenas um dos Sentidos) ver para crer.

 

(imagens: Sigurbergur Arnason e Göran Strand em spaceweather.com)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:57

Beleza de Mármore Exótico

Domingo, 15.12.19

[ Em Júpiter]

EXOTIC MARBLE

 

Um retrato retocado (pelo cidadão-cientista Prateek Sarpal) do maior planeta do Sistema Solar a partir de uma imagem original, obtida pela câmara da sonda automática JUNO (NASA/JPL) – registada a 12 de setembro de 2019 durante a 22ª passagem da sonda na sua aproximação ao (atrás) referido planeta – JÚPITER: com o Polo Sul (de Júpiter) para cima.

 

PIA23605.jpg

JÚPITER

(PIA23605)

 

Para quem comparando olha para a Terra e para Marte

− E até pelo vivo e movimentado, colorido apresentado

Achando talvez um pouco estranho, não existir Vida em Júpiter.

Para já talvez numa das suas luas (mais de 80), EUROPA.

 

E tal como o cidadão-cientista (assim os trata a NASA, a quem embeleza as imagens) afirma, ao apropriar-se da imagem dada a usufruto público pela câmara da sonda norte-americana (JUNO) "A mind of limits, a camera of thoughts" logo sublinhado pela NASA – com os sentimentos gerais e extremamente penetrantes (intrusivos/arrepiantes) a serem a beleza do cenário (só mesmo visto em sonhos) e o contraste de cores (num mármore de cores nunca visto, “exótico, infantil, feliz” (NASA).

 

(imagem: Prateek Sarpal/photojournal.jpl.nasa.gov)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 01:51

Pôr-do-Sol

Quinta-feira, 13.03.14

A Beleza é apenas mais um reflexo da Natureza: se ela no entanto desaparecer será um sinal de doença.

Tal como com a Memória tal como com a Cultura.

 

Itália – Mediterrâneo – Mar da Ligúria – Pôr-do-Sol

 

Já passei por aquelas bandas há muitos anos atrás. Vindo da Suíça – mais precisamente de Genebra – e entrando de automóvel em Itália pela sua fronteira norte, cheguei a Aosta já com a noite a cair sobre esta cidade situada num zona baixa desta zona montanhosa – o Vale de Aosta: isto após uma travessia atribulada do Monte Branco, ultrapassando o seu cume gelado e com a estrada prestes a ser encerrada pela perigo que o piso escorregadio constituía e começando a fazer a descida a bordo de uma boleia que dois italianos me tinham proporcionado, completamente loucos, com o carro a querer derrapar em cada curva, enquanto agarrado ao banco do carro ia pedindo ajuda a quem me quisesse ouvir. Mas lá cheguei vivo e muito lhes agradeci por isso. Então iniciei aí a minha pequena Volta a Itália – ficando-me pelo norte já que o dinheiro não dava para tudo – passando e visitando localidades como Génova (com os seus enormes gatos expostos para venda), Pisa (com a sua torre a cair mas que não percorri pelas vertigens), Florença (com a arte exposta nas ruas e com as fabulosas pizzas a acompanhar) e Veneza (como uma antiga boneca de loiça afogando-se melancolicamente nas águas do Mediterrâneo). Mas ainda tive tempo nos meus momentos de pausa e de espera à entrada das vias rápidas italianas – algumas delas localizadas no litoral mediterrânico – enquanto pedia boleia para ver se alguém me ajudava a seguir um pouco mais nesta aventura, de apreciar a beleza de muitos recantos desta costa que tanto sugeria beleza como tranquilidade (senão mesmo desejo e sensualidade), encantando-nos com os seus belos cenários compartilhados por um mar suave, uma falésia povoada de casas e um céu próprio dum conto de fadas. Como também se encontra ainda, mas cada vez com mais raridade (e saudade), no nosso país – Portugal.

 

(imagem – earthsky.org)

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 15:26

Rio Douro

Segunda-feira, 07.03.11

Rio Douro

 

O Douro é uma região nobre de Portugal. A sua beleza ostensiva, adornada por paisagens intemporais e serpenteada por um rio cavado e vindo de lá longe, dizem-nos que não existe princípio nem fim: só um longo caminho a percorrer, com margens por vezes altaneiras, mas que como tudo, podem ser sempre galgadas.

 

Foto do "National Geographic"

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:39