Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

12
Jun 14

“Não é por um aldrabão e bandido que tanto crime (legal até hoje) consentiu, que eu me vou levantar para lhe estender a minha mão: é que já são muitos os membros da nossa comunidade que ele ajudou a decepar”.

 

Uma Mensagem sobre o Anjo Negro enviada pelo Santo Anjo da Guarda de Portugal

 

No meu país o criminoso nunca é condenado pela simples razão de quem manda neles são os mesmos que fazem as leis do nosso país (que os protegem de todos os crimes possíveis ou até nunca imaginados): pagamos-lhes para nos representarem e ainda nos roubam mais, agora e cada vez mais à descarada. E se alguém por qualquer motivo não quiser ver o que está diante dele (e de todos nós) só porque eles se distinguem de nós considerando-se como Reis e desprezando-nos como bichos, isso não impede ninguém de pensar e reflectir nas suas fortunas e de como elas se fizeram: tal como o ladrão eles não se conseguem libertar facilmente do produto que roubaram e tal como os toxicómanos não mais conseguem largar o vício. O chamamento do dinheiro é sempre mais forte do que eles. Acusem esses monstros de assassínio sistemático, julguem essas bestas por matarem a nossa memória e a nossa cultura e façam esses psicopatas sociais pagar pelos seus crimes contínuos, sádicos e hediondos – isto se quiserem evitar outros genocídios justificados e entretanto estrategicamente esquecidos, em nome dos nossos pais e dos nossos filhos e em nome da nossa honra de ainda nos podermos considerar humanos.

 

(imagem parcial – retirada da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06

13
Fev 11

Mocho jovem ao fim do dia, num verão quente no centro de Espanha

 

Por vezes vou ao campo e ouço-os falar.

Hoje a Dalila chamou-me à atenção, para os seus contínuos palrares.

Era de noite, a neblina espalhava-se pelo campo – ao longe ouviam-se os latidos dos cães – e lá estavam eles presentes, no silêncio penetrante da noite.

Os bichos são a nossa companhia e a alma da nossa vida!

O cão saltava na vedação, via-me de olhos vidrados e o seu nervoso miudinho, fazia-me perder a paciência.

Abria-lhe a porta, deixava-o correr e de vassoura na mão, protegia a minha integridade.

O pai esperava-o impaciente e logo ao primeiro contacto, fugia como uma flecha: ninguém aguenta a chegada de alguém de algures, de boca aberta para o mundo e ainda por cima pronto a morder!

Na noite as estrelas brilham no céu e o nosso tempo de contemplação parece tão pequeno.

É tremendo o espaço de todo o firmamento que contemplamos e tão pouco o espaço, para o partilharmos: por isso morremos, um pouco de cada vez, de uma só vez!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:39
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