Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

23
Abr 20

[Do Homem aos outros Bichos e passando pelo Micro.]

 

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Com muitos e muitos milhões de pessoas refugiadas em casa (e podendo a muito curto--prazo perdê-la) e com muitos mais outros milhões em fuga − muitos deles dirigindo-se para lado nenhum (se não para o suicídio, individual ou coletivo) − destruindo no decorrer do processo toda a sua vida social,  económica e até espiritual (transformando-a num caminho, único e sem retorno) − não entendendo muito bem porquê nem mesmo por quem − tornando-se incompreensível como perante um Evento podendo provocar a nível global uns 200.000 mortos (0,00026% da população mundial), o nosso Planeta pareça estar mesmo à beira do abismo com todos os nossos “fazedores de opinião” (os papagaios do poder intermédio) cada um deles projetando um cenário ainda mais Catastrófico do que o anterior, a querer impor-nos o seu Fim-do-Mundo (a esmagadora maioria deles apesar de péssimos a matemático, preferindo o Fim-do-Mundo Económico): quando a gripe mata muitos mais do que isso por ano, quando em África milhões são vítimas da fome, da doença e das mais variadas epidemias (mesmo muitos milhões), quando os contingentes de migrantes já se formam e espalham por todo o mundo e até quando, recorrendo às nossas ações do passado (ainda muito recentes) e à nossa memória (fonte de informação e cultura), atiramos para cima da mesa crimes praticados em nosso nome por coincidência pelo mesmo tipo de pessoas (ligadas ao poder), assassinando ainda mais uns milhões e praticando genocídio – de que um bom exemplo é a II Guerra Mundial ou então juntando, todas as outras guerras (e guerrinhas) desde aí e até ao presente levadas sistematicamente a cabo.

 

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E se o Poder (intermédio, podendo ser posto em causa, pelos Ricos que lhes pagam e exigem) hesita entre um lado e o outro não conhecendo ainda bem todos os dados do problema de modo a tomar uma opção levando-o a uma solução (minimamente eficaz e credível, pelo menos sendo digerível, pelos outros os pobres assim como pelos achando-se médios), já os pobres antes da chegada da “vacina” e para muitos outros males já estando vacinado, mesmo perante o “Perigo de Morte” (relativo, mas expondo-se à Pandemia) revoltando-se e erguendo-se e afirmando perentoriamente, preferir trabalhar (com dignidade) a morrer de fome (como um cão): mortas as ideologias e separado o mundo entre os que nada têm e os que tudo têm (já não se tratando apenas de uma Luta de Classes) surgindo cenas antes julgadas incomuns (impossíveis) juntando no mesmo palco e seguindo o mesmo guião, predadores e presas – oferecendo-nos um cenário caótico, alienado de tudo, colocando frente-a-frente de um lado o Mundo e do outro o Outro Mundo (juntando num saco pobres e ainda intermediários − a classe média de que os políticos são o símbolo máximo, agora considerados parasitários − e colocando num outro nível Corporações e milionários, familiares e amigos).

 

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Ainda-por-cima colocando-nos sob uma pesada camada de nervos, não sabendo qual o tipo do vírus (volta ou não volta) nem o que será agora de nós −  entrando-se aí em Depressão não apenas mental como também económica. Só tendo durado uns meses em turmas desdobradas (países seguindo-se a outros) − com bons e maus resultados − e mesmo assim e por isso (numa Europa decadente, estendo à mão ao ainda Império) pondo tudo de pernas para o ar: mas repetindo de novo sendo tudo isto muito estranho, quando tudo está de pé e pronto a funcionar de novo. Será que o bicho é extraterrestre e afetou-nos o cérebro? Só os norte-americanos e ainda no século passado (WW2 já resolvida) com uma única bomba (atómica) mataram muito mais.

 

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Os bichos esses animais sem psique (irracionais), pelos vistos (sem muito terem de se esforçar, tendo um cérebro limitado, respondendo apenas por reflexo) sem parecerem nada condicionados, aproveitam simplesmente a situação com que se deparam no seu dia-a-dia (tal como nós no nosso quotidiano ─ e tendo nós psique ─ repetitivo e de sobrevivência) e se antes não os víamos por cá (nos nossos espaços fechados de cimento e de betão, apontando e erguidos como que em transe religioso até aos céus e implantados sobre toneladas de múltiplos e de bizarros dejetos, produzidos nos pisos superiores e habitando e circulando sob nós) ─ certamente uns por livres e refugiados na floresta (conhecendo-o, protegendo-se do Homem, optando pela Liberdade) e outros por presos e integrados em linhas de produção (confiando nele, sendo enganados pelo Homem, optando pela Segurança) ─ hoje com “os humanos colocados fora-de-circulação” (refugiados e amontoados em “celas” algumas deles climatizadas mas não deixando de ser um inferno) e com todos as suas variedades e intensidades de “poluição completamente ausentes” libertando o espaço, com os bichos graças a toda a sua experiência prática (repetitiva, imitativa, sendo assim que se aprende) a entenderem o significado do cenário agora sendo-lhes apresentado e tranquilamente regressando: e sem a presença nem da Poluição (atmosférica, sonora, visual, percorrendo todos os seus órgãos dos sentidos e entupindo-lhes os neurónios e toldando-lhes a mente, aos sem psique) nem do Homem (o predador dele próprio e de tudo o mais que o rodeia),

 

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Regressando os bichos nossos conhecidos e há muito esquecidos (muitos deles nossos companheiros iniciais de viagem) já depois dos mais pequenos e por nós criados (de uma forma consciente/deliberada ou não) por cá terem passado e feito o seu “trabalho de limpeza”. Vendo-se (lá longe) a partir da Índia e como há muito não se via a cordilheira dos Himalaias e o Tibete, conseguindo-se a partir das margens (logo ali) e apenas debruçando-se observar claramente algo de impensável o fundo dos canais de Veneza, qual a justificação para o (nosso) espanto e admiração como que incrédulos observando “extraterrestres”, por vermos as nossas cidades e arredores a começarem a ser invadidas (mas com toda a cautela) por macacos e até por cabras ─ quando até em Portugal se verifica (mesmo que a espaços ou temporariamente) essa migração, em terra com os passarinhos como no mar com os golfinhos. Algo que morto ou adormecido “o bicho-corona” não voltaremos a ver, não aprendendo nada de novo com tudo isto tornaremos a esquecer (aí e para recuperar a economia “tempo será dinheiro”), permitindo de novo e infelizmente (inevitavelmente e pela lobotomia induzida) o regresso dos mesmos ─ intermediários, parasitas e predadores (mas todos ao contrário dos restantes, certificados).

 

(imagens: yahoo.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 10:17

09
Abr 20

[Como existem outros doentes (agora abandonados e morrendo em segredo, em casa ou nos hospitais) para além dos originados por este novo coronavírus – “na moda, na média, na mediana, na bissetriz, etc.”, conforme o desejo dos “matemáticos” (os ditos “especialistas”) e o “interesse” (não tendo mais nada para dizer) da DGS.]

 

Tiny tardigrades might hold the key to the origin of life

(Kazuharu Arakawa − Rowan Hooper/japantimes.co.jp)

 

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Fluorescent staining shows a tardigrade's full stomach

(livescience.com)

 

“Tardigrades can come to a complete stop of metabolism with almost complete loss of water but can still restart life upon rehydration”. By removing all water, the animals can put life on hold. This form of “life pause” is called anhydrobiosis.

“We have no idea how life arose from matter several billion years ago.”

 

By studying tardigrade revival, we can get an idea of how molecules assemble in the spaces between cells in the tardigrade’s body. Before cells and life evolved, organic molecules had to put themselves together without the shelter provided by the cell, so what happens in tardigrades provides a good insight into that.

It seems that when the animals dry out and rehydrate, other bits of DNA can easily slip inside. Rather than cause a problem, tardigrades have embraced the benefits this can bring.

 

[artigo: japantimes.co.jp/news/2018/03/23/national/science-health/tiny-tardigrades-might-hold-key-origin-life/#.Xo8KTHLOUdU]

 

Tagide de Carvalho: Vencedor do prémio internacional de fotografia (aqui utilizando o microscópio) “Global Image of the Year Life Science Light Microscopy Award”.

 

(texto: japantimes.co.jp – imagem: Tagide de Carvalho/Olympus Image of the Year Award/ livescience.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 13:17

12
Jun 14

“Não é por um aldrabão e bandido que tanto crime (legal até hoje) consentiu, que eu me vou levantar para lhe estender a minha mão: é que já são muitos os membros da nossa comunidade que ele ajudou a decepar”.

 

Uma Mensagem sobre o Anjo Negro enviada pelo Santo Anjo da Guarda de Portugal

 

No meu país o criminoso nunca é condenado pela simples razão de quem manda neles são os mesmos que fazem as leis do nosso país (que os protegem de todos os crimes possíveis ou até nunca imaginados): pagamos-lhes para nos representarem e ainda nos roubam mais, agora e cada vez mais à descarada. E se alguém por qualquer motivo não quiser ver o que está diante dele (e de todos nós) só porque eles se distinguem de nós considerando-se como Reis e desprezando-nos como bichos, isso não impede ninguém de pensar e reflectir nas suas fortunas e de como elas se fizeram: tal como o ladrão eles não se conseguem libertar facilmente do produto que roubaram e tal como os toxicómanos não mais conseguem largar o vício. O chamamento do dinheiro é sempre mais forte do que eles. Acusem esses monstros de assassínio sistemático, julguem essas bestas por matarem a nossa memória e a nossa cultura e façam esses psicopatas sociais pagar pelos seus crimes contínuos, sádicos e hediondos – isto se quiserem evitar outros genocídios justificados e entretanto estrategicamente esquecidos, em nome dos nossos pais e dos nossos filhos e em nome da nossa honra de ainda nos podermos considerar humanos.

 

(imagem parcial – retirada da Web)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 02:06

13
Fev 11

Mocho jovem ao fim do dia, num verão quente no centro de Espanha

 

Por vezes vou ao campo e ouço-os falar.

Hoje a Dalila chamou-me à atenção, para os seus contínuos palrares.

Era de noite, a neblina espalhava-se pelo campo – ao longe ouviam-se os latidos dos cães – e lá estavam eles presentes, no silêncio penetrante da noite.

Os bichos são a nossa companhia e a alma da nossa vida!

O cão saltava na vedação, via-me de olhos vidrados e o seu nervoso miudinho, fazia-me perder a paciência.

Abria-lhe a porta, deixava-o correr e de vassoura na mão, protegia a minha integridade.

O pai esperava-o impaciente e logo ao primeiro contacto, fugia como uma flecha: ninguém aguenta a chegada de alguém de algures, de boca aberta para o mundo e ainda por cima pronto a morder!

Na noite as estrelas brilham no céu e o nosso tempo de contemplação parece tão pequeno.

É tremendo o espaço de todo o firmamento que contemplamos e tão pouco o espaço, para o partilharmos: por isso morremos, um pouco de cada vez, de uma só vez!

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:39
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