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Espaço 2022 ─ À Procura das Nossas Origens

Sexta-feira, 18.03.22

[Lá bem longe, sem interferências e com o Telescópio James Webb.]

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Telescópio JAMES WEBB observando a distante estrela

2MASS J17554042+6551277 em alta-definição

Tendo como pano de fundo e rodeando-a outras estrelas e galáxias

Tendo no fundo e como principal objetivo da sua utilização o estudo da “Origem da Vida”, não olhando para o que nos rodeia por perto (na Terra onde a Vida já existe), mas para o que está para além do nosso planeta,

Ou seja,

Em vez de olharmos para o resultado desta evolução (direta e presencialmente), experimentando observar o Espaço/Tempo infinito que nos rodeia, tentando compreender o momento e dimensão dessa transformação (indiretamente, via infravermelhos),

(em vez de olharmos o momento designado como morte, olhando-se para o momento designado como nascimento)

E com isso libertando-nos do nosso sedentarismo mental (por centralizado, suscetível a chantagens e abusos), abrindo ainda mais as fronteiras do nosso pensamento, as portas da Realidade ao seu complemento sendo esse a nossa Imaginação,

Descartando-nos de muitas das nossas “palas mentais” (agora impostas subliminarmente e sem necessidade da agressiva lobotomia física), assim como de muitas outras, mas estas impondo limitações físicas mesmo aos instrumentos, aos artefactos por nós construídos e utilizados,

No caso da observação do Espaço utilizando instrumentos auxiliares óticos como os telescópios, tendo-se desde logo de eliminar as interferências oriundas do Sol, da Lua e da própria Terra, devendo ser bloqueadas para evitar interferências nas ditas observações,

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Uma SELFIE do telescópio espacial JAMES WEBB

De modo a evitar interferências nas suas observações

Instalado a cerca de 1,5 milhões de Km de distância da Terra

(outras fontes de radiações)

Surgindo agora o telescópio James WEBB (infravermelho), proporcionando-nos a alternativa de através de uma análise faseada e prevista como curta, descortinarmos o que terá acontecido aquando do BIG BANG já lá vão uns bons biliões de anos:

Há uns 14 biliões de anos surgindo o Universo e há uns 5 biliões surgindo o Sistema Solar com a sua estrela do tipo espectral G2V o SOL.

Hoje com o telescópio James Webb a oferecer-nos as primeiras imagens do Espaço profundo levando-nos até distâncias de milhares de anos-luz e proporcionando-nos registos do mesmo em alta-definição,

Apresentando-nos uma estrela distante tendo atrás de si e como pano de fundo ainda muito mais afastada (no espaço como no Tempo) uma coleção de galáxias, prosseguindo o telescópio espacial James Webb a sua missão (estimada para 5/10 anos),

Um dia podendo-nos estar a proporcionar a uma distância para nós incompreensível, mas mesmo assim ainda visível e “referenciada”,

E efetuando uma viagem em sentido inverso,

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Utilizando o telescópio JAMES WEBB para sondar o Espaço

Preparando-nos antecipadamente para a chegada ao nosso Sistema

De mais um objeto extrassolar como Oumuamua

Um registo fidedigno das nossas origens aqui concretizado desde as primeiras estrelas e galáxias (formação e evolução), passando pelos Sistemas Planetários (como o nosso), à sua constituição (planetas, luas, cometas, asteroides, etc.) e tal como na Terra ao aparecimento de organismos vivos conscientes e organizados,

Do grande se chegando ao pequeno e nunca esquecendo que o Infinito, poderá ser um conjunto igualmente ilimitado de elementos, mas contendo cada um desses elementos, cada um deles podendo ser considerado uma Unidade um Universo, integrando algo ainda mais basto,

Daí a nossa noção de infinito, nunca se encontrando o princípio nem o fim (pelo menos um),

O Multiverso.

O grande problema para nós surgindo logo, com o peso que a dimensão Tempo tem para o Homem, a Luz sendo mais de 1.840X mais rápida, mesmo esta última (a velocidade da Luz) nem sendo sequer suficiente para explorarmos a nossa galáxia, a Via Láctea (uns 100.000 anos-luz de diâmetro).

[Impedido de olhar para a Terra onde aparentemente passada uma Pandemia (6 milhões de mortos), o Homem ainda não tendo sido extinto por um vírus (tendo sido declarada oficiosamente a sua morte) podendo ainda fazê-lo de outra forma, com uma guerra mundial.]

(imagens: jwst.nasa.gov)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 00:18

David Bowie e Ziggy Stardust − Poeiras e Estrelas

Quinta-feira, 21.03.19

[Notícias da Ciência]

 

Recordando o lançamento do quinto álbum de DAVID BOWIE

(1947/2016)

 

“The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”

 

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The creation of the Ziggy Stardust persona would live on well after Bowie shed the alien skin, marking the first rock concept album by a sexually ambiguous, artistically bent musician who confounded critics at every turn.

(amazon.com)

 

A história de Ziggy Stardust

Uma estrela de rock enviada ao planeta Terra

Como mensageiro de seres alienígenas

 

No presente ano de 2019

perto da comemoração do seu 47º aniversário

(16 Junho 1972)

 

E tomando em consideração até pela associação (de palavra como rise, fall, Ziggy, star e dust) a curiosidade e a coincidência da notícia publicada (fazendo disparar as ligações nos nossos arquivos de memória), no passado dia 19 de Março na Science Daily, focando

 

“The rise and fall of Ziggy star formation and the rich dust from ancient stars”

 

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Based on the observations with ALMA and HST, researchers assume that this galaxy contains stellar clusters with a mix of old and young stars.

The clouds of gas and dust are illuminated by stellar light.

(sciencedaily.com/NAOJ)

 

Destacando como relevante não só a premonição (brilhante) de DB (antecipando-se a todos os outros) sobre um possível e imaginário futuro fora das leis, das regras, das atitudes e dos comportamentos inerentes a todas as sociedades em que o Homem tem sucessivamente vivido (monótonas, cruéis, racistas, situacionistas) – projetando-nos e dando-nos a usufruir um cenário de verdadeira SCI-FI – dando ainda alguma credibilidade ao Homem e restabelecendo a Esperança (na sua sobrevivência), como a certeza de mais um facto (fenómeno astronómico) cientificamente investigado e compreendido, deixando de ser considerado um mistério (por incompreensão) ou acontecimento (deixando de ser tratado como um intruso):

 

“Researchers have detected a radio signal from abundant interstellar dust in MACS0416_Y1, a galaxy 13.2 billion light-years away in the constellation Eridanus. Standard models can't explain this much dust in a galaxy this young, forcing us to rethink the history of star formation. Researchers now think MACS0416_Y1 experienced staggered star formation with two intense starburst periods 300 million and 600 million years after the Big Bang with a quiet phase in between.”

(National Institutes of Natural Sciences − March 19, 2019 − sciencedaily.com/releases/2019/03)

 

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Big Bang is the cosmological model of the universe whose primary assertion is that the universe has expanded into its current state from a primordial condition of enormous density and temperature.

(sciencedaily.com/Wikipedia)

 

Uma investigação levada a cabo por astrónomos utilizando o ALMA (radio-observatório localizado em Atacama/Chile) – num processo de observação complementado através da utilização de outros instrumentos como o telescópio espacial HUBBLE, o telescópio espacial SPITZER (utilizado para a deteção de radiação infravermelha e tal como o Hubble instalado num satélite artificial) e o Observatório VLT do Sul da Europa (instalação utilizando no mesmo local não um mas vários telescópios) – e visando o estudo de antigas estrelas ou conjuntos dos mesmos tipo de astros (como o Sol e outros seus semelhantes) localizados nos confins do nosso Universo a mais de 13 biliões de anos de distância: e então durante essa mesma investigação detetando um sinal de rádio (fraco) emitido por partículas de poeiras a partir da galáxia MACS0416_Y1, criada pouco depois do BIG BANG (ao qual atualmente ainda reportamos as nossas origens) e subsequentemente esclarecendo-nos um pouco mais sobre o que aí (nesse tempo, nesse espaço) se terá passado (antes, durante e depois desse Big Bang). Até porque dessas grandes extensões de poeiras cósmicas estendendo-se desde a (nossa) Origem (planetária) até ao Infinito, muitas delas terão certamente contribuído para a construção de vários objetos celestes entre eles (e como não poderia deixar de ser) planetas como a TERRA (ou outros entre a Grande Diversidade).

 

"Dust is a crucial material for planets like Earth. Our result is an important step forward for understanding the early history of the Universe and the origin of dust."

(Yoichi Tamura/ALMA)

 

(texto/legendas: os/as indicados/as − imagens: amazon.com – sciemcedaily.com – satélite WMAP/NASA/wkipedia.org)

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:04

Flamingos Observam Universo Distante

Terça-feira, 27.03.12

 

Mais de 200.000 galáxias

Incluindo a mais distante galáxia jamais observada

Objetos formados há menos de 1 bilião de anos após o BIG BANG

 

Região do espaço – imagem a infravermelho

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publicado por Produções Anormais - Albufeira às 16:29