Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

27
Mai 19

[Com Alfa como detentor do ranking mais elevado na hierarquia destes objetos − sendo o Dominante dos dois – logo seguido por Beta (segundo na hierarquia) – expulsos de algum lugar, com Alfa girando sobre si próprio e Beta acompanhando-o/orbitando-o − regressando em maior aproximação − menos de metade desta agora ocorrida – lá para 2036.]

 

The "binary near-Earth asteroid" 1999 KW4

doesn't look like a normal asteroid:

It's actually a system with two space rocks.

(azcentral.com)

 

The-asteroid-1999-KW4.jpg

Asteroide 1999 KW4

(um Sistema Binário composto por dois objetos rochosos)

 

Já depois de ter ultrapassado o seu Periélio − no cumprimento da sua órbita o seu ponto de maior aproximação ao SOL (ocorrido na 3ª semana do mês Março) − e tendo passado nesta madrugada (de 25 para 26 de Maio) a pouco mais de 5.000.000Km do nosso planeta (um pouco mais de 13X a distância entre a TERRA e a LUA) – a uma velocidade de 21,5Km/s

 

O calhau 66391 (descoberto há 20 anos) igualmente designado como 1999 KW4 e classificado como um NEO (NEAR EARTH OBJECT) – um objeto de aproximadamente 1,8Km (já um “monstro”) passando nas proximidades da Terra

 

The larger space rock in 1999 KW4, called "Alpha,"

has "a shape that resembles a top".

The secondary space rock, called "Beta,"

rotates the primary one at a distance of about 1.6 miles.

Beta can be described as a “rubble pile.”

(azcentral.com)

 

Iniciou de movo o seu afastamento relativamente ao nosso planeta (e à sua e nossa estrela de referência o Sol) prevendo-se apenas para 2036 e no cumprimento de mais uma das suas órbitas (período 2019/2036) uma sua nova e ainda maior aproximação à Terra:

 

asteroid_1999_KW4.jpg

Alpha

(integrando um sistema binário sendo o outro elemento Beta)

 

Um grande Asteroide (mais de 1Km) na realidade constituído por dois objetos − um Sistema Binário envolvendo dois objetos rochosos − o maior (“girando sobre si como um pião”) com cerca de 1,3Km de dimensão, o mais pequeno (girando em torno do maior) com uns 570m, não existindo para já e para um futuro próximo notícias sendo relevantes para a Terra (e para os terrestres) como o seria a possibilidade de um Impacto (código zero),

 

1999 KW4

won't closely approach Earth again

until 2036.

(azcentral.com)

 

Mas devido à sua estranheza (de forma, de conjunto, sendo menos comum) e proximidade (relativa) sendo de interesse para análise e estudo (deste tipo binário de formações rochosas) até para sua melhor compreensão (como se formaram, de onde vêm, para onde aponta a sua Evolução) – daqui a 17 anos (25 de Maio de 2036) passando a menos de metade da distância da TERRA (agora registada) ou seja um pouco mais de 2 milhões de Km (uns 2.300.000Km)

 

 Visíveis durante a sua aproximação e nos dias que se lhe seguem utilizando simples telescópios, desde que instalados (infelizmente e quase como sempre para os do Norte) no Hemisfério Sul.

 

[1UA ≈ 150.000.000km ≈ distância Terra/Sol]

 

(texto/inglês/itálico: Joel Shannon/USA TODAY/May 23, 2019/azcentral.com – imagens: techexplorist.com; e Steven J. Ostro/J.P.L./Daniel J. Scheeres/University of Michigan/sott.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 17:19

04
Nov 18

Com a monotonia do nosso quotidiano, a cada dia que passa no calendário, a entranhar-se cada vez mais intensamente no nosso corpo, já tão falto de oportunidades e de soluções, é muito natural que periodicamente, mesmo que de uma forma aleatória por incompreendida, nos vejamos estranhamente a repetir afirmações, que antecipadamente se sabe não levar a lado nenhum: como o será a existência de um outro corpo celeste, integrando o nosso Sistema Planetário – o Sistema Solar – podendo este ser um Planeta (por exemplo o Planeta X) ou então uma outra Estrela, neste último caso Gémea do SOL.

 

protostars750.jpg

Sistema Binário de Estrelas

Região IC 348/Perseus

(Telescópio Hubble/Infravermelho)

 

Agora com uma equipa de investigadores e físicos ligados às Universidades de Harvard e de Berkeley – e utilizando Imagens de Radio (radioastrónomos) – a afirmarem que TODAS AS ESTRELAS NASCEM AOS PARES: uma conclusão baseada num estudo efetuado num Sistema de Estrelas jovens com menos de 1 milhão de anos de idade, localizado na Nuvem Molecular de Perseus (a cerca de 600 anos-luz de distância) e em que todas as Estrelas (criadas) aparecem aos Pares (ou em grupos superiores). Significando que tal como por lá, por cá O SOL TERIA A SUA IRMÃ GÉMEA (e com 4,6 biliões de anos) – a que muitos (há muito) chamam NEMESIS.

 

SC2_5_350.jpg

Sistema Binário de Estrelas

 Nuvem Molecular de Perseus

(distância entre as estrelas gémeas

 

E pela sua proximidade sendo lógico recordar algumas dessas estrelas (já agora bem conhecidas), como será o SISTEMA TRIPLO – vizinho e englobando três estrelas – de ALPHA CENTAURI: o Sistema Estelar mais próximo do Sistema Solar (situado a mais de 4 anos-luz do Sol) formado por duas estrelas unidas (Alpha Centauri A e Alpha Centauri B) e uma outra mais afastada (Proxima Centauri) e tendo cerca de uns 7 biliões de anos de idade – mais velhas que o nosso Sol e a sua hipotética irmã (gémea) Nemesis. Sendo que neste caso (substituindo Centauri pelo Sol) “A wide binary companion to our sun would have been 17 times farther from the sun than its most distant planet today, Neptune.” (berkeley.edu)

 

(dados e imagens: berkeley.edu)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:22

Setembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9

16
18

22
23
24
25
26
27
28

29
30


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

mais sobre mim
pesquisar
 
blogs SAPO