Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

18
Mai 16

Originários do Cinturão de Asteroides (região do Sistema Solar localizada entre as órbitas de Marte e de Júpiter) estes corpos rochosos orbitando em torno do Sol a uma distância aproximada de 2/3UA (e por vezes sendo acompanhados na sua trajetória por outros corpos menores) por vezes são expulsos da sua zona (habitual e de conforto) mudando de trajetória e deslocando-se na nossa direção (e tal como os cometas navegando entre o seu periélio e o seu afélio – se entretanto algo de inesperado não acontecer).

 

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Bola-de-Fogo nos céus de Portland/EUA iluminando por segundos a escuridão da noite

(Portland Maine Police Department/Facebook – 17/05/16)

 

Com as observações de BOLAS-DE-FOGO a crescerem exponencialmente desde o início da segunda década do século XXI – não ultrapassando no fim do século passado os 1000 registos e estando a meio da segunda década do século XXI a caminho das 10000 – é natural que a preocupação de todos aqueles que habitam o planeta TERRA entre em modo de alarme.

 

E não tendo nós obtido até hoje nenhum tipo de explicação válida e credível para este aumento significativo (senão mesmo dramático) de avistamentos de bolas-de-fogo – nem mesmo oriundo das entidades oficiais representadas pelos seus cientistas – tal facto ainda nos faz pensar um pouco mais, deixando-nos ainda mais cautelosos e um pouco mais perturbados.

 

fireball-last-decade.jpg

Número de bolas de fogo observadas nos EUA entre 2005/2015

(Dr. M.A. Rose)

 

O que não causa nenhum tipo de espanto para qualquer individuo que se debruce um pouco sobre este assunto tão delicado para a preservação da nossa espécie, se nos lembrarmos dos Dinossauros e de como (eles) pretensamente se foram – exterminados pelo brutal impacto de um grande objeto com a Terra (não uma bola de fogo provavelmente um asteroide).

 

Numa escala liderada pelos poderosos cometas e asteroides, seguidos pelos meteoros e meteoritos e tendo na base as nossas conhecidas bolas-de-fogo (muitas delas observadas por nós desde a infância – por exemplo no Verão – como as conhecidas estrelas cadentes). Asteroides que pelos vistos têm vindo a acompanhar este crescimento de bolas-de-fogo.

 

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Número acumulado de asteroides descobertos entre 1980/2016

(neo.jpl.nasa.gov)

 

Como é fácil de constatar ao analisarmos a evolução da descoberta de novos asteroides no decorrer das últimas três décadas: comparando os cerca de mil asteroides até aí conhecidos, com os mais de 14000 até agora registados (graças também ao aperfeiçoamento científico e tecnológico do processo de deteção de corpos celestes de menores dimensões).

 

É certo que com a sua maioria a ter uma dimensão em torno dos 140m ou mais/ou sendo mesmo inferior e contando apenas com uns 1000 (asteroides) com mais do que 1Km (de dimensão): uns 1000 monstros um pouco grandes, uns 6000 mais pequenos e pouco mais de 8000 ainda mais pequenininhos – mas certamente com muitos deles podendo dar-nos cabo da cabeça.

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 22:17

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