Um espelho que reflecte a vida, que passa por nós num segundo (espelho)

01
Mai 20

Respeitando as quantidades (poucas centenas), a distância indicada (em todas as direções) e os necessários EPI (como luvas e máscaras), com a manifestação da CGTP respeitando o Estado de Emergência

 

No 2º mandato do 1º Ministro António Costa (PS) e com uma taxa de desemprego que poderá atingir (devido à Pandemia Covid-19) o dobro da registada no início de 2020: ficando-se segundo o FMI em torno dos 14%. Como se regressássemos ao tempo da “Crise das Dívidas Soberanas” então sob a liderança de Pedro Passos Coelho (PSD). Sendo, entretanto, outro o “bom aluno” (antes Pedro, depois Costa), mas curiosamente mantendo-se o professor (Merkel).

 

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1º de Maio na Alameda em Lisboa da responsabilidade da CGTP

 

No caso da região do Algarve (tal como na região da Madeira) ─ territórios de “monocultura turística” ─ e dada a emergência (estado de calamidade), com “o dedo esticado á boleia” a não ser solução

 

Num país sendo o herdeiro do tempo do “Portugal dos Pequeninos” (Antigo Regime), agora em vez de ver o seu povo fugir “a salto” observando-se os seus governantes (Novo Regime) de dedo esticado “à boleia”. Sendo, pois, natural constatado para além do problema de Saúde (originado no vírus SARS-CoV-2), o desemprego instalado (Crise Social) e o caos registado nas empresas (Crise Económica), que face à deriva do Governo colocado perante estradas desertas, desde já nos preocupemos dado ainda nada vermos: mas onde está o Plano?

 

(imagem: MadreMedia/Lusa/24.sapo.pt)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:31

22
Abr 20

Com o Governo a não poder continuar (para decidir que rumo seguir)

apenas de dedo espetado (aguardando que alguém passe)

e à espera de uma boleia (ou seja, que o vejam).”

 

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Já agora sugerindo ao Governo uma ajuda da Boleia.Net

(A plataforma de boleias em Portugal)

 

Passados 35 dias desde que a 18 de março o nosso Presidente declarou o Estado de Emergência ─ com os primeiros infetados a serem registados a 2 de março (2 casos), os primeiros doentes a entrarem nos UCI a 14 de março (10 casos) e as primeiras vítimas mortais  a 16 de março (1 óbito) ─ continua ainda a “Saga Covid-19” de facto iniciada a 2 de março, mas com implicações muito mais preocupantes a partir da declaração do Presidente: 35 dias consecutivos (já 5 semanas) com a maioria da nossa Economia paralisada, afetando o nosso PIB e a cada mês ultrapassado, agravando-o em 5% ─ e se 5% já é mau (em princípio já la estamos) e até 10% podendo-se aproximar de uma tragédia, nem se quer se querendo pensar se o mesmo se expressar em dois dígitos (10% ou mais). Algo que poderá acontecer mesmo aqui ao nosso lado, com a Espanha a apontar já para uns 6% a 13% ─ talvez com a nossa sorte a residir em pertencermos à periferia e em sermos simultaneamente um país com uma economia pequena, logo mais fácil de ajudar desde que sejamos (mais uma vez) “bons alunos” para o “Motor da Europa” a Alemanha (tal como da 1ª vez, ainda de Angela Merkel). E se antes  engolimos o “Irrevogável”, bastando agora engolir o “Repugnante”.

 

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Olhando agora para o gráfico desta quarta-feira (22 de abril de 2020) e acreditando nos números fornecidos (podendo à vontade ser o dobro, aqui como no Resto do Mundo e nem se falando dos outros, esquecidos por não considerados Covid-19) ─ global e oficialmente (e pelas 18:50 TMG) nos 2.610.699 infetados (0,034% da população mundial), nas 182.270 vítimas mortais (7%), nos 56.657 em estado grave/crítico (2,2%) e com 714.230 recuperados (27,4%) ─ podendo-se afirmar estarmos pertos do fim desta 1ª fase (de confinamento em casa) esperando-se estarmos preparados para o início da 2ª fase: de “DESCONFINAMENTO” progressivo à procura da “Nova Normalidade, lá para o dia 3 de maio (terminada mais esta extensão do Estado de Emergência). Pensando na Região do Algarve (tal como o da Região da Madeira) tratando-se de um caso de “Emergência Regional”, não tanto pela ação do “bicho” como pelo “caos socioeconómico” que se poderá (aqui) instalar, fazendo toda este território a sul simplesmente “estoirar”dedicado exclusivamente à “Monocultura Turística” e caindo, levando atrás de si todo o resto (como as franjas de Lisboa/Tejo e do Porto/Douro, para não citar outros clones espalhados um pouco por todo o país) e consigo (advindo daí muito dinheiro e emprego) Portugal.

 

(imagem: Boleia.Net/youtube.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 21:31

21
Abr 20

Devido a problemas técnicos aos quais somos completamente alheios,

pedimos imensas desculpas por esta interrupção.

 

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Ursa Jenny cumprindo a sua quarentena

 

O Programa segue dentro de momentos.

 

Um conjunto ─ texto e imagem ─ que nos faz lembrar o nosso atual Governo, sempre de dedo esticado e à boleia, esperando que o levem a algum lado.

 

(“texto”: RTP tal como saído/adaptado da memória ─ imagem: Rob Beschizza/

Orphaned Wildlife Center/youtube.com/boingboing.net)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 19:36

23
Set 15

Demonstrando toda a sua extraordinária capacidade de adaptação e de sobrevivência ao meio ambiente terrestre que a viu nascer (o que muitas vezes não acontece connosco por inadaptação ao meio ambiente onde fomos convidados pelos outros a inserirmo-nos e por desconhecimento incapacitante das regras básicas de segurança e de prevenção), este animal mamífero e irracional acaba por aproveitar sempre todas as ocasiões que lhe surjam (por mais inusuais que elas sejam) para se lançar em frente e aproveitar a sua oportunidade. Oportunista no bom sentido e com decisões de qualidade.

 

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Uma foca à boleia nas costas de uma baleia

 

Neste caso a foca aproveita a passagem de um pequeno grupo de baleias nas suas proximidades para com a colaboração destas e contando com toda a agitação provocada nas águas com a sua presença, no meio da confusão e de alguns peixes assustados e em fuga com todo este grande reboliço, realizar mais eficazmente o seu trabalho diário e conseguir uma boa pescaria. Se pensássemos bem deveríamos atribuir a estes animais uma medalha de ouro de mérito humano, pois os mesmos apesar do seu baixíssimo índice de raciocínio por nós decretado e certificado, preservam as espécies e ainda hoje comem sardinha.

 

(imagem: Robyn Malcom/Diimex.om/huffingtonpost.com)

publicado por Produções Anormais - Albufeira às 12:11

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